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    Eleições presidenciais 2014

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    Total dos votos: 56
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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty Re: Eleições presidenciais 2014

    Mensagem por Sigma Qua 23 Abr 2014, 4:44 pm

    Mosca escreveu:Jair Bolsonaro.

    Tyrion Lannister.
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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty Re: Eleições presidenciais 2014

    Mensagem por Galizezin Qui 24 Abr 2014, 11:11 am

    Sigma escreveu:
    Galizezin escreveu:A etimologia da palavra idiota

    Do latim idiota (la), originado do grego antigo ἴδιώτης (idhiótis) , "um cidadão privado, individual", derivado de ἴδιος (ídhios) , "privado". Usado depreciativamente na antiga Atenas para se referir a quem se apartasse da vida pública.

    Omissão num momento crítico como esse é a pior coisa que pode existir. É melhor errar tentando sempre melhorar. Não há demérito em ter votado no PT. A ideologia do partido era boa. Pena que os 'idealistas' só queriam o caviar que o poder público fornece.

    Querido, não me importa ser taxado de idiota, etimologicamente falando. Não pense que a decisão foi tomada por uma raivinha besta por causa de mensalões, Petrobrás, Vale do Rio Doce ou o cara...-a-quatro. Apenas entenda que a minha frustração NÃO É com o PT. É muito maior do que isso. Fosse isso, não teriam existindo os casos envolvendo Demóstenes, Arruda, Arezedo e a própria reeleição do FHC. Isso apenas em nível nacional.

    Moro no Paraná, onde houve uma queda absurda na qualidade de vida do curitibano, governado por 16 anos por uma prefeitura tucana/democrática.  Morei na Paraíba, em que o prefeito de João Pessoa (PSB), tão elogiado por causa da sua atuação, elegeu-se governador e não fez (nem faz) porra nenhuma para o bem estar da população, afundando em escândalos.

    PT, PSDB, PCdoB, PSC, DEM, PDT, PSB... O que me sobra? Votar no PSTU/PSOL? Os mesmos que a gente conhece bem, aquela ladainha mequetrefe de sindicalista?

    Apesar do que possa parecer, não sou um cara teimoso. Sou um cara partidário da lógica, dos argumentos. Taxar-me de idiota, etimologicamente falando, não é um argumento. Nem faz parte da lógica.

    Beijo na alma.

    Hehehehe. Pela quantidade de foristas a votação está baixíssima. Portanto, temos vários abstêmios da política e entendo que devemos arriscar, sempre, até que um dia haja acerto.
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    Mensagem por Rodssss Seg 28 Abr 2014, 1:36 am

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    E lere daqui a pouco aparece foto do Lula com aquela mão levantada.
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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty Re: Eleições presidenciais 2014

    Mensagem por Galizezin Qua 30 Abr 2014, 1:45 am

    A minha intenção era alcançar uns 100 votos, pelo menos. Vamos lá pessoal...


    Última edição por Galizezin em Qua 30 Abr 2014, 1:45 am, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : ajuste)
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    Mensagem por NAUTICO 6 Qua 30 Abr 2014, 12:44 pm

    Sou de Pernambuco e recomendo o nosso ex-governador Eduardo Campos, fez muito pela saúde e manteve o respeito com o servidores, concedendo, no mínimo, 6% ao ano de reajuste.
    Sem falar nas carreiras de gestão do estado, gestores governamentais. Antes de deixar o governo enviou projeto de lei em que o final da carreira de analista em gestão administrativa, agora gestores governamentais, irá para a casa dos 21K. Shocked 
    Não sei se jogou p galera, mas o projeto foi aprovado e agora depende de decreto do atual governador para ser implementado.
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    Mensagem por NAUTICO 6 Qua 30 Abr 2014, 12:46 pm

    Fiz uma conta em que o analista judiciário já com o ad. qualif. (7,5%), e sem incorporação, chega a 15K brutos no fim de carreira em jan/15.
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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty Re: Eleições presidenciais 2014

    Mensagem por Convidado Qua 30 Abr 2014, 4:50 pm

    darkshi escreveu:
    TRF1/MG escreveu:
    corujito escreveu:típico caso de servidor público que era puxa do PT

    e agora querem trocar de cafetão

    Eu votei no PT anteriormente porque o PT era bom na oposição. Acompanhei  o plano de 2002 e o PT foi firme na aprovação do PCS (claro, somente por ser oposição). Em 2006 no governo PT veio outro bom PCS, obviamente fui iludido, como a maioria dos servidores e a maioria do país (caso contrário o PT não estava tanto tempo no poder e correndo risco de se manter mais ainda). Não é questão de trocar de cafetão não, é questão de alternância de poder, isso é salutar.

    Mesma coisa comigo.

    Fui mais um que acreditou no PT não rouba e não deixa roubar. Que com o PT no poder teríamos décadas de honestidade e um governo voltado para o povo e não para o capital internacional.


    O lula não me enganou....

    Naquela campanha de 2002, ele prometendo mundo e fundos...

    Ele até prometeu concurso no lugar dos cargos de livre nomeação, vulgo, boquinhas...

    Quase me visgou com isso, ... logo eu que precisava de um cargo vago num concurso...

    Minhas suspeitas se confirmaram, nem 10% do prometido foi entregue....

    a verdade foi a primeira que morreu....
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    Mensagem por CesarBsb2012 Dom 04 Maio 2014, 10:46 pm

    Critérios e tendências

    Merval Pereira, O Globo

    Essa não é uma boa perspectiva para quem se coloca como a melhor opção para presidir o país. Quando Lula começou a aparecer como o franco favorito nas pesquisas em 2002, os especuladores financeiros reagiram ao perigo potencial que ele representava, levando o dólar até a R$ 4,00 e elevando o risco Brasil.

    Agora, a cena se repete invertida, mas pelas mesmas razões: o mercado financeiro oscila para cima com a possibilidade de derrota de Dilma, o que significa que a direção econômica do país mudará de rumo.

    A convenção do PT, que reafirmou a candidatura de Dilma, tentando soterrar a campanha pela volta de Lula, teve um tom agressivo que denota todo o ressentimento pela crescente rejeição ao governo petista refletida nas pesquisas eleitorais e nas vaias que seus principais líderes estão recebendo pelo país.

