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    Mensagem por Galizezin Sex 26 Nov 2021, 8:25 pm

    sinceramente vendo todo esse circo, não creio que teremos reajuste. o pior de tudo é a ameaça da ômicron, voltando a derrubar bolsas e ameaçando a economia.


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    Mensagem por servidor.tre Sex 26 Nov 2021, 9:07 pm

    Galizezin escreveu:sinceramente vendo todo esse circo, não creio que teremos reajuste. o pior de tudo é a ameaça da ômicron, voltando a derrubar bolsas e ameaçando a economia.

    Também penso assim, colega.

    E ainda estou preocupado com a reforma administrativa...

    Aguardemos...

    Bom final de semana a todos!
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    Mensagem por anuvenzinha Dom 28 Nov 2021, 12:05 am

    :guy:  :guy:  :guy:
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    27/11/21 04:00
    Ausência de reajuste anual para servidores pode virar crime de responsabilidade do presidente da República
    Projeto de lei tipifica como crime de responsabilidade do presidente da República a ausência de envio, ao Legislativo, de uma proposta de revisão geral anual dos salários dos servidores
    A Câmara dos Deputados, em Brasília, analisa um projeto de lei que tipifica como crime de responsabilidade do presidente da República a ausência de envio, ao Legislativo, de uma proposta de revisão geral anual dos salários dos servidores. A ideia é proteger o poder aquisitivo dos agentes públicos.

    O texto foi apresentado pela Comissão de Legislação Participativa e será avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes ir a plenário.
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    Mensagem por ptralhasnopoder Ter 30 Nov 2021, 5:45 pm


    Sindjus-DF requer correção dos valores dos auxílios alimentação e pré-escolar dos servidores do Poder Judiciário e MPU
    30 de novembro de 2021

    O Sindjus-DF encaminhou, no dia 26 de novembro, requerimento administrativo a todos os órgãos do Poder Judiciário e Ministério Público da União no Distrito Federal, e também às Justiças Federal e Eleitoral do Acre e Rondônia e à Justiça Federal de Roraima, objetivando a correção dos valores do auxílio alimentação e auxílio pré-escolar percebidos pelos servidores do Poder Judiciário da União de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA.

    Importante frisar que a última correção aconteceu no longínquo 1º de junho de 2018 pela Portaria Conjunta CNJ/TSE/STJ/CJF/TST/CSJT/STM/TJDF e em 20 de fevereiro e 7 de março de 2018, pelas Portarias PGR/MPU nº. 12 e 14. De lá para cá não houve mais atualização alguma quanto a esses auxílios, que se encontram bastante defasados pela corrosão inflacionária. A inflação no período de 06/2018 a 10/2021, conforme IBGE, foi de 20,81%.

    O valor atualmente percebido pelos servidores do Judiciário Federal e do MPU a título de auxílio alimentação é de R$ 910,08. Aplicando-se o percentual de inflação do período (20,81%), a reposição requerida pelo Sindjus-DF reajustaria o valor para R$ 1.099,49 (um mil, noventa e nove reais e quarenta e nove centavos).

    No que diz respeito ao auxílio-alimentação, o atual valor recebido pela nossa categoria é inferior ao praticado na maioria dos Tribunais de Justiça Estaduais. No TJ do Amazonas, o valor recebido pelos servidores referente ao auxílio-alimentação é de R$ 1.960,00. No TJ do Amapá, R$ 1.496,64. No TJ de Roraima, R$ 1.424,34. Aqui próximo do Distrito Federal, no TJ de Goiás, os servidores estaduais recebem R$ 1.265,00 de auxílio alimentação. Como se pode observar, a diferença é gritante e, mesmo com a recomposição do benefício requerida pelo Sindjus-DF, o valor ficaria abaixo do que atualmente é pago nos estados.

    Já o valor atualmente recebido pelos servidores do Judiciário Federal e MPU a título de auxílio pré-escolar é de R$ 719,62. Com a correção a partir do índice de inflação do período (20,81%), a reposição pleiteada pelo Sindjus-DF reajustaria o valor para R$ 869,39 (oitocentos e sessenta e nove reais e trinta e nove centavos).

    Essa situação é urgente e necessária, pois se trata de prestação indenizatória endereçada ao custeio das despesas com alimentação e escolar dos filhos dos servidores, que sofrem diretamente as influências da inflação. Com o advento da crise sanitária e econômica, os preços dispararam e o custo de vida aumentou consideravelmente, de modo que os servidores perderam consideravelmente seu poder de compra. Além dos salários congelados e defasados, os auxílios também já estão há mais de três anos sem qualquer reajuste.

    “Trata-se de uma luta legítima e fundamental, pois as despesas com alimentação e escola têm desequilibrado o orçamento dos servidores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União, uma vez que estamos sofrendo com as defasagens e congelamentos de salários e benefícios. O Sindjus-DF já oficiou aos órgãos competentes e vai seguir lutando pela justa reposição dos auxílios alimentação e pré-escolar até recebermos o que nos é de direito. Se preciso vamos fazer uma grande campanha de impacto nacional e, até mesmo, mobilizações”, afirmou Costa Neto, coordenador-geral do Sindjus-DF.

    Confira, como exemplos, os requerimentos encaminhados ao STF e à PGR.
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    Mensagem por servidor.tre Ter 30 Nov 2021, 6:34 pm

    ptralhasnopoder escreveu:
    Sindjus-DF requer correção dos valores dos auxílios alimentação e pré-escolar dos servidores do Poder Judiciário e MPU
    30 de novembro de 2021

    O Sindjus-DF encaminhou, no dia 26 de novembro, requerimento administrativo a todos os órgãos do Poder Judiciário e Ministério Público da União no Distrito Federal, e também às Justiças Federal e Eleitoral do Acre e Rondônia e à Justiça Federal de Roraima, objetivando a correção dos valores do auxílio alimentação e auxílio pré-escolar percebidos pelos servidores do Poder Judiciário da União de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA.

    Importante frisar que a última correção aconteceu no longínquo 1º de junho de 2018 pela Portaria Conjunta CNJ/TSE/STJ/CJF/TST/CSJT/STM/TJDF e em 20 de fevereiro e 7 de março de 2018, pelas Portarias PGR/MPU nº. 12 e 14. De lá para cá não houve mais atualização alguma quanto a esses auxílios, que se encontram bastante defasados pela corrosão inflacionária. A inflação no período de 06/2018 a 10/2021, conforme IBGE, foi de 20,81%.

