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    FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais

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    FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais - Página 3 Empty Re: FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais

    Mensagem por CRAZYKONG Qui 11 Abr - 19:30

    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito que é devido aos demais colegas, eu ACHO que foi um “tiro no pé” vincular a equiparação das chefias à criação de mais cargo na JE, sobretudo agorinha, que estamos sob o comando do Ministro JB, que, ao que tudo indica, não “curte” comedeiras.
    O problema é que, em razão do tempo, a desvinculação resta inexeqüível. Por ora, como bem pregou a Najla, melhor brigar por aumento nos penduricalhos sem debater a justiça da medida.
    Eu, que preciso de dinheiro para manter a família, tenho arriscado atividades “paralelas” na Iniciativa Privada. E tenho me dado bem, até certo ponto. Comprei uma Honda Turuna – os mais jovens não vão saber de qual motocicleta estou falando – e passei a entregar galões de água mineral para uma pequena empresa instalada na vizinhança. Na ZE onde estou lotado o expediente tem início às 12:00 h. Por essa razão, tenho tempo livre no período matutino. Diariamente, das 7:00 às 11:00, inclusive sábados e domingos, entrego água na cidade, de Turuna. O mês de março rendeu R$ 850,00, ou seja, é mais que uma FC 1. Com as gorjetas, somou 965,00. Está ótimo. É uma dica para os mais jovens.
    Eu sei. É claro que no início pode parecer constrangedor. “Olha lá, o coitado do Chefe de Cartório entregando água”. Porém, decidi seguir o conselho de minha mãe. Ela me disse, em sua desgastada sabedoria: - Trutinha, pode ir, tranqüilo. Hoje em dia, sua profissão tá igual “catador de tumate” e “vendedor de banana com casca”. O QUE IMPORTA É O CACAU NO BOLSO. E ela tem razão. Ademais, tenho aproveitado as entregas para precaver/ajuizar os eleitores sobre a importância do “titu”. Tenho falado com eles sobre a necessidade de pagar as “multinhas”, para o imediato comando do ASE respectivo. Tenho dado dicas sobre a prestação de contas da campanha, de modo que qualquer interessado poderá levar ao “togadão” informações acerca de irregularidades praticadas na arrecadação/gastos de recursos. É evidente que você não precisa entregar água. Pode haver outras atividades na cidade em que você está lotado/lotada, tais como entregas de marmitas, serviços de moto-taxi, capinação em terrenos baldios, pintura de casas velhas, manicure/pedicure, limpeza de fossas/latrinas, tudo dependendo da habilidade do Analista interessado. Vai entrar uma grana extra e, até que sejam equiparadas as chefias, não teremos que ficar o dia todo choramingando em razão da FC1. Aprendi essa com a Najla. É uma dica para os mais jovens, de um analista velho e antigão que tenta melhorar a qualidade de vida própria e dos colegas. Tenho dito.

    Pode parecer irônico, mas isso não é raro de se ver não. Volta e meia vejo colegas vendendo natura, avon, perfumes importados e muambas afins... cada um se vira como pode! Eu só queria poder advogar legitimamente, sem ter que pedir pra ninguém assinar minhas peças e correr o risco de ser punido.


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    Mensagem por Analista Desafortunado Sex 12 Abr - 0:23

    jujuba escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Prezado Corujito, obrigado pela ajuda.
    Se elas não conseguem entender/interpretar o que é uma "peruada", melhor nem tentarmos imaginar o que elas fazem/dizem quando tentam interpretar o que a Lei 8.112 dispõe.
    A distorção na apreciação da norma é tão grande que elas já acreditam que podem exarar sentenças.
    Confundem parecer com sentença. Sentença com "adaptação de sentença" e pesquisa de jurisprudência. Eu já estou até acreditando que na ZE onde elas estão lotadas exista um Livro de Carga do Analista/Técnico Escova-Botas.
    corujito escreveu:o termo "peruar", pelo que entendi, refere-se ao ditado "peru de fora não dá peruada".

    não foi nada diretamente às peruas. Ao menos pelo que entendi.

    Meus caros, não importa o que significa "dar peruada", nem me acho perua (que pena, rs): os colegas estão aqui para lançar farpas ou para defender o pouco que resta à categoria? Isso é o que importa!!! Captaram agora a mensagem? Conseguiram?

    E o colega que se denomina "Truta do Policarpo": ainda não conseguiu elaborar a questão das sentenças (não estou dizendo para você elaborar sentenças, mas para você tentar, com um analista, resolver esse possível trauma). Você não pára de falar nesse assunto !!! Não percebeu que não é essa a questão que irá influenciar a equiparação da FC de Chefe de Cartório? Só você que repete esse assunto em cada tópico que se manifesta!!

    Agora, vou seguir a sugestão da Najla e do "sindicatodocrime": ignorar a "trutadopolicarpo". Tenho mais o que fazer.

    Como disse acima, se 50% de aumento resultaram em 15,8%, o que será de um PL de FC 06 para Chefe de Cartório? Pode ser que seja aprovado, porque são poucos os servidores nessas condições. Mas terão que lidar com a falta de apoio dos Tribunais Superiores. Vejam o resultado da reunião do Presidente do STF com a Ajufe. É o início de uma grande luta, até para defender uma data base e uma recisão anual para toda a categoria.


    No meu Tre ( na sede ) tem muito servidor que nunca teve função com dez, quinze anos de tre que disse que será removido para o interior caso passe a fc -6.

    Assim, se passar a fc-6, muita gente boa que está estudando e ELABORA sentenças de boa qualidade, além de fazer o restante da rotina de um chefe de cartório, irá para o interior. Quando o togadão perceber que esse novo servidor é bem mais atualizado juridicamente e quer fazer sentenças, ao contrário de alguns enferrujados, irá por conseguinte colocá-lo na chefia, pois juiz quer é TRANQUILIDADE e n ficar lendo folha por folha de um processo que nem contará para a sua promoção!

    É por isso que tem gente contra a fc- 6 ou a fc -4. Pois para eles é melhor tem uma fc - 1 e ainda ter o status de " chefe " do que ter uma fc -o e ficar recebendo ordem n só do juiz, mas tb do servidor chefe!!!
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    Mensagem por Truta do Policarpo Sex 12 Abr - 3:48

    Quer julgar?
    Vá estudar!
    Seja aprovado e vire Juiz!
    EU NÃO SOU. Não uso capa preta. Nem o Diabo vestido de padre me faz sentenciar. Pode pagar FC 1.000. Não quero. Muito obrigado.
    Na ZE onde estou lotado, se tem alguém obrigado a ELABORAR sentenças de qualidade, esse sujeito é o "togadão", que recebe mais de 20 lascas só pra isso. Eu ganho 7 contos e, por essa razão e mais outras, de cunho técnico, só atendo eleitores, administro a unidade e imprimo "titu".
    Se nos tribunais existem muitos escova-botas/chaleiristas é outra coisa/questão. Cada coisa no seu lugar. Não misture ku cum bunda. Aqui, NÃO, JACARÉ!
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    Mensagem por Najla Sex 12 Abr - 7:54

    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito que é devido aos demais colegas, eu ACHO que foi um “tiro no pé” vincular a equiparação das chefias à criação de mais cargo na JE, sobretudo agorinha, que estamos sob o comando do Ministro JB, que, ao que tudo indica, não “curte” comedeiras.
    O problema é que, em razão do tempo, a desvinculação resta inexeqüível. Por ora, como bem pregou a Najla, melhor brigar por aumento nos penduricalhos sem debater a justiça da medida.
    Eu, que preciso de dinheiro para manter a família, tenho arriscado atividades “paralelas” na Iniciativa Privada. E tenho me dado bem, até certo ponto. Comprei uma Honda Turuna – os mais jovens não vão saber de qual motocicleta estou falando – e passei a entregar galões de água mineral para uma pequena empresa instalada na vizinhança. Na ZE onde estou lotado o expediente tem início às 12:00 h. Por essa razão, tenho tempo livre no período matutino. Diariamente, das 7:00 às 11:00, inclusive sábados e domingos, entrego água na cidade, de Turuna. O mês de março rendeu R$ 850,00, ou seja, é mais que uma FC 1. Com as gorjetas, somou 965,00. Está ótimo. É uma dica para os mais jovens.
    Eu sei. É claro que no início pode parecer constrangedor. “Olha lá, o coitado do Chefe de Cartório entregando água”. Porém, decidi seguir o conselho de minha mãe. Ela me disse, em sua desgastada sabedoria: - Trutinha, pode ir, tranqüilo. Hoje em dia, sua profissão tá igual “catador de tumate” e “vendedor de banana com casca”. O QUE IMPORTA É O CACAU NO BOLSO. E ela tem razão. Ademais, tenho aproveitado as entregas para precaver/ajuizar os eleitores sobre a importância do “titu”. Tenho falado com eles sobre a necessidade de pagar as “multinhas”, para o imediato comando do ASE respectivo. Tenho dado dicas sobre a prestação de contas da campanha, de modo que qualquer interessado poderá levar ao “togadão” informações acerca de irregularidades praticadas na arrecadação/gastos de recursos. É evidente que você não precisa entregar água. Pode haver outras atividades na cidade em que você está lotado/lotada, tais como entregas de marmitas, serviços de moto-taxi, capinação em terrenos baldios, pintura de casas velhas, manicure/pedicure, limpeza de fossas/latrinas, tudo dependendo da habilidade do Analista interessado. Vai entrar uma grana extra e, até que sejam equiparadas as chefias, não teremos que ficar o dia todo choramingando em razão da FC1. Aprendi essa com a Najla. É uma dica para os mais jovens, de um analista velho e antigão que tenta melhorar a qualidade de vida própria e dos colegas. Tenho dito.

    Truta, não temos dinheiro, mas temos humor sincero Very Happy
    Quaaaase conseguir imaginar vc como entregador de água.


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    Mensagem por Guri de Zona Sex 12 Abr - 13:18

    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito que é devido aos demais colegas...
    ...até que sejam equiparadas as chefias, não teremos que ficar o dia todo choramingando em razão da FC1. Aprendi essa com a Najla. É uma dica para os mais jovens, de um analista velho e antigão que tenta melhorar a qualidade de vida própria e dos colegas. Tenho dito.

    Truta: sou só um Guri de Zona, novo de idade e novo em cartório (faz 7 anos que sou técnico e chefe de cartório do interior). Mesmo assim me permito registrar minha opinião, ainda que misturada com baba de bala 7 belos.

    Concordo com o Truta em relação ao fato de a chefia no interior ser bem remunerada com FC1, ou muito bem remunerada com FC4.

    O problema não é a remuneração dos chefes de cartório do interior, mas a remuneração dos outros. Pode ler nos argumentos apresentados pelos que defendem FC maior: o chefe da seção que não faz nada na sede ganha CJ! Então eu também quero!; o diretor de secretaria na JF ganha CJ! Então eu também quero!; O aspone do senador ganha 5k de gratificação!... blablabla! O trabalho de chefe no interior não justifica maior remuneração. Quem faz mais do que deve, faz por opção.

    Só não concordo com a forma como o Truta defende os argumentos. Dá margem para interpretar como estivesse desvalorizando a função. Mas com os argumentos, estou de acordo.

    Por fim, agradeço o espaço. E o aprendizado com os velhos e antigões que tentam melhorar a qualidade de vida próprias e dos colegas.

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    Mensagem por Analista Desafortunado Sab 13 Abr - 17:23

    Truta do Policarpo escreveu:Quer julgar?
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    EU NÃO SOU. Não uso capa preta. Nem o Diabo vestido de padre me faz sentenciar. Pode pagar FC 1.000. Não quero. Muito obrigado.
    Na ZE onde estou lotado, se tem alguém obrigado a ELABORAR sentenças de qualidade, esse sujeito é o "togadão", que recebe mais de 20 lascas só pra isso. Eu ganho 7 contos e, por essa razão e mais outras, de cunho técnico, só atendo eleitores, administro a unidade e imprimo "titu".
    Se nos tribunais existem muitos escova-botas/chaleiristas é outra coisa/questão. Cada coisa no seu lugar. Não misture ku cum bunda. Aqui, NÃO, JACARÉ!

    Colega, eu não quero julgar. Queria mesmo era não ter que quebrar a cabeça o dia inteiro para ganhar essa mixaria.

    Contudo, como disse, só posso desobedecer uma ordem do togadão se ela for MANIFESTAMENTE ilegal.

    Para que vc acha então que o Analista deve ser formado em Direito e ganhar mais do que o técnico? Esse seu trabalho aí com todo o respeito aos colegas técnicos, qualquer servidor de nível intermediário sem nenhuma formação faz.

    Nós ganhamos mais para realizar um trabalho de maior complexidade. Leia as atribuições da nossa lei.
    Vc realmente acha que os analistas da JF e da JT não fazem sentença? Por que só os Analistas da JE n devem fazer sentenças? Ela é melhor do que os outros ramos do PJU? Desse jeito irá parecer que a JE é a mais medíocre de todos os ramos do PJU, o que sabemos que não é.

    Finalizando, o togadão ganha vinte conto na justiça comum; na JE ele ganha cerca de 3,5 k brutos, por isso q a maioria n tá nem aí p o eleitoral.



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    Mensagem por khnofre Ter 16 Abr - 19:31


    ÔOO desafortunado do "titu" O TSE autoriza as ZEs, dependendo do nº de eleitores/cidades a requisitar servidores para fins de atendimento e trabalhos mecanicos (carimbar/juntar/movimentar/digitat RAE/conferir etc) qto aos servidores do quadro Analistas/técnicos são outras atribuições: Elaborar pareceres, expedir e cumprir mandados de diligencias, administrar cadastro eleitoral, anotar ASE, elaborar ofícios, emitir/fornecer certidões... Isso sem contar o trabalho das Eleições que é coisa de doido já trabalhei em bco particular e no Cartório em eleições municipais é muito pior é coisa de doido muita gente tira licença nesse perído...Em relaçãoa sentença em parte vc tá certo é ofício do "togadão" acontece q a L 11416/03 dispões como atribuição dos analistas elaborar minutas. Bem se é sua atribuição vc é obrigado a fazer se ele assina vira sentença fazer o quÊ!!!
    "Art. 4o As atribuições dos cargos serão descritas em regulamento, observado o seguinte:
    I - Carreira de Analista Judiciário: atividades de planejamento; organização; coordenação; supervisão técnica; assessoramento; estudo; pesquisa; elaboração de laudos, pareceres ou informações e execução de tarefas de elevado grau de complexidade;" Por meio d e Resolução nosso Egrégio editou norma descrevendo as tarefas do Chefe, do Analista do Técnico e dos requisitados. Dentre as atribuições do Analista, sendo chefe ou não, tá lá escrito na Res. do nosso TRE: Pesquisa na Legislação, elaborar minutas de sentenças e despachos para o "togadão" inclusive cara digo pra vc "Eles" não sabem, não gostam e detestam eleitoral. Querem tudo pronto. Sinceramente não sei como vc está conseguindo trabalhar ai na sua ZE apenas fazendo trabalho de requisitado? Quem elabora minutas de AIME, AIJ, Representações etc. Garanto q se vc ou seu colega não faz isso a ZE aí deve está uma Zona tomara q a CRE não pinte por aí, ou vc acha que eles vão representar o Juiz!!

