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    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

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    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  - Página 2 Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por cesarblf Sex 21 Mar 2014, 8:09 am

    Prezados colegas,

    Tive conhecimento de que foi mencionada, ONTEM, na reunião ampliada da FENAJUFE, a criação da nova Associação Nacional dos Técnicos Judiciários do Poder Judiciário da União (TECJUFE). Como todos podem imaginar: a maioria ficou calada, e uma importante minoria aprovou. Nenhuma novidade nisso! Esperamos, sinceramente, que a FENAJUFE também atue em nosso favor, principalmente pela busca da elevação de nivel de escolaridade, para superior. A união de esforços é necessária, e sempre será bem vinda. Vale ressaltar que foi informado, no entanto, nessa reunião ampliada, que PODERÁ HAVER BOICOTE A QUALQUER MOVIMENTO GREVISTA SE A FENAJUFE NÃO ATUAR EM FAVOR TAMBÉM DOS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS. Isso foi deixado bem claro por um colega nosso, e representa a opinião da maioria, na medida em que só faz sentido participar de greve ou de qualquer outra manifestação quando se está em jogo a devida representatividade. NÃO FAZ O MENOR SENTIDO ATUAR EM QUALQUER MANIFESTAÇÃO GREVISTA SE OS INTERESSES DE TODAS AS CATEGORIAS NÃO ESTÃO SENDO PERSEGUIDOS DE FORMA EQUÂNIME. Essa é uma lógica que tende a se fortalecer, de forma madura, sem favorecimentos, revanchismos ou interesse de fragilização. Busca-se apenas que todas as categorias (analistas, técnicos, seguraça e transporte, oficiais de justiça etc.) sejam devidamente representadas. CHEGOU A HORA DE OS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS TAMBÉM BUSCAREM SEUS INTERESSES! Ontem, foram tantos emails recebidos em favor da TECJUFE, que ficamos impressionados. Muitos técnicos do MPU também demonstraram interesse em participar desse NOVO MOVIMENTO DOS TÉCNICOS que se agiganta, e isso poderá gerar futuras alterações em favor desse agrupamento. Essa nova luta vai continuar independemente de formação de novos quadros ou ramificações dentro do PJU. Esse é o pensamento de todos os envolvidos. Estamos cientes de que nada mais justo que procurar a valorização de forma equitativa. Sempre postarei novidades sobre o assunto. Participem! Destaca-se novamente que:

    "Para ser incluído no grupo, basta mandar e-mail para: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link], informando nome completo, órgão/Estado em que está lotado.
    Salienta-se que esse grupo é destinado aos técnicos judiciários do Poder Judiciário da União (JF, JT, JE, JM e TJDFT)", mas os técnicos judiciários do MPU também podem participar.
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    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  - Página 2 Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por zeirao Sex 21 Mar 2014, 11:38 am

    Vai estudar pra Analista que vc ganha mais...
    Engraçado o povo querer trem da alegria em tempos atuais. Essa mamata imoral já é coisa do passado.

    cesarblf escreveu:
    Prezados colegas,

    Tive conhecimento de que foi mencionada, ONTEM, na reunião ampliada da FENAJUFE, a criação da nova Associação Nacional dos Técnicos Judiciários do Poder Judiciário da União (TECJUFE). Como todos podem imaginar: a maioria ficou calada, e uma importante minoria aprovou. Nenhuma novidade nisso! Esperamos, sinceramente, que a FENAJUFE também atue em nosso favor, principalmente pela busca da elevação de nivel de escolaridade, para superior. A união de esforços é necessária, e sempre será bem vinda. Vale ressaltar que foi informado, no entanto, nessa reunião ampliada, que PODERÁ HAVER BOICOTE A QUALQUER MOVIMENTO GREVISTA SE A FENAJUFE NÃO ATUAR EM FAVOR TAMBÉM DOS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS. Isso foi deixado bem claro por um colega nosso, e representa a opinião da maioria, na medida em que só faz sentido participar de greve ou de qualquer outra manifestação quando se está em jogo a devida representatividade. NÃO FAZ O MENOR SENTIDO ATUAR EM QUALQUER MANIFESTAÇÃO GREVISTA SE OS INTERESSES DE TODAS AS CATEGORIAS NÃO ESTÃO SENDO PERSEGUIDOS DE FORMA EQUÂNIME. Essa é uma lógica que tende a se fortalecer, de forma madura, sem favorecimentos, revanchismos ou interesse de fragilização. Busca-se apenas que todas as categorias (analistas, técnicos, seguraça e transporte, oficiais de justiça etc.) sejam devidamente representadas. CHEGOU A HORA DE OS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS TAMBÉM BUSCAREM SEUS INTERESSES! Ontem, foram tantos emails recebidos em favor da TECJUFE, que ficamos impressionados. Muitos técnicos do MPU também demonstraram interesse em participar desse NOVO MOVIMENTO DOS TÉCNICOS que se agiganta, e isso poderá gerar futuras alterações em favor desse agrupamento. Essa nova luta vai continuar independemente de formação de novos quadros ou ramificações dentro do PJU. Esse é o pensamento de todos os envolvidos. Estamos cientes de que nada mais justo que procurar a valorização de forma equitativa. Sempre postarei novidades sobre o assunto. Participem! Destaca-se novamente que:

    "Para ser incluído no grupo, basta mandar e-mail para: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link], informando nome completo, órgão/Estado em que está lotado.
    Salienta-se que esse grupo é destinado aos técnicos judiciários do Poder Judiciário da União (JF, JT, JE, JM e TJDFT)", mas os técnicos judiciários do MPU também podem participar.
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    Mensagem por cesarblf Sex 21 Mar 2014, 12:09 pm

    zeirao escreveu:Vai estudar pra Analista que vc ganha mais...
    Engraçado o povo querer trem da alegria em tempos atuais. Essa mamata imoral já é coisa do passado.

    cesarblf escreveu:
    Prezados colegas,

    Tive conhecimento de que foi mencionada, ONTEM, na reunião ampliada da FENAJUFE, a criação da nova Associação Nacional dos Técnicos Judiciários do Poder Judiciário da União (TECJUFE). Como todos podem imaginar: a maioria ficou calada, e uma importante minoria aprovou. Nenhuma novidade nisso! Esperamos, sinceramente, que a FENAJUFE também atue em nosso favor, principalmente pela busca da elevação de nivel de escolaridade, para superior. A união de esforços é necessária, e sempre será bem vinda. Vale ressaltar que foi informado, no entanto, nessa reunião ampliada, que PODERÁ HAVER BOICOTE A QUALQUER MOVIMENTO GREVISTA SE A FENAJUFE NÃO ATUAR EM FAVOR TAMBÉM DOS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS. Isso foi deixado bem claro por um colega nosso, e representa a opinião da maioria, na medida em que só faz sentido participar de greve ou de qualquer outra manifestação quando se está em jogo a devida representatividade. NÃO FAZ O MENOR SENTIDO ATUAR EM QUALQUER MANIFESTAÇÃO GREVISTA SE OS INTERESSES DE TODAS AS CATEGORIAS NÃO ESTÃO SENDO PERSEGUIDOS DE FORMA EQUÂNIME. Essa é uma lógica que tende a se fortalecer, de forma madura, sem favorecimentos, revanchismos ou interesse de fragilização. Busca-se apenas que todas as categorias (analistas, técnicos, seguraça e transporte, oficiais de justiça etc.) sejam devidamente representadas. CHEGOU A HORA DE OS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS TAMBÉM BUSCAREM SEUS INTERESSES! Ontem, foram tantos emails recebidos em favor da TECJUFE, que ficamos impressionados. Muitos técnicos do MPU também demonstraram interesse em participar desse NOVO MOVIMENTO DOS TÉCNICOS que se agiganta, e isso poderá gerar futuras alterações em favor desse agrupamento. Essa nova luta vai continuar independemente de formação de novos quadros ou ramificações dentro do PJU. Esse é o pensamento de todos os envolvidos. Estamos cientes de que nada mais justo que procurar a valorização de forma equitativa. Sempre postarei novidades sobre o assunto. Participem! Destaca-se novamente que:

    "Para ser incluído no grupo, basta mandar e-mail para: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link], informando nome completo, órgão/Estado em que está lotado.
    Salienta-se que esse grupo é destinado aos técnicos judiciários do Poder Judiciário da União (JF, JT, JE, JM e TJDFT)", mas os técnicos judiciários do MPU também podem participar.

    Zeirão,
    Deixa eu te dizer uma coisa: PESSOAS QUE PENSAM COMO VOCÊ NOS ESTIMULAM A LUTAR AINDA MAIS PELA VALORIZAÇÃO DOS TÉCNICOS. Aliás - sem desmerecer a opinião de alguns colegas técnicos - conheço vários analistas, pessoas do bem e inteligentes, que também querem ser valorizados. Essas pessoas não têm medo da luta pela valorização dos técnicos. Pelo contrário, sabem que se o nosso salário aumentar, melhor ficará para eles também. Lógico não? Outros órgãos públicos perceberam isso já faz tempo e estão numa situação bem melhor que a nossa (TCU, Receita Federal etc.). Não foi à toa! Assim, pode continuar "esculhambando a gente". Vai em frente! Dois tipos de pessoas contrárias à valorização dos técnicos vão aparecer: aquelas que não pensam muito e outras que desejam a fragilização de nosso movimento. Simples! Dessa forma, sinto lhe informar que opiniões como a sua fazem sim uma grande diferença: DÃO UMA VONTADE DANADA DE LUTAR! Outras surgirão e nada afetarão o nosso desiderato! Bom final de semana.
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    Mensagem por zeirao Sex 21 Mar 2014, 12:13 pm

    Nada contra a valorização dos técnicos.
    Quero sim um salário compatível com suas atribuições.
    Mas o cargo nasceu de nível médio, deve morrer assim.
    Daqui a pouco vai ter analista defendendo nível de doutorado para o cargo.


    cesarblf escreveu:
    zeirao escreveu:Vai estudar pra Analista que vc ganha mais...
    Engraçado o povo querer trem da alegria em tempos atuais. Essa mamata imoral já é coisa do passado.

    cesarblf escreveu:
    Prezados colegas,

    Tive conhecimento de que foi mencionada, ONTEM, na reunião ampliada da FENAJUFE, a criação da nova Associação Nacional dos Técnicos Judiciários do Poder Judiciário da União (TECJUFE). Como todos podem imaginar: a maioria ficou calada, e uma importante minoria aprovou. Nenhuma novidade nisso! Esperamos, sinceramente, que a FENAJUFE também atue em nosso favor, principalmente pela busca da elevação de nivel de escolaridade, para superior. A união de esforços é necessária, e sempre será bem vinda. Vale ressaltar que foi informado, no entanto, nessa reunião ampliada, que PODERÁ HAVER BOICOTE A QUALQUER MOVIMENTO GREVISTA SE A FENAJUFE NÃO ATUAR EM FAVOR TAMBÉM DOS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS. Isso foi deixado bem claro por um colega nosso, e representa a opinião da maioria, na medida em que só faz sentido participar de greve ou de qualquer outra manifestação quando se está em jogo a devida representatividade. NÃO FAZ O MENOR SENTIDO ATUAR EM QUALQUER MANIFESTAÇÃO GREVISTA SE OS INTERESSES DE TODAS AS CATEGORIAS NÃO ESTÃO SENDO PERSEGUIDOS DE FORMA EQUÂNIME. Essa é uma lógica que tende a se fortalecer, de forma madura, sem favorecimentos, revanchismos ou interesse de fragilização. Busca-se apenas que todas as categorias (analistas, técnicos, seguraça e transporte, oficiais de justiça etc.) sejam devidamente representadas. CHEGOU A HORA DE OS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS TAMBÉM BUSCAREM SEUS INTERESSES! Ontem, foram tantos emails recebidos em favor da TECJUFE, que ficamos impressionados. Muitos técnicos do MPU também demonstraram interesse em participar desse NOVO MOVIMENTO DOS TÉCNICOS que se agiganta, e isso poderá gerar futuras alterações em favor desse agrupamento. Essa nova luta vai continuar independemente de formação de novos quadros ou ramificações dentro do PJU. Esse é o pensamento de todos os envolvidos. Estamos cientes de que nada mais justo que procurar a valorização de forma equitativa. Sempre postarei novidades sobre o assunto. Participem! Destaca-se novamente que:

    "Para ser incluído no grupo, basta mandar e-mail para: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link], informando nome completo, órgão/Estado em que está lotado.
    Salienta-se que esse grupo é destinado aos técnicos judiciários do Poder Judiciário da União (JF, JT, JE, JM e TJDFT)", mas os técnicos judiciários do MPU também podem participar.