    O valor atualmente percebido pelos servidores do Judiciário Federal e do MPU a título de auxílio alimentação é de R$ 910,08. Aplicando-se o percentual de inflação do período (20,81%), a reposição requerida pelo Sindjus-DF reajustaria o valor para R$ 1.099,49 (um mil, noventa e nove reais e quarenta e nove centavos).

    No que diz respeito ao auxílio-alimentação, o atual valor recebido pela nossa categoria é inferior ao praticado na maioria dos Tribunais de Justiça Estaduais. No TJ do Amazonas, o valor recebido pelos servidores referente ao auxílio-alimentação é de R$ 1.960,00. No TJ do Amapá, R$ 1.496,64. No TJ de Roraima, R$ 1.424,34. Aqui próximo do Distrito Federal, no TJ de Goiás, os servidores estaduais recebem R$ 1.265,00 de auxílio alimentação. Como se pode observar, a diferença é gritante e, mesmo com a recomposição do benefício requerida pelo Sindjus-DF, o valor ficaria abaixo do que atualmente é pago nos estados.

    Já o valor atualmente recebido pelos servidores do Judiciário Federal e MPU a título de auxílio pré-escolar é de R$ 719,62. Com a correção a partir do índice de inflação do período (20,81%), a reposição pleiteada pelo Sindjus-DF reajustaria o valor para R$ 869,39 (oitocentos e sessenta e nove reais e trinta e nove centavos).

    Essa situação é urgente e necessária, pois se trata de prestação indenizatória endereçada ao custeio das despesas com alimentação e escolar dos filhos dos servidores, que sofrem diretamente as influências da inflação. Com o advento da crise sanitária e econômica, os preços dispararam e o custo de vida aumentou consideravelmente, de modo que os servidores perderam consideravelmente seu poder de compra. Além dos salários congelados e defasados, os auxílios também já estão há mais de três anos sem qualquer reajuste.

    “Trata-se de uma luta legítima e fundamental, pois as despesas com alimentação e escola têm desequilibrado o orçamento dos servidores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União, uma vez que estamos sofrendo com as defasagens e congelamentos de salários e benefícios. O Sindjus-DF já oficiou aos órgãos competentes e vai seguir lutando pela justa reposição dos auxílios alimentação e pré-escolar até recebermos o que nos é de direito. Se preciso vamos fazer uma grande campanha de impacto nacional e, até mesmo, mobilizações”, afirmou Costa Neto, coordenador-geral do Sindjus-DF.

    Confira, como exemplos, os requerimentos encaminhados ao STF e à PGR.

    Será que isso passa???
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    Mensagem por Galizezin Ter 30 Nov 2021, 7:31 pm

    servidor.tre escreveu:
    ptralhasnopoder escreveu:
    Sindjus-DF requer correção dos valores dos auxílios alimentação e pré-escolar dos servidores do Poder Judiciário e MPU
    30 de novembro de 2021

    O Sindjus-DF encaminhou, no dia 26 de novembro, requerimento administrativo a todos os órgãos do Poder Judiciário e Ministério Público da União no Distrito Federal, e também às Justiças Federal e Eleitoral do Acre e Rondônia e à Justiça Federal de Roraima, objetivando a correção dos valores do auxílio alimentação e auxílio pré-escolar percebidos pelos servidores do Poder Judiciário da União de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA.

    Importante frisar que a última correção aconteceu no longínquo 1º de junho de 2018 pela Portaria Conjunta CNJ/TSE/STJ/CJF/TST/CSJT/STM/TJDF e em 20 de fevereiro e 7 de março de 2018, pelas Portarias PGR/MPU nº. 12 e 14. De lá para cá não houve mais atualização alguma quanto a esses auxílios, que se encontram bastante defasados pela corrosão inflacionária. A inflação no período de 06/2018 a 10/2021, conforme IBGE, foi de 20,81%.

    O valor atualmente percebido pelos servidores do Judiciário Federal e do MPU a título de auxílio alimentação é de R$ 910,08. Aplicando-se o percentual de inflação do período (20,81%), a reposição requerida pelo Sindjus-DF reajustaria o valor para R$ 1.099,49 (um mil, noventa e nove reais e quarenta e nove centavos).

    No que diz respeito ao auxílio-alimentação, o atual valor recebido pela nossa categoria é inferior ao praticado na maioria dos Tribunais de Justiça Estaduais. No TJ do Amazonas, o valor recebido pelos servidores referente ao auxílio-alimentação é de R$ 1.960,00. No TJ do Amapá, R$ 1.496,64. No TJ de Roraima, R$ 1.424,34. Aqui próximo do Distrito Federal, no TJ de Goiás, os servidores estaduais recebem R$ 1.265,00 de auxílio alimentação. Como se pode observar, a diferença é gritante e, mesmo com a recomposição do benefício requerida pelo Sindjus-DF, o valor ficaria abaixo do que atualmente é pago nos estados.

    Já o valor atualmente recebido pelos servidores do Judiciário Federal e MPU a título de auxílio pré-escolar é de R$ 719,62. Com a correção a partir do índice de inflação do período (20,81%), a reposição pleiteada pelo Sindjus-DF reajustaria o valor para R$ 869,39 (oitocentos e sessenta e nove reais e trinta e nove centavos).

    Essa situação é urgente e necessária, pois se trata de prestação indenizatória endereçada ao custeio das despesas com alimentação e escolar dos filhos dos servidores, que sofrem diretamente as influências da inflação. Com o advento da crise sanitária e econômica, os preços dispararam e o custo de vida aumentou consideravelmente, de modo que os servidores perderam consideravelmente seu poder de compra. Além dos salários congelados e defasados, os auxílios também já estão há mais de três anos sem qualquer reajuste.

    “Trata-se de uma luta legítima e fundamental, pois as despesas com alimentação e escola têm desequilibrado o orçamento dos servidores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União, uma vez que estamos sofrendo com as defasagens e congelamentos de salários e benefícios. O Sindjus-DF já oficiou aos órgãos competentes e vai seguir lutando pela justa reposição dos auxílios alimentação e pré-escolar até recebermos o que nos é de direito. Se preciso vamos fazer uma grande campanha de impacto nacional e, até mesmo, mobilizações”, afirmou Costa Neto, coordenador-geral do Sindjus-DF.

    Confira, como exemplos, os requerimentos encaminhados ao STF e à PGR.

    Será que isso passa???

    eu parabenizo o pessoal do sindjus, pois o pleito é legítimo, acertado. contudo, isso já foi exaustivamente frisado aqui: congelamento dos auxílios imposto na lei. será que o sindicato encontrou alguma brecha na lei?


