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    Reforma da Previdência (versão 2019)

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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por anuvenzinha Qui 25 Abr 2019, 9:59 am

    Além do q, ao contrário, de afirmativa suscitada não há nenhuma coerência no atual governo inclusive com a reforma da previdência e o "alcance" aos militares e, também, com a popularidade q está caindo em decorrência da falta desta e falo isso com enorme acertiva, pois consigo visualizar num espaço amostral bem grande ao qual adm. com + de 150 mil membros, até judeus estão deixando de apoiá-lo.  O q eu acho?  Infelizmente o Jair é um ponto fora da curva já q não existe há mto tempo militares tecnocratas e nacionalistas e por ser uma agulha no palheiro foi alçado/tutelado pela tchurminha dos militares liberais maçons(Vander tinha razão) e com o agravante da facada e o caso Queiroz está no rítmo: "Deixa a vida me levar..."   O resultado disso se continuar nesse ritmo e com a "ajuda" da imprensa , acho eu, q mtos sairão da igreja pra ir pro templo(Ciro), no mínimo...infelizmente.  Não há como defender essa reforma q inclusive tira a possibilidade, em falta de verba, de se recorrer ao SUS p/ aquisição de remédio judicialmente  fora a retirada da contribuição do empregador, desconstitucionalização, pensão, confisco, etc.  Qto aos q estão aposentados aguardem somente os militares tendo reajustes!
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    Mensagem por Korgano Masaka Qui 25 Abr 2019, 11:34 am

    anuvenzinha escreveu:Além do q, ao contrário, de afirmativa suscitada não há nenhuma coerência no atual governo inclusive com a reforma da previdência e o "alcance" aos militares e, também, com a popularidade q está caindo em decorrência da falta desta e falo isso com enorme acertiva, pois consigo visualizar num espaço amostral bem grande ao qual adm. com + de 150 mil membros, até judeus estão deixando de apoiá-lo.  O q eu acho?  Infelizmente o Jair é um ponto fora da curva já q não existe há mto tempo militares tecnocratas e nacionalistas e por ser uma agulha no palheiro foi alçado/tutelado pela tchurminha dos militares liberais maçons(Vander tinha razão) e com o agravante da facada e o caso Queiroz está no rítmo: "Deixa a vida me levar..."   O resultado disso se continuar nesse ritmo e com a "ajuda" da imprensa , acho eu, q mtos sairão da igreja pra ir pro templo(Ciro), no mínimo...infelizmente.  Não há como defender essa reforma q inclusive tira a possibilidade, em falta de verba, de se recorrer ao SUS p/ aquisição de remédio judicialmente  fora a retirada da contribuição do empregador, desconstitucionalização, pensão, confisco, etc.  Qto aos q estão aposentados aguardem somente os militares tendo reajustes!
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    Não há nada disso na reforma. Só irão para a "igreja do Ciro" os esquerdistas de sempre que votaram no trio corrupto que quebrou o país, inclusive a previdência, Lula/Dilma/Haddad.
    Interessante ver esquerdistas serem contra a reforma que prejudica somente togadões do Judiciário/MPU e os maiores salários do serviço público, principalmente de políticos.
    O povão só será prejudicado se a previdência não for reformada, pois está quebrada e entrará em colapso em breve.
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    Mensagem por Pipoca Qui 25 Abr 2019, 11:38 am

    Korgano Masaka escreveu:
    anuvenzinha escreveu:Além do q, ao contrário, de afirmativa suscitada não há nenhuma coerência no atual governo inclusive com a reforma da previdência e o "alcance" aos militares e, também, com a popularidade q está caindo em decorrência da falta desta e falo isso com enorme acertiva, pois consigo visualizar num espaço amostral bem grande ao qual adm. com + de 150 mil membros, até judeus estão deixando de apoiá-lo.  O q eu acho?  Infelizmente o Jair é um ponto fora da curva já q não existe há mto tempo militares tecnocratas e nacionalistas e por ser uma agulha no palheiro foi alçado/tutelado pela tchurminha dos militares liberais maçons(Vander tinha razão) e com o agravante da facada e o caso Queiroz está no rítmo: "Deixa a vida me levar..."   O resultado disso se continuar nesse ritmo e com a "ajuda" da imprensa , acho eu, q mtos sairão da igreja pra ir pro templo(Ciro), no mínimo...infelizmente.  Não há como defender essa reforma q inclusive tira a possibilidade, em falta de verba, de se recorrer ao SUS p/ aquisição de remédio judicialmente  fora a retirada da contribuição do empregador, desconstitucionalização, pensão, confisco, etc.  Qto aos q estão aposentados aguardem somente os militares tendo reajustes!
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    Mensagem por Korgano Masaka Qui 25 Abr 2019, 11:40 am

    Pipoca escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    anuvenzinha escreveu:Além do q, ao contrário, de afirmativa suscitada não há nenhuma coerência no atual governo inclusive com a reforma da previdência e o "alcance" aos militares e, também, com a popularidade q está caindo em decorrência da falta desta e falo isso com enorme acertiva, pois consigo visualizar num espaço amostral bem grande ao qual adm. com + de 150 mil membros, até judeus estão deixando de apoiá-lo.  O q eu acho?  Infelizmente o Jair é um ponto fora da curva já q não existe há mto tempo militares tecnocratas e nacionalistas e por ser uma agulha no palheiro foi alçado/tutelado pela tchurminha dos militares liberais maçons(Vander tinha razão) e com o agravante da facada e o caso Queiroz está no rítmo: "Deixa a vida me levar..."   O resultado disso se continuar nesse ritmo e com a "ajuda" da imprensa , acho eu, q mtos sairão da igreja pra ir pro templo(Ciro), no mínimo...infelizmente.  Não há como defender essa reforma q inclusive tira a possibilidade, em falta de verba, de se recorrer ao SUS p/ aquisição de remédio judicialmente  fora a retirada da contribuição do empregador, desconstitucionalização, pensão, confisco, etc.  Qto aos q estão aposentados aguardem somente os militares tendo reajustes!
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    Mensagem por Galizezin Qui 25 Abr 2019, 11:43 am

    Korgano Masaka escreveu:
    anuvenzinha escreveu:Além do q, ao contrário, de afirmativa suscitada não há nenhuma coerência no atual governo inclusive com a reforma da previdência e o "alcance" aos militares e, também, com a popularidade q está caindo em decorrência da falta desta e falo isso com enorme acertiva, pois consigo visualizar num espaço amostral bem grande ao qual adm. com + de 150 mil membros, até judeus estão deixando de apoiá-lo.  O q eu acho?  Infelizmente o Jair é um ponto fora da curva já q não existe há mto tempo militares tecnocratas e nacionalistas e por ser uma agulha no palheiro foi alçado/tutelado pela tchurminha dos militares liberais maçons(Vander tinha razão) e com o agravante da facada e o caso Queiroz está no rítmo: "Deixa a vida me levar..."   O resultado disso se continuar nesse ritmo e com a "ajuda" da imprensa , acho eu, q mtos sairão da igreja pra ir pro templo(Ciro), no mínimo...infelizmente.  Não há como defender essa reforma q inclusive tira a possibilidade, em falta de verba, de se recorrer ao SUS p/ aquisição de remédio judicialmente  fora a retirada da contribuição do empregador, desconstitucionalização, pensão, confisco, etc.  Qto aos q estão aposentados aguardem somente os militares tendo reajustes!
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    amigo korgano, não me leve a mal, mas...