    Analista Desafortunado escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Quer julgar?
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    Colega, eu não quero julgar. Queria mesmo era não ter que quebrar a cabeça o dia inteiro para ganhar essa mixaria.

    Contudo, como disse, só posso desobedecer uma ordem do togadão se ela for MANIFESTAMENTE ilegal.

    Para que vc acha então que o Analista deve ser formado em Direito e ganhar mais do que o técnico? Esse seu trabalho aí com todo o respeito aos colegas técnicos, qualquer servidor de nível intermediário sem nenhuma formação faz.

    Nós ganhamos mais para realizar um trabalho de maior complexidade. Leia as atribuições da nossa lei.
    Vc realmente acha que os analistas da JF e da JT não fazem sentença? Por que só os Analistas da JE n devem fazer sentenças? Ela é melhor do que os outros ramos do PJU? Desse jeito irá parecer que a JE é a mais medíocre de todos os ramos do PJU, o que sabemos que não é.

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    Mensagem por SindicatodoCrime Ter 16 Abr - 22:39

    Alguém sabe do resultado da reunião dos DG's no TSE! O tema seria abordado lá! Ao menos tentariam colocar na pauta! Alguém tem alguma informação ou estão todos frescando ao invés de procurar informações?
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    Mensagem por Truta do Policarpo Qui 18 Abr - 18:12

    O tema não foi discutido. Foi considerado inoportuno para o dia.
    Um colega participou da organização do evento.
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    Mensagem por SindicatodoCrime Qui 18 Abr - 23:22

    Poxa Truta,

    Então temos informações bem conflitantes.

    Até onde soube o projeto não estava realmente parado e na próxima reunião, mês que vem a Ministra já deve apresentar uma resposta.

    Ele foi debatido juntamente com a criação dos cargos nas ZE's.

    Amplexos.
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    Mensagem por Analista Desafortunado Qua 24 Abr - 23:34

    SindicatodoCrime escreveu:Poxa Truta,

    Então temos informações bem conflitantes.

    Até onde soube o projeto não estava realmente parado e na próxima reunião, mês que vem a Ministra já deve apresentar uma resposta.

    Ele foi debatido juntamente com a criação dos cargos nas ZE's.

    Amplexos.

    Vcs viram hoje na globo, garçom do senado ganhando 15 k e ocupando cargo comissionado?!

    Enquanto isso, na Justiça Eleitoral, Chefe de Cartório do interior ganha fc-1 e o outro servidor ganha FC - 0 para garantirem a DEMOCRACIA ( ELEIÇÕES ) no Brasil...
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    Mensagem por Convidado Qui 25 Abr - 0:20

    Analista Desafortunado escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Quer julgar?
    Vá estudar!
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    EU NÃO SOU. Não uso capa preta. Nem o Diabo vestido de padre me faz sentenciar. Pode pagar FC 1.000. Não quero. Muito obrigado.
    Na ZE onde estou lotado, se tem alguém obrigado a ELABORAR sentenças de qualidade, esse sujeito é o "togadão", que recebe mais de 20 lascas só pra isso. Eu ganho 7 contos e, por essa razão e mais outras, de cunho técnico, só atendo eleitores, administro a unidade e imprimo "titu".
    Se nos tribunais existem muitos escova-botas/chaleiristas é outra coisa/questão. Cada coisa no seu lugar. Não misture ku cum bunda. Aqui, NÃO, JACARÉ!

    Colega, eu não quero julgar. Queria mesmo era não ter que quebrar a cabeça o dia inteiro para ganhar essa mixaria.

    Contudo, como disse, só posso desobedecer uma ordem do togadão se ela for MANIFESTAMENTE ilegal.

    Para que vc acha então que o Analista deve ser formado em Direito e ganhar mais do que o técnico? Esse seu trabalho aí com todo o respeito aos colegas técnicos, qualquer servidor de nível intermediário sem nenhuma formação faz.

    Nós ganhamos mais para realizar um trabalho de maior complexidade. Leia as atribuições da nossa lei.
    Vc realmente acha que os analistas da JF e da JT não fazem sentença? Por que só os Analistas da JE n devem fazer sentenças? Ela é melhor do que os outros ramos do PJU? Desse jeito irá parecer que a JE é a mais medíocre de todos os ramos do PJU, o que sabemos que não é.

    Finalizando, o togadão ganha vinte conto na justiça comum; na JE ele ganha cerca de 3,5 k brutos, por isso q a maioria n tá nem aí p o eleitoral.




    Só para dar um exemplo, por uma mera formalidade, porque vou ter que viajar para realizar minha colação de grau, perdi uma chance de dar aulas no Pronatec, que tem aberto vagas num monte de áreas, num monte de cidades.

    Eu, por exemplo, fui o ÚNICO a apresentar programa para dar aulas de Programação para a Internet. Inclusive, já estou pressionando minha universidade para resolver logo isto.

    Claro que depende do número de aulas que você for pegar, mas não era difícil tirar mil reais por mês nisto aí. Sem contar que você abre uma gigantesca rede de contatos, de gente te pedindo auxílio ou oferecendo oportunidades de desenvolver páginas na internet, organizando pequenas companhias e por aí vai, convites de projetos e por aí vai, é uma rede sem fim, e fazendo o que gosta.

    neste caso, nem é algo "degradante", embora também seja da linha o importante é ter cacau no bolso. Esta de pagar de ômega na garagem e não ter carne no almoço é "coisa de curitibano", como o pessoal daqui fala muito.

    A grande verdade é que nosso serviço tem metas baixíssimas de qualidade. Se você fizer algo bem nas coxas nas sete horas diárias nem vai ter quem reclame. E se ficar com "vergonha", só lembrar que tem alguém com gordas vpnis ganhando muito mais do que você e ralando e estressando menos. Infelizmente, no serviço público o prêmio por apresentar bom trabalho é mais trabalho.
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    Mensagem por Analista Desafortunado Qui 25 Abr - 23:58

    josebarbos escreveu:
    Analista Desafortunado escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Quer julgar?
    Vá estudar!
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    EU NÃO SOU. Não uso capa preta. Nem o Diabo vestido de padre me faz sentenciar. Pode pagar FC 1.000. Não quero. Muito obrigado.
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    Colega, eu não quero julgar. Queria mesmo era não ter que quebrar a cabeça o dia inteiro para ganhar essa mixaria.

    Contudo, como disse, só posso desobedecer uma ordem do togadão se ela for MANIFESTAMENTE ilegal.

    Para que vc acha então que o Analista deve ser formado em Direito e ganhar mais do que o técnico? Esse seu trabalho aí com todo o respeito aos colegas técnicos, qualquer servidor de nível intermediário sem nenhuma formação faz.

    Nós ganhamos mais para realizar um trabalho de maior complexidade. Leia as atribuições da nossa lei.
    Vc realmente acha que os analistas da JF e da JT não fazem sentença? Por que só os Analistas da JE n devem fazer sentenças? Ela é melhor do que os outros ramos do PJU? Desse jeito irá parecer que a JE é a mais medíocre de todos os ramos do PJU, o que sabemos que não é.

    Finalizando, o togadão ganha vinte conto na justiça comum; na JE ele ganha cerca de 3,5 k brutos, por isso q a maioria n tá nem aí p o eleitoral.




    Só para dar um exemplo, por uma mera formalidade, porque vou ter que viajar para realizar minha colação de grau, perdi uma chance de dar aulas no Pronatec, que tem aberto vagas num monte de áreas, num monte de cidades.

    Eu, por exemplo, fui o ÚNICO a apresentar programa para dar aulas de Programação para a Internet. Inclusive, já estou pressionando minha universidade para resolver logo isto.

    Claro que depende do número de aulas que você for pegar, mas não era difícil tirar mil reais por mês nisto aí. Sem contar que você abre uma gigantesca rede de contatos, de gente te pedindo auxílio ou oferecendo oportunidades de desenvolver páginas na internet, organizando pequenas companhias e por aí vai, convites de projetos e por aí vai, é uma rede sem fim, e fazendo o que gosta.

    neste caso, nem é algo "degradante", embora também seja da linha o importante é ter cacau no bolso. Esta de pagar de ômega na garagem e não ter carne no almoço é "coisa de curitibano", como o pessoal daqui fala muito.

    A grande verdade é que nosso serviço tem metas baixíssimas de qualidade. Se você fizer algo bem nas coxas nas sete horas diárias nem vai ter quem reclame. E se ficar com "vergonha", só lembrar que tem alguém com gordas vpnis ganhando muito mais do que você e ralando e estressando menos. Infelizmente, no serviço público o prêmio por apresentar bom trabalho é mais trabalho.

    Boa explanação colega.

    Aqui onde trabalho, tem um analista da Justiça Comum que assumiu agora que era PROCURADOR AUTÁRQUICO DO ESTADO, CONCURSADO E EFETIVO.

    ACONTECE QUE NO TJ DAQUI HOUVE UMA GRANDE RESTRUTURAÇÃO E O ANALISTA QUE HÁ TRÊS, QUATRO ANOS GANHAVA R$ 2100, HOJE GANHA IGUAL AO ANALISTA FEDERAL ( SE NÃO FOR MAIS ) E A TENDÊNCIA É NOS SUPERAR VERTIGINOSAMENTE, POIS ALÉM DO PCS QUE ELES TIVERAM , O QUAL ESTÁ SENDO IMPLEMENTADO DE FORMA ESCALONADA, TODO ANO ELES TÊM NO MÍNIMO A REPOSIÇÃO INFLACIONÁRIA.

    QUEM GANHOU COM ISSO? TODOS! SOCIEDADE( QUE TEM UM SERVIDOR DE BOA QUALIDADE ), JUIZ ( QUE É BEM ASSESSORADO ) E ELE ( ANALISTA, QUE ANTES GANHAVA POUCO MAIS DE TRÊS MIL ).


    O PROBLEMA É QUE O EXECUTIVO DA UNIÃO NÃO ESTÁ NEM AÍ PARA O JUD E MPU, SEJA TÉCNICO, ANALISTA OU, PASMEM, JUIZ E PROCURADOR DA REPÚBLICA!

    VCS VIRAM O FURACÃO DE INSATISFAÇÃO QUE LEVOU O PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL QUE RESTRINGIA AINDA MAIS O PODER DO STF (DENTRE OUTRAS ABERRAÇÕES, A DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE AGORA SERIA COM 9 VOTOS E NÃO COM SEIS)?

    FINALIZANDO, UM AMIGO MEU PROCURADOR FEDERAL QUE TRABALHA PRINCIPALMENTE COM CASOS DO INSS, ME LIGOU HOJE MUITO ASSUSTADO COM A MUDANÇA QUE HOUVE AGORA NO LOAS ( BENEFÍCIO ASSISTENCIAL, SEM CONTRIBUIÇÃO ), AUMENTANDO VERTIGINOSAMENTE A QUANTIDADE DE BENFÍCIOS QUE SERÃO PAGOS.

    ATÉ CACHORRO PERDIDO AGORA VAI RECEBER.

    ATÉ QUE EU SOU A FAVOR EM ALGUNS CASOS, O PROBLEMA É QUE O DINHEIRO NÃO SAI DA VERBA QUE É DESTINADA À CORRUPÇÃO E NEM DA VERBA DOS PARLAMENTARES.

    QUEM PAGA POR TUDO ISSO? NÓS, DA CLASSE MÉDIA, POIS OS POBRES IRÃO RECEBER E OS RICOS, CLARO, NÃO IRÃO PAGAR!!
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    FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais - Página 3 Empty Re: FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais

    Mensagem por Truta do Policarpo Qua 1 Maio - 1:28

    Tá complicado ser classe média, Infeliz?
    Vou te dar uma dica: EXONERAÇÃO.
    Isso mesmo. PEÇA pra sair! Com certeza você não sabe fazer outra coisa na vida que não seja lidar com carimbinhos, fazendo "terminho de juntada", "terminho de vista" e "certidãozinha de que comandou ASE 019". Amigão, não faça zombaria. Não fale tanta asneira. Quer ser pobre, pra receber alguma coisa? EXONERE. Sinceramente, às vezes sou obrigado a ler certas coisas que me fazem acreditar que seria melhor ser analfabeto. Ao menos o voto seria facultativo para mim e estaria livre de me deparar com tamanha excrescência.
    Analista Desafortunado escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Analista Desafortunado escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Quer julgar?
    Vá estudar!
    Seja aprovado e vire Juiz!
    EU NÃO SOU. Não uso capa preta. Nem o Diabo vestido de padre me faz sentenciar. Pode pagar FC 1.000. Não quero. Muito obrigado.
    Na ZE onde estou lotado, se tem alguém obrigado a ELABORAR sentenças de qualidade, esse sujeito é o "togadão", que recebe mais de 20 lascas só pra isso. Eu ganho 7 contos e, por essa razão e mais outras, de cunho técnico, só atendo eleitores, administro a unidade e imprimo "titu".
    Se nos tribunais existem muitos escova-botas/chaleiristas é outra coisa/questão. Cada coisa no seu lugar. Não misture ku cum bunda. Aqui, NÃO, JACARÉ!

    Colega, eu não quero julgar. Queria mesmo era não ter que quebrar a cabeça o dia inteiro para ganhar essa mixaria.

    Contudo, como disse, só posso desobedecer uma ordem do togadão se ela for MANIFESTAMENTE ilegal.

    Para que vc acha então que o Analista deve ser formado em Direito e ganhar mais do que o técnico? Esse seu trabalho aí com todo o respeito aos colegas técnicos, qualquer servidor de nível intermediário sem nenhuma formação faz.

    Nós ganhamos mais para realizar um trabalho de maior complexidade. Leia as atribuições da nossa lei.
    Vc realmente acha que os analistas da JF e da JT não fazem sentença? Por que só os Analistas da JE n devem fazer sentenças? Ela é melhor do que os outros ramos do PJU? Desse jeito irá parecer que a JE é a mais medíocre de todos os ramos do PJU, o que sabemos que não é.

    Finalizando, o togadão ganha vinte conto na justiça comum; na JE ele ganha cerca de 3,5 k brutos, por isso q a maioria n tá nem aí p o eleitoral.




    Só para dar um exemplo, por uma mera formalidade, porque vou ter que viajar para realizar minha colação de grau, perdi uma chance de dar aulas no Pronatec, que tem aberto vagas num monte de áreas, num monte de cidades.

    Eu, por exemplo, fui o ÚNICO a apresentar programa para dar aulas de Programação para a Internet. Inclusive, já estou pressionando minha universidade para resolver logo isto.

