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    Mensagem por Convidado Qua 14 Maio 2014, 10:04 pm

    fabiomodel escreveu:Só não entendi essa de fazer uma análise do impacto do PL6613 com GAJ 50%. Isso é praticamente o que temos hoje, daria coisa de 600 a mil reais de diferença na tabela de técnico. Isso líquido dá uma miséria, quase não faz muita diferença.

    A questão é simples:
    Quem tem aquênio, GAS, GAE vai ganhar muito mais que apenas os mil reais de diferença.
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    Mensagem por fabiomodel Qua 14 Maio 2014, 10:07 pm

    Por isso temos que fazer com que o reajuste incida apenas na GAJ. Entrar em briga de GD agora será totalmente inútil.
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    Mensagem por Convidado Qua 14 Maio 2014, 10:08 pm

    viniloi escreveu:A FENAJUFE E UM VERME CHAMADO PONCIANO, PELA 3ª VEZ, EXTERMINANDO UM SONHO DE UMA REMUNERAÇÃO DIGNA.


    TEM QUE FAZER O CORPO A CORPO JUNTO AOS COMPONENTES DA MESA  E DIZER QUE ACEITAMOS, SIM, A GD E O SUBSÍDIO.


    DESCULPE EUGÊNIA, SOU DA ANATA E ACHO QUE VC TEM Q FAZER ALGUMA COISA. NO MÍNIMO, SUGERIR NA REUNIÃO A PROPOSTA DE SUBSÍDIO OU GD (ENTREGAR OS MEMORIAIS) E NÃO SE OMITIR DIANTE DESSES FIGURÕES. SENÃO, PRA QUE SERVIRIA SUA PRESENÇA?


    TEM QUE APROVEITAR QUE O CARA DO STJ TB É FAVORÁVEL E SÓ FALTA UMA MAIOR CONVENCIMENTO PRO DO STF ACEITAR TB.


    MUITO REVOLTANTE. A TERCEIRA VEZ QUE A FENAJUFE SE ENCARREGA DE DE NEGAR A VERDADEIRA VALORIZAÇÃO DA CARREIRA. E TUDO ISSO SEM NOS CONSULTAR.


    BANDO DE FDP!

    Ainda bem que não pago Anata...

    Porque depois de ouvir uma baboseira destas, ao saber que a Eugênia não falou um A eu ficaria muito puto de ter jogado dinheiro fora...

    Acho que independente do acordo que houver na chapa, a partir do momento que o Ponciano vai contra uma GD que interessa à administração e uma importante parcela da categoria, no mínimo ela deve perguntar "qual a sua proposta, de quanto estamos falando?", antes de ser rechaçada de cara.

    Óbvio que antigões com incorporações que não querem mais nada com a dureza, bem como os aposentados desde os 45 anos, morrem de medo da GD. Não é o caso de outra parcela da categoria. No mínimo, merecíamos o contraditório.

    Hoje já ia na contabilidade até meia noite... mas agora já prevejo avançar madrugada a dentro!
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    Mensagem por viniloi Qua 14 Maio 2014, 10:30 pm

    josebarbos escreveu:
    viniloi escreveu:A FENAJUFE E UM VERME CHAMADO PONCIANO, PELA 3ª VEZ, EXTERMINANDO UM SONHO DE UMA REMUNERAÇÃO DIGNA.


    TEM QUE FAZER O CORPO A CORPO JUNTO AOS COMPONENTES DA MESA  E DIZER QUE ACEITAMOS, SIM, A GD E O SUBSÍDIO.


    DESCULPE EUGÊNIA, SOU DA ANATA E ACHO QUE VC TEM Q FAZER ALGUMA COISA. NO MÍNIMO, SUGERIR NA REUNIÃO A PROPOSTA DE SUBSÍDIO OU GD (ENTREGAR OS MEMORIAIS) E NÃO SE OMITIR DIANTE DESSES FIGURÕES. SENÃO, PRA QUE SERVIRIA SUA PRESENÇA?


    TEM QUE APROVEITAR QUE O CARA DO STJ TB É FAVORÁVEL E SÓ FALTA UMA MAIOR CONVENCIMENTO PRO DO STF ACEITAR TB.


    MUITO REVOLTANTE. A TERCEIRA VEZ QUE A FENAJUFE SE ENCARREGA DE DE NEGAR A VERDADEIRA VALORIZAÇÃO DA CARREIRA. E TUDO ISSO SEM NOS CONSULTAR.


    BANDO DE FDP!

    Ainda bem que não pago Anata...

    Porque depois de ouvir uma baboseira destas, ao saber que a Eugênia não falou um A eu ficaria muito puto de ter jogado dinheiro fora...

    Acho que independente do acordo que houver na chapa, a partir do momento que o Ponciano vai contra uma GD que interessa à administração e uma importante parcela da categoria, no mínimo ela deve perguntar "qual a sua proposta, de quanto estamos falando?", antes de ser rechaçada de cara.

    Óbvio que antigões com incorporações que não querem mais nada com a dureza, bem como os aposentados desde os 45 anos, morrem de medo da GD. Não é o caso de outra parcela da categoria. No mínimo, merecíamos o contraditório.

    Hoje já ia na contabilidade até meia noite... mas agora já prevejo avançar madrugada a dentro!



    AINDA ACREDITO NA EUGÊNIA. AMANHÃ MESMO TEM REUNIÃO E CONTAMOS COM ELA.


    ATÉ PORQUE TODO AQUELE SONHO DE VALORIZAÇÃO DE CARREIRA DESDE À ÉPOCA DO FORUM CORREIOWEB COM ZÉ COLMEIA, COM NAJLA, COM DONICAPU, MELZÃO E COM A PRÓPRIA EUGÊNIA, PASSANDO DA COMISSÃO PRÓ SUBSÍDIO, PELO PL DO MPU E CHEGANDO ATÉ A ANATA, COM CERTEZA, NÃO FOI EM VÃO
    .


    CONTINUO ACREDITANDO. VEREMOS ATÉ QUANDO.


    Última edição por viniloi em Qua 14 Maio 2014, 10:41 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por NANTUNES80 Qua 14 Maio 2014, 10:37 pm

    Há rumores de que na PGR foi pedido uma atualização do impacto orçamentário do PL do Subsídio. Se o MPU persistir com o subsídio será melhor mesmo...
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    Mensagem por fabiomodel Qua 14 Maio 2014, 10:40 pm

    Seria interessante informar no impacto o retorno do PSS e do IRPF para a União. O impacto de qualquer reajuste na verdade é apenas 62,5% do montante total.
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    Mensagem por darkshi Qua 14 Maio 2014, 10:53 pm

    Alguém ainda acredita que algo realmente esteja sendo negociado para ser implementado?

    Usem um pouco a cabeça. O STF até mês passado estava com estudos prontos para uma carreira própria para seus servidores, que além de equipara-los com o senado, iria instituir a GD. Ai de uma hora para outra, graças a um sindicalista tetudo, o mesmo STF iria ignorar o que eles vinham considerando como carreira para aceitar um modelo que já está parado desde 2009 no CN?

    É obvio que tem boi na linha. É obvio que o STF, mesmo cedendo na ideia deles de carreira própria para seus servidores, não iria ficar insistindo em um modelo falido que é o 6613. Aliado isto ao fato do STF ter deixado claro que o JB não quer dar ares de coisa oficial a mesa de negociação. Tem alguém enrolando alguém. E meu chute é que o STF está enrolando todos, deixando que os sindicalistas peçam seus planos malucos que nunca tornaram-se algo real.

    E digo mais, isto é preparação de terreno para a retomada das carreiras separadas e da aprovação da PEC 59.
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    Mensagem por Farinha Qua 14 Maio 2014, 11:32 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:
    Farinha escreveu:puxa q o pariu! Não mudarão o " mamute" de maneira a perder suas características? Novamente VB + GAJ?
    Vamos receber o verdadeiro "nabo"!


    Não é que NÃO MUDARÃO!

    O sindicalista traidor dos servidores Ponciano é que quer que não mude!

    Mas um substitutivo pode mudar qualquer coisa. E deve mudar!

    As 'características' dos PL 6613 não são aceitas pelo Governo.
    Se não mudar, não passa!

    OU melhor: muda esse nefasto PL 6613 ou teremos ZERO de reajuste! De novo!

    Vander. O problema não é a possibilidade de alteração. Essa sempre vai existir, pois podemos receber vencimentos até em forma de "biscoitos recheados"
    Contudo as pessoas que estão a frente das negociações é q continuam empacando a coisa.
    Espero que a ANATA e a Eugenia realmente abram os olhos, porque se pintarem lá de carneiro é melhor seguir direto para o abate. Se é zero, que seja com louvor!
    Devemos entender que as lutas não são mais nas ruas apenas, antes, infelizmente, temos que vencer as lutas q se dão dentro dos nossos próprios muros.
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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 12:16 am

    NANTUNES80 escreveu:Há rumores de que na PGR foi pedido uma atualização do impacto orçamentário do PL do Subsídio. Se o MPU persistir com o subsídio será melhor mesmo...