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    Mensagem por Galizezin Qui 25 Abr 2019, 11:44 am

    Korgano Masaka escreveu:
    Pipoca escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    anuvenzinha escreveu:Além do q, ao contrário, de afirmativa suscitada não há nenhuma coerência no atual governo inclusive com a reforma da previdência e o "alcance" aos militares e, também, com a popularidade q está caindo em decorrência da falta desta e falo isso com enorme acertiva, pois consigo visualizar num espaço amostral bem grande ao qual adm. com + de 150 mil membros, até judeus estão deixando de apoiá-lo.  O q eu acho?  Infelizmente o Jair é um ponto fora da curva já q não existe há mto tempo militares tecnocratas e nacionalistas e por ser uma agulha no palheiro foi alçado/tutelado pela tchurminha dos militares liberais maçons(Vander tinha razão) e com o agravante da facada e o caso Queiroz está no rítmo: "Deixa a vida me levar..."   O resultado disso se continuar nesse ritmo e com a "ajuda" da imprensa , acho eu, q mtos sairão da igreja pra ir pro templo(Ciro), no mínimo...infelizmente.  Não há como defender essa reforma q inclusive tira a possibilidade, em falta de verba, de se recorrer ao SUS p/ aquisição de remédio judicialmente  fora a retirada da contribuição do empregador, desconstitucionalização, pensão, confisco, etc.  Qto aos q estão aposentados aguardem somente os militares tendo reajustes!
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    então, é por isso que o pessoal da esquerda diz que Lula foi excepcional, pois um tripleczinho e um sitiozinho não fizeram cócegas em sua imagem, igual queiroz na imagem do capitão.


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    Mensagem por anuvenzinha Qui 25 Abr 2019, 12:06 pm

    Não há nada disso na reforma? Pensava q esse tipo só tinha na esquerda... : (


    Última edição por anuvenzinha em Qui 25 Abr 2019, 12:10 pm, editado 2 vez(es)
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    Mensagem por Korgano Masaka Qui 25 Abr 2019, 12:09 pm

    hehehehehehe....a nova tática dos esquerdistas eleitores do Lula/Dilma/Haddad é se fazerem de "isentões" malhando o atual governo não alinhado com eles....estão até sacrificando o próprio Lula para isso...... memelol
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    Mensagem por anuvenzinha Qui 25 Abr 2019, 12:16 pm

    A nova tática dos isentões liberais é rotular os q questionam medidas imorais liberais como petistas, etc. Não é a toa q mtos acham os liberais farinha do mesmo saco do comunismo/socialismo!
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    Mensagem por Korgano Masaka Qui 25 Abr 2019, 12:19 pm

    anuvenzinha escreveu:A nova tática dos isentões liberais é rotular os q questionam medidas imorais liberais como petistas, etc.  Não é a toa q mtos acham os liberais farinha do mesmo saco do comunismo/socialismo!

    hehehehehehe....geralmente quem é contra o liberalismo econômico é esquerdista, né! :guy:
    "Isentão" petista enrustido se entrega fácil....kkkkkkkkkkkk
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    Mensagem por Convidado Qui 25 Abr 2019, 12:21 pm

    Korgano Masaka escreveu:hehehehehehe....a nova tática dos esquerdistas eleitores do Lula/Dilma/Haddad é se fazerem de "isentões" malhando o atual governo não alinhado com eles....estão até sacrificando o próprio Lula para isso...... memelol

    Só te lembrando que os "isentões" realmente existem, e são milhões, talvez a maioria até.
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    Mensagem por anuvenzinha Qui 25 Abr 2019, 12:42 pm

    Na era petista tínhamos uma enxurrada de rotuladores e professores de história e agora temos uma enxurrada de rotuladores economistas q não sabe nem o q se pratica na China! No mais, passar bem, pois uma pessoa q fala q não tem nada q expús na reforma só pode estar em outro patamar...
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    Mensagem por tre-rj Qui 25 Abr 2019, 1:09 pm

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    Mensagem por jotajota Qui 25 Abr 2019, 1:13 pm

    Olha, votei no Bolsonaro no 2o turno, mas não é por isso que vou concordar com tudo o que ele faz. É preciso reformar a previdencia, mas realmente a "reforma" dos militares foi um tapa na cara... Se ficarmos dando amem pra tudo o que ele faz, estaremos agindo igual alguns fazem com relação ao Lula...
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Korgano Masaka Qui 25 Abr 2019, 1:19 pm

    Jubilando escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:hehehehehehe....a nova tática dos esquerdistas eleitores do Lula/Dilma/Haddad é se fazerem de "isentões" malhando o atual governo não alinhado com eles....estão até sacrificando o próprio Lula para isso...... memelol

    Só te lembrando que os "isentões" realmente existem, e são milhões, talvez a maioria até.

    hehehehehe...."isentões" com aspas são milhões...e todos votaram no Lula/Dilma/Haddad... :trollface:
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    Mensagem por Korgano Masaka Qui 25 Abr 2019, 1:21 pm

    jotajota escreveu:Olha, votei no Bolsonaro no 2o turno, mas não é por isso que vou concordar com tudo o que ele faz. É preciso reformar a previdencia, mas realmente a "reforma" dos militares foi um tapa na cara... Se ficarmos dando amem pra tudo o que ele faz, estaremos agindo igual alguns fazem com relação ao Lula...

    Com certeza. Toda unanimidade é burra.
    Mas no caso do Lula, se ele fosse solto hoje e candidato, todos esquerdistas votariam nele! Não se engane, colega.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Convidado Qui 25 Abr 2019, 1:47 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    jotajota escreveu:Olha, votei no Bolsonaro no 2o turno, mas não é por isso que vou concordar com tudo o que ele faz. É preciso reformar a previdencia, mas realmente a "reforma" dos militares foi um tapa na cara... Se ficarmos dando amem pra tudo o que ele faz, estaremos agindo igual alguns fazem com relação ao Lula...

    Com certeza. Toda unanimidade é burra.
    Mas no caso do Lula, se ele fosse solto hoje e candidato, todos esquerdistas votariam nele! Não se engane, colega.

    Tens um poster do Lula no teu quarto, pode falar...
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Korgano Masaka Qui 25 Abr 2019, 1:51 pm

    Bastião escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    jotajota escreveu:Olha, votei no Bolsonaro no 2o turno, mas não é por isso que vou concordar com tudo o que ele faz. É preciso reformar a previdencia, mas realmente a "reforma" dos militares foi um tapa na cara... Se ficarmos dando amem pra tudo o que ele faz, estaremos agindo igual alguns fazem com relação ao Lula...

    Com certeza. Toda unanimidade é burra.
    Mas no caso do Lula, se ele fosse solto hoje e candidato, todos esquerdistas votariam nele! Não se engane, colega.

    Tens um poster do Lula no teu quarto, pode falar...

    Olha um deles aí! O famoso esquerdão do grupo! :trollface:
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por androsvilazza Qui 25 Abr 2019, 2:02 pm

    Reforma da Previdência: veja ponto a ponto da economia prevista com mudanças
    No G1

    (...)