    Ontem mesmo foi a vez de a presidente ser vaiada mais uma vez, agora em uma tradicional exposição de gado zebu em Uberaba, em Minas, a terra de Aécio Neves que Dilma também reivindica para si, pois nasceu no estado. Mas, assim como historicamente não está ligada ao PT, e sim ao PDT, o Rio Grande do Sul tem mais a ver com sua vida política.

    A radicalização da campanha petista, com críticas à elite e à grande imprensa, mais uma vez acusada por Lula como a grande opositora, pode levar, no entanto, a resultado contrário ao desejado pelos apoiadores de Dilma. As pesquisas indicam que ela está caindo pelas tabelas em direção à votação tradicional do PT, que gira em torno de 30% do eleitorado.

    Lula só saiu desse índice para tornar-se presidente quando ampliou seu eleitorado adotando uma imagem pública menos agressiva do que a que tinha nas campanhas anteriores, de 1989 a 1998, quando perdeu quatro eleições seguidas, duas para Collor (primeiro e segundo turnos) e duas para Fernando Henrique Cardoso, no primeiro turno.

    Teve que escrever a hoje famosa "Carta ao povo brasileiro", em que se comprometeu com a manutenção da política econômica, e amenizou tanto sua imagem que, a certa altura da campanha, me disse, satisfeito: "Desta vez estou eleito. Quando até a Vera Loyola anuncia que votará em mim, é que já ganhei". A socialite da Barra que colocava tapete persa na casa de seu cachorrinho representava naquela ocasião a aceitação do Lulinha Paz e Amor, criatura criada por Duda Mendonça, que anda sumida nos últimos tempos.

    As últimas pesquisas divulgadas, mesmo que os critérios de algumas, como a de ontem do Instituto Sensus ou a do Vox Populi, de dias atrás, possam provocar dúvidas, são uníssonas em uma direção: a presidente Dilma está perdendo densidade eleitoral com o passar do tempo, e o candidato do PSDB, senador Aécio Neves, surge como a alternativa preferida dos que votam com a oposição, grupo que tem sido a maioria no primeiro turno de todas as eleições realizadas desde 1994.

    Há ainda uma outra tendência reafirmada: a distância entre Dilma e Aécio num provável segundo turno está diminuindo à medida que o candidato da oposição vai ficando mais conhecido do grande eleitorado.

    O outro candidato da oposição, o ex-governador Eduardo Campos, continua sem tirar vantagem da adesão de Marina, e sofre restrições impostas por sua companheira de chapa. Agora mesmo, ao ouvir Aécio dizer que é companheiro "do mesmo sonho" de Campos, Marina fez questão de afirmar que há diferenças bastante profundas entre os dois, sugerindo que a adesão a uma eventual ida de Aécio para o segundo turno não são favas contadas.

    Provavelmente faz isso para marcar uma posição de independência, confiante no cansaço do eleitorado à polarização entre PT e PSDB. Se Campos se convencer de que deve também tratar o candidato tucano como adversário, o calor da campanha eleitoral pode inviabilizar um acordo no segundo turno, o que favorecerá mais uma vez o PT.

    Dou um descanso aos leitores e paro por uns dias. A coluna voltará a ser publicada no dia 20

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    Mensagem por the who Seg 05 Maio 2014, 2:28 pm

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    Mensagem por Galizezin Qua 07 Maio 2014, 10:30 pm

    Pois é, o Aécio pertence ao PSDB, o mesmo partido que 'ensinou' o PT a lascar com os servidores públicos.
    Última notícia: professores de SP entram em greve!


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    Mensagem por TRF1/MG Sex 09 Maio 2014, 6:47 am

    Tá ficando cada dia melhor essa eleição:

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    Quero só ver o desespero dos PeTralhas!!!
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    Mensagem por naranjito Sex 09 Maio 2014, 11:27 am

    TRF1/MG escreveu:Tá ficando cada dia melhor essa eleição:

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    Quero só ver o desespero dos PeTralhas!!!

    E vamo que vamo: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Um adendo: Pita foi o pior prefeito de São Paulo em todos os tempos SOMENTE ATÉ a posse de Fernando "Bolsa-Crackolânia" Haddad, o menino malufinho...
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    Mensagem por CesarBsb2012 Dom 11 Maio 2014, 1:10 pm


    Política
    Dilemas e temores do PT

    Ruy Fabiano

    Em abril de 2010, quando as pesquisas apontavam José Serra como favorito à Presidência da República, com cerca de 60% das intenções dos votos, o ex-deputado Saulo Queiroz (DEM), especialista na matéria, sentenciou: “Ele não ganha de jeito nenhum”.

    Lembre-se que, na mesma ocasião, o presidente do Ibope, Carlos Montenegro, diante dos mesmos números, antevia a derrota de Dilma e a vitória de Serra. “Ela não chega ao segundo turno”, disse ele. Como profeta, perdeu de goleada para Saulo Queiroz.

    Mas não se tratava de profecia, expediente que não costuma funcionar em política, mas da “lógica implacável dos números”, conforme explicava Saulo, que maneja suas prospecções com o engenho da estatística e a arte da política.

    E é justamente o faro político, a capacidade de perceber o rumo dos ventos, que dá sentindo e consistência aos números. Serra, ainda farto em números, enfrentava um adversário poderoso, que não tardaria a depená-lo: a tendência pela continuidade.

    O governo Lula surfava na bonança da economia mundial, o que levava o eleitorado, mesmo ciente de escândalos como o do Mensalão, a minimizá-los. O bolso, sempre o bolso, falava mais alto.

    Os analistas, é bem verdade, já anteviam problemas futuros decorrentes da conduta perdulária do governo Lula, que preparava a herança maldita a ser entregue a Dilma. Mas o eleitor vota com a memória e percepção dos últimos seis meses.

    O comando de campanha de Serra concebeu, então, uma estratégia desesperada: elogiar Lula e esconder FHC. “Continuidade sem continuísmo”, era a frase-síntese, que não colou. Se era para continuar, o melhor era seguir com a candidata de Lula. Tão logo o eleitorado inteirou-se de quem representava a continuidade, os números não tardaram a inverter-se, como previra Saulo.

    Há dias, ele debruçou-se sobre as últimas pesquisas. E avaliou: “Dilma ainda está no páreo, mas já não é a favorita”. E ainda: “Não pode perder mais nenhum ponto”.