    Na reunião do sindicato no dia 9, foi apresentada que a GAMPU de 190% seria a "alternativa de consenso" dos sindicatos, para ser utilizada caso não fosse possível a adoção do 2199.

    A questão é uma regra de 3 básica: 40% de GAMPU custam mais ou menos 300 milhões/ano. 100% de GAMPU vai dar mais ou menos R$ 750 milhões ano.

    de outro lado, o 2199, a partir dos salários da Lei 11415, tinha um impacto total de pouco mais de 600 milhões. Só que com a 12773, embora não tudo, boa parte dos 300 milhões gastos vão ser abatidos no impacto da sua implementação agora. Ou seja, custa menos de 350 milhões, ou menos da metade da GAMPU.

    E aí, você prefere o 2199 ou a GAMPU de 130 ~ 140%, com mesmo impacto?

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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 12:19 am

    darkshi escreveu:Alguém ainda acredita que algo realmente esteja sendo negociado para ser implementado?

    Usem um pouco a cabeça. O STF até mês passado estava com estudos prontos para uma carreira própria para seus servidores, que além de equipara-los com o senado, iria instituir a GD. Ai de uma hora para outra, graças a um sindicalista tetudo, o mesmo STF iria ignorar o que eles vinham considerando como carreira para aceitar um modelo que já está parado desde 2009 no CN?

    É obvio que tem boi na linha. É obvio que o STF, mesmo cedendo na ideia deles de carreira própria para seus servidores, não iria ficar insistindo em um modelo falido que é o 6613. Aliado isto ao fato do STF ter deixado claro que o JB não quer dar ares de coisa oficial a mesa de negociação. Tem alguém enrolando alguém. E meu chute é que o STF está enrolando todos, deixando que os sindicalistas peçam seus planos malucos que nunca tornaram-se algo real.

    E digo mais, isto é preparação de terreno para a retomada das carreiras separadas e da aprovação da PEC 59.

    O Secretário Geral do MPU, em sua visita a MG, deixou bem claro que tribunais superiores e CNJ pensam em carreiras separadas em longo prazo. Achar que tudo vai ficar igual de uma hora para outra não fecha a equação.

    Na época de bancário, havia uma estratégia bem simples dos pés duros x gerentes (equivalentes a antigões). Fechava-se o acordo ruim com os funcionários primeiro, e uma vez com o acordo vigente e sem ter o que fazer, dava-se o gordo reajuste aos gerentes. Desde que eles, claro, tivessem sucesso em reter greves e manter a coisa andando.
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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 12:22 am

    fabiomodel escreveu:Seria interessante informar no impacto o retorno do PSS e do IRPF para a União. O impacto de qualquer reajuste na verdade é apenas 62,5% do montante total.

    Não que você esteja errado, mas de fato pelo menos a arrecadação em termos de Imposto de Renda retido na fonte são previsíveis em termos de impacto orçamentário e deveriam incrementar a receita corrente líquida nas simulações, mas não chega a ser um valor tão relevante assim, a ponto de virar argumento para o governo, até porque a prática está sempre lidando com impacto orçamentário bruto.
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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 12:25 am

    PaladinoRS escreveu:Esse tal de Ponciânus tem que levar na cara com cano de aço. Verdadeiro FILHO DA puxa que está destruindo a carreira. O STF deve mostrar quem manda, implantar a GD e colocar esse cachaceiro miserável no seu lugar de direito.


     like Poncianus salafrário!


    STF, para de causar!
    Impõe logo um subsídio ou GD e manda os sindicalistas
    chorarem na cama! Quanta discussão inútil!
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    Mensagem por darkshi Qui 15 Maio 2014, 12:50 am

    josebarbos escreveu:
    darkshi escreveu:Alguém ainda acredita que algo realmente esteja sendo negociado para ser implementado?

    Usem um pouco a cabeça. O STF até mês passado estava com estudos prontos para uma carreira própria para seus servidores, que além de equipara-los com o senado, iria instituir a GD. Ai de uma hora para outra, graças a um sindicalista tetudo, o mesmo STF iria ignorar o que eles vinham considerando como carreira para aceitar um modelo que já está parado desde 2009 no CN?

    É obvio que tem boi na linha. É obvio que o STF, mesmo cedendo na ideia deles de carreira própria para seus servidores, não iria ficar insistindo em um modelo falido que é o 6613. Aliado isto ao fato do STF ter deixado claro que o JB não quer dar ares de coisa oficial a mesa de negociação. Tem alguém enrolando alguém. E meu chute é que o STF está enrolando todos, deixando que os sindicalistas peçam seus planos malucos que nunca tornaram-se algo real.

    E digo mais, isto é preparação de terreno para a retomada das carreiras separadas e da aprovação da PEC 59.

    O Secretário Geral do MPU, em sua visita a MG, deixou bem claro que tribunais superiores e CNJ pensam em carreiras separadas em longo prazo. Achar que tudo vai ficar igual de uma hora para outra não fecha a equação.

    Na época de bancário, havia uma estratégia bem simples dos pés duros x gerentes (equivalentes a antigões). Fechava-se o acordo ruim com os funcionários primeiro, e uma vez com o acordo vigente e sem ter o que fazer, dava-se o gordo reajuste aos gerentes. Desde que eles, claro, tivessem sucesso em reter greves e manter a coisa andando.

    Para mim é óbvio isto.

    Talvez terminem até aprovando o 6613 com a GAJ em 90%. Mas apenas para logo em seguida apresentarem a carreira dos superiores. Com o 6613 aprovado, o que daria um bom vencimento para os estados. A resistência com uma carreira dos superiores seria quase nula.
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    Mensagem por darkshi Qui 15 Maio 2014, 12:52 am

    josebarbos escreveu:
    NANTUNES80 escreveu:Há rumores de que na PGR foi pedido uma atualização do impacto orçamentário do PL do Subsídio. Se o MPU persistir com o subsídio será melhor mesmo...

    Na reunião do sindicato no dia 9, foi apresentada que a GAMPU de 190% seria a "alternativa de consenso" dos sindicatos, para ser utilizada caso não fosse possível a adoção do 2199.

    A questão é uma regra de 3 básica: 40% de GAMPU custam mais ou menos 300 milhões/ano. 100% de GAMPU vai dar mais ou menos R$ 750 milhões ano.

    de outro lado, o 2199, a partir dos salários da Lei 11415, tinha um impacto total de pouco mais de 600 milhões. Só que com a 12773, embora não tudo, boa parte dos 300 milhões gastos vão ser abatidos no impacto da sua implementação agora. Ou seja, custa menos de 350 milhões, ou menos da metade da GAMPU.

    E aí, você prefere o 2199 ou a GAMPU de 130 ~ 140%, com mesmo impacto?


    MPU não tem para onde correr. Irá seguir o PJU.

    2199 só irá sair mesmo quando rolar a separação das carreiras.
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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 1:07 am

    josebarbos escreveu:
    viniloi escreveu:A FENAJUFE E UM VERME CHAMADO PONCIANO, PELA 3ª VEZ, EXTERMINANDO UM SONHO DE UMA REMUNERAÇÃO DIGNA.


    TEM QUE FAZER O CORPO A CORPO JUNTO AOS COMPONENTES DA MESA  E DIZER QUE ACEITAMOS, SIM, A GD E O SUBSÍDIO.


    DESCULPE EUGÊNIA, SOU DA ANATA E ACHO QUE VC TEM Q FAZER ALGUMA COISA. NO MÍNIMO, SUGERIR NA REUNIÃO A PROPOSTA DE SUBSÍDIO OU GD (ENTREGAR OS MEMORIAIS) E NÃO SE OMITIR DIANTE DESSES FIGURÕES. SENÃO, PRA QUE SERVIRIA SUA PRESENÇA?


    TEM QUE APROVEITAR QUE O CARA DO STJ TB É FAVORÁVEL E SÓ FALTA UMA MAIOR CONVENCIMENTO PRO DO STF ACEITAR TB.


    MUITO REVOLTANTE. A TERCEIRA VEZ QUE A FENAJUFE SE ENCARREGA DE DE NEGAR A VERDADEIRA VALORIZAÇÃO DA CARREIRA. E TUDO ISSO SEM NOS CONSULTAR.


    BANDO DE FDP!

    Ainda bem que não pago Anata...

    Porque depois de ouvir uma baboseira destas, ao saber que a Eugênia não falou um A eu ficaria muito puto de ter jogado dinheiro fora...

    Acho que independente do acordo que houver na chapa, a partir do momento que o Ponciano vai contra uma GD que interessa à administração e uma importante parcela da categoria, no mínimo ela deve perguntar "qual a sua proposta, de quanto estamos falando?", antes de ser rechaçada de cara.