    Zeirão,
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    Mensagem por ultraman Sex 21 Mar 2014, 12:17 pm

    ""Mas o cargo nasceu de nível médio, deve morrer assim."


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    Mensagem por cesarblf Sex 21 Mar 2014, 12:34 pm

    zeirao escreveu:Nada contra a valorização dos técnicos.
    Quero sim um salário compatível com suas atribuições.
    Mas o cargo nasceu de nível médio, deve morrer assim.
    Daqui a pouco vai ter analista defendendo nível de doutorado para o cargo.


    cesarblf escreveu:
    zeirao escreveu:Vai estudar pra Analista que vc ganha mais...
    Engraçado o povo querer trem da alegria em tempos atuais. Essa mamata imoral já é coisa do passado.

    cesarblf escreveu:
    Prezados colegas,

    Tive conhecimento de que foi mencionada, ONTEM, na reunião ampliada da FENAJUFE, a criação da nova Associação Nacional dos Técnicos Judiciários do Poder Judiciário da União (TECJUFE). Como todos podem imaginar: a maioria ficou calada, e uma importante minoria aprovou. Nenhuma novidade nisso! Esperamos, sinceramente, que a FENAJUFE também atue em nosso favor, principalmente pela busca da elevação de nivel de escolaridade, para superior. A união de esforços é necessária, e sempre será bem vinda. Vale ressaltar que foi informado, no entanto, nessa reunião ampliada, que PODERÁ HAVER BOICOTE A QUALQUER MOVIMENTO GREVISTA SE A FENAJUFE NÃO ATUAR EM FAVOR TAMBÉM DOS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS. Isso foi deixado bem claro por um colega nosso, e representa a opinião da maioria, na medida em que só faz sentido participar de greve ou de qualquer outra manifestação quando se está em jogo a devida representatividade. NÃO FAZ O MENOR SENTIDO ATUAR EM QUALQUER MANIFESTAÇÃO GREVISTA SE OS INTERESSES DE TODAS AS CATEGORIAS NÃO ESTÃO SENDO PERSEGUIDOS DE FORMA EQUÂNIME. Essa é uma lógica que tende a se fortalecer, de forma madura, sem favorecimentos, revanchismos ou interesse de fragilização. Busca-se apenas que todas as categorias (analistas, técnicos, seguraça e transporte, oficiais de justiça etc.) sejam devidamente representadas. CHEGOU A HORA DE OS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS TAMBÉM BUSCAREM SEUS INTERESSES! Ontem, foram tantos emails recebidos em favor da TECJUFE, que ficamos impressionados. Muitos técnicos do MPU também demonstraram interesse em participar desse NOVO MOVIMENTO DOS TÉCNICOS que se agiganta, e isso poderá gerar futuras alterações em favor desse agrupamento. Essa nova luta vai continuar independemente de formação de novos quadros ou ramificações dentro do PJU. Esse é o pensamento de todos os envolvidos. Estamos cientes de que nada mais justo que procurar a valorização de forma equitativa. Sempre postarei novidades sobre o assunto. Participem! Destaca-se novamente que:

    "Para ser incluído no grupo, basta mandar e-mail para: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link], informando nome completo, órgão/Estado em que está lotado.
    Salienta-se que esse grupo é destinado aos técnicos judiciários do Poder Judiciário da União (JF, JT, JE, JM e TJDFT)", mas os técnicos judiciários do MPU também podem participar.

    Zeirão,
    Deixa eu te dizer uma coisa: PESSOAS QUE PENSAM COMO VOCÊ NOS ESTIMULAM A LUTAR AINDA MAIS PELA VALORIZAÇÃO DOS TÉCNICOS. Aliás - sem desmerecer a opinião de alguns colegas técnicos - conheço vários analistas, pessoas do bem e inteligentes, que também querem ser valorizados. Essas pessoas não têm medo da luta pela valorização dos técnicos. Pelo contrário, sabem que se o nosso salário aumentar, melhor ficará para eles também. Lógico não? Outros órgãos públicos perceberam isso já faz tempo e estão numa situação bem melhor que a nossa (TCU, Receita Federal etc.). Não foi à toa! Assim, pode continuar "esculhambando a gente". Vai em frente! Dois tipos de pessoas contrárias à valorização dos técnicos vão aparecer: aquelas que não pensam muito e outras que desejam a fragilização de nosso movimento. Simples! Dessa forma, sinto lhe informar que opiniões como a sua fazem sim uma grande diferença: DÃO UMA VONTADE DANADA DE LUTAR! Outras surgirão e nada afetarão o nosso desiderato! Bom final de semana.

    Ainda bem que você não é contra a valorização dos técnicos.
    Quanto à elevação do nível de escolaridade, é uma grande TENDÈNCIA, reconhecida inclusive pelo próprio STF. É assim uma questão jurídico-administrativa já discutida por vários tribunais, e que se direciona pela perfeita viabilidade.
    Vamos argumentar:
    Se um técnico é formado em Direito e tem mestrado, ele não pode exercer a advocacia e sequer ministrar aula em universidades públicas. Acha mesmo isso justo? Será que ele não é uma pessoa capacitada para tanto?
    Acha mesmo justo que um técnico com 15 anos de carreira, que exerce funções assemelhadas ou idênticas com responsabilidades iguais (em virtude da atual estrutura do Judiciário), receba menos que um analista no começo da carreira. Anos atrás, o último nível do técnico recebia de acordo com o terceiro nível do analista. Hoje, nem isso. Por que?
    Assim, caro colega, não vai fazer a menor diferença para você a elevação de nivel de escolaridade para o técnico. Entretanto, para outros, poderá representar uma esperaça de valorização. Não se trata de trem de alegria, e sim correção de uma distorção.


    Última edição por cesarblf em Sex 21 Mar 2014, 12:37 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por cesarblf Sex 21 Mar 2014, 12:35 pm

    ultraman escreveu:""Mas o cargo nasceu de nível médio, deve morrer assim."


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    Mensagem por Convidado Sex 21 Mar 2014, 12:54 pm

    a luta é boa, (se vc gostar só de lutar),

    - tenho uns 5 anos de de PJU, esse luta já existia tempo anteriores, ou seja, muitos já malharam neste ferro

    - 70% do quadro geral do PJU é de técnico, o técnico judiciário já é um dos mais bem pagos quando se fala de nível médio (excluindo lógico, o legislativo, que é o "pode tudo"), Bom lembrar também que qualquer tabela comparativa para mostrar a defasagem das remunerações PJU "curiosamente" só trazem os exemplos com analistas, justamente por isso..

    - o governo já considera o gasto com as remunerações do PJU alta, inflar o salário de 70% dela não parece uma boa opção...

    - Já há indicativos que com o PJE, será necessários cada vez mais analista e menos técnicos, há presidente de regionais falando isso nas reuniões/painéis de conselhos,...

    - o auxiliar(nível fundamental) já foi extinto... pela lógica, quem será o próximo?!

    -há muitos técnicos encostados e acomodados,... simplesmente muitos não são formados nem tem interesse...

    - Técnico fazendo serviço de analista, isso se chama desvio de função, é errado... querer colocar o fato real e errado, como direito adquiro e até brigar para que o errado vire certo, não parece uma boa opção... Agora é um errado que é incentivado, que mexe com as vaidades de quem já "subiu" na carreira, que é buscado até em troca de FC/CJ...

    - o concurso pede matéria X e Y que não é de nível médio.... o concurso existe para selecionar o melhor de determinada área e ponto... e não para dizer o que pessoa tem que fazer depois de tomar posse.....
    .....

    Eu, estudaria para um concurso melhor... a não ser que vc goste de lutar... pois a luta deve ser boa, e longa(muito longa, talvez sem fim), e difícil .....


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    Mensagem por darkshi Sex 21 Mar 2014, 1:05 pm

    Ao meu ver, só existe um caminho a fim de corrigir a distorção que existe em nossa carreira. Que é a aprovação da PEC da ascensão funcional. Qualquer coisa diferente disto é andar a margem da lei a fim de atingir o objetivo desejado.

    ps: Mas aceito a transposição de tabelas (final do técnico igual ao 4 nível do analista) como algo paliativo.
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    Mensagem por zeirao Sex 21 Mar 2014, 1:06 pm

    O que o Técnico quer é uma valorização de sua categoria em proporção totalmente desigual com a de Analista.
    Vejamos, o técnico quer ser elevado à condição de nível superior (logicamente que quer salário de NS tb)
    Assim, pensemos na situação em que isso ocorra:
    TecJud hoje ganha 5 mil (NM), passa pra NS e passa a ganhar 7,5 mil
    AnalJud hoje ganha 8 mil (NS), continuar NS e passa a ganhar 9 mil (o aumento não pode ser muito maior que isso, visto que o técnico, agora Superior, não quer ter remuneração tão diferenciada da de Analista, visto que agora estão no mesmo nível)

    Nessa situação esdrúxula, o Técnico teria recebido um aumento de 50%, já o Analista de apenas 12,5%.


    É justo isso?

    Ascender o Técnico significa estagnar o Analista.





    euvoltei escreveu:a luta é boa, (se vc gostar só de lutar),

    - tenho uns 5 anos de de PJU, esse luta já existia tempo anteriores, ou seja, muitos já malharam neste ferro

    - 70% do quadro geral do PJU é de técnico, o técnico judiciário já é um dos mais bem pagos quando se fala de nível médio (excluindo lógico, o legislativo, que é o "pode tudo"), Bom lembrar também que qualquer tabela comparativa para mostrar a defasagem das remunerações PJU "curiosamente" só trazem os exemplos com analistas, justamente por isso..

    - o governo já considera o gasto com as remunerações do PJU alta, inflar o salário de 70% dela não parece uma boa opção...