    Mudanças nas regras de aposentadoria do setor privado (RGPS)
    Aposentadoria rural

    - Mudança na idade de aposentadoria: R$ 66,4 bilhões
    - Mudança na pensão por morte: R$ 26,1 bilhões
    - Total da aposentadoria rural: R$ 92,4 bilhões

    Aposentadoria dos trabalhadores urbanos
    - Mudança na idade de aposentadoria: R$ 128 bilhões
    - Mudança na aposentadoria por tempo de contribuição: R$ 432,9 bilhões (R$ 12 bilhões para mudanças para os professores e R$ 57,6 bilhões por aposentadoria "especial")
    - Mudança na aposentadoria por invalidez: R$ 79,4 bilhões
    - Mudança na pensão por morte: R$ 111,7 bilhões
    - Outras alterações: R$ 8,2 bilhões
    - Gasto com novas alíquotas de contribuição: - R$ 28,4 bilhões
    Total da aposentadoria do setor privado (rural + urbano): R$ 807,9 bilhões

    Mudanças nas regras de aposentadoria de servidores públicos da União
    - Economia com novas alíquotas de contribuição: R$ 27,7 bilhões
    - Economia total prevista: R$ 224,5 bilhões

    Mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC)/Loas idoso
    - Economia total prevista: R$ 34,8 bilhões

    Mudanças nas regras do abono salarial
    - Economia total prevista: R$ 169,9 bilhões

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    Mensagem por wktm Qui 25 Abr 2019, 2:33 pm

    Falta agora o cálculo do desvio(roubo) total previsto.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Convidado Qui 25 Abr 2019, 2:43 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    androsvilazza escreveu:Coluna do Hélio Gurovitz:


    Centrão vence na Previdência:

    Centrão vence na Previdência.

    A desarticulação política do governo tornou o Centrão – bloco de partidos integrado por DEM, PR, PRB, PP e Solidariedade – protagonista na reforma da Previdência. O bloco foi o principal vitorioso na aprovação do parecer favorável à reforma no final da noite de ontem na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), por 48 votos a 18.

    Para obter apoio do bloco, o governo aceitou alterar quatro pontos do texto original. Além disso, de acordo com relatos dos próprios parlamentares publicados na imprensa, o governo ofereceu um aumento no valor das emendas orçamentárias destinadas a cada deputado que votasse pela reforma na CCJ.

    De R$ 15 milhões por ano, as emendas previstas no Orçamento passariam a R$ 25 milhões até 2022, resultando num incremento de R$ 40 milhões para cada deputado. Caso seja aprovada a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Orçamento Impositivo, a maior parte desse valor teria execução obrigatória. Seria dinheiro controlado pelos parlamentares, destinado a projetos em suas bases – a velha política do “toma lá, dá cá” contra a qual Bolsonaro pregava na campanha eleitoral.

    O Centrão sai da votação de ontem também como favorito a controlar os dois principais cargos na Comissão Especial da reforma que deverá ser estabelecida amanhã na Câmara: a presidência e a relatoria. O projeto original do governo continuará a ser desfigurado para garantir os votos do bloco – e as economias de R$ 1,1 trilhão almejadas e proclamadas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, podem desde já ser consideradas um delírio.

    Entre as principais alterações já cogitadas estão a exclusão do texto das mudanças no abono salarial, nas aposentadorias rurais e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), concedido a deficientes ou a idosos que não consigam comprovar tempo de contribuição. De acordo com os números do último relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, esses três itens somam economias de R$ 228,5 bilhões em dez anos. O máximo que a reforma poderia poupar aos cofres públicos cairia, portanto, a R$ 844 bilhões em uma década.

    As alterações propostas por parlamentares do Centrão não ficariam por aí. Entrou em discussão também a suspensão da obrigatoriedade das mudanças nas previdências de Estados e municípios, que economizariam mais de R$ 500 bilhões no período (o trilhão proclamado por Guedes se refere apenas às economias para o governo federal).

    Deputados ligados ao Centrão falam ainda em retirar do texto a criação do regime de capitalização, em mexer nos critérios para aposentadorias dos professores e em manter as regras para aposentadoria como matéria constitucional, dificultando mudanças futuras.

    Nenhuma dessas mudanças precisará da oposição para ocorrer. Elas representam apenas uma espécie de custo mínimo que o governo deverá pagar para que a reforma prossiga em sua tramitação e obtenha os votos de 308 deputados e 49 senadores em dois turnos, necessários à aprovação de qualquer emenda à Constituição.

    A estratégia dos oposicionistas para barrar a reforma pôde ser vislumbrada na sessão de quase nove horas ontem na CCJ: tentar obstruir os trabalhos de todas as formas possíveis, usando quando necessário os argumentos mais estapafúrdios. Vale tudo, no limite até bate-boca e gritaria.

    Tal atitude retira da oposição a credibilidade necessária para se fazer ouvir quando tem razão. Era o caso do pedido para que a CCJ aguardasse a divulgação pelo governo dos estudos que embasaram os cálculos das economias da reforma, esperados para amanhã.

    Não era sensato a CCJ ter votado a constitucionalidade sem conhecer tais números, já que avaliar o impacto orçamentário é parte das exigências constitucionais sobre qualquer emenda – e, por definição, não existe reforma da Previdência sem impacto orçamentário.

    Apesar disso, o presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini, preferiu levar a cabo uma sessão tensa e exaustiva, com a apreciação (e rejeição) de nada menos que sete requerimentos pedindo adiamento da votação do parecer sobre a reforma, a arriscar deixar para outro dia e perder os votos já comprometidos. Ao todo, o texto levou 62 dias para superar a fase da CCJ (foram apenas 10 para o projeto enviado no governo Temer, que contava com uma base parlamentar estável).

    Também é correto discutir o impacto da reforma sobre os diferentes estratos sociais, como quer a oposição. Mas é um absurdo que deputados preparados insistam que a reforma necessariamente prejudica os pobres, apenas porque o custo total é maior para os aposentados pelo INSS (R$ 671 bilhões em dez anos, segundo a IFI).

    Em 2017, os 723 mil aposentados e pensionistas do governo federal ganhavam em média R$ 9.179 por mês, enquanto os 34,4 milhões de beneficiários do INSS recebiam R$ 1.200. No total, é evidente que o governo gastou mais com os mais de 34 milhões que ganham menos (R$ 557 bilhões, ante R$ 82 bilhões) – mas isso não reduz em um centavo o privilégio dos 723 mil.

    O correto, portanto, é estimar o custo individual médio para cada beneficiário, de acordo com sua faixa de renda, para só então comparar as perdas dos mais pobres com as do alto funcionalismo público, pertencente à classe alta. Os números que o governo divulgará amanhã permitirão fazer esse cálculo, além de outras simulações. Contribuirão para dirimir enfim a questão e demonstrarão quem, na verdade, a oposição defende ao tentar barrar a reforma da Previdência: os pobres ou os privilégios do funcionalismo.

    Resumo: o Centrão (capitaneado pelo Rodrigo Maia) começa a ganhar força nessa discussão da Previdência. Provavelmente receba a presidência da comissão especial e, talvez, até a relatoria (há relatos de que talvez o relator seja indicado em combinação com o Ministro Paulo Guedes).

    Há mais pontos que devem entrar em discussão, sendo provavelmente cortados na comissão especial ou para viabilizar a aprovação no plenário:
    - as mudanças no BPC e aposentadoria rural;
    - mudanças no abono salarial;
    - a criação do regime de capitalização;
    - aposentadorias de professores;
    - a desconstitucionalização das regras para aposentadoria.