    Pois é: mas perdeu – e não foi pouco. Em abril, em que Saulo fez suas prospecções, Dilma vencia Aécio por 50% a 31% - 19 pontos de diferença. Na pesquisa do Datafolha desta semana, o placar mudou: Dilma baixou para 47%, enquanto Aécio subiu para 36%. A diferença caiu oito pontos em um mês. Pior: mantém-se a tendência do eleitorado por mudança.

    E é aí que está o grande desafio dos petistas: reverter uma tendência que, em período de crise econômica, realimenta-se a si própria. A perspectiva de derrota gera divisões, o que desmotiva a militância. O PT procura reunificar-se no “volta, Lula”, que serve apenas para enfraquecer Dilma e desgastar ainda mais seu governo.

    Lula é ainda uma esfinge. Há quem garanta que se prepara para voltar e que tudo o que ocorre está rigorosamente dentro dos seus planos. De fato, há dois anos, ele declarou que só seria candidato se, na época da campanha, Dilma não estivesse competitiva. “Para evitar que um tucano volte a ocupar a Presidência da República, irei para o sacrifício”, proclamou.

    Mas há quem diga, dentro do próprio PT, que Lula teme a volta e os desafios nela embutidos: gerir a crise econômica que decorre da própria imprevidência de sua gestão. Nessa hipótese, comprometeria sua biografia presidencial, concluída com um índice de aprovação acima da média. Faz sentido.

    Neste momento, os petistas vão jogar todas as fichas em Dilma. Não funcionando e não havendo o “volta Lula”, não se sabe o que ocorrerá. O partido não tem alternativas – e muito menos prazo para construí-las. Terá que se valer do que já dispôs.

    Em meio a isso, a oposição terá que mostrar que está à altura do sentimento de mudança do eleitor. A pesquisa do Datafolha indica que algum avanço foi conquistado, mas é preciso bem mais.


    Ruy Fabiano é jornalista

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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty Re: Eleições presidenciais 2014

    Mensagem por camirecas Dom 11 Maio 2014, 2:23 pm

    Os adversários de Dilma

    Empurrados para a radicalização pró-mudanças, eles agradam apenas a quem detesta o lulopetismo
    Marcos Coimbra

    À medida que o tempo passa, mais claro fica o quadro: nenhum dos possíveis adversários de Dilma Rousseff na eleição deste ano demonstra ter fôlego para vencê-la. Não é impossível que algum venha a encontrá-lo, mas o certo é que, até agora, ninguém conseguiu.

    A afirmação pode soar estranha a quem presenciou a celebração de nossa “grande imprensa” nos últimos dias, a propósito da divulgação de pesquisas de institutos como MDA, Datafolha e Sensus. Em manchetes às vezes garrafais, a mídia corporativa as apresentou como reveladoras de um quadro novo, desfavorável à presidenta e propício às oposições.

    Foram pesquisas a respeito de intenções de voto e avaliação do governo federal. E todas mostraram uma queda na popularidade da presidenta e do governo, acompanhada de uma redução quase idêntica na proporção daqueles que dizem pretender votar em Dilma.

    Até aí, tudo natural. Se alguém está insatisfeito com o desempenho do governo, se está convencido de que as coisas não vão bem em Brasília, é lógico não desejar a continuidade. O passo seguinte é igualmente lógico: não querer votar em quem a representa.

    Eleições são, no entanto, semelhantes àquilo que os economistas chamam jogo de “soma zero”, o que um jogador perde é igual ao que o outro ganha. Neles, é impossível todos lucrarem ou terem prejuízo ao mesmo tempo. Na divisão de um bolo, por exemplo, se alguém aumenta o tamanho de seu pedaço, a parte restante aos outros fica menor. Os votos que um candidato não consegue obter (ou deixa de ter) são repartidos pelos demais.

    Desse modo, era de esperar que a queda de Dilma beneficiasse algum ou vários de seus adversários. Mas não foi o que as pesquisas mostraram.

    Note-se: esses levantamentos foram feitos logo após o ciclo de propaganda partidária dos oponentes de Dilma. Como sabemos à luz do ocorrido em eleições anteriores, pesquisas feitas nesses momentos costumam provocar “picos” nas intenções de voto, que tendem a desaparecer com o transcurso do tempo.

    Primeiro foi a vez de Eduardo Campos, que, no fim de março, usou as inserções e o programa do PSB para se promover. Depois, Aécio Neves, em meados de abril, fez o mesmo com o tempo do PSDB. Até o Pastor Everaldo, na segunda quinzena de abril, utilizou o estratagema de dizer que fazia propaganda de seu partido, o PSC, para praticar, de fato, proselitismo a favor de sua candidatura (o que a legislação proíbe, mas ninguém respeita).

    Quando se consideram o contexto em que as pesquisas foram realizadas e a queda apontada de Dilma, deveríamos ter resultados favoráveis aos adversários da presidenta. Pelo que vimos no passado, a expectativa, na verdade, é que fossem muito favoráveis.

    Contudo, só o tucano cresceu e em patamar modesto. O pernambucano e o pastor ficaram fundamentalmente iguais, movendo-se dentro da margem de erro. As oposições melhoraram pouco, menos do que deveriam e menos do que precisam para alcançar a candidata do PT.

    A esta altura da eleição, os problemas que atingem a imagem da presidenta, do governo e do PT afetam a candidatura, mas pouco benefício trazem às oposições, apesar da ininterrupta campanha de desconstrução movida pela mídia oposicionista. O saldo? Dilma cai (apesar de menos do que seus inimigos gostariam) e ninguém sobe (de maneira significativa).

    É sempre bom lembrar que, com números de popularidade e intenção de voto semelhantes aos de Dilma hoje, Fernando Henrique Cardoso reelegeu-se no primeiro turno em 1998. Em junho daquele ano, estava empatado com Lula. Na urna, o ultrapassou com folga. E era Lula e não algum candidato pouco conhecido e com imagem problemática.

    Vamos fazer neste outubro uma eleição diferente. Não será de pura continuidade, como aquelas de 1994, 1998, 2006 e 2010. Não será tampouco de pura mudança, como as de 1989 e 2002. O eleitorado busca agora uma boa mistura entre as duas possibilidades.

