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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 6:48 pm

    O Governo quer ZERO!

    Isso é um mantra que ainda NÃO FOI PROVADO.

    É uma daquelas lendas que só se reforçam com as situações a ela favoráveis.

    Exemplo: na roça diz que tem saci. À noite, se ventar em um calipeiro, e as sombras fizerem figuras no chão, dirão que é o saci. A notícia se espalha e reforça a lenda.

    No nosso caso, o que o Governo uma vez propôs em 2009 (GD), os sindicalistas recusaram.
    Na sequencia os sindicalistas pediram o impossível, e o Governo recusou.

    Por causa disso, alguns vem repetindo o mantra: o Governo quer ZERO!

    Será que é mesmo? Será que uma proposta que vá na linha da política do Governo, de transparência e enxugamento da máquina pública, não seria aceita?



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    Mensagem por Fontenelle Qui 15 Maio 2014, 6:51 pm

    Najla escreveu:Desculpem o excesso, o tamanho as cores, mas é só para ficar claro mesmo:

    O governo prefere o zero.


    Depois de tudo o que já passamos, já era para sabermos disso.

    Dark, a proposta que sair da Mesa será a da administração pq a administração está na mesa.
    No mais, o caminho da aprovação do PL será duríssimo.

    Esse é o nosso maior problema. Se não fosse pelos servidores do executivo federal, que fizeram uma baita greve em 2012, nós estaríamos recebendo até hoje os mesmos valores do PCS de 2006. Enquanto Dona Dilma & Cia estiverem no poder, essa será a nossa sina, qual seja, PJU e MPU a reboque do carreirão do executivo federal.
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    Mensagem por CesarBsb2012 Qui 15 Maio 2014, 6:54 pm

    SERÁ QUE VINGA???


    Em greve
    Judiciário Federal de SP entra em greve por tempo indeterminado

    Servidores das Justiças Trabalhista, Federal e Eleitoral da capital e do interior exigem uma política salarial permanente, data-base e outros direitos.

    quinta-feira, 15 de maio de 2014
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    A partir desta quinta-feira, 15, os servidores do Judiciário Federal em São Paulo iniciam a greve por tempo indeterminado para pressionar a presidente Dilma a negociar uma pauta de reivindicações.

    Ao lado da reposição das perdas - que já superam os 40% -, os servidores vão cobrar a fixação da data-base, o fim dos planos de carreira própria nos tribunais superiores e a rejeição da PEC 59/2013, que cria o Estatuto do Judiciário. "O centro da nossa campanha é a definição de uma política salarial permanente, com respeito à data-base e revisão anual dos salários", afirma Adilson Rodrigues, diretor do Sintrajud - Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal do Estado de SP.

    Mobilização

    Nesta quinta-feira, os tribunais de SP realizam atos e assembleias setoriais para deflagrar o início da greve. No Fórum Trabalhista Ruy Barbosa, na Barra Funda, a partir das 15h, os servidores organizam o ato "servidor tarja preta", relacionando as condições de trabalho com o adoecimento dos servidores.

    Em novembro de 2013, foi constatado um aumento no número de licenças médicas para servidores e magistrados do TRT da 2ª região, incluindo afastamentos prolongados por transtornos mentais e comportamentais. Havia um déficit de 125 servidores, que aumentou desde então.

    Já no dia 21, os servidores de todos os tribunais da capital e do interior se concentram às 15h, em frente ao TRF da 3º região, a fim de decidir os rumos da greve e realizar um ato público com o tema "Apagão Nacional no Judiciário e MPU". Eles vão unir forças com outras categorias, como os docentes das universidades Federais.

    Programação de mobilizações no Estado de SP
    Dia 15

    Justiça do Trabalho

    Abertura oficial da greve, com realização do ato “servidor tarja preta” relacionando as más condições de trabalho com o adoecimento dos servidores.

    Local: Fórum Trabalhista Ruy Barbosa (Av. Marques de São Vicente, 235)

    Hora: 15h.

    Justiça Eleitoral

    Assembleia setorial no saguão do prédio.

    Local: Sede do Tribunal Regional Eleitoral (Rua Francisca Miquelina, 123)

    Hora: 14h.

    Justiça Federal

    Café da manhã com os servidores

    Local: Fórum Pedro Lessa. (Avenida Paulista, 1682)

    Hora: 10h.

    Dia 16

    Baixada Santista

    Ato conjunto dos servidores públicos federais, estaduais e municipais da Baixada.

    Local: Em frente ao prédio da Justiça Federal de Santos (Praça Barão do Rio Branco, 30)

    Hora: 12h.

    Dia 21

    "Apagão Nacional no Judiciário e MPU"

    Ato conjunto do funcionalismo público federal em São Paulo (Judiciário, Receita Federal, professores universitários, auditores fiscais, etc)

    Local: Concentração em frente ao Fórum Pedro Lessa (Avenida paulista, 1842)

    Hora: 15h


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    Mensagem por TRF1/MG Qui 15 Maio 2014, 7:09 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:O Governo quer ZERO!

    Isso é um mantra que ainda NÃO FOI PROVADO.

    É uma daquelas lendas que só se reforçam com as situações a ela favoráveis.

    Exemplo: na roça diz que tem saci. À noite, se ventar em um calipeiro, e as sombras fizerem figuras no chão, dirão que é o saci. A notícia se espalha e reforça a lenda.

    No nosso caso, o que o Governo uma vez propôs em 2009 (GD), os sindicalistas recusaram.
    Na sequencia os sindicalistas pediram o impossível, e o Governo recusou.

    Por causa disso, alguns vem repetindo o mantra: o Governo quer ZERO!

    Será que é mesmo? Será que uma proposta que vá na linha da política do Governo, de transparência e enxugamento da máquina pública, não seria aceita?



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    Era só o que faltava essa de que não foi provado que o governo quer o ZERO!!! Esse delírio já é deboche, só pode!!! VSF.
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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 7:16 pm

    TRF1/MG escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:O Governo quer ZERO!

    Isso é um mantra que ainda NÃO FOI PROVADO.

    É uma daquelas lendas que só se reforçam com as situações a ela favoráveis.

    Exemplo: na roça diz que tem saci. À noite, se ventar em um calipeiro, e as sombras fizerem figuras no chão, dirão que é o saci. A notícia se espalha e reforça a lenda.

    No nosso caso, o que o Governo uma vez propôs em 2009 (GD), os sindicalistas recusaram.
    Na sequencia os sindicalistas pediram o impossível, e o Governo recusou.

    Por causa disso, alguns vem repetindo o mantra: o Governo quer ZERO!

    Será que é mesmo? Será que uma proposta que vá na linha da política do Governo, de transparência e enxugamento da máquina pública, não seria aceita?



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    Era só o que faltava essa de que não foi provado que o governo quer o ZERO!!! Esse delírio já é deboche, só pode!!! VSF.


    Vc tem a prova? Então apresenta aí.

    Já escrevi um texto longo sobre negociações. E lembro que foi resultado
    de um debate com pessoas conhecedoras.

    A questão central é que na negociação pode-se construir o SIM, e pode-se
    construir o NÃO.

    E quando se constrói o NÃO, uma parte fica apontando a outra como responsável por isso.