    Óbvio que antigões com incorporações que não querem mais nada com a dureza, bem como os aposentados desde os 45 anos, morrem de medo da GD. Não é o caso de outra parcela da categoria. No mínimo, merecíamos o contraditório.

    Hoje já ia na contabilidade até meia noite... mas agora já prevejo avançar madrugada a dentro!



     like Nós merecemos o contraditório!

    O Dusi quer simulação do PL 6613, com gaj 50% e gaj 90% para ver a viabilidade orçamentária DE CADA TRIBUNAL.

    DE ANTEMÃO sabemos que há tribunais que não suportam pagar o 6613 nem com a gaj 50% (devido aos reflexos nas verbas incorporadas). Então furou! A casa caiu! Vamos para a próxima proposta!

    Parece que o STF está jogando com os sindicalistas.

    Dizem: vamos simular os valores. Conclui-se que não dá, não é viável.

    Então, tem que buscar alternativas. Podem estar preparando terreno para construir uma alternativa completamente

    diferente do que os sindicalistas querem!
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    Mensagem por Najla Qui 15 Maio 2014, 5:39 am

    Colegas,

    Ontem ocorreu uma reunião do GT e não a conclusão dos trabalhos do GT.
    Das possibilidades de reajuste emergencial, e é bom que não esqueçamos que é um reajuste emergencial, ou seja, será um paliativo e não a solução de nossos problemas, há possibilidade que a mesa opte novamente pelo reajuste da GAJ. O Sindjus, por exemplo, trabalha francamente por isso.

    Uma reunião com tantas pessoas (vejam as fotos, sempre tem muita gente) começa antes mesmo de estarem sentados todos juntos formalmente. E quem disse que a Eugênia não falou nada? Que o Cledo não falou nada? Ponciano está em plena campanha eleitoral para o Sisejufe e ele é o coordenador de comunicação da Fenajufe, assim, sempre que puder irá ressaltar as palavras mágicas VB, 6613, "eu avisei que seria 6613", etc.

    Por fim, faz bem lembrar que o trabalho que a Eugênia presta é voluntário, nem licença classista ela tem. Quem é filiado à Anata e recebe o relatório de atividades dela, vê o quanto ela tem se esforçado e tem produtividade mais alta do que os sindicalistas que tem licença classista. É preciso trabalhar para a categoria e cumprir hora a hora minuto a minuto do ponto eletrônico. E nós não temos jornalista para escrever nossas notícias. Somos nós mesmos que escrevemos, assim, é preciso ter a noção do que é possível fazer de prontidão.

    Aos colegas filiados da Anata, faço o convite que participem do chat hj às 20h por hangout com o Anderson Reichow que foi quem elaborou a proposta de Plano de Carreira que está disponível em nosso fórum de debates. Vamos conversar e tirar possíveis dúvidas sobre a proposta, ok?


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    Mensagem por Ricardo MPT Qui 15 Maio 2014, 6:37 am

    josebarbos escreveu:
    Ricardo MPT escreveu:Bom, com essa turminha comandando já deu para perceber que não sai nada ano que vem, apenas com: 1) correção da tabela do IRPF, 2) 5% da parcela de 2015 e 3) reajuste no auxílio alimentação.

    José Barbosa, há algum problema no seu site, não estou conseguindo acessá-lo para calcular quanto será o meu salário no ano que vem com a atualização da tabela do IRPF. Abraço.

    prezado, estou realocando as hospedagens e centralizando tudo num computador só. Entretanto, por não ser eu quem comando, uma das funções não funciona... ao invés de fazer só uma gambiarra vou mexer um pouco melhor, tenha alguma paciência Smile

    Valeu pelo retorno Josebarbosa, fico no aguardo então. Abraço.
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    Mensagem por Policarpo (fora) já! Qui 15 Maio 2014, 7:36 am

    Bom, aqui no RS a greve está marcada para começar hj (15). Na unidade que trabalho, a assembleia deliberou o seguinte (decisão tomada na terça-feira passada):

    1. Aguardar a proposta (pois até agora não temos nenhuma) de reajuste salarial;
    2. Se for nos moldes do PL 6613, ninguém, repito, NINGUÉM, entrará em greve. Foi decisão unânime, todos conscientes que não vale a pena lutar por uma proposta natimorta;
    3. Qualquer outra proposta (GAJ, GD ou subsídio), será levada a nova assembleia.

    Da conversa com colegas de outras subseções, a deliberação foi praticamente a mesma...

    Então, é esperar para ver. Será - encaminhada a proposta de aumento via VB - a primeira vez que não integrarei o movimento grevista. E, pasmem, sem qualquer 'peso na consciência'.

    E que me perdoem os representantes da ANATA na comissão, mas tenho que concordar com os colegas que referem uma absoluta mudança na forma de agir de tais representantes. Não há, na notícia da Fenajufe, qualquer referência a outra proposta. Se a comissão encerra seus trabalhos na semana que vem; os cálculos do impacto do mamute serão apresentados na sexta (16), não haverá prazo hábil para nova rodada ou novos cálculos.... pq não exigiram cálculos também da GAJ em 190%, ou da GD, como sugeriram os representantes do STF e STJ, por exemplo. O que transparece é que a Fenajufe defende, unicamente, o aumento no VB, e, com ela, nossos ex-representantes da ANATA.

    De tudo o que vi, acredito que o epílogo assim será: o STF, atendendo o pedido da Fenajufe (que nos representa), encaminhará ao Congresso o substitutivo, com aumento no VB e redução da GAJ (aumento médio de 15%, novamente). No entanto, como os representantes dos tribunais superiores já defenderam na comissão uma proposta de GD, ficarão liberados para encaminhar projetos próprios, pois esse é o desejo dos servidores vinculados a tais órgãos... a Federação sequer poderá reclamar, pois foi-lhe dada a oportunidade de 'aderir' a tais planos, mas, formalmente, manifestou-se contrária.

    Parabéns FENAJUFE, é a continuidade do(a) separação/fim da carreira.

    akfgfan escreveu:
    Mesa de negociação começa a discutir substitutivo ao PL 6613/09


    Nesta quarta-feira (14/05), aconteceu a primeira reunião de trabalho da mesa de negociação, reunindo representantes da Fenajufe, dos tribunais e conselhos superiores e do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. O encontro foi realizado no Conselho Superior da Justiça do Trabalho, cinco dias após a instalação da mesa, durante reunião ocorrida no Supremo Tribunal Federal, após muita pressão da categoria.

    A coordenação da reunião ficou por conta de Rubens Dusi, que integra a assessoria de administração do STF. Pela Fenajufe participaram os coordenadores Adilson Rodrigues, Cledo Vieira, Eugênia Lacerda e Roberto Ponciano. Foi apontada como prioridade da mesa a elaboração de substitutivo ao projeto 6613/2009, que assegure reposição das perdas salariais aos servidores, por isso este é o tema principal nesta etapa inicial, até final encaminhamento ao Congresso do substitutivo que modifica o PL 6613. Depois, então, serão tratados os demais pontos da pauta de reivindicações apresentados pela Fenajufe.

    Houve, por parte dos diretores gerais e de recursos humanos dos tribunais e conselhos, várias sugestões sobre como deva ser modificado o PL 6613/09, que está na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. Depois de muita discussão, ficou estabelecido que cada tribunal e conselho fará duas simulações orçamentárias, a partir do valor do vencimento básico, fixados no PL 6613/2009, acrescidos de GAJ de 90% e outra com GAJ de 50%, para estimar o impacto na tabela salarial e na sua folha, bem como o enquadramento em face da Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso porque o valor de cada tribunal ou conselho tem a sua própria margem, diferentemente de quando foi finalizado o PL 6613 em 2009, quando a apuração da margem era global por ramos e não por órgão. A ideia é fazer uma discussão rápida para encaminhar aos presidentes dos respectivos tribunais e conselhos.

    O Secretário de Gestão de Pessoas do STJ sugeriu a adoção de Gratificação de Desempenho, no que foi prontamente refutado pelos coordenadores Adilson Rodrigues e Roberto Ponciano, da Fenajufe. Adilson apontou que embora a categoria venha alcançando ganhos significativos de produtividade no apoio ao julgamento de processos nos últimos anos, com crescimento de mais de 333% no número de processos julgados de 1995 a 2012, o momento não seria adequado para entrar nesta discussão, que deveria ser feita, junto com vários outros itens de interesse da categoria, quando da discussão de Plano de Carreira. Ponciano contra-argumentou, dizendo que não havia acordo com a Federação sobre o tema, e que havia uma série de decisões Congressuais da Federação contra a GD, já que não aceitamos quebra de isonomia entre ativos e inativos, gratificações diferenciadas entre os servidores ou tribunais e que a comissão foi proposta, logo na sua abertura, pelo Diretor Geral do STF, Miguel Fonseca, para modificar o 6613 sem o modificar de forma que ele perdesse suas características e voltasse à estaca zero. Assim, qualquer tentativa de mudar o padrão remuneratório ou criar GD neste momento, inviabilizaria a mesa de negociação. Rubens Dusi, do STF, que coordenava a reunião, disse que, embora até comungasse da tese do Secretário do STJ, não poderia discuti-la ali, já que a comissão foi delineada com limites bem definidos, em cima de um substitutivo que modifique o PL 6613/2009, com a celeridade para o envio dentro do prazo estipulado que é o dia 29 de maio, sendo assim, qualquer discussão de GD, deve ser feita para o futuro e não nesta etapa inicial da comissão.

