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    Mensagem por camirecas Qua 01 Out 2014, 10:40 am

    Galizezin escreveu:
    camirecas escreveu:
    feemDeus escreveu:
    Galizezin escreveu:já foi cogitada a extinção do analista admin.

    Eu era TA, estudei para caramba para ser AJAA, concurso mais concorrido em número de candidatos por vagas, e agora ainda pode sobrar para mim.


    Se essa imoralidade e injustiça passar vou ficar muito triste (não só eu, mas milhares que passaram pelo mesmo processo) pela horas que tive que abrir mão da comunhão (momentos de lazer) com a família para estudar.

    Mas no Brasil, quem estuda é "Burro".


    Não sei se foi bem em 2012, mas houve uma reunião entre os diretores do PJU sobre política de recursos humanos e ficou deliberado que a política a longo prazo seria  diminuir a quantidade de vagas para técnico administrativo (puro) nos concursos, matar por inação o cargo de analista administrativo (puro) e só fazer para analista com especialidade. Procurei nos meus arquivos a nota sobre a reunião mas não encontrei.

    Pois é! Não encontrou e os diretores do PJU também não: eu não sabia que existia técnico administrativo no PJU. Não seria técnico judiciário? albino

    técnico administrativo, leia-se Técnico Judiciário - Área Administrativa;
    analista administrativo, leia-se Analista Judiciário - Área Administrativa.
    Melhorou?
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    Mensagem por Analista Novo Qua 01 Out 2014, 10:47 am

    Essa de q os Técnicos são maioria só se aplica nas primeiras instâncias. Pois os Técnicos fazem o trabalho dito chão de fábrica.
    No Tribunal em q trabalho, os Analistas já são maioria há muitos anos.
    Numa proporção de 60% de Analista para 40% Técnico.
    E isso de q o Analista Judiciário - área Administrativa vai acabar é pura falácia.
    Ainda no meu Tribunal, dentre os Analistas, o da área Administrativa representam a segunda categoria mais numerosa, com 20% dos cargos de nível superior (Analistas), ficando atrás apenas dos da área Judiciária.
    E tanto é prova de q é falácia, q os cargos q estão em extinção, como o de taquigrafia, qdo vagam, são transformados em cargos da área Administrativa, o q vem fazendo com q seja o único cargo em expansão no Tribunal.



    corujito escreveu:Isso que o camirecas disse já está em prática.

    Vejam os quadros proporstos para os novos TRFs. 90% analistas.

    Vejam os recentes PLs de criação de cargos na JE e JT. 70~80% analistas.



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    Mensagem por Galizezin Qua 01 Out 2014, 12:17 pm

    camirecas escreveu:
    Galizezin escreveu:
    camirecas escreveu:
    feemDeus escreveu:

    Eu era TA, estudei para caramba para ser AJAA, concurso mais concorrido em número de candidatos por vagas, e agora ainda pode sobrar para mim.


    Se essa imoralidade e injustiça passar vou ficar muito triste (não só eu, mas milhares que passaram pelo mesmo processo) pela horas que tive que abrir mão da comunhão (momentos de lazer) com a família para estudar.

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    Mensagem por camirecas Qua 01 Out 2014, 12:31 pm

    Galizezin escreveu:
    camirecas escreveu:
    Galizezin escreveu:
    camirecas escreveu:


    Não sei se foi bem em 2012, mas houve uma reunião entre os diretores do PJU sobre política de recursos humanos e ficou deliberado que a política a longo prazo seria  diminuir a quantidade de vagas para técnico administrativo (puro) nos concursos, matar por inação o cargo de analista administrativo (puro) e só fazer para analista com especialidade. Procurei nos meus arquivos a nota sobre a reunião mas não encontrei.

    Pois é! Não encontrou e os diretores do PJU também não: eu não sabia que existia técnico administrativo no PJU. Não seria técnico judiciário? albino

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    Vou perder meu tempo procurando esse documento?
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    Mensagem por HSO Qua 01 Out 2014, 5:21 pm

    Analista Novo escreveu:Da mesma forma q não existe Analista Administrativo,  o correto é Analista Judiciário.



    Galizezin escreveu:
    camirecas escreveu:
    feemDeus escreveu:

    Eu era TA, estudei para caramba para ser AJAA, concurso mais concorrido em número de candidatos por vagas, e agora ainda pode sobrar para mim.


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    Não sei se foi bem em 2012, mas houve uma reunião entre os diretores do PJU sobre política de recursos humanos e ficou deliberado que a política a longo prazo seria  diminuir a quantidade de vagas para técnico administrativo (puro) nos concursos, matar por inação o cargo de analista administrativo (puro) e só fazer para analista com especialidade. Procurei nos meus arquivos a nota sobre a reunião mas não encontrei.

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    O NOBRE PICA DAS GALÁXIAS, DOTADOR DE INCOMENSURÁVEL SABER JURÍDICO, ANALISTA JUDICIÁRIO (AFF.... GRANDES B....), PERDEU uma discussão jurídica com um mero técnico ("t" minúsculo), dotado de insignificante saber jurídico?

    Que coisa!!! Vai conseguir dormir? A bagagem do cara acabou que transbordou seu bagageiro?

    Se alguns analistas tivessem remuneração correspondente ao tamanho do ego que possuem, ou ao tamanho de sua convicção sobre a importância de tal cargo e ao seu sucesso pessoal ao alcançá-lo (nossa, que feito notável passar em concurso de Analista!!!), teríamos um novo teto do funcionalismo público de todo o UNIVERSO: o vencimento do Analista!

    Técnico não é nada. Cargo normal, nada digno de se orgulhar. Analista idem.

    E não retiro uma palavra.


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    Mensagem por Analista Novo Qua 01 Out 2014, 5:49 pm

    Se passar pra Analista não é grande coisa, pq vcs não passam pra tal cargo, ao invés de defender o trem da alegria?

    HSO escreveu:
    Analista Novo escreveu:Da mesma forma q não existe Analista Administrativo,  o correto é Analista Judiciário.



    Galizezin escreveu:
    camirecas escreveu:


    Não sei se foi bem em 2012, mas houve uma reunião entre os diretores do PJU sobre política de recursos humanos e ficou deliberado que a política a longo prazo seria  diminuir a quantidade de vagas para técnico administrativo (puro) nos concursos, matar por inação o cargo de analista administrativo (puro) e só fazer para analista com especialidade. Procurei nos meus arquivos a nota sobre a reunião mas não encontrei.

    Pois é! Não encontrou e os diretores do PJU também não: eu não sabia que existia técnico administrativo no PJU. Não seria técnico judiciário? albino


    O NOBRE PICA DAS GALÁXIAS, DOTADOR DE INCOMENSURÁVEL SABER JURÍDICO, ANALISTA JUDICIÁRIO (AFF.... GRANDES B....), PERDEU uma discussão jurídica com um mero técnico ("t" minúsculo), dotado de insignificante saber jurídico?

    Que coisa!!! Vai conseguir dormir? A bagagem do cara acabou que transbordou seu bagageiro?

    Se alguns analistas tivessem remuneração correspondente ao tamanho do ego que possuem, ou ao tamanho de sua convicção sobre a importância de tal cargo e ao seu sucesso pessoal ao alcançá-lo (nossa, que feito notável passar em concurso de Analista!!!), teríamos um novo teto do funcionalismo público de todo o UNIVERSO: o vencimento do Analista!

    Técnico não é nada. Cargo normal, nada digno de se orgulhar. Analista idem.

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    Mensagem por Galizezin Qua 01 Out 2014, 7:09 pm

    Os técnicos que não passam é porque não se dedicam a estudar os macetes e regras. Só isso. No geral, concurso público não mede a inteligência ou competência de ninguém. Veja matéria abaixo:

    Professor da FGV propõe mudanças no concurso público

    Jornal GGN – O professor de Direito da FGV Rio, Fernando Fontainha, acaba de lançar um livro criticando o modelo de concursos públicos no Brasil. Para ele, o processo seletivo para funcionários públicos não foi feito para escolher os melhores candidatos. Ao invés disso, eles criam uma indústria milionária de cursos preparatórios e um sistema de arrecadação que desvirtua os processos. Ele propõe abolir as provas de múltipla escolha e acabar com as taxas de inscrição.

    Enviado por Giovane Borges

    “Concurso público é uma máquina de injustiça social”

    Por Taís Laporta

    Do iG São Paulo

    Autor de estudo que critica os métodos de seleção de funcionários públicos no País, professor da FGV propõe o fim das provas de múltipla escolha e das taxas de inscrição

    Os concursos públicos no Brasil não foram feitos para escolher os melhores candidatos. Essa é a opinião do professor de Direito da FGV Rio, Fernando Fontainha, crítico voraz do sistema que filtra os ocupantes de cargos públicos no País.

    Para o acadêmico, a ideologia concurseira que se firmou ajuda a alimentar uma "indústria milionária de cursos preparatórios e um sistema de arrecadação que desvirtuou os processos seletivos".

    Boa parte destas críticas está no livro recém-lançado “Processos Seletivos para a Contratação de Servidores Públicos: Brasil, o País dos Concursos”, fruto de uma pesquisa do Centro de Justiça e Sociedade da FGV Direito Rio em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF). Na obra, Fontainha propõe criar um marco regulatório para mudar radicalmente os critérios de seleção de funcionários públicos no Brasil.

    O professor propõe, entre outras ideias, abolir as provas de múltipla escolha e acabar com as taxas de inscrição. No estudo, aparecem exemplos de provas em 20 órgãos federais, entre eles Banco Central, INSS, Polícia Federal e Receita. Para selecionar os candidatos com as competências mais adequadas, Fontainha sugere que a experiência profissional prévia seja requisito básico para inscrever-se no concurso.

    iG - Por que, na sua opinião, os concursos públicos não são capazes de selecionar os melhores candidatos?

    Fernando Fontainha - Os concursos no Brasil são autocentrados, voltados para si mesmos. Neles, impera a ideologia concurseira, que acontece em enorme prejuízo do serviço público brasileiro, sem dúvida alguma. Eles servem para selecionar os que mais se prepararam para as provas, e não os mais competentes. Isso reflete na qualidade dos serviços públicos no Brasil.

    Como você sugere mudar esse sistema?

    Existem duas maneiras de se averiguar os candidatos mais competentes: de forma profissional ou acadêmica. Criamos propostas provocativas de um novo marco regulatório, com 10 itens que passam pelo fim das provas de múltipla escolha e pela necessidade de expor as habilidades e competências exigidas pelas carreiras já no edital.

    Você propõe acabar com as provas de múltipla escolha. Por quê?

    Com certeza, esse tipo de prova não avalia bem o candidato, é uma prova cheia de macetes. Ela averigua capacidades completamente desligadas das competências acadêmicas. Não são provas de múltipla escolha que os alunos estão acostumados a fazer na faculdade e não elas não vão definir o que farão na carreira. As questões de múltipla escolha não avaliam nem competências acadêmicas, nem profissionais. Esse é o problema. Todo mundo sabe como se treina para essas provas em cursinhos. Você pega os truques e técnicas para escapar das pegadinhas.

    Deveria haver uma prova prática para substituir o método atual?

    Nós sugerimos que sim. Ou prova prática ou requisitos de experiência prévia. O médico do Ministério da Saúde faz apenas uma prova de múltipla escolha para ser admitido. A única exigência é de que ele seja bacharel em medicina. Isso é no mínimo questionável. Mas não quero parecer elitista.

    O cargo de técnico do INSS, que pede ensino médio, e que em 2012 recebeu quase um milhão de candidatos, é alguém que fica atrás do balcão atendendo pessoas. Ele é avaliado por uma prova de múltipla escolha, com questões de direito previdenciário, português, informática. Mas a competência fundamental pra prestar um bom atendimento público não é avaliada, apesar de ser fundamental.

    A ideia seria selecionar apenas pessoas com alguma experiência prévia?

    Seria uma solução muito simples pra diminuir essa quantidade alucinante de inscritos e, com certeza, aumenta as chances de contratar pessoas que vão prestar um bom serviço. Exige que, para se inscrever, a pessoa comprove que tem cinco anos de experiência com atendimento ao público. Isso não é elitista, pelo contrário. Você exige que a pessoa demonstre que durante cinco anos ela foi caixa de supermercado ou balconista de farmácia por exemplo. Aquele sujeito que hoje tem condições de ser liberado para se preparar para os cursinhos não vai poder concorrer ao cargo, por exemplo.

    Na sua opinião, os concursos públicos favorecem pessoas de nível social mais elevado?

    O concurso público hoje é uma máquina de exclusão social, e não de inclusão. Esse sistema é voltado para quem tem tempo e dinheiro para pagar um bom cursinho. Pra quem pode pagar um bom colégio, que já no ensino médio ministra disciplinas para preparar o seu filho para os concursos da administração pública. Esse é um dos reflexos perversos da ideologia concurseira. Pra fazer cursinho, você precisa ter tempo. E ter tempo é poder não trabalhar. O brasileiro que sai do ensino médio e precisa trabalhar estará concorrendo em desvantagem com alguém que pode ficar só em cursinhos. É uma máquina de injustiça social.

    Por que vocês acham necessário eliminar as taxas de inscrição dos concursos?