    Os adversários de Dilma, empurrados para a radicalização pró-mudança pela fúria do oposicionismo de uma parte da sociedade, do empresariado e da mídia, agradam apenas a quem detesta o lulopetismo. Afastam-se, porém, daqueles que desejam que diversas coisas mudem no País, mas têm certeza de que há muito que deve continuar. E permanecem a léguas da ampla parcela que prefere a continuidade.

    Talvez por isso não cresçam.

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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty Re: Eleições presidenciais 2014

    Mensagem por Galizezin Dom 11 Maio 2014, 4:35 pm

    As revistas, a gente sabe...

    Tem dono!

    O PSDB tem as suas. O PT tem as dele.


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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty Re: Eleições presidenciais 2014

    Mensagem por J. J. Abrams Dom 11 Maio 2014, 6:05 pm

    Autobiografia interessante. Plano Real, Mensalão, e o PT Hoje.
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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty Re: Eleições presidenciais 2014

    Mensagem por naranjito Dom 11 Maio 2014, 8:19 pm

    camirecas escreveu:
    Os adversários de Dilma

    Empurrados para a radicalização pró-mudanças, eles agradam apenas a quem detesta o lulopetismo
    Marcos Coimbra

    À medida que o tempo passa, mais claro fica o quadro: nenhum dos possíveis adversários de Dilma Rousseff na eleição deste ano demonstra ter fôlego para vencê-la. Não é impossível que algum venha a encontrá-lo, mas o certo é que, até agora, ninguém conseguiu.

    A afirmação pode soar estranha a quem presenciou a celebração de nossa “grande imprensa” nos últimos dias, a propósito da divulgação de pesquisas de institutos como MDA, Datafolha e Sensus. Em manchetes às vezes garrafais, a mídia corporativa as apresentou como reveladoras de um quadro novo, desfavorável à presidenta e propício às oposições.

    Foram pesquisas a respeito de intenções de voto e avaliação do governo federal. E todas mostraram uma queda na popularidade da presidenta e do governo, acompanhada de uma redução quase idêntica na proporção daqueles que dizem pretender votar em Dilma.

    Até aí, tudo natural. Se alguém está insatisfeito com o desempenho do governo, se está convencido de que as coisas não vão bem em Brasília, é lógico não desejar a continuidade. O passo seguinte é igualmente lógico: não querer votar em quem a representa.

    Eleições são, no entanto, semelhantes àquilo que os economistas chamam jogo de “soma zero”, o que um jogador perde é igual ao que o outro ganha. Neles, é impossível todos lucrarem ou terem prejuízo ao mesmo tempo. Na divisão de um bolo, por exemplo, se alguém aumenta o tamanho de seu pedaço, a parte restante aos outros fica menor. Os votos que um candidato não consegue obter (ou deixa de ter) são repartidos pelos demais.

    Desse modo, era de esperar que a queda de Dilma beneficiasse algum ou vários de seus adversários. Mas não foi o que as pesquisas mostraram.

    Note-se: esses levantamentos foram feitos logo após o ciclo de propaganda partidária dos oponentes de Dilma. Como sabemos à luz do ocorrido em eleições anteriores, pesquisas feitas nesses momentos costumam provocar “picos” nas intenções de voto, que tendem a desaparecer com o transcurso do tempo.

    Primeiro foi a vez de Eduardo Campos, que, no fim de março, usou as inserções e o programa do PSB para se promover. Depois, Aécio Neves, em meados de abril, fez o mesmo com o tempo do PSDB. Até o Pastor Everaldo, na segunda quinzena de abril, utilizou o estratagema de dizer que fazia propaganda de seu partido, o PSC, para praticar, de fato, proselitismo a favor de sua candidatura (o que a legislação proíbe, mas ninguém respeita).

    Quando se consideram o contexto em que as pesquisas foram realizadas e a queda apontada de Dilma, deveríamos ter resultados favoráveis aos adversários da presidenta. Pelo que vimos no passado, a expectativa, na verdade, é que fossem muito favoráveis.

    Contudo, só o tucano cresceu e em patamar modesto. O pernambucano e o pastor ficaram fundamentalmente iguais, movendo-se dentro da margem de erro. As oposições melhoraram pouco, menos do que deveriam e menos do que precisam para alcançar a candidata do PT.

    A esta altura da eleição, os problemas que atingem a imagem da presidenta, do governo e do PT afetam a candidatura, mas pouco benefício trazem às oposições, apesar da ininterrupta campanha de desconstrução movida pela mídia oposicionista. O saldo? Dilma cai (apesar de menos do que seus inimigos gostariam) e ninguém sobe (de maneira significativa).

    É sempre bom lembrar que, com números de popularidade e intenção de voto semelhantes aos de Dilma hoje, Fernando Henrique Cardoso reelegeu-se no primeiro turno em 1998. Em junho daquele ano, estava empatado com Lula. Na urna, o ultrapassou com folga. E era Lula e não algum candidato pouco conhecido e com imagem problemática.

    Vamos fazer neste outubro uma eleição diferente. Não será de pura continuidade, como aquelas de 1994, 1998, 2006 e 2010. Não será tampouco de pura mudança, como as de 1989 e 2002. O eleitorado busca agora uma boa mistura entre as duas possibilidades.

    Os adversários de Dilma, empurrados para a radicalização pró-mudança pela fúria do oposicionismo de uma parte da sociedade, do empresariado e da mídia, agradam apenas a quem detesta o lulopetismo. Afastam-se, porém, daqueles que desejam que diversas coisas mudem no País, mas têm certeza de que há muito que deve continuar. E permanecem a léguas da ampla parcela que prefere a continuidade.

    Talvez por isso não cresçam.

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    Marcos Coimbra... Marcos Coimbra... Lembrei, apesar deles serem mais numerosos que Legião:

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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty Re: Eleições presidenciais 2014

    Mensagem por CesarBsb2012 Ter 13 Maio 2014, 9:36 am


    Dilma e seu labirinto, por Ricardo Noblat

    Governo e oposição celebram desde a última sexta-feira os resultados da mais recente pesquisa Datafolha sobre intenção de votos para presidente da República.

    O governo, porque Dilma perdeu apenas um ponto percentual. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos. A oposição, porque Aécio Neves (PSDB) cresceu quatro pontos, e Eduardo Campos (PSB), um.

    A eleição deverá ser decidida no segundo turno.