    Até hoje o nosso sindicato construiu o NÃO em relação às negociações com o Governo.

    Desde 2006 não temos reajuste porque os sindicalistas ou recusaram propostas, ou propuseram termos que o Governo não aceita (nem eu aceito! - vide o caso do PL 6613 que alça incorporado a ganhar um absurdo de salário, deixando todos os outros com aumentos medíocres).

    Construiram o NÃO. Agora um aponta o outro como responsável.
    Ou melhor, sindicalista aponta o Governo pela derrocada das negociações.

    Ai vem os nossos 'filósofos de plantão' e cai nessa superficialidade de análise. E fica repetindo isso a quatro cantos!

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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 7:20 pm

    O mínimo que os mantreiros poderiam repetir se tiverem alguma humildade é:

    O Governo prefere o ZERO e os nossos sindicatos também preferem o ZERO.

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    Mensagem por Maisquevencedor Qui 15 Maio 2014, 7:42 pm

    De olho no lance.
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    Mensagem por TRF1/MG Qui 15 Maio 2014, 7:51 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:
    TRF1/MG escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:O Governo quer ZERO!

    Isso é um mantra que ainda NÃO FOI PROVADO.

    É uma daquelas lendas que só se reforçam com as situações a ela favoráveis.

    Exemplo: na roça diz que tem saci. À noite, se ventar em um calipeiro, e as sombras fizerem figuras no chão, dirão que é o saci. A notícia se espalha e reforça a lenda.

    No nosso caso, o que o Governo uma vez propôs em 2009 (GD), os sindicalistas recusaram.
    Na sequencia os sindicalistas pediram o impossível, e o Governo recusou.

    Por causa disso, alguns vem repetindo o mantra: o Governo quer ZERO!

    Será que é mesmo? Será que uma proposta que vá na linha da política do Governo, de transparência e enxugamento da máquina pública, não seria aceita?



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    Era só o que faltava essa de que não foi provado que o governo quer o ZERO!!! Esse delírio já é deboche, só pode!!! VSF.


    Vc tem a prova? Então apresenta aí.

    Já escrevi um texto longo sobre negociações. E lembro que foi resultado
    de um debate com pessoas conhecedoras.

    A questão central é que na negociação pode-se construir o SIM, e pode-se
    construir o NÃO.

    E quando se constrói o NÃO, uma parte fica apontando a outra como responsável por isso.

    Até hoje o nosso sindicato construiu o NÃO em relação às negociações com o Governo.

    Desde 2006 não temos reajuste porque os sindicalistas ou recusaram propostas, ou propuseram termos que o Governo não aceita (nem eu aceito! - vide o caso do PL 6613 que alça incorporado a ganhar um absurdo de salário, deixando todos os outros com aumentos medíocres).

    Construiram o NÃO. Agora um aponta o outro como responsável.
    Ou melhor, sindicalista aponta o Governo pela derrocada das negociações.

    Ai vem os nossos 'filósofos de plantão' e cai nessa superficialidade de análise. E fica repetindo isso a quatro cantos!


    Eu tenho prova que o governo queR o zero, olha o meu contracheque seu mer..., olha lá que nem a reposição da inflação eu ganhei. Essa sua conversa mole já deu, encheu o saco. Se os sindicatos são pilantras, como todos sabem, não dá para quer livrar a mer... dos PeTralhas. Ridículo...


    Última edição por TRF1/MG em Qui 15 Maio 2014, 8:05 pm, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Erro de digitação)
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    Mensagem por Ferrajufe Qui 15 Maio 2014, 8:14 pm

    TRF1/MG escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:
    TRF1/MG escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:O Governo quer ZERO!

    Isso é um mantra que ainda NÃO FOI PROVADO.

    É uma daquelas lendas que só se reforçam com as situações a ela favoráveis.

    Exemplo: na roça diz que tem saci. À noite, se ventar em um calipeiro, e as sombras fizerem figuras no chão, dirão que é o saci. A notícia se espalha e reforça a lenda.

    No nosso caso, o que o Governo uma vez propôs em 2009 (GD), os sindicalistas recusaram.
    Na sequencia os sindicalistas pediram o impossível, e o Governo recusou.

    Por causa disso, alguns vem repetindo o mantra: o Governo quer ZERO!

    Será que é mesmo? Será que uma proposta que vá na linha da política do Governo, de transparência e enxugamento da máquina pública, não seria aceita?



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    Era só o que faltava essa de que não foi provado que o governo quer o ZERO!!! Esse delírio já é deboche, só pode!!! VSF.


    Vc tem a prova? Então apresenta aí.

    Já escrevi um texto longo sobre negociações. E lembro que foi resultado
    de um debate com pessoas conhecedoras.

    A questão central é que na negociação pode-se construir o SIM, e pode-se
    construir o NÃO.

    E quando se constrói o NÃO, uma parte fica apontando a outra como responsável por isso.

    Até hoje o nosso sindicato construiu o NÃO em relação às negociações com o Governo.

    Desde 2006 não temos reajuste porque os sindicalistas ou recusaram propostas, ou propuseram termos que o Governo não aceita (nem eu aceito! - vide o caso do PL 6613 que alça incorporado a ganhar um absurdo de salário, deixando todos os outros com aumentos medíocres).

    Construiram o NÃO. Agora um aponta o outro como responsável.
    Ou melhor, sindicalista aponta o Governo pela derrocada das negociações.

    Ai vem os nossos 'filósofos de plantão' e cai nessa superficialidade de análise. E fica repetindo isso a quatro cantos!


    Eu tenho prova que o governo queR o zero, olha o meu contracheque seu mer..., olha lá que nem a reposição da inflação eu ganhei. Essa sua conversa mole já deu, encheu o saco. Se os sindicatos são pilantras, como todos sabem, não dá para quer livrar a mer... dos PeTralhas. Ridículo...

    Não tenho tanta certeza que o Governo quer o Zero(acho que tanto faz, afinal: o cofre não é dela mesmo, no entanto, tenho certeza que: Os nossos Chefes não estão nem aí pra nós, os Sindicatos, Associações, Federação e os próprios servidores que dizem que se for Aumento através de GD, preferem ficar sem aumento(Eu ouvi isso hoje). Alguém tem algo a dizer ainda...? Sad No
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    Mensagem por phmoura Qui 15 Maio 2014, 8:18 pm

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    Mensagem por coaras Qui 15 Maio 2014, 8:18 pm

    Para quem acha que a Eugenia vai falar alguma coisa a favor da GD na mesa de negociação pode ir tirando o cavalinho da chuva......rs

    Veja o que ela escreveu no grupo Fenajufe Independente:

    Eugênia Lacerda: Gente, GD é igual função: escraviza. A cgu trocou gd por subsídio pq qdo faltava orçamento pra algo lá, a administração mandava os chefes avaliarem os servidores de trabalho insatisfatório para usar o dinheiro em outras coisas. Entre subsídio e gd, prefiro o subsídio.
    11 de maio às 17:35

    Link para provar que não estou inventando nada: [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]
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    Mensagem por TRF1/MG Qui 15 Maio 2014, 8:21 pm

    Ferrajufe escreveu:
    TRF1/MG escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:
    TRF1/MG escreveu:

    Era só o que faltava essa de que não foi provado que o governo quer o ZERO!!! Esse delírio já é deboche, só pode!!! VSF.