    Ninguém, até o momento, parece preocupado com as mudanças na aposentadoria de servidores públicos. No entanto, acredito que os grupos de pressão consigam, pelo menos, suavizar as regras de transição.

    O que muito servidor "esquece" é que contribuíamos com apena 6% até 1997, fora que aposentar integral contribuindo até 10 anos no mesmo cargo é uma aberração.
    Com isso, nosso sistema previdenciário entrará em colapso em breve se não for reformado.

    Me desculpa, mas você é um falacioso, ou no mínimo leviano nas suas pregações repetidas e sem conferir o que está dizendo.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Korgano Masaka Qui 25 Abr 2019, 2:45 pm

    Jubilando escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    androsvilazza escreveu:Coluna do Hélio Gurovitz:


    Centrão vence na Previdência:

    Centrão vence na Previdência.

    A desarticulação política do governo tornou o Centrão – bloco de partidos integrado por DEM, PR, PRB, PP e Solidariedade – protagonista na reforma da Previdência. O bloco foi o principal vitorioso na aprovação do parecer favorável à reforma no final da noite de ontem na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), por 48 votos a 18.

    Para obter apoio do bloco, o governo aceitou alterar quatro pontos do texto original. Além disso, de acordo com relatos dos próprios parlamentares publicados na imprensa, o governo ofereceu um aumento no valor das emendas orçamentárias destinadas a cada deputado que votasse pela reforma na CCJ.

    De R$ 15 milhões por ano, as emendas previstas no Orçamento passariam a R$ 25 milhões até 2022, resultando num incremento de R$ 40 milhões para cada deputado. Caso seja aprovada a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Orçamento Impositivo, a maior parte desse valor teria execução obrigatória. Seria dinheiro controlado pelos parlamentares, destinado a projetos em suas bases – a velha política do “toma lá, dá cá” contra a qual Bolsonaro pregava na campanha eleitoral.

    O Centrão sai da votação de ontem também como favorito a controlar os dois principais cargos na Comissão Especial da reforma que deverá ser estabelecida amanhã na Câmara: a presidência e a relatoria. O projeto original do governo continuará a ser desfigurado para garantir os votos do bloco – e as economias de R$ 1,1 trilhão almejadas e proclamadas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, podem desde já ser consideradas um delírio.

    Entre as principais alterações já cogitadas estão a exclusão do texto das mudanças no abono salarial, nas aposentadorias rurais e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), concedido a deficientes ou a idosos que não consigam comprovar tempo de contribuição. De acordo com os números do último relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, esses três itens somam economias de R$ 228,5 bilhões em dez anos. O máximo que a reforma poderia poupar aos cofres públicos cairia, portanto, a R$ 844 bilhões em uma década.

    As alterações propostas por parlamentares do Centrão não ficariam por aí. Entrou em discussão também a suspensão da obrigatoriedade das mudanças nas previdências de Estados e municípios, que economizariam mais de R$ 500 bilhões no período (o trilhão proclamado por Guedes se refere apenas às economias para o governo federal).

    Deputados ligados ao Centrão falam ainda em retirar do texto a criação do regime de capitalização, em mexer nos critérios para aposentadorias dos professores e em manter as regras para aposentadoria como matéria constitucional, dificultando mudanças futuras.

    Nenhuma dessas mudanças precisará da oposição para ocorrer. Elas representam apenas uma espécie de custo mínimo que o governo deverá pagar para que a reforma prossiga em sua tramitação e obtenha os votos de 308 deputados e 49 senadores em dois turnos, necessários à aprovação de qualquer emenda à Constituição.

    A estratégia dos oposicionistas para barrar a reforma pôde ser vislumbrada na sessão de quase nove horas ontem na CCJ: tentar obstruir os trabalhos de todas as formas possíveis, usando quando necessário os argumentos mais estapafúrdios. Vale tudo, no limite até bate-boca e gritaria.

    Tal atitude retira da oposição a credibilidade necessária para se fazer ouvir quando tem razão. Era o caso do pedido para que a CCJ aguardasse a divulgação pelo governo dos estudos que embasaram os cálculos das economias da reforma, esperados para amanhã.

    Não era sensato a CCJ ter votado a constitucionalidade sem conhecer tais números, já que avaliar o impacto orçamentário é parte das exigências constitucionais sobre qualquer emenda – e, por definição, não existe reforma da Previdência sem impacto orçamentário.

    Apesar disso, o presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini, preferiu levar a cabo uma sessão tensa e exaustiva, com a apreciação (e rejeição) de nada menos que sete requerimentos pedindo adiamento da votação do parecer sobre a reforma, a arriscar deixar para outro dia e perder os votos já comprometidos. Ao todo, o texto levou 62 dias para superar a fase da CCJ (foram apenas 10 para o projeto enviado no governo Temer, que contava com uma base parlamentar estável).

    Também é correto discutir o impacto da reforma sobre os diferentes estratos sociais, como quer a oposição. Mas é um absurdo que deputados preparados insistam que a reforma necessariamente prejudica os pobres, apenas porque o custo total é maior para os aposentados pelo INSS (R$ 671 bilhões em dez anos, segundo a IFI).

    Em 2017, os 723 mil aposentados e pensionistas do governo federal ganhavam em média R$ 9.179 por mês, enquanto os 34,4 milhões de beneficiários do INSS recebiam R$ 1.200. No total, é evidente que o governo gastou mais com os mais de 34 milhões que ganham menos (R$ 557 bilhões, ante R$ 82 bilhões) – mas isso não reduz em um centavo o privilégio dos 723 mil.

    O correto, portanto, é estimar o custo individual médio para cada beneficiário, de acordo com sua faixa de renda, para só então comparar as perdas dos mais pobres com as do alto funcionalismo público, pertencente à classe alta. Os números que o governo divulgará amanhã permitirão fazer esse cálculo, além de outras simulações. Contribuirão para dirimir enfim a questão e demonstrarão quem, na verdade, a oposição defende ao tentar barrar a reforma da Previdência: os pobres ou os privilégios do funcionalismo.

    Resumo: o Centrão (capitaneado pelo Rodrigo Maia) começa a ganhar força nessa discussão da Previdência. Provavelmente receba a presidência da comissão especial e, talvez, até a relatoria (há relatos de que talvez o relator seja indicado em combinação com o Ministro Paulo Guedes).

    Há mais pontos que devem entrar em discussão, sendo provavelmente cortados na comissão especial ou para viabilizar a aprovação no plenário:
    - as mudanças no BPC e aposentadoria rural;
    - mudanças no abono salarial;
    - a criação do regime de capitalização;
    - aposentadorias de professores;
    - a desconstitucionalização das regras para aposentadoria.

    Ninguém, até o momento, parece preocupado com as mudanças na aposentadoria de servidores públicos. No entanto, acredito que os grupos de pressão consigam, pelo menos, suavizar as regras de transição.

    O que muito servidor "esquece" é que contribuíamos com apena 6% até 1997, fora que aposentar integral contribuindo até 10 anos no mesmo cargo é uma aberração.
    Com isso, nosso sistema previdenciário entrará em colapso em breve se não for reformado.

    Me desculpa, mas você é um falacioso, ou no mínimo leviano nas suas pregações repetidas e sem conferir o que está dizendo.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por wktm Qui 25 Abr 2019, 2:48 pm

    Essa reforma nunca veio do anseio popular.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Convidado Qui 25 Abr 2019, 4:40 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    Jubilando escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    androsvilazza escreveu:Coluna do Hélio Gurovitz:


    Centrão vence na Previdência:

    Centrão vence na Previdência.