    O mais importante numa pesquisa eleitoral não é isoladamente o índice de intenção de votos de cada candidato ou aspirante a candidato.

    O confronto dos índices ocupa o espaço nobre do noticiário, anima a discussão entre eleitores politizados e serve de alerta para os habituais financiadores de campanha.

    Candidato na frente recebe mais doações em dinheiro do que candidato emperrado ou em queda. Compreensível...



    Foto: Ueslei Marcelino / Reuters



    O que de fato vale, porém, são as eventuais tendências que uma pesquisa eleitoral – ou que um conjunto delas - seja capaz de detectar.

    A ser assim, está acesa a luz amarela na sala de comando da candidatura à reeleição de Dilma. De fevereiro para cá, os principais institutos de pesquisa registraram variáveis que apontam na direção de uma possível derrota dela, impensável até o final do ano passado.

    A eleição de outubro próximo se dará sob o signo da mudança, segundo o Datafolha, o Sensus e o Ibope.

    Das 2.844 pessoas ouvidas pelo Datafolha em 174 municípios, 74% responderam que o futuro presidente deve governar diferente no todo ou em parte da maneira como o país vem sendo governado nos últimos quatro anos. Parece haver um sentimento generalizado de que basta! De que agora, chega! De mudança, já!

    Quem reúne mais condições para operar a mudança?

    Lula, disparado, com 38% das preferências. Em segundo lugar, Aécio com 19%, seguido por Dilma com 15% e Eduardo com 10%. Dilma perdeu o segundo lugar nos últimos 30 dias.

    Eduardo é o mais desconhecido dos candidatos. É também aquele com maior potencial de crescimento, conforme a pesquisa Datafolha. Foi o que mais subiu entre jovens.

    Terceira variável perversa para Dilma: o desejo do eleitorado do PT de trocá-la por Lula. O índice é acachapante: 75% dos eleitores que se identificam com o PT querem Lula como candidato. O índice é de quase 60% quando se leva em conta a opinião de todos os eleitores.

    O que seria mais cômodo para os candidatos dos partidos da base do governo? Concorrerem puxados por Lula ou por Dilma? Compreensível outra vez.

    Em 2002, perto do fim do segundo governo Fernando Henrique Cardoso, 74% dos eleitores cobravam mudanças. Os candidatos a presidente se ofereciam como a melhor opção para mudar – entre eles, Lula, Ciro Gomes e Garotinho.

    Até José Serra, ex-ministro da Saúde de FH, só falava em mudanças. Quase não passou para o segundo turno. Pouco importava o que dissesse – era o candidato da continuidade. E ponto final.

    Dilma é a continuidade. Sem essa de que pode encarnar a mudança. Seu maior desafio é reescrever a crônica de um desastre esboçado. Como?

    Vai que a maioria dos brasileiros desiste de exigir mudanças (improvável). Ou que Aécio e Eduardo não convençam no papel de agentes de mudanças (a conferir). Ou que a propaganda eleitoral no rádio e na televisão empurre Dilma para o alto.

    Um marketing bem feito ajuda. Mas não faz milagre.

    Talvez ela acabe cedendo a vaga de candidata a Lula. Forçada, não o fará. Espontaneamente? O PT reza para que sim. Seus aliados também rezam

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    Mensagem por Galizezin Sab 17 Maio 2014, 9:51 am

    Dilma: Nem começou a corrida eleitoral e a mulher está na descendente. Os efeitos dos protestos anticopa poderão agravar a já delicada situação do PT.
    Os discursos patéticos comprovam que ela não terá absolutamente NADA de propostas para o segundo mandato, e se o primeiro foi ruim, o segundo poderá ser catastrófico. Os economistas não compreendem a junção entre juros altos e inflação. É erro grave de estratégia.

    Aécio: por enquanto é o mais preparado de todos. Para servidor o PSDB não é um bom negócio. A política neoliberal quer implantar o estado mínimo.

    Eduardo Campos: ainda não disse a que veio. fala de forma genérica, sem adentrar no que pretende (projetos) caso eleito.

    E vamos!


    Última edição por Galizezin em Sab 17 Maio 2014, 9:52 am, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : ajst)


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    Mensagem por MPUísta Seg 18 Ago 2014, 5:01 pm

     Arrow  Momento oportuno de rever este tópico...
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    Mensagem por embuscadeaumento Seg 18 Ago 2014, 8:46 pm

    Eu era aecio mas se for marina a que pode derrubar o atual poder tô com ela
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    Mensagem por corleone Seg 18 Ago 2014, 8:49 pm

    Poste sendo cagado e mijado no JN.
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    Mensagem por montercay Dom 26 Out 2014, 8:17 pm

    Estamos FUDIDOS!!!! mais 4 anos sem reajuste salarial, o povo do Nordeste entre outros votou na Dilma POR CAUSA DO BOLSA FAMÍLIA, MINHA CASA MINHA VIDA E MINHA DÍVIDA....NÓS SERVIDORES FEDERAIS ESTAMOS MAIS UMA VEZ SEM NADA!!
    REGISTRO MEU PESAR POR UM PAÍS E POVO BRASILEIRO QUE NÃO SABE VOTAR!!!! SE DEPENDER DO LEVO.. ESTAMOS AO ABISMO SALARIAL, A FC'S COMISSIONADAS QUE SÃO UM VERDADEIRO INSTRUMENTO DE MANIPULAÇÃO NO JUDICIÁRIO E TORNA MAIS FORTE AGORA PORQUE NEGUINHO, VAI SE AGARRAR A FC'S E DE PREFERÊNCIA FAZER UM CURSO DE PERSONAL BAJULEITON...PARA SE MANTER COM FC'S.
    CONCLUSÃO: TEORIAS DE AUMENTOS SÓ BABACAS E OTÁRIOS DESTE FÓRUM PARA ACREDITAR NESSAS TEORIAS SÃO BURROS: A GREVE TEM QUE SER AGORA!!!!!! QUEBRAR O PAU LÁ EM BRASÍLIA, PARA DE VEZ!!!! SÓ ASSIM CONSEGUIREMOS ALGO!!! A NÃO SER SE LAMENTAR COM CONTOS DE "FADA"!!!! DESTE FÓRUM... SÓ MAIS UMA OBSERVAÇÃO NA MAIORIA DAS GREVES A MAIORIA SÃO TÉCNICOS OU OS QUE ESTÃO SEM FUNÇÃO, ANALISTAS NÃO TIRAM O RABO DE SEUS GABINETES CHUPANDO O OVO DO DES. COM FORÇA, DIGO OS DOIS DE UMA VEZ SÓ, ENQUANTO TÉCNICOS BOTAM A CARA PARA BATER EM GREVES, QUE A VERDADE SEJA DITA , TÉCNICOS, ANALISTAS ESTÃO TODOS "FUDIDOS" COM A DILMA "BOTINÃO".
    santa FELIZ NATAL SEM AUMENTO!!!!!! NA SUA CEIA INCLUA FEIJÃO COM ARROZ, COM O SALÁRIO DO JEITO QUE ESTÁ VAMOS TER QUE COMPLEMENTAR NOSSA RENDA VENDENDO CHURRASQUINHO, VENDENDO AVON, OU IR NO PARAGUAI, PARA REVENDER AQUI, OU QUEM SABE CONSTRUIR UMAS KITINETES, NEGUINHO ESTAMOS JÁ NO FUNDO DO POÇO!!!!![/b][/b]
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    Mensagem por Galizezin Dom 26 Out 2014, 10:28 pm