    Vc tem a prova? Então apresenta aí.

    Já escrevi um texto longo sobre negociações. E lembro que foi resultado
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    A questão central é que na negociação pode-se construir o SIM, e pode-se
    construir o NÃO.

    E quando se constrói o NÃO, uma parte fica apontando a outra como responsável por isso.

    Até hoje o nosso sindicato construiu o NÃO em relação às negociações com o Governo.

    Desde 2006 não temos reajuste porque os sindicalistas ou recusaram propostas, ou propuseram termos que o Governo não aceita (nem eu aceito! - vide o caso do PL 6613 que alça incorporado a ganhar um absurdo de salário, deixando todos os outros com aumentos medíocres).

    Construiram o NÃO. Agora um aponta o outro como responsável.
    Ou melhor, sindicalista aponta o Governo pela derrocada das negociações.

    Ai vem os nossos 'filósofos de plantão' e cai nessa superficialidade de análise. E fica repetindo isso a quatro cantos!


    Eu tenho prova que o governo queR o zero, olha o meu contracheque seu mer..., olha lá que nem a reposição da inflação eu ganhei. Essa sua conversa mole já deu, encheu o saco. Se os sindicatos são pilantras, como todos sabem, não dá para quer livrar a mer... dos PeTralhas. Ridículo...

    Não tenho tanta certeza que o Governo quer o Zero(acho que tanto faz, afinal: o cofre não é dela mesmo, no entanto, tenho certeza que: Os nossos Chefes não estão nem aí pra nós, os Sindicatos, Associações, Federação e os próprios servidores que dizem que se for Aumento através de GD, preferem ficar sem aumento(Eu ouvi isso hoje). Alguém tem algo a dizer ainda...? Sad No


    Quanto a parte dos nossos representantes, tanto chefes como associações, concordo e acho que todos concordam. Mas agora, querer tirar a parte grande da parcela dos PeTralhas é uma SACANAGEM. Nesta altura do jogo, com tudo que passamos e vimos, querer isentar ou diminuir a culpa dos PeTralhas é coisa de PeTista, só pode. Nem acredito que estou lendo isso...
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    Mensagem por mineiro Qui 15 Maio 2014, 8:27 pm

    Deixa eu responder à mais um delírio do Vander.

    veja só, recorde-se do ano de 2011, em que o Arlindo Chinaglia falou claramente que o reajuste do PJU seria a última prioridade do governo.

    Vejam essa matéria que apoia isso:

    "O relator geral do Orçamento da União, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), afirmou, neste sábado, que o reajuste de salário do Poder Judiciário não é possível neste momento. “Se olhar a fotografia de hoje, não vejo a menor possibilidade. Não vieram propostas de ajuste do Legislativo nem do Executivo, então não existe a hipótese de pensar nisso só para um poder”, comentou, ao chegar ao Congresso do PT, em Brasília.

    Nesta semana, o governo enviou para o Congresso Nacional o Projeto de Lei do Orçamento Geral da União (PLOA) e provocou um desgaste com o Judiciário por não incluir no texto o novo valor da remuneração dos servidores. Após reclamações dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a presidente recuou e enviou uma mensagem aos parlamentares com os reajustes pedidos - não sem criticar o pleito da magistratura. O impacto do aumento para os tribunais é 7,7 bilhões de reais.

    Prioridades - De acordo com o relator, há outras prioridades a serem contempladas pelo orçamento. “Temos a lei Kandir, emendas parlamentares, recursos para a saúde e a agricultura. É uma miríade histórica de reivindicações”, comentou. “Neste momento, a prioridade é um orçamento equilibrado que ajude o Brasil a continuar crescendo”."
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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 8:28 pm

    Tem um trecho muito interessante na matéria publicada no site da Fenajufe que é a seguinte: "O Secretário de Gestão de Pessoas do STJ sugeriu a adoção de Gratificação de Desempenho, no que foi prontamente refutado pelos coordenadores Adilson Rodrigues e Roberto Ponciano, da Fenajufe."

    É evidente que se a proposta foi ventilada é porque existe intenção real na mudança do modelo remuneratório por parte do governo, como já proposto pelo Gilmar Mendes em 2009 e os sindicatos declinaram.

    Agora a história está se repetindo. Contudo, acho que podemos fazer algo que, na pior das hipóteses, vai nos deixar no zero que já temos, ou pode fazer o vento soprar a nosso favor.

    É inegável que a briga pelo atual modelo é apenas interessante para os incorporados e aposentados. Bem, aposentados não tem poder de greve. Incorporados são minoria e não farão greve pra não perder as FC´s e CJ´s. Contudo, os sindicatos tentam vender a idéia para o governo que a categoria quer o Mamute, o que sabemos que não é verdade. Os sindicatos falam indevidamente em nosso nome e fazem ameaças de paralisação sem poder para tanto, pois a iniciativa de parar ou não é de cada um. E não devemos ser como o boi que segue a boiada apenas por seguir. Temos que apoiar uma proposta que seja justa e boa para a maioria. Ou seja, GD ou subsídio.

    Da mesma forma que acontece com a força dos abaixos assinados, que tem o poder de iniciar a tramitação legislativa, pois mostra ao legislador a intenção do povo, o que podemos fazer nesse momento é uma carta de repúdio a essa atitude covarde da Fenajufe e demais sindicatos, dizendo que aceitamos sim a idéia levada pelo Secretário do STJ de recebermos por GD. Isso sim poderia ter impacto. Podemos enviar mensagens de nossos emails funcionais, para que este se certifique que somos servidores e que estamos expressando nosso descontentamento com a postura da Fenajufe e que não iremos aderir a greve por um projeto imoral e morto que é o PL Mamute.

    Vejam, temos sim a chance de derrubar a Fenajufe. A Fenajufe se vale da nossa força, no sentido de fazer greve, para alcançar seus objetivos. Se cada um de nós enviar uma mensagem a essa pessoas encarregadas de propor o substitutivo e emplacar a GD, que força terá a Fenajufe? Se amanhã o Barbosa decidir enviar um PL na forma do GD, quem irá fazer greve ou protesto? Meia dúzia de incorporados e uma dezena de aposentados, não mais que isso.

    Já que não temos legitimidade para estar numa mesa de negociação e dizer o que pensamos, o que podemos fazer é falar a essas pessoas, que de fato tem o poder de virar esse jogo a nosso favor, mandando emails para que saibam o que pensamos e para que não temam a possibilidade de uma greve e razão das ameaças ridículas da Fenajufe.

    Por fim, sei que muita gente pode estar pensando que isso pode não dar certo e outros podem até estar dizendo "sabe de nada inocente". Mas uma coisa é certa. O tiro pode ser certeiro e não temos nada a perder. Agora, ficar parado vendo o Ponciânus fazer o que quer é que não podemos.

    Vou mandar a carta ao secretário do STJ, STF e demais autoridades que eu reputar relevantes para que possamos virar o jogo. Depois eu vou postar aqui o teor para quem quiser aproveitar e fazer o mesmo.