    No Brasil, se acha natural pagar para fazer um concurso público. Mas não é assim em todos os países do mundo. Temos um capítulo no livro que mostra uma comparação com a França, onde ninguém nem compreende dizer que você vai pagar uma taxa para prestar um concurso. É um verdadeiro absurdo por lá, mas aqui é normal.

    Mesmo com a taxa, os concursos recebem um grande número de candidatos...

    Para essa máquina poder funcionar, é preciso haver um contingente enorme de pessoas que não param de fazer provas, uma atrás da outra. A ideia de vocação, de desejo de um cargo desaparece diante da ideia de que se vai sair fazendo vários concursos por aí, até passar em algum. Isso é ser um concurseiro profissional, faz parte da sua ideologia se inscrever para todos os cargos que puder. Ele não sabe se gostaria de trabalhar com previdência ou ser policial. Mesmo que não queira fazer aquilo da vida, vai pelo salário, pela estabilidade e por outras vantagens que a vida de funcionário público oferece.

    Por isso vocês propõem também que o candidato não possa prestar mais de três vezes o mesmo concurso?

    Sim. Isso acontece na França. Você só vai se inscrever se achar que tem condições reais de passar. Vai acabar com essa coisa de prestar por prestar. E inverte essa relação de cliente que existe nos concursos. Quando você instaura uma taxa, está privatizando a relação. Por isso é um problema grave no Brasil. O que se discute hoje não é a qualidade do serviço público e do recrutamento, mas o rol de direitos dos concurseiros. Acho que tem que haver esses direitos, mas o foco do concurso é pensar num recrutamento que vai ampliar a qualidade da prestação do serviço público. Esse deveria ser o foco principal.

    As bancas examinadoras também precisariam mudar?

    Sim. Dependendo do foco, dizemos que todo serviço público precisa ter uma escola profissional. Se você recrutou o candidato, agora tem que formá-lo. A menos que seja um concurso que já recrute profissionais gabaritados no mercado. Pela nossa proposta, metade da banca tem que ser formada por acadêmicos da área. Existem até membros de banca profissionais. A gente propõe que isso acabe. O profissional vai pra a banca e publica um livro que deve ser lido pelos candidatos. O ideal é que se ele participou de uma banca, tem que ficar dois anos sem participar de novo. No caso de um concurso de vocação profissional, que a banca seja composta por profissionais não acadêmicos com pelo menos 10 ou 15 anos de experiência comprovada na área.

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    Mensagem por corujito Qua 01 Out 2014, 7:38 pm

    sem esse mimimi de zuar o concurso público Galizezin


    justo ou injusto, decoreba ou não decoreba, macetes ou saber...

    TODO MUNDO FAZ A MESMA PROVA, NA MESMA HORA, SOB AS REGRAS DO MESMO EDITAL.

    vem com essa não!

    exclusão é o cacete. Concurso é inclusão

    o concurso foi o que permitiu um fudido como eu, educado em escola pública bandida do PT, de ter um emprego minimamente decente sem depender de mais ninguém

    não mete essa!
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    Mensagem por Analista Novo Qua 01 Out 2014, 7:40 pm

    Quanta bobagem.
    Convencionou-se q, foi dito pela FGV, virou paradigma, ninguém discute.
    O q o kra defende é ridículo.

    Vcs, técnicos, sempre rebolam pra distorcer os fatos ao favor de seus próprios umbigos.

    E mesmo q vc tivesse razão qdo diz q para passar para Analista é simplesmente estudar macetes e regras, saiba q estudar macetes e regras e conquistar seu cargo por direito é infinitamente mais digno q tentar aplicar um golpe via trem da alegria.

    Galizezin escreveu:Os técnicos que não passam é porque não se dedicam a estudar os macetes e regras. Só isso. No geral, concurso público não mede a inteligência ou competência de ninguém. Veja matéria abaixo:

    Professor da FGV propõe mudanças no concurso público

    Jornal GGN – O professor de Direito da FGV Rio, Fernando Fontainha, acaba de lançar um livro criticando o modelo de concursos públicos no Brasil. Para ele, o processo seletivo para funcionários públicos não foi feito para escolher os melhores candidatos. Ao invés disso, eles criam uma indústria milionária de cursos preparatórios e um sistema de arrecadação que desvirtua os processos. Ele propõe abolir as provas de múltipla escolha e acabar com as taxas de inscrição.

    Enviado por Giovane Borges

    “Concurso público é uma máquina de injustiça social”

    Por Taís Laporta

    Do iG São Paulo

    Autor de estudo que critica os métodos de seleção de funcionários públicos no País, professor da FGV propõe o fim das provas de múltipla escolha e das taxas de inscrição

    Os concursos públicos no Brasil não foram feitos para escolher os melhores candidatos. Essa é a opinião do professor de Direito da FGV Rio, Fernando Fontainha, crítico voraz do sistema que filtra os ocupantes de cargos públicos no País.

    Para o acadêmico, a ideologia concurseira que se firmou ajuda a alimentar uma "indústria milionária de cursos preparatórios e um sistema de arrecadação que desvirtuou os processos seletivos".

    Boa parte destas críticas está no livro recém-lançado “Processos Seletivos para a Contratação de Servidores Públicos: Brasil, o País dos Concursos”, fruto de uma pesquisa do Centro de Justiça e Sociedade da FGV Direito Rio em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF). Na obra, Fontainha propõe criar um marco regulatório para mudar radicalmente os critérios de seleção de funcionários públicos no Brasil.

    O professor propõe, entre outras ideias, abolir as provas de múltipla escolha e acabar com as taxas de inscrição. No estudo, aparecem exemplos de provas em 20 órgãos federais, entre eles Banco Central, INSS, Polícia Federal e Receita. Para selecionar os candidatos com as competências mais adequadas, Fontainha sugere que a experiência profissional prévia seja requisito básico para inscrever-se no concurso.

    iG - Por que, na sua opinião, os concursos públicos não são capazes de selecionar os melhores candidatos?

    Fernando Fontainha - Os concursos no Brasil são autocentrados, voltados para si mesmos. Neles, impera a ideologia concurseira, que acontece em enorme prejuízo do serviço público brasileiro, sem dúvida alguma. Eles servem para selecionar os que mais se prepararam para as provas, e não os mais competentes. Isso reflete na qualidade dos serviços públicos no Brasil.

    Como você sugere mudar esse sistema?

    Existem duas maneiras de se averiguar os candidatos mais competentes: de forma profissional ou acadêmica. Criamos propostas provocativas de um novo marco regulatório, com 10 itens que passam pelo fim das provas de múltipla escolha e pela necessidade de expor as habilidades e competências exigidas pelas carreiras já no edital.

    Você propõe acabar com as provas de múltipla escolha. Por quê?

    Com certeza, esse tipo de prova não avalia bem o candidato, é uma prova cheia de macetes. Ela averigua capacidades completamente desligadas das competências acadêmicas. Não são provas de múltipla escolha que os alunos estão acostumados a fazer na faculdade e não elas não vão definir o que farão na carreira. As questões de múltipla escolha não avaliam nem competências acadêmicas, nem profissionais. Esse é o problema. Todo mundo sabe como se treina para essas provas em cursinhos. Você pega os truques e técnicas para escapar das pegadinhas.

    Deveria haver uma prova prática para substituir o método atual?

    Nós sugerimos que sim. Ou prova prática ou requisitos de experiência prévia. O médico do Ministério da Saúde faz apenas uma prova de múltipla escolha para ser admitido. A única exigência é de que ele seja bacharel em medicina. Isso é no mínimo questionável. Mas não quero parecer elitista.

    O cargo de técnico do INSS, que pede ensino médio, e que em 2012 recebeu quase um milhão de candidatos, é alguém que fica atrás do balcão atendendo pessoas. Ele é avaliado por uma prova de múltipla escolha, com questões de direito previdenciário, português, informática. Mas a competência fundamental pra prestar um bom atendimento público não é avaliada, apesar de ser fundamental.

    A ideia seria selecionar apenas pessoas com alguma experiência prévia?

    Seria uma solução muito simples pra diminuir essa quantidade alucinante de inscritos e, com certeza, aumenta as chances de contratar pessoas que vão prestar um bom serviço. Exige que, para se inscrever, a pessoa comprove que tem cinco anos de experiência com atendimento ao público. Isso não é elitista, pelo contrário. Você exige que a pessoa demonstre que durante cinco anos ela foi caixa de supermercado ou balconista de farmácia por exemplo. Aquele sujeito que hoje tem condições de ser liberado para se preparar para os cursinhos não vai poder concorrer ao cargo, por exemplo.

    Na sua opinião, os concursos públicos favorecem pessoas de nível social mais elevado?

    O concurso público hoje é uma máquina de exclusão social, e não de inclusão. Esse sistema é voltado para quem tem tempo e dinheiro para pagar um bom cursinho. Pra quem pode pagar um bom colégio, que já no ensino médio ministra disciplinas para preparar o seu filho para os concursos da administração pública. Esse é um dos reflexos perversos da ideologia concurseira. Pra fazer cursinho, você precisa ter tempo. E ter tempo é poder não trabalhar. O brasileiro que sai do ensino médio e precisa trabalhar estará concorrendo em desvantagem com alguém que pode ficar só em cursinhos. É uma máquina de injustiça social.

    Por que vocês acham necessário eliminar as taxas de inscrição dos concursos?

    No Brasil, se acha natural pagar para fazer um concurso público. Mas não é assim em todos os países do mundo. Temos um capítulo no livro que mostra uma comparação com a França, onde ninguém nem compreende dizer que você vai pagar uma taxa para prestar um concurso. É um verdadeiro absurdo por lá, mas aqui é normal.

    Mesmo com a taxa, os concursos recebem um grande número de candidatos...

    Para essa máquina poder funcionar, é preciso haver um contingente enorme de pessoas que não param de fazer provas, uma atrás da outra. A ideia de vocação, de desejo de um cargo desaparece diante da ideia de que se vai sair fazendo vários concursos por aí, até passar em algum. Isso é ser um concurseiro profissional, faz parte da sua ideologia se inscrever para todos os cargos que puder. Ele não sabe se gostaria de trabalhar com previdência ou ser policial. Mesmo que não queira fazer aquilo da vida, vai pelo salário, pela estabilidade e por outras vantagens que a vida de funcionário público oferece.

    Por isso vocês propõem também que o candidato não possa prestar mais de três vezes o mesmo concurso?

    Sim. Isso acontece na França. Você só vai se inscrever se achar que tem condições reais de passar. Vai acabar com essa coisa de prestar por prestar. E inverte essa relação de cliente que existe nos concursos. Quando você instaura uma taxa, está privatizando a relação. Por isso é um problema grave no Brasil. O que se discute hoje não é a qualidade do serviço público e do recrutamento, mas o rol de direitos dos concurseiros. Acho que tem que haver esses direitos, mas o foco do concurso é pensar num recrutamento que vai ampliar a qualidade da prestação do serviço público. Esse deveria ser o foco principal.

    As bancas examinadoras também precisariam mudar?

    Sim. Dependendo do foco, dizemos que todo serviço público precisa ter uma escola profissional. Se você recrutou o candidato, agora tem que formá-lo. A menos que seja um concurso que já recrute profissionais gabaritados no mercado. Pela nossa proposta, metade da banca tem que ser formada por acadêmicos da área. Existem até membros de banca profissionais. A gente propõe que isso acabe. O profissional vai pra a banca e publica um livro que deve ser lido pelos candidatos. O ideal é que se ele participou de uma banca, tem que ficar dois anos sem participar de novo. No caso de um concurso de vocação profissional, que a banca seja composta por profissionais não acadêmicos com pelo menos 10 ou 15 anos de experiência comprovada na área.

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    Mensagem por Convidado Qua 01 Out 2014, 7:47 pm

    Tem q ter cuidado com qualquer coisa q aumente o subjetivismo num país q indicar irmão/mãe/filho para cargos relevantes como conselheiros do TCE/TCU, secretários estadual, desembargador do TRE/TJ é normalíssimo ....
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    Mensagem por Galizezin Qua 01 Out 2014, 11:58 pm

    corujito escreveu:sem esse mimimi de zuar o concurso público Galizezin


    justo ou injusto, decoreba ou não decoreba, macetes ou saber...

    TODO MUNDO FAZ A MESMA PROVA, NA MESMA HORA, SOB AS REGRAS DO MESMO EDITAL.

    vem com essa não!

    exclusão é o cacete. Concurso é inclusão

    o concurso foi o que permitiu um fudido como eu, educado em escola pública bandida do PT, de ter um emprego minimamente decente sem depender de mais ninguém

    não mete essa!

    Então é isso. Não sou contra concurso público. Apenas colacionei a matéria para deixar bem claro que em concurso passa quem se dedicar mais. Agora fica uns querendo diminuir outros!? Vai catar coquim...



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    Mensagem por corujito Qui 02 Out 2014, 12:20 am

    Galizezin escreveu:
    corujito escreveu:sem esse mimimi de zuar o concurso público Galizezin


    justo ou injusto, decoreba ou não decoreba, macetes ou saber...