    A desarticulação política do governo tornou o Centrão – bloco de partidos integrado por DEM, PR, PRB, PP e Solidariedade – protagonista na reforma da Previdência. O bloco foi o principal vitorioso na aprovação do parecer favorável à reforma no final da noite de ontem na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), por 48 votos a 18.

    Para obter apoio do bloco, o governo aceitou alterar quatro pontos do texto original. Além disso, de acordo com relatos dos próprios parlamentares publicados na imprensa, o governo ofereceu um aumento no valor das emendas orçamentárias destinadas a cada deputado que votasse pela reforma na CCJ.

    De R$ 15 milhões por ano, as emendas previstas no Orçamento passariam a R$ 25 milhões até 2022, resultando num incremento de R$ 40 milhões para cada deputado. Caso seja aprovada a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Orçamento Impositivo, a maior parte desse valor teria execução obrigatória. Seria dinheiro controlado pelos parlamentares, destinado a projetos em suas bases – a velha política do “toma lá, dá cá” contra a qual Bolsonaro pregava na campanha eleitoral.

    O Centrão sai da votação de ontem também como favorito a controlar os dois principais cargos na Comissão Especial da reforma que deverá ser estabelecida amanhã na Câmara: a presidência e a relatoria. O projeto original do governo continuará a ser desfigurado para garantir os votos do bloco – e as economias de R$ 1,1 trilhão almejadas e proclamadas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, podem desde já ser consideradas um delírio.

    Entre as principais alterações já cogitadas estão a exclusão do texto das mudanças no abono salarial, nas aposentadorias rurais e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), concedido a deficientes ou a idosos que não consigam comprovar tempo de contribuição. De acordo com os números do último relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, esses três itens somam economias de R$ 228,5 bilhões em dez anos. O máximo que a reforma poderia poupar aos cofres públicos cairia, portanto, a R$ 844 bilhões em uma década.

    As alterações propostas por parlamentares do Centrão não ficariam por aí. Entrou em discussão também a suspensão da obrigatoriedade das mudanças nas previdências de Estados e municípios, que economizariam mais de R$ 500 bilhões no período (o trilhão proclamado por Guedes se refere apenas às economias para o governo federal).

    Deputados ligados ao Centrão falam ainda em retirar do texto a criação do regime de capitalização, em mexer nos critérios para aposentadorias dos professores e em manter as regras para aposentadoria como matéria constitucional, dificultando mudanças futuras.

    Nenhuma dessas mudanças precisará da oposição para ocorrer. Elas representam apenas uma espécie de custo mínimo que o governo deverá pagar para que a reforma prossiga em sua tramitação e obtenha os votos de 308 deputados e 49 senadores em dois turnos, necessários à aprovação de qualquer emenda à Constituição.

    A estratégia dos oposicionistas para barrar a reforma pôde ser vislumbrada na sessão de quase nove horas ontem na CCJ: tentar obstruir os trabalhos de todas as formas possíveis, usando quando necessário os argumentos mais estapafúrdios. Vale tudo, no limite até bate-boca e gritaria.

    Tal atitude retira da oposição a credibilidade necessária para se fazer ouvir quando tem razão. Era o caso do pedido para que a CCJ aguardasse a divulgação pelo governo dos estudos que embasaram os cálculos das economias da reforma, esperados para amanhã.

    Não era sensato a CCJ ter votado a constitucionalidade sem conhecer tais números, já que avaliar o impacto orçamentário é parte das exigências constitucionais sobre qualquer emenda – e, por definição, não existe reforma da Previdência sem impacto orçamentário.

    Apesar disso, o presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini, preferiu levar a cabo uma sessão tensa e exaustiva, com a apreciação (e rejeição) de nada menos que sete requerimentos pedindo adiamento da votação do parecer sobre a reforma, a arriscar deixar para outro dia e perder os votos já comprometidos. Ao todo, o texto levou 62 dias para superar a fase da CCJ (foram apenas 10 para o projeto enviado no governo Temer, que contava com uma base parlamentar estável).

    Também é correto discutir o impacto da reforma sobre os diferentes estratos sociais, como quer a oposição. Mas é um absurdo que deputados preparados insistam que a reforma necessariamente prejudica os pobres, apenas porque o custo total é maior para os aposentados pelo INSS (R$ 671 bilhões em dez anos, segundo a IFI).

    Em 2017, os 723 mil aposentados e pensionistas do governo federal ganhavam em média R$ 9.179 por mês, enquanto os 34,4 milhões de beneficiários do INSS recebiam R$ 1.200. No total, é evidente que o governo gastou mais com os mais de 34 milhões que ganham menos (R$ 557 bilhões, ante R$ 82 bilhões) – mas isso não reduz em um centavo o privilégio dos 723 mil.

    O correto, portanto, é estimar o custo individual médio para cada beneficiário, de acordo com sua faixa de renda, para só então comparar as perdas dos mais pobres com as do alto funcionalismo público, pertencente à classe alta. Os números que o governo divulgará amanhã permitirão fazer esse cálculo, além de outras simulações. Contribuirão para dirimir enfim a questão e demonstrarão quem, na verdade, a oposição defende ao tentar barrar a reforma da Previdência: os pobres ou os privilégios do funcionalismo.

    Resumo: o Centrão (capitaneado pelo Rodrigo Maia) começa a ganhar força nessa discussão da Previdência. Provavelmente receba a presidência da comissão especial e, talvez, até a relatoria (há relatos de que talvez o relator seja indicado em combinação com o Ministro Paulo Guedes).

    Há mais pontos que devem entrar em discussão, sendo provavelmente cortados na comissão especial ou para viabilizar a aprovação no plenário:
    - as mudanças no BPC e aposentadoria rural;
    - mudanças no abono salarial;
    - a criação do regime de capitalização;
    - aposentadorias de professores;
    - a desconstitucionalização das regras para aposentadoria.

    Ninguém, até o momento, parece preocupado com as mudanças na aposentadoria de servidores públicos. No entanto, acredito que os grupos de pressão consigam, pelo menos, suavizar as regras de transição.

    O que muito servidor "esquece" é que contribuíamos com apena 6% até 1997, fora que aposentar integral contribuindo até 10 anos no mesmo cargo é uma aberração.
    Com isso, nosso sistema previdenciário entrará em colapso em breve se não for reformado.

    Me desculpa, mas você é um falacioso, ou no mínimo leviano nas suas pregações repetidas e sem conferir o que está dizendo.
    Reveja seu contracheque de 1995, 1996, 1997 etc... e refaça suas contas.

    Já revi e é isso mesmo. Falacioso e leviano é você, caro colega!

    Com certeza você não foi servidor do PJU nessa época, pois quem foi teve mais de 11% de descontos na época,como no meu caso.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Convidado Qui 25 Abr 2019, 4:46 pm

    Talvez não sejam todos servidores aqui... talvez tenhamos:


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    Mensagem por Korgano Masaka Qui 25 Abr 2019, 4:56 pm

    Bastião escreveu:Talvez não sejam todos servidores aqui... talvez tenhamos:



    Temos bastante robôs do Lula/Dilma/Haddad aqui! memelol
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    Mensagem por Korgano Masaka Qui 25 Abr 2019, 4:57 pm

    Jubilando escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Jubilando escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:

    O que muito servidor "esquece" é que contribuíamos com apena 6% até 1997, fora que aposentar integral contribuindo até 10 anos no mesmo cargo é uma aberração.
    Com isso, nosso sistema previdenciário entrará em colapso em breve se não for reformado.