    O negócio vai ser servidor começar a pedir $$$ emprestado para membros e juízes. Quero ver se eles não vão se mexer.


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    Mensagem por montercay Ter 28 Out 2014, 7:31 pm

    27/10/2014 - 19h32 - Atualizado em 28/10/2014 - 09h59
    Autor: Wing Costa | [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]
    As manifestações em tons mais elevados podem gerar até cadeia, como ocorrido com a estudante de direito gaúcha Mayra Petruso, que foi presa em 2010 por uma postagem do twitter
    Depois de uma das eleições presidenciais mais acirradas da história do Brasil, que terminou com a reeleição da presidente Dilma Rousseff, vários discursos agressivos foram propagados em redes sociais contra eleitores que optaram pela candidata.

    Um dos principais alvos dos eleitores insatisfeitos foi a região Nordeste. Os nordestinos foram xingados e considerados "culpados" pela reeleição da presidente. Alguns, mais exaltados, como o deputado eleito pelo PSDB de São Paulo, Coronel Telhada, propuseram a divisão do Brasil entre os que votaram em seu partido e os que elegeram o PT.


    "Já que o Brasil fez sua escolha pelo PT entendo que o Sul e Sudeste (exceto Minas Gerais e Rio de Janeiro que optaram pelo PT) iniciem o processo de independência de um país que prefere esmola do que o trabalho, preferem a desordem ao invés da ordem, preferem o voto de cabresto do que a liberdade", afirmou o hoje vereador em sua página pessoal.

    As manifestações em tons mais elevados podem gerar consequências graves, como ocorrido com a estudante de direito gaúcha Mayra Petruso, que foi presa em 2010 por postar em seu twitter "Nordestino não é gente. Faça um favor a São Paulo: mate um nordestino afogado”.

    De acordo com o advogado criminalista e professor de direito penal Leonardo Pantaleão, a linha entre conduta imoral e ilegal é muito tênue, mas quem se sentir lesado pelas acusações realizadas nas redes sociais pode acionar a justiça em caráter cível.

    "O ato de fazer essas acusações, como chamar os nordestinos de burros, pode gerar consequências graves. Aquele que se sentir ofendido deve inclusive requisitar uma reparação de danos, mas precisamos tomar muito cuidado ao considerar essa conduta criminosa", detalha o jurista.
    “Imagine o Brasil ser dividido e o Nordeste ficar independente “

    “ei vc q quer separar o nordeste do restante do Brasil mas n se separa daquele abadá do carnaval 2010 de Salvador nem pra ir na academia...”

    “Gente, se vcs conseguirem separar o nordeste do resto do Brasil avisa pq o norte vai querer ir junto, viu? Adoramos esses cabras”

    “MAS VAI SEPARAR O LIXO SECO DO ORGÂNICO ANTES DE FALAR EM SEPARAR DO NORDESTE. “
    “kk querem separar o nordeste do país, mas no carnaval vem curtir o galo da madrugada kkk”


    TEM ESSA DE SEPARAR O NORDESTE NÃO , AS MELHORES PRAIAS SÃO DE LÁ

    "bota um muro pra separar o norte e o nordeste!" - Brasil tipo Alemanha do século passado, é isso que o pessoal chama de ser vintage?
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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty As profecias não batem

    Mensagem por wilsoncartorio Sex 12 Dez 2014, 2:08 pm

    80% aprovam ciclovias em São Paulo; sobe aprovação a Haddad

    Opinião Pública - 22/9/2014 17h59

    BAIXE OS DADOS DESTA PESQUISA

    DE SÃO PAULO

    A reprovação à gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) na cidade de São Paulo caiu de 47% no final de junho deste ano para 28% atualmente, atingindo o menor índice desde o início de junho do ano passado, quando era de 21%. A taxa de aprovação ao governo do petista não cresceu na mesma proporção, mas avançou: passou de 15% para 22% na comparação com a última avaliação, de julho deste ano, enquanto a parcela dos que o consideram regular cresceu de 37% para 44%. Há ainda 6% que não opinaram sobre o assunto (na pesquisa anterior, 2%).

    De 0 a 10, a nota média atribuída ao desempenho da gestão Haddad é 5,2, em patamar superior à registrada em junho (4,1).

    A medida adotada pela Prefeitura de São Paulo de implantar faixas exclusivas para bicicletas em ruas e avenidas da cidade é conhecida por 89% dos paulistanos adultos. Nesse grupo estão tanto os que estão bem informados (38%) quanto aqueles que estão mais ou menos informados (40%) ou mal informados (10%).

    Independente do grau de conhecimento sobre o assunto, a maioria (80%) aprova a implantação de ciclovias, e 14% são contrários. A parcela de indiferentes abrange 6%, e 1% não opinou sobre o assunto. Entre os mais jovens, a aprovação às ciclovias atinge 93%, e cai conforme avança a idade do entrevistado, chegando a 66% entre os mais velhos. No segmento mais escolarizado, a aprovação às ciclovia fica abaixo da média (76%), assim como entre os eleitores nas faixas de renda mais altas (74% entre aqueles com renda familiar de 5 a 10 mínimos ou superior a 10 mínimos).