    Claro que depende do número de aulas que você for pegar, mas não era difícil tirar mil reais por mês nisto aí. Sem contar que você abre uma gigantesca rede de contatos, de gente te pedindo auxílio ou oferecendo oportunidades de desenvolver páginas na internet, organizando pequenas companhias e por aí vai, convites de projetos e por aí vai, é uma rede sem fim, e fazendo o que gosta.

    neste caso, nem é algo "degradante", embora também seja da linha o importante é ter cacau no bolso. Esta de pagar de ômega na garagem e não ter carne no almoço é "coisa de curitibano", como o pessoal daqui fala muito.

    A grande verdade é que nosso serviço tem metas baixíssimas de qualidade. Se você fizer algo bem nas coxas nas sete horas diárias nem vai ter quem reclame. E se ficar com "vergonha", só lembrar que tem alguém com gordas vpnis ganhando muito mais do que você e ralando e estressando menos. Infelizmente, no serviço público o prêmio por apresentar bom trabalho é mais trabalho.

    Boa explanação colega.

    Aqui onde trabalho, tem um analista da Justiça Comum que assumiu agora que era PROCURADOR AUTÁRQUICO DO ESTADO, CONCURSADO E EFETIVO.

    ACONTECE QUE NO TJ DAQUI HOUVE UMA GRANDE RESTRUTURAÇÃO E O ANALISTA QUE HÁ TRÊS, QUATRO ANOS GANHAVA R$ 2100, HOJE GANHA IGUAL AO ANALISTA FEDERAL ( SE NÃO FOR MAIS ) E A TENDÊNCIA É NOS SUPERAR VERTIGINOSAMENTE, POIS ALÉM DO PCS QUE ELES TIVERAM , O QUAL ESTÁ SENDO IMPLEMENTADO DE FORMA ESCALONADA, TODO ANO ELES TÊM NO MÍNIMO A REPOSIÇÃO INFLACIONÁRIA.

    QUEM GANHOU COM ISSO? TODOS! SOCIEDADE( QUE TEM UM SERVIDOR DE BOA QUALIDADE ), JUIZ ( QUE É BEM ASSESSORADO ) E ELE ( ANALISTA, QUE ANTES GANHAVA POUCO MAIS DE TRÊS MIL ).


    O PROBLEMA É QUE O EXECUTIVO DA UNIÃO NÃO ESTÁ NEM AÍ PARA O JUD E MPU, SEJA TÉCNICO, ANALISTA OU, PASMEM, JUIZ E PROCURADOR DA REPÚBLICA!

    VCS VIRAM O FURACÃO DE INSATISFAÇÃO QUE LEVOU O PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL QUE RESTRINGIA AINDA MAIS O PODER DO STF (DENTRE OUTRAS ABERRAÇÕES, A DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE AGORA SERIA COM 9 VOTOS E NÃO COM SEIS)?

    FINALIZANDO, UM AMIGO MEU PROCURADOR FEDERAL QUE TRABALHA PRINCIPALMENTE COM CASOS DO INSS, ME LIGOU HOJE MUITO ASSUSTADO COM A MUDANÇA QUE HOUVE AGORA NO LOAS ( BENEFÍCIO ASSISTENCIAL, SEM CONTRIBUIÇÃO ), AUMENTANDO VERTIGINOSAMENTE A QUANTIDADE DE BENFÍCIOS QUE SERÃO PAGOS.

    ATÉ CACHORRO PERDIDO AGORA VAI RECEBER.

    ATÉ QUE EU SOU A FAVOR EM ALGUNS CASOS, O PROBLEMA É QUE O DINHEIRO NÃO SAI DA VERBA QUE É DESTINADA À CORRUPÇÃO E NEM DA VERBA DOS PARLAMENTARES.

    QUEM PAGA POR TUDO ISSO? NÓS, DA CLASSE MÉDIA, POIS OS POBRES IRÃO RECEBER E OS RICOS, CLARO, NÃO IRÃO PAGAR!!
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    FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais - Página 3 Empty Re: FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais

    Mensagem por Truta do Policarpo Qua 1 Maio - 1:35

    Sindicato, boa noite.
    Olha, na próxima semana vou me encontrar com um colega que convive com um "camarada" que sabe muito sobre o andar da carruagem. Ele esteve nesse maldito encontro de "togadões" picas grossas.
    O cara é escova-botas de carteirinha. É analista, churrasqueiro dos togadões nos finais de semana. Já o vi lavando carro de togadão, bem como levando neto de togadão ao judô - fora do horário de expediente. O cara sabe muito e ajudou a organizar o encontro dos "picas-grossas". Te passo as informações, depois. Tenho dito.
    SindicatodoCrime escreveu:Poxa Truta,

    Então temos informações bem conflitantes.

    Até onde soube o projeto não estava realmente parado e na próxima reunião, mês que vem a Ministra já deve apresentar uma resposta.

    Ele foi debatido juntamente com a criação dos cargos nas ZE's.

    Amplexos.
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    Mensagem por Analista Desafortunado Qua 1 Maio - 23:29

    Colega, seja democrátio e respeite a opinião dos outros, ou você é o dono absoluto da verdade?

    Este é um espaço democrático onde todos demonstram suas opiniões acerca da categoria. Rebata as opiniões divergentes com ideias e não com críticas pessoais.

    Mas tenho certeza de que a maioria dos participantes aqui do fórum está insatisfeita com a nossa situação; aliás, não só A nossa categoria, mas a maior parte dos servidores federais.

    E não estou inventando nada não, a matemática (ciência exata) comprova muito bem nosso decréscimo remuneratório, ao passo que milhões saíram da miséria, apesar de pessoalmente não ser contra isso. Só não quero pagar a conta sozinho, como integrante da classe média...

    Por que o congresso ATÉ HOJE ( VINTE E CINCO ANOS DA PROMULGAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO ) AINDA NÃO INSTITUIU O IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS?!

    Por que será?

    Qt ao ato de carimbar e fazer juntada, deixo isso para o requisitado que é auxiliar de serviços gerais da prefeitura fazer, com todo o respeito a ele e a seu serviço, pois todo trabalho honesto é digno. Faço principalmente aquilo que é atribuição do meu cargo, apesar de fazer de tudo qd é preciso, claro.




    Truta do Policarpo escreveu:Tá complicado ser classe média, Infeliz?
    Vou te dar uma dica: EXONERAÇÃO.
    Isso mesmo. PEÇA pra sair! Com certeza você não sabe fazer outra coisa na vida que não seja lidar com carimbinhos, fazendo "terminho de juntada", "terminho de vista" e "certidãozinha de que comandou ASE 019". Amigão, não faça zombaria. Não fale tanta asneira. Quer ser pobre, pra receber alguma coisa? EXONERE. Sinceramente, às vezes sou obrigado a ler certas coisas que me fazem acreditar que seria melhor ser analfabeto. Ao menos o voto seria facultativo para mim e estaria livre de me deparar com tamanha excrescência.
    Analista Desafortunado escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Analista Desafortunado escreveu:

    Colega, eu não quero julgar. Queria mesmo era não ter que quebrar a cabeça o dia inteiro para ganhar essa mixaria.

    Contudo, como disse, só posso desobedecer uma ordem do togadão se ela for MANIFESTAMENTE ilegal.

    Para que vc acha então que o Analista deve ser formado em Direito e ganhar mais do que o técnico? Esse seu trabalho aí com todo o respeito aos colegas técnicos, qualquer servidor de nível intermediário sem nenhuma formação faz.

    Nós ganhamos mais para realizar um trabalho de maior complexidade. Leia as atribuições da nossa lei.
    Vc realmente acha que os analistas da JF e da JT não fazem sentença? Por que só os Analistas da JE n devem fazer sentenças? Ela é melhor do que os outros ramos do PJU? Desse jeito irá parecer que a JE é a mais medíocre de todos os ramos do PJU, o que sabemos que não é.

    Finalizando, o togadão ganha vinte conto na justiça comum; na JE ele ganha cerca de 3,5 k brutos, por isso q a maioria n tá nem aí p o eleitoral.




    Só para dar um exemplo, por uma mera formalidade, porque vou ter que viajar para realizar minha colação de grau, perdi uma chance de dar aulas no Pronatec, que tem aberto vagas num monte de áreas, num monte de cidades.

    Eu, por exemplo, fui o ÚNICO a apresentar programa para dar aulas de Programação para a Internet. Inclusive, já estou pressionando minha universidade para resolver logo isto.

    Claro que depende do número de aulas que você for pegar, mas não era difícil tirar mil reais por mês nisto aí. Sem contar que você abre uma gigantesca rede de contatos, de gente te pedindo auxílio ou oferecendo oportunidades de desenvolver páginas na internet, organizando pequenas companhias e por aí vai, convites de projetos e por aí vai, é uma rede sem fim, e fazendo o que gosta.

    neste caso, nem é algo "degradante", embora também seja da linha o importante é ter cacau no bolso. Esta de pagar de ômega na garagem e não ter carne no almoço é "coisa de curitibano", como o pessoal daqui fala muito.

    A grande verdade é que nosso serviço tem metas baixíssimas de qualidade. Se você fizer algo bem nas coxas nas sete horas diárias nem vai ter quem reclame. E se ficar com "vergonha", só lembrar que tem alguém com gordas vpnis ganhando muito mais do que você e ralando e estressando menos. Infelizmente, no serviço público o prêmio por apresentar bom trabalho é mais trabalho.

    Boa explanação colega.

    Aqui onde trabalho, tem um analista da Justiça Comum que assumiu agora que era PROCURADOR AUTÁRQUICO DO ESTADO, CONCURSADO E EFETIVO.

    ACONTECE QUE NO TJ DAQUI HOUVE UMA GRANDE RESTRUTURAÇÃO E O ANALISTA QUE HÁ TRÊS, QUATRO ANOS GANHAVA R$ 2100, HOJE GANHA IGUAL AO ANALISTA FEDERAL ( SE NÃO FOR MAIS ) E A TENDÊNCIA É NOS SUPERAR VERTIGINOSAMENTE, POIS ALÉM DO PCS QUE ELES TIVERAM , O QUAL ESTÁ SENDO IMPLEMENTADO DE FORMA ESCALONADA, TODO ANO ELES TÊM NO MÍNIMO A REPOSIÇÃO INFLACIONÁRIA.

    QUEM GANHOU COM ISSO? TODOS! SOCIEDADE( QUE TEM UM SERVIDOR DE BOA QUALIDADE ), JUIZ ( QUE É BEM ASSESSORADO ) E ELE ( ANALISTA, QUE ANTES GANHAVA POUCO MAIS DE TRÊS MIL ).


    O PROBLEMA É QUE O EXECUTIVO DA UNIÃO NÃO ESTÁ NEM AÍ PARA O JUD E MPU, SEJA TÉCNICO, ANALISTA OU, PASMEM, JUIZ E PROCURADOR DA REPÚBLICA!

    VCS VIRAM O FURACÃO DE INSATISFAÇÃO QUE LEVOU O PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL QUE RESTRINGIA AINDA MAIS O PODER DO STF (DENTRE OUTRAS ABERRAÇÕES, A DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE AGORA SERIA COM 9 VOTOS E NÃO COM SEIS)?

    FINALIZANDO, UM AMIGO MEU PROCURADOR FEDERAL QUE TRABALHA PRINCIPALMENTE COM CASOS DO INSS, ME LIGOU HOJE MUITO ASSUSTADO COM A MUDANÇA QUE HOUVE AGORA NO LOAS ( BENEFÍCIO ASSISTENCIAL, SEM CONTRIBUIÇÃO ), AUMENTANDO VERTIGINOSAMENTE A QUANTIDADE DE BENFÍCIOS QUE SERÃO PAGOS.

    ATÉ CACHORRO PERDIDO AGORA VAI RECEBER.

    ATÉ QUE EU SOU A FAVOR EM ALGUNS CASOS, O PROBLEMA É QUE O DINHEIRO NÃO SAI DA VERBA QUE É DESTINADA À CORRUPÇÃO E NEM DA VERBA DOS PARLAMENTARES.

    QUEM PAGA POR TUDO ISSO? NÓS, DA CLASSE MÉDIA, POIS OS POBRES IRÃO RECEBER E OS RICOS, CLARO, NÃO IRÃO PAGAR!!
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    Mensagem por Truta do Policarpo Dom 26 Maio - 15:01

    Estive em Brasília no final de semana que se foi.
    Estive com o colega chaleirista que está no CNJ.
    Analista bajulador, churrasqueiro de juiz há anos.
    Segundo ele, temos boas notícias sobre a equiparação: janeiro de 2015 o projeto sairá do CNJ em direção ao CN.
    Já há um cronograma bem desenhado.
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    Mensagem por concurseirão Dom 26 Maio - 19:00

    Olá, sou servidor da justiça eleitoral e acompanho atentamente o andamento desse projeto visto que me interessa, no entanto, tenho também acompanhado os boatos que não são tão infundados assim de reorganização da justiça eleitoral em face da reforma política e nas discussões dos emails corporativos um dos colegas postou algo interessante sobre essa questão que pode justificar a demora no andamento nesse projeto, transcrevo abaixo o que ele postou:

    "Por que o TSE não se empenha em criar cargos para a justiça eleitoral?
    A razão é simples. Há muita incerteza quanto ao futuro dessa especializada. Há anos está em discussão a reforma política. Há muitas propostas. Duas delas, se aprovadas, reduzirão drasticamente a demanda de nossos serviços. Uma delas é o voto facultativo e a outra é a unificação das eleições. Esta última tem imensas implicações. Essa proposta, conjugada com outra (fim da reeleição e mandato de 5 anos), desmantelaria a estrutura da justiça eleitoral. Teríamos eleições a cada 5 anos. Para que manter a atual estrutura ou ampliá-la?
    Coloquemos as barbas de molho ou de novo aos estudos ( para quem ainda não iniciou e está longe de se aposentar)"

    Tem ou não tem algum fundamento?

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    Mensagem por Truta do Policarpo Seg 27 Maio - 0:49

    Vc realmente acredita na REFORMA?
    Quando ela chegar, eu, vc, meus filhos, seus filhos e nossos netos já estaremos devidamente enterrados, com certidão de óbito amarela.
    concurseirão
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    Mensagem por concurseirão Seg 27 Maio - 15:31


    Truta do Policarpo escreveu:Vc realmente acredita na REFORMA?
    Quando ela chegar, eu, vc, meus filhos, seus filhos e nossos netos já estaremos devidamente enterrados, com certidão de óbito amarela.