    Me desculpa, mas você é um falacioso, ou no mínimo leviano nas suas pregações repetidas e sem conferir o que está dizendo.
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    Já revi e é isso mesmo. Falacioso e leviano é você, caro colega!

    Com certeza você não foi servidor do PJU nessa época, pois quem foi teve mais de 11% de descontos na época,como no meu caso.

    Sou do MPU e o desconto era 6%, como no meu caso.
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    Mensagem por ale1969 Qui 25 Abr 2019, 5:09 pm

    androsvilazza escreveu:Reforma da Previdência: veja ponto a ponto da economia prevista com mudanças
    No G1

    (...)

    Mudanças nas regras de aposentadoria do setor privado (RGPS)
    Aposentadoria rural

    - Mudança na idade de aposentadoria: R$ 66,4 bilhões
    - Mudança na pensão por morte: R$ 26,1 bilhões
    - Total da aposentadoria rural: R$ 92,4 bilhões

    Aposentadoria dos trabalhadores urbanos
    - Mudança na idade de aposentadoria: R$ 128 bilhões
    - Mudança na aposentadoria por tempo de contribuição: R$ 432,9 bilhões (R$ 12 bilhões para mudanças para os professores e R$ 57,6 bilhões por aposentadoria "especial")
    - Mudança na aposentadoria por invalidez: R$ 79,4 bilhões
    - Mudança na pensão por morte: R$ 111,7 bilhões
    - Outras alterações: R$ 8,2 bilhões
    - Gasto com novas alíquotas de contribuição: - R$ 28,4 bilhões
    Total da aposentadoria do setor privado (rural + urbano): R$ 807,9 bilhões

    Mudanças nas regras de aposentadoria de servidores públicos da União
    - Economia com novas alíquotas de contribuição: R$ 27,7 bilhões
    - Economia total prevista: R$ 224,5 bilhões

    Mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC)/Loas idoso
    - Economia total prevista: R$ 34,8 bilhões

    Mudanças nas regras do abono salarial
    - Economia total prevista: R$ 169,9 bilhões



    Por enquanto as previsões do governo comprovam os informes da oposição. A conta vai ser paga pelos trabalhadores urbanos, em particular os que recebem entre 2 a 5 SM.

    Há que estimar o custo da capitalização, já há cálculos de até 4 Trilhões. Outra conta não apresentada é da migração dos servidores pré 2003, estes sem regra de transição para aposentadoria com paridade/integralidade tenderão a optar pelo FUNPRESP para fugir da obrigatoriedade da idade 62/65(meu caso).

    As contas nocionais, administradas por entidades públicas(INSS, CEF ou outra), com piso mínimo de R$1.000,00 até R$2.500,00 podem reduzir significativamente o déficit. Uma transição por pontos devem eliminar o risco de migração dos servidores com integralidade. Faltam diálogo e verdade por parte do Governo e oposição, há saídas que não sejam terríveis para os trabalhadores e resultem em equilíbrio fiscal.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por euvoltei Qui 25 Abr 2019, 5:25 pm

    O sistema é claramente quebrado, pra cada aposentado devia ter um montante guardado, afinal ele contribuiu por anos, e deveria ter um bom dinheiro lá pra usufruir...
    e para cada trabalhador na ativa deveria ter mais dinheiro ainda guardado, afinal todo mês ele paga e ainda não começou a tirar o dinheiro dele ainda...

    E o que tem? Nada, somente dívidas mês a mês a serem pagas pelo orçamento da União

    E tem gente que não acredita em rombo...
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    Mensagem por Convidado Qui 25 Abr 2019, 5:31 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    Jubilando escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Jubilando escreveu:

    Me desculpa, mas você é um falacioso, ou no mínimo leviano nas suas pregações repetidas e sem conferir o que está dizendo.
    Reveja seu contracheque de 1995, 1996, 1997 etc... e refaça suas contas.

    Já revi e é isso mesmo. Falacioso e leviano é você, caro colega!

    Com certeza você não foi servidor do PJU nessa época, pois quem foi teve mais de 11% de descontos na época,como no meu caso.

    Sou do MPU e o desconto era 6%, como no meu caso.

    Não sei porque dessa diferença, mas de fato, existiu. Talvez por critérios diversos entre o MP e o PJU, naquela época.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 21 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Protocol Qui 25 Abr 2019, 5:50 pm

    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:Reforma da Previdência: veja ponto a ponto da economia prevista com mudanças
    No G1

    (...)

    Mudanças nas regras de aposentadoria do setor privado (RGPS)
    Aposentadoria rural

    - Mudança na idade de aposentadoria: R$ 66,4 bilhões
    - Mudança na pensão por morte: R$ 26,1 bilhões
    - Total da aposentadoria rural: R$ 92,4 bilhões

    Aposentadoria dos trabalhadores urbanos
    - Mudança na idade de aposentadoria: R$ 128 bilhões
    - Mudança na aposentadoria por tempo de contribuição: R$ 432,9 bilhões (R$ 12 bilhões para mudanças para os professores e R$ 57,6 bilhões por aposentadoria "especial")
    - Mudança na aposentadoria por invalidez: R$ 79,4 bilhões
    - Mudança na pensão por morte: R$ 111,7 bilhões
    - Outras alterações: R$ 8,2 bilhões
    - Gasto com novas alíquotas de contribuição: - R$ 28,4 bilhões
    Total da aposentadoria do setor privado (rural + urbano): R$ 807,9 bilhões

    Mudanças nas regras de aposentadoria de servidores públicos da União
    - Economia com novas alíquotas de contribuição: R$ 27,7 bilhões
    - Economia total prevista: R$ 224,5 bilhões

    Mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC)/Loas idoso
    - Economia total prevista: R$ 34,8 bilhões

    Mudanças nas regras do abono salarial
    - Economia total prevista: R$ 169,9 bilhões



    Por enquanto as previsões do governo comprovam os informes da oposição. A conta vai ser paga pelos trabalhadores urbanos, em particular os que recebem entre 2 a 5 SM.

    Há que estimar o custo da capitalização, já há cálculos de até 4 Trilhões. Outra conta não apresentada é da migração dos servidores pré 2003, estes sem regra de transição para aposentadoria com paridade/integralidade tenderão a optar pelo FUNPRESP para fugir da obrigatoriedade da idade 62/65(meu caso).

    As contas nocionais, administradas por entidades públicas(INSS, CEF ou outra), com piso mínimo de R$1.000,00 até R$2.500,00 podem reduzir significativamente o déficit. Uma transição por pontos devem eliminar o risco de migração dos servidores com integralidade. Faltam diálogo e verdade por parte do Governo e oposição, há saídas que não sejam terríveis para os trabalhadores e resultem em equilíbrio fiscal.

    Comentário preciso.

    O problema é que falta diálogo entre oposição e governo há décadas, e no meu modo de ver o grande responsável por isso é o Partido dos Trabalhadores.

    Sem entrar no mérito da assertividade disso, o PT nos anos em que governou se entendeu autossuficiente e imune de críticas inclusive internas, preferindo comprar apoio a obter os consensos possíveis, desmoralizando os adversários em vez de ser dissonante com respeito.