    - Já há indicativos que com o PJE, será necessários cada vez mais analista e menos técnicos, há presidente de regionais falando isso nas reuniões/painéis de conselhos,...

    - o auxiliar(nível fundamental) já foi extinto... pela lógica, quem será o próximo?!

    -há muitos técnicos encostados e acomodados,... simplesmente muitos não são formados nem tem interesse...

    - Técnico fazendo serviço de analista, isso se chama desvio de função, é errado... querer colocar o fato real e errado, como direito adquiro e até brigar para que o errado vire certo, não parece uma boa opção...  Agora é um errado que é incentivado, que mexe com as vaidades de quem já "subiu" na carreira, que é buscado até em troca de FC/CJ...

    - o concurso pede matéria X e Y que não é de nível médio.... o concurso existe para selecionar o melhor de determinada área e ponto... e não para dizer o que pessoa tem que fazer depois de tomar posse.....
    .....

    Eu, estudaria para um concurso melhor... a não ser que vc goste de lutar... pois a luta deve ser boa, e longa(muito longa, talvez sem fim), e difícil .....


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    Mensagem por AREGOM Sex 21 Mar 2014, 1:31 pm

    ultraman escreveu:""Mas o cargo nasceu de nível médio, deve morrer assim."


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    Mensagem por Galizezin Sex 21 Mar 2014, 8:30 pm

    zeirao escreveu:O que o Técnico quer é uma valorização de sua categoria em proporção totalmente desigual com a de Analista.
    Vejamos, o técnico quer ser elevado à condição de nível superior (logicamente que quer salário de NS tb)
    Assim, pensemos na situação em que isso ocorra:
    TecJud hoje ganha 5 mil (NM), passa pra NS e passa a ganhar 7,5 mil
    AnalJud hoje ganha 8 mil (NS), continuar NS e passa a ganhar 9 mil (o aumento não pode ser muito maior que isso, visto que o técnico, agora Superior, não quer ter remuneração tão diferenciada da de Analista, visto que agora estão no mesmo nível)

    Nessa situação esdrúxula, o Técnico teria recebido um aumento de 50%, já o Analista de apenas 12,5%.


    É justo isso?

    Ascender o Técnico significa estagnar o Analista.





    euvoltei escreveu:a luta é boa, (se vc gostar só de lutar),

    - tenho uns 5 anos de de PJU, esse luta já existia tempo anteriores, ou seja, muitos já malharam neste ferro

    - 70% do quadro geral do PJU é de técnico, o técnico judiciário já é um dos mais bem pagos quando se fala de nível médio (excluindo lógico, o legislativo, que é o "pode tudo"), Bom lembrar também que qualquer tabela comparativa para mostrar a defasagem das remunerações PJU "curiosamente" só trazem os exemplos com analistas, justamente por isso..

    - o governo já considera o gasto com as remunerações do PJU alta, inflar o salário de 70% dela não parece uma boa opção...

    - Já há indicativos que com o PJE, será necessários cada vez mais analista e menos técnicos, há presidente de regionais falando isso nas reuniões/painéis de conselhos,...

    - o auxiliar(nível fundamental) já foi extinto... pela lógica, quem será o próximo?!

    -há muitos técnicos encostados e acomodados,... simplesmente muitos não são formados nem tem interesse...

    - Técnico fazendo serviço de analista, isso se chama desvio de função, é errado... querer colocar o fato real e errado, como direito adquiro e até brigar para que o errado vire certo, não parece uma boa opção...  Agora é um errado que é incentivado, que mexe com as vaidades de quem já "subiu" na carreira, que é buscado até em troca de FC/CJ...

    - o concurso pede matéria X e Y que não é de nível médio.... o concurso existe para selecionar o melhor de determinada área e ponto... e não para dizer o que pessoa tem que fazer depois de tomar posse.....
    .....

    Eu, estudaria para um concurso melhor... a não ser que vc goste de lutar... pois a luta deve ser boa, e longa(muito longa, talvez sem fim), e difícil .....



    Zeirão, no passado, pelo menos no MPU, o analista era chamado de técnico, e o técnico de assistente.
    A diferença salarial entre os dois cargos era praticamente ínfima. O assistente (técnico) chegava até o A5 do técnico (analista). Com a reestruturação o analista passaria a ganhar mais e obteve apoio inclusive dos técnicos. Veja só...
    Assim, a questão não é desvalorizar a carreira do analista, mas compensar o trabalho exaustivo que muitos técnicos fazem, inclusive diminuindo a carga que está sobre os analistas, já que laboram com minutas e pareceres. Não é verdade?
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    Mensagem por Letrado Sex 21 Mar 2014, 8:45 pm

    Sem querer entrar no mérito da quetão (se é justo ou não técnico passa a ser cargo de nível superior), o fato é que o ex-presidente Lula vetou artigo semelhante na lei de reajuste da Câmara. Não foi a última lei de reajuste, mas a anterior (aquela que aumentou a GAL).
    Enfim, mesmo a Câmara dos Deputados, que é, como bem disseram aqui, "pode-tudo" não conseguiu. Acho difícil passar no Jud., mas boa sorte.
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    Mensagem por sonhador Sex 21 Mar 2014, 8:52 pm

    Eu sugiro que não fiquemos discutindo com pessoas que são contra a ideia e sugerem que é muito difícil ou impossível. Se é assim, elas não tem com o que se preocupar e não deviam estar perdendo seu tempo com algo que, segundo elas, não vai a lugar algum.  Devemos todos, nós, que acreditamos, e eles, "que duvidam", usar nossas horas de forma mais produtiva.
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    Mensagem por Galizezin Sex 21 Mar 2014, 9:47 pm

    Letrado escreveu:Sem querer entrar no mérito da quetão (se é justo ou não técnico passa a ser cargo de nível superior), o fato é que o ex-presidente Lula vetou artigo semelhante na lei de reajuste da Câmara. Não foi a última lei de reajuste, mas a anterior (aquela que aumentou a GAL).
    Enfim, mesmo a Câmara dos Deputados, que é, como bem disseram aqui, "pode-tudo" não conseguiu. Acho difícil passar no Jud., mas boa sorte.

    Hehehehe...Lula vetou para a câmara, mas no executivo deixou passar para APF, PPF, EPF e Analista Tributário da RFB? Acho que Lula vetou por recomendação da própria câmara, ou lobby dos analistas da câmara...
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    Mensagem por darkshi Sex 21 Mar 2014, 9:52 pm

    Tudo é questão politica.

    Só acho que não é o momento. Vai misturar um monte de questões.
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    Mensagem por Galizezin Sex 21 Mar 2014, 10:05 pm

    darkshi escreveu:Tudo é questão politica.

    Só acho que não é o momento. Vai misturar um monte de questões.

    Pois assevero, com absoluta certeza, que já passou da hora. Até o meu cachorro já tem 2º grau.
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    Mensagem por Sr. Omar Sex 21 Mar 2014, 10:42 pm

    Colegas,

    Respeito muito a opinião de querer passar o técnico para nível superior, mas para isso ocorrer a carreira do analista deveria no mínimo ter o nome mudado para Consultor ou Especialista. Não custa lembrar que a carreira verdadeiramente desvalorizada no PJU é a do analista. Basta comparar e ver que o analista perde em remuneração para a grande maioria das carreiras típicas do executivo e perde para todas do legislativo. O técnico judiciário sempre foi a maioria e sempre dominou os sindicatos e não a toa só perde em remuneração para os técnicos do legislativo... reparem que o técnico judiciário ganha o equivalente ao técnico do BACEN (vide ultimo certame) e ganha equivalente aos técnicos das agências reguladoras... Agora pegue o analista: Esses coitados ganham menos da metade do BACEN e Agências e ganham 1/3 de um colega no legislativo. Já fui do executivo e já vi gente sair de carreiras como Analista Ambiental ou Analista de Infraestrutura para ocupar o cargo de técnico judiciário (já vi vários exemplos), mas nunca vi um analista do ciclo de gestão ou de agência reguladora sair de lá e ir para o PJU. Sei que a luta é válida e eu apoio, mas apoio ainda mais a luta dos analistas pois esses são os grandes prejudicados pelo arrocho do governo dilma e é a carreira com a maior rotatividade entre os analistas das carreiras de estado... o governo até sabe disso e quando ofereceu o Subsídio em 2009 a oferta só foi recusada pois o governo não queria aumentar o salário na mesma proporção dos técnicos e como esses são maioria nos sindicatos a proposta foi recusada... moral da história: desvalorizaram o analista para beneficiar os técnicos e hoje conheço vário, mas vários e vários casos de técnicos que nem sonham em ser analistas judiciários e estão estudando para Agências ou Câmara pois a carreira do analista deixou de ser atrativa para eles. Tudo que eu disse é notório em todo PJU/MPU pois a verdade é uma só: os servidores do PJU merecem ser melhor remunerados, PRINCIPALMENTE, o analista judiciário...

    OBS: E olha que o PJU/MPU são os únicos que deixam técnicos (a maioria peixes grandes) ocuparem cargos estratégicos (Diretor de Secretaria, Secretários, Subsecretários etc)... no executivo só sendo filiado a partido político... vá até o TCU e veja se os cargos estratégicos são ocupados por técnicos... isso se chama GESTÃO e faz com que o técnico de lá, embora receba um excelente salário, almejar ser analista. Já no judiciário... levaria nota zero de qualquer Doutor ou Especialista em Gerenciamento de carreiras justamente por permitir e ser conivente com desvios de função.

    Essa é minha humilde opinião... gostem ou não a mais pura realidade e reflexo do colapso das carreiras do PJU/MPU
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    Mensagem por darkshi Sex 21 Mar 2014, 11:36 pm

    Galizezin escreveu:
    darkshi escreveu:Tudo é questão politica.

    Só acho que não é o momento. Vai misturar um monte de questões.

    Pois assevero, com absoluta certeza, que já passou da hora. Até o meu cachorro já tem 2º grau.

    Não sei, não sei mesmo.

    Eu acho que a aprovação da PEC 257/95 (sim, 95) seria muito, as muito melhor.

    Pq além de solucionar o problema dos anseios dos técnicos. Acabaria com o maior problema que se tem em todas as carreiras em que temos nível médio do lado do nível superior. Os ocupantes dos cargos diferenciados deixariam de se ver como carreiras diferentes. Ai pararia esta briga de foice que é hj entre os dois.

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    Mensagem por Galizezin Sex 21 Mar 2014, 11:56 pm

    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:
    darkshi escreveu:Tudo é questão politica.

    Só acho que não é o momento. Vai misturar um monte de questões.

    Pois assevero, com absoluta certeza, que já passou da hora. Até o meu cachorro já tem 2º grau.

    Não sei, não sei mesmo.

    Eu acho que a aprovação da PEC 257/95 (sim, 95) seria muito, as muito melhor.

    Pq além de solucionar o problema dos anseios dos técnicos. Acabaria com o maior problema que se tem em todas as carreiras em que temos nível médio do lado do nível superior. Os ocupantes dos cargos diferenciados deixariam de se ver como carreiras diferentes. Ai pararia esta briga de foice que é hj entre os dois.