    Não duvide disso meu caro, não duvide, veja que eles podem aprovar apenas parte da reforma que os beneficia e que nos prejudica, assim como ocorre como a maioria das reformas aqui no Brasil, benefícios aos políticos e prejuízos aos servidores. Então amigo não duvide que a próxima proposta pode vir a ser aquela que desestrutura e desmantela a justiça eleitoral, acho mais fácil passar essa do que a da implantação da FC6. A prova disso tá nessa noticia aí:


    23/05/2013 - 15h09
    Deputados defendem alterações na lei eleitoral para valer já no próximo ano
    Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
    Reunião deliberativa sobre os projetos que alteram a legislação eleitoral. Presidente do grupo, dep. Cândido Vaccarezza (PT-SP)
    Vaccarezza: em relação à prestação de contas, o que vale é decisão judicial ou política do órgão que compete decidir.

    Os deputados do grupo de trabalho que está analisando mudanças na lei eleitoral (Lei 9.504/97) debateram nesta quinta-feira pelo menos duas alterações polêmicas que poderão valer para as eleições de 2014. Uma delas é a possibilidade de candidatura de ex-chefe de Executivo que tiver sua prestação de contas de governo rejeitada por tribunal de contas.

    De acordo com o coordenador do grupo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), o tribunal de contas oferece apenas um parecer sobre as contas que tem que ser votado pelo Legislativo. “Não pode um parecer, que não tem valor jurídico e nem político, ter valor jurídico. Isso aí é da democracia. Você tem um parecer e esse parecer precisa ser julgado. Agora, se tiver uma decisão judicial ou se tiver uma decisão política do órgão que compete decidir, é o que vale."

    O outro ponto é a obrigatoriedade de a Justiça Eleitoral entregar a declaração de quitação eleitoral, um dos requisitos para o registro de candidaturas, para quem teve sua prestação de contas de campanha rejeitada. A ideia é a de que a quitação eleitoral não deve incluir um julgamento de mérito, mas apenas atestar que o interessado cumpriu os prazos e obrigações da lei eleitoral.

    Pré-campanha
    Vaccarezza citou ainda o dispositivo que obriga novas eleições nos casos em que o vencedor para cargo majoritário tiver sua candidatura cassada por razões eleitorais. Hoje assume o segundo colocado em votos.

    Também foi definida a fase de pré-campanha que pode acontecer até o início da campanha, que, no ano que vem, começa em 5 de julho. Nesse período, o objetivo é ampliar as possibilidades de divulgação individual de cada pré-candidato por meio da internet, por exemplo. Ficariam liberadas as mensagens em blogs e redes sociais. Só não seria permitida a propaganda paga em provedores de conteúdo.

    Debates na TV
    O deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ) sugeriu, em nome do partido, que os debates televisivos sejam limitados a candidatos de legendas com representação na Câmara com, no mínimo, 20 deputados. Hoje a lei fala apenas na necessidade de representação. Os demais partidos, em ambos os casos, são convidados de maneira facultativa.

    "A grande quantidade de candidatos inviabiliza a possibilidade de debate na televisão. Você não tem condição de botar num debate 16, 10, 12, 15 candidatos”, argumenta Zveiter. “A ideia é que se encontre um critério. Esse aqui é um. Pode ser bom, pode não ser. Mas a ideia é que isso aí seja debatido para incluir notadamente no código no futuro."

    Candidaturas duvidosas
    O líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), mostrou preocupação com o dispositivo de um dos anteprojetos de lei em estudo que transfere para o partido ou coligação os votos de candidatos com registro em análise pela Justiça. Segundo ele, isso pode incentivar candidaturas duvidosas que, no entanto, sejam puxadoras de votos.

    Outra mudança é o fim da obrigatoriedade de os partidos e doadores de campanha apresentarem recibos e declarações de doação à Justiça Eleitoral. Eles seriam substituídos por extratos bancários com depósitos identificados.

    Aprovação pelo Plenário
    O grupo de trabalho deve votar as mudanças na semana que vem. Depois, as propostas precisam ser aprovadas pelos Plenários da Câmara e do Senado. A ideia é levar tudo para sanção presidencial até julho.
    Reportagem – Sílvia Mugnatto
    Edição – Newton Araújo


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    Mensagem por Analista Desafortunado Ter 28 Maio - 2:09

    concurseirão escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Vc realmente acredita na REFORMA?
    Quando ela chegar, eu, vc, meus filhos, seus filhos e nossos netos já estaremos devidamente enterrados, com certidão de óbito amarela.


    Não duvide disso meu caro, não duvide, veja que eles podem aprovar apenas parte da reforma que os beneficia e que nos prejudica, assim como ocorre como a maioria das reformas aqui no Brasil, benefícios aos políticos e prejuízos aos servidores. Então amigo não duvide que a próxima proposta pode vir a ser aquela que desestrutura e desmantela a justiça eleitoral, acho mais fácil passar essa do que a da implantação da FC6. A prova disso tá nessa noticia aí:


    23/05/2013 - 15h09
    Deputados defendem alterações na lei eleitoral para valer já no próximo ano
    Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
    Reunião deliberativa sobre os projetos que alteram a legislação eleitoral. Presidente do grupo, dep. Cândido Vaccarezza (PT-SP)
    Vaccarezza: em relação à prestação de contas, o que vale é decisão judicial ou política do órgão que compete decidir.

    Os deputados do grupo de trabalho que está analisando mudanças na lei eleitoral (Lei 9.504/97) debateram nesta quinta-feira pelo menos duas alterações polêmicas que poderão valer para as eleições de 2014. Uma delas é a possibilidade de candidatura de ex-chefe de Executivo que tiver sua prestação de contas de governo rejeitada por tribunal de contas.

    De acordo com o coordenador do grupo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), o tribunal de contas oferece apenas um parecer sobre as contas que tem que ser votado pelo Legislativo. “Não pode um parecer, que não tem valor jurídico e nem político, ter valor jurídico. Isso aí é da democracia. Você tem um parecer e esse parecer precisa ser julgado. Agora, se tiver uma decisão judicial ou se tiver uma decisão política do órgão que compete decidir, é o que vale."

    O outro ponto é a obrigatoriedade de a Justiça Eleitoral entregar a declaração de quitação eleitoral, um dos requisitos para o registro de candidaturas, para quem teve sua prestação de contas de campanha rejeitada. A ideia é a de que a quitação eleitoral não deve incluir um julgamento de mérito, mas apenas atestar que o interessado cumpriu os prazos e obrigações da lei eleitoral.

    Pré-campanha
    Vaccarezza citou ainda o dispositivo que obriga novas eleições nos casos em que o vencedor para cargo majoritário tiver sua candidatura cassada por razões eleitorais. Hoje assume o segundo colocado em votos.

    Também foi definida a fase de pré-campanha que pode acontecer até o início da campanha, que, no ano que vem, começa em 5 de julho. Nesse período, o objetivo é ampliar as possibilidades de divulgação individual de cada pré-candidato por meio da internet, por exemplo. Ficariam liberadas as mensagens em blogs e redes sociais. Só não seria permitida a propaganda paga em provedores de conteúdo.

    Debates na TV
    O deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ) sugeriu, em nome do partido, que os debates televisivos sejam limitados a candidatos de legendas com representação na Câmara com, no mínimo, 20 deputados. Hoje a lei fala apenas na necessidade de representação. Os demais partidos, em ambos os casos, são convidados de maneira facultativa.

    "A grande quantidade de candidatos inviabiliza a possibilidade de debate na televisão. Você não tem condição de botar num debate 16, 10, 12, 15 candidatos”, argumenta Zveiter. “A ideia é que se encontre um critério. Esse aqui é um. Pode ser bom, pode não ser. Mas a ideia é que isso aí seja debatido para incluir notadamente no código no futuro."

    Candidaturas duvidosas
    O líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), mostrou preocupação com o dispositivo de um dos anteprojetos de lei em estudo que transfere para o partido ou coligação os votos de candidatos com registro em análise pela Justiça. Segundo ele, isso pode incentivar candidaturas duvidosas que, no entanto, sejam puxadoras de votos.

    Outra mudança é o fim da obrigatoriedade de os partidos e doadores de campanha apresentarem recibos e declarações de doação à Justiça Eleitoral. Eles seriam substituídos por extratos bancários com depósitos identificados.

    Aprovação pelo Plenário
    O grupo de trabalho deve votar as mudanças na semana que vem. Depois, as propostas precisam ser aprovadas pelos Plenários da Câmara e do Senado. A ideia é levar tudo para sanção presidencial até julho.
    Reportagem – Sílvia Mugnatto
    Edição – Newton Araújo





    A reforma política só passará naquilo que for mais favorável para os políticos ( se passar ) e com certeza eleições apenas de quatro em quatro anos não é.

    ALÉM DISSO, TEM MUITA GENTE QUE LUCRA COM AS ELEIÇÕES AFORA OS POLÍTICOS: GRÁFICAS, TODA A GRANDE MÍDIA, EMPRESAS DE PESQUISAS, etc, etc. E ESSA GENTE TEM MUITO PODER E INFLUÊNCIA NO CONGRESSO NACIONAL.

    QUANTO AO AUMENTO DO NÚMERO DE SERVIDORES DOS TRES, NINGUÉM NÃO ESTÁ NEM AÍ, A NÃO SER NÓS POBRES COITADOS LOTADOS NO INTERIOR E ALGUNS CONCURSEIROS DESEMPREGADOS( HÁ MUITO TEMPO O CONCURSO PARA OS TRES DEIXOU DE SER UM BOM ATRATIVO, POIS POUCOS AVENTUREIROS ESTÃO DISPOSTOS A PASSAR OS MELHORES ANOS DE SUAS VIDAS NUM INTERIORZÃO LONGÍQUO E SEM NENHUMA ESTRUTURA, MUITAS DAS VEZES )

    TUDO ISSO PORQUE A RECEITA DE FICARMOS MENDINGANDO TUDO ÀS PREFEITURAS É MUITO CÔMODA PARA OS QUE ESTÃO NO PODER!!!!!
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    Mensagem por Convidado Ter 28 Maio - 10:20

    Analista Desafortunado escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Analista Desafortunado escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Quer julgar?
    Vá estudar!
    Seja aprovado e vire Juiz!
    EU NÃO SOU. Não uso capa preta. Nem o Diabo vestido de padre me faz sentenciar. Pode pagar FC 1.000. Não quero. Muito obrigado.
    Na ZE onde estou lotado, se tem alguém obrigado a ELABORAR sentenças de qualidade, esse sujeito é o "togadão", que recebe mais de 20 lascas só pra isso. Eu ganho 7 contos e, por essa razão e mais outras, de cunho técnico, só atendo eleitores, administro a unidade e imprimo "titu".
    Se nos tribunais existem muitos escova-botas/chaleiristas é outra coisa/questão. Cada coisa no seu lugar. Não misture ku cum bunda. Aqui, NÃO, JACARÉ!

    Colega, eu não quero julgar. Queria mesmo era não ter que quebrar a cabeça o dia inteiro para ganhar essa mixaria.

    Contudo, como disse, só posso desobedecer uma ordem do togadão se ela for MANIFESTAMENTE ilegal.

    Para que vc acha então que o Analista deve ser formado em Direito e ganhar mais do que o técnico? Esse seu trabalho aí com todo o respeito aos colegas técnicos, qualquer servidor de nível intermediário sem nenhuma formação faz.

    Nós ganhamos mais para realizar um trabalho de maior complexidade. Leia as atribuições da nossa lei.
    Vc realmente acha que os analistas da JF e da JT não fazem sentença? Por que só os Analistas da JE n devem fazer sentenças? Ela é melhor do que os outros ramos do PJU? Desse jeito irá parecer que a JE é a mais medíocre de todos os ramos do PJU, o que sabemos que não é.

    Finalizando, o togadão ganha vinte conto na justiça comum; na JE ele ganha cerca de 3,5 k brutos, por isso q a maioria n tá nem aí p o eleitoral.




    Só para dar um exemplo, por uma mera formalidade, porque vou ter que viajar para realizar minha colação de grau, perdi uma chance de dar aulas no Pronatec, que tem aberto vagas num monte de áreas, num monte de cidades.

    Eu, por exemplo, fui o ÚNICO a apresentar programa para dar aulas de Programação para a Internet. Inclusive, já estou pressionando minha universidade para resolver logo isto.

    Claro que depende do número de aulas que você for pegar, mas não era difícil tirar mil reais por mês nisto aí. Sem contar que você abre uma gigantesca rede de contatos, de gente te pedindo auxílio ou oferecendo oportunidades de desenvolver páginas na internet, organizando pequenas companhias e por aí vai, convites de projetos e por aí vai, é uma rede sem fim, e fazendo o que gosta.

    neste caso, nem é algo "degradante", embora também seja da linha o importante é ter cacau no bolso. Esta de pagar de ômega na garagem e não ter carne no almoço é "coisa de curitibano", como o pessoal daqui fala muito.

    A grande verdade é que nosso serviço tem metas baixíssimas de qualidade. Se você fizer algo bem nas coxas nas sete horas diárias nem vai ter quem reclame. E se ficar com "vergonha", só lembrar que tem alguém com gordas vpnis ganhando muito mais do que você e ralando e estressando menos. Infelizmente, no serviço público o prêmio por apresentar bom trabalho é mais trabalho.

    Boa explanação colega.

    Aqui onde trabalho, tem um analista da Justiça Comum que assumiu agora que era PROCURADOR AUTÁRQUICO DO ESTADO, CONCURSADO E EFETIVO.

    ACONTECE QUE NO TJ DAQUI HOUVE UMA GRANDE RESTRUTURAÇÃO E O ANALISTA QUE HÁ TRÊS, QUATRO ANOS GANHAVA R$ 2100, HOJE GANHA IGUAL AO ANALISTA FEDERAL ( SE NÃO FOR MAIS ) E A TENDÊNCIA É NOS SUPERAR VERTIGINOSAMENTE, POIS ALÉM DO PCS QUE ELES TIVERAM , O QUAL ESTÁ SENDO IMPLEMENTADO DE FORMA ESCALONADA, TODO ANO ELES TÊM NO MÍNIMO A REPOSIÇÃO INFLACIONÁRIA.

    QUEM GANHOU COM ISSO? TODOS! SOCIEDADE( QUE TEM UM SERVIDOR DE BOA QUALIDADE ), JUIZ ( QUE É BEM ASSESSORADO ) E ELE ( ANALISTA, QUE ANTES GANHAVA POUCO MAIS DE TRÊS MIL ).


    O PROBLEMA É QUE O EXECUTIVO DA UNIÃO NÃO ESTÁ NEM AÍ PARA O JUD E MPU, SEJA TÉCNICO, ANALISTA OU, PASMEM, JUIZ E PROCURADOR DA REPÚBLICA!

    VCS VIRAM O FURACÃO DE INSATISFAÇÃO QUE LEVOU O PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL QUE RESTRINGIA AINDA MAIS O PODER DO STF (DENTRE OUTRAS ABERRAÇÕES, A DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE AGORA SERIA COM 9 VOTOS E NÃO COM SEIS)?