    Lembrem-se, podemos sim virar esse jogo e nossa vitória vai começar com a queda da Fenajufe. É por aí o caminho.
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    Mensagem por mineiro Qui 15 Maio 2014, 8:31 pm

    Gostaria também de agradecer e parabenizar à Najla e à Eugênia pela defesa de nossos interresses na mesa de negociação.

    Sei muito bem que a Ferrajufe não colocaria na nota de divulgação de seu site, nenhuma menção à fala da Eugenia durante os debates.

    Que amanhã seja um dia de mudança para nossa carreira, força para vocês!
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    Mensagem por coaras Qui 15 Maio 2014, 8:42 pm

    Para quem dizia que era diferente dos sindicalistas, que iria fazer diferente, que a anata ia defender o interesse dos servidores, que iria nos informar de tudo o que tava acontecendo e antes de decidir alguma coisa ia consultar a categoria, parece que mudou bastante.

    A Eugenia esta com o mesmo discurso do Lutafenajufe, hoje na greve em SP, questionei os diretores do sintrajud, como eles podiam recusar a discussão da GD proposta na mesa de negociação ontem, sendo que eles não consultaram a categoria para isso.

    O discurso foi o mesmo que já sabemos, que a categoria não quer a GD, que a fenajufe já tomou posição em todas as suas instancias sindicais contrarias a GD, que as assembleias e congresso do sintrajud foram contrarios a GD e questionaram onde eu estava que não sabia isso e que se eu não participei das assembleias e do congresso do sintrajud para defender o meu posicionamento ou a GD eu não poderia fazer nada, pois as instancias decisorias da categoria são essas, portanto eu que estava querendo tumultuar e dividir a categoria querendo discutir algo, a GD, que já foi recusada pela categoria e os representantes da categoria na mesa, só falaram o que já tinha sido decidido.

    Questionei que isso não era correto, pois se a proposta de discussão da GD foi feita ontem na mesa os representantes da categoria deveriam primeiro trazer para a base discutir e então só depois disso com a base tomando uma decisão poderiam falar em nome de todos.

    E para mim as decisões da fenajufe ou sindicatos não podem ser sobre o futuro algo que ainda não foi proposto, pois assim quer dizer que mesmo que ofereçam um GD de 100 mil reais a fenajufe vai ser contra, pois em um congresso da fenajufe em mil novecentos e bolinha nossos avós decidiram que nunca iriamos aceitar a GD, as decisões são "ad aeternum", não importa qual seja a nova proposta a categoria, atraves de seus representantes sindicais vão ser contra pois um dia se votou contra, parece comédia né, seria cômico se não fosse trágico.

    As decisões dos sindicatos, assembleias, congressos, fenajufe, seja lá quem for devem ser tomadas levando-se em consideração o que esta sendo proposto e oferecido e essas decisões tem que valer para aquele momento, que naquele momento foi o que a categoria quis e decidio.

    Usar uma decisão da categoria de anos atrás para refutar proposta futura em nome da categoria que nem sabe que proposta esta sendo discutida para mim é roubo representativo.

    E para terminar o discurso feito pelo Cleber, diretor do sintrajud, para refutar o meu argumento, foi o mesmo que a eugenia usou para refutar a GD no grupo do facebook. o Cleber falou as mesmas coisas, igualzinho, sem por e nem tirar uma palavra, que a gd tinha sido implantada na cgu e que eles lutaram para mudar para o subsidio pois eles estavam avaliando mal os servidores para sobrar mais orçamento para outras coisa.

    Como podemos ver a Eugenia esta com o mesmo discurso do sintrajud e lutafenajufe, usando esse argumento fraco do cgu que eu nem sei se é verdade, mas que esta sendo difundido pelos sindicalistas do sintrajud aqui em são paulo, que pertencem a lutafenajufe.
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    Mensagem por Falcon Qui 15 Maio 2014, 9:12 pm

    A carreira do Supremo implantava a GD. Agora fica claro o motivo do combate desesperado dos sindicalistas contra essa carreira. Que argumento eles teriam para rechaçar a GD (perante os tribunais, o Executivo e o Legislativo), sendo que o tribunal mais importante do país a estava criando para seus servidores?
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    Mensagem por zak Qui 15 Maio 2014, 9:53 pm

    Falcon escreveu:A carreira do Supremo implantava a GD. Agora fica claro o motivo do combate desesperado dos sindicalistas contra essa carreira. Que argumento eles teriam para rechaçar a GD (perante os tribunais, o Executivo e o Legislativo), sendo que o tribunal mais importante do país a estava criando para seus servidores?

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    Mensagem por zak Qui 15 Maio 2014, 10:16 pm

    Reunião online com a Anata:

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    Mensagem por GCC Qui 15 Maio 2014, 10:51 pm

    coaras escreveu:Para quem acha que a Eugenia vai falar alguma coisa a favor da GD na mesa de negociação pode ir tirando o cavalinho da chuva......rs

    Veja o que ela escreveu no grupo Fenajufe Independente:

    Eugênia Lacerda: Gente, GD é igual função: escraviza. A cgu trocou gd por subsídio pq qdo faltava orçamento pra algo lá, a administração mandava os chefes avaliarem os servidores de trabalho insatisfatório para usar o dinheiro em outras coisas. Entre subsídio e gd, prefiro o subsídio.
    11 de maio às 17:35

    Link para provar que não estou inventando nada: [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]


    Também sou mais o PL do subsídio do MPU, do que um GD a mais no salário, que ajudaria, mas não resolve tanto em termos de moralização da folha, e dá margem para certas arbitrariedades, se a carreira não foi organizada. Mas não é igual função não!!!!!! É pra todo mundo.Ou para ninguém, se o CNJ, com um dos Ministros do STF pró mensaleiro como presidente em um futuro breve, resolve instituir uma de suas metas inatingíveis.

    Quanto ao mais rapaziada. O Vander é o cara que está mais precisando de aumento mesmo.

    Tá mexendo com sua cabeça meu camarada. Isentar o Governo é foda.
    E mais, não é o sindicato que tá pondo a culpa no governo não. O sindicato tá atacando só o JB!

    E cá entre nós. Vão ficar enrolando agente de lenga-lenga. Aí no meio do ano, depois da copa, com a greve ganhando força, o sindicato cancela a greve, por causa do recesso parlamentar. Então O sindicato começa a percorrer os fóruns aqui em BSB com camisetinha do PT, dizendo que o há um acordo costurado com o próximo governo PT. Este é o filme que se repete. Sempre.

    A culpa é do Governo PT, que põe a opinião pública contra, pondo o relator de orçamento para falar que não tem cabimento marajá do judiciário ganhar aumento. Isso depois de anos sem reajuste.

    A magistratura, que divide o bolo ($$). Faz de morta. Sobra mais.

    E o sindicato apoia a petralhada, está enrolando a categoria. Acabando com greves nas piores horas possíveis, dando credibilidades a infinitas promessas que não se concretizam. Durante anos.

    E nós? Temos que se mobilizar, mas se for greve, não deixar a decisão nas mãos do sindicato em assembleias realizadas na surdina com meia dúzia deles votando. Lembram? Se não vamos virar massa de manobra de novo.

    Já disse aqui. Na greve, vamos organizar um boicote geral.

    VCS viram a catraca zero dos motoristas do Rio?  