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    o concurso foi o que permitiu um fudido como eu, educado em escola pública bandida do PT, de ter um emprego minimamente decente sem depender de mais ninguém

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    Então é isso. Não sou contra concurso público. Apenas colacionei a matéria para deixar bem claro que em concurso passa quem se dedicar mais. Agora fica uns querendo diminuir outros!? Vai catar coquim...


    O que eu falei vale pra td que é concurso justo. Desde o concurso de auxiliar da prefeitura até o concurso para Tabelião.

    A administração pública, em nome de princípios, abriu mão de preencher um cargo efetivo com uma seleção baseada nas melhores práticas de mercado. Em vez disso preferimos um modelo que não diferencia preto, branco, pobre, rico, bicha, macho, homem, mulher, crente, macumbeiro etc etc.


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    Mensagem por Galizezin Sab 04 Out 2014, 8:05 pm

    corujito escreveu:
    Galizezin escreveu:
    corujito escreveu:sem esse mimimi de zuar o concurso público Galizezin


    justo ou injusto, decoreba ou não decoreba, macetes ou saber...

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    O que eu falei vale pra td que é concurso justo. Desde o concurso de auxiliar da prefeitura até o concurso para Tabelião.

    A administração pública, em nome de princípios, abriu mão de preencher um cargo efetivo com uma seleção baseada nas melhores práticas de mercado. Em vez disso preferimos um modelo que não diferencia preto, branco, pobre, rico, bicha, macho, homem, mulher, crente, macumbeiro etc etc.



    Sim, um modelo que não diferencia o inteligente (superior) do burro (nível médio).


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    Mensagem por cesarblf Qua 08 Out 2014, 12:11 pm

    Enquanto isso...

    "Câmara aprova MP que dá reajuste a policial federal e perito agrário

    Agência Câmara Notícias     -     08/10/2014

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (7) o texto original da Medida Provisória 650/14, que concede reajustes de 15,8% a agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal. O texto prevê ainda aumento aos peritos federais agrários, reajustando a tabela da gratificação de desempenho de atividade (Gdapa). A MP seguirá para votação no Plenário do Senado.

    A medida altera as leis que tratam dessas carreiras (9.266/96, 10.550/02 e 11.358/06).

    Pelo texto aprovado, o subsídio para esses cargos será reajustado desde junho deste ano, passando, no início da carreira (3ª classe), de R$ 7.514,33 para R$ 8.416,05. No fim da carreira, o subsídio passará a ser de R$ 13.304,57. A partir de janeiro de 2015, a remuneração inicial passará a ser de R$ 8.702,20 e, ao final da carreira, de R$ 13.753,93.

    Os reajustes previstos na MP 650/14, entretanto, estão condicionados à aprovação de projeto de créditos adicionais (PLN 5/14), que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em vigor (Lei 12.919/13).

    Além de alterar as remunerações, a MP atualiza a legislação, passando a classificar os cargos de agente, escrivão e papiloscopista como categorias de nível superior. Na prática, os concursos públicos para as três carreiras já exigem nível superior desde 1996.

    Por fim, a MP elimina as idades mínima, de 21 anos, e máxima, de 30 (nível médio) e de 35 anos (superior), para prestar concurso para a Polícia Federal, que será realizado nas modalidades de provas ou de provas e título.

    Impasse
    Uma emenda aglutinativa apresentada pelo PR atrasou por mais de 3 horas a aprovação da MP em Plenário. A emenda pretendia incluir na MP novas exigências para o ingresso nas carreiras de delegado da Polícia Federal e de delegado de Polícia Civil do Distrito Federal (comprovação do diploma de bacharel em Direito e de, pelo menos, três anos de atividade jurídica ou policial).
    Autor da emenda, o deputado Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG) reforçou que o objetivo era qualificar a carreira de delegado. “Não há como imaginar que um delegado de polícia, a quem cabe presidir a investigação, não seja bacharel em direito e tenha experiência na área jurídica ou policial”, disse.

    Dada a divisão do Plenário durante a votação simbólica, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves optou pela votação pelo sistema nominal. Porém, como vários parlamentares já haviam deixado a Casa, Alves precisou ligar para alguns deputados e pedir o comparecimento em Plenário para que o quórum para deliberações, que é de 257 parlamentares, fosse alcançado. Isso só ocorreu 3 horas e meia após o início da sessão.

    Durante a discussão da emenda, o líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), disse que, ao aumentar o nível de exigência para a carreira, o objetivo é assegurar aos delegados o papel de comando na condução dos inquéritos policiais.

    Por outro lado, o deputado Sibá Machado (PT-AC) foi contra a tentativa de incluir novos itens na medida provisória, o que dificultaria a aprovação do reajuste previsto. A mesma ideia foi defendida pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

    Segundo Sibá Machado, a inclusão da emenda também feria acordo firmado na comissão mista e que tinha o aval da Presidência da República".

    Fonte: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]
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    Mensagem por montercay Sab 11 Out 2014, 1:42 am

    Cada vez mais fico indignado num fórum de técnicos juciciários, analistas ficam FALANDO besteiras neste fórum que coloquem suas baboseiras em seus tópicos. Analistas que fazem o mesmo trabalho do técnico, principalmente com o PJ-e, se vcs querem alguma coisa que vão para algum gabinete babar o ovo de desembargadores e juízes. O judiciário federal é carregado nas costas dos técnicos há bastante tempo, as atribuições são as mesmas. Digo a vcs Analistas das Picas das galaxias, saiam do pedestal, pois eu vejo nao de cima para baixo somos todos da mesma categoria e por favor saiam deste fórum que é dos Técnicos, mais sou obrigado a sair da minha educação...que vcs vão para puxa que paril!!!!, seus babacas, otários ANALISTAS DE mer..., procurem seu lugar para falar besteiras, e QUE TÉCNICOS SEJAM VALORIZADOS, MESMO FAZENDO O MESMO SERVIÇO DOS PICAS DAS GALÁXIAS "ANALISTAS"!!! FORA DESTE FÓRUM!!!!! OTÁRIOS!!!!
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    Mensagem por montercay Sab 11 Out 2014, 1:52 am

    Embora, historicamente, os PCS tenham agravado o abismo salarial existente entre os cargos, os TJs sempre estiveram na luta. Em recente artigo Warlen Santos, servidor do TRE-MG, divulgou que, caso o PL nº 6613/09 seja aprovado, a diferença salarial entre colegas que desempenham as mesmas atividades e convivem lado a lado em suas repartições será na base de, pasmem, R$ 8.000,00 (oito mil reais)!Caros colegas, a transformação da escolaridade do cargo de Técnico Judiciário para Nível Superior não é elitização, é apenas uma questão de coerência e justiça. É necessário formalizar o que já é feito, na prática, há décadas. A realidade é uma só: os Técnicos Judiciários sempre foram utilizados como mão de obra barata para desempenhar funções de alta complexidade, tanto é assim que se fala abertamente em desvio de função.

    É preciso descortinar-se de alguma vaidade e, talvez, até de alguma hipocrisia que possa estar envolvida na contrariedade de alguns colegas. É possível retirar de alguém o conhecimento adquirido através de formação profissional, ou de anos de experiência no desempenho de determinada atividade? Seria justo somente agora, após décadas de exploração, falar em corrigir os desvios de função – propondo inclusive que apenas Analistas Judiciários assumam cargos de chefia? Nem mesmo uma indenização por todos esses anos de desvio de função poderia resolver tal questão, exatamente porque, na prática, o problema continuaria existindo. O vício criado pela Administração Pública, no que tange ao desvio de função do Técnico Judiciário, é irreparável e incorrigível no tempo pretérito. É possível apenas amenizá-lo, através da transformação da escolaridade da carreira do TJ para graduação em nível superior.

    A tão sonhada transformação da carreira dos TJs em nível superior é uma atitude de coerência, justiça e reparação pelos anos em que a Administração Pública tem se valido da mão de obra de TJs capacitados e qualificados sem o devido reconhecimento.

    Analistas e Técnicos Judiciários, façam uma breve reflexão sobre o tema. A causa é justa e necessária para um Judiciário mais forte e mais valorizado.  Mantenhamo-nos unidos e todos sairão ganhando, pois juntos somos mais fortes!
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    Mensagem por montercay Sab 11 Out 2014, 2:24 am



    Aécio acerta ao propor remuneração variável a servidor público

    Aécio Neves. Fonte: GLOBO
    Tenho batido muito nessa tecla: o estado é ineficiente em boa parte devido ao seu mecanismo inadequado de incentivos. Mesmo com pessoas decentes e competentes chegando ao poder – o que já é pouco provável no processo de escolha democrática – o fato é que essas pessoas não gozam dos mesmos instrumentos de estímulo à eficiência que estão disponíveis na iniciativa privada.

    Para começo de conversa, há a falta do escrutínio dos donos dos recursos. Em uma empresa privada, os sócios controlam o destino dos gastos e investimentos, pois é sua própria poupança na reta. No governo, o dinheiro é da “viúva”, e os políticos não cuidam dele com o mesmo esmero.

    Além disso, mesmo um bom político quer ser reeleito, e por isso precisa focar no curto prazo, nas próximas eleições. Raros são os casos de estadistas, que olham para as próximas gerações e aceitam o fardo de serem impopulares no curto prazo, se necessário. Isso torna a decisão do governante mais míope.

    Por fim, o servidor público costuma desfrutar de estabilidade de emprego, e não há a mesma flexibilidade para premiar de forma agressiva a competência e punir a incompetência. Por isso mesmo há tanta gente “encostada” em repartições públicas, como todos sabemos e sentimos na pele diariamente.

    A solução mais definitiva é reduzir o escopo do estado ao mínimo necessário, até porque assim ele poderá concentrar esforços em menos tarefas e executá-las de maneira mais eficiente. Estado gestor de empresas, por exemplo, é algo que não faz o menor sentido.

    Enquanto essa agenda liberal não chega – e ainda parece distante em nosso país – a solução paliativa é justamente aquilo que Aécio Neves propôs: instaurar onde for possível uma remuneração variável aos servidores públicos:

    O programa promete uma gestão baseada na “meritocracia” do servidor e o combate às indicações políticas, afirmando que é preciso “compatibilizar o sistema de remuneração do servidor e o equilíbrio fiscal” das contas públicas. O tucano prometeu criar uma data-base para reajustes salariais dos servidores e um “modelo de remuneração variável” para estimular a produtividade do servidor e dos órgãos.

    Neste contexto, seria instituído o “Prêmio Por Produtividade”, que seria pago de forma proporcional ao alcance das metas fixadas para o determinado órgão. Segundo o programa, os funcionários de cargo de carreira terão prioridade no preenchimento de cargos de confiança. O governo federal tem cerca de 21 mil DAS (cargos de Direção e Assessoramento Superior).

    Meritocracia é a palavra-chave aqui. É preciso mudar a cultura do servidor público nesse país. Claro que há honrosas exceções, muita gente séria ralando, trabalhando duro. São os que carregam os demais nas costas, os que precisam aturar a politicagem do sistema, os chefes incompetentes apontados apenas pela afinidade ideológica ou a amizade com o “rei”.

    Reduzir a quantidade de cargos de confiança do DAS seria uma primeira necessidade. Apontar para tais cargos técnicos com experiência em vez de afilhados políticos seria um segundo passo crucial. E, por fim, implementar uma remuneração variável que busque estimular a eficiência representaria uma mudança importante também.

    Uma coisa é certa: do jeito que está não dá para continuar. O PT aparelhou toda a máquina estatal, infiltrou pelegos e militantes em todo lugar, e a eficiência governamental, que já era ruim, ficou péssima, terrível, insuportável. É preciso mudar!

    Rodrigo Constantino

    Tags: Aécio Neves, servidor público

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    47 Comentários
    Lana
    - 10/10/2014 às 17:01

    Quem é a favor disso só pode ser uma pessoa que não é concursada e sonha em ser, mas tem que aguentar chefes mal humorados e se humilhar pra não perder o emprego. A maioria dos concursados trabalham bem, por causa de uns querem prejudicar todos. Sempre trabalhei corretamente e lutei pela minha estabilidade. Se ocorrerem mudanças, irei empreender, mas fora do Brasil, usarei meus conhecimentos na área de TI.
    Marcos Galdino
    - 09/10/2014 às 13:39

    Quando o mercado vai bem, manda a tese de Adam Smith. Quando quebra, se recorre à de Maynard Keynes. Ou seja, o Estado Mínimo banca a quebradeira do Capital Máximo, quando o mercado falha. Não existe estado mínimo e estado máximo. Existe o Estado, provedor do mercado, existe o mercado, provedor do Estado, existem as famílias, provedoras dos dois, o resto é papo furado.
    Samuel
    - 09/10/2014 às 11:58

    Existe meios de coibir vagabundos, o problema é que os chefes dos respectivos departamentos são coniventes com os vagais e não tomam providencias.
    Afinal, existe Estágio probatorio para que? Existe Demissao a bem do serviço publico para que?
    Tem que fiscalizar e coibir os vagais e não exigir ainda mais de quem já trabalha e muito para cobrir a falta dos vagais
    João
    - 09/10/2014 às 9:47

    A questão toda é o que é “produtividade” para o Aecio? É o médico atender 200 pessoas em uma hora? é o juiz e sua equipe acelerarem os processos que alguem gostaria que fossem acelerados?