    Os dirigentes da Fenajufe manifestaram preocupação com a celeridade das negociações, para assegurar rápida elaboração da tabela salarial, estimativa de impacto e elaboração do substitutivo a ser negociado com o parlamento e reafirmaram a necessidade de que cada órgão deve trazer rapidamente o cálculo do impacto no seu âmbito, para posterior inclusão na previsão orçamentária de 2014, que está sendo finalizada em cada um dos tribunais superiores e segue ao final para o CNJ, que por si o encaminha ao Ministério do Planejamento, onde deve ser buscado que assegure a manutenção da dotação orçamentária no anexo V da LDO, para viabilizar a tramitação e aprovação do projeto.

    Os representantes dos tribunais e conselhos ficaram de trazer a estimativa de impacto orçamentário e enquadramento na Lei de responsabilidade fiscal na próxima reunião, que ficou agendada para sexta-feira (16/05).

    A categoria deve continuar mobilizada e pressionando, para assegurar rápido encaminhamento desta etapa da negociação e também que a mesa seja formalizada e que o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, assuma efetivo compromisso em defender e negociar a proposta junto ao governo e Congresso, até sua final aprovação.  

    Confira aqui como foi a reunião de instalação da mesa de negociação.

    Fonte :  http://www.fenajufe.org.br/index.php/imprensa/ultimas-noticias/fenajufe/1928-mesa-de-negociacao-comeca-a-discutir-substitutivo-ao-pl-6613-09
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    Mensagem por flashfs Qui 15 Maio 2014, 7:46 am

    Acho que a maioria aqui não recusaria o PL6613 se estivesse pronto para ser assinado pela Dilma e ela perguntando 'e aí, posso assinar?'. Mas mesmo com sua aprovação, vejo um outro problema sendo criado. Os servidores que possuem GAS, GAE e incorporações que incidem no VB teriam seus salários aumentados proporcionalmente mais, se comparado a quem não possui essas verbas, aumentando a disparidade dentro da carreira judiciária. E quando isso ocorre, mais difícil é de se encontrar um projeto que seja consenso. Por isso, com essa ideia de ajuste emergencial, apoio o aumento na GAJ.

    Sobre a Eugênia, eu não espero que ela, como membro da federação, se levante na reunião e mande todos os outros dirigentes se calarem. Se ela não estivesse lá, vai saber o que estaríamos recebendo de informações. Ela com certeza sabe o que representa ali, e deverá agir conforme suas possibilidades. É minha opinião.
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    Mensagem por camirecas Qui 15 Maio 2014, 8:12 am

    Najla escreveu:Colegas,

    Ontem ocorreu uma reunião do GT e não a conclusão dos trabalhos do GT.
    Das possibilidades de reajuste emergencial, e é bom que não esqueçamos que é um reajuste emergencial, ou seja, será um paliativo e não a solução de nossos problemas, há possibilidade que a mesa opte novamente pelo reajuste da GAJ. O Sindjus, por exemplo, trabalha francamente por isso.

    Uma reunião com tantas pessoas (vejam as fotos, sempre tem muita gente) começa antes mesmo de estarem sentados todos juntos formalmente. E quem disse que a Eugênia não falou nada? Que o Cledo não falou nada? Ponciano está em plena campanha eleitoral para o Sisejufe e ele é o coordenador de comunicação da Fenajufe, assim, sempre que puder irá ressaltar as palavras mágicas VB, 6613, "eu avisei que seria 6613", etc.

    Por fim, faz bem lembrar que o trabalho que a Eugênia presta é voluntário, nem licença classista ela tem. Quem é filiado à Anata e recebe o relatório de atividades dela, vê o quanto ela tem se esforçado e tem produtividade mais alta do que os sindicalistas que tem licença classista. É preciso trabalhar para a categoria e cumprir hora a hora minuto a minuto do ponto eletrônico. E nós não temos jornalista para escrever nossas notícias. Somos nós mesmos que escrevemos, assim, é preciso ter a noção do que é possível fazer de prontidão.

    Aos colegas filiados da Anata, faço o convite que participem do chat hj às 20h por hangout com o Anderson Reichow que foi quem elaborou a proposta de Plano de Carreira que está disponível em nosso fórum de debates. Vamos conversar e tirar possíveis dúvidas sobre a proposta, ok?


    Eu iria comentar sobre a questão da publicidade sindical. Muito cuidado com as reportagens. Os caras maquiam. Tem que se ter criticidade.
    Agora, a pergunta que não quer calar:
    Se o 6613 foi rechaçado em deliberação da FERRAJUFE, o Ponciano foi voto vencido, em tese, por que agora ele é apresentado em sua originalidade como a opção substitutiva?
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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 8:17 am

    A HISTÓRIA NÃO FALA BEM DOS COVARDES


    Estamos vendo mais uma vez os vermes sindicalistas irem contra uma proposta que realmente pode valorizar a carreira, o GD. Bípedes como o Cledo e o Ponciânus mais uma vez estão lutando pelos direitos históricos dos incorporados e deixando a categoria à míngua.

    No passado não tínhamos, em tese, alguém para falar alta e dizer não a isso. Com a criação da ANATA, a qual me filiei ano passado, pensei que esse quadro fosse mudar, principalmente diante da presença de uma representante dessa Associação nas negociações.

    Contudo, salvo melhor juízo, vejo que a presença na Eugênia não está fazendo nenhuma diferença. Será por se sentir intimidada com a truculência dos velhos sindicalistas? Não sei, o futuro irá dizer.

    Contudo, o mínimo que ela poderia fazer é dizer: a maioria deseja a GD ou subsídio, e que o PL 6613 não tem a mínima chance de passar. Estão fazendo agora planilhas e estudos matemáticos com a único intenção de manter os privilégios de poucos à custa do sacrifício de muitos.

    Pessoal da ANATA, vocês tem a oportunidade de fazer História. Najla, passo a escrever agora especialmente para você:

    Imponha sua opinião. Mesma sendo uma associação e não tendo legitimidade para impor nada, mostre por que muitos depositaram sua confiança em vocês. Deixar mais uma vez os antigos vermes imporem sua vontade é covardia. E se assim agirem, deixa de existir razão para a própria existência da Associação. Em outras palavras, se a representante da ANATA, pelo menos, não expor sua opinião e se calar diante dos dinossauros sindicais, é melhor extinguir a ANATA, pois estará perdendo seu objeto, que entendo ser a luta do que é melhor para a maioria dos servidores.

    Duvido que se o GD for imposto força haverá qualquer greve. Isso porque a maioria sairá ganhando e quem faria essa greve: os aposentados? Os incorporados? Hora de agir, pois acordar já fizemos há muito tempo.

    Vocês da ANATA estão tendo a chance de entrar para a História, dizendo o que a categoria quer e não deixando os Sindicatos mais uma vez a afundarem, como vem fazendo desde 2009. Ninguém vai culpar vocês por não conseguirem, mas iremos culpar, sim, se não tentarem.

    Coragem Najla e Eugênia. O soldado que vai com medo para a guerra só pode esperar pela morte. Diga na mesa de negociação o que queremos ouvir, sem se preocupar com o que a Fenajufe acha. Se a opinião de vocês vier a tona e em sendo aprovado o GD, você estarão dando à categoria o melhor presente que ela poderia ter.

    Força meninas e lutem por nós.
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    Mensagem por Galizezin Qui 15 Maio 2014, 8:26 am

    VANDER DE PAULA escreveu:
    joaobeluci escreveu:Os membros estão se mexendo!!

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]



    Primeira vez que vejo o Suplicy fazendo um bom trabalho:


    "Apenas o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) apresentou na CCJ voto contrário à aprovação da PEC. Para Suplicy, "é inconcebível que proposta de emenda à Constituição objetive conferir tratamento remuneratório diferenciado a juízes e membros do Ministério Público". O senador acredita que a proposta "fere de morte o princípio isonômico". Na opinião de Suplicy, todas as outras carreiras remuneradas por subsídios irão querer o mesmo benefício. Não há, na justificativa da PEC, estimativa para o custo dessa gratificação."


    Essa PEC é vadiagem!
    Querem 'furar' o teto do STF e ainda destruir o modelo remuneratório por subsídio!
    A Fenajufe devia agir e se manifestar CONTRA isso!