    FINALIZANDO, UM AMIGO MEU PROCURADOR FEDERAL QUE TRABALHA PRINCIPALMENTE COM CASOS DO INSS, ME LIGOU HOJE MUITO ASSUSTADO COM A MUDANÇA QUE HOUVE AGORA NO LOAS ( BENEFÍCIO ASSISTENCIAL, SEM CONTRIBUIÇÃO ), AUMENTANDO VERTIGINOSAMENTE A QUANTIDADE DE BENFÍCIOS QUE SERÃO PAGOS.

    ATÉ CACHORRO PERDIDO AGORA VAI RECEBER.

    ATÉ QUE EU SOU A FAVOR EM ALGUNS CASOS, O PROBLEMA É QUE O DINHEIRO NÃO SAI DA VERBA QUE É DESTINADA À CORRUPÇÃO E NEM DA VERBA DOS PARLAMENTARES.

    QUEM PAGA POR TUDO ISSO? NÓS, DA CLASSE MÉDIA, POIS OS POBRES IRÃO RECEBER E OS RICOS, CLARO, NÃO IRÃO PAGAR!!

    Pois é... Não dá para entender a "coincidência" de que o Único imposto que ainda não foi regulamentado no país (por que será, né?) é o sobre o de grandes fortunas, e o fato de não se tributar a propriedade de bens automotores como barcos e aviões.

    Não acharia ruim um programa de distribuição de renda que tivesse como fonte de receita isto: receita sobre grandes fortunas ou excesso de arrecadação de propriedades pela ampliação da base tributária. Desta forma, o país poderia eliminar a miséria tão rápido quanto mais rico fosse. Mas, não, recai sobre a classe média o ônus destes programas.

    Só para dar um exemplo, uma vez, fui minutar um benefício de LOAS em que a família era composta por três pessoas. A mãe estava desempregada, porque teve câncer, mas nunca contribuíra com um centavo para o INSS, e o pai era "autônomo". Só que a conta de luz deles dava uma média de 280 kw por mês, provavelmente muito do que a maioria de nós gasta aqui, e estava rigorosamente em dia. Aí ou eles tem um padrão de vida bom, ou, no mínimo, o pai ou os outros trabalham em casa e têm uma renda muito maior que a declarada, que segundo eles, dava menos de meio salário mínimo.

    tem muito trabalhador autônomo na informalidade por burocracia, entretanto, tem muitos também por esperteza. E daí para conseguirem uma renda destas não será difícil: o sujeito já não paga imposto, e ainda mama na teta do governo.
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    Mensagem por Convidado Ter 28 Maio - 10:29

    Analista Desafortunado escreveu:
    concurseirão escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Vc realmente acredita na REFORMA?
    Quando ela chegar, eu, vc, meus filhos, seus filhos e nossos netos já estaremos devidamente enterrados, com certidão de óbito amarela.


    Não duvide disso meu caro, não duvide, veja que eles podem aprovar apenas parte da reforma que os beneficia e que nos prejudica, assim como ocorre como a maioria das reformas aqui no Brasil, benefícios aos políticos e prejuízos aos servidores. Então amigo não duvide que a próxima proposta pode vir a ser aquela que desestrutura e desmantela a justiça eleitoral, acho mais fácil passar essa do que a da implantação da FC6. A prova disso tá nessa noticia aí:


    23/05/2013 - 15h09
    Deputados defendem alterações na lei eleitoral para valer já no próximo ano
    Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
    Reunião deliberativa sobre os projetos que alteram a legislação eleitoral. Presidente do grupo, dep. Cândido Vaccarezza (PT-SP)
    Vaccarezza: em relação à prestação de contas, o que vale é decisão judicial ou política do órgão que compete decidir.

    Os deputados do grupo de trabalho que está analisando mudanças na lei eleitoral (Lei 9.504/97) debateram nesta quinta-feira pelo menos duas alterações polêmicas que poderão valer para as eleições de 2014. Uma delas é a possibilidade de candidatura de ex-chefe de Executivo que tiver sua prestação de contas de governo rejeitada por tribunal de contas.

    De acordo com o coordenador do grupo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), o tribunal de contas oferece apenas um parecer sobre as contas que tem que ser votado pelo Legislativo. “Não pode um parecer, que não tem valor jurídico e nem político, ter valor jurídico. Isso aí é da democracia. Você tem um parecer e esse parecer precisa ser julgado. Agora, se tiver uma decisão judicial ou se tiver uma decisão política do órgão que compete decidir, é o que vale."

    O outro ponto é a obrigatoriedade de a Justiça Eleitoral entregar a declaração de quitação eleitoral, um dos requisitos para o registro de candidaturas, para quem teve sua prestação de contas de campanha rejeitada. A ideia é a de que a quitação eleitoral não deve incluir um julgamento de mérito, mas apenas atestar que o interessado cumpriu os prazos e obrigações da lei eleitoral.

    Pré-campanha
    Vaccarezza citou ainda o dispositivo que obriga novas eleições nos casos em que o vencedor para cargo majoritário tiver sua candidatura cassada por razões eleitorais. Hoje assume o segundo colocado em votos.

    Também foi definida a fase de pré-campanha que pode acontecer até o início da campanha, que, no ano que vem, começa em 5 de julho. Nesse período, o objetivo é ampliar as possibilidades de divulgação individual de cada pré-candidato por meio da internet, por exemplo. Ficariam liberadas as mensagens em blogs e redes sociais. Só não seria permitida a propaganda paga em provedores de conteúdo.

    Debates na TV
    O deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ) sugeriu, em nome do partido, que os debates televisivos sejam limitados a candidatos de legendas com representação na Câmara com, no mínimo, 20 deputados. Hoje a lei fala apenas na necessidade de representação. Os demais partidos, em ambos os casos, são convidados de maneira facultativa.

    "A grande quantidade de candidatos inviabiliza a possibilidade de debate na televisão. Você não tem condição de botar num debate 16, 10, 12, 15 candidatos”, argumenta Zveiter. “A ideia é que se encontre um critério. Esse aqui é um. Pode ser bom, pode não ser. Mas a ideia é que isso aí seja debatido para incluir notadamente no código no futuro."

    Candidaturas duvidosas
    O líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), mostrou preocupação com o dispositivo de um dos anteprojetos de lei em estudo que transfere para o partido ou coligação os votos de candidatos com registro em análise pela Justiça. Segundo ele, isso pode incentivar candidaturas duvidosas que, no entanto, sejam puxadoras de votos.

    Outra mudança é o fim da obrigatoriedade de os partidos e doadores de campanha apresentarem recibos e declarações de doação à Justiça Eleitoral. Eles seriam substituídos por extratos bancários com depósitos identificados.

    Aprovação pelo Plenário
    O grupo de trabalho deve votar as mudanças na semana que vem. Depois, as propostas precisam ser aprovadas pelos Plenários da Câmara e do Senado. A ideia é levar tudo para sanção presidencial até julho.
    Reportagem – Sílvia Mugnatto
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    A reforma política só passará naquilo que for mais favorável para os políticos ( se passar ) e com certeza eleições apenas de quatro em quatro anos não é.

    ALÉM DISSO, TEM MUITA GENTE QUE LUCRA COM AS ELEIÇÕES AFORA OS POLÍTICOS: GRÁFICAS, TODA A GRANDE MÍDIA, EMPRESAS DE PESQUISAS, etc, etc. E ESSA GENTE TEM MUITO PODER E INFLUÊNCIA NO CONGRESSO NACIONAL.

    QUANTO AO AUMENTO DO NÚMERO DE SERVIDORES DOS TRES, NINGUÉM NÃO ESTÁ NEM AÍ, A NÃO SER NÓS POBRES COITADOS LOTADOS NO INTERIOR E ALGUNS CONCURSEIROS DESEMPREGADOS( HÁ MUITO TEMPO O CONCURSO PARA OS TRES DEIXOU DE SER UM BOM ATRATIVO, POIS POUCOS AVENTUREIROS ESTÃO DISPOSTOS A PASSAR OS MELHORES ANOS DE SUAS VIDAS NUM INTERIORZÃO LONGÍQUO E SEM NENHUMA ESTRUTURA, MUITAS DAS VEZES )

    TUDO ISSO PORQUE A RECEITA DE FICARMOS MENDINGANDO TUDO ÀS PREFEITURAS É MUITO CÔMODA PARA OS QUE ESTÃO NO PODER!!!!!

    Mesmo sem entender, eu ouço o termo "reforma política" desde que me dou por gente, e nunca vi algo efetivamente neste sentido.

    Se vier alguma reforma, como todas neste país, será nas coxas, às pressas, pontual, e cujo principal objetivo seja enfraquecer o partido de Marina Silva e/ou aumentar o tempo de TV de quem atualmente está no poder
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    Mensagem por Truta do Policarpo Dom 2 Jun - 17:57

    O pessoal reclama, reclama do contracheque. Porém, dá para perceber que muitos deixaram os bancos da faculdade e já se tornaram servidores públicos sem passar pelo mercado de trabalho - iniciativa privada.
    Tenho um irmão, engenheiro na Embraer. O "moleque" é mais novo do que eu. Fluente no inglês e espanhol. Se vira no alemão. Ganha menos do que eu. Isso mesmo. O coitado tira livre 6 lascas por mês. Eu tô tirando 8 lascas. Não falo outro idioma e não conheço bem o português. Conheço técnicos e analistas que mal sabem se expressar na língua nacional. Verdadeiros oligofrênicos. Por isso, com respeito a quem pensa diferente, nossa remuneração não anda tão ruim.
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    Mensagem por Convidado Ter 4 Jun - 13:53

    Truta do Policarpo escreveu:O pessoal reclama, reclama do contracheque. Porém, dá para perceber que muitos deixaram os bancos da faculdade e já se tornaram servidores públicos sem passar pelo mercado de trabalho - iniciativa privada.
    Tenho um irmão, engenheiro na Embraer. O "moleque" é mais novo do que eu. Fluente no inglês e espanhol. Se vira no alemão. Ganha menos do que eu. Isso mesmo. O coitado tira livre 6 lascas por mês. Eu tô tirando 8 lascas. Não falo outro idioma e não conheço bem o português. Conheço técnicos e analistas que mal sabem se expressar na língua nacional. Verdadeiros oligofrênicos. Por isso, com respeito a quem pensa diferente, nossa remuneração não anda tão ruim.

    Contabilize direitos trabalhistas e espere uns cinco anos para me dizer o tamanho da diferença.
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    Mensagem por darkshi Ter 4 Jun - 15:29

    Truta do Policarpo escreveu:O pessoal reclama, reclama do contracheque. Porém, dá para perceber que muitos deixaram os bancos da faculdade e já se tornaram servidores públicos sem passar pelo mercado de trabalho - iniciativa privada.
    Tenho um irmão, engenheiro na Embraer. O "moleque" é mais novo do que eu. Fluente no inglês e espanhol. Se vira no alemão. Ganha menos do que eu. Isso mesmo. O coitado tira livre 6 lascas por mês. Eu tô tirando 8 lascas. Não falo outro idioma e não conheço bem o português. Conheço técnicos e analistas que mal sabem se expressar na língua nacional. Verdadeiros oligofrênicos. Por isso, com respeito a quem pensa diferente, nossa remuneração não anda tão ruim.

    A diferença é que seu irmão ganha nome, experiencia e ainda tem possibilidades de crescer dentro da empresa. Com o tempo poderá ganhar salários do patamar bem acima do que vemos no topo do serviço público. Enquanto tu, vai ficar carimbando papel o resto da vida.
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    Mensagem por Convidado Ter 4 Jun - 17:01

    darkshi escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:O pessoal reclama, reclama do contracheque. Porém, dá para perceber que muitos deixaram os bancos da faculdade e já se tornaram servidores públicos sem passar pelo mercado de trabalho - iniciativa privada.
    Tenho um irmão, engenheiro na Embraer. O "moleque" é mais novo do que eu. Fluente no inglês e espanhol. Se vira no alemão. Ganha menos do que eu. Isso mesmo. O coitado tira livre 6 lascas por mês. Eu tô tirando 8 lascas. Não falo outro idioma e não conheço bem o português. Conheço técnicos e analistas que mal sabem se expressar na língua nacional. Verdadeiros oligofrênicos. Por isso, com respeito a quem pensa diferente, nossa remuneração não anda tão ruim.

    A diferença é que seu irmão ganha nome, experiencia e ainda tem possibilidades de crescer dentro da empresa. Com o tempo poderá ganhar salários do patamar bem acima do que vemos no topo do serviço público. Enquanto tu, vai ficar carimbando papel o resto da vida.

    TODOS os meus colegas "bons de serviço" na CEF, que entraram comigo em 2000 ~ 2003 são gerentes.
    Todos, após completarem 10 anos nesta função, a terão garantida pelo resto da vida, de forma que ou a CEF lhes dá outra promoção, ou voltam a ser técnicos ganhando 8 ou 9 lascas, bem como os demais aumentos para a gerência, sempre mais generosos que para os demais funcionários;
    CEF tem no Brasil inteiro, e processos de remoção ou transferência não são difíceis. Na terra da minha vó, por exemplo, com 10.000 habitantes, este salário te permite uma vida de rei, acumulando terras a cada quatro ou cinco anos bem poupados, e não te dá uma quitenete em Brasília, Rio ou São Paulo.

    Eles podem acumular algumas atividades que no MPU são impossíveis, porque aqui, no bendito estatuto, as "regras do jogo" mudam conforme a chefia quiser, sem ter que ter a proteção garantida pela CLT.
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    Mensagem por Truta do Policarpo Sab 8 Jun - 1:28

    darkshi, creio que você não entendeu uma coisa importante: a responsabilidade que recai sobre um engenheiro, sobretudo na seara aeronáutica.
    Eu e você, nós dois, furamos papel e "batemos carimbo", somente. Claro, sou um analista quase analfabeto e você, provavelmente, um técnico ou analista que mal fala/escreve o "tupi". Mesmo aceitando essa vida de fracassados, nós dois, juntinhos, furando papel e falando besteira às custas da sociedade civil, custamos à União quase 18 lascas por mês.
    Dá pra reclamar? Para ganhar isso, meu brother vai ralar vários anos. Vai engolir muito sapo. Enquanto isso, os dois oligofrênicos, furadores de papel A4, estarão no sofá comendo pipoca Yoki e falando sobre meninas suburbanas. Não é mais ou menos assim?
    darkshi escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:O pessoal reclama, reclama do contracheque. Porém, dá para perceber que muitos deixaram os bancos da faculdade e já se tornaram servidores públicos sem passar pelo mercado de trabalho - iniciativa privada.
    Tenho um irmão, engenheiro na Embraer. O "moleque" é mais novo do que eu. Fluente no inglês e espanhol. Se vira no alemão. Ganha menos do que eu. Isso mesmo. O coitado tira livre 6 lascas por mês. Eu tô tirando 8 lascas. Não falo outro idioma e não conheço bem o português. Conheço técnicos e analistas que mal sabem se expressar na língua nacional. Verdadeiros oligofrênicos. Por isso, com respeito a quem pensa diferente, nossa remuneração não anda tão ruim.