    Essas medias propostas pelo Aécio são extremamente perigosas para toda a sociedade
    domingos savio
    - 08/10/2014 às 18:34

    Concordo plenamente com tudo que foi escrito. Trabalho num Órgão Público federal, e aqui os “amigos do rei” tem FCs e Cargos em Comissão há anos. N~~ao largam o osso de jeito nenhum. Quanto a pergunta do Sr Joel Augusto, acho que a estabilidade traz osentimento de que o servidor pode fazer ser trabalho sem ser molestado pela hierarquia ou políticas. É um instrumento para segurança do servidor. quanto a vitaliciedade sou contra. Penso que magistrados deveriam ter estabilidade, e Ministros de Supremo por mandato.
    Fernanda
    - 08/10/2014 às 16:35

    Se acabar com a estabilidade do serviço público, acaba-se com o serviço público em si.
    Explico, só me tornei servidor e estudei anos para isso para não ter que ficar puxando saco de chefe e babando ovo, como é em empresa privada.
    O servidor pode ser ele mesmo!
    Agora, estudar anos e anos e poder ser mandado embora sem um processo administrativo disciplinar, isso é sem noção.
    Melhor ficar na iniciativa privada e não perder tanto tempo e dinheiro em concurso público.
    Rafael De Jesus Augusto
    - 07/10/2014 às 16:52

    Eu só quero ver como vai ser essa avaliação, conhecendo o serviço público como conheço os “amigos do rei” vão continuar mamando nas tetas, pois quem avalia vai dar sempre as notas maiores para seus amigos, o problema do serviço público não são os servidores que na sua maioria são altamente qualificados e sim a gestão, nenhum bom profissional se estimula em fazer um bom trabalho em um local onde é extremamente amador e a amizade com o Rei e muito mais importante do que a competência, sou servidor do MP onde é o lugar que teoricamente seria os defensores do povo, mas o que existe aqui e uma fábrica de humilhações onde os Promotores e Procuradores são tratados como Reis e Servidores como Lixo, ninguém dá o seu máximo dessa forma
    Joel Augusto...
    - 06/10/2014 às 20:11

    Cara Telma Moraes…faço uma pergunta: você concordaria em acabar com a estabilidade no serviço público…pois bem…e a vitaliciedade o que você acha?
    Jorge Silva
    - 02/10/2014 às 17:58

    Outra coisa, fica claro que grande parte da ineficiência do serviço público é um problema de gestão. E quem cuida da gestão, em grande parte, são os pelegos que ocupam os milhares cargos de confiança. Eu sei porque eu já vi isso de perto: meu cunhado trabalha numa empresa estatal onde os técnicos (maior parte engenheiros) são qualificados e trabalhadores. Porém a diretoria da empresa é basicamente POLÍTICA e é capaz de estratégias desastrosas.
    Jorge Silva
    - 02/10/2014 às 17:53

    Reduzir a quantidade de cargos de confiança do DAS seria a prioridade número um e a mais crítica do próximo governo. “Desaparelhar”, ou seja, tirar os apadrinhados políticos e colocar colocar com experiência nos cargos de confiança que sobrarem seria outra. Se isso são “medidas impopulares de curto prazo” eu não sei o que dizer! Será que 21 mil pelegos e militantes ocupando estes cargos fazem mais barulho do que 200 milhões de brasileiros?
    Adams
    - 02/10/2014 às 15:40

    A ideia é excelente, mas o problema vai ser enfrentar os sindicatos do funcionalismo, que fogem apavorados todas as vezes em que ouvem falar de meritocracia.
    Renato
    - 02/10/2014 às 12:57

    Pra mudar isso, só pegando em armas. Na boa vontade não vai ser.
    Rafa
    - 02/10/2014 às 9:27

    Senhores, remuneração variável não quer dizer vencimentos variáveis. Quer dizer que, se eleito, Aécio implantará o sistema de bônus por metas cumpridas utilizado com sucesso em Minas. Ninguém receberá menos que o normal no final do mês, mas, para aqueles que trabalharem sério, vai entrar “dindin” a mais em suas contas…
    pasquale
    - 02/10/2014 às 7:14

    Tem que dotar o Estado de servidores suficientes para pegar esses contribuintes que se escondem atrás de uma Pessoa Jurídica para prestar serviço personalíssimo e assim pagar bem menos imposto de renda. São isenções fiscais mensais que poderiam ser dirigidas à saúde, educação, segurança. Mamam no Governo e mesmo assim metem o pau. Incoerentes!
    Guerra
    - 02/10/2014 às 1:17

    O serviço público brasileiro é uma anarquia completa. Mesmo nas carreiras de estado, que constituem o seu núcleo duro, vigora a mais completa irresponsabilidade e o mais tenebrosamente prejudicial cultivo do espírito de corpo. Os estatutos funcionais são firmes e adequados. Mas o problema é o de sempre: as normas não são aplicadas. A questão mais desastrosa é a da competência técnica. Os concursos, infelizmente, são contaminados pelas facilidades proporcionadas pelo parentesco e pelas amizades. E o número desses privilegiados é assustador. Ingressam nas tais carreiras e nelas progridem sem produzir absolutamente nada. Isso quando, já por efeito do ingresso imoral e ilegal, não se dão à corrupção. É uma realidade que prejudica centenas de milhares de pessoas honestas que dependem da atuação do estado. No âmbito da realização do direito, isso já gerou um verdadeiro monstro. No meio advocatício, é comum ouvir o seguinte: olha, se você não contratar um escritório de prestígio em tal lugar, considere-se perdido!
    Parece que, em certos lugares, há escritórios que fazem milagres ou que trabalham com um direito diferente do que vige no País. Essa observação, muito comum, repito, nos meios advocatícios interioranos, é algo com que as autoridades deveriam preocupar-se efetivamente, pois insinua que o direito nem sempre prevalece.
    Ao lado disso, o que se vê de absurdo em processos que tramitam pelos fóruns e tribunais é algo realmente assustador. Decisões bisonhas ou tecnicamente absurdas é o que não falta. E aí o grande contraste. Na inciativa privada, meio em que os interesses são disponíveis, erros muito mais leves e/ou mais facilmente explicáveis geram demissões imediatas e inexoráveis. O empreendedor privado simplesmente não admite arriscar o seu capital – disponível, como disse, mantendo na folha empregados incompetentes ou marotos. Já no serviço público, onde os interesses são INDISPONÍVEIS, ninguém dá a mínima para a incompetência ou probidade. As corregedorias são verdadeiras nulidades.
    Nesse mar revolto, há um monstro medonha a tombar embarcações: os advogados filhos e netos. A questão foi objeto de preocupação revelada por ninguém menos que o Dr. Joaquim Barbosa, que a OAB do DF não quer aceitar em seu meio. Ele lancetou o tumor. E o que da inflamação escorreu foi o mais nojento pus: uma revolta bronca contra ele, não contra o problema, que todos sabem ser realíssimo.
    Portanto, não falo sozinho. Ao meu lado, tanto o Ministro Joaquim Barbosa quanto a Ministra Eliana Calmon, que também teve a coragem de, ainda na ativa, tocar fundo na gangrena.
    Botar ordem nessa anarquia toda, por enquanto, é desejo sonhático.
    Quem sabe um dia, quando suas consequências perversas vencerem o limite da tolerância.
    Rafael
    - 01/10/2014 às 20:49

    Tem gente culpando a estabilidade do servidor como a origem da falta de empenho e da ineficiência, mas a coisa não é bem assim. A estabilidade não é explicação plausível para eficiência ou ineficiência, pois eficiente ou ineficiente é o servidor individualmente considerado. Há servidores estáveis extremamente eficientes, em contraste com outros totalmente ineficientes. Alguém poderia argumentar porém que os ineficientes permanecem no cargo graças à estabilidade, mas o fato é que a própria lei já permite a demissão do servidor estável se este for considerado ineficiente em avaliação periódica de desempenho(Constituição Federal, artigo 41, § 1º, III). Se a lei fosse cumprida, servidores estáveis mas ineficientes perderiam o cargo, já que a estabilidade não significa imunidade contra demissão. Não falta lei no Brasil para que o serviço público funcione a contento, sendo a ideia da remuneração variável inteiramente dispensável, bastando cumprir a legislação que já existe e assim botar no olho da rua quem não trabalha.
    Adriana Carvalho do Couto
    - 01/10/2014 às 20:27

    Rodrigo, sempre defendi a remuneração variável e aplaudi a implantação em MG. Isto até o dia em que tive o carro arrombado por garoto visivelmente viciado em craque, e me recusei em registrar denúncia. Naquele momento, de vítima, eu, por muito pouco, não saio como acusada. E te digo, tudo em pró do cumprimento de metas pelos oficiais, e consequente retorno da remuneração variável. Tal fato não está funcionando em MG, e me surpreende a proposta do candidato Aécio. Além disto, Rodrigo, tenho visto seus comentários favoráveis ao Aécio. Veja o resultado dele e respectivo candidato refletindo a opinião do mineiro sobre a administração em MG. Como jornalista, tb é interessante uma consulta sobre a liberdade de informações na imprensa mineira durante governo Aécio! Não bastasse, sabemos que o Aécio cindiu a oposição, o PT torce e aguarda por ele com artilharia pesada para o Segundo Turno. Se com um simples aeroporto em Cláudio o Aécio perdeu o “norte”, agora preenchendo estereótipo para argumentos burguês X proletários, e outros mais que sabemos que o PT não irá dispensar, vc realmente acredita que venceremos o PT com Aécio?? Do meu lado, penso que, face as características da sociedade brasileira, apenas com alguém com histórico similar a Lula como cabeça,e corpo constituído pela coalizão da oposição, é que iremos vencer o PT.
    Luiza
    - 01/10/2014 às 20:12

    Acho que as pessoas vão interpretar isso errado. Ele não deveria ter tocado nesse assunto agora. Preguiçosos e mamatas de plantão vão distorcer o assunto durante a campanha. Acho corajoso por parte dele tomar essa postura e espero que realmente ocorra essa mudança.
    Adriana Carvalho do Couto
    - 01/10/2014 às 20:09

    Rodrigo, sempre defendi a remuneração variável e aplaudi a implantação em MG. Isto até o dia em que tive o carro arrombado por garoto visivelmente viciado em craque, e me recusei em registrar denúncia. Naquele momento, de vítima, eu, por muito pouco, não saio como acusada. E te digo, tudo em pró do cumprimento de metas pelos oficiais, e consequente retorno da remuneração variável. Tal fato não está funcionando em MG, e me surpreende a proposta do candidato Aécio.
    nadijane
    - 01/10/2014 às 19:51

    Veja por exemplo a carreira da auditoria da receita federal. Existem 2 cargos de nivel superior na mesma carreira, o auditor e o analista. Um começa ganhando cerca R$ 7.000 e o outro R$ 14.000. No final da carreira do analista, depois de uns 18 anos, ele esta ganhando cerca de R$ 13.000. O governo e com pressão dos sindicatos não quer implantar a promoção do ultimo nivel de analista para o primeiro de auditor. Assim o governo contrata uma pessoa que nao sabe nada no mercado e deixa de aproveitar uma pessoa que ja esta a 18 anos na casa e tem uma bagagem imensa, desmotivando e encostando o servidor. Tambem nas chefias, um servidor recebem um DAS de cerca de R$ 900,00 para chefiar uma agencia ou aduana, enquanto um comissionado que não seja concursado recebe pelo mesmo DAS quase R$ 3.000,00.
    Nelson
    - 01/10/2014 às 19:39

    Falar é fácil.
    Quem está fora da vida pública pensa que é só transportar as metodologias das empresas particulares para as repartições e tudo vai dar certo.
    Há vários complicadores: 1.servidor público não é uma categoria de trabalhador, é uma modalidade de relação trabalhista, que tem médicos, advogados, copeiros, motoristas, ascensoristas, padeiros e por aí vai, cada qual com sua peculiaridade; 2. as atividades não visam lucro, sendo difícil ter indicadores confiáveis para se julgar eficiência do trabalho; 3. os procedimentos obedecem a leis que dificultam os processos de trabalho e que não se aplicam aos serviços privados, como, por exemplo, a necessidade de longos processos de licitação para compras, o que obriga a comprar sempre o produto mais barato e que, geralmente, é o pior; 4. a legislação impede que haja grande diferença de remuneração entre o “bom” e o “mau” servidor; 5. as chefias são cargos de confiança e passíveis de serem assumidas por qualquer servidor, o que tira a autoridade do chefe; 6. as políticas públicas mudam ao sabor do vento e as rotinas de trabalho sofrem influência política externa; 7. a mesma lei tem que ser aplicada em todo o país, gerando dificuldade de adaptação, conforme a região.
    Isso só para citar alguns pontos. Há muito mais e os gênios das empresas privadas que tentaram “arrumar” o setor público só fizeram mais confusão, vide a atuação do Bresser Pereira.
    Pra todo problema difícil, sempre há uma solução simples e errada.
    Mauro de Curitiba
    - 01/10/2014 às 18:21