    Imagina essa. Fazemos a conclusão de todos os processos que estiverem aptos. Todos. É dever de ofício, quem não deixa subir é o juiz o desembargador, o ministro. Fazemos isso uma vez por mês, no último dia útil.

    Que tal?
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    Mensagem por me respeite Qui 15 Maio 2014, 10:55 pm

    zak escreveu:
    Falcon escreveu:A carreira do Supremo implantava a GD. Agora fica claro o motivo do combate desesperado dos sindicalistas contra essa carreira. Que argumento eles teriam para rechaçar a GD (perante os tribunais, o Executivo e o Legislativo), sendo que o tribunal mais importante do país a estava criando para seus servidores?

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    Falcon, reforço o seu argumento. Não para por ai.

    Se alguem acreditasse que realmente não dá mais tempo de mudar modelo remuneratório porque têm tanto medo de o supremo separar a carreira e mudar também o modelo?!?!. Deviam estar tranquilos....sabem que não dá tempo....

    Lógico que dá pra adotar qualquer modelo remuneratório, basta que se tenha interesse dos tribunais. Mas quem vai ter interesse de aprovar um modelo que faz um analista e um oficial de justiça ganharem mais que um juiz??

    Os juizes querem e aprovam um modelo que "segure" seus servidores, que insatisfeitos com o salário de 7 mil, topam sair pra ganhar 12.....mas o que dizer dos que já ganham 16, será que conseguiriam ganhar algo a mais em outro concurso? porque os juizes iriam querer que eles passassem a ganhar 21?
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    Mensagem por Galizezin Qui 15 Maio 2014, 11:07 pm

    coaras escreveu:Para quem acha que a Eugenia vai falar alguma coisa a favor da GD na mesa de negociação pode ir tirando o cavalinho da chuva......rs

    Veja o que ela escreveu no grupo Fenajufe Independente:

    Eugênia Lacerda: Gente, GD é igual função: escraviza. A cgu trocou gd por subsídio pq qdo faltava orçamento pra algo lá, a administração mandava os chefes avaliarem os servidores de trabalho insatisfatório para usar o dinheiro em outras coisas. Entre subsídio e gd, prefiro o subsídio.
    11 de maio às 17:35

    Link para provar que não estou inventando nada: [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Nesse ponto, concordo com a Eugênia. Subsídio é parcela única. Então, rechaçada qualquer manobra do governo de redução salarial.


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    Mensagem por Sigma Qui 15 Maio 2014, 11:26 pm

    Galizezin escreveu:
    coaras escreveu:Para quem acha que a Eugenia vai falar alguma coisa a favor da GD na mesa de negociação pode ir tirando o cavalinho da chuva......rs

    Veja o que ela escreveu no grupo Fenajufe Independente:

    Eugênia Lacerda: Gente, GD é igual função: escraviza. A cgu trocou gd por subsídio pq qdo faltava orçamento pra algo lá, a administração mandava os chefes avaliarem os servidores de trabalho insatisfatório para usar o dinheiro em outras coisas. Entre subsídio e gd, prefiro o subsídio.
    11 de maio às 17:35

    Link para provar que não estou inventando nada: [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Nesse ponto, concordo com a Eugênia. Subsídio é parcela única. Então, rechaçada qualquer manobra do governo de redução salarial.

    Eu já sou bem féladaputa: defendo abertamente a GD frente aos sindicalistas, botando medo nos putos, pra eles se abraçarem ao subsídio e acabar de vez com essa mer... de quebra de paridade. Brilhante? Falso? Maquiavélico? Foda-se. Vou falar de GD até eles desembestarem a defender o subsídio.

    E, s.m.j. ("salvo melhor juízo", aprendi isso há pouco tempo, rsrsrs), se o STF (que SABE do modelo de subsídio) propor o subsídio, não tem sindicalista que aguente segurar a base.

    Detalhes sobre o subsídio, o STF tem. Basta propor oficialmente.
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    Mensagem por Rogerrfd Qui 15 Maio 2014, 11:27 pm

    Isso é a prova de que universos paralelos existem!

    VANDER DE PAULA escreveu:O Governo quer ZERO!

    Isso é um mantra que ainda NÃO FOI PROVADO.

    É uma daquelas lendas que só se reforçam com as situações a ela favoráveis.

    Exemplo: na roça diz que tem saci. À noite, se ventar em um calipeiro, e as sombras fizerem figuras no chão, dirão que é o saci. A notícia se espalha e reforça a lenda.

    No nosso caso, o que o Governo uma vez propôs em 2009 (GD), os sindicalistas recusaram.
    Na sequencia os sindicalistas pediram o impossível, e o Governo recusou.

    Por causa disso, alguns vem repetindo o mantra: o Governo quer ZERO!

    Será que é mesmo? Será que uma proposta que vá na linha da política do Governo, de transparência e enxugamento da máquina pública, não seria aceita?



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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 11:32 pm

    O Governo não quer o ZERO. Ele quer o melhor pra nós.
    Tanto é que o MPU propôs um plano de carreira com subsídio e já estão recebendo subsídio desde o ano passado.
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    Mensagem por NANTUNES80 Qui 15 Maio 2014, 11:33 pm

    A PGR está atualizando os valores do impacto orçamentário do Subsídio para o MPU.


    Sigma escreveu:
    Galizezin escreveu:
    coaras escreveu:Para quem acha que a Eugenia vai falar alguma coisa a favor da GD na mesa de negociação pode ir tirando o cavalinho da chuva......rs

    Veja o que ela escreveu no grupo Fenajufe Independente:

    Eugênia Lacerda: Gente, GD é igual função: escraviza. A cgu trocou gd por subsídio pq qdo faltava orçamento pra algo lá, a administração mandava os chefes avaliarem os servidores de trabalho insatisfatório para usar o dinheiro em outras coisas. Entre subsídio e gd, prefiro o subsídio.
    11 de maio às 17:35

    Link para provar que não estou inventando nada: [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Nesse ponto, concordo com a Eugênia. Subsídio é parcela única. Então, rechaçada qualquer manobra do governo de redução salarial.

    Eu já sou bem féladaputa: defendo abertamente a GD frente aos sindicalistas, botando medo nos putos, pra eles se abraçarem ao subsídio e acabar de vez com essa mer... de quebra de paridade. Brilhante? Falso? Maquiavélico? Foda-se. Vou falar de GD até eles desembestarem a defender o subsídio.

    E, s.m.j. ("salvo melhor juízo", aprendi isso há pouco tempo, rsrsrs), se o STF (que SABE do modelo de subsídio) propor o subsídio, não tem sindicalista que aguente segurar a base.

    Detalhes sobre o subsídio, o STF tem. Basta propor oficialmente.
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    Mensagem por Convidado Qui 15 Maio 2014, 11:40 pm


    Esse mantra O GOVERNO PREFERE O ZERO é um desserviço na análise dos fatos.

    Está-se 'passando um pano' na complexa situação, para chegar à conveniente conclusão de que

    a culpa é do outro!


    É como em um pedido de casamento: o cara pede a namorada em casamento. Ela recusa.

    O cara conclui: Ela prefere ficar solteira!

    E tem gente acreditando e repetindo isso; para chegar a essa conclusão o cara olha seu hollerite

    e não vê reajuste; e conclui 'O Governo quer o Zero'.