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    Mensagem por androsvilazza Qua 01 Dez 2021, 8:38 am

    Galizezin escreveu:
    servidor.tre escreveu:
    ptralhasnopoder escreveu:
    Sindjus-DF requer correção dos valores dos auxílios alimentação e pré-escolar dos servidores do Poder Judiciário e MPU
    30 de novembro de 2021

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    O valor atualmente percebido pelos servidores do Judiciário Federal e do MPU a título de auxílio alimentação é de R$ 910,08. Aplicando-se o percentual de inflação do período (20,81%), a reposição requerida pelo Sindjus-DF reajustaria o valor para R$ 1.099,49 (um mil, noventa e nove reais e quarenta e nove centavos).

    No que diz respeito ao auxílio-alimentação, o atual valor recebido pela nossa categoria é inferior ao praticado na maioria dos Tribunais de Justiça Estaduais. No TJ do Amazonas, o valor recebido pelos servidores referente ao auxílio-alimentação é de R$ 1.960,00. No TJ do Amapá, R$ 1.496,64. No TJ de Roraima, R$ 1.424,34. Aqui próximo do Distrito Federal, no TJ de Goiás, os servidores estaduais recebem R$ 1.265,00 de auxílio alimentação. Como se pode observar, a diferença é gritante e, mesmo com a recomposição do benefício requerida pelo Sindjus-DF, o valor ficaria abaixo do que atualmente é pago nos estados.

    Já o valor atualmente recebido pelos servidores do Judiciário Federal e MPU a título de auxílio pré-escolar é de R$ 719,62. Com a correção a partir do índice de inflação do período (20,81%), a reposição pleiteada pelo Sindjus-DF reajustaria o valor para R$ 869,39 (oitocentos e sessenta e nove reais e trinta e nove centavos).

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    Será que isso passa???

    eu parabenizo o pessoal do sindjus, pois o pleito é legítimo, acertado. contudo, isso já foi exaustivamente frisado aqui: congelamento dos auxílios imposto na lei. será que o sindicato encontrou alguma brecha na lei?

    Pois é, também não entendi o motivo para pleitearem justamente o tipo de reajuste que está explicitamente vedado na LDO (tanto para o exercício de 2021 quanto para o de 2022).
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    Mensagem por Nilsengard Qua 01 Dez 2021, 10:23 am

    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    servidor.tre escreveu:
    ptralhasnopoder escreveu:
    Sindjus-DF requer correção dos valores dos auxílios alimentação e pré-escolar dos servidores do Poder Judiciário e MPU
    30 de novembro de 2021

    O Sindjus-DF encaminhou, no dia 26 de novembro, requerimento administrativo a todos os órgãos do Poder Judiciário e Ministério Público da União no Distrito Federal, e também às Justiças Federal e Eleitoral do Acre e Rondônia e à Justiça Federal de Roraima, objetivando a correção dos valores do auxílio alimentação e auxílio pré-escolar percebidos pelos servidores do Poder Judiciário da União de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA.

    Importante frisar que a última correção aconteceu no longínquo 1º de junho de 2018 pela Portaria Conjunta CNJ/TSE/STJ/CJF/TST/CSJT/STM/TJDF e em 20 de fevereiro e 7 de março de 2018, pelas Portarias PGR/MPU nº. 12 e 14. De lá para cá não houve mais atualização alguma quanto a esses auxílios, que se encontram bastante defasados pela corrosão inflacionária. A inflação no período de 06/2018 a 10/2021, conforme IBGE, foi de 20,81%.

    O valor atualmente percebido pelos servidores do Judiciário Federal e do MPU a título de auxílio alimentação é de R$ 910,08. Aplicando-se o percentual de inflação do período (20,81%), a reposição requerida pelo Sindjus-DF reajustaria o valor para R$ 1.099,49 (um mil, noventa e nove reais e quarenta e nove centavos).

    No que diz respeito ao auxílio-alimentação, o atual valor recebido pela nossa categoria é inferior ao praticado na maioria dos Tribunais de Justiça Estaduais. No TJ do Amazonas, o valor recebido pelos servidores referente ao auxílio-alimentação é de R$ 1.960,00. No TJ do Amapá, R$ 1.496,64. No TJ de Roraima, R$ 1.424,34. Aqui próximo do Distrito Federal, no TJ de Goiás, os servidores estaduais recebem R$ 1.265,00 de auxílio alimentação. Como se pode observar, a diferença é gritante e, mesmo com a recomposição do benefício requerida pelo Sindjus-DF, o valor ficaria abaixo do que atualmente é pago nos estados.

    Já o valor atualmente recebido pelos servidores do Judiciário Federal e MPU a título de auxílio pré-escolar é de R$ 719,62. Com a correção a partir do índice de inflação do período (20,81%), a reposição pleiteada pelo Sindjus-DF reajustaria o valor para R$ 869,39 (oitocentos e sessenta e nove reais e trinta e nove centavos).

    Essa situação é urgente e necessária, pois se trata de prestação indenizatória endereçada ao custeio das despesas com alimentação e escolar dos filhos dos servidores, que sofrem diretamente as influências da inflação. Com o advento da crise sanitária e econômica, os preços dispararam e o custo de vida aumentou consideravelmente, de modo que os servidores perderam consideravelmente seu poder de compra. Além dos salários congelados e defasados, os auxílios também já estão há mais de três anos sem qualquer reajuste.

    “Trata-se de uma luta legítima e fundamental, pois as despesas com alimentação e escola têm desequilibrado o orçamento dos servidores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União, uma vez que estamos sofrendo com as defasagens e congelamentos de salários e benefícios. O Sindjus-DF já oficiou aos órgãos competentes e vai seguir lutando pela justa reposição dos auxílios alimentação e pré-escolar até recebermos o que nos é de direito. Se preciso vamos fazer uma grande campanha de impacto nacional e, até mesmo, mobilizações”, afirmou Costa Neto, coordenador-geral do Sindjus-DF.

    Confira, como exemplos, os requerimentos encaminhados ao STF e à PGR.

    Será que isso passa???

    eu parabenizo o pessoal do sindjus, pois o pleito é legítimo, acertado. contudo, isso já foi exaustivamente frisado aqui: congelamento dos auxílios imposto na lei. será que o sindicato encontrou alguma brecha na lei?

    Pois é, também não entendi o motivo para pleitearem justamente o tipo de reajuste que está explicitamente vedado na LDO (tanto para o exercício de 2021 quanto para o de 2022).