    A diferença é que seu irmão ganha nome, experiencia e ainda tem possibilidades de crescer dentro da empresa. Com o tempo poderá ganhar salários do patamar bem acima do que vemos no topo do serviço público. Enquanto tu, vai ficar carimbando papel o resto da vida.
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    Mensagem por Analista Desafortunado Sab 22 Jun - 0:08

    josebarbos escreveu:
    Analista Desafortunado escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Analista Desafortunado escreveu:

    Colega, eu não quero julgar. Queria mesmo era não ter que quebrar a cabeça o dia inteiro para ganhar essa mixaria.

    Contudo, como disse, só posso desobedecer uma ordem do togadão se ela for MANIFESTAMENTE ilegal.

    Para que vc acha então que o Analista deve ser formado em Direito e ganhar mais do que o técnico? Esse seu trabalho aí com todo o respeito aos colegas técnicos, qualquer servidor de nível intermediário sem nenhuma formação  faz.

    Nós ganhamos mais para realizar um trabalho de maior complexidade. Leia as atribuições da nossa lei.
    Vc realmente  acha que os analistas da JF e da JT não fazem sentença? Por que só os Analistas da JE n devem fazer sentenças? Ela é melhor do que os outros ramos do PJU? Desse jeito irá parecer que a JE é a mais medíocre de todos os ramos do PJU, o que sabemos que não é.

    Finalizando, o togadão ganha vinte conto na justiça comum; na JE ele ganha cerca de 3,5 k brutos, por isso q a maioria n tá nem aí p o eleitoral.




    Só para dar um exemplo, por uma mera formalidade, porque vou ter que viajar para realizar minha colação de grau, perdi uma chance de dar aulas no Pronatec, que tem aberto vagas num monte de áreas, num monte de cidades.

    Eu, por exemplo, fui o ÚNICO a apresentar programa para dar aulas de Programação para a Internet. Inclusive, já estou pressionando minha universidade para resolver logo isto.

    Claro que depende do número de aulas que você for pegar, mas não era difícil tirar mil reais por mês nisto aí. Sem contar que você abre uma gigantesca rede de contatos, de gente te pedindo auxílio ou oferecendo oportunidades de desenvolver páginas na internet, organizando pequenas companhias e por aí vai, convites de projetos e por aí vai, é uma rede sem fim, e fazendo o que gosta.

    neste caso, nem é algo "degradante", embora também seja da linha o importante é ter cacau no bolso. Esta de pagar de ômega na garagem e não ter carne no almoço é "coisa de curitibano", como o pessoal daqui fala muito.

    A grande verdade é que nosso serviço tem metas baixíssimas de qualidade. Se você fizer algo bem nas coxas nas sete horas diárias nem vai ter quem reclame. E se ficar com "vergonha", só lembrar que tem alguém com gordas vpnis ganhando muito mais do que você e ralando e estressando menos. Infelizmente, no serviço público o prêmio por apresentar bom trabalho é mais trabalho.

    Boa explanação colega.

    Aqui onde trabalho, tem um analista da Justiça Comum que assumiu agora que era PROCURADOR AUTÁRQUICO DO ESTADO, CONCURSADO E EFETIVO.

    ACONTECE QUE NO TJ DAQUI HOUVE UMA GRANDE RESTRUTURAÇÃO E O ANALISTA QUE HÁ TRÊS, QUATRO ANOS GANHAVA R$ 2100, HOJE GANHA IGUAL AO ANALISTA FEDERAL ( SE NÃO FOR MAIS ) E A TENDÊNCIA É NOS SUPERAR VERTIGINOSAMENTE, POIS ALÉM DO PCS QUE ELES TIVERAM , O QUAL ESTÁ SENDO IMPLEMENTADO DE FORMA ESCALONADA, TODO ANO ELES TÊM NO MÍNIMO A REPOSIÇÃO INFLACIONÁRIA.

    QUEM GANHOU COM ISSO? TODOS! SOCIEDADE( QUE TEM UM SERVIDOR DE BOA QUALIDADE ), JUIZ ( QUE É BEM ASSESSORADO ) E ELE ( ANALISTA, QUE ANTES GANHAVA POUCO MAIS DE TRÊS MIL ).


    O PROBLEMA É QUE O EXECUTIVO DA UNIÃO NÃO ESTÁ NEM AÍ PARA O JUD E MPU, SEJA TÉCNICO, ANALISTA OU, PASMEM, JUIZ E PROCURADOR DA REPÚBLICA!

    VCS VIRAM O FURACÃO DE INSATISFAÇÃO QUE LEVOU O PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL QUE RESTRINGIA AINDA MAIS O PODER DO STF (DENTRE OUTRAS ABERRAÇÕES, A DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE AGORA SERIA COM 9 VOTOS E NÃO COM SEIS)?

    FINALIZANDO, UM AMIGO MEU PROCURADOR FEDERAL QUE TRABALHA PRINCIPALMENTE COM CASOS DO INSS, ME LIGOU HOJE MUITO ASSUSTADO COM A MUDANÇA QUE HOUVE AGORA NO LOAS ( BENEFÍCIO ASSISTENCIAL, SEM CONTRIBUIÇÃO ), AUMENTANDO VERTIGINOSAMENTE A QUANTIDADE DE BENFÍCIOS QUE SERÃO PAGOS.

    ATÉ CACHORRO PERDIDO AGORA VAI RECEBER.

    ATÉ QUE EU SOU A FAVOR EM ALGUNS CASOS, O PROBLEMA É QUE O DINHEIRO NÃO SAI DA VERBA QUE É DESTINADA À CORRUPÇÃO E NEM DA VERBA DOS PARLAMENTARES.

    QUEM PAGA POR TUDO ISSO? NÓS, DA CLASSE MÉDIA, POIS OS POBRES IRÃO RECEBER E OS RICOS, CLARO, NÃO IRÃO PAGAR!!

    Pois é... Não dá para entender a "coincidência" de que o Único imposto que ainda não foi regulamentado no país (por que será, né?) é o sobre o de grandes fortunas, e o fato de não se tributar a propriedade de bens automotores como barcos e aviões.

    Não acharia ruim um programa de distribuição de renda que tivesse como fonte de receita isto: receita sobre grandes fortunas ou excesso de arrecadação de propriedades pela ampliação da base tributária. Desta forma, o país poderia eliminar a miséria tão rápido quanto mais rico fosse. Mas, não, recai sobre a classe média o ônus destes programas.

    Só para dar um exemplo, uma vez, fui minutar um benefício de LOAS em que a família era composta por três pessoas. A mãe estava desempregada, porque teve câncer, mas nunca contribuíra com um centavo para o INSS, e o pai era "autônomo". Só que a conta de luz deles dava uma média de 280 kw por mês, provavelmente muito do que a maioria de nós gasta aqui, e estava rigorosamente em dia. Aí ou eles tem um padrão de vida bom, ou, no mínimo, o pai ou os outros trabalham em casa e têm uma renda muito maior que a declarada, que segundo eles, dava menos de meio salário mínimo.

    tem muito trabalhador autônomo na informalidade por burocracia, entretanto, tem muitos também por esperteza. E daí para conseguirem uma renda destas não será difícil: o sujeito já não paga imposto, e ainda mama na teta do governo.

    (QUOTE)

    A CONSAGRAÇÃO DO QUE EU LHES DIZIA ESTÁ ACONTECENDO!

    Com certeza nestes protestos que estão se realizando nesta semana não estão fazendo parte os recebedores do bolsa-escola, bolsa-família, tampouco os banqueiros e grandes empresários.

    A GRANDE MASSA DE IRRESIGNADOS NESTES PROTESTOS FAZ PARTE DA CLASSE MÉDIA ( DA QUAL NÓS SERVIDORES PÚBLICOS FAZEMOS PARTE).

    NÓS NÃO AGUENTAMOS MAIS QUE A VERBA QUE NOS É CONSTITUCIONALMENTE ASSEGURADA PARA O NOSSO REAJUSTE SEJA DESVIADA PELO EXECUTIVO ( E COADUNADO PELO LEGISLATIVO ) PARA A "COMPRA " DE VOTO E À CORRUPÇÃO!

    UM JUD/MPU FORTALECIDO É O PRIMEIRO PASSO À EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS DO CIDADÃO CONTRA A CORRUPÇÃO.

    O GIGANTE ESTÁ ACORDANDO!
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    Mensagem por Convidado Seg 24 Jun - 18:06

    colegas,

    sei que o tópico nao é conveniente, mas acho que diz respeito à luta dos servidores do PJU no brasil todo, pois se o RS não estiver nas lutas DE VERDADE ano que vem, nosso movimento já começa enfraquecido.

    No RS, amanhã haverá eleicoes para direção do SINTRAJUFE/RS, um dos maiores sindicatos do Judiciário federal de todo o pais. Um sindicato que sempre participou das mobilizações, e cuja força se somou e soma aos outros estados da federação na luta contra a politica de desvalorização de nossa carreira pelos governos Lula e Dilma.

    Há mais de 15 anos temos os mesmos digirentes ligados ao governos do PT preservando o interesse do seu partido, em prejuízo à nossas demandas. Essa é uma realidade que o DF conhece muito bem, o RJ também, e tantos outros estados de norte a sul.

    Portanto, para que em 2014 nossos sindicatos estejam lutando por um plano de carreria com equiparação salarial, por data-base, por 6 horas, enfim, pelos direitos da categoria, e não pela reeleição da DILMA, é essencial tirarmos o governo de dentro de nossas entidades.

    Nossa luta é a mesma que a da Najla e seus companheiros, que querem a renovação, na busca por sindicatos que representem de fato nossos anseios.

    Por tudo isso, chamo os foristas a votarem amanhã, dia 25/06, na chapa 2 - LUTA SINTRAJUFE - OPOSIÇÃO, formada por colegas que sempre criticaram o aparelhamento dos sindicatos pelo PT, que não aceitam mais a CUT trair nossas lutas em favor do governo, e que querem um sindicato que defenda a categoria, e não o patrão (ou patro, no caso)!
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    Mensagem por Analista Desafortunado Ter 30 Jul - 0:53

    pernalonga escreveu:colegas,

    sei que o tópico nao é conveniente, mas acho que diz respeito à luta dos servidores do PJU no brasil todo, pois se o RS não estiver nas lutas DE VERDADE ano que vem, nosso movimento já começa enfraquecido.

    No RS, amanhã haverá eleicoes para direção do SINTRAJUFE/RS, um dos maiores sindicatos do Judiciário federal de todo o pais. Um sindicato que sempre participou das mobilizações, e cuja força se somou e soma aos outros estados da federação na luta contra a politica de desvalorização de nossa carreira pelos governos Lula e Dilma.

    Há mais de 15 anos temos os mesmos digirentes ligados ao governos do PT preservando o interesse do seu partido, em prejuízo à nossas demandas. Essa é uma realidade que o DF conhece muito bem, o RJ também, e tantos outros estados de norte a sul.

    Portanto, para que em 2014 nossos sindicatos estejam lutando por um plano de carreria com equiparação salarial, por data-base, por 6 horas, enfim, pelos direitos da categoria, e não pela reeleição da DILMA, é essencial tirarmos o governo de dentro de nossas entidades.

    Nossa luta é a mesma que a da Najla e seus companheiros, que querem a renovação, na busca por sindicatos que representem de fato nossos anseios.

    Por tudo isso, chamo os foristas a votarem amanhã, dia 25/06, na chapa 2 - LUTA SINTRAJUFE - OPOSIÇÃO, formada por colegas que sempre criticaram o aparelhamento dos sindicatos pelo PT, que não aceitam mais a CUT trair nossas lutas em favor do governo, e que querem um sindicato que defenda a categoria, e não o patrão (ou patro, no caso)!

    Vejam a nota pública abaixo extraída do sítio do Sinje e também publicada pela Anata.

    SINJE – Nota pública
    Fortaleza-CE, 09 de Julho de 2013.

    O SINDICATO DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA ELEITORAL DO CEARÁ – SINJE/CE manifesta – através da presente nota pública destinada especialmente à Presidência da República, à Presidência do Tribunal Superior Eleitoral, ao Conselho Nacional de Justiça, à Presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, e à Nação – o posicionamento da categoria dos servidores públicos que ela representa, acerca de uma eventual convocação de plebiscito com o objetivo de realizar uma reforma política, assim como acerca do projeto que cria as funções fc-6 e fc-1 nos Cartórios Eleitorais de todo o Brasil.

    Primeiramente, destacamos que a Justiça Eleitoral é um órgão diferenciado no âmbito do Poder Judiciário, visto que há uma preponderância quantitativa de atividades administrativas em relação ao exercício de atos jurisdicionais.

    Curiosamente, enquanto o Poder Judiciário apresentou um índice de confiança de 37% no quarto trimestre de 2011 (conforme o Índice de Confiança na Justiça Brasileira – ICJBrasil da FGV), já em 2010 uma pesquisa de opinião, encomendada pelo Tribunal Superior Eleitoral ao Instituto Sensus, e realizada em 136 municípios revelava um nível de confiança de 73% conquistado pela Instituição, 94% de confiança na urna eletrônica, 97,1% na apuração dos resultados da eleição.

    Considerando ainda que a Justiça Eleitoral não possui membros exclusivos, emprestando-os temporariamente de outros órgãos do Poder Judiciário (art. 120 da Constituição Federal e arts. 16, 25 e 32 do Código Eleitoral), o elevado índice de aprovação da Justiça Eleitoral, historicamente conquistado, deve-se aos seus recursos humanos definitivo e perene, os servidores públicos aprovados em concursos públicos.

    Assim, é mister recordar à Nação que a superação da incerteza e da morosidade que maculavam a legitimidade do processo eleitoral só foi possível graças ao empenho da Justiça Eleitoral, norteada pelos valores declarados de ética, justiça, transparência, cidadania e valorização das pessoas.

    Todavia, essa valorização das pessoas não tem sido levada a contento em razão da postura adotada pelo Poder Executivo Federal nos últimos anos.

    A ingerência do Poder Executivo na elaboração das leis orçamentárias, mormente no que diz respeito ao orçamento do Poder Judiciário, órgão dotado de autonomia administrativa e financeira (art. 99 da Constituição Federal), tem conduzido a uma perda de recursos humanos dentro do Poder Judiciário Federal, incluindo a Justiça Eleitoral, em razão da perda do poder aquisitivo causado pela inflação.

    Obviamente, todos os trabalhadores estão sujeitos à inflação. Mas ao contrário da iniciativa privada, os servidores públicos não possuem o direito de greve regulamentado (art. 37, VII da Constituição Federal), em razão de inércia legislativa, e tem sido reiteradamente obstados de exercer movimento grevista em razão de decisões liminares do Poder Judiciário.