    Gratificação por acumulação de ofício, volta do anuênio e dentro de um formato remuneratório que não deveria permitir várias rubricas...enfim, ao que parece o governo vai fazer o que os 'home' querem, aumentando o fosso existente entre a classe dos privilegiados e a classe dos zé marmitas (nós).


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    Mensagem por Galizezin Qui 15 Maio 2014, 8:32 am

    Gostaria de saber se a GD pode ser levada para aposentadoria.


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    Mensagem por Fontenelle Qui 15 Maio 2014, 8:32 am

    Se sair algo, o que acho muito difícil, deve ser a GAJ/GAMPU em 100%.
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    Mensagem por Galizezin Qui 15 Maio 2014, 8:51 am

    akfgfan escreveu:
    Mesa de negociação começa a discutir substitutivo ao PL 6613/09


    Nesta quarta-feira (14/05), aconteceu a primeira reunião de trabalho da mesa de negociação, reunindo representantes da Fenajufe, dos tribunais e conselhos superiores e do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. O encontro foi realizado no Conselho Superior da Justiça do Trabalho, cinco dias após a instalação da mesa, durante reunião ocorrida no Supremo Tribunal Federal, após muita pressão da categoria.

    A coordenação da reunião ficou por conta de Rubens Dusi, que integra a assessoria de administração do STF. Pela Fenajufe participaram os coordenadores Adilson Rodrigues, Cledo Vieira, Eugênia Lacerda e Roberto Ponciano. Foi apontada como prioridade da mesa a elaboração de substitutivo ao projeto 6613/2009, que assegure reposição das perdas salariais aos servidores, por isso este é o tema principal nesta etapa inicial, até final encaminhamento ao Congresso do substitutivo que modifica o PL 6613. Depois, então, serão tratados os demais pontos da pauta de reivindicações apresentados pela Fenajufe.

    Houve, por parte dos diretores gerais e de recursos humanos dos tribunais e conselhos, várias sugestões sobre como deva ser modificado o PL 6613/09, que está na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. Depois de muita discussão, ficou estabelecido que cada tribunal e conselho fará duas simulações orçamentárias, a partir do valor do vencimento básico, fixados no PL 6613/2009, acrescidos de GAJ de 90% e outra com GAJ de 50%, para estimar o impacto na tabela salarial e na sua folha, bem como o enquadramento em face da Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso porque o valor de cada tribunal ou conselho tem a sua própria margem, diferentemente de quando foi finalizado o PL 6613 em 2009, quando a apuração da margem era global por ramos e não por órgão. A ideia é fazer uma discussão rápida para encaminhar aos presidentes dos respectivos tribunais e conselhos.

    O Secretário de Gestão de Pessoas do STJ sugeriu a adoção de Gratificação de Desempenho, no que foi prontamente refutado pelos coordenadores Adilson Rodrigues e Roberto Ponciano, da Fenajufe. Adilson apontou que embora a categoria venha alcançando ganhos significativos de produtividade no apoio ao julgamento de processos nos últimos anos, com crescimento de mais de 333% no número de processos julgados de 1995 a 2012, o momento não seria adequado para entrar nesta discussão, que deveria ser feita, junto com vários outros itens de interesse da categoria, quando da discussão de Plano de Carreira. Ponciano contra-argumentou, dizendo que não havia acordo com a Federação sobre o tema, e que havia uma série de decisões Congressuais da Federação contra a GD, já que não aceitamos quebra de isonomia entre ativos e inativos, gratificações diferenciadas entre os servidores ou tribunais e que a comissão foi proposta, logo na sua abertura, pelo Diretor Geral do STF, Miguel Fonseca, para modificar o 6613 sem o modificar de forma que ele perdesse suas características e voltasse à estaca zero. Assim, qualquer tentativa de mudar o padrão remuneratório ou criar GD neste momento, inviabilizaria a mesa de negociação. Rubens Dusi, do STF, que coordenava a reunião, disse que, embora até comungasse da tese do Secretário do STJ, não poderia discuti-la ali, já que a comissão foi delineada com limites bem definidos, em cima de um substitutivo que modifique o PL 6613/2009, com a celeridade para o envio dentro do prazo estipulado que é o dia 29 de maio, sendo assim, qualquer discussão de GD, deve ser feita para o futuro e não nesta etapa inicial da comissão.

    Os dirigentes da Fenajufe manifestaram preocupação com a celeridade das negociações, para assegurar rápida elaboração da tabela salarial, estimativa de impacto e elaboração do substitutivo a ser negociado com o parlamento e reafirmaram a necessidade de que cada órgão deve trazer rapidamente o cálculo do impacto no seu âmbito, para posterior inclusão na previsão orçamentária de 2014, que está sendo finalizada em cada um dos tribunais superiores e segue ao final para o CNJ, que por si o encaminha ao Ministério do Planejamento, onde deve ser buscado que assegure a manutenção da dotação orçamentária no anexo V da LDO, para viabilizar a tramitação e aprovação do projeto.

    Os representantes dos tribunais e conselhos ficaram de trazer a estimativa de impacto orçamentário e enquadramento na Lei de responsabilidade fiscal na próxima reunião, que ficou agendada para sexta-feira (16/05).

    A categoria deve continuar mobilizada e pressionando, para assegurar rápido encaminhamento desta etapa da negociação e também que a mesa seja formalizada e que o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, assuma efetivo compromisso em defender e negociar a proposta junto ao governo e Congresso, até sua final aprovação.  

    Confira aqui como foi a reunião de instalação da mesa de negociação.

    Fonte :  http://www.fenajufe.org.br/index.php/imprensa/ultimas-noticias/fenajufe/1928-mesa-de-negociacao-comeca-a-discutir-substitutivo-ao-pl-6613-09

    GAJ 90 ou 50%, com parcelamento a perder de vista, até 2018. Ninguém ainda se tocou que a aprovação do PL 6613, da forma como está sendo proposta, poderá pagar menos do que para outros servidores sem aprovação de PL, e só na base da reposição inflacionária?


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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 9:04 am

    Galizezin escreveu:Gostaria de saber se a GD pode ser levada para aposentadoria.

    Pode, mas o valor depende da forma de cálculo.

    Vou escrever muito de uma vez até para ficar bem claro.
    Para quem se aposenta antes das regras de 2003, com a integralidade, leva apenas a parte "fixa", e haveria a quebra da paridade, porque não se remunera com gratificação de desempenho quem "não produziu".

    Para quem é pós 2003, seja regime antigo, seja Funpresp, aquilo que você receber a título de GD entra na conta da contribuição previdenciária e vai compor a média lá na frente, quando você for aposentar.

    Toda gratificação de desempenho tem graduações de mínimo e máximo, e via de regra, contemplam uma parcela de desempenho institucional (quase sempre a maior), e uma de desempenho individual. O pouco que se discutiu sobre o tema no Judiciário partia de uma gratificação de desempenho integralmente institucional, mas o tema ainda foi muito pouco discutido antes de se passar a régua, até porque, como visto, só de se falar já fazem o maior barraco.

    Ao governo, é o modelo que mais interessa, uma vez que ele corta despesas com aposentados pelo regime de integralidade, bem como pode exigir maior produtividade de quem está na ativa. Uma vez implementado, não quer dizer que os aposentados não terão reajuste, apenas que ele será menor. Se, por exemplo, for implementada uma GDI de 50 a 80% do VB, os servidores novos ficariam com os 80%, já os aposentados 50%.

    Enfim, entre uma GAMPU/GAJ de 190%, que por si só já teria um custo enorme, ou criar uma nova gratificação de desempenho, de 100%, o que vocês acham que administração e MPOG vão preferir? Esta lenga lenga de que é emergencial e por isto não pode é besteira. Todos sabemos que os PCSs são aprovados a toque de caixa, sem muita reflexão até mesmo de alguns erros materiais (vide o reenquadramento). Agora, é lamentável que nossos "representantes" rechacem algo que certamente a administração teria muito mais "prazer" por brigar. Agem como se todos os que tem função, por exemplo, já não tivessem uma parcela que não levam para a aposentadoria, bem como não tem que se muitas vezes matar para mantê-las. Mil vezes ter 2 a 4 mil variáveis a título de GD, com toda uma regulamentação a seu respeito, que ter 1 mil que amanhã posso não estar ganhando.
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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 9:15 am

    PaladinoRS escreveu:A HISTÓRIA NÃO FALA BEM DOS COVARDES


    Estamos vendo mais uma vez os vermes sindicalistas irem contra uma proposta que realmente pode valorizar a carreira, o GD. Bípedes como o Cledo e o Ponciânus mais uma vez estão lutando pelos direitos históricos dos incorporados e deixando a categoria à míngua.

    No passado não tínhamos, em tese, alguém para falar alta e dizer não a isso. Com a criação da ANATA, a qual me filiei ano passado, pensei que esse quadro fosse mudar, principalmente diante da presença de uma representante dessa Associação nas negociações.