    Eu explico pra vocês: o motivo é JOGAR PRA GALERA. O Sindicato sabe qie esta com sua imagem desgastada, e se quiser arrebanhar votos para seu candidato a presidência ano que vem, terá que "mostrar que está trabalhando".
    Mesmo sendo infrutífero o pleito.
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    Mensagem por servidor.tre Qua 01 Dez 2021, 12:02 pm

    Nilsengard escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    servidor.tre escreveu:

    Será que isso passa???

    eu parabenizo o pessoal do sindjus, pois o pleito é legítimo, acertado. contudo, isso já foi exaustivamente frisado aqui: congelamento dos auxílios imposto na lei. será que o sindicato encontrou alguma brecha na lei?

    Pois é, também não entendi o motivo para pleitearem justamente o tipo de reajuste que está explicitamente vedado na LDO (tanto para o exercício de 2021 quanto para o de 2022).

    Eu explico pra vocês: o motivo é JOGAR PRA GALERA. O Sindicato sabe qie esta com sua imagem desgastada, e se quiser arrebanhar votos para seu candidato a presidência ano que vem, terá que "mostrar que está trabalhando".
    Mesmo sendo infrutífero o pleito.

    Concordo com você. Infelizmente!
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    Mensagem por Tio Patinhas Qua 01 Dez 2021, 1:50 pm

    Nilsengard escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    servidor.tre escreveu:

    Será que isso passa???

    eu parabenizo o pessoal do sindjus, pois o pleito é legítimo, acertado. contudo, isso já foi exaustivamente frisado aqui: congelamento dos auxílios imposto na lei. será que o sindicato encontrou alguma brecha na lei?

    Pois é, também não entendi o motivo para pleitearem justamente o tipo de reajuste que está explicitamente vedado na LDO (tanto para o exercício de 2021 quanto para o de 2022).

    Eu explico pra vocês: o motivo é JOGAR PRA GALERA. O Sindicato sabe qie esta com sua imagem desgastada, e se quiser arrebanhar votos para seu candidato a presidência ano que vem, terá que "mostrar que está trabalhando".
    Mesmo sendo infrutífero o pleito.




    Sinceramente, eu me sinto incomodado com o quanto esses auxílios foram utilizados como armadilha para os servidores. Afinal, você recebe mas não leva para a aposentadoria e isso pesa bastante.
    Eu já vi servidores aposentados sentindo no bolso o peso da queda da remuneração aliada à perda do auxílio-alimentação.

    A galera tem que pedir, pelo menos, a revisão pela inflação. Ficar na expectativa com PCSs extraordinários em tempo de crise é sonhar acordado.
    Todos sabemos que o justo seria recuperar as perdas salariais, mas entendo que a realidade não sinaliza que existe caminho para essa possibilidade.
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    Mensagem por servidor.tre Qua 01 Dez 2021, 1:57 pm

    Enquanto estamos "esperando" uma definição para 3% ...

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    Mensagem por Tio Patinhas Qua 01 Dez 2021, 1:59 pm

    anuvenzinha escreveu::guy:  :guy:  :guy:
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    27/11/21 04:00
    Ausência de reajuste anual para servidores pode virar crime de responsabilidade do presidente da República
    Projeto de lei tipifica como crime de responsabilidade do presidente da República a ausência de envio, ao Legislativo, de uma proposta de revisão geral anual dos salários dos servidores
    A Câmara dos Deputados, em Brasília, analisa um projeto de lei que tipifica como crime de responsabilidade do presidente da República a ausência de envio, ao Legislativo, de uma proposta de revisão geral anual dos salários dos servidores. A ideia é proteger o poder aquisitivo dos agentes públicos.

    O texto foi apresentado pela Comissão de Legislação Participativa e será avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes ir a plenário.


    É difícil acreditar que um projeto desses passe nas duas casas e que seja sancionado, digo isso por vários motivos:

    1 O Lira não vai deixar o presidente (a sua vaca leiteira de orçamento público) ficar nessa sinuca de bico. É só ele cobrar mais uma fatura do governo para barrar esse projeto de todo o jeito;

    2 Os partidos também vão ter que pensar muito bem antes de aprovar isso, porque sabem que o próximo presidente vai pegar um orçamento muito complicado, principalmente graças às cagadas da atual gestão que dispararam ainda mais o Dólar;

    3 O presidente do Senado falou que iria concorrer à presidência. Mesmo eu não acreditando que ele tenha chances de concorrer de verdade, ele não vai ser doido de colocar a corda no próprio pescoço.
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    Mensagem por Nilsengard Qua 01 Dez 2021, 2:00 pm

    Tio Patinhas, uma solução para isso seria agora enquanto somos "novos" separar esses auxílios e ir colocando em um investimento que pague mais que a poupança,  e não perca pra inflação.
    Sei que muitos servidores usam TODO salário (também faço isso), mas se falta mais de 10 anos pra você se aposentar, então dá tempo pra se organizar. É o que eu acho.
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    Mensagem por Tio Patinhas Qua 01 Dez 2021, 2:07 pm

    Nilsengard escreveu:Tio Patinhas, uma solução para isso seria agora enquanto somos "novos" separar esses auxílios e ir colocando em um investimento que pague mais que a poupança,  e não perca pra inflação.
    Sei que muitos servidores usam TODO salário (também faço isso), mas se falta mais de 10 anos pra você se aposentar, então dá tempo pra se organizar. É o que eu acho.


    Concordo, mas é muito difícil fazer isso em um cenário de inflação aliada à perda de poder aquisitivo.
    Muitos servidores estão enrolados até o pescoço em contas e em consignados.

    Vi discussões sobre a migração para as novas regras de aposentadoria que algumas pessoas decidiram não contribuir para o FUNPRESP.
    Mas essa não contribuição não é porque a pessoa quer aplicar em algo melhor, alguns servidores querem usar essa "folga no contracheque" para aliviar o orçamento familiar, pois o desconto previdenciário ficaria limitado ao teto do RGPS.


    É um tiro no pé a longo prazo, reflexo dessa situação complicada!
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    Mensagem por androsvilazza Qua 01 Dez 2021, 2:08 pm

    Nilsengard escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    servidor.tre escreveu:

    Será que isso passa???

    eu parabenizo o pessoal do sindjus, pois o pleito é legítimo, acertado. contudo, isso já foi exaustivamente frisado aqui: congelamento dos auxílios imposto na lei. será que o sindicato encontrou alguma brecha na lei?