    Seria ótimo termos um Estado mínimo, mas acho que esse assunto é abordado de forma imprópria na imprensa, passando ao público uma imagem de u Estado desprovido de quaisquer condições de prestação de serviços.
    Então, como Estado mínimo, a pessoa leiga imagina uma polícia com meia dúzia de pessoas e assim por diante.
    É preciso esclarecer que se trata de ter um Estado Necessário E Suficiente para atender a população, porém Sem Gorduras.
    ippokrates
    - 01/10/2014 às 17:36

    Meses = medra. Corretor automatico…
    Agnes Viana de Freitas
    - 01/10/2014 às 17:32

    Meritocracia. Melhor que a palavra são os efeitos que ela contém. O futuro presidente, Aécio, espero que seja eleito, pensa em tudo, está no caminho certo e a máquina pública precisa voltar a prestar o serviço público que a sociedade brasileira precisa e merece ter, com a valorização dos servidores concursados, de carreira. O Brasil precisa de renovação afastando a atual política de retrocesso imposta pelo PT.
    Rogério Viana Rodrigues
    - 01/10/2014 às 17:26

    Muda Brasil, Muda Brasil – precisamos de mudanças urgentes. Aécio merece a oportunidade………
    haroldo libero mattei sobrinho
    - 01/10/2014 às 17:16

    Lógico que o PT quer se perdurar no poder com todas as mamatas e deperdicios de gordas verbas publicas nos 40 ministérios criados pela Dilma para acolher um bando de vagabundos.
    Porem o povo parece que gosta de bandalheira e quem dos brasileiros não gostariam de estar mamando nas tetas da Nação ?
    O Brasil precisa ser passado a limpo com urgencia e isso só se dará se essas pessoas colocarem a mão na conciencia e votar com coerencia e discernimento, colocando pessoas certas no lugar certo.
    Paulo Ornelas Franco
    - 01/10/2014 às 17:15

    Estamos sendo injustos com o PMDB. O PT infiltrou petistas e pmdebistas em toda a máquina estatal, e eles disputam entre eles quem é mais desonesto, quem desvia mais dinheiro, quem é mais ineficiente e corrompido.
    Raphael
    - 01/10/2014 às 17:14

    A proposta do Aécio não tem nada de inovadora e, infelizmente, parece conversa fiada. Compreendo que o Constantino e o pessoal do NOVO não tenham ideia do tamanho do problema e, por causa disso, possuam um entendimento ingênuo do assunto.

    Remuneração variável que premia (ou deveria funcionar para premiar) os mais competentes, já existe há bastante tempo no serviço público. O problema é que, na prática, as avaliações acabam virando rotina de fachada, porque o problema é muito mais profundo do que isso. Existem, como a comentarista Tati falou, os vagabundos e encostados que ficam jogando areia no processo, mas mesmo que não existem pessoas desse tipo e todos fossem servidores dedicados e abnegados, ainda assim o serviço público seria um mamute travado. Eu vou explicar por que. Grande parte da ineficiência do setor público está associada às leis de aquisição extremamente estapafúrdias que pressupõem que o servidor é um mal intencionado, prestes a praticar uma roubalheira, ou uma criança irresponsável incapaz de gerir os recursos disponíveis, o que as tornam um labirinto paquidérmico que, na prática, apenas atravanca o trabalho dos que querem produzir pois, com o nosso código penal frouxo, os mal intencionados vão continuar a praticar seus trambiques, cientes do alto grau de impunidade que reina neste país.

    Daí que um analista técnico, de nível superior, ou um professor ou pesquisador, por exemplo, tem que perder um tempo absurdo e precioso com papelada associada a cotações, elaboração de editais, acompanhamento de pregões, prestações de contas, etc, etc, não apenas para adquirir equipamentos ou instrumentos de grandes valores, mas até mesmo materiais de consumo também, os quais na iniciativa privada, são bem mais ágeis de serem adquiridos. Se o equipamento é importado, então, soma-se à burocracia das leis de aquisição a burocracia para importação, taxas, etc, o que, via de regra, leva uma importação de equipamento para pesquisa durar meses, às vezes, mais de um ano. É claro que o ser humano tende a se ajustar e a se acostumar com as situações mais esdrúxulas que lhe são apresentadas na vida e aí, com o tempo, o servidor público vai perdendo a referência e achando que a coisa tem que ser assim, porque “sempre foi assim”. Talvez, uma reflexão madura sobre o modelo de país que se quer implementar no Brasil, chegue à conclusão de que é necessário enxugar a máquina a ponto de se manter apenas os juízes, advogados, fiscais e agentes de segurança e da ordem pública. Isso, ao menos, seria mais coerente com o que grande parte dos servidores no Brasil é obrigado a se tornar, a despeito de suas especialidades e capacitações: técnicos em uma burocracia jurídica inútil e contraproducente. Ao menos, não se desperdiçaria o erário contratando engenheiros, professores, pesquisadores e demais analistas técnicos de nível superior, para se tornarem especialistas em juridiquês, cacoetes e macetes burocráticos.

    No entanto, se alguém quiser, um dia, enxugar a máquina e, com o que restar de cargos técnicos, torná-la mais eficiente e meritocrática, não vai conseguir fazer isso com essas nossas leis que seguem um espírito completamente retrógrado, atrasado e, diria até, antiliberal. Pois, a filosofia das leis para aquisição e compra no serviço público deveria ser muito mais “desamarrada” e “destravada”, chamando o gestor à sua responsabilidade individual, e não tentando impedir, a todo custo, que ele faça alguma coisa de errado. Mas, claro, essa flexibilização teria que vir acompanhada, impreterivelmente, por uma reforma no código penal que o tornasse, efetivamente, duro com quem desrespeita o dinheiro público. Se não houver uma revisão do código penal a reboque, em paralelo, aí iria ser, literalmente, uma farra. Como disse, do jeito que está, as regras só servem para dificultar e emperrar a vida de quem quer trabalhar em paz, já que os malandros não se intimidam, dado o nosso código penal leniente. Esse é um dos motivos que torna o Brasil um “país do faz de conta”.

    Quanto à preferência por funcionários técnicos, de carreira, para o preenchimento dos cargos DAS, isso é uma promessa que volta e meia os servidores públicos escutam, quase sempre comprovando ser apenas da “boca pra fora”, se restringindo a uma fala bonita. Aí vai do ânimo de cada um em acreditar que, com o Aécio, “agora vai”. Pessoalmente, eu prefiro dar um voto de confiança para o Aécio, nesse quesito.

    Quanto à redução do contingente do funcionalismo público ao mínimo necessário, isso realmente é uma discussão muito boa e relevante, porque é desse debate que vai sair o modelo de país que queremos construir.
    Wesley
    - 01/10/2014 às 16:58

    E por essas e outras que voto no Aécio. Ao contrário da quadrilha petista que só pensa em roubalheira
    Graciano
    - 01/10/2014 às 16:52

    É muita canalhice para um País. Só que no Brasil não é mais surpresa a postura de nossas “autoridades”. Todo o País sabe que todas as estatais estão aparelhadas com “trabalhadores e/ou servidores” comprometidos com a corrupção e dela tirando proveitos. Os meios justificam os fins – é a maldita lei da vantagem.
    ANDRE GARROT
    - 01/10/2014 às 16:09

    Sou funcionário público e afirmo que o “X” da questão está exatamente neste trecho: “Claro que há honrosas exceções…. São os que carregam os demais nas costas… … amizade com o “rei””.
    O câncer do funcionalismo público está exatamente aí:
    o investido legalmente através de CONCURSO público teve que estudar e entrou por seus próprios MÉRITOS.
    Já os INDICADOS, os apadrinhados, entram sem o menor critério de merecimento. E pior! Ganham em regra mais que o dobro dos que entraram por méritos.
    A regra do funcionalismo público é essa: o assessor (indicado) entra sem concurso, sem conhecimento etc. Ganhando 2x, 3x, 4x… o salário do concursado. Que acaba por muitas vezes trabalhando por ele e pelo assessor; já que este geralmente “cai de para-quedas” no órgão e não faz a menor ideia do funcionamento do mesmo. No mínimo o concursado terá que lhe ensinar todo o serviço e/ou até realizá-lo para seu superior – o amigo do rei. Que por sua vez, além da falta de conhecimento, pouco quer trabalhar.
    Esse é o modelo de funcionalismo público que se tem no Brasil.
    Pode algum funcionário concursado ter motivos para se esforçar???? Alguém teria?! E é realmente nessa hora que o servidor público se apoia na estabilidade. Há uma previsão legal de avaliação de desempenho periódica do servidor (Princípio da Eficiência). Mas como, se os responsáveis pela avaliação não têm condições técnica nem morais para tal??!!
    O exemplo vem de cima. Isso em qualquer lugar do mundo, desde a família. O exemplo já é dado aos não-concursados por quem os coloca lá. A todos nós. Praticamente todo executivo e legislativo – do presidente, prefeito ao senador, vereador do menor município do Brasil. O judiciário também não nos contempla com os melhores exemplos. Mas pelo menos, em regra, para se tornar juiz, o pessoa tem que prestar concurso e assim há mérito para entrar. Não estou falando aqui das indicações inclusive para o STF. Mas juiz, por princípio é concursado.
    Leonor
    - 01/10/2014 às 16:05

    Ops… “me refiro…”
    FORA BOLIVARIANOS !
    - 01/10/2014 às 16:04

    Aécio vai pra cima dos idiotas q mandam nos Correios, q descaradamente trabalharam pela banDillma!
    .
    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]
    Leonor
    - 01/10/2014 às 16:04

    Acho bastante justa e correta a Gestão por Produtividade – ganha bem quem bem trabalha e não quem fica se balançando nas redes da vida. No entanto, há que se prever um tratamento justo também aos docentes federais aposentados que tiveram, nesses últimos 16 anos, seus salários achatados, embora tenham trabalhado (porque professor trabalha, e muito, na sua grande maioria, em trabalho de 40 horas exclusivas. Com a carga de exclusividade e mais o tempo que se trabalha em casa, difícil enfrentar outra jornada. E como sempre, os aposentados “pagam a conta”, mesmo sendo os menos ganham. De resto, a proposta de Aécio é o que todos queremos desde sempre! E quando digo “todos”, me refiram aos servidores públicas que trabalham de fato e verdade e não aos que se encostam nas paredes que vazam moedas da vergonha!
    Jotabe
    - 01/10/2014 às 15:55

    Aqui o mérito é por folha corrida. Quanto mais tempo de bandidagem o político tiver, mais alto o cargo que ocupará. Haja vista os ministros que já passaram pelo planalto.
    Aécio presidente.
    Augusto
    - 01/10/2014 às 15:39

    _______________________________________________________________________
    O DILEMA DO PSDB: SUA POSTURA ANTIESTATAL CONTRASTA COM SEU DESEJO DE PODER.
    _______________________________________________________________________
    .
    Como pode uma partido querer se eleger para Governar um Estado para implementar uma agenda contrária ao próprio Estado???!!!
    .
    Noutras palavras, querem o Estado para poder reduzi-lo à sua quase extinção!
    .
    Pois é exatamente esse dilema dos tucanos que gera uma enorme desconfiança no eleitorado.
    .
    Lembrando sempre que são os mais pobres, mais numerosos, que dependem mais do Estado para ter seus direitos de cidadão minimamente assegurados, uma vez que a lógica do mercado mostra-se insuficiente para atendê-los, já que é pautada pelo desejo incontrolável pelo lucro, desprovido, portanto, de qualquer senso de humanidade.
    Betty V
    - 01/10/2014 às 15:39

    Por Marcelo Madureira: Por que voto em Aécio Neves? [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]
    Augusto
    - 01/10/2014 às 15:37

    Texto corrigido…
    .
    _________________________________________
    PROPOSTA AO PSDB E A RODRIGO CONSTANTINO.
    _________________________________________
    .
    SOU A FAVOR DA REMUNERAÇÃO VARIÁVEL DOS SERVIDORES PÚBLICOS, MAS…
    .
    .
    .
    .
    .
    DESDE QUE O TETO CONSTITUCIONAL DOS MINISTROS DO STF SEJA EXTINTO POR EMENDA E A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL SEJA PROFUNDAMENTE ALTERADA PARA ACABAR COM O LIMITE DE GASTOS COM PESSOAL!!!
    .
    .
    .
    .
    ASSIM CHEGARÍAMOS À MERITOCRACIA!
    .
    .
    .
    E AÍ, TOPA, CONSTANTINO????
    Telma Moraes
    - 01/10/2014 às 15:35

    A estabilidade no serviço público é uma erva daninha. Se quiserem melhorar a eficiência e eficácia no Serviço Público, acabem com a estabilidade.
    alan
    - 01/10/2014 às 15:35

    Infelizmente estamos no brasil… se colocarem isso na lei todos serão exímios funcionários públicos (só no papel) com os mais altos níveis de salário (sempre).