    Contudo, salvo melhor juízo, vejo que a presença na Eugênia não está fazendo nenhuma diferença. Será por se sentir intimidada com a truculência dos velhos sindicalistas? Não sei, o futuro irá dizer.

    Contudo, o mínimo que ela poderia fazer é dizer: a maioria deseja a GD ou subsídio, e que o PL 6613 não tem a mínima chance de passar. Estão fazendo agora planilhas e estudos matemáticos com a único intenção de manter os privilégios de poucos à custa do sacrifício de muitos.

    Pessoal da ANATA, vocês tem a oportunidade de fazer História. Najla, passo a escrever agora especialmente para você:

    Imponha sua opinião. Mesma sendo uma associação e não tendo legitimidade para impor nada, mostre por que muitos depositaram sua confiança em vocês. Deixar mais uma vez os antigos vermes imporem sua vontade é covardia. E se assim agirem, deixa de existir razão para a própria existência da Associação. Em outras palavras, se a representante da ANATA, pelo menos, não expor sua opinião e se calar diante dos dinossauros sindicais, é melhor extinguir a ANATA, pois estará perdendo seu objeto, que entendo ser a luta do que é melhor para a maioria dos servidores.

    Duvido que se o GD for imposto força haverá qualquer greve. Isso porque a maioria sairá ganhando e quem faria essa greve: os aposentados? Os incorporados? Hora de agir, pois acordar já fizemos há muito tempo.

    Vocês da ANATA estão tendo a chance de entrar para a História, dizendo o que a categoria quer e não deixando os Sindicatos mais uma vez a afundarem, como vem fazendo desde 2009. Ninguém vai culpar vocês por não conseguirem, mas iremos culpar, sim, se não tentarem.

    Coragem Najla e Eugênia. O soldado que vai com medo para a guerra só pode esperar pela morte. Diga na mesa de negociação o que queremos ouvir, sem se preocupar com o que a Fenajufe acha. Se a opinião de vocês vier a tona e em sendo aprovado o GD, você estarão dando à categoria o melhor presente que ela poderia ter.

    Força meninas e lutem por nós.

    Pois é.
    Acho que a Anata tem que ter um posicionamento. Aliás, o próprio Ponciano, a não ser que eu esteja enganado, está defendendo o PL 6613, e não o que foi deliberado na base.

    No mínimo, tem que se falar em impacto, e aí a partir destes números, questionar: mas quanto seria a GAJ com o mesmo impacto? Nós NÃO queremos reajuste no vencimento, e se for para discutir mudanças no VB, então também tem que se discutir modelo.

    Se depois vier algum outro modelo, alguma outra coisa, paciência. Mas pelo menos se pode falar que tentou. Muito pior do que se arrepender por ter feito algo, é se arrepender por não ter feito, por não intervir. Se a própria administração quer GD, acho que é hora de falar que tem uma parcela dos servidores que sim, a deseja. E que inclusive tem optado por ela em outros órgãos.
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    Mensagem por me respeite Qui 15 Maio 2014, 9:21 am

    Najla escreveu:Colegas,

    Ontem ocorreu uma reunião do GT e não a conclusão dos trabalhos do GT.
    Das possibilidades de reajuste emergencial, e é bom que não esqueçamos que é um reajuste emergencial, ou seja, será um paliativo e não a solução de nossos problemas, há possibilidade que a mesa opte novamente pelo reajuste da GAJ. O Sindjus, por exemplo, trabalha francamente por isso.

    Uma reunião com tantas pessoas (vejam as fotos, sempre tem muita gente) começa antes mesmo de estarem sentados todos juntos formalmente. E quem disse que a Eugênia não falou nada? Que o Cledo não falou nada? Ponciano está em plena campanha eleitoral para o Sisejufe e ele é o coordenador de comunicação da Fenajufe, assim, sempre que puder irá ressaltar as palavras mágicas VB, 6613, "eu avisei que seria 6613", etc.

    Por fim, faz bem lembrar que o trabalho que a Eugênia presta é voluntário, nem licença classista ela tem. Quem é filiado à Anata e recebe o relatório de atividades dela, vê o quanto ela tem se esforçado e tem produtividade mais alta do que os sindicalistas que tem licença classista. É preciso trabalhar para a categoria e cumprir hora a hora minuto a minuto do ponto eletrônico. E nós não temos jornalista para escrever nossas notícias. Somos nós mesmos que escrevemos, assim, é preciso ter a noção do que é possível fazer de prontidão.

    Aos colegas filiados da Anata, faço o convite que participem do chat hj às 20h por hangout com o Anderson Reichow que foi quem elaborou a proposta de Plano de Carreira que está disponível em nosso fórum de debates. Vamos conversar e tirar possíveis dúvidas sobre a proposta, ok?


    Prezada Najla,

    respeitamos o que tem feito e também o que a Eugenia tem feito, as horas de dedicação e não é a toa que estão integrando a mesa de negociação.

    Por outro lado, não esqueçamos de que, "de bem intencionados, o inferno está cheio" e observem que, se integram a mesa, não é apenas para tirar foto ou ouvir as teses dos sindicalistas, mas para representar alguém. Essa parcela que é por vcs representada, precisa ter voz, e confiamos que ela será ouvida e, falando sério, com a razoabilidade das nossas demandas, com toda certeza, as nossas teses devem ser mais "palatáveis aos ouvidos" dos diretores dos tribunais que as "vozes do passado".

    Botem pra quebrar. A hora e o lugar de dar o sangue é na mesa de negociação, e não fazendo relatório na frente do computador(com todo respeito a essa atividade, mas ela tem pouco(ou nenhum) poder de "mudar nossas vidas").

    A esperança é a ultima que morre.

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    Mensagem por Najla Qui 15 Maio 2014, 9:50 am

    me respeite escreveu:

    Prezada Najla,

    respeitamos o que tem feito e também o que a Eugenia tem feito, as horas de dedicação e não é a toa que estão integrando a mesa de negociação.

    Por outro lado, não esqueçamos de que, "de bem intencionados, o inferno está cheio" e observem que, se integram a mesa, não é apenas para tirar foto ou ouvir as teses dos sindicalistas, mas para representar alguém. Essa parcela que é por vcs representada, precisa ter voz, e confiamos que ela será ouvida e, falando sério, com a razoabilidade das nossas demandas, com toda certeza, as nossas teses devem ser mais "palatáveis aos ouvidos" dos diretores dos tribunais que as "vozes do passado".

    Botem pra quebrar. A hora e o lugar de dar o sangue é na mesa de negociação, e não fazendo relatório na frente do computador(com todo respeito a essa atividade, mas ela tem pouco(ou nenhum) poder de "mudar nossas vidas").

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    saudações

    Prezado colega,

    A última ação do relatório de atividades é a escritura do texto "em frente da tela do computador".
    Antes disso e até para ter o que relatar, houve muito trabalho e não estou falando de trabalho virtual e sim de trabalho mesmo, de trabalho na rua, na vida, na atividade. Só relata quem trabalhou. Esse é um ponto.

    Não é por nenhum motivo que estamos fechando o nosso Plano de Carreira entre os associados da Anata. Se houver oportunidade e condições políticas, nós teremos um documento que expressa o desejo de parte da categoria e já conseguimos avançar com ele mesmo na via sindical. Nem todos os sindicalistas são contra o subsídio.

    E eu repito aqui o que eu já disse, esse pessoal que está na Mesa sabe e sabe muito bem das outras possibilidades de remuneração. Ninguém lá é desinformado. E claro que nós estamos ativos, não é pq a notícia não relatou fala da Eugênia na reunião que estamos apenas ouvindo.

    Eu não acredito que a Mesa encaminhará um substitutivo com reajuste no VB. Os cálculos dos impactos estarão na mesa nas próximas reuniões e aí é que se decidirá a melhor forma de aplicar os recursos.

    E nada disso é tão simples como alguns querem fazer crer. O MPU tem um ótimo PL no Congresso, o 2199 e ele não andou, ou seja, nosso reajuste não depende somente de um PL e sim de negociação política. Até agora o Joaquim Barbosa não mostrou o mínimo interesse no GT, apenas consentiu que ele acontecesse. Uma das perguntas do DG do STF na primeira reunião é se a categoria continuava dividida pq se fosse assim seria dificil se avançar. Veja como é delicado e como temos que tomar cuidado para não ficarmos novamente sem reajuste.

    Temos que agir com inteligencia e tb com responsabilidade. E  mais importante do que PL é a negociação com a Dilma e com o Congresso Nacional. Será que alguém ainda duvida disso? Todos os passos são necessários, mas a chave do cofre (ou seja, negociação) é que decidirá esse assunto tão importante para nós. E só para esclarecer, até agora não há nenhuma autoridade negociando por nós.