    Além disso, embora o Brasil seja signatário da Convenção nº 151 da OIT, o direito de negociação coletiva diretamente com as autoridades públicas envolvidas (art. 7º da Convenção) não tem ocorrido, limitando-se a Presidência da República e os Tribunais a interpor funcionários do baixo escalão no processo de negociações.

    Aliás, negociações que se tornam cada vez mais difíceis ou até mesmo impossíveis, caso o PL 611/07, que prevê o congelamento do salários dos servidores até 2019, venha a ser convertido em lei.

    Existe um processo eleitoral a ser cumprido, como bem salientou a Exma. Ministra Carmen Lúcia na Ata da Reunião com os Presidentes dos TREs. E esse processo exige um cumprimento não apenas das normas legais, mas sobretudo das constitucionais.

    A Constituição garante ao trabalhador, indistintamente, uma duração do trabalho não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, bem como uma jornada ininterrupta de seis horas diárias. Em qualquer hipótese, a flexibilização deve decorrer de negociação coletiva com a entidade representativa.

    Todo e qualquer trabalho exigido pela Administração Pública sem que exista uma negociação coletiva, configura trabalho forçado, o qual a República Federativa do Brasil obrigou-se pela Convenção OIT nº 29 a combater.

    Diante de um quadro de obrigação dos servidores da Justiça Eleitoral a trabalhar muito além do constitucionalmente exigido, sem a negociação através de seu sindicato, e, no caso da realidade do Ceará, com regras estritamente restritivas e mutáveis para a compensação de carga horária, que causam insegurança acerca da sua real fruição, foi deliberado que, doravante, os servidores da Justiça Eleitoral não se submeterão voluntariamente a uma jornada de trabalho que exceda aquela limitada pela Constituição Federal, até que sejam devidamente retomadas as negociações coletivas.

    Ademais, por oportuno e em respeito a diversas súplicas de nossos filiados lotados nas Zonas Eleitorais, ressaltamos que a atividade fim da Justiça Eleitoral é feita no dia a dia e, principalmente no período eleitoral, pelos Cartórios Eleitorais (capital e interior).

    Entretanto, os servidores lotados nas Zonas Eleitorais de todo o Estado do Ceará (não temos legitimidade para se reportar aos outros Estados) não estão sentindo um feedback efetivo por parte da Administração do Tribunal Superior Eleitoral – TSE, assim como do TRE-CE no intuito de prestigiar e tomar atitudes que motivem o servidor do interior a permanecer em sua lotação originária.

    É claro que sabemos acerca do contingenciamento orçamentário, da política arbitrária, nefasta e antidemocrática do Poder Executivo da União em “comandar” o orçamento do PJU, dentre diversos outros fatores que dificultam o atendimento dos interesses dos servidores da JE.

    Contudo, sabemos que o TSE está praticamente inerte acerca da valorização de seus servidores, mormente os lotados nas Zonas Eleitorais, a exemplo (dentre vários outros temas que o SINJE está a disposto a debater, mas para não cansar os leitores, deixaremos para discutir no momento oportuno) do projeto que cria os cargos de fc-6 e fc-1 para os Cartórios Eleitorais.

    E nem se diga que este projeto beneficia apenas os servidores do interior.

    Será mesmo que se existissem duas funções em cada Cartório Eleitoral (uma fc-6 e uma fc-1) os TREs de todo o Brasil estariam com tantas lotações provisórias na Capital de servidores oriundos do interior, galgadas por motivo de saúde tanto do servidor como de membro de sua família, assim como por acompanhamento de cônjuge?

    Ou será que caso esse projeto fosse implantado, haveria um trânsito de servidores do interior à capital, mas também no sentido inverso?

    NÓS ACREDITAMOS QUE SIM.

    Pois, dessa forma, a título de exemplo, muitos servidores que sempre estiveram lotados nas capitais (sabemos que são muitos) e que desejassem, de alguma forma mudar de vida, assim como aprimorar seus conhecimentos na atividade fim da Justiça Eleitoral, poderiam sim remover/permutar para o interior, cientes de que haveria uma contraprestação financeira a fim de minorar as diversas dificuldades inerentes ao sertão/interior.

    Assim, NÃO SÓ OS SERVIDORES DAS ZONAS DO INTERIOR, mas também os das capitais seriam beneficiados com esse projeto, assim como o serviço médico, Presidência, Corregedoria, bem como os diversos setores dos TREs que estão envolvidos diretamente no processo de remoção, tanto por motivo de saúde, como para acompanhar cônjuge, pois sabemos que estão abarrotados de processos com esse conteúdo, basta uma simples leitura nos Diários da Justiça de todo o País.

    Mas quem ganharia principalmente seria toda a Justiça Eleitoral, porquanto iria prestar ainda um melhor serviço à sociedade, uma vez que seus servidores estariam em suas lotações por vontade própria, não mais contando ansiosamente os dias por uma incerta, pobre de vagas e longínqua remoção.

    Parafraseando a comandante suprema de nossa Justiça Eleitoral, Ministra Carmen Lúcia, não apenas o juiz não se descuida do poeta Mário Quintana:

    “Não serei o poeta de um mundo caduco.
    Também não cantarei o mundo futuro.
    Estou preso à vida e olho meus companheiros.
    Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
    Entre eles, considero a enorme realidade.
    O presente é tão grande, não nos afastemos.
    Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.”
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    Mensagem por meio_fio Sex 30 Ago - 14:55

    Moveu-se....

    PROCESSO: PA_ Nº 19327 - PROCESSO ADMINISTRATIVO UF: DF JUDICIÁRIA
    Nº ÚNICO: 164785.2004.600.0000
    MUNICÍPIO: BRASÍLIA - DF N.° Origem:
    PROTOCOLO: 121042004 - 13/09/2004 13:37
    INTERESSADO: TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL
    RELATOR(A): MINISTRO JOSÉ ANTÔNIO DIAS TOFFOLI
    IMPEDIDO: JOSÉ PAULO SEPÚLVEDA PERTENCE (Impedimento por redistribuição)
    ASSUNTO: CRIAÇÃO DE CARGOS E FUNÇÕES - CARTÓRIOS ELEITORAIS
    LOCALIZAÇÃO: GAB-DG-GABINETE DO DIRETOR-GERAL
    FASE ATUAL: 30/08/2013 13:17-Recebimento


    Andamento Distribuição Despachos Decisão Petições Todos

    Andamentos
    Seção Data e Hora Andamento
    GAB-DG 30/08/2013 13:17 Recebimento
    COPES 30/08/2013 11:11 Remessa para GAB-DG.
    COPES 30/08/2013 11:11 Por solicitação .
    COPES 05/06/2012 12:14 Recebimento
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    Mensagem por camirecas Ter 3 Set - 12:01

    Pressão de servidores para envio da proposta de isonomia entre os chefes de cartório eleitoral
    terça-feira, 3 de setembro de 2013

    A luta dos servidores da Justiça Eleitoral pela isonomia entre chefes de cartório do interior e da capital vive dias que podem ser decisivos. Os trabalhadores querem que o Tribunal Superior Eleitoral envie até sexta-feira (30) ao Congresso Nacional o projeto de lei que assegura o atendimento da reivindicação. Dirigentes da federação nacional (Fenajufe) protocolaram no TSE ofício neste sentido, acompanhado de novo pedido de audiência com a presidenta Cármem Lúcia.

    Os coordenadores da federação nacional pautaram a demanda na reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, ocorrida na segunda-feira (26). O ministro chegou a questionar se a isonomia seria justa, mas, ao final, sinalizou que não se opõe ao envio do projeto ao Legislativo para posterior referendo do Conselho Nacional de Justiça, órgão também presidido por ele. “Reivindicamos o envio do projeto imediatamente, independente do colegiado [do CNJ]”, disse Adilson Rodrigues, um dos coordenadores da federação que estiveram na audiência com Joaquim Barbosa. “É uma reivindicação muito esperada pelos servidores da Justiça Eleitoral”, afirmou.

    O dirigente sindical explica que o não encaminhamento agora da proposta significará dificuldades muito maiores para aprová-la e implementá-la. Para serem incluídos no orçamento de 2014, os projetos precisam estar na Câmara até no máximo 31 de agosto. Esta é uma condição imposta pelo governo federal na Lei de Diretrizes Orçamentárias, por sinal contestada pelas representações sindicais do funcionalismo por fixar a data como uma barreira às reivindicações salariais da categoria . Nada impede, porém, que a ratificação do CNJ ocorra após o projeto ser remetidos ao parlamento.

    Defesa da proposta

    Na negociação com o STF, Joaquim Barbosa chegou a pôr em questão se o pleito era justo. Argumentou que a responsabilidade e o volume de trabalho nos cartórios da capital seriam bem maiores do que no interior. Mas sinalizou acordo com a proposta ao ouvir os servidores explicarem que muitas zonas eleitorais do interior têm abrangência e número de eleitores superiores à de bairros das capitais.

    Na avaliação da servidora Eugênia Lacerda, outra coordenadora da federação que participou da audiência, foi produtivo o resultado da conversa com o presidente do STF neste aspecto. Embora o ministro tenha alegado não ter muito o que fazer, por outro lado praticamente deu sinal verde para que Carmem Lúcia encaminhe o projeto para posterior referendo do CNJ, que só terá sessão em setembro.

    A luta pela isonomia remonta a 2006. A diferença na remuneração de chefes de cartório da capital e do interior está nas funções comissionadas. Enquanto na capital é FC-4, no interior é FC-1. Desde agosto de 2011 o TSE possui decisão favorável à isonomia, que atende ao pleito da federação e converte as funções para chefes de cartório da capital e do interior em FC-6 – além de criar para cada cartório uma FC-1. Faz poucos dias, dirigentes da federação se reuniram no CNJ com a ministra Cristina Irigoyen Peduzzi, relatora do anteprojeto encaminhado pelo TSE ao conselho. Pediram agilidade na análise do caso e defenderam a isonomia. A proposta está lá desde maio de 2012. A depender da vontade dos servidores, agora só será apreciada no CNJ após o projeto chegar ao Congresso.

    Por Hélcio Duarte Filho

    Fonte:Luta Fenajufe Noticias
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    Mensagem por Patriot Ter 3 Set - 21:50

    Fiquei com uma dúvida: Se a lei Orçamentária já prêve a criação de 513 cargos para Justiça Eleitoral é realmente necessário que o projeto de lei que cria os citados cargos seja enviado ao Congresso até 31 de agosto? Ou o mesmo poderá se enviado posteriormente?
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    Mensagem por Ronnie Adams Qua 4 Set - 17:20

    Olha o PCS próprio dos servidores da JE aí gente! E depois reclamam porque a categoria só leva na cabeça. Temos é que diminuir o número de funções na maioria dos tribunais e não criar novas e mais gordas.
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    Mensagem por Analista Desafortunado Sex 6 Set - 1:57

    Extraído do sítio do Sinje:


    Requerimento apresentado pelo SINJE à FENAJUFE




    REQUERIMENTO


    Assunto: ANTEPROJETO DE LEI 0003409-91.2012.2.00.0000
    Originado do Processo Administrativo do TSE n.º 19.327/2004 – que dispõe sobre a criação de cargos efetivos no quadro de pessoal da Justiça Eleitoral nas zonas eleitorais criadas após a Lei 10.842/2004 e o possível Projeto de Lei que se originará dele (cargos necessários por conta da defasagem entre o período da sanção da Lei n.º 10.842/2004, que criou o quadro dos cartórios na Justiça Eleitoral – um analista e um técnico, como quadro mínimo – e os cartórios que foram criados depois da lei sem a previsão dos cargos).

    Ilustríssimo(a) Senhor(a) Presidente da FENAJUFE,

    O SINJE/CE, no exercício do direito de petição e da liberdade de expressão, materializando a democracia participativa na qual estamos inseridos, utiliza do presente para solicitar à FENAJUFE que encaminhe ao CNJ a reivindicação de mais celeridade no encaminhamento ao Congresso Nacional do ANTEPROJETO DE LEI 0003409-91.2012.2.00.0000 (criação de cargos efetivos no quadro de pessoal da Justiça Eleitoral nas zonas eleitorais criadas após a Lei 10.842/2004).

    A criação de novos cargos na Justiça Eleitoral se faz necessária principalmente por conta da defasagem entre o período da sanção da Lei n.º 10.842/2004, que criou o quadro dos cartórios na Justiça Eleitoral (um analista e um técnico, como quadro mínimo) e os cartórios que foram criados depois da lei sem a previsão dos cargos.

    Assim, a Justiça Eleitoral é a única que cresce sem criar os cargos necessários para sua expansão. O déficit é grande, o que sacrifica os servidores, já que muitos são realocados da secretaria ou de outras ZEs para cobrir as novas zonas.

    A Justiça Eleitoral, em virtude dos períodos ditatoriais em nosso país, é o ramo do Poder Judiciário menos valorizado, mormente no que diz respeito à sua estrutura e recursos humanos.

    Desde sua criação no ano de 1932, a Justiça Eleitoral vem se valendo do instituto da requisição de servidores para suprir a necessidade de pessoal na sede dos Tribunais Regionais Eleitorais e, principalmente, nos cartórios eleitorais.

    É fato notório que os TREs em todo o Brasil, desde a criação da Justiça Eleitoral, funcionam com número excessivo de servidores cedidos e/ou requisitados de outros órgãos públicos, tais como Prefeituras, Secretarias de Estado, Tribunais de Justiça etc.
    Essa situação, contudo, torna-se inaceitável diante de mais de duas décadas de vigência da atual Constituição, a qual prevê, com raríssimas exceções, a regra do concurso público.

    Saliente-se que, mesmo antes da atual Constituição, as Leis nº 4.737/65 (Código Eleitoral) e nº 6.999/82 já previam que a requisição de servidores de outros órgãos públicos se daria tão somente em situações excepcionais e temporárias.

    Entretanto, valendo-se dessa via indireta de composição da mão de obra dos Cartórios Eleitorais, os TREs de todo o Brasil têm eternizado as requisições de servidores, as quais perderam seu caráter excepcional e temporário, tornando-as manifestamente ilegais e inconstitucionais.

    Na tentativa de regularizar esse cenário, o Tribunal de Contas da União já efetuou algumas fiscalizações e recomendações determinando a devolução dos requisitados aos órgãos de origem, bem como a substituição por servidores efetivos concursados, nos termos da Resolução nº 88/2009, do CNJ.

    Não obstante, os TREs continuam requisitando servidores, na justificativa de que enquanto não forem criados, por lei, novos cargos efetivos em seus respectivos quadros de pessoal a devolução dos servidores requisitados e cedidos torna-se impossível.

    Desta forma, é condição imprescindível, pois, para uma sólida democracia, que a Justiça Eleitoral seja devidamente aparelhada, com adequada estrutura e, principalmente, com servidores públicos efetivos do seu próprio quadro.