    E depois de toda a tempestade que passou, que inclusive varreu o ex-presidente para a cadeia, a mentalidade partidária de obstaculizar tudo e sempre não mudou, tanto que outros partidos de esquerda ou centro-esquerda (PSOL, PDT, PSB...) estão ao lado no enfrentamento da reforma, mas não são formalmente aliados, o que é curioso.

    O fruto do bullying está aí, na forma do PSL e milhões de apoiadores do presidente Bolsonaro.

    Se o governo da União, nisso inclui-se todos os deputados e senadores, não achar pontos de contato para trazer alguma solução aos problemas nacionais, a começar por criar consenso sobre quais são inquestionavelmente aqueles a serem resolvidos e como, a coisa vai avançar meio que na arbitrariedade, a reboque de uma massa (maioria) fisiológica no Congresso.

    Para aqueles que acreditam em revolta popular contra a reforma, na não aprovação da nova previdência, não se iludam: os brasileiros estão em grande parte dopados no lítio, apáticos e sem esperança. E a reforma será aprovada, só que levará tempo e perderá algumas partes porque o Centrão quer demonstrar poder, e afetara bastante aos servidores públicos, "o segundo maior gasto do orçamento".
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    Mensagem por androsvilazza Qui 25 Abr 2019, 6:07 pm

    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:Reforma da Previdência: veja ponto a ponto da economia prevista com mudanças
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    (...)

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    - Mudança na aposentadoria por tempo de contribuição: R$ 432,9 bilhões (R$ 12 bilhões para mudanças para os professores e R$ 57,6 bilhões por aposentadoria "especial")
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    - Outras alterações: R$ 8,2 bilhões
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    Por enquanto as previsões do governo comprovam os informes da oposição. A conta vai ser paga pelos trabalhadores urbanos, em particular os que recebem entre 2 a 5 SM.

    Há que estimar o custo da capitalização, já há cálculos de até 4 Trilhões. Outra conta não apresentada é da migração dos servidores pré 2003, estes sem regra de transição para aposentadoria com paridade/integralidade tenderão a optar pelo FUNPRESP para fugir da obrigatoriedade da idade 62/65(meu caso).

    As contas nocionais, administradas por entidades públicas(INSS, CEF ou outra), com piso mínimo de R$1.000,00 até R$2.500,00 podem reduzir significativamente o déficit. Uma transição por pontos devem eliminar o risco de migração dos servidores com integralidade. Faltam diálogo e verdade por parte do Governo e oposição, há saídas que não sejam terríveis para os trabalhadores e resultem em equilíbrio fiscal.

    Complementando meu post anterior, o antagonista postou o relatório simplificado dos cálculos do governo.

    Quanto aos custos que você mencionou, há algumas ressalvas: o regime de capitalização é apenas autorizado por essa reforma, sendo que a regulamentação propriamente dita ficaria para um momento posterior. Ou seja, seria uma norma sem aplicabilidade imediata, e os cálculos exatos terão de ser feitos à época adequada. Funcionaria mais ou menos como o regime complementar (que instituiu o Funpresp). A previsão já estava na Constituição desde 1998, e só em 2012 foi implementada de fato com a lei 12618. Se tivessem sido cobrados os cálculos à época, em 1998, para aprovação da emenda, de nada serviriam.

    Quanto à eventual migração de servidores para o Funpresp, não sei se faz muito sentido o governo apresentar uma conta sem saber o número (ou sequer estimativa) de servidores que migrarão, sendo essa uma decisão pessoal. Muitos não vão querer abrir mão da paridade/integralidade, por motivos pessoais ou por ter direito a um Benefício especial baixo, etc. O governo até poderia apresentar uma estimativa qualquer, mas seria mais um exercício de adivinhação e futurologia do que essencialmente matemático.

    O último ponto em que discordo é a afirmação de que "trabalhadores urbanos/pobres/regime geral" vão pagar a maior parte da conta. Não se pode pegar apenas os números absolutos (800 bi no total do RGPS versus 224,5 bi no RPPS) sem levar em consideração o número de contribuintes (mais de 65 milhões no RGPS - dados do anuário de 2017 versus 655 mil servidores civis federais - dados de 2018). Considerando os números proporcionais, portanto, tem-se uma "economia" , nos 10 próximos anos, de R$ 12.415 por trabalhador contribuinte do RGPS, enquanto a "economia" média por servidor civil federal será, nesse mesmo período, de R$ 342.748 (mais de 27x maior).

    Lógico que essa discrepância também se deve, em boa parte, à diferença salarial entre ambas as categorias, e não apenas às regras da reforma em si. Um servidor público, de salário superior, vai gerar maior economia por contribuir por mais tempo, sobre alíquota maior e postergando sua aposentadoria em alguns anos (portanto, deixando de receber proventos de aposentadoria). Para um trabalhador do RGPS o efeito é quase o mesmo (contribuição por mais tempo, recebimento de aposentadoria postergado), mas a alíquota não será superior (dados do governo dão conta de redução na arrecadação do RGPS por causa das novas alíquotas progressivas) e o salário é menor, portanto o saldo positivo (contribuições) é reduzido, e o saldo negativo (aposentadorias que seriam pagas, e estão sendo postergadas) não é tão relevante.

    P.S.: Um último comentário: concordo 100% com o último parágrafo do seu comentário. A capitalização nocional, de fato, se mostra a melhor saída pro problema atual da previdência brasileira, tanto na redução do déficit futuro, quanto para evitar os altos custos de transição para uma capitalização "pura" (com ou sem contrapartida do empregador, nesse caso não faz diferença para o custo de transição). E é cristalino que devem ser adotadas regras menos rígidas (e mais racionais) para a transição dos servidores que estão há mais tempo na ativa e, portanto, mais próximos da aposentadoria. Tenho esperança de que esse ponto seja ajustado ainda na comissão especial, antes de ir para votação em plenário. Quanto à capitalização, pode-se apenas autorizar, agora, uma implementação futura, e quando chegar o momento (talvez nem mais nesse governo) se discuta o modelo mais apropriado.
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    Mensagem por jornalista Qui 25 Abr 2019, 8:21 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    Bastião escreveu:Talvez não sejam todos servidores aqui... talvez tenhamos:



    Temos bastante robôs do Lula/Dilma/Haddad aqui! memelol
    Eu lembro desse vídeo nas eleições. Foi antes da fake news da Folha sobre os robots de 12 pila. Compartilhei ad infinitum; afinal eu e meus amigos com quem compartilhei somos todos robots. Sobre a reforma, o mercado está pessimista e o próprio governo já sabe que será abaixo de um trilhão (se é que haverá). Um assunto pouco comentado é que parece que a reforma dos militares vai andar:
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    Mensagem por wktm Qui 25 Abr 2019, 9:19 pm

    É muito blá blá blá, todo mundo sabe que essa reforma é pra agradar o mercado financeiro.
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    Mensagem por androsvilazza Qui 25 Abr 2019, 11:12 pm

    wktm escreveu:É muito blá blá blá, todo mundo sabe que essa reforma é pra agradar o mercado financeiro.