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    Mensagem por Mosca Qui 15 Maio 2014, 10:14 am

    GAJ é a melhor opção para o momento e o mais importante é, de fato, negociação política.
    Sem apoio ativo do Barbosa nada vai acontecer, nem um Real de reajuste.
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    Mensagem por naranjito Qui 15 Maio 2014, 10:28 am

    Curtam bastante 2014


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    Saudades de 2014

    TERÇA-FEIRA, MAIO 06, 2014 ALEX

    Estima-se que o “pacote do desconforto eleitoral” anunciado pela presidente na semana passada custe algo entre R$ 8,5 e R$ 9,0 bilhões em 2015. Trata-se, é claro, de sinal de irresponsabilidade fiscal, mas, medido relativamente ao valor esperado do produto para o ano que vem, é algo como 0,2% do PIB. Ruim, mas dificilmente a gota d’água que faria transbordar o pote até aqui de mágoa em que se transformaram as contas fiscais brasileiras.

    É, na verdade, café pequeno perto dos desafios que esperam qualquer um que se sente na cadeira presidencial no dia 1º de janeiro de 2015.

    Para começar o valor real do superávit primário do país – deduzida a contabilidade criativa, receitas não recorrentes, etc. – não deve alcançar 1% do PIB em 2014, provavelmente bem menos. Idealmente deveríamos retornar aos patamares que vigoravam antes de 2009, em torno de 3% do PIB, mas não é necessário muito esforço para perceber que se trata de uma impossibilidade tanto política quanto econômica, em face da já conhecida rigidez do orçamento nacional e das regras de reajuste de salário mínimo.

    Há, em segundo lugar, a questão a cada dia mais premente da inflação reprimida. Preços de combustíveis, energia, transportes urbanos, para ficar apenas nos mais visíveis, terão que ser corrigidos a partir de 2015. Resta saber se à vista (conforme recomendado) ou em suaves prestações (no caso colaborando para manter as expectativas inflacionárias devidamente inflamadas), mas não há como escapar dos reajustes sob pena de agravamento das condições financeiras nada confortáveis da Petrobras, bem como das distribuidoras de energia.

    E, apesar da repressão dos preços administrados, a inflação corre sério risco de ultrapassar o teto da meta no fechamento de 2014, o que provavelmente forçará o BC (constrangido, claro) a retomar o processo de aperto monetário que, por ora, ameaça interromper sob a argumentação que... Bom, na verdade, sem argumentação alguma, além do fato óbvio de ser ele quem determina as taxas de juros de curto prazo.

    Por fim, a se materializar o cenário em que o Federal Reserve começaria a elevar a taxa de juros em algum momento de 2015, o BC também teria que abrir mão da maciça intervenção sobre a taxa de câmbio e permitir que esta se ajuste a condições internacionais bastante distantes das que vigoraram até há pouco.

    Note-se que os itens desta agenda dizem respeito apenas à questão da recuperação da estabilidade perdida, isto é, trazer a inflação de volta à meta em prazo razoável, eliminar os demais desequilíbrios macroeconômicos e corrigir as imensas barbeiragens setoriais cometidas nos últimos anos.

    Há, além desta, uma agenda adicional, com foco em questões como produtividade, liberalização, redução de entraves burocráticos, avanço na infraestrutura, etc., sem a qual continuaremos limitados ao crescimento medíocre, na casa de 2% ao ano, observado recentemente.

    O tamanho do esforço requerido para recuperar a estabilidade e nossa capacidade de crescimento sustentável é proporcional ao peso da verdadeira herança maldita, resultado de anos de políticas econômicas equivocadas, cujos efeitos transparecem no crescimento irrisório, inflação persistentemente acima da meta (4,5%, não 6,5%!), desequilíbrios crescentes das contas externas, desarrumação do setor energético, baixo investimento e as demais (in)consequências do experimento heterodoxo a que o país foi submetido.

    Quem fizer a coisa certa ainda terá que conviver inicialmente com inflação alta e crescimento baixo, preparando o terreno para recuperação da estabilidade e do crescimento à frente. Caso, porém, não seja feita, o tamanho da conta continuará a crescer, como faz ininterruptamente desde 2010.


    Tudo indica que 2015 será um ano que dará saudades de 2014; mas que seja por bons motivos, senão em 2016 nossa saudade será ainda maior.
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    Mensagem por TRF1/MG Qui 15 Maio 2014, 10:40 am

    Independente da forma de aumento que for proposta, GAJ, GD ou Subsídio (não vai ser no VB, isso eles não vão fazer quando os cálculos do impacto aparecer), nós só conseguiremos aumento se o Presidente do STF se mexer ou fizermos uma grande greve geral do Judiciário. Não há qualquer sinal que nenhuma das opções vão acontecer. Ou seja, a aposta favorita é GAJ 90% em janeiro de 2015!
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    Mensagem por AnalistaJE Qui 15 Maio 2014, 10:50 am

    " Ponciano contra-argumentou, dizendo que não havia acordo com a Federação sobre o tema, e que havia uma série de decisões Congressuais da Federação contra a GD, já que não aceitamos quebra de isonomia entre ativos e inativos, gratificações diferenciadas entre os servidores ou tribunais..."

    (Fonte: [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação] )

    E as gratificações GAE e GAS pode, Ponciano?

    No quadro atual de nossa carreira, desconheço mais gritante afronta à isonomia dos servidores do PJU do que essas famigeradas gratificações (sou favorável à inclusão de um auxílio específico, mas gratificações vinculadas à VB para trabalho diferenciado são um aborto)...

    AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!...Pronto, infartei...
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    Mensagem por Ti@go Qui 15 Maio 2014, 11:44 am

    Najla escreveu:
    me respeite escreveu:

    Prezada Najla,

    respeitamos o que tem feito e também o que a Eugenia tem feito, as horas de dedicação e não é a toa que estão integrando a mesa de negociação.

    Por outro lado, não esqueçamos de que, "de bem intencionados, o inferno está cheio" e observem que, se integram a mesa, não é apenas para tirar foto ou ouvir as teses dos sindicalistas, mas para representar alguém. Essa parcela que é por vcs representada, precisa ter voz, e confiamos que ela será ouvida e, falando sério, com a razoabilidade das nossas demandas, com toda certeza, as nossas teses devem ser mais "palatáveis aos ouvidos" dos diretores dos tribunais que as "vozes do passado".

    Botem pra quebrar. A hora e o lugar de dar o sangue é na mesa de negociação, e não fazendo relatório na frente do computador(com todo respeito a essa atividade, mas ela tem pouco(ou nenhum) poder de "mudar nossas vidas").

    A esperança é a ultima que morre.

    saudações

    Prezado colega,

    A última ação do relatório de atividades é a escritura do texto "em frente da tela do computador".
    Antes disso e até para ter o que relatar, houve muito trabalho e não estou falando de trabalho virtual e sim de trabalho mesmo, de trabalho na rua, na vida, na atividade. Só relata quem trabalhou. Esse é um ponto.

    Não é por nenhum motivo que estamos fechando o nosso Plano de Carreira entre os associados da Anata. Se houver oportunidade e condições políticas, nós teremos um documento que expressa o desejo de parte da categoria e já conseguimos avançar com ele mesmo na via sindical. Nem todos os sindicalistas são contra o subsídio.

    E eu repito aqui o que eu já disse, esse pessoal que está na Mesa sabe e sabe muito bem das outras possibilidades de remuneração. Ninguém lá é desinformado. E claro que nós estamos ativos, não é pq a notícia não relatou fala da Eugênia na reunião que estamos apenas ouvindo.

    Eu não acredito que a Mesa encaminhará um substitutivo com reajuste no VB. Os cálculos dos impactos estarão na mesa nas próximas reuniões e aí é que se decidirá a melhor forma de aplicar os recursos.

    E nada disso é tão simples como alguns querem fazer crer. O MPU tem um ótimo PL no Congresso, o 2199 e ele não andou, ou seja, nosso reajuste não depende somente de um PL e sim de negociação política. Até agora o Joaquim Barbosa não mostrou o mínimo interesse no GT, apenas consentiu que ele acontecesse. Uma das perguntas do DG do STF na primeira reunião é se a categoria continuava dividida pq se fosse assim seria dificil se avançar. Veja como é delicado e como temos que tomar cuidado para não ficarmos novamente sem reajuste.

    Temos que agir com inteligencia e tb com responsabilidade. E  mais importante do que PL é a negociação com a Dilma e com o Congresso Nacional. Será que alguém ainda duvida disso? Todos os passos são necessários, mas a chave do cofre (ou seja, negociação) é que decidirá esse assunto tão importante para nós. E só para esclarecer, até agora não há nenhuma autoridade negociando por nós.

    Parabéns para a Najla, para a Eugênia e os demais gerreiros ai, muita batalha para pouco reconhecimento.