    A liberação da ascensão.
    Não! A questão não está centrada no fato de técnico ser ou receber igual analista, mas pelo atual quadro educacional do país. Hoje, o nível médio é o fundamental séries iniciais da década de 70/80. O Brasil evoluiu. A PF, PRF e Receita Federal acompanharam. Apenas o PJU e MPU que não. E não podem aplicar provas mais robustas em razão de um detalhe ultrapassado.
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    Mensagem por Lisalesaelouca Sab 22 Mar 2014, 12:00 am

    Sr. Omar escreveu:Colegas,

    Respeito muito a opinião de querer passar o técnico para nível superior, mas para isso ocorrer a carreira do analista deveria no mínimo ter o nome mudado para Consultor ou Especialista. Não custa lembrar que a carreira verdadeiramente desvalorizada no PJU é a do analista. Basta comparar e ver que o analista perde em remuneração para a grande maioria das carreiras típicas do executivo e perde para todas do legislativo. O técnico judiciário sempre foi a maioria e sempre dominou os sindicatos e não a toa só perde em remuneração para os técnicos do legislativo... reparem que o técnico judiciário ganha o equivalente ao técnico do BACEN (vide ultimo certame) e ganha equivalente aos técnicos das agências reguladoras... Agora pegue o analista: Esses coitados ganham menos da metade do BACEN e Agências e ganham 1/3 de um colega no legislativo. Já fui do executivo e já vi gente sair de carreiras como Analista Ambiental ou Analista de Infraestrutura para ocupar o cargo de técnico judiciário (já vi vários exemplos), mas nunca vi um analista do ciclo de gestão ou de agência reguladora sair de lá e ir para o PJU. Sei que a luta é válida e eu apoio, mas apoio ainda mais a luta dos analistas pois esses são os grandes prejudicados pelo arrocho do governo dilma e é a carreira com a maior rotatividade entre os analistas das carreiras de estado... o governo até sabe disso e quando ofereceu o Subsídio em 2009 a oferta só foi recusada pois o governo não queria aumentar o salário na mesma proporção dos técnicos e como esses são maioria nos sindicatos a proposta foi recusada... moral da história: desvalorizaram o analista para beneficiar os técnicos e hoje conheço vário, mas vários e vários casos de técnicos que nem sonham em ser analistas judiciários e estão estudando para Agências ou Câmara pois a carreira do analista deixou de ser atrativa para eles. Tudo que eu disse é notório em todo PJU/MPU pois a verdade é uma só: os servidores do PJU merecem ser melhor remunerados,  PRINCIPALMENTE, o analista judiciário...

    OBS: E olha que o PJU/MPU são os únicos que deixam técnicos (a maioria peixes grandes) ocuparem cargos estratégicos (Diretor de Secretaria, Secretários, Subsecretários etc)... no executivo só sendo filiado a partido político... vá até o TCU e veja se os cargos estratégicos são ocupados por técnicos... isso se chama GESTÃO e faz com que o técnico de lá, embora receba um excelente salário, almejar ser analista. Já no judiciário... levaria nota zero de qualquer Doutor ou Especialista em Gerenciamento de carreiras justamente por permitir e ser conivente com desvios de função.

    Essa é minha humilde opinião... gostem ou não a mais pura realidade e reflexo do colapso das carreiras do PJU/MPU

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    Mensagem por darkshi Sab 22 Mar 2014, 12:24 am

    Sr. Omar escreveu:Colegas,

    Respeito muito a opinião de querer passar o técnico para nível superior, mas para isso ocorrer a carreira do analista deveria no mínimo ter o nome mudado para Consultor ou Especialista. Não custa lembrar que a carreira verdadeiramente desvalorizada no PJU é a do analista. Basta comparar e ver que o analista perde em remuneração para a grande maioria das carreiras típicas do executivo e perde para todas do legislativo.

    O técnico judiciário sempre foi a maioria e sempre dominou os sindicatos e não a toa só perde em remuneração para os técnicos do legislativo... reparem que o técnico judiciário ganha o equivalente ao técnico do BACEN (vide ultimo certame) e ganha equivalente aos técnicos das agências reguladoras... Agora pegue o analista: Esses coitados ganham menos da metade do BACEN e Agências e ganham 1/3 de um colega no legislativo. Já fui do executivo e já vi gente sair de carreiras como Analista Ambiental ou Analista de Infraestrutura para ocupar o cargo de técnico judiciário (já vi vários exemplos), mas nunca vi um analista do ciclo de gestão ou de agência reguladora sair de lá e ir para o PJU. Sei que a luta é válida e eu apoio, mas apoio ainda mais a luta dos analistas pois esses são os grandes prejudicados pelo arrocho do governo dilma e é a carreira com a maior rotatividade entre os analistas das carreiras de estado... o governo até sabe disso e quando ofereceu o Subsídio em 2009 a oferta só foi recusada pois o governo não queria aumentar o salário na mesma proporção dos técnicos e como esses são maioria nos sindicatos a proposta foi recusada... moral da história: desvalorizaram o analista para beneficiar os técnicos e hoje conheço vário, mas vários e vários casos de técnicos que nem sonham em ser analistas judiciários e estão estudando para Agências ou Câmara pois a carreira do analista deixou de ser atrativa para eles. Tudo que eu disse é notório em todo PJU/MPU pois a verdade é uma só: os servidores do PJU merecem ser melhor remunerados,  PRINCIPALMENTE, o analista judiciário...

    OBS: E olha que o PJU/MPU são os únicos que deixam técnicos (a maioria peixes grandes) ocuparem cargos estratégicos (Diretor de Secretaria, Secretários, Subsecretários etc)... no executivo só sendo filiado a partido político... vá até o TCU e veja se os cargos estratégicos são ocupados por técnicos... isso se chama GESTÃO e faz com que o técnico de lá, embora receba um excelente salário, almejar ser analista. Já no judiciário... levaria nota zero de qualquer Doutor ou Especialista em Gerenciamento de carreiras justamente por permitir e ser conivente com desvios de função.

    Essa é minha humilde opinião... gostem ou não a mais pura realidade e reflexo do colapso das carreiras do PJU/MPU

    É aquela história, tudo sempre é analisado sob o ponto de vista. E sempre puxando a sardinha para o seu lado.

    Eu discordo desta analise. PQ ela ignora a realidade, o que inclui as diferenças entre as carreiras. O que esconde a justificativa pq o técnico do PJU tem o vencimento próximo ao do analista enquanto do clico, a diferença é grande.

    A diferença é que as carreiras em que a diferença entre técnicos e analistas, tanto salarial, quanto de serviço, é que são carreiras relativamente novas (pelo menos pós 88, e no caso do ciclo, pós 98). Então elas foram estruturadas pensando no técnico como apenas sendo um auxiliar de escritório do analista. Então tanto em demanda, serviço e principalmente quantidade de técnico contratados é bem diferente. Nessas carreiras não existe a figura do técnico semi-analista. Com especialização equivalente a algum cargo de analista.

    Já o PJU não. Temos uma estrutura ainda pré-88, em uma realidade em que existia ascensão funcional. Que era comum o servidor entrar como técnico e depois ascender para analista.

    Com isto, a estrutura do PJU é outra. Que além de termos a figura do técnico equivalente ao analista (TJAJ e TJTI por ex), a quantidade de técnicos supera a de analista. O resultado? O serviço de analista termina sobrando para o técnico.

    Não é atoa que tanto no PJU quanto no legislativo (que tem as mesmas características) o técnico sempre está com o salario na cola do analista.

    E como solucionar isto? Não na base da canetada como a ANAJUS defende. Isto simplesmente implodiria o PJU. Ao meu ver, só existe uma solução. Ascensão funcional.
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    Mensagem por Leovini Sab 22 Mar 2014, 12:33 pm

    darkshi escreveu:
    Sr. Omar escreveu:Colegas,

    Respeito muito a opinião de querer passar o técnico para nível superior, mas para isso ocorrer a carreira do analista deveria no mínimo ter o nome mudado para Consultor ou Especialista. Não custa lembrar que a carreira verdadeiramente desvalorizada no PJU é a do analista. Basta comparar e ver que o analista perde em remuneração para a grande maioria das carreiras típicas do executivo e perde para todas do legislativo.

    O técnico judiciário sempre foi a maioria e sempre dominou os sindicatos e não a toa só perde em remuneração para os técnicos do legislativo... reparem que o técnico judiciário ganha o equivalente ao técnico do BACEN (vide ultimo certame) e ganha equivalente aos técnicos das agências reguladoras... Agora pegue o analista: Esses coitados ganham menos da metade do BACEN e Agências e ganham 1/3 de um colega no legislativo. Já fui do executivo e já vi gente sair de carreiras como Analista Ambiental ou Analista de Infraestrutura para ocupar o cargo de técnico judiciário (já vi vários exemplos), mas nunca vi um analista do ciclo de gestão ou de agência reguladora sair de lá e ir para o PJU. Sei que a luta é válida e eu apoio, mas apoio ainda mais a luta dos analistas pois esses são os grandes prejudicados pelo arrocho do governo dilma e é a carreira com a maior rotatividade entre os analistas das carreiras de estado... o governo até sabe disso e quando ofereceu o Subsídio em 2009 a oferta só foi recusada pois o governo não queria aumentar o salário na mesma proporção dos técnicos e como esses são maioria nos sindicatos a proposta foi recusada... moral da história: desvalorizaram o analista para beneficiar os técnicos e hoje conheço vário, mas vários e vários casos de técnicos que nem sonham em ser analistas judiciários e estão estudando para Agências ou Câmara pois a carreira do analista deixou de ser atrativa para eles. Tudo que eu disse é notório em todo PJU/MPU pois a verdade é uma só: os servidores do PJU merecem ser melhor remunerados,  PRINCIPALMENTE, o analista judiciário...

    OBS: E olha que o PJU/MPU são os únicos que deixam técnicos (a maioria peixes grandes) ocuparem cargos estratégicos (Diretor de Secretaria, Secretários, Subsecretários etc)... no executivo só sendo filiado a partido político... vá até o TCU e veja se os cargos estratégicos são ocupados por técnicos... isso se chama GESTÃO e faz com que o técnico de lá, embora receba um excelente salário, almejar ser analista. Já no judiciário... levaria nota zero de qualquer Doutor ou Especialista em Gerenciamento de carreiras justamente por permitir e ser conivente com desvios de função.

    Essa é minha humilde opinião... gostem ou não a mais pura realidade e reflexo do colapso das carreiras do PJU/MPU

    É aquela história, tudo sempre é analisado sob o ponto de vista. E sempre puxando a sardinha para o seu lado.

    Eu discordo desta analise. PQ ela ignora a realidade, o que inclui as diferenças entre as carreiras. O que esconde a justificativa pq o técnico do PJU tem o vencimento próximo ao do analista enquanto do clico, a diferença é grande.

    A diferença é que as carreiras em que a diferença entre técnicos e analistas, tanto salarial, quanto de serviço, é que são carreiras relativamente novas (pelo menos pós 88, e no caso do ciclo, pós 98). Então elas foram estruturadas pensando no técnico como apenas sendo um auxiliar de escritório do analista. Então tanto em demanda, serviço e principalmente quantidade de técnico contratados  é bem diferente. Nessas carreiras não existe a figura do técnico semi-analista. Com especialização equivalente a algum cargo de analista.