    Brilhante. Uma perfeição de método científico. Pode passar lá e pegar seu diploma de MANÉ!

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    Mensagem por fbomber Sex 16 Maio 2014, 12:09 am

    E se a alternativa for entre GD e nada?

    E se for subsídio ou GD, mas a tabela de subsídio for menor, principalmente para os técnicos?

    A questão é justamente essa: sem saber as condições, não dá para optar previamente e, em qualquer caso, os coordenadores da FENAJUFE deveriam levar a decisão aos servidores.

    Sobre esses argumentos ridículos sobre a GD, posso dizer sobre meus amigos do TCU e do senado que recebem por GD e estão muito satisfeitos. Aliás, boa parte dos servidores da PGR, do STF e dos Tribunais Superiores estão estudando para o TCU e para o legislativo, para receber por GD. Se passarem, não vão ter nenhuma saudade da remuneração atual. Alguém aqui viu alguém do TCU ou do Legislativo estudando para o PJU ou para o MPU?

    Caso essa mesa de negociação não feche algo possível de ser aprovado, estará sacramentada, na minha opinião, a separação das carreiras dos Tribunais Superiores, onde as coisas não podem mais esperar. Afinal, o PL do STF prevê uma gratificação de desempenho e o PL do STJ prevê uma GD e uma outra gratificação baseada em produtividade. Os Tribunais enviarão os projetos e dirão à FENAJUFE: "Vocês não quiseram".


    Galizezin escreveu:
    coaras escreveu:Para quem acha que a Eugenia vai falar alguma coisa a favor da GD na mesa de negociação pode ir tirando o cavalinho da chuva......rs

    Veja o que ela escreveu no grupo Fenajufe Independente:

    Eugênia Lacerda: Gente, GD é igual função: escraviza. A cgu trocou gd por subsídio pq qdo faltava orçamento pra algo lá, a administração mandava os chefes avaliarem os servidores de trabalho insatisfatório para usar o dinheiro em outras coisas. Entre subsídio e gd, prefiro o subsídio.
    11 de maio às 17:35

    Link para provar que não estou inventando nada: [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Nesse ponto, concordo com a Eugênia. Subsídio é parcela única. Então, rechaçada qualquer manobra do governo de redução salarial.
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    Mensagem por Convidado Sex 16 Maio 2014, 12:26 am

    fbomber escreveu:E se a alternativa for entre GD e nada?

    E se for subsídio ou GD, mas a tabela de subsídio for menor, principalmente para os técnicos?

    A questão é justamente essa: sem saber as condições, não dá para optar previamente e, em qualquer caso, os coordenadores da FENAJUFE deveriam levar a decisão aos servidores.

    Sobre esses argumentos ridículos sobre a GD, posso dizer sobre meus amigos do TCU e do senado que recebem por GD e estão muito satisfeitos. Aliás, boa parte dos servidores da PGR, do STF e dos Tribunais Superiores estão estudando para o TCU e para o legislativo, para receber por GD. Se passarem, não vão ter nenhuma saudade da remuneração atual. Alguém aqui viu alguém do TCU ou do Legislativo estudando para o PJU ou para o MPU?

    Caso essa mesa de negociação não feche algo possível de ser aprovado, estará sacramentada, na minha opinião, a separação das carreiras dos Tribunais Superiores, onde as coisas não podem mais esperar. Afinal, o PL do STF prevê uma gratificação de desempenho e o PL do STJ prevê uma GD e uma outra gratificação baseada em produtividade. Os Tribunais enviarão os projetos e dirão à FENAJUFE: "Vocês não quiseram".


    Galizezin escreveu:
    coaras escreveu:Para quem acha que a Eugenia vai falar alguma coisa a favor da GD na mesa de negociação pode ir tirando o cavalinho da chuva......rs

    Veja o que ela escreveu no grupo Fenajufe Independente:

    Eugênia Lacerda: Gente, GD é igual função: escraviza. A cgu trocou gd por subsídio pq qdo faltava orçamento pra algo lá, a administração mandava os chefes avaliarem os servidores de trabalho insatisfatório para usar o dinheiro em outras coisas. Entre subsídio e gd, prefiro o subsídio.
    11 de maio às 17:35

    Link para provar que não estou inventando nada: https://www.facebook.com/groups/fenajufe.independente/permalink/697414156984116/?comment_id=698758380183027&offset=0&total_comments=48&notif_t=group_activity

    Nesse ponto, concordo com a Eugênia. Subsídio é parcela única. Então, rechaçada qualquer manobra do governo de redução salarial.





    Esse é o ponto fundamental e despercebido dos sindicalistas!


    Última edição por VANDER DE PAULA em Sex 16 Maio 2014, 1:17 am, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Convidado Sex 16 Maio 2014, 1:16 am

    E SE A MESA DE NEGOCIAÇÕES DO STF NÃO FECHAR ALGO POSSÍVEL DE SER APROVADO PELO GOVERNO?

    Fenajufe pode dar um tiro no próprio pé e impulsionar a SEPARAÇÃO DAS CARREIRAS. Anata perde oportunidade!


    Um colega fez uma interessante observação sobre o day after dessa Mesa do STF:

    "Caso essa mesa de negociação não feche algo POSSÍVEL de ser aprovado, estará sacramentada, na minha opinião, a separação das carreiras dos Tribunais Superiores, onde as coisas não podem mais esperar.

    Afinal, o PL do STF prevê uma gratificação de desempenho e o PL do STJ prevê uma GD e uma outra gratificação baseada em produtividade. Os Tribunais enviarão os projetos e dirão à FENAJUFE: "Vocês não quiseram [nos seguir]".

    E é facil perceber se uma proposta é boa ou não, se possível de ser aceita pelo Governo ou não!
    Se reeditar o atual PL 6613 Mamute, apenas maqueando alguns pontos dele, certamente que o Governo não aceitará.

    Esse é um ponto fundamental!

    Se não sair nada da Mesa de Negociações do STF, ou sair algo tosco, algo IMPROVÁVEL de ser aceito pelo Governo,o Projeto de Carreira Própria será encaminhado pelo STF, deixando o resto do Judiciário de fora, com a proposta que resultar dessa Mesa de Negociações, e assim haverá a temida [pela Fenajufe] SEPARAÇÃO DAS CARREIRAS!

    Certamente que os servidores do STF serão consultados, e é pouco provável que estes servidores embarquem em uma proposta ruim, resultante da Mesa de Negociações!
    Recusando e pedindo o encaminhamento de sua proposta de Carreira Própria, possivelmente o STF os atenderá.

    Conclusão: é necessário que saia uma boa proposta dessa Mesa de Negociações do STF, ou a separação das Carreiras ganhará um impulso!

    A Anata pretende que se debata um Plano de Carreira após a atual Mesa de Negociações do STF, negando e perdendo a oportunidade dessa Mesa; só não prevê que pode ser tarde demais: a separação das carreiras poderá ser um fato consumado em breve!
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    Mensagem por Policarpo (fora) já! Sex 16 Maio 2014, 8:23 am

    VANDER DE PAULA escreveu:E SE A MESA DE NEGOCIAÇÕES DO STF NÃO FECHAR ALGO POSSÍVEL DE SER APROVADO PELO GOVERNO?