    O que quero dizer com isso é: não estamos num país sério. Não adianta mudar a estrutura do sistema quando o próprio sistema é viciado (da crosta ao próprio núcleo) …. mas reduzi-lo…aí sim…

    Aliás, digo mais, sou favorável ao Aécio – e voto nele este domingo! -, sei que a intenção é boa…mas propor algo assim, na prática, só vai aumentar a corrupção e troca de amizades…funcionários se vendendo em troca de boa avaliação, favores, mais carguinhos comissionados e assim por diante. Viraria uma bola de neve…
    Wombatmucholoco
    - 01/10/2014 às 15:28

    Caro Rodrigo,
    como servidor público eu posso dizer que Aécio tem razão, assim como qualquer um que promova a depuração do Estado. Um exemplo clássico é a simples idéia de colocar ponto eletrônico nas reaprtições da vida, seria a melhor coisa do mundo para aqueles que trabalham. Eu, com frequência, ultrapasso minhas oito horas diárias, não seria interessante que então tivesse registrada minhas horas extras e recebesse por isso?
    Mas ao invés, sou obrigado a assinar uma porcaria de folha de ponto com o velho 08:00-12:00-13:00-17:00. Não importa o quanto eu trabalhe, não só não ganho nada a mais e ainda sou obrigado a ver pessoas que chegam as 10:00 e vão embora 12:00h.
    Claro que é sempre bom lembrar que não vai ser nada fácil para o Aécio mexer neste vespeiro por conta das muitas leis e normas a serem alteradas. Meritocracia já!
    Giuliano
    - 01/10/2014 às 15:27

    Rodrigo,
    Sem dúvida é absolutamente fundamental premiar bons funcionários com remunerações variáveis, para estimular a produtividade e o alcance das metas de trabalho, e, da mesma forma, punir funcionários improdutivos, para que olhem para os funcionários premiados e assim persigam também a produtividade, gerando uma saudável competição interna. Dessa maneira, não há desigualdade: se todos forem produtivos e eficientes, todos receberão as premiações a que têm direito.
    Contudo, o mal principal do funcionalismo no nosso País são os cargos em comissão. Gente encostada, cabides de emprego, funcionários fantasma, nepotismo e até caixa 2 você encontra nesse fétido ambiente. Esse é o mal que precisa ser cortado pela raiz. Funcionários despreparados, as vezes sem nenhuma experiência ou capacitação para exercer a função (muitas vezes de extrema importância para o bom andamento do serviço público) acabam ocupando o cargo por mera afinidade política ou acordo em prol da “governabilidade”.
    Quando você tem servidores que ingressam no Estado através de méritos avaliados em concursos públicos (cada vez mais difíceis, concorridos e especializados) e que são bem remunerados (o servidor não deve ter a maior remuneração do mercado, mas com certeza também não a pior), você propicia um ambiente muito menos fértil a aproveitadores e vagabundos do que na situação anterior.
    A solução para melhorar definitivamente o serviço público é diminuir o tamanho do Estado, cortar para um número muitíssimo menor o de cargos em comissão (atualmente na esfera federal mais de 20 mil! parece piada), remunerar bem e de forma variável os servidores de carreira, desaparelhar órgãos de controle interno, como tribunais de conta e controladorias, e também cortar privilégios descabidos (além do teto constitucional), presentes principalmente nos Poderes Legislativo e Judiciário, como, por exemplo, o que acabou de ser deferido pelo Sr. Ministro Luiz Fux, do STF, que autorizou o pagamento mensal de auxílio-alimentação aos juízes federais de “míseros” R$ 4.300,00. Ou seja, considerando uma média de 20 dias úteis por mês, o magistrado poderá gastar em média mais de R$ 200,00 para almoçar todos os dias. Em que País existe isso??
    Paulo Painho
    - 01/10/2014 às 15:23

    Meritocracia por aqui ainda é palavrão…
    ZEBEDEU
    - 01/10/2014 às 15:07

    Os sindicalistas aboletados na máquina estatal petista já devem estar todos reverberando impropérios contra esta sensata proposta do Senador Aécio Neves.
    Felipe
    - 01/10/2014 às 14:53

    Excelente notícia, Rodrigo.
    Espero que ele realmente siga em frente com isto.
    Tati
    - 01/10/2014 às 14:41

    Eu que sou servidora pública, apoio, com certeza! E mais, apoio a redução de cargos comissionados. Só que tem uma coisa que não sei se ele vai conseguir: já existe, em teoria, a avaliação por desempenho, só que ela não funciona na prática. O que existe é um pacto da mediocridade. Os chefes são constrangidos pelos subordinados/servidores a darem nota máxima na avaliação aos servidores, caso contrário eles fazem arruaça, entram com recurso, boicotam o serviço, tornam a vida do chefe um inferno… RARAMENTE OS CHEFES SABEM EFETIVAMENTE avaliar os serviços porque ELES TAMBÉM SÃO RUINS DE SERVIÇO: não pactuaram as metas antes, então é fácil questionar os resultados e a avaliação… Outra, servidores de diferentes carreiras fazem o MESMO SERVIÇO e um fica com invejinha do outro e a gestão de RH fica simplesmente impossível. O povo e a imprensa não cobram resultados: o povo porque ignora o que a maioria dos órgãos públicos faz e a mídia também tem um pouco de culpa porque enfatiza “apenas a corrupção”, se descuidando da enormidade da ineficiência e da incompetência (que aliás andam de mãos juntas com o autoritarismo, ausência de transparência e corrupção)…
    Odilon Rocha
    - 01/10/2014 às 14:38

    Não só nos EUA, mas em diversos países já é assim, por mérito.
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    VOTAR NO AÉCIO= mer... PARA SERVIDOR PPUBLICO
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    Mensagem por Analista Novo Sab 11 Out 2014, 7:08 pm

    Kkkkkkkkk kkkkkkkkk kkkkkk

    Estudar pra se tornar servidor de nível superior por mérito vc não quer, né?

    Propor o trem da alegria golpista é melhor, né? Exige menor esforço...

    Crie vergonha na cara e vá estudar! Ou então se contente com seu cargo de nível médio.


    montercay escreveu:Embora, historicamente, os PCS tenham agravado o abismo salarial existente entre os cargos, os TJs sempre estiveram na luta. Em recente artigo Warlen Santos, servidor do TRE-MG, divulgou que, caso o PL nº 6613/09 seja aprovado, a diferença salarial entre colegas que desempenham as mesmas atividades e convivem lado a lado em suas repartições será na base de, pasmem, R$ 8.000,00 (oito mil reais)!Caros colegas, a transformação da escolaridade do cargo de Técnico Judiciário para Nível Superior não é elitização, é apenas uma questão de coerência e justiça. É necessário formalizar o que já é feito, na prática, há décadas. A realidade é uma só: os Técnicos Judiciários sempre foram utilizados como mão de obra barata para desempenhar funções de alta complexidade, tanto é assim que se fala abertamente em desvio de função.

    É preciso descortinar-se de alguma vaidade e, talvez, até de alguma hipocrisia que possa estar envolvida na contrariedade de alguns colegas. É possível retirar de alguém o conhecimento adquirido através de formação profissional, ou de anos de experiência no desempenho de determinada atividade? Seria justo somente agora, após décadas de exploração, falar em corrigir os desvios de função – propondo inclusive que apenas Analistas Judiciários assumam cargos de chefia? Nem mesmo uma indenização por todos esses anos de desvio de função poderia resolver tal questão, exatamente porque, na prática, o problema continuaria existindo. O vício criado pela Administração Pública, no que tange ao desvio de função do Técnico Judiciário, é irreparável e incorrigível no tempo pretérito. É possível apenas amenizá-lo, através da transformação da escolaridade da carreira do TJ para graduação em nível superior.

    A tão sonhada transformação da carreira dos TJs em nível superior é uma atitude de coerência, justiça e reparação pelos anos em que a Administração Pública tem se valido da mão de obra de TJs capacitados e qualificados sem o devido reconhecimento.

    Analistas e Técnicos Judiciários, façam uma breve reflexão sobre o tema. A causa é justa e necessária para um Judiciário mais forte e mais valorizado.  Mantenhamo-nos unidos e todos sairão ganhando, pois juntos somos mais fortes!
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    Mensagem por corujito Seg 13 Out 2014, 10:47 am

    Riariaria caramba, mano.


    Pega leve com o coitado hu3hu3
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    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  - Página 25 Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por JOVEM Sex 17 Out 2014, 6:02 am

    DESPACHOS DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA
    MENSAGEM
    No- 324, de 16 de outubro de 2014. Encaminhamento ao Congresso
    Nacional do texto do projeto de lei que "Altera a Lei no 9.264, de 7
    de fevereiro de 1996, para transformar em cargos de nível superior os
    cargos da Carreira de Polícia Civil do Distrito Federal".

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    Mensagem por Convidado Sex 17 Out 2014, 7:55 pm

    what

    Querem ganhar mais?

    Prestem outro concurso.

    Questão superada.
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    Mensagem por Galizezin Sab 18 Out 2014, 11:56 am

    Hehehe...questão superada se o post imediatamente acima noticia a transformação de mais um cargo de nível médio para nível superior? Data do ato: 16/10/2014.


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    Mensagem por montercay Dom 19 Out 2014, 6:27 pm

    A TODOS ANALISTAS E TÉCNICOS QUE TROCAM  FAZEM PARTE DESTE FÓRUM...
    A REALIDADE É PERVERSA, E MAIS: ANALISTAS QUE NÃO QUEREM A VALORIZAÇÃO DO TÉCNICO JUDICIÁRIO A "MAQUINA JUDICIÁRIA ESTÁ GAGANDO E  ANDANDO ENQUANTO VCS VENDEM POR FC'S  EIS O NOTICIÁRIO...SOMOS FEITOS DE CARNE, ALMA E PRINCIPALMENTE  DE DIREITO A UMA VIDA DIGNA, PAZ DE DEUS NA FAMÍLIA E  NO SERVIÇO PÚBLICO... SOMOS UM SÓ... REFLITAM SEUS BABACAS QUE FALAM SÓ DE DINHEIRO, TÔ  DE SACO CHEIO DE ANALISTAS PICAS DAS GALÁXIAS!!!!

    [/b]
    Uma triste notícia recebida hoje, 13 de outubro de 2014, me obrigou a parar e compartilhar uma breve reflexão sobre o Serviço Público Brasileiro, em especial aquele prestado pelo Poder Judiciário, do qual faço parte.

    É que uma jovem colega de trabalho, também servidora pública, recém-empossada no Tribunal Regional da 2ª Região, se atirou do 8º andar do Fórum da Barra Funda em São Paulo, aquele prédio construído com superfaturamento pelo Juiz Nicolau dos Santos Neto, o famoso Juiz "Lalau".

    Pasmem: Trata-se do terceiro servidor, pertencente ao quadro daquele Órgão, que cometeu suicídio em menos um mês.

    Amanda Priscila Santos Costa, era natural do Rio Grande do Norte e, após aprovação em concurso público para o cargo de Técnico Judiciário, havia sido lotada na 62ª Vara do Trabalho da Capital Paulista desde agosto passado. Além dela, Edélcio Ribeiro, agente de segurança do TRT/SP há 23 anos, também retirou a própria vida, no último dia 25 de setembro, dentro das dependências do aludido Tribunal. Já a servidora Erica Yamamoto, faleceu em condições similares, no último dia 16 de setembro, dentro de casa, enquanto era lotada na 51ª Vara do Trabalho da mesma Capital.

    Tristes casos fatais.

    Tratar-se-ão de trágicas coincidências?

    Se não o fossem, poderia haver alguma causa comum que gerasse nesses colegas tamanho desespero a ponto de desejar o fim da própria vida?

    Ora, ainda no campo das hipóteses, considerados "os ditos privilégios" da categoria de servidores públicos federais tais como a estabilidade e salários promissores, poderia haver um único fator sequer capaz de ensejar descontentamento sério e angustiante na classe?

    Mas e se, além dos três nobres colegas que se foram, existissem, como, de fato, existem, centenas de outros servidores do Judiciário afastados de suas funções por questões de cunho psicológico e emocional?

    Nesse ponto, urge que a Transparência, princípio de Direito Administrativo que rege todo e qualquer Serviço Público, seja respeitada, divulgando-se o número atual de servidores públicos licenciados por semelhante razão.  

    No que concerne aos queridos colegas falecidos, em que pese não haver respostas conclusivas no momento, o merecido respeito que lhe devotamos nos convoca para uma indispensável reflexão: O mundo "cor-de-rosa" do Serviço Público Brasileiro só existe, na verdade, nas propagandas políticas eleitoreiras e nas salas de aula dos cursinhos preparatórios para concurso público.

     
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    A realidade vista por quem está dentro é outra, completamente diferente.

    Noventa por cento dos concurseiros aprovados se decepciona com as reais condições de trabalho encontradas, antes mesmo do primeiro ano de trabalho.

    Dizer que há, de fato, Gestão Pública no Brasil é quase uma falácia.

    Um exemplo simples dessa equivocada política de gestão se dá na própria Justiça do Trabalho: Nos concursos realizados para preenchimento do quadro de servidores, são oferecidas vagas para os cargos de Técnico e Analista Judiciários. Para o cargo de Técnico, é necessário segundo grau completo, enquanto que, para Analista, exige-se nível superior. Os Técnicos recebem o salário inicial de R$ 4.635,03 e os Analistas, R$ 7.566,42.

    Uma vez empossados, não se verifica qualquer distinção FUNCIONAL entre os cargos. Logicamente, aprovados em certames muitíssimo concorridos, ambos são extremamente qualificados.

    Mas a questão é: porque o cidadão-contribuinte deve arcar com uma remuneração de R$ 7.566,42 para os Analistas se, comprovadamente, ao menos nas inúmeras Varas do Trabalho, os Técnicos, que recebem R$ 4.635,03 dão conta - com igual técnica - da mesma atividade?