    A construção de uma ciclovia no canteiro central da Avenida Paulista até o início do próximo ano, conforme promessa da prefeitura, também é apoiada pela maioria (70%), e enfrenta a rejeição de 22%. Outros 5% são indiferentes, e 2% não souberam responder. Como no caso das ciclovias de forma geral, a faixa exclusiva para bicicletas na paulista encontra resistência acima da média entre os mais velhos (33%), entre os mais escolarizados (29%) e entre os grupos de renda mais altas (37% entre os que possuem renda familiar de 5 a 10 salários, e 30% entre os que obtêm mais de 10 salários). Entre os mais jovens e entre os mais pobres, a reprovação fica abaixo da média (14% e 15%, respectivamente).

    De formar geral, a maior parte dos moradores da capital paulista vê benefícios nas ciclovias, mas essa avaliação varia conforme a referência apresentada. Para o trânsito da cidade de São Paulo, por exemplo, 55% acreditam que as ciclovias trazem mais benefício do que prejuízos, 39% consideram que trazem mais benefícios do que prejuízos, e 6% não responderam. Em relação à cidade de São Paulo de forma geral, cresce a fatia dos que veem mais benefícios do que prejuízos (71%), e cai a dos que vem mais prejuízos (24%). Há ainda 5% que não opinaram.

    O índice dos que avaliam que as ciclovias trazem mais benefícios do que prejuízos para si é de 62%, em um patamar intermediário na comparação com os anteriores. Neste caso, fica em 18% fatia dos que avaliam que elas trarão mais prejuízos do que benefícios, e sobe para 19% a taxa dos que não souberam ou não quiseram opinar.

    O Datafolha também consultou os paulistanos sobre a viabilidade da bicicleta como meio de transporte para atividades diárias, como ir ao trabalho e ir à escola, na cidade de São Paulo. A alternativa, neste caso, era o uso da bicicleta para atividades de lazer e esporte, e não para tarefas cotidianas. Para a maioria (60%), "a bicicleta é um meio de transporte viável para realizar tarefas do dia a dia, como ir ao trabalho, à escola, e se locomover pela cidade de São Paulo". Uma fatia de 39%, porém, avalia que "a bicicleta é um meio de transporte viável apenas para atividades de lazer e práticas de esportes, e não para ser usada no dia a dia em São Paulo". Há ainda 1% que não opinaram.

    De forma geral, 60% dos paulistanos costumam passar de carro por ruas e avenidas em que há ciclovias. Entre os que são contrários às ciclovias, o índice dos que costumam passar de carro por uma via em que há faixas exclusivas para bicicletas sobe para 71%.

    32% dos paulistanos possuem bicicletas

    Um em cada três moradores da capital paulista (32%) tem bicicleta para uso próprio. A posse é mais alta entre os homens (41%), entre os paulistanos de 16 a 24 anos (46%), e no grupo dos mais ricos (45%), e mais baixa entre as mulheres (24%), entre aqueles que estudaram até o ensino fundamental (24%) e entre os mais velhos (15%).

    Na parcela da população que possui bicicleta, somente 10% costumam usá-la todos os dias, índice igual ao dos que dizem que não utilizam. Há ainda 23% que usam pouco a bicicleta, menos de uma vez por semana, e os demais se dividem entre aqueles que a usam de uma a duas vezes por semana (42%), de três a quatro vezes por semana (12%), e de cinco a seis vezes por semana (3%).

    Os usuários assíduos, que utilizam a bicicleta mais de três vezes por semana, correspondem a 25% do total de donos de bicicletas na cidade. Esse índice é mais alto entre os menos escolarizados (37%) e entre os mais pobres (37%) do que entre os mais escolarizados (17%) e os paulistanos com renda mensal de 5 a 10 salários (18%).

    O uso de bicicleta no dia a dia para ir ao trabalho ou estudar é pouco difundido entre os donos de bicicletas: somente 17% utilizam-na para esse fim. Entre os que estudaram até o ensino fundamental e entre os mais pobres, a utilização da bicicleta fica acima da média (29% e 25%, respectivamente).

    Entre os que possuem bicicleta, 47% já usaram alguma vez as ciclovias implantadas na cidade de São Paulo. Esses ciclistas - que já usaram as faixas exclusivas - também foram consultados sobre a frequência com que as utilizam, e apenas 17% declararam utilizar as ciclovias mais de três vezes por semana. A maioria costuma passar pelas ciclovias de uma a duas vezes na semana (42%) ou menos de uma vez por semana (36%). Há ainda 5% que não utilizam as ciclovias.

    A ciclofaixa de lazer, instalada aos domingos em várias ruas e avenidas da capital paulista, já foi utilizada por 48% dos paulistanos que possuem bicicleta para uso próprio. Os mais pobres são os que menos utilizaram as ciclofaixas (38%), e os mais ricos, os que mais utilizaram (56%).

    Para os paulistanos que não possuem bicicleta para uso próprio (68% da população adulta), o Datafolha consultou a possibilidade de compra de uma bicicleta nos próximos seis meses, e o resultado mostra que a maioria (74%) não está disposta a adquirir uma no futuro próximo. A parcela dos que pretendem comprar é de 22%, e 4% não souberam responder.

    Entre os que possuem bicicleta e nunca usaram as ciclovias da cidade ou não possuem bicicleta mas pretendem adquirir uma nos próximos seis meses (32% da população adulta), 50% demonstram grande interesse em utilizar as ciclovias, e 23% demonstram pouco ou nenhum interesse. Há ainda 27% que têm interesse médio em usar as faixas exclusivas para bicicletas.

    Para 71%, a criação das faixas melhorou o trânsito
    Pesquisa Datafolha mostra que 91% dos moradores da capital são favoráveis às faixas exclusivas de ônibus. Na comparação com a pesquisa anterior, de junho passado, a taxa de aprovação cresceu sete pontos (era 84%) e registrou o índice mais alto da série. No período, a rejeição às faixas exclusivas de ônibus caiu de 12% para 6% - o mais baixo já observado. Indiferentes são 2% (mesmo índice anterior) e 1% não soube responder.