    Pois é, também não entendi o motivo para pleitearem justamente o tipo de reajuste que está explicitamente vedado na LDO (tanto para o exercício de 2021 quanto para o de 2022).

    Eu explico pra vocês: o motivo é JOGAR PRA GALERA. O Sindicato sabe qie esta com sua imagem desgastada, e se quiser arrebanhar votos para seu candidato a presidência ano que vem, terá que "mostrar que está trabalhando".
    Mesmo sendo infrutífero o pleito.

    Sim, certamente é isso... Os sindicatos certamente sabem dessa vedação (é o mínimo, né, até a gente aqui do fórum pcsja tá sabendo). Provavelmente apostam no fato de que a maioria dos servidores não acompanha essas coisas de LDO, LOA etc. então poderão responder que "o reajuste dos auxílios não saiu, mas pelo menos fizemos a nossa parte".

    Pessoalmente, nem acho que dá pra repreendê-los por fazerem isso, acho que eu faria o mesmo... Se não o fizessem, certamente a "oposição" (e um punhado de servidores desinformados) sairiam com o discurso de que "não reajustaram o auxílio por inação do sindicato", ou "quem disse que não dava pra reajustar, se nem mandaram ofício pra PGR e STF solicitando o reajuste?" Ou qualquer outra bobagem parecida...

    Às vezes o teatrinho de "jogar pra galera" faz parte do jogo (e até por isso pessoas como eu não têm o perfil necessário para se envolver na política sindical ou partidária)...
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    Mensagem por joaonetocear Qua 01 Dez 2021, 2:22 pm

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    10% de reajuste do Estado do RJ
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    Mensagem por OJ_Leoqr Qua 01 Dez 2021, 2:33 pm

    joaonetocear escreveu:[Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    10% de reajuste do Estado do RJ
    "Em 15 de outubro foi sancionada a Lei 9.436, que autorizava que os salários do servidores fossem reajustados de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre 6 de setembro de 2017 e 31 de dezembro de 2021.
    (...)
    De acordo com a lei, o governo estadual poderá também conceder o reajuste anual dos servidores considerando o IPCA acumulado nos 12 meses anteriores. A medida passa a valer a partir de janeiro de 2023, considerando a inflação acumulada em 2022."

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    Mensagem por tre-rj Qua 01 Dez 2021, 3:17 pm

    Lá eles não têm teto de gastos e a Uniao-na figura unicamente de seus servidores-faz o ajuste fiscal para todos


    OJ_Leoqr escreveu:

    joaonetocear escreveu:[Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    10% de reajuste do Estado do RJ
    "Em 15 de outubro foi sancionada a Lei 9.436, que autorizava que os salários do servidores fossem reajustados de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre 6 de setembro de 2017 e 31 de dezembro de 2021.
    (...)
    De acordo com a lei, o governo estadual poderá também conceder o reajuste anual dos servidores considerando o IPCA acumulado nos 12 meses anteriores. A medida passa a valer a partir de janeiro de 2023, considerando a inflação acumulada em 2022."

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    Mensagem por servidor.tre Qua 01 Dez 2021, 3:21 pm

    Boa tarde, colegas!

    Alguma notícia das migalhas?!!!
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    Mensagem por Peixonauta Qua 01 Dez 2021, 4:14 pm

    androsvilazza escreveu:
    Nilsengard escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:

    eu parabenizo o pessoal do sindjus, pois o pleito é legítimo, acertado. contudo, isso já foi exaustivamente frisado aqui: congelamento dos auxílios imposto na lei. será que o sindicato encontrou alguma brecha na lei?

    Pois é, também não entendi o motivo para pleitearem justamente o tipo de reajuste que está explicitamente vedado na LDO (tanto para o exercício de 2021 quanto para o de 2022).

    Eu explico pra vocês: o motivo é JOGAR PRA GALERA. O Sindicato sabe qie esta com sua imagem desgastada, e se quiser arrebanhar votos para seu candidato a presidência ano que vem, terá que "mostrar que está trabalhando".
    Mesmo sendo infrutífero o pleito.

    Sim, certamente é isso... Os sindicatos certamente sabem dessa vedação (é o mínimo, né, até a gente aqui do fórum pcsja tá sabendo). Provavelmente apostam no fato de que a maioria dos servidores não acompanha essas coisas de LDO, LOA etc. então poderão responder que "o reajuste dos auxílios não saiu, mas pelo menos fizemos a nossa parte".

    Pessoalmente, nem acho que dá pra repreendê-los por fazerem isso, acho que eu faria o mesmo... Se não o fizessem, certamente a "oposição" (e um punhado de servidores desinformados) sairiam com o discurso de que "não reajustaram o auxílio por inação do sindicato", ou "quem disse que não dava pra reajustar, se nem mandaram ofício pra PGR e STF solicitando o reajuste?" Ou qualquer outra bobagem parecida...

    Às vezes o teatrinho de "jogar pra galera" faz parte do jogo (e até por isso pessoas como eu não têm o perfil necessário para se envolver na política sindical ou partidária)...


    androsvilazza, mandei uma MP para você. Se tiver disponibilidade para dar uma olhada, eu fico grato.
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    Mensagem por OJ_Leoqr Qua 01 Dez 2021, 5:06 pm

    tre-rj escreveu:Lá eles não têm teto de gastos e a Uniao-na figura unicamente de seus servidores-faz o ajuste fiscal para todos


    OJ_Leoqr escreveu:

    joaonetocear escreveu:[Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    10% de reajuste do Estado do RJ
    "Em 15 de outubro foi sancionada a Lei 9.436, que autorizava que os salários do servidores fossem reajustados de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre 6 de setembro de 2017 e 31 de dezembro de 2021.
    (...)
    De acordo com a lei, o governo estadual poderá também conceder o reajuste anual dos servidores considerando o IPCA acumulado nos 12 meses anteriores. A medida passa a valer a partir de janeiro de 2023, considerando a inflação acumulada em 2022."

    Olha que maravilha!

    Teto de gastos eles até tem, mas não parecem preocupados com isso não kkk

    Me parece que o governador em exercício, em atitude puramente eleitoreira, fez cumprir a lei do teto de gastos nos seus termos: concedeu reajuste pelo IPCA.