    Fenajufe pode dar um tiro no próprio pé e impulsionar a SEPARAÇÃO DAS CARREIRAS. Anata perde oportunidade!


    Um colega fez uma interessante observação sobre o day after dessa Mesa do STF:

    "Caso essa mesa de negociação não feche algo POSSÍVEL de ser aprovado, estará sacramentada, na minha opinião, a separação das carreiras dos Tribunais Superiores, onde as coisas não podem mais esperar.

    Afinal, o PL do STF prevê uma gratificação de desempenho e o PL do STJ prevê uma GD e uma outra gratificação baseada em produtividade. Os Tribunais enviarão os projetos e dirão à FENAJUFE: "Vocês não quiseram [nos seguir]".

    E é facil perceber se uma proposta é boa ou não, se possível de ser aceita pelo Governo ou não!
    Se reeditar o atual PL 6613 Mamute, apenas maqueando alguns pontos dele, certamente que o Governo não aceitará.

    Esse é um ponto fundamental!

    Se não sair nada da Mesa de Negociações do STF, ou sair algo tosco, algo IMPROVÁVEL de ser aceito pelo Governo,o Projeto de Carreira Própria será encaminhado pelo STF, deixando o resto do Judiciário de fora, com a proposta que resultar dessa Mesa de Negociações, e assim haverá a temida [pela Fenajufe] SEPARAÇÃO DAS CARREIRAS!

    Certamente que os servidores do STF serão consultados, e é pouco provável que estes servidores embarquem em uma proposta ruim, resultante da Mesa de Negociações!
    Recusando e pedindo o encaminhamento de sua proposta de Carreira Própria, possivelmente o STF os atenderá.

    Conclusão: é necessário que saia uma boa proposta dessa Mesa de Negociações do STF, ou a separação das Carreiras ganhará um impulso!

    A Anata pretende que se debata um Plano de Carreira após a atual Mesa de Negociações do STF, negando e perdendo a oportunidade dessa Mesa; só não prevê que pode ser tarde demais: a separação das carreiras poderá ser um fato consumado em breve!
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    Mensagem por Convidado Sex 16 Maio 2014, 8:33 am

    E sobre a reunião de ontem?
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    Mensagem por Galizezin Sex 16 Maio 2014, 8:35 am

    Antigão Incorporado STF escreveu:O Governo não quer o ZERO. Ele quer o melhor pra nós.
    Tanto é que o MPU propôs um plano de carreira com subsídio e já estão recebendo subsídio desde o ano passado.
    Naum... pera...
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    Disso eu lembro muito bem: Ayres Brito conversou com o PGR para NÃO propor o subsídio naquele momento e segui-lo no projeto da merreca.


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    Mensagem por TRF1/MG Sex 16 Maio 2014, 8:46 am

    VANDER DE PAULA escreveu:
    Esse mantra O GOVERNO PREFERE O ZERO é um desserviço na análise dos fatos.

    Está-se 'passando um pano' na complexa situação, para chegar à conveniente conclusão de que

    a culpa é do outro!


    É como em um pedido de casamento: o cara pede a namorada em casamento. Ela recusa.

    O cara conclui: Ela prefere ficar solteira!

    E tem gente acreditando e repetindo isso; para chegar a essa conclusão o cara olha seu hollerite

    e não vê reajuste; e conclui 'O Governo quer o Zero'.

    Brilhante. Uma perfeição de método científico. Pode passar lá e pegar seu diploma de MANÉ!


    Não temos aumento porque os sindicatos estão lutando para manter seus privilégios e esquecendo a categoria. Não temos aumento porque os servidores são acomodados e não sem mexem para mudar essa situação atual. Não temos aumento porque o governo tem clara intenção de rebaixar ainda mais o Judiciário, jogar na vala. Tudo isso é claro para todos.
    Agora, aguentar PETISTA DE mer... querendo isentar o governo é demais. Mané é quem ainda cai nesta conversa desses PETISTAS DE mer....
    Eles não desistem, esse mesmo PETISTA DE mer... já defendia o governo anteriormente, jurando que ele estava do nosso lado. Esse mesmo PETISTA DE mer... já disse várias vezes aqui anteriormente que o governo iria implementar o subsídio goela abaixo! Lembram desse mantra desse PETISTA DE mer...??? Se tivesse vergonha na cara não vinha mais aqui querer isentar o governo, mas pedir vergonha na cara para esse turma de PeTralhas é demais!!!
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    Mensagem por naranjito Sex 16 Maio 2014, 9:08 am

    TRF1/MG escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:
    Esse mantra O GOVERNO PREFERE O ZERO é um desserviço na análise dos fatos.

    Está-se 'passando um pano' na complexa situação, para chegar à conveniente conclusão de que

    a culpa é do outro!


    É como em um pedido de casamento: o cara pede a namorada em casamento. Ela recusa.

    O cara conclui: Ela prefere ficar solteira!

    E tem gente acreditando e repetindo isso; para chegar a essa conclusão o cara olha seu hollerite

    e não vê reajuste; e conclui 'O Governo quer o Zero'.

    Brilhante. Uma perfeição de método científico. Pode passar lá e pegar seu diploma de MANÉ!


    Não temos aumento porque os sindicatos estão lutando para manter seus privilégios e esquecendo a categoria. Não temos aumento porque os servidores são acomodados e não sem mexem para mudar essa situação atual. Não temos aumento porque o governo tem clara intenção de rebaixar ainda mais o Judiciário, jogar na vala. Tudo isso é claro para todos.
    Agora, aguentar PETISTA DE mer... querendo isentar o governo é demais. Mané é quem ainda cai nesta conversa desses PETISTAS DE mer....
    Eles não desistem, esse mesmo PETISTA DE mer... já defendia o governo anteriormente, jurando que ele estava do nosso lado. Esse mesmo PETISTA DE mer... já disse várias vezes aqui anteriormente que o governo iria implementar o subsídio goela abaixo! Lembram desse mantra desse PETISTA DE mer...??? Se tivesse vergonha na cara não vinha mais aqui querer isentar o governo, mas pedir vergonha na cara para esse turma de PeTralhas é demais!!!

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    Mensagem por Najla Sex 16 Maio 2014, 9:18 am

    Fbomber,

    O que a mesa decidir terá que ser levado para a categoria de toda a forma, todos que estão participando da mesa sabem disso.

    E quem é que vai às assembleias? Os que preferem o reajuste no VB. Enquanto nós reclamamos muito pela internet, os colegas mais antigos vão para as assembleias defender o que lhes parecer ser o melhor. Alguém acha que quem quer outra forma de reajuste vai lotar as assembleias? Sou pessimista quanto a isso.


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    Mensagem por Convidado Sex 16 Maio 2014, 9:21 am

    VANDER DE PAULA escreveu:
    fbomber escreveu:E se a alternativa for entre GD e nada?

    E se for subsídio ou GD, mas a tabela de subsídio for menor, principalmente para os técnicos?

    A questão é justamente essa: sem saber as condições, não dá para optar previamente e, em qualquer caso, os coordenadores da FENAJUFE deveriam levar a decisão aos servidores.