    Já o PJU não. Temos uma estrutura ainda pré-88, em uma realidade em que existia ascensão funcional. Que era comum o servidor entrar como técnico e depois ascender para analista.

    Com isto, a estrutura do PJU é outra. Que além de termos a figura do técnico equivalente ao analista (TJAJ e TJTI por ex), a quantidade de técnicos supera a de analista. O resultado? O serviço de analista termina sobrando para o técnico.

    Não é atoa que tanto no PJU quanto no legislativo (que tem as mesmas características) o técnico sempre está com o salario na cola do analista.

    E como solucionar isto? Não na base da canetada como a ANAJUS defende. Isto simplesmente implodiria o PJU. Ao meu ver, só existe uma solução. Ascensão funcional.

    Ascencão Funcional?? rsrs

    Deixemos de ser surrealistas! Isso NUNCA será aceito pelo governo e será barrado na justiça.

    Concordo totalmente com a opinião do Omar. Os técnicos, comparando com o executivo federal, ganham o mesmo. Já não há espaço para aumento. Infelizmente, mas é isso. Mudança para nivel superior? Duvido. Não haveria cabimento visto que não restaria um trabalho mais especializado para o Analista, de forma que o diferenciasse do Técnico.

    Temos que ser REALISTAS, propor coisas calcadas na realidade. Não podemos ficar divagando.

    Uma coisa é certa. No PJU hoje o Analista é muito prejudicado em termos salariais. Comparando com os Analistas do Executivo Federal a desproporção é gigante. No PJU 8.800 inicial, no Executivo 15.000. É loucura isso!

    Temos que brigar por uma restruturação de carreira que altere essa distorção, valorizando os Analistas, fazendo com que os mesmos se sintam valorizados, evitando-se a evasão da carreira. Veja que o CSJT, em cada APL que chega no orgao determina que a quantidade de Anaslitas tem que ser o dobro de Técnicos.
    Infelizmente não há margem de aumento para os técnicos, e nivel superior acho muito dificil.
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    Mensagem por cesarblf Sab 22 Mar 2014, 2:16 pm

    Caros analistas, respeitamos suas opiniões, mas agora vamos lutar pela nossa valorização também. Temos a opinião juridica do STF (ADIN 4303) a nosso favor. Melhor impossível! Alias, sugiro que criem um topico p valorização da carreira de vocês. Vocês também merecem perceber de forma mais justa. Fiquem à vontade.
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    Mensagem por Peres Dom 23 Mar 2014, 10:55 am

    Hoje esta idéia é vista(pelos analistas) com divisão de forças...no futuro poderá ser visto como uma UNIÃO de forças, pois ambos lutarão por um mesmo objetivo......


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    Mensagem por Analista Desafortunado Dom 23 Mar 2014, 4:25 pm

    cesarblf escreveu:Caros analistas, respeitamos suas opiniões,  mas agora vamos lutar pela nossa valorização também.  Temos a opinião juridica do STF (ADIN 4303) a nosso favor. Melhor impossível!  Alias,  sugiro que criem um topico p valorização da carreira de vocês. Vocês também merecem perceber de forma mais justa. Fiquem à vontade.

    Vi esse julgamento.

    No entanto, não dá JAMAIS para comparar a realidade orçamentária de um pequenino ESTADO do NORDESTE ( RN ) com a realidade do monstro que é o PJU, quem tem mais de 120.000 servidores.

    Esse negócio de forma de ingresso para nível superior é só mesmo para aumentar o salário...

    De toda sorte, não sou contra essa associação, tendo em vista que os internos nunca foram bem representados mesmos.

    Vcs já viram uma plenária do jurídico da fenajufe?

    A maioria dos temas gravitam em torno dos oficiais de justiça e agentes de segurança!
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    Mensagem por sonhador Dom 23 Mar 2014, 5:21 pm

    Boa tarde.
    Mesmo que eu não ganhe um vintém de aumento, sou a favor e desejo a mudança de escolaridade. É uma forma de valorização da carreira e uma mitigação da discriminação que ocorre com qualquer cargo de nível médio em qualquer lugar. Eu sei que cada cargo tem o seu lugar, mas me refiro a discriminação na acepção da palavra (ser inferior). Adoram nos tachar de cargo de nível médio, mas também adoram nos dar serviço de nível superior, porque a descrição de cargos está ultrapassada e não pode mais ser cumprida. Eu não ficaria chateado se o cargo fosse de fato de nível médio. Mas não é. Por pura politicagem, não houve a mudança de escolaridade até hoje. Isso precisa mudar logo, para acabar de vez com essa distorção proposital e cômoda para alguns.
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    Mensagem por sonhador Dom 23 Mar 2014, 5:26 pm

    Aumento todo mundo quer, mas a primeira luta, para mim, é mudança de escolaridade. Aumento todos nós merecemos, e, em hipótese nenhuma, tiro o mérito dos analistas. Como foi dito, vocês também merecem melhores salários, e não temos nada contra vocês. O PJU é muito injusto, com os internos mais ainda.
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    Mensagem por fabiomodel Dom 23 Mar 2014, 5:54 pm

    A mudança de escolaridade do técnico (ou a extinção do cargo) será inevitável com o processo eletrônico. Alguém aqui trabalha em vara com processo virtual? Na minha vara não há processo físico, somente eletrônico. E aqui não há qualquer diferença entre o trabalho do técnico e do analista: todos fazem análise processual e elaboração de minutas de despacho/decisão, etc. Não há rotina administrativa. E esse tipo de processo é a tendência do PJU (graças a Deus, por sinal. Acho um absurdo ainda hoje haver distribuição de processos físicos). O que não é compreensível é a omissão dos sindicatos quanto a essa questão, que tanto iria favorecer os técnicos (com melhores remunerações) quanto os analistas (que teriam a outra carreira como referência).
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    Mensagem por cesarblf Seg 24 Mar 2014, 10:23 am

    Prezados colegas,

    Vejam abaixo diversas emendas de parlamentares já apresentadas (e rejeitadas) sobre o assunto:

    COMISSÃO DE TRABALHO, ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO -
    CTASP
    PROJETO DE LEI N.º 6613 DE 2009
    “Altera dispositivos da Lei nº 11.416, de 15
    de dezembro de 2006, Plano de Carreira dos
    Servidores do Poder Judiciário da União e dá
    outras providências.”
    EMENDA
    Altere-se os incisos II e III do art. 4º e os incisos II e III do art. 8º da Lei nº 11.416/2006,
    que passam a vigorar com a seguinte redação:
    Art. 4º...............................................................................................................................
    II. Carreira de Técnico Judiciário: supervisão técnica, assessoramento, estudo,
    pesquisa, elaboração de laudos, pareceres ou informações e execução de tarefas
    de elevado grau de complexidade. (NR)
    III. Carreira de Auxiliar Judiciário: atividades básicas de apoio operacional e tarefas
    de suporte auxiliar de média complexidade. (NR)
    Art. 8º. .........................................................................................................................
    II. Para o cargo de Técnico Judiciário, curso de ensino superior, inclusive
    licenciatura plena, correlacionado com a especialidade, se for o caso; (NR)
    III. Para o cargo de Auxiliar Judiciário, curso de ensino médio, ou curso técnico
    equivalente, correlacionado com especialidade, se for o caso; (NR)
    JUSTIFICAÇÃO
    É sabido por todos que atuam no meio jurídico que as atividades desenvolvidas
    pelos técnicos judiciários no Poder Judiciário Federal exigem como requisitos
    indispensáveis nível de conhecimento e grau de escolaridade superior, frente à natureza,
    à responsabilidade e à complexidade de que se revestem as atribuições que
    desempenham.
    Em direta afronta ao que dispõe o inciso II do art. 37 da Constituição Federal, nas
    últimas décadas a Administração Pública investiu servidores no cargo de Técnico
    Judiciário em total desacordo com a natureza e a complexidade factual do trabalho
    imposto com a investidura no cargo, vez que, conforme atribuições previstas na lei
    11.416/2006, ao Técnico Judiciário caberia apenas a execução de tarefas de suporte
    técnico e administrativo, mas o que se presencia é a completa dissonância da lei com o
    mundo dos fatos, senão vejamos:
    Já no processo seletivo de ingresso ao cargo de Técnico Judiciário, candidatos são
    submetidos a provas que exigem conhecimentos em várias áreas do Direito, disciplinas
    ofertadas apenas em curso de nível superior. Como exemplo, nos concursos do Judiciário
    Federal para o ingresso de Técnicos, a depender do órgão de atuação, é praxe nos
    certames a cobrança de conhecimentos específicos em Direito Constitucional, Direito
    Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Trabalho, Direito
    Processual do Trabalho, Direito Eleitoral, Legislações especiais, etc.
    Não custa afirmar que não existe em nosso país nenhuma escola de segundo grau
    que contenha em sua grade curricular os conhecimentos citados acima.
    Após a rígida seleção que o concurso requer, Técnicos Judiciários empossados, de
    imediato passam a executar tarefas que exigem conhecimentos jurídicos, e não poderia
    ser de forma diferente, pois para ingressarem no cargo lhes foram exigidos
    conhecimentos correlatos à específica área do Direito, ou seja, cabedal de terceiro grau,
    que os leva invariavelmente, do primeiro ao último nível de suas carreiras, a perfazerem
    em seu conjunto de atribuições tarefas complexas.
    A fim de contribuir para o bom andamento do Poder Judiciário, diante da grande
    demanda de processos que se formou nas duas últimas décadas, e sabedores de que se
    fariam necessárias as suas intervenções, sob pena de se converter em colapso a
    iminente situação que se formava, bem como de que uma possível omissão por parte dos
    Técnicos poderia resultar inclusive em prejuízo moral para o Poder Público, diante de uma
    excessiva e injustificada demora no andamento dos feitos, tornou-se regra os Técnicos
    Judiciários atuarem como mão-de-obra qualificada em questões que envolvem elevado
    padrão de conhecimento, mediante assessoramento direto de magistrados, elaboração de
    relatórios, de minutas de despacho, de decisões, de sentenças, sendo, inclusive,
    detentores na atualidade da maioria dos cargos e funções de confiança do quadro
    funcional, reflexo natural do grau de aperfeiçoamento a que chegaram, pois, diante da
    necessidade de se aprimorarem para poder exercer com presteza o seu ofício, não se
    quedaram inertes, muito pelo contrário, foram à luta e se qualificaram voluntariamente
    com conteúdos além dos exigidos para o ingresso no cargo. Hoje, em sua quase
    totalidade, possuem a graduação e a pós-graduação necessárias para o bom
    desempenho de suas funções que exigem o conhecimento como combustível essencial
    ao mister profissional.
    Assim, diante do exposto, como dar tratamento de nível médio a quem na prática
    não se submeteu a prova de conteúdo de segundo grau? Como dar tratamento de nível
    médio a quem na prática não raciocina sobre conhecimentos de segundo grau para a
    consecução de seu trabalho? Como dar tratamento de nível médio a quem na prática não
    tem em seu conjunto de atribuições tarefas de segundo grau? Como dar tratamento de
    nível médio ao Técnico Judiciário se, na época atual, ante a informatização e virtualização
    dos feitos pouco resta das atividades típicas e originárias de um servidor de segundo
    grau?
    À medida que o país se desenvolve, a educação melhora, a sociedade torna-se
    menos tolerante em relação à ineficiência na prestação dos serviços públicos e
    consequentemente exige servidores mais eficientes e qualificados.
    O prolongamento dessa situação assim como está, torna-se, no mínimo,
    embaraçosa. Quantos concursados de nível superior recém admitidos e sem nenhuma
    experiência profissional se vêem constrangidos ao terem de se curvar aos ensinamentos
    esposados por Técnicos Judiciários experientes? Quantos cursos de capacitação são
    oferecidos pelo Judiciário Federal e, como regra, em todas as turmas se encontram
    servidores de categorias funcionais distintas, nível médio e nível superior, debatendo
    questões e aperfeiçoando conhecimentos em áreas de atribuições que em sua totalidade
    se mostram comuns? Como não reconhecer o óbvio?
    Para alguns pode ser apenas uma atitude ilógica da Administração Pública
    desprezar mão-de-obra extremamente qualificada. Para outros, ao usarem o raciocínio de
    que o servidor personifica o Serviço Público, bem como de que o elemento que rege o
    processo de prestação jurisdicional pauta-se em disciplina de terceiro grau, qual seja o
    Direito, estar-se-á diante de uma grande contradição, já que a real base de sustentação
    do judiciário se encontra umbilicalmente alicerçada no trabalho exercido por Técnicos
    Judiciários. Daí forma-se um questionamento grosseiro: qual a vantagem de se manter
    este engodo? Não reconhecer o correto grau de escolaridade do Técnico é dar margem a
    possíveis questionamentos sobre a validade formal dos atos praticados por estes
    servidores dentro Poder Judiciário Federal.
    Para os Técnicos Judiciários, na qualidade de operadores do Direito, o não
    reconhecimento de seu valor é, antes de tudo, alimentar em suas entranhas o sentimento
    odioso da impotência de não serem capazes de fazer justiça em sua própria casa.
    Faz-se necessário, portanto, o reconhecimento formal de seu “status quo” dentro
    da carreira funcional, tornando o cargo, hoje privativo de nível médio, em cargo privativo
    de nível superior, que, por ocasião do reconhecimento, será, distribuído em atividades fim
    (judiciária) e meio (administrativa).
    De forma análoga, também se faz necessária a mudança no requisito de
    investidura para o cargo de Auxiliar Judiciário, de curso fundamental para nível médio,
    distribuído em atividade meio (administrativa), por refletir a correta escolaridade do cargo,
    diante do aprimoramento exigido pelo Estado nos serviços prestados por esses
    servidores.
    Não bastassem todas as justificativas citadas acima, tem-se a agravante de que a
    maior taxa de evasão nos quadros do Judiciário Federal se dá no cargo de Técnico
    Judiciário, reflexo da necessidade de adequação da escolaridade para o ingresso na
    carreira.
    Cumpre observar que, mesmo não gerando impacto financeiro, o simples
    reconhecimento da correta escolaridade do Técnico Judiciário e do Auxiliar Judiciário,
    frente a tantos fatos e argumentos inquestionáveis, é a tradução perfeita daquilo que se
    entende por justiça e torna de direito o que já é de fato, tudo consubstanciado em um
    princípio do Direito do Trabalho, a primazia da realidade, através do qual o que
    verdadeiramente importa é o que ocorre na prática, no terreno dos fatos.
    Esforços despendidos no sentido de modificar o grau de escolaridade para a
    investidura nos cargos de Técnico Judiciário e de Auxiliar Judiciário farão com que o
    Estado cumpra efetivamente princípios consagradores do Direito, ou seja, a legalidade, a
    moralidade e a razoabilidade, e ainda servirão para tornar viável a construção de uma
    categoria mais harmônica, fincada na honestidade e voltada para o nosso fim maior, a
    excelência na prestação jurisdicional.
    É ilógico pensar que o plano de carreira preveja adicional de qualificação de
    especialista, mestre, doutor e pós-doutor para ocupantes do cargo de Técnico judiciário, e
    ainda preveja que estes servidores possam exercer cargos comissionados de Diretor de
    Secretaria e Diretor Geral, sem que ao menos se reconheça formalmente a sua correta
    escolaridade como de nível superior.
    Como precedentes, cita-se instituições que alcançaram a valorização de suas
    carreiras, tais como a Receita Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Federal, e,
    mais recentemente, no último dia 12 de dezembro de 2009, a Câmara dos Deputados
    aprovou o Projeto de Lei nº 5883/2009, por entender ser inevitável a exigência de uma
    melhor qualificação para o ingresso no cargo de Técnico Legislativo, passando a exigir a
    graduação de nível superior como requisito indispensável.
    Sala das Comissões, fevereiro de 2010
    GORETE PEREIRA
    Deputada Federal
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    Mensagem por cesarblf Seg 24 Mar 2014, 10:25 am