    Parabéns! Essa parte da cartilha você decorou direitinho! Só faltou ler (e compartilhar com os colegas) as páginas onde se explicam, com argumentos lógicos, 1) os motivos pelos quais a aprovação da reforma é interessante ao "mercado financeiro"; 2) a contrario sensu , como uma não-aprovação da reforma desagrada ao "mercado financeiro"; e 3) de que forma, considerados os itens 1 e 2, os interesses do mercado financeiro se dissociam dos desejos da "economia real/produtiva e, por extensão, do restante da população.
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    Mensagem por Galizezin Sex 26 Abr 2019, 12:13 am

    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:Reforma da Previdência: veja ponto a ponto da economia prevista com mudanças
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    Por enquanto as previsões do governo comprovam os informes da oposição. A conta vai ser paga pelos trabalhadores urbanos, em particular os que recebem entre 2 a 5 SM.

    Há que estimar o custo da capitalização, já há cálculos de até 4 Trilhões. Outra conta não apresentada é da migração dos servidores pré 2003, estes sem regra de transição para aposentadoria com paridade/integralidade tenderão a optar pelo FUNPRESP para fugir da obrigatoriedade da idade 62/65(meu caso).

    As contas nocionais, administradas por entidades públicas(INSS, CEF ou outra), com piso mínimo de R$1.000,00 até R$2.500,00 podem reduzir significativamente o déficit. Uma transição por pontos devem eliminar o risco de migração dos servidores com integralidade. Faltam diálogo e verdade por parte do Governo e oposição, há saídas que não sejam terríveis para os trabalhadores e resultem em equilíbrio fiscal.

    considerando que governo nada mais é que um representante do povo, do qual emana todo poder, visando a transparência em medidas consideradas duras e necessárias, por que ele não implantou o sistema de previdência nocional, para deixar claro a cada cidadão o quantum (principal + correções) contribuído para a previdência? a partir disso seria possível cada um verificar qual seria seu real valor de benefício. obviamente que nesse bolo teria que constar o valor supostamente depositado pelo patrão.


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    Mensagem por jornalista Sex 26 Abr 2019, 4:48 am

    androsvilazza escreveu:
    wktm escreveu:É muito blá blá blá, todo mundo sabe que essa reforma é pra agradar o mercado financeiro.

    Parabéns! Essa parte da cartilha você decorou direitinho! Só faltou ler (e compartilhar com os colegas) as páginas onde se explicam, com argumentos lógicos, 1) os motivos pelos quais a aprovação da reforma é interessante ao "mercado financeiro"; 2) a contrario sensu , como uma não-aprovação da reforma desagrada ao "mercado financeiro"; e 3) de que forma, considerados os itens 1 e 2, os interesses do mercado financeiro se dissociam dos desejos da "economia real/produtiva e, por extensão, do restante da população.
    Pois é, se é para agradar, a medida oposta seria agradar o mercado estatal. Faz a capitalização em bancos como CEF, BB, BN, basa e inclui os estaduais que ainda existem. A propósito, a Cassi está em maus lençóis, podendo sofrer intervenção da ANS.
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    Mensagem por Decisum Sex 26 Abr 2019, 1:16 pm

    wktm escreveu:É muito blá blá blá, todo mundo sabe que essa reforma é pra agradar o mercado financeiro.

    Concordo. O problema é que o país precisa do mercado financeiro.
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    Mensagem por MADUREIRAROM Sex 26 Abr 2019, 3:42 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    anuvenzinha escreveu:Além do q, ao contrário, de afirmativa suscitada não há nenhuma coerência no atual governo inclusive com a reforma da previdência e o "alcance" aos militares e, também, com a popularidade q está caindo em decorrência da falta desta e falo isso com enorme acertiva, pois consigo visualizar num espaço amostral bem grande ao qual adm. com + de 150 mil membros, até judeus estão deixando de apoiá-lo.  O q eu acho?  Infelizmente o Jair é um ponto fora da curva já q não existe há mto tempo militares tecnocratas e nacionalistas e por ser uma agulha no palheiro foi alçado/tutelado pela tchurminha dos militares liberais maçons(Vander tinha razão) e com o agravante da facada e o caso Queiroz está no rítmo: "Deixa a vida me levar..."   O resultado disso se continuar nesse ritmo e com a "ajuda" da imprensa , acho eu, q mtos sairão da igreja pra ir pro templo(Ciro), no mínimo...infelizmente.  Não há como defender essa reforma q inclusive tira a possibilidade, em falta de verba, de se recorrer ao SUS p/ aquisição de remédio judicialmente  fora a retirada da contribuição do empregador, desconstitucionalização, pensão, confisco, etc.  Qto aos q estão aposentados aguardem somente os militares tendo reajustes!
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    Não há nada disso na reforma. Só irão para a "igreja do Ciro" os esquerdistas de sempre que votaram no trio corrupto que quebrou o país, inclusive a previdência, Lula/Dilma/Haddad.
    Interessante ver esquerdistas serem contra a reforma que prejudica somente togadões do Judiciário/MPU e os maiores salários do serviço público, principalmente de políticos.
    O povão só será prejudicado se a previdência não for reformada, pois está quebrada e entrará em colapso em breve.
    Mas para os esquerdistas vale tudo para derrubar um governo que não é deles, até levar o país ao caos e venezualização da economia.

    O povão não será tão prejudicado porque a maioria já ganha salario mínimo ou beirando a isto!! Vai continuar ganhando o mínimo, é isto que o ministro quis dizer, não perde nada quem não tem nada a perder!!
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    Mensagem por Korgano Masaka Sex 26 Abr 2019, 3:43 pm

    MADUREIRAROM escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    anuvenzinha escreveu:Além do q, ao contrário, de afirmativa suscitada não há nenhuma coerência no atual governo inclusive com a reforma da previdência e o "alcance" aos militares e, também, com a popularidade q está caindo em decorrência da falta desta e falo isso com enorme acertiva, pois consigo visualizar num espaço amostral bem grande ao qual adm. com + de 150 mil membros, até judeus estão deixando de apoiá-lo.  O q eu acho?  Infelizmente o Jair é um ponto fora da curva já q não existe há mto tempo militares tecnocratas e nacionalistas e por ser uma agulha no palheiro foi alçado/tutelado pela tchurminha dos militares liberais maçons(Vander tinha razão) e com o agravante da facada e o caso Queiroz está no rítmo: "Deixa a vida me levar..."   O resultado disso se continuar nesse ritmo e com a "ajuda" da imprensa , acho eu, q mtos sairão da igreja pra ir pro templo(Ciro), no mínimo...infelizmente.  Não há como defender essa reforma q inclusive tira a possibilidade, em falta de verba, de se recorrer ao SUS p/ aquisição de remédio judicialmente  fora a retirada da contribuição do empregador, desconstitucionalização, pensão, confisco, etc.  Qto aos q estão aposentados aguardem somente os militares tendo reajustes!
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    Não há nada disso na reforma. Só irão para a "igreja do Ciro" os esquerdistas de sempre que votaram no trio corrupto que quebrou o país, inclusive a previdência, Lula/Dilma/Haddad.
    Interessante ver esquerdistas serem contra a reforma que prejudica somente togadões do Judiciário/MPU e os maiores salários do serviço público, principalmente de políticos.
    O povão só será prejudicado se a previdência não for reformada, pois está quebrada e entrará em colapso em breve.
    Mas para os esquerdistas vale tudo para derrubar um governo que não é deles, até levar o país ao caos e venezualização da economia.

    O povão não será tão prejudicado porque a maioria já ganha salario mínimo ou beirando a isto!! Vai continuar ganhando o mínimo, é isto que o ministro quis dizer, não perde nada quem não tem nada a perder!!

    Um salário mínimo é nada para você. Para o povão, grande maioria que o ganha, é tudo!

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