    Nosso problema é que o orçamento da União é vitrine e banca TUDO, inclusive esse aumento aí,  como você bem disse.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    "AGORA É LEI: PUBLICADAS AS MEDIDAS VOTADAS PELA ALERJ PARA A ADESÃO DO ESTADO AO NOVO REGIME DE RECUPERAÇÃO FISCAL

    Foram publicadas no Diário Oficial desta quarta-feira (06/10) as reformas exigidas pela União para que o Rio de Janeiro possa aderir ao novo Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Na parte do Poder Legislativo, foi promulgada pela Mesa Diretora da Alerj a Emenda Constitucional (EC) nº 90/2021, que modifica as regras de aposentadoria dos servidores públicos estaduais. Já o governador Cláudio Castro sancionou a Lei Complementar (LC) nº 195/21, que também trata da reforma previdenciária; a Lei Complementar 194/21, cujo texto extingue o adicional de tempo de serviço para novos servidores; a Lei Complementar 193/21, que modifica o teto de gastos do estado; e a Lei 9429/21, autorizando o Poder Executivo a aderir ao novo RRF."
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    Mensagem por tre-rj Qua 01 Dez 2021, 5:59 pm

    Não estão preocupados pois em caso de necessidade se socorrem da viúva (União).
    Devem a viúva e recorrem ao STF para não pagarem


    OJ_Leoqr escreveu:
    tre-rj escreveu:Lá eles não têm teto de gastos e a Uniao-na figura unicamente de seus servidores-faz o ajuste fiscal para todos


    OJ_Leoqr escreveu:

    joaonetocear escreveu:[Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    10% de reajuste do Estado do RJ
    "Em 15 de outubro foi sancionada a Lei 9.436, que autorizava que os salários do servidores fossem reajustados de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre 6 de setembro de 2017 e 31 de dezembro de 2021.
    (...)
    De acordo com a lei, o governo estadual poderá também conceder o reajuste anual dos servidores considerando o IPCA acumulado nos 12 meses anteriores. A medida passa a valer a partir de janeiro de 2023, considerando a inflação acumulada em 2022."

    Olha que maravilha!

    Teto de gastos eles até tem, mas não parecem preocupados com isso não kkk

    Me parece que o governador em exercício, em atitude puramente eleitoreira, fez cumprir a lei do teto de gastos nos seus termos: concedeu reajuste pelo IPCA.

    Nosso problema é que o orçamento da União é vitrine e banca TUDO, inclusive esse aumento aí,  como você bem disse.

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    "AGORA É LEI: PUBLICADAS AS MEDIDAS VOTADAS PELA ALERJ PARA A ADESÃO DO ESTADO AO NOVO REGIME DE RECUPERAÇÃO FISCAL

    Foram publicadas no Diário Oficial desta quarta-feira (06/10) as reformas exigidas pela União para que o Rio de Janeiro possa aderir ao novo Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Na parte do Poder Legislativo, foi promulgada pela Mesa Diretora da Alerj a Emenda Constitucional (EC) nº 90/2021, que modifica as regras de aposentadoria dos servidores públicos estaduais. Já o governador Cláudio Castro sancionou a Lei Complementar (LC) nº 195/21, que também trata da reforma previdenciária; a Lei Complementar 194/21, cujo texto extingue o adicional de tempo de serviço para novos servidores; a Lei Complementar 193/21, que modifica o teto de gastos do estado; e a Lei 9429/21, autorizando o Poder Executivo a aderir ao novo RRF."
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    Mensagem por josebarbos Qua 01 Dez 2021, 6:33 pm

    Tio Patinhas escreveu:
    Nilsengard escreveu:Tio Patinhas, uma solução para isso seria agora enquanto somos "novos" separar esses auxílios e ir colocando em um investimento que pague mais que a poupança,  e não perca pra inflação.
    Sei que muitos servidores usam TODO salário (também faço isso), mas se falta mais de 10 anos pra você se aposentar, então dá tempo pra se organizar. É o que eu acho.


    Concordo, mas é muito difícil fazer isso em um cenário de inflação aliada à perda de poder aquisitivo.
    Muitos servidores estão enrolados até o pescoço em contas e em consignados.

    Vi discussões sobre a migração para as novas regras de aposentadoria que algumas pessoas decidiram não contribuir para o FUNPRESP.
    Mas essa não contribuição não é porque a pessoa quer aplicar em algo melhor, alguns servidores querem usar essa "folga no contracheque" para aliviar o orçamento familiar, pois o desconto previdenciário ficaria limitado ao teto do RGPS.


    É um tiro no pé a longo prazo, reflexo dessa situação complicada!

    Eu sou da tese de que cada um sabe (ou deveria saber, pelo menos) onde o calo aperta o sapato.

    Planejar a aposentadoria é algo que deveria fazer parte da nossa cultura. Entretanto, também entendo que é uma realidade muito diferente e ainda nova. Previdência privada é um instituto que surgiu nos anos 70 e só começou a popularizar, de fato, lá para 90 ou 2000. Muitos colegas apostaram todas as fichas numa única hipótese, do Estado, tiveram motivos para acreditar nela, mas talvez seja a hora de realinhar às expectativas ao que é possível.

    Congelamento salarial não é fácil. Tivemos um em 2010 num cenário inflacionário bem menos grave que o atual, muitos colegas não viram ou sabem o que isto significa. E desde então ficou a questão de que não dá para acreditar no histórico para prever o futuro.
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    Mensagem por ale1969 Qui 02 Dez 2021, 10:33 am

    josebarbos escreveu:
    Tio Patinhas escreveu:
    Nilsengard escreveu:Tio Patinhas, uma solução para isso seria agora enquanto somos "novos" separar esses auxílios e ir colocando em um investimento que pague mais que a poupança,  e não perca pra inflação.
    Sei que muitos servidores usam TODO salário (também faço isso), mas se falta mais de 10 anos pra você se aposentar, então dá tempo pra se organizar. É o que eu acho.


    Concordo, mas é muito difícil fazer isso em um cenário de inflação aliada à perda de poder aquisitivo.
    Muitos servidores estão enrolados até o pescoço em contas e em consignados.

    Vi discussões sobre a migração para as novas regras de aposentadoria que algumas pessoas decidiram não contribuir para o FUNPRESP.
    Mas essa não contribuição não é porque a pessoa quer aplicar em algo melhor, alguns servidores querem usar essa "folga no contracheque" para aliviar o orçamento familiar, pois o desconto previdenciário ficaria limitado ao teto do RGPS.


    É um tiro no pé a longo prazo, reflexo dessa situação complicada!

    Eu sou da tese de que cada um sabe (ou deveria saber, pelo menos) onde o calo aperta o sapato.