    COMISSÃO DE TRABALHO, ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO – CTASP
    Projeto de Lei nº 6613 de 2009
    “Altera dispositivos da Lei nº
    11.416, de 15 de dezembro de
    2006, Plano de carreira dos
    Servidores do Poder Judiciário da
    união e dá outras providências”
    EMENDA
    O art. 8º passa a vigorar com a seguinte redação:
    Art. 8o. São requisitos de escolaridade para ingresso:
    I - para o cargo de Analista Judiciário, curso de ensino superior,
    inclusive licenciatura plena, correlacionado com a especialidade, se for
    o caso;
    II - para o cargo de Técnico Judiciário, curso de ensino superior,
    inclusive licenciatura plena, correlacionado com a especialidade, se for
    o caso;
    III - para o cargo de Auxiliar Judiciário, curso de ensino médio, ou
    curso técnico equivalente, correlacionado com a especialidade, se for
    o caso;
    JUSTIFICATIVA
    Quanto às mudanças de critérios de requisitos para investidura nos
    cargos de que trata esta lei, a exigência de nível superior para os atuais
    cargos de nível médio, bem como a exigência de curso de ensino
    médio para os atuais cargos de nível fundamental tem amparo,
    principalmente, num dos princípios elencados pela Constituição
    Federal, em especial o do art. 37, qual seja Princípio da Eficiência.
    Além do mais, com a expansão do ensino superior no país, tornou-se
    bem mais fácil ao cidadão adquirir um curso superior. Prova disso
    encontra-se nas atuais nomeações de servidores empossados oriundos
    de concursos de níveis médios.
    Cabe não olvidar que a Carta Máxima prioriza a normatização da
    Carreira no Serviço Público, como o fazem de fato nos artigos 37, V e 39,
    respectivamente:
    V - as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo
    efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos,
    condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de
    direção, chefia e assessoramento; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
    Art. 39. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão, no âmbito de sua
    competência, regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração
    pública direta, das autarquias e das fundações públicas. (Vide ADIN nº 2.135-4)
    § 1º A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema
    remuneratório observará: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
    I - a natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de
    cada carreira; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
    II - os requisitos para a investidura; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
    III - as peculiaridades dos cargos. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
    O critério de justiça ao servidor também é aqui causa da proposta,
    eis que um técnico judiciário, embora possuidor de cargo de
    graduação média, e remuneração inferior ao cargo de Analista,
    desempenha idênticas atividades e responsabilidade que o detentor do
    cargo de nível superior. Tanto é verdade que vários cargos de
    assessores de magistrados, chefes de gabinete e outros que requerem
    conhecimentos de nível superior s são exercidos por técnicos judiciários
    que o fazem muito bem e a contento de uma moderna Administração
    Pública.Sem falar que a imensa maioria dos cargos do Judiciário Federal
    é composta por técnicos judiciários, o que demonstra de plano que é
    essa força de trabalho que representa o grande manancial de recursos
    humanos que ajudar o Judiciário Federal.
    Aliás esse critério é embasado na própria Carta Maior, que tem por
    fundamentos da República, conforme o artigo 1º:
    II – a cidadania;
    III – a dignidade da pessoa humana;
    IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
    É digno de nota que várias carreiras no serviço público já fizeram
    essa justiça como a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar do DF,
    Corpo de Bombeiros Militar do DF, que transformaram a exigência de
    nível médio para superior como forma de acesso aos seus cargos
    originários.
    O Pretório Excelso – STF – já possui jurisprudência mansa e
    pacificada no sentido de que a mudança de nível médio para superior
    é constitucional e JUSTA, não acarretando portanto burla ao sistema
    constitucional de acesso meritório a cargos públicos..
    A Administração Pública tem muitas maneiras de exigir
    qualificação e eficiência do servidor público.
    Por outro lado é o próprio servidor. Este tem que ter consciência de que tem que
    estar sempre bem preparado para a função que escolheu para trabalhar. No mundo
    moderno em que estamos vivendo, a qualificação constante do trabalhador é uma
    necessidade primordial para a excelência da prestação do serviço público, tanto é
    verdade que a imensa maioria dos ocupantes do cargo de técnico judiciário são
    portadores de diplomas de cursos de nível superior e até de especialização. A presente
    emenda é de iniciativa da Associação nacional dos Técnicos
    Judiciários.
    Sala da Comissão, em 23 de fevereiro de 2010.
    Arnaldo Faria de Sá
    Deputado Federal – São Paulo
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    Mensagem por cesarblf Seg 24 Mar 2014, 10:26 am