    Abraços.
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    Mensagem por Megadeth Qui 15 Maio 2014, 12:11 pm

    Aos craques em tabelas, por favor, postem os valores com o pl 6613 com gaj 50 ou 90%.
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    Mensagem por Rodssss Qui 15 Maio 2014, 1:57 pm

    Megadeth escreveu:Aos craques em tabelas, por favor, postem os valores com o pl 6613 com gaj 50 ou 90%.
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    Tá ai.
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    Mensagem por fbomber Qui 15 Maio 2014, 1:58 pm

    Najla,

    Há um ponto que a Eugênia pode abordar com tranquilidade nessas reuniões, sem necessidade de um enfrentamento direto com os demais: sempre que houver negativa prévia de modelos, como fizeram Ponciano e Adilson, ela sustenta que qualquer proposta deve ser levada para os servidores deliberarem, pois ninguém ali tem procuração para isso. É um argumento difícil de ser refutado e foi a defesa, desde sempre, dos atuais integrantes da ANATA.




    Najla escreveu:
    me respeite escreveu:

    Prezada Najla,

    respeitamos o que tem feito e também o que a Eugenia tem feito, as horas de dedicação e não é a toa que estão integrando a mesa de negociação.

    Por outro lado, não esqueçamos de que, "de bem intencionados, o inferno está cheio" e observem que, se integram a mesa, não é apenas para tirar foto ou ouvir as teses dos sindicalistas, mas para representar alguém. Essa parcela que é por vcs representada, precisa ter voz, e confiamos que ela será ouvida e, falando sério, com a razoabilidade das nossas demandas, com toda certeza, as nossas teses devem ser mais "palatáveis aos ouvidos" dos diretores dos tribunais que as "vozes do passado".

    Botem pra quebrar. A hora e o lugar de dar o sangue é na mesa de negociação, e não fazendo relatório na frente do computador(com todo respeito a essa atividade, mas ela tem pouco(ou nenhum) poder de "mudar nossas vidas").

    A esperança é a ultima que morre.

    saudações

    Prezado colega,

    A última ação do relatório de atividades é a escritura do texto "em frente da tela do computador".
    Antes disso e até para ter o que relatar, houve muito trabalho e não estou falando de trabalho virtual e sim de trabalho mesmo, de trabalho na rua, na vida, na atividade. Só relata quem trabalhou. Esse é um ponto.

    Não é por nenhum motivo que estamos fechando o nosso Plano de Carreira entre os associados da Anata. Se houver oportunidade e condições políticas, nós teremos um documento que expressa o desejo de parte da categoria e já conseguimos avançar com ele mesmo na via sindical. Nem todos os sindicalistas são contra o subsídio.

    E eu repito aqui o que eu já disse, esse pessoal que está na Mesa sabe e sabe muito bem das outras possibilidades de remuneração. Ninguém lá é desinformado. E claro que nós estamos ativos, não é pq a notícia não relatou fala da Eugênia na reunião que estamos apenas ouvindo.

    Eu não acredito que a Mesa encaminhará um substitutivo com reajuste no VB. Os cálculos dos impactos estarão na mesa nas próximas reuniões e aí é que se decidirá a melhor forma de aplicar os recursos.

    E nada disso é tão simples como alguns querem fazer crer. O MPU tem um ótimo PL no Congresso, o 2199 e ele não andou, ou seja, nosso reajuste não depende somente de um PL e sim de negociação política. Até agora o Joaquim Barbosa não mostrou o mínimo interesse no GT, apenas consentiu que ele acontecesse. Uma das perguntas do DG do STF na primeira reunião é se a categoria continuava dividida pq se fosse assim seria dificil se avançar. Veja como é delicado e como temos que tomar cuidado para não ficarmos novamente sem reajuste.

    Temos que agir com inteligencia e tb com responsabilidade. E  mais importante do que PL é a negociação com a Dilma e com o Congresso Nacional. Será que alguém ainda duvida disso? Todos os passos são necessários, mas a chave do cofre (ou seja, negociação) é que decidirá esse assunto tão importante para nós. E só para esclarecer, até agora não há nenhuma autoridade negociando por nós.
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    Mensagem por me respeite Qui 15 Maio 2014, 2:06 pm

    fbomber escreveu:Najla,

    Há um ponto que a Eugênia pode abordar com tranquilidade nessas reuniões, sem necessidade de um enfrentamento direto com os demais: sempre que houver negativa prévia de modelos, como fizeram Ponciano e Adilson, ela sustenta que qualquer proposta deve ser levada para os servidores deliberarem, pois ninguém ali tem procuração para isso. É um argumento difícil de ser refutado e foi a defesa, desde sempre, dos atuais integrantes da ANATA.




    Najla escreveu:
    me respeite escreveu:

    Prezada Najla,

    respeitamos o que tem feito e também o que a Eugenia tem feito, as horas de dedicação e não é a toa que estão integrando a mesa de negociação.

    Por outro lado, não esqueçamos de que, "de bem intencionados, o inferno está cheio" e observem que, se integram a mesa, não é apenas para tirar foto ou ouvir as teses dos sindicalistas, mas para representar alguém. Essa parcela que é por vcs representada, precisa ter voz, e confiamos que ela será ouvida e, falando sério, com a razoabilidade das nossas demandas, com toda certeza, as nossas teses devem ser mais "palatáveis aos ouvidos" dos diretores dos tribunais que as "vozes do passado".

    Botem pra quebrar. A hora e o lugar de dar o sangue é na mesa de negociação, e não fazendo relatório na frente do computador(com todo respeito a essa atividade, mas ela tem pouco(ou nenhum) poder de "mudar nossas vidas").

    A esperança é a ultima que morre.

    saudações

    Prezado colega,

    A última ação do relatório de atividades é a escritura do texto "em frente da tela do computador".
    Antes disso e até para ter o que relatar, houve muito trabalho e não estou falando de trabalho virtual e sim de trabalho mesmo, de trabalho na rua, na vida, na atividade. Só relata quem trabalhou. Esse é um ponto.

    Não é por nenhum motivo que estamos fechando o nosso Plano de Carreira entre os associados da Anata. Se houver oportunidade e condições políticas, nós teremos um documento que expressa o desejo de parte da categoria e já conseguimos avançar com ele mesmo na via sindical. Nem todos os sindicalistas são contra o subsídio.

    E eu repito aqui o que eu já disse, esse pessoal que está na Mesa sabe e sabe muito bem das outras possibilidades de remuneração. Ninguém lá é desinformado. E claro que nós estamos ativos, não é pq a notícia não relatou fala da Eugênia na reunião que estamos apenas ouvindo.

    Eu não acredito que a Mesa encaminhará um substitutivo com reajuste no VB. Os cálculos dos impactos estarão na mesa nas próximas reuniões e aí é que se decidirá a melhor forma de aplicar os recursos.

    E nada disso é tão simples como alguns querem fazer crer. O MPU tem um ótimo PL no Congresso, o 2199 e ele não andou, ou seja, nosso reajuste não depende somente de um PL e sim de negociação política. Até agora o Joaquim Barbosa não mostrou o mínimo interesse no GT, apenas consentiu que ele acontecesse. Uma das perguntas do DG do STF na primeira reunião é se a categoria continuava dividida pq se fosse assim seria dificil se avançar. Veja como é delicado e como temos que tomar cuidado para não ficarmos novamente sem reajuste.

    Temos que agir com inteligencia e tb com responsabilidade. E  mais importante do que PL é a negociação com a Dilma e com o Congresso Nacional. Será que alguém ainda duvida disso? Todos os passos são necessários, mas a chave do cofre (ou seja, negociação) é que decidirá esse assunto tão importante para nós. E só para esclarecer, até agora não há nenhuma autoridade negociando por nós.


    perfeito colega, sugiro mais...que se coloque na mesa a possibilidade de, em caso de inviabilizado o reajuste, que se permita a advocacia privada para os servidores. É mais uma estratégia de negociação.
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    Mensagem por Fontenelle Qui 15 Maio 2014, 2:10 pm

    Rodssss escreveu:
    Megadeth escreveu:Aos craques em tabelas, por favor, postem os valores com o pl 6613 com gaj 50 ou 90%.
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    Se o Faustão visse esta tabela, certamente diria: "Ô Lôco, meu!
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    Mensagem por zak Qui 15 Maio 2014, 2:12 pm

    ANATA Convida os Associados: Chat Hoje, Quinta-feira, 20:30h para Tirar Dúvidas Sobre a Proposta de Plano de Carreira.
    A diretoria da Anata convida os colegas associados a participarem de um chat hoje, dia 15/05/2013, para tirar dúvidas sobre a proposta de Plano de Carreira que a Anata elaborou a fim de ser apresentado às instâncias sindicais. O Chat será feito por hangout e contará com a presença do colega Anderson Reichow que foi quem elaborou o texto da proposta.  O link do chat será informado na página web e no facebook da Anata.


    Participem, tragam as suas dúvidas.


    Att,      

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