    Planejar a aposentadoria é algo que deveria fazer parte da nossa cultura. Entretanto, também entendo que é uma realidade muito diferente e ainda nova. Previdência privada é um instituto que surgiu nos anos 70 e só começou a popularizar, de fato, lá para 90 ou 2000. Muitos colegas apostaram todas as fichas numa única hipótese, do Estado, tiveram motivos para acreditar nela, mas talvez seja a hora de realinhar às expectativas ao que é possível.

    Congelamento salarial não é fácil. Tivemos um em 2010 num cenário inflacionário bem menos grave que o atual, muitos colegas não viram ou sabem o que isto significa. E desde então ficou a questão de que não dá para acreditar no histórico para prever o futuro.


    De fato planejar a aposentadoria passou a ser o assunto mais importante da categoria. Pelo menos deveria ser. Sou servidor dos anos 80, quando o assunto era esquecido e completamente consolidado na constituição de 88. Hoje, no entanto, torna-se o fator de luta mais decisivo para os trabalhadores.

    Quanto ao arrocho de 2010, como bem disseste, foi muito diferente do atual. Estávamos no maior patamar salarial da categoria, no meu caso em torno de 10 mil dólares americanos. Os pingados de 2011, 12 e 13 de 15,3% mantiveram o poder de compra mínimo. Agora é bem diferente, pois sem reajuste pela inflação desde 2017 e com perda do poder aquisitivo de quase 50%(meu gasto pessoal) fico sem margem de manobra para investir para aposentadoria. Já vendi um imóvel e troquei de carro(mais barato), sem falar na picanha e a Heineken do fim de semana.affraid affraid affraid
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    Mensagem por joaonetocear Qui 02 Dez 2021, 11:24 am

    ale1969 escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Tio Patinhas escreveu:
    Nilsengard escreveu:Tio Patinhas, uma solução para isso seria agora enquanto somos "novos" separar esses auxílios e ir colocando em um investimento que pague mais que a poupança,  e não perca pra inflação.
    Sei que muitos servidores usam TODO salário (também faço isso), mas se falta mais de 10 anos pra você se aposentar, então dá tempo pra se organizar. É o que eu acho.


    Concordo, mas é muito difícil fazer isso em um cenário de inflação aliada à perda de poder aquisitivo.
    Muitos servidores estão enrolados até o pescoço em contas e em consignados.

    Vi discussões sobre a migração para as novas regras de aposentadoria que algumas pessoas decidiram não contribuir para o FUNPRESP.
    Mas essa não contribuição não é porque a pessoa quer aplicar em algo melhor, alguns servidores querem usar essa "folga no contracheque" para aliviar o orçamento familiar, pois o desconto previdenciário ficaria limitado ao teto do RGPS.


    É um tiro no pé a longo prazo, reflexo dessa situação complicada!

    Eu sou da tese de que cada um sabe (ou deveria saber, pelo menos) onde o calo aperta o sapato.

    Planejar a aposentadoria é algo que deveria fazer parte da nossa cultura. Entretanto, também entendo que é uma realidade muito diferente e ainda nova. Previdência privada é um instituto que surgiu nos anos 70 e só começou a popularizar, de fato, lá para 90 ou 2000. Muitos colegas apostaram todas as fichas numa única hipótese, do Estado, tiveram motivos para acreditar nela, mas talvez seja a hora de realinhar às expectativas ao que é possível.

    Congelamento salarial não é fácil. Tivemos um em 2010 num cenário inflacionário bem menos grave que o atual, muitos colegas não viram ou sabem o que isto significa. E desde então ficou a questão de que não dá para acreditar no histórico para prever o futuro.


    De fato planejar a aposentadoria passou a ser o assunto mais importante da categoria. Pelo menos deveria ser. Sou servidor dos anos 80, quando o assunto era esquecido e completamente consolidado na constituição de 88. Hoje, no entanto, torna-se o fator de luta mais decisivo para os trabalhadores.

    Quanto ao arrocho de 2010, como bem disseste, foi muito diferente do atual. Estávamos no maior patamar salarial da categoria, no meu caso em torno de 10 mil dólares americanos. Os pingados de 2011, 12 e 13 de 15,3% mantiveram o poder de compra mínimo. Agora é bem diferente, pois sem reajuste pela inflação desde 2017 e com perda do poder aquisitivo de quase 50%(meu gasto pessoal) fico sem margem de manobra para investir para aposentadoria. Já vendi um imóvel e troquei de carro(mais barato), sem falar na picanha e a Heineken do fim de semana.affraid affraid affraid  


    vishh se formos comparar nosso salário em dólar, papai bozo destruiu [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar esta imagem]
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    Mensagem por servidor.tre Qui 02 Dez 2021, 11:26 am

    PEC dos precatórios deve passar em breve ... será que virão as migalhas???
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    Mensagem por josebarbos Qui 02 Dez 2021, 12:14 pm

    ale1969 escreveu:
    De fato planejar a aposentadoria passou a ser o assunto mais importante da categoria. Pelo menos deveria ser. Sou servidor dos anos 80, quando o assunto era esquecido e completamente consolidado na constituição de 88. Hoje, no entanto, torna-se o fator de luta mais decisivo para os trabalhadores.

    Quanto ao arrocho de 2010, como bem disseste, foi muito diferente do atual. Estávamos no maior patamar salarial da categoria, no meu caso em torno de 10 mil dólares americanos. Os pingados de 2011, 12 e 13 de 15,3% mantiveram o poder de compra mínimo. Agora é bem diferente, pois sem reajuste pela inflação desde 2017 e com perda do poder aquisitivo de quase 50%(meu gasto pessoal) fico sem margem de manobra para investir para aposentadoria. Já vendi um imóvel e troquei de carro(mais barato), sem falar na picanha e a Heineken do fim de semana.affraid affraid affraid  

    Graças à liminar do MPU, recentemente tive a oportunidade de verificar a remuneração histórica de inúmeros servidores, nos mais diversos casos. Tanto que o primeiro me assustou por dar um resultado senão inacreditável, no mínimo, inesperado, de que a migração daria um ganho imediato e futuro em termos financeiros, longe de se tratar de todas as demais discussões sobre risco, BEsp etc.

    De fato, 2008, pouco depois de ter entrado, foi um pico de remuneração na categoria, mas não foi o único, e sim o último. E de lá se ensaiaram alguns voos de galinha, e estamos atualmente num fosso de perda de no mínimo, 10%, se comparado com os piores períodos históricos, pós-1o PCS.