    Notem: são concursos diferentes, com valores de inscrição diferentes, editais diferentes, graus de dificuldade diferentes, requisitos diferentes, para, no final desempenhar as mesmas atividades.

    Resultado desse imbróglio? Primeiro: Gasto público desnecessário. Segundo: Insatisfação generalizada. Uns (Analistas) porque precisaram completar um maior número de requisitos para preencher um cargo de maior conhecimento técnico-jurídico e, ao final, desempenhar as mesmas atividades e outros (Técnicos) porque desempenham exatamente a mesma atividade, com igual dedicação e pior remuneração. Enfim, todos desmotivados. Afinal, estudaram tanto para passar e, agora, passam horas a carimbar, furar e numerar folhas, carregar e empilhar volumes de processo, e demais tarefas mecanizadas...

    É nesse momento que costuma emergir um traumático choque de realidade: sai a ilusão vendida pela indústria do concurso público e entram a burocracia, descaso e péssimas condições de trabalho vivenciados na rotina diária dos servidores.

    Percebem que não passam de uma peça "robotizada" no tabuleiro do Judiciário.

    As nomeações, lotações e remoções, quase que na totalidade, não guardam qualquer relação com as competências, currículos ou características particulares do ser humano aprovado.

    Ainda que haja tentativa nesse sentido – Projeto de Gestão por Competências do Poder Judiciário – a mesma não está sendo capaz de gerar resultados. Contra fatos não há argumentos.  

    Sobremais, maioria dos concurseiros aprovados são de outros Estados. Quando conhecem a dura realidade, estão sozinhos e longe da família. Tentam – por si sós – amenizar a decepção e voltar para perto de seus familiares, através das infindáveis buscas de interessados em concretizar uma remoção por permuta.

    Esse também era o contexto no qual estava inserida a colega Amanda, falecida hoje. Técnica Judiciária do TRT/SP, inscrita em sites de permuta, buscando uma remoção para os Tribunais do Rio Grande do Norte,  Paraíba e Pernambuco.

    Às citadas circunstâncias, somam-se os inúmeros casos de assédio moral por parte de autoridades (em geral, juízes e desembargadores) tão frequentes na rotina dos servidores.  Trata-se de fato público e notório, plenamente ratificável pelos sindicatos e associações da classe, assim como por todos profissionais que atuam no meio.

    Infelizmente, essas mesmas autoridades que julgam e analisam casos de assédio moral entre patrões e empregados, condenando em indenizações altíssimas em relação a fatos ocorridos na esfera corporativa, muitas vezes ignoram a própria conduta dentro do Poder Judiciário, transmudando-o num microcosmo da impunidade.

    Quantos agentes públicos precisarão mais morrer ou enlouquecer para que o assunto em baila volte a preencher as pautas?

    É hora de se repensar seriamente o caos em que se encontra a Gestão Pública Brasileira, pois, em última análise, PERDEMOS TODOS. Perde o estudante engajado que passou no concurso público acreditando conquistar uma carreira de sucesso. Perdem as autoridades com as suas equipes desmotivadas. E perde a sociedade, que continua pagando altíssimos impostos sem, contudo, receber uma contraprestação de mínima qualidade.
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    Mensagem por montercay Dom 19 Out 2014, 9:27 pm

    Sigo na mesma situação trabalho em um setor que o pj-e está bombando e o analista fica na Internet, e os técnicos ficam fazendo o dito cujo pj-e (processo para estressar o servidor).

    O analista assediando os técnicos o que não foi admitido pelos técnicos, conclusão: o analista foi tirar licença médica não aguentou...não vou generalizar alguns analistas parecem até técnicos, acho que deve ser de uma educação de berço, sou contra o assédio moral tanto entre colegas e superiores e os juízes e desembargadores, e principalmente neste fórum. (Estamos no mesmo barco).

    Suicídios no judiciário, acho que deveriam os sindicatos relatar na adm dos trt's , bem como no CNJ, CSJT E STF, somos seres humanos e não máquinas de estatísticas do CNJ.

    Aos Técnicos Judiciário, Um grande abraço a todos.
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    Mensagem por montercay Dom 19 Out 2014, 11:30 pm

    Suspeita de suicídio

    Juíza se retrata por comentário no Facebook sobre morte de servidora no TRT-2



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    17 de outubro de 2014, 13h14


    A tragédia ocorrida no fórum trabalhista Ruy Barbosa, na capital paulista, nesta segunda-feira (13/10), quando morreu a servidora Amanda Priscila Santos Costa, repercute entre os trabalhadores do Direito. Um comentário de uma juíza a respeito do assunto na internet provocou revolta entre colegas, o que fez com que ela divulgasse uma retratação. O caso rendeu uma nota da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 2ª Região (Amatra-2).

    O corpo da técnica judiciária de Natal (RN) foi encontrado pela manhã, e a Polícia investiga se ela cometeu suicídio. A hipótese é que ela teria pulado do oitavo andar do edifício, onde fica a 62ª Vara do Trabalho, na qual trabalhava desde agosto. A presidente da corte, Silvia Regina Pondé Galvão Devonald, decretou luto de três dias.

    Em sua conta no Facebook, a juíza Elisa Maria Secco Andreoni fez comentários sobre o fato ter ocorrido durante o expediente do tribunal, provocando críticas até mesmo aos demais magistrados. Depois, no entanto, Elisa publicou um texto na rede social, admitindo ter errado. A nota, intitulada “Carta Aberta à Sociedade”, a juíza diz ter sido “insensível” ao se perguntar “Meu Deus, porque alguém faz isso num lugar onde tanta gente necessitada precisa dos serviços?”. Afirma ainda sentir remorso e que “a repercussão do ato não corresponde àquilo que sou e isso deve ser refletido principalmente por quem não me conhece”.

    Ela também critica quem usou suas palavras para acusar toda a magistratura. “Isso não pode ser usado para macular uma classe. A responsabilidade é exclusivamente minha”, escreveu. E pede que sua retratação seja divulgada.

    Elisa atribui a “manifestação afobada” ao fato de estar “completamente envolvida com minha missão na 26ª VT [Vara do Trabalho], no afã de ajudar quem precisa e está lutando para sobreviver”. E desabafa sobre suas condições de trabalho, afirmando que a assumiu no último dia 4 de setembro, com serviços atrasados em “mais de um ano”, “7 mil petições por despachar” e “cerca de 500 petições de recurso que nem sequer foram juntadas aos autos”. Para solucionar o problema, afirma ter contado com a ajuda dos servidores da equipe, com quem fixou a meta de fazer “75 audiências por semana”.

    Em nota divulgada nesta quarta-feira (15/10), a Amatra-2 lamentou a morte da servidora e elogiou o pedido de desculpas divulgado pela juíza, o qual “traduz com melhor desenvoltura seus pensamentos, sua retratação e resgata sua relevante história como servidora e magistrada”. A entidade defende a juíza ao dizer que as relações sociais e humanas “não podem ser definidas ou catalogadas por um único ato”. E conclama os juízes a se preocuparem com as condições de trabalho de magistrados e servidores, bem como pede ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região aprimore sua política de recursos humanos, “a fim de que contemple a avaliação do clima organizacional e atue com vigor em busca de solução a eventuais problemas”.

    Leia a retratação da juíza Elina Andreoni:

    CARTA ABERTA À SOCIEDADE

    Por Elisa Maria Secco Andreoni

    Fui insensível!

    Fui servidora pública da Justiça do Trabalho por 17 anos, empossada em 1989. Sou juíza há apenas 9 anos. Até hoje digo que me sinto mais servidora do que juíza. Quem me conhece sabe disso.

    Na 26a Vara do Trabalho de São Paulo, local onde fui empossada como servidora e pude passar grande parte de minha vida profissional, pude casar, ter meu filho, muito bem recebido na creche do TRT.

    Por algo inexplicável, a vida quis que, no dia 04/09/2014, fosse empossada como juíza titular nessa mesma Vara do Trabalho.

    Meu sentimento com relação a essa coincidência? Amor!

    A 26a Vara do Trabalho de São Paulo está destruída. Quem é servidor sabe disso. Fiquei desolada com a situação dessa Vara, serviço de mais de um ano por fazer. Mais de 7 mil petições para despachar. Cerca de 500 petições de recurso que nem sequer foram juntadas aos autos. Alvarás de levantamento? Os reclamantes nem sabiam mais o que era isso...

    Quem algum dia desejou trabalhar nesta Vara? Eu! E a equipe maravilhosa que lá está.

    Foi-me perguntado, várias vezes, se iria pedir remoção da Vara, porque impossível consertar o que foi estragado durante anos e anos. Eu respondia convicta: obviamente que não!!!

    Superando todas essas adversidades, a equipe da 26a VT resolveu me ajudar. Arregaçaram as mangas no dia seguinte. Eu fiquei extremamente comovida com isso. Tenho-os como anjos na minha vida e na minha história na Justiça do Trabalho.

    Estamos mais unidos do que nunca e, nessa luta árdua, decididos de que os trabalhadores receberão seus créditos o mais rápido possível.

    Impus-me cerca de 75 audiências por semana. Sinto um cansaço que chega a me dar enjôo, mas até então estava feliz.

    Quando soube do ocorrido no fórum, lembro claramente ter me perguntado: Meu Deus, porque alguém faz isso num lugar onde tanta gente necessitada precisa dos serviços?

    Fui insensível? Fui extremamente! Sou insensível? Não!

    Minha mensagem não foi dirigida a ninguém em especial. Foi uma manifestação afobada de dentro do carro, indo para a Barra Funda, às 7h45 da manhã, com 25 audiências na pauta à minha espera... Uma delas marcadas antecipadamente, por conta de uma pessoa que precisava comparecer com bebê pequenino.

    Se tenho remorso? Tenho muito!

    Errei sim, sem saber quem era e ao menos ter a informação do que realmente ocorria naquele momento, porque estava completamente envolvida com minha missão na 26aVT, no afã de ajudar quem precisa e está lutando para sobreviver.

    Vejam, isso não significa que não errei! Errei, eu sei. Mas não posso fazer uma retratação insincera.

    A repercussão do ato não corresponde aquilo que sou e isso deve ser refletido principalmente por quem não me conhece.

    Seriam melhores aqueles que usam esse ato isolado para desqualificar a magistratura? Isso não pode ser usado para macular uma classe. A responsabilidade é exclusivamente minha.

    Eu sou servidora da Justiça do Trabalho. Fui insensível, mas amo os servidores do Poder Judiciário, pois tudo o que tenho está aqui e quem me conhece sabe disso.

    Sei que minha mensagem não amenizará o ódio que está se propagando por parte de pessoas que nem sequer me conhecem.

    Mesmo assim, essa mensagem também deveria ser propagada.

    Meu nome é Elisa Andreoni, mãe, esposa, filha de uma mãe com Alzheimer que depende de mim, apaixonada pelo trabalho.

    Eu fui, sou e sempre serei uma servidora do Poder Judiciário.

    Estou à disposição de quem quiser me conhecer e que precisar de mim, seja de onde for.

    Obrigada pela oportunidade do desabafo.

    Leia a nota da Amatra-2:

    NOTA PÚBLICA DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DA JUSTIÇA DO TRABALHO DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO

    A Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 2ª Região - AMATRA-2, entidade representativa dos juízes do trabalho do TRT da 2ª Região, nesse momento de profunda tristeza pela morte da servidora Amanda Priscila Santos Costa, vem se manifestar nos seguintes termos:

    a) lamenta a irreparável perda da servidora Amanda Priscila Santos Costa, técnica judiciária da 62ª Vara do Trabalho, que enobrecia, de forma insubstituível, a classe dos funcionários públicos do TRT da 2ª Região;

    b) entende necessária e profícua a Carta Aberta à Sociedade realizada pela juíza Elisa Maria Secco Andreoni, que traduz com melhor desenvoltura seus pensamentos, sua retratação e resgata sua relevante história como servidora e magistrada no TRT da 2ª Região;

    c) deseja a reflexão de todas as pessoas integrantes do quadro do TRT da 2ª Região sobre a complexidade das relações sociais e humanas, que não podem ser definidas ou catalogadas por um único ato;

    d) enaltece a vida como bem jurídico absoluto, a ser defendido de forma intransigente;

    e) conclama todos os magistrados e servidores a se direcionarem para a principal preocupação do ambiente de trabalho no Poder Judiciário: garantir condições de trabalho dignas a todos seus trabalhadores (juízes, servidores e terceirizados);

    f) insta o aprimoramento na política de Recursos Humanos do TRT da 2ª Região, a fim de que contemple a avaliação do clima organizacional e atue com vigor em busca de solução a eventuais problemas apontados por magistrados e servidores;

    g) exige a garantia de independência das decisões médicas do Serviço de Saúde do TRT da 2ª Região, a fim de que apenas critérios técnicos as subsidiem; e

    h) sugere a criação de comissão paritária com entidade representativa dos servidores públicos para debates de temas sobre o ambiente de trabalho e para que atue na conciliação facultativa entre juízes e servidores.