    COMISSÃO DE TRABALHO, ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO
    PÚBLICO-CTASP
    PROJETO DE LEI N.º 6613 DE 2009
    “Altera dispositivos da Lei nº 11.416, de 15 de dezembro de
    2006, Plano de Carreira dos Servidores do poder Judiciário da
    União e dá outras providências”.
    EMENDA Nº
    Altere-se os incisos II e III do art. 4º e os incisos II e III do art. 8º da Lei nº
    11.416/2006, que passam a vigorar com a seguinte redação:
    Art. 4º...............................................................................................................................
    II. Carreira de Técnico Judiciário: supervisão técnica, assessoramento, estudo,
    pesquisa, elaboração de laudos, pareceres ou informações e execução de tarefas
    de elevado grau de complexidade. (NR)
    III. Carreira de Auxiliar Judiciário: atividades básicas de apoio operacional e tarefas
    de suporte auxiliar de média complexidade. (NR)
    Art. 8º. .........................................................................................................................
    II. Para o cargo de Técnico Judiciário, curso de ensino superior, inclusive
    licenciatura plena, correlacionado com a especialidade, se for o caso; (NR)
    III. Para o cargo de Auxiliar Judiciário, curso de ensino médio, ou curso técnico
    equivalente, correlacionado com especialidade, se for o caso; (NR)
    JUSTIFICAÇÃO
    a Administração Pública em direta afronta ao que dispõe o inciso II do art. 37 da
    Constituição Federal, nas últimas décadas investiu servidores
    no cargo de Técnico Judiciário em total desacordo com a natureza e a complexidade
    fática das atribuições que lhes são impostas com a investidura no cargo, em que pese a
    lei 11.416/06, atribuir-lhe apenas a execução de tarefas de suporte técnicoadministrativo,
    mas o que de fato ocorre é a exigência cada vez mais de conhecimentos
    de nível superior, mormente na área jurídica senão vejamos:
    A distorção é tão evidente que já no processo seletivo de ingresso ao cargo de Técnico
    Judiciário, candidatos são submetidos a provas que exigem por exemplo, conhecimentos
    em várias área jurídica, cujas disciplinas são partes de grades de curso de nível superior
    de Direito ou Ciências Jurídicas
    No Judiciário Federal para o ingresso de Técnicos, a depender do órgão de atuação, é
    praxe nos certames a cobrança de conhecimentos específicos em Direito Constitucional,
    Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Trabalho,
    Direito Processual do Trabalho, Direito Eleitoral, Legislações especiais, etc.
    Não custa afirmar que não existe em nosso país nenhuma escola de segundo grau
    que contenha em sua grade curricular os conhecimentos citados acima.
    Após a rígida seleção que o concurso requer, Técnicos Judiciários empossados, de
    imediato passam a executar tarefas que exigem conhecimentos jurídicos, e não poderia
    ser de forma diferente, pois para ingressarem no cargo lhes foram exigidos
    conhecimentos correlatos à específica área do Direito, ou seja, cabedal de terceiro grau,
    que os leva invariavelmente, do primeiro ao último nível de suas carreiras, a perfazerem
    em seu conjunto de atribuições tarefas complexas.
    A fim de contribuir para o bom andamento do Poder Judiciário, diante da grande
    demanda de processos que se formou nas duas últimas décadas, e sabedores de que se
    fariam necessárias as suas intervenções, sob pena de se converter em colapso a
    iminente situação que se formava, bem como de que uma possível omissão por parte
    dos Técnicos poderia resultar inclusive em prejuízo moral para o Poder Público, diante
    de uma excessiva e injustificada demora no andamento dos feitos, tornou-se regra os
    Técnicos Judiciários atuarem como mão-de-obra qualificada em questões que envolvem
    elevado padrão de conhecimento, mediante assessoramento direto de magistrados,
    elaboração de relatórios, de minutas de despacho, de decisões, de sentenças, sendo,
    inclusive, detentores na atualidade da maioria dos cargos e funções de confiança do
    quadro funcional, que exige conhecimento de alta complexidade, reflexo natural do grau
    de aperfeiçoamento a que chegaram, pois, diante da necessidade premente de se
    aprimorarem para poder exercer com eficiência o seu ofício, não se quedaram inertes,
    muito pelo contrário, se qualificaram voluntariamente com conteúdos além dos exigidos
    para o ingresso no cargo
    Hoje, em sua quase totalidade, possuem a graduação e a pós-graduação necessárias para
    A uma prestação jurisdicional qualitaiva e não meramente quantitaiva, mercê de
    estatísticas estaparfúndias.
    Assim, diante do exposto, como dar tratamento de nível médio a quem na prática
    não se submeteu a prova de conteúdo de segundo grau? Como dar tratamento de nível
    médio a quem na prática não raciocina sobre conhecimentos de segundo grau para a
    consecução de seu trabalho? Como dar tratamento de nível médio a quem na prática não
    tem em seu conjunto de atribuições tarefas de segundo grau? Como dar tratamento de
    nível médio ao Técnico Judiciário se, na época atual, ante massificação do ensino de 3º
    grau, a informatização e virtualização do processos pouco resta das atividades típicas e
    originárias de um servidor de segundo grau para desempenho de atividades finalísticas
    do Poder Judiciário?
    É sabido por todos que atuam no meio jurídico que as atividades desenvolvidas
    pelos técnicos judiciários no Poder Judiciário Federal exigem como requisitos
    indispensáveis nível de conhecimento e grau de escolaridade superior, frente à natureza,
    à responsabilidade e à complexidade de que se revestem as atribuições que
    desempenham.
    À medida que o país se desenvolve, a educação melhora, a sociedade torna-se
    menos tolerante em relação à ineficiência na prestação dos serviços públicos e
    consequentemente exige servidores mais eficientes e qualificados.
    A permanência do absurdo em que se encontra essa situação torna-se, no mínimo,
    embaraçosa. Inúmeros são os concursados de nível superior recém admitidos e sem
    nenhuma experiência profissional se vêem constrangidos ao terem de se curvar aos
    ensinamentos esposados por Técnicos Judiciários experientes?
    Dezenas de cursos de capacitação são oferecidos pelo Poder Judiciário Federal e como
    regra, o público alvo se constitui de servidores de categorias funcionais distintas, nível
    médio e nível superior, debatendo questões e aperfeiçoando de áreas e atribuições que
    lhes são comuns
    Não se pode mais fechar os olhos ao óbvio,
    Para alguns pode ser apenas uma atitude ilógica da Administração Pública
    desprezar mão-de-obra extremamente qualificada. Para outros, ao usarem o raciocínio
    de que o servidor personifica o Serviço Público, bem como de que o elemento que rege
    o processo de prestação jurisdicional pauta-se em disciplina de terceiro grau, qual seja o
    Direito, estar-se-á diante de uma grande contradição, já que a real base de sustentação
    do judiciário se encontra umbilicalmente alicerçada no trabalho exercido por Técnicos
    Judiciários. Daí forma-se um questionamento grosseiro: qual a vantagem de se manter
    este engodo? Não reconhecer o correto grau de escolaridade do Técnico é dar margem a
    possíveis questionamentos sobre a validade formal dos atos praticados por estes
    servidores dentro Poder Judiciário Federal.
    Na qualidade de operadores do Direito como o são os Técnicos Judiciários, o não
    reconhecimento de seu valor é, antes de tudo, alimentar em suas entranhas o sentimento
    odioso da impotência de não serem capazes de fazer justiça em sua própria casa.
    Faz-se necessário, portanto, o reconhecimento formal de seu “status quo” dentro
    da carreira funcional, tornando o cargo, hoje privativo de nível médio, em cargo
    privativo de nível superior, que, por ocasião do reconhecimento, será, distribuído em
    atividades fim (judiciária) e meio (administrativa)
    De forma análoga, também se faz necessária a mudança no requisito de
    investidura para o cargo de Auxiliar Judiciário, de curso fundamental para nível médio,
    distribuído em atividade meio (administrativa), por refletir a correta escolaridade do
    cargo, diante do aprimoramento exigido pelo Estado nos serviços prestados por esses
    servidores.
    Não bastassem todas as justificativas citadas acima, tem-se a agravante de que a
    maior taxa de evasão nos quadros do Judiciário Federal se dá no cargo de Técnico
    Judiciário, reflexo da necessidade de adequação da escolaridade para o ingresso na
    carreira.
    Cumpre ressaltar que, mesmo não gerando impacto financeiro, o simples
    reconhecimento da correta escolaridade do Técnico Judiciário e do Auxiliar Judiciário,
    frente a tantos fatos e argumentos inquestionáveis, é a tradução perfeita daquilo que se
    entende por justiça e torna de direito o que já é de fato, tudo consubstanciado em um
    princípio do Direito do Trabalho, a primazia da realidade, através do qual o que
    verdadeiramente importa é o que ocorre na prática, no terreno dos fatos.
    Esforços despendidos no sentido de modificar o grau de escolaridade para a
    investidura nos cargos de Técnico Judiciário e de Auxiliar Judiciário farão com que o
    Estado cumpra efetivamente princípios consagradores do Direito, ou seja, a legalidade,
    a moralidade e a razoabilidade, e ainda servirão para tornar viável a construção de uma
    categoria mais harmônica, fincada na honestidade e voltada para o nosso fim maior, a
    excelência na prestação jurisdicional.
    É esdrúxulo admitir-se que o plano de cargos preveja adicional de qualificação de
    especialista, mestre, doutor e pós-doutor para ocupantes do cargo de Técnico judiciário,
    e ainda preveja que estes servidores possam exercer cargos comissionados de Diretor de
    Secretaria e Diretor Geral, sem que ao menos se reconheça formalmente a sua correta
    escolaridade como de nível superior.
    Como precedentes, cita-se instituições que alcançaram a valorização de suas
    carreiras, tais como a Receita Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Federal, e,
    mais recentemente, no último dia 12 de dezembro de 2009, a Câmara dos Deputados
    aprovou o Projeto de Lei nº 5883/2009, por entender ser inevitável a exigência de uma
    melhor qualificação para o ingresso no cargo de Técnico Legislativo, passando a exigir
    a graduação de nível superior como requisito indispensável.
    Como cumprir o princípio da eficiência consubstanciado na Constituição da República
    de 1988, se se mantiver o nivelamento de escolaridade por baixo no quadro de
    servidores do Poder Judiciário Federal, numa época em que se pratica a massificação do
    curso superior?
    Sala das Comissões, 02 de março de 2010
    JURANDY LOUREIRO
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    Mensagem por cesarblf Seg 24 Mar 2014, 10:28 am

    Eis a opinião de um colega nosso:

    "(...) as 3 emendas que foram apresentadas pela deputada Gorete Pereira, deputado Arnaldo Faria de Sá, e deputado Jurandy Loureiro, recentemente.

    Os três deputados defenderam o nível superior para Técnicos Judiciários do Poder Judiciário Federal.



    Acho importante analisar essas emendas. Vejam os bons argumentos apresentados para defender o nível superior para os Técnicos.


    Entendo que devemos sempre mencionar a decisão do STF, ocorrida em 05/02/2014, que considerou constitucional a lei que passou o cargo de Técnico para nível superior no Judiciário do Rio Grande do Norte.


    Antes da decisão do STF o único argumento dos que eram contrários ao nível superior para Técnicos era de que seria inconstitucional. E, agora, o STF pacificou o tema e considerou constitucional por ampla maioria de votos dos ministros do STF, placar de 5 x 2. Portanto, vamos lutar e exigir o nível superior para Técnicos".
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    Mensagem por Sertanejo Seg 24 Mar 2014, 4:10 pm

    Nós temos que nos mobilizar com urgência para aprovar nível superior para nosso cargo. Somos 70% da força de trabalho dos Tribunais e temos um poder de mobilização grande. Eu lembro que os Policiais Rodoviários até greve fizeram para que a carreira deles passasse a ser de nível superior. Os argumentos contidos nas emendas acima são muito bons e convincentes.
    Um colega disse, num post anterior, que há muitos técnicos acomodados. A realidade é que há muitos servidores acomodados, independentemente de serem técnicos ou analistas. Conheço muitos analistas acomodados, preguiçosos e incompetentes, e que estão em desvio de função "pra baixo", ou seja, fazendo muito menos do que as atribuições do cargo porque não querem trabalhar nem ter responsabilidade.
    Agora, querer desvalorizar os técnicos se utilizando desse tipo de argumento é uma falácia.
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    Mensagem por darkshi Seg 24 Mar 2014, 6:37 pm

    Não sei até que ponto o julgamento do STF seria valido para nós.
    O caso lá é bem especifico. Existia um cargo de nível médio de oficial de justiça, não existia um de nível superior equivalente e ao se criar o cargo de oficial de justiça de nível superior, ascendeu todos os que eram de nível médio.

    Já no PJU, existe o nível superior equivalente os níveis médios. Não sei se haveria espaço ou seria facilmente aceito. Principalmente neste cenário de arrocho, com todo mundo procurando soluções (e bodes espiatorios) para os nossos problemas.

    Por isto prefiro o retorno da ascensão funcional.