    Em maio de 2012, o Tribunal Superior Eleitoral enviou o Ofício n.º 2.084 (em anexo) para que este Egrégio Conselho aprove o anteprojeto de lei prevendo a criação de alguns poucos cargos na Justiça Eleitoral, para suprir apenas as zonas eleitorais não contempladas pela Lei nº 10.842/04, com o quantitativo mínimo de servidores efetivos previsto em seu art. 1º, ou seja, 01 (um) técnico judiciário – área administrativa e 01 (um) analista judiciário para cada zona eleitoral.

    O ofício supracitado foi distribuído no CNJ em 12/06/2012 e o processo autuado sob o nº 0003409-91.2012.2.00.0000.

    Em 12/06/2012, foi proferido o seguinte despacho inicial:

    “PARECER DE MÉRITO SOBRE ANTEPROJETO DE LEI 0003409-91.2012.2.00.0000
    Requerente: Tribunal Superior Eleitoral
    Requerido: Conselho Nacional de Justiça
    D E S P A C H O
    O Tribunal Superior Eleitoral encaminha para análise e manifestação deste Conselho proposta de anteprojeto de lei para criação de cargos efetivos e funções comissionadas nos quadros de pessoal dos Tribunais Regionais Eleitorais.
    Preliminarmente, submeto os autos à consideração do Departamento de Acompanhamento Orçamentário deste Conselho Nacional de Justiça para que exare, em 15 dias, parecer acerca da adequação orçamentária da aludida proposta.
    Brasília, 12 de junho de 2012.
    CARLOS ALBERTO REIS DE PAULA
    Conselheiro”

    No entanto, conforme consulta ao Sistema de Processo Eletrônico do CNJ, o Processo 0003409-91.2012.2.00.0000 encontra-se SUSPENSO desde o dia 25/09/2012.

    Em contato com a Ouvidoria do CNJ sobre o porquê do processo continuar sobrestado, o CNJ proferiu as seguintes respostas:

    “Assunto: Ouvidoria – CNJ – CNJ Relato: 74174
    Registro Ouvidoria/CNJ: 74174

    De ordem do Conselheiro Carlos Alberto Reis de Paula, informo que o Parecer de Mérito em Anteprojeto de Lei nº 3409-91.2012.2.00.0000, que trata da criação de cargos e funções na Justiça Eleitoral, encontra-se sobrestado por deliberação do Plenário do CNJ, juntamente com os demais processos de mesma natureza.
    Informo, outrossim, que, findas as circunstâncias que ensejaram o sobrestamento, o referido processo será incluído em pauta.
    O Conselheiro Carlos Alberto está ciente da importância da análise do PAM em referência e envidará esforços para o seu regular prosseguimento, tão logo seja possível.
    Atenciosamente,
    Ouvidoria
    Conselho Nacional de Justiça”

    “Registro Ouvidoria/CNJ: 74391

    De ordem, esclareço que circunstâncias que ensejaram o sobrestamento do PAM em referência são de ordem político-institucional, inserindo-se em aspectos de conveniência e oportunidade, consoante deliberação plenária.

    Atenciosamente,

    Edvaldo Santos Guimarães Júnior

    Assessor do Conselheiro Carlos Alberto

    Atenciosamente,
    Ouvidoria Conselho Nacional de Justiça”

    Tendo em vista a demora no CNJ da aprovação do ANTEPROJETO DE LEI 0003409-91.2012.2.00.0000, a criação de cargos na Justiça Eleitoral tem sido tema de diversos encontros dos Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais.

    Em abril de 2013, os Presidentes e diretores-gerais de todos os Tribunais Regionais Eleitorais do Brasil estiveram reunidos em Fortaleza-CE, no 59º Encontro do Colegiado de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (COPTREL) discutindo o futuro da Justiça Eleitoral no Brasil.

    O evento iniciou com o Encontro de Diretores-Gerais da Justiça Eleitoral, também no Gran Marquise Hotel. Na pauta, 15 temas relacionados à gestão administrativa dos tribunais regionais de cada estado. Um dos temas mais comentados foi a criação de cargos para a Justiça Eleitoral em todo o país, cuja última contemplação para cartório eleitoral decorreu da lei 10.842 ainda no ano de 2004.

    Na oportunidade foi salientado que o TSE aprovou proposta de criação de cargos efetivos para atender às zonas eleitorais criadas após essa lei, totalizando 166 cartórios. Ao todo, seriam 166 cargos de Analistas Judiciários e 166 cargos de Técnico Judiciário. Referida proposta, no entanto, está no Conselho Nacional de Justiça para aprovação.

    O diretor-geral Anderson Corrêa assumiu a responsabilidade de levar a urgência da demanda para a ministra Carmém Lúcia, que poderá atuar junto ao CNJ para a aprovação da proposta. O diretor-geral do TRE-RR, Adriano Nogueira, ressaltou a importância da criação dos cargos. “Hoje contamos com servidores cedidos de outros órgãos públicos, pois temos a demanda, mas os cargos não foram criados até o momento. A falta de servidores na Justiça Eleitoral é ponto comum em muitos TREs do Brasil”.

    A Ministra Carmen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), marcou presença no encontro e ressaltou a necessidade de buscar uma solução definitiva para o quadro de pessoal da Justiça Eleitoral.

    A falta de servidores na Justiça Eleitoral é quase consenso entre os Tribunais Regionais Eleitorais em todo o país e foi amplamente debatida e enfatizada por vários presidentes, especialmente do norte do país. No entanto, a criação de cargos depende de lei federal e aprovação também do Conselho Nacional de Justiça.

    Buscando solução temporária para o problema, especialmente em fechamento de cadastro, revisão eleitoral e período eleitoral, diretores dos Tribunais de Rondônia e Rio de Janeiro sugeriram a contratação de serviço terceirizado, em substituição à mão de obra requisitada. Essa medida independe de regulamentação por parte do TSE, necessitando apenas de disponibilidade orçamentária. A proposta foi aprovada por unanimidade pelo Colégio de Presidentes e seria um paliativo, enquanto os cargos efetivos não são criados.

    O diretor-geral do TRE-RR, Adriano Nogueira, destacou o aceno positivo da ministra Cármen Lúcia quanto à criação dos cargos para os cartórios eleitorais e o interesse em tratar a questão no mês de maio. “Essa era uma das nossas principais angústias administrativas. Ter servidores efetivos executando o trabalho fim da Justiça Eleitoral”, enfatizou.

    O 59º Encontro do Colégio de Presidentes dos TREs foi encerrado com a leitura e assinatura da Carta de Fortaleza e com a certeza de que os servidores da Justiça Eleitoral devem receber um tratamento compatível à importância dos trabalhos que realizam para o fortalecimento do processo democrático brasileiro, com dedicação, assegurando plenamente a soberania popular, combatendo com técnica e qualificação a velha corrupção eleitoral. Afinal, a quem deve interessar uma Justiça Eleitoral desprofissionalizada? E quem tem medo da criação de mais cargos na Justiça Eleitoral?

    Em abril de 2013, também ocorreu nos dias 11 a 13 de abril, o XXXIII Encontro do Colégio de Corregedores da Justiça Eleitoral.

    O evento aconteceu em Rio Quente, Estado de Goiás, e contou com a presença da ministra Laurita Vaz, que sucederá a Corregedora Geral Eleitoral, ministra Nancy Andrighi.

    Os participantes abordaram temas diversos de interesse das unidades correcionais, destacando-se as propostas do Sindicato dos Servidores em Goiás, relativas à criação de cargos na Justiça Eleitoral e isonomia nas funções de chefes de cartório.

    A criação de cargos para as zonas eleitorais também será um dos temas a serem debatidos no 1º Encontro de Presidentes dos TRE´s da Amazônia, a ser realizado no dia 09 de agosto de 2013, em Boa Vista. O evento, organizado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR), contará com a participação de todos os presidentes de TRE´s da Amazônia Legal, além da presença confirmada do ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    De acordo com o diretor-geral do TRE-RR, Adriano Nogueira, o Anteprojeto de Lei n.º 3409-91.2012 (em tramitação no Conselho Nacional de Justiça), discute a criação de cargos somente nas zonas eleitorais criadas após a Lei 10.842/2004 (166 cargos de analista e 166 cargos de técnico judiciário). Segundo Nogueira, “Essa quantidade é muito inferior à real necessidade da Justiça Eleitoral, de acordo com estudos feitos pelo próprio TSE. Por essa razão, devemos propor mudança no Anteprojeto de Lei enviado ao CNJ, a fim de que seja readequado para criação de cargos necessários ao bom funcionamento dos TRE’s, sem necessidade de requisição ou teremos uma medida defasada antes de sua aprovação”.

    O diretor-geral do TRE-RR comentou que, no encontro, será debatida a possibilidade de realizar uma audiência com o presidente do CNJ e com o ministro relator do processo, antes que seja proferida a decisão final. “A democracia não tem preço, o impacto orçamentário para a criação de cargos é conta paga pelo próprio eleitor por meio da elevadíssima carga tributária imposta”, ressaltou.

    Irão participar do evento os presidentes, diretores-gerais e assessores de comunicação dos TRE´s de Roraima, Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia, Pará, Maranhão, Mato Grosso e Tocantins, estados que juntos, correspondem a 61% do território brasileiro. O principal objetivo é fortalecer e unificar o discurso da Justiça Eleitoral na Amazônia, região que compartilha das mesmas problemáticas.

    O ANTEPROJETO DE LEI 0003409-91.2012.2.00.0000 deveria ter mais facilidade para ser aprovado no CNJ, porque decorreu de uma imprevisão legal, já que as zonas eleitorais já foram criadas, faltando apenas os cargos.

    Podemos verificar, então, que o que gerou a elaboração, no TSE, desses estudos sobre a necessidade de criação de cargos para a Justiça Eleitoral foi o déficit de pessoal na Justiça Eleitoral como um todo. A situação piorou com as eleições municipais de 2008 e 2012, pois a escassez de servidores efetivos contribuiu demasiadamente para a demora no julgamento de processos das candidaturas.

    Além das solicitações dos próprios Presidentes dos TREs, entidades sindicais como o Sinjufego também têm demonstrado apoio à criação de mais cargos na Justiça Eleitoral.

    A partir dessas premissas, resta patente que, caso não se crie cargos, a eleição de 2014, bem como a de 2016 podem sofrer ainda mais do que as de 2008, 2010 e 2012, já que haverá menos servidores em exercício, em função de novas vacâncias.

    Caso haja a criação dos cargos efetivos, poderá ser rápido o preenchimento deles, já que a maioria dos Tribunais está com concursos em vigor. Com isso, ainda será possível atender às eleições de 2014.

    Para que a Justiça Eleitoral não sofra no futuro e com ela a nossa sociedade, o SINJE solicita à Fenajufe:

    1. Que empreenda esforços junto ao Conselho Nacional de Justiça para que este julgue o ANTEPROJETO DE LEI 0003409-91.2012.2.00.0000 o quão antes puder, a fim de que o nosso Congresso Nacional possa transformá-lo em lei o mais breve possível.

    Certos da atenção e consideração de Vossa Senhoria ao assunto ora exposto, desde já agradecemos.

    SINJE/CE
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    Mensagem por Truta do Policarpo Qua 2 Out - 23:38

    Infelizmente o Barbosão acha que não deve haver isonomia entre os chefes de cartório.
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    Mensagem por Judiciário Sex 4 Out - 16:19

    Enquanto a Justiça Eleitoral pleiteia a longo tempo criar uma FC - 6 de Chefe de Cartório e FC - 1 de Assistente I, o STF envia um projeto que majora as CJs que beneficia apenas a Staff e que provavelmente terá uma tramitação rápida.

    Segundo o Ministro do TSE os Cartórios Eleitorais tiveram responsabilidade pela rejeição do partido de Marina Silva, como se vê:

    "Ministro do TSE, Gilmar Mendes, culpa os cartórios pela rejeição da Rede Sustentabilidade
    O partido criado por Marina Silva teve apenas o voto dele como favorável à validação da sigla."

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    Mensagem por Convidado Sex 4 Out - 17:35

    Judiciário escreveu:Enquanto a Justiça Eleitoral pleiteia a longo tempo criar uma FC - 6 de Chefe de Cartório e FC - 1 de Assistente I, o STF envia um projeto que majora as CJs que beneficia apenas a Staff e que provavelmente terá uma tramitação rápida.

    Segundo o Ministro do TSE os Cartórios Eleitorais tiveram responsabilidade pela rejeição do partido de Marina Silva, como se vê:

    "Ministro do TSE, Gilmar Mendes, culpa os cartórios pela rejeição da Rede Sustentabilidade
    O partido criado por Marina Silva teve apenas o voto dele como favorável à validação da sigla."

    http://radio.estadao.com.br/audios/audio.php?idGuidSelect=94C33A954880473ABAA3ECBD357E3B13

    Para a criação do partido da Marina, mais forte candidata da oposição, há conferência de assinatura uma por uma, muitas vezes não de servidores da justiça eleitoral, mas sim requisitados de partidos políticos que qualquer um que tem parente numa cidadezinha do interior sabe como o bonde toca.

    Agora, para o voto em si, muito mais importante, não há conferência de assinatura. Inclusive, qualquer um que já foi mesário sabe que não dá para exigir RG em certos lugares onde a criminalidade, pela própria ineficiência do Estado, é alta.
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    Mensagem por Guri de Zona Sex 4 Out - 18:50

    josebarbos escreveu:
    Judiciário escreveu:Enquanto a Justiça Eleitoral pleiteia a longo tempo criar uma FC - 6 de Chefe de Cartório e FC - 1 de Assistente I, o STF envia um projeto que majora as CJs que beneficia apenas a Staff e que provavelmente terá uma tramitação rápida.

    Segundo o Ministro do TSE os Cartórios Eleitorais tiveram responsabilidade pela rejeição do partido de Marina Silva, como se vê:

    "Ministro do TSE, Gilmar Mendes, culpa os cartórios pela rejeição da Rede Sustentabilidade
    O partido criado por Marina Silva teve apenas o voto dele como favorável à validação da sigla."

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    Para a criação do partido da Marina, mais forte candidata da oposição, há conferência de assinatura uma por uma, muitas vezes não de servidores da justiça eleitoral, mas sim requisitados de partidos políticos que qualquer um que tem parente numa cidadezinha do interior sabe como o bonde toca.

    Agora, para o voto em si, muito mais importante, não há conferência de assinatura. Inclusive, qualquer um que já foi mesário sabe que não dá para exigir RG em certos lugares onde a criminalidade, pela própria ineficiência do Estado, é alta.
    Das duas uma: ou tu não sabes de nada, ou faz que não sabe.

    Como os outros dois partidos recentemente criados conseguiram? Ah, é porque não tem "a mais forte candidata da oposição"...

    A Marina não teve sequer competência para criar um partido, o que é uma barbada, imagina para administrar o país!

    Tá bom? Longe disso. O PSDB é a solução? Idem. Mas a Marina... fuja loco!

    E tenho dito.

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