    A Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 2ª Região - AMATRA-2 permanecerá acompanhando de perto as apurações do ocorrido e encaminhará sugestões para a administração do TRT da 2ª Região sobre o tema.

    São Paulo, 15 de outubro de 2014.

    Patricia Almeida Ramos

    Presidente da AMATRA-2
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    Mensagem por montercay Dom 19 Out 2014, 11:33 pm

    Essa juíza se queimou, perante todos.

    Na cabeça dela só se tem estatísticas e metas, e fazendo servidores fazerem horas-extras numa total exploração do servidor.

    Se a vara dela estava assim porque fazer o seu nome nas costas do servidor?

    Imaginem os outros o que fazem?

    Esse é o nosso judiciário, com juízes (alguns) que não tem "Deus" em suas vidas.

    E o coitado do servidor que se mata de trabalhar, o que lhe resta?


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    Mensagem por montercay Dom 19 Out 2014, 11:49 pm

    Ir num Psiquiatra e pedir um laudo, e tirar licença por 30 dias e ir prorrogando até conseguir permuta ou ser redistribuída..
    É o que lhe resta.......
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    Mensagem por montercay Ter 21 Out 2014, 12:45 am

    Processo eletrônico é uma das causas do problema

    Publicado em Sexta, 17 Outubro 2014 14:12. | Imprimir | E-mail | Acessos: 2639





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    Os servidores da Justiça também alegam estar adoecendo por excesso de trabalho. Dos 1.097 servidores da Justiça Federal do Rio de Janeiro entrevistados neste ano pelo Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no Estado do Rio de Janeiro (Sisejufe), 61% afirmaram que tiveram aumento na quantidade de trabalho de três anos para cá.

    Do total, 74% dos servidores afirmaram que sua atividade sempre ou quase sempre exige movimentos repetitivos e 71% disseram estar em posições desconfortáveis no ambiente de trabalho. Em consequência disso, 59% alegaram ter feito algum tratamento de saúde no último ano.

    Esse mesmo levantamento, aplicado em 2011 a 6.273 servidores da Justiça do Rio Grande do Sul, também já apontava que 58,6% percebiam um aumento no volume de trabalho após o processo eletrônico. O impacto podia ser sentido na saúde desses servidores: 61,5% tinham passado por tratamento de saúde no último ano e 24,7% fizeram tratamento psicológico. Além disso, 31,8% apresentaram alguma alteração que pode ser considerada indício de distúrbio psiquiátrico. O levantamento foi realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal (Sintrajufe) no Rio Grande do Sul.

    De acordo com Mara Weber, coordenadora-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fejajufe), que reúne os sindicatos de servidores, há casos de pessoas que, na transição do processo em papel para o eletrônico, desenvolveram distúrbios psíquicos menores. "Não somos contra a implantação de novas tecnologias, mas contra a forma como isso tem sido estruturado no Poder Judiciário", diz. Para ela, essa transformação não foi precedida de nenhum estudo ergonômico. "É uma experiência completamente nova, sem precedentes no mundo."

    Com o processo eletrônico, os advogados agora podem dar entrada no processo em qualquer hora do dia. Automaticamente, o relator do processo é designado e toda a movimentação processual passa a ser mais rápida e os servidores não conseguem dar conta dessa demanda, segundo Mara. "Os tempos compreendidos como mortos não existem mais. No exato instante em que o advogado protocola a entrada do processo, ele já está na vara federal", afirma. Para ela, "a ferramenta com certeza ajuda a agilizar, mas o ser humano não é uma máquina que trabalha 24 horas por dia".


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    Mensagem por montercay Ter 21 Out 2014, 12:49 am

    A carne mais barata do Judiciário é a carne do técnico

    Criado em Segunda, 20 Outubro 2014 15:26. | Imprimir | E-mail | Acessos: 777





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    Por Sheila Tinoco, coordenadora de Comunicação, Cultura, Esporte e Lazer do Sindjus/DF

    Este artigo é de inteira responsabilidade do autor, não sendo esta necessariamente a opinião da diretoria da Fenajufe

    Não é de hoje que o Poder Judiciário vem utilizando os conhecimentos de nível superior que os técnicos adquiriram com seu próprio esforço em benefício próprio. Por falta de uma reestruturação da carreira, em muitos locais o técnico judiciário que possui atribuições de segundo grau executa o mesmo serviço de um analista que tem atribuições de nível superior.

    Existe assim enriquecimento ilícito por parte da administração, pois ela não remunera o serviço que cobra dos técnicos. Ao longo do tempo, as atribuições que eram de auxiliar, datilografar, organizar, entre outras, transformaram-se em elaborar pareceres, analisar processos, desenvolver atividades de planejamento e demais atividades de elevado grau de complexidade, “oficialmente” executada por quem fez concurso para nível superior.

    Por essas e outras, parodio a famosa canção de Elza Soares ao afirmar que a carne mais barata do Judiciário é a carne do técnico, pois além de ser mal remunerado para desenvolver suas atribuições, precisa fazer às vezes do analista. Sem dúvida, o técnico judiciário é uma mão de obra bastante explorada, pois a diferença entre seu salário e o de analista chega a quase 60%.

    A discussão lançada hoje de técnico judiciário ter ingresso em nível superior não é nova para o Sindjus, pois há quase dois Congressos o sindicato defendeu a tese e foi derrotado.

    A divisão de nível superior voltou à tona com força total depois da decisão do dia 5 de fevereiro deste ano do STF que julgou improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pelo Governo do RN contra a lei que passou os AT’s do Judiciário potiguar para nível superior.

    O STF considerou constitucional o fato de passar o cargo de Técnico Judiciário para nível superior. Temos, portanto, um precedente importante. Mas não basta só mudar a forma de ingresso. Temos de discutir carreira e também a forma de remuneração.

    No processo eletrônico que está tomando força no cotidiano do Judiciário, o técnico vai ter mais atribuições voltadas ao cargo de analista, como elaboração de minutas de despacho/decisão. Na nova realidade do Poder Judiciário, não há mais distinção entre o trabalho realizado por quem tem atribuições de 2º e 3º graus.  

    Se nós, técnicos judiciários, somos 2/3 da mão de obra do Judiciário e a magistratura e tribunais superiores já têm firmado posição de que precisam de mais servidores com atribuições de nível superior por que não qualificar o técnico?

    Outros órgãos já fizeram a qualificação em massa dos servidores e sua consequente valorização. A Secretária de Educação do DF criou um curso específico para professor, qualificando os normalistas como nível superior.

    Os próprios tribunais, assim como criam grupos fechados para cursos de pós-graduação, podem criar grupos de graduação para os técnicos que ainda não têm formação jurídica. Em Brasília, quase 100% dos técnicos judiciário possuem nível superior, e muitos ainda têm pós, mestrado e até doutorado.

    O Sindjus defende e incentiva à qualificação constante, pois quanto mais qualificados mais bem remunerados serão os profissionais. Agora, os técnicos precisam que essa discussão se aprofunde e avance. Nosso foco é o reajuste salarial, a aprovação do PL 7920/14, mas também precisamos pensar na carreira que queremos e lutar por ela.

    Insisto em afirmar que o Judiciário já realiza há muito tempo cursos de pós-graduação em vários ambientes, como jurídicos e orçamentários, para grupos fechados de servidores. Portanto, destaco que o caminho para essa transformação já existe, falta apenas vontade política. E somos nós que precisamos provocar essa vontade não só na nossa categoria, mas nas autoridades competentes do Judiciário.
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    Mensagem por montercay Ter 21 Out 2014, 12:57 am

    Técnico Judiciário: INSATISFAÇÃO GENERALIZADA !!!

    Criado em Quinta, 16 Outubro 2014 15:01. | Imprimir | E-mail | Acessos: 2568





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    Por James Magalhães Gonçalves, Técnico Judiciário, servidor do TRE-MG

    Este artigo é de inteira responsabilidade do autor, não sendo esta, necessariamente, a opinião da diretoria da Fenajufe

    O Movimento Nacional pela Valorização dos Técnicos Judiciários (MOVATEC) chegou, praticamente, em todos os Tribunais Federais do país. Leiam com atenção, reflitam e divulguem mais um artigo em prol da valorização de um dos pilares mais importantes do Poder Judiciário da União: o Técnico Judiciário.

    1 – Valorização dos Técnicos é URGENTE !!!

    A valorização dos Técnicos Judiciários é URGENTE, uma vez que há uma INSATISFAÇÃO GENERALIZADA em razão da grande diferença salarial entre Técnicos Judiciários e Analistas Judiciários. Para se ter uma noção, hoje, um servidor Técnico que está, há 35 anos, no Tribunal, por consequência, no final da carreira, não chega nem ao valor inicial pago ao Analista. Isso é muito desestimulante.

    Por outro lado, poderia se dizer que basta fazer concurso para Analista, mas percebe-se que a situação não é tão simples assim e carece de uma solução urgente e concreta. O problema pode ser mais extenso ainda. Sabe-se, e é notável, que não há diferenciação entre a realização das tarefas diárias de um Técnico e um Analista. Tanto o quadro de Técnicos quanto o de Analista é extremamente qualificado para realizar tarefas de alto grau de complexidade. Em relação à qualificação, pode-se notar que a maioria esmagadora dos Técnicos já possui não só graduação, mas, também, pós, mestrado e, inclusive, doutorado.

    A grande diferença de remuneração desses cargos é injusta. Além do exemplo mais marcante e injusto que é a realização do mesmo serviço por ambos os cargos, um Técnico que opta por fazer um curso de pós-graduação paga o mesmo valor que um Analista (valor do curso), mas ao protocolizar o certificado, no Tribunal, o mesmo curso de pós-graduação tem mais valor para o Analista, pois corresponde a 7,5% do vencimento. Assim, como o vencimento de Analista é extremamente maior, valoriza-se mais o curso de pós de quem é Analista. Além de outras situações de injustiça.

    2 – Sobreposição na Carreira e Nível Superior

    Assim, uma maneira de valorizar os Técnicos Judiciários sem querer equiparar a remuneração, EMBORA A EQUIPARAÇÃO SEJA JUSTA, seria considerar o final da carreira de Técnico Judiciário pelo menos na referência B8 do Analista. Não há impedimento técnico, tampouco jurídico, que possa colocar empecilho na aplicação dessa sugestão.

    Dessa forma, seria pelo menos justo com quem já dedicou décadas para o Tribunal e proporcionaria menos insatisfações. Esse fato não seria injusto nem impossível de realizar, uma vez que, no passado, não existia essa grande DISCREPÂNCIA SALARIAL entre Técnicos e Analistas.

    Ressalto, ainda, que não basta implantar a Sobreposição na Carreira, é preciso reconhecer que o Técnico Judiciário exerce atividades de alta complexidade desde a posse. É necessário corrigir essa distorção funcional alterando a Lei e passando o cargo de Técnico Judiciário para Nível Superior.

    3 – A HORA de se corrigir a injustiça com os Técnicos É AGORA !!!

    A tabela de remuneração como está, atualmente, é injusta e transcende a realidade de uma carreira sólida e unida, pois não há distinção prática entre as atividades dos Técnicos e Analistas, diferentemente do que ocorre em outras carreiras do Executivo Federal. Essa situação gera insatisfação, animosidade e impede a união necessária para o melhor desempenho das atividades funcionais exercidas por cada um. Se, na prática, houvesse, realmente, a distinção na realização das tarefas, a insatisfação não seria generalizada, mas não é o caso. A diferença é muito grande, ou melhor, constata-se, hoje, um verdadeiro ABISMO SALARIAL de 64,07%. Portanto, o que se requer é, apenas, a aplicação de medida de justiça aos Técnicos.

    A HORA de se corrigir esta injustiça É AGORA.

    Para isto, a Classe dos Técnicos Judiciários requer dos Sindicatos, bem como da Fenajufe, RECONHECIMENTO e VALORIZAÇÃO JÁ!!!

    SOBREPOSIÇÃO E CURSO SUPERIOR JÁ!!!
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    Mensagem por Convidado Ter 21 Out 2014, 4:48 pm

    Alguém viu a propaganda da PC-DF? afirmando que os cargos de papilo e agente são de nível superior faz 12 anos, e, agora, eles merecem "valorização" (igualar vencimentos com delegado/perito?)

    No fundo é notório que a história de só mudar o provimento ou nome é para conseguir equiparação no curto/médio prazo. Eu não entendo uma pessoa insatisfeita ir por esse caminho invés de sentar a bunda e estudar... eu era insatisfeito como ANALISTA (já fui técnico, mas  já estava aprovado como analista), estudei, fui pro ciclo de gestão, depois TC... a questão é só o QUANTO você quer isso. Não sou melhor servidor nem pior que ninguém, sou apenas dedicado, e, jogando AS REGRAS DO JOGO, estudei e fui atrás do que eu queria para mim. Você também pode!! Acho, sinceramente, igualar técnico a analista com argumento que fazem a mesma coisa um absurdo. Se fazem a mesma coisa, não deveria, errado é a premissa oque torna a conclusão errada tb.

    Usei esse vídeo sempre que queria me MOTIVAR (video antigo que talvez já tenha visto, mas muito bom).

    https://www.youtube.com/watch?v=qZIPGfzhzvM

    abs!

    -------

    http://www.pcsja.org/viewtopic.forum?t=830

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