    Para 71% dos entrevistados, a criação das faixas exclusivas de ônibus melhorou o trânsito na cidade. Na comparação com pesquisas anteriores, esse é o índice mais alto já observado superando a pesquisa de junho passado (era 64%). Desses, 36% consideram que a medida promovida pela prefeitura melhorou muito o trânsito (era 22%) e 35% que melhorou um pouco (era 42%). Para 15%, à medida não alterou o trânsito da capital (era 18%) e para 13%, o piorou - desses, 7% declararam que piorou muito (era 9%) e 5% um pouco (era 6%). Uma parcela de 2% não soube responder.

    A taxa dos paulistanos que costumam passar de carro por vias que têm faixas exclusivas de ônibus cresceu: de 45% (em junho) para 69%. Enquanto a taxa dos paulistanos que costumam passar de ônibus por vias com faixas exclusivas para esse tipo transporte oscilou, de 79% (em junho) para 82%.

    A maioria aprovou a liberação da circulação de táxis com passageiros nas faixas exclusivas de ônibus, promovida pelo prefeito Fernando Haddad. Para 28%, o prefeito agiu mal ao liberar a circulação e 6% não souberam responder.

    77% costumam utilizar o ônibus

    A pesquisa mostra que o ônibus segue sendo o meio de transporte mais utilizado pelos paulistanos, 77% costumam utilizá-lo no seu dia a dia. Em seguida aparece o metrô (48%), o carro (24%), o trem (16%), lotações, vans e peruas (15%), bicicleta (3%), táxi (2%), moto (2%) e uma parcela costuma ir a pé (11%).

    Ônibus é destaque entre os mais jovens e entre os de menor renda familiar (respectivamente, 87% e 89%); metrô, entre os mais escolarizados (63%) e entre os moradores da zona leste (59%); e, carro, entre os mais ricos (53%) e moradores da zona oeste (34%).

    Na comparação com a última pesquisa, de julho passado, a taxa de usuários de ônibus subiu (era 68%) e voltou ao patamar observado nas pesquisas do primeiro semestre (79% em junho e 78% em abril). A taxa de usuários do metrô também cresceu em relação a julho (era 40%), enquanto a de usuários de carro recuou (era 26%).
    Já, a taxa de usuários de bicicletas subiu dois pontos em relação à pesquisa de junho passado (era 1%).

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    naranjito escreveu:
    TRF1/MG escreveu:Tá ficando cada dia melhor essa eleição:

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    Quero só ver o desespero dos PeTralhas!!!

    E vamo que vamo: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Um adendo: Pita foi o pior prefeito de São Paulo em todos os tempos SOMENTE ATÉ a posse de Fernando "Bolsa-Crackolânia" Haddad, o menino malufinho...
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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty Aceita que dói menos

    Mensagem por wilsoncartorio Sex 12 Dez 2014, 2:15 pm

    Se aprovado o 7920 acho que seu desespero será menor. Sul+Sudeste deram mais votos a Dilma que Norte+Nordeste. Aceita que dói menos. rs

    montercay escreveu:Estamos FUDIDOS!!!! mais 4 anos sem reajuste salarial, o povo do Nordeste entre outros votou na Dilma POR CAUSA DO BOLSA FAMÍLIA, MINHA CASA MINHA VIDA E MINHA  DÍVIDA....NÓS SERVIDORES FEDERAIS ESTAMOS MAIS UMA VEZ SEM NADA!!
    REGISTRO MEU PESAR POR UM PAÍS E POVO BRASILEIRO QUE NÃO SABE VOTAR!!!! SE DEPENDER DO LEVO.. ESTAMOS AO ABISMO SALARIAL, A FC'S COMISSIONADAS QUE SÃO UM VERDADEIRO INSTRUMENTO DE MANIPULAÇÃO NO JUDICIÁRIO E TORNA MAIS FORTE AGORA PORQUE NEGUINHO, VAI SE AGARRAR A FC'S E DE PREFERÊNCIA FAZER UM CURSO DE PERSONAL BAJULEITON...PARA SE MANTER COM FC'S.  
    CONCLUSÃO: TEORIAS DE AUMENTOS SÓ BABACAS E OTÁRIOS DESTE FÓRUM PARA ACREDITAR NESSAS TEORIAS SÃO BURROS:   A GREVE TEM QUE SER AGORA!!!!!! QUEBRAR O PAU LÁ EM BRASÍLIA, PARA DE VEZ!!!! SÓ ASSIM CONSEGUIREMOS ALGO!!!   A NÃO SER SE LAMENTAR COM CONTOS DE "FADA"!!!! DESTE FÓRUM... SÓ MAIS UMA OBSERVAÇÃO NA MAIORIA DAS GREVES A MAIORIA SÃO TÉCNICOS OU OS QUE ESTÃO SEM FUNÇÃO,  ANALISTAS NÃO TIRAM O RABO DE SEUS GABINETES CHUPANDO O OVO DO DES.  COM FORÇA, DIGO OS DOIS DE UMA VEZ SÓ, ENQUANTO TÉCNICOS BOTAM A CARA PARA BATER EM GREVES, QUE A VERDADE SEJA DITA , TÉCNICOS, ANALISTAS ESTÃO TODOS "FUDIDOS" COM A DILMA "BOTINÃO".
    santa FELIZ NATAL SEM AUMENTO!!!!!! NA SUA CEIA INCLUA FEIJÃO COM ARROZ, COM O SALÁRIO DO JEITO QUE ESTÁ VAMOS TER QUE COMPLEMENTAR NOSSA RENDA VENDENDO CHURRASQUINHO, VENDENDO AVON, OU IR NO PARAGUAI, PARA REVENDER AQUI, OU QUEM SABE CONSTRUIR UMAS KITINETES,  NEGUINHO ESTAMOS JÁ NO FUNDO DO POÇO!!!!![/b][/b]
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    Eleições presidenciais 2014 - Página 2 Empty kkkk

    Mensagem por wilsoncartorio Sex 12 Dez 2014, 2:16 pm

    Se aprovado o PCS, acho que o empréstimo não será necessário. rs

    Galizezin escreveu:O negócio vai ser servidor começar a pedir $$$ emprestado para membros e juízes. Quero ver se eles não vão se mexer.
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    Mensagem por opracilop Sab 13 Dez 2014, 8:41 am

    Mais triste que ver nego falar que vota no PT é ver esses atoleimados falando que votam em Bolsonaro e Sharizard.

    Só pode ter coliforme fecal na cabeça um ignóbil desse.

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