    E quando se fala em ascensão hj em dia não é o modelo pré-88, que permitia qualquer coisa. Um auxiliar de limpeza poderia ser ascendido para analista especialidade medicina. E sim um modelo racional. Onde o servidor técnico só poderia ascender para o cargo que é a continuidade de sua atual especialidade. Com critérios racionais de seleção de concurso interno. E o principal, teria que haver vaga. Não haveria a possibilidade de inchaço e nem de perdas financeiras para os analistas. Já que as vagas seriam criadas a medida de necessidade da administração. Do mesmo modo que é feito atualmente.
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    Mensagem por cesarblf Seg 24 Mar 2014, 8:02 pm

    darkshi escreveu:Não sei até que ponto o julgamento do STF seria valido para nós.
    O caso lá é bem especifico. Existia um cargo de nível médio de oficial de justiça, não existia um de nível superior equivalente e ao se criar o cargo de oficial de justiça de nível superior, ascendeu todos os que eram de nível médio.

    Já no PJU, existe o nível superior equivalente os níveis médios. Não sei se haveria espaço ou seria facilmente aceito. Principalmente neste cenário de arrocho, com todo mundo procurando soluções (e bodes espiatorios) para os nossos problemas.

    Por isto prefiro o retorno da ascensão funcional.

    E quando se fala em ascensão hj em dia não é o modelo pré-88, que permitia qualquer coisa. Um auxiliar de limpeza poderia ser ascendido para analista especialidade medicina.  E sim um modelo racional. Onde o servidor técnico só poderia ascender para o cargo que é a continuidade de sua atual especialidade. Com critérios racionais de seleção de concurso interno. E o principal, teria que haver vaga. Não haveria a possibilidade de inchaço e nem de perdas financeiras para os analistas.  Já que as vagas seriam criadas a medida de necessidade da administração. Do mesmo modo que é feito atualmente.

    VOU SER MUITO SINCERO:
    A sua sugestão é muito boa, mas acredito que não reflita o pensamento da maioria. Muitos defendem a equiparação salarial, com a qual não concordo. Outros defendem uma sobreposição salarial, a qual defendo, mas não nesse momento. Pessoalmente, acredito que o mais importante agora seja a elevação de nível de escolaridade para superior, até para valorizar e corrigir as distorções. Sob o aspecto remuneratório, sempre serei defensor de uma melhoria salarial para o técnico, mas não a equiparação salarial. Veja que, antigamente, a diferença salarial entre os cargos não era tão gritante como hoje (Anteriormente, o último nível de técnico percebia igual ao quarto nível de analista. Hoje, não ganha nem igual ao primeiro nível). E isso tem sim gerado descontentamento e discórdias. E outra: NÃO SE PODE FALAR EM DESVIO DE FUNÇÃO NUMA INSTITUIÇÃO EM QUE AS FUNÇÕES SÃO, POR DEMAIS, ASSEMELHADAS OU IDÊNTICAS (TODOS SABEM QUE OS TÉCNICOS NÃO DEVEM MAIS SÓ CARIMBAR, LEVAR PROCESSOS E FAZER PEQUENAS MOVIMENTAÇÕES NO SISTEMA E/OU ESBOÇOS DE MINUTAS DE DESPACHOS ETC. NÃO TEM COMO EXIGIR SÓ ISSO DELES. Diante da quantidade imensa de processos e de atribuições das mais diversas naturezas, o Judiciário exige uma melhor qualificação dos seus servidores. Muitos analistas defendem a ideia de desvio de função para realização exclusiva de concurso para sua área de atuação, mas acho, sinceramente, um posicionamento egoísta e até míope. Os analistas devem lutar para ganhar de acordo com os cargos equivalentes do Executivo (Receita Federal, Polícia Federal, Banco Central etc.). Uma luta mais do que justa. E por que não permitir que os técnicos também ganhem melhor? Questões orçamentárias? Bem, de fato todo e qualquer aumento salarial é de difícil negociação. Veja que se houver orientação de realização de concursos só para analistas, aí sim é que ficará difícil obterem essa sonhada equivalência. A existência do técnico é estratégica e econômica para qualquer Tribunal. Se você é gestor, é prudente valorizar os técnicos (com uma melhoria salarial e exigência de curso superior) e os analistas (com a equivalência sobredita). Todos saem ganhando! Bem, sei que essa minha opinião não tem muitos simpatizantes. Não sei também se será considerada pela TECJUFE. No entanto, Sempre defenderei o posicionamento ora explicitado, segundo o qual TODOS DEVEM SER VALORIZADOS!
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    Mensagem por darkshi Seg 24 Mar 2014, 10:11 pm

    Continuo na mesma.

    Ao meu ver toda esta celeuma Técnico X Analistas só acabara no momento em que voltar a existir a ascensão funcional. E ai ambos parariam de enxergar um ao outro como carreiras separadas.

    Qualquer coisa diferente disto ou ficaria na mesma ou piorará as coisas. Com a visão "farinha pouca, meu pirão primeiro" aliado ao arrocho que temos de quase uma década. Os analistas iriam soltar fogo pelas ventas em qualquer tentativa de dar um bônus aos técnicos.
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    Mensagem por cesarblf Ter 25 Mar 2014, 10:53 am

    Prezados Colegas,



    Vejam a notícia abaixo, que foi publicada HOJE no site do SINDJUFPB.



    Em que momento a FENAJUFE está preocupada com a elevação de escolaridade ou valorização dos técnicos?



    Por que a FENAJUFE só trabalha pelo reenquadramento dos auxiliares de nível médio (vejam destaque abaixo)?



    Perguntas que não calam.



    A FENAJUFE precisa mudar, com URGÊNCIA! Enquanto isso, vamos lutar através da TECJUFE e, se Deus quiser, de um SINDICATO PRÓPRIO.



    Assim, é importante que os técnicos se UNAM e busquem a devida representatividade.


    ---------------------------------------------------------------------------------------------

    Ampliada aprova calendário de mobilização
    24/03/2014

    Na última quinta-feira (20), a Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe) realizou sua segunda Reunião Ampliada de 2014, no Hotel Nacional, em Brasília, com a participação de delegados de vinte sindicatos. Por consenso, os participantes definiram que a categoria está em estado de greve, com indicativo para que todos os sindicatos estejam em greve até o dia 29 de abril. Foi marcado um ato nacional no STF para o dia 2 de abril contra a possibilidade de fragmentação da carreira e para cobrar a pauta de reivindicações do conjunto dos servidores do Judiciário Federal.

    O calendário de mobilização prevê paralisação de 24 horas no dia 9 de abril, precedida de rodada de assembleias nos estados, de 28 de março a 5 de abril, para avaliar o indicativo da Ampliada. Também foi tirada uma semana nacional de mobilização para a construção da greve, de 22 a 28 de abril. Foi reforçada ainda a luta unificada com os demais servidores públicos federais.

    Inicialmente, o coordenador da Fenajufe, Saulo Arcangeli, apresentou informe sobre a reunião em que esteve com o secretário de Relações de Trabalho, Sérgio Mendonça, e uma comissão de 15 entidades nacionais de servidores públicos federais. Ela serviu apenas para reafirmar a forte intransigência do governo com relação aos servidores. (leia aqui matéria sobre a reunião).

    Todas as entidades presentes tiveram espaço para informes e avaliações. Também foi concedido tempo para falas de delegados, que destacaram a importância de superar as divergências e sair da reunião com discurso afinado e determinação para fortalecer a luta unificada com os SPFs e cumprir o calendário de lutas definido nesta Reunião Ampliada, aprovado por consenso, apesar de alguns debates duros sobre quais deveriam ser as prioridades da luta em defesa da categoria.

    Confira o calendário de mobilização

    - Estado de greve desde já contra qualquer proposta que não contemple as reivindicações do conjunto da categoria;

    - 28/03 a 05/04 – Rodada de assembleias nos estados para discutir o calendário e o indicativo de greve;

    - 02/04 – Ato Nacional no STF;

    - 09/04 – Dia Nacional de Paralisação;

    - 22 a 28/04 – Semana nacional de mobilização para a construção da greve;

    - 29/04 – Indicativo de data limite para que todos os sindicatos estejam em greve;

    - 10/05 – Reunião Ampliada da Fenajufe;

    Pauta Unificada

    A pauta geral de reivindicações dos SPFs foi protocolada no dia 23 de janeiro, por meio de ofício no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). O funcionalismo cobra a implementação de política salarial permanente, com a definição da data-base dos federais em 1º de maio, reposição inflacionária, valorização do salário-base, incorporação das gratificações, cumprimento por parte do governo dos acordos e protocolos de intenções firmados, contra qualquer reforma e projeto que retira direitos dos trabalhadores, como por exemplo a proposta que busca acabar com o direito de greve que impedimos sua votação em 2013, paridade entre ativos e aposentados, reajuste dos benefícios e antecipação para este ano da parcela de 2015 do acordo firmado em 2012 e mais a realidade de cada categoria.

    Pauta Específica do Judiciário Federal e MPU

    Além da pauta geral e da luta desencadeada recentemente contra a criação da carreira própria no STF, a Fenajufe cobra em sua pauta de reivindicações específicas, entres outros pontos:

    – antecipação da parcela do reajuste de 2015 para 2014;

    – aprovação do PL 319 na versão original;

    – definição de política salarial permanente com respeito à data base;

    – criação de comissão interdisciplinar entre Fenajufe e tribunais superiores para discutir carreira e condições de trabalho, e não apenas GTs para tratar de carreiras específicas isoladas para tribunais superiores;

    – aumento dos valores repassados aos benefícios (saúde, alimentação, etc), com extensão desses benefícios a aposentados e pensionistas, além da extensão a todo o Judiciário Federal do fornecimento de remédios para doenças crônicas a aposentados feito pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região;

    – pagamento dos passivos devidos aos servidores;

    – posição contrária à criação de aumento de CJs e FCs no Judiciário Federal (PLs 5382/13 e 5426/13);

    – posição contrária à PEC 59/13, que dispõe sobre a criação do estatuto dos servidores do Poder Judiciário;

    – cobrar do Poder Judiciário o cumprimento da previsão constitucional da auditoria da dívida pública;

    – lutar pelo reenquadramento dos auxiliares de nível intermediário;
    – lutar pela aprovação do Projeto de Lei de isonomia dos chefes de cartório;

    – formalização de critérios objetivos para remoção e redistribuição no Judiciário Federal;

    – jornada de 6 horas, com pausa.

    Fonte: Fenajufe.

    Fonte: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

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    Mensagem por sonhador Ter 25 Mar 2014, 11:15 am

    A Fenajufe é uma piada de muito mau gosto. Os técnicos e os analistas internos deveriam todos se desfiliar dessa entidade, pois estão dando dinheiro para o inimigo comprar munição. Sinto uma mistura de asco e tristeza quando lembro desse sindicato.
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    Mensagem por darkshi Ter 25 Mar 2014, 12:21 pm

    Sabe o que que eu acho pior no caso da Fenajufe? Já viu alguma dessas bandeiras serem cumpridas nos últimos 10 anos?

    Tá parecendo politico de interior. Que sempre promete a mesma coisa e nunca cumpre, justamente para ter o que prometer 4 anos depois.

    Entrei no judiciário em 2007. E eu vejo as mesmas coisas sendo prometidas e defendidas.

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