    A lição é que se num tempo tido como de vacas gordas a coisa não foi tão boa assim, imagina agora que o pasto secou. Quem tiver saúde, oportunidade e agenda, deve considerar seriamente ter uma segunda ocupação, e entender que não é muito difícil que em breve ela venha a se tornar a primeira, "trocando" de lugar com o cargo público.
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    Mensagem por Nilsengard Qui 02 Dez 2021, 12:18 pm

    joaonetocear escreveu:
    ale1969 escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Tio Patinhas escreveu:


    Concordo, mas é muito difícil fazer isso em um cenário de inflação aliada à perda de poder aquisitivo.
    Muitos servidores estão enrolados até o pescoço em contas e em consignados.

    Vi discussões sobre a migração para as novas regras de aposentadoria que algumas pessoas decidiram não contribuir para o FUNPRESP.
    Mas essa não contribuição não é porque a pessoa quer aplicar em algo melhor, alguns servidores querem usar essa "folga no contracheque" para aliviar o orçamento familiar, pois o desconto previdenciário ficaria limitado ao teto do RGPS.


    É um tiro no pé a longo prazo, reflexo dessa situação complicada!

    Eu sou da tese de que cada um sabe (ou deveria saber, pelo menos) onde o calo aperta o sapato.

    Planejar a aposentadoria é algo que deveria fazer parte da nossa cultura. Entretanto, também entendo que é uma realidade muito diferente e ainda nova. Previdência privada é um instituto que surgiu nos anos 70 e só começou a popularizar, de fato, lá para 90 ou 2000. Muitos colegas apostaram todas as fichas numa única hipótese, do Estado, tiveram motivos para acreditar nela, mas talvez seja a hora de realinhar às expectativas ao que é possível.

    Congelamento salarial não é fácil. Tivemos um em 2010 num cenário inflacionário bem menos grave que o atual, muitos colegas não viram ou sabem o que isto significa. E desde então ficou a questão de que não dá para acreditar no histórico para prever o futuro.


    De fato planejar a aposentadoria passou a ser o assunto mais importante da categoria. Pelo menos deveria ser. Sou servidor dos anos 80, quando o assunto era esquecido e completamente consolidado na constituição de 88. Hoje, no entanto, torna-se o fator de luta mais decisivo para os trabalhadores.

    Quanto ao arrocho de 2010, como bem disseste, foi muito diferente do atual. Estávamos no maior patamar salarial da categoria, no meu caso em torno de 10 mil dólares americanos. Os pingados de 2011, 12 e 13 de 15,3% mantiveram o poder de compra mínimo. Agora é bem diferente, pois sem reajuste pela inflação desde 2017 e com perda do poder aquisitivo de quase 50%(meu gasto pessoal) fico sem margem de manobra para investir para aposentadoria. Já vendi um imóvel e troquei de carro(mais barato), sem falar na picanha e a Heineken do fim de semana.affraid affraid affraid  


    vishh se formos comparar nosso salário em dólar, papai bozo destruiu [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar esta imagem]

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    Mensagem por josebarbos Qui 02 Dez 2021, 12:19 pm

    anuvenzinha escreveu::guy:  :guy:  :guy:
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    27/11/21 04:00
    Ausência de reajuste anual para servidores pode virar crime de responsabilidade do presidente da República
    Projeto de lei tipifica como crime de responsabilidade do presidente da República a ausência de envio, ao Legislativo, de uma proposta de revisão geral anual dos salários dos servidores
    A Câmara dos Deputados, em Brasília, analisa um projeto de lei que tipifica como crime de responsabilidade do presidente da República a ausência de envio, ao Legislativo, de uma proposta de revisão geral anual dos salários dos servidores. A ideia é proteger o poder aquisitivo dos agentes públicos.

    O texto foi apresentado pela Comissão de Legislação Participativa e será avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes ir a plenário.

    Alguém acredita minimamente na possibilidade de aprovação de uma aberração destas?
    E outra coisa, se a própria constituição já manda, e não é cumprido, qual seria a mágica da Lei de fazer algo diferente?
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    Mensagem por Nilsengard Qui 02 Dez 2021, 12:20 pm

    servidor.tre escreveu:PEC dos precatórios deve passar em breve ... será que virão as migalhas???
    Não. O relator já disse que não sabe de onde o Presidente tirou a ideia de reajuste para os servidores com base na PEC. Que isso NUNCA foi conversado.
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    Mensagem por Nilsengard Qui 02 Dez 2021, 12:25 pm

    josebarbos escreveu:
    ale1969 escreveu:
    De fato planejar a aposentadoria passou a ser o assunto mais importante da categoria. Pelo menos deveria ser. Sou servidor dos anos 80, quando o assunto era esquecido e completamente consolidado na constituição de 88. Hoje, no entanto, torna-se o fator de luta mais decisivo para os trabalhadores.

    Quanto ao arrocho de 2010, como bem disseste, foi muito diferente do atual. Estávamos no maior patamar salarial da categoria, no meu caso em torno de 10 mil dólares americanos. Os pingados de 2011, 12 e 13 de 15,3% mantiveram o poder de compra mínimo. Agora é bem diferente, pois sem reajuste pela inflação desde 2017 e com perda do poder aquisitivo de quase 50%(meu gasto pessoal) fico sem margem de manobra para investir para aposentadoria. Já vendi um imóvel e troquei de carro(mais barato), sem falar na picanha e a Heineken do fim de semana.affraid affraid affraid  

    Graças à liminar do MPU, recentemente tive a oportunidade de verificar a remuneração histórica de inúmeros servidores, nos mais diversos casos. Tanto que o primeiro me assustou por dar um resultado senão inacreditável, no mínimo, inesperado, de que a migração daria um ganho imediato e futuro em termos financeiros, longe de se tratar de todas as demais discussões sobre risco, BEsp etc.

    De fato, 2008, pouco depois de ter entrado, foi um pico de remuneração na categoria, mas não foi o único, e sim o último. E de lá se ensaiaram alguns voos de galinha, e estamos atualmente num fosso de perda de no mínimo, 10%, se comparado com os piores períodos históricos, pós-1o PCS.

    A lição é que se num tempo tido como de vacas gordas a coisa não foi tão boa assim, imagina agora que o pasto secou. Quem tiver saúde, oportunidade e agenda, deve considerar seriamente ter uma segunda ocupação, e entender que não é muito difícil que em breve ela venha a se tornar a primeira, "trocando" de lugar com o cargo público.

    Aqui na Vara que trabalho, 20% dos servidores já tem outra fonte de renda. Um aluga carro para os outros, outro é professor e assim por diante.

    -------

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