    Sobre esses argumentos ridículos sobre a GD, posso dizer sobre meus amigos do TCU e do senado que recebem por GD e estão muito satisfeitos. Aliás, boa parte dos servidores da PGR, do STF e dos Tribunais Superiores estão estudando para o TCU e para o legislativo, para receber por GD. Se passarem, não vão ter nenhuma saudade da remuneração atual. Alguém aqui viu alguém do TCU ou do Legislativo estudando para o PJU ou para o MPU?

    Caso essa mesa de negociação não feche algo possível de ser aprovado, estará sacramentada, na minha opinião, a separação das carreiras dos Tribunais Superiores, onde as coisas não podem mais esperar. Afinal, o PL do STF prevê uma gratificação de desempenho e o PL do STJ prevê uma GD e uma outra gratificação baseada em produtividade. Os Tribunais enviarão os projetos e dirão à FENAJUFE: "Vocês não quiseram".


    Galizezin escreveu:
    coaras escreveu:Para quem acha que a Eugenia vai falar alguma coisa a favor da GD na mesa de negociação pode ir tirando o cavalinho da chuva......rs

    Veja o que ela escreveu no grupo Fenajufe Independente:

    Eugênia Lacerda: Gente, GD é igual função: escraviza. A cgu trocou gd por subsídio pq qdo faltava orçamento pra algo lá, a administração mandava os chefes avaliarem os servidores de trabalho insatisfatório para usar o dinheiro em outras coisas. Entre subsídio e gd, prefiro o subsídio.
    11 de maio às 17:35

    Link para provar que não estou inventando nada: https://www.facebook.com/groups/fenajufe.independente/permalink/697414156984116/?comment_id=698758380183027&offset=0&total_comments=48¬if_t=group_activity

    Nesse ponto, concordo com a Eugênia. Subsídio é parcela única. Então, rechaçada qualquer manobra do governo de redução salarial.





    Esse é o ponto fundamental e despercebido dos sindicalistas!

    É exatamente o que eu ia dizer. Eu, e creio que qualquer ser humano que entenda do assunto na face da terra, vai preferir subsídio a gratificação de desempenho.

    Entretanto, nossa questão é outra: é o nada contra um aumento via gratificação de desempenho que teria algum apoio da administração, coisa que outro modelo emergencial não teria.

    Agora, quanto à função, não tem nem comparação. São minimamente semelhantes: a diferença é que a GD tem uma parte com a qual você SEMPRE poderá contar, vai para a conta da previdência e pelo menos em termos de MPU certamente tende a ter um valor maior que a maioria das funções.

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    Tópico Geral Empty PARA QUEM ACHA QUE GRATIFICACAO DE DESEMPENHO VALE A PENA

    Mensagem por QUEM NAO CHORA NÃO MAMA Sex 16 Maio 2014, 9:45 am

    PARA QUEM ACHA QUE GRATIFICACAO DE DESEMPENHO VALE À PENA (colhido no blog [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]
     
    Aposentados do serviço público federal reclamam da perda de qualidade de vida

    Agência Senado     -     16/05/2014




    O aumento no valor das mensalidades dos planos de saúde patrocinados e o rebaixamento da renda devido ao corte de 50% das gratificações recebidas no período da ativa são causas do empobrecimento dos aposentados do serviço público federal. As queixas foram feitas em audiência na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (15), sugerida pelo senador Paulo Paim (PT-RS) para debater a qualidade de vida dos aposentados.

    - Depois de dedicarem toda a vida ao bom andamento e fortalecimento do serviço público, quando se aposentam não contam com o reconhecimento em termos salariais nem a mínima proteção para viverem com dignidade – lamentou a sindicalista Cleuza Maria Faustino do Nascimento.

    Diretora da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), Cleuza Faustino do Nascimento defendeu o retorno da paridade salarial entre aposentados e servidores da ativa. Também pediu a extinção da política de valorização das gratificações, em favor da melhoria do salário básico. Quando o servidor se aposenta, só incorpora a seu pagamento 50% das gratificações recebidas.

    Luis Fernando Silva, assessor jurídico da Fenasps, salienta que o modelo remuneratório baseado nas gratificações vem sendo adotado ao extremo em diversos órgãos. No Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), por exemplo, 70% dos salários já seriam vinculados a gratificação de desempenho, sendo apenas de 30% a remuneração básica. Nesse caso, a renda do servidor cai 35% assim que se aposenta.

    Segundo o assessor, a “onda” das gratificações começou durante o primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso e vem se mantendo. Com essa medida, assinalou, o governo busca, em parte, canalizar recursos para os servidores na fase ativa e, por outra, melhorar seu desempenho fiscal.

    - Evidente que buscar o equilíbrio fiscal é importante, mas estão exacerbando na questão das gratificações de desempenho – comentou.

    Geap

    Com relação aos planos de Saúde, Luis Fernando disse que cerca de 500 mil “vidas”, entre servidores contribuintes e dependentes, estão vinculados à Geap - Fundação de Seguridade Social. Ele criticou a decisão da entidade de mudar a forma de custeio de seus planos: no lugar do sistema de contribuição solidária, em que as pessoas que menos usam financiam os que mais utilizam, adotou regime com base na idade e faixa salarial.

    - Ora, isso significa expulsar os mais velhos – disse o assessor, destacando o impacto negativo do sistema para quem ocupa as faixas mais altas de idade.

    A revisão dos valores das mensalidades teve início em 2012, conforme Luiz Fernando. Depois disso, ele disse que os servidores e aposentados passaram a enfrentar grandes dificuldades para pagar seus planos. Chegou a citar o caso de um servidor do Ministério da Saúde, com salário ao redor de R$ 2 mil mensais, que de repente se viu obrigado a destinar R$ 1.200,00 apenas para manter o plano.

    - É por isso que tem muita gente deixando o sistema para engrossar as fileiras do SUS – afirmou.

    Desequilíbrio

    Aubiérgio Barros de Souza Filho, hoje interventor da Geap – Previdência, mas que na época respondia também pela área de saúde da instituição, afirmou que a revisão do modelo foi necessária por causa do desequilíbrio atuarial. À época, frisou, o patrimônio negativo chegava a R$ 57 bilhões.

    Segundo ele, o problema maior estava na área dos planos de saúde e os estudos indicaram a necessidade de um reajuste de 17% naquele momento. Apesar disso, explicou que foi adotado apenas 12%, para minimizar o sacrifício imposto aos associados. Além disso, foram aplicados valores relativamente maiores para os mais jovens.

    O interventor esclareceu ainda que o plano atualmente mais caro, em valor per capita, custa R$ 524,95 e sobre esse valor ainda se deduz a contribuição do governo. Em relação ao servidor que estaria pagando R$ 1.200 por mês ao Geap pela cobertura de saúde, a seu ver nesse valor também constar contribuições de dependentes.

    Auxílio-previdência

    Pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a secretária de Gestão Pública, Ana Lúcia Amorim de Brito, afirmou que os servidores a caminho da aposentadoria de fato exigem atenção e cuidados. Hoje, como assinalou, o Executivo federal conta com cerca de 400 mil aposentados e que nos próximos anos outros 200 mil alcançaram tempo para engrossar esse contingente. Entre os avanços, ela destacou a universalização do auxílio-previdência, que até poucos anos antes era restrito a alguns órgãos.
    Quanto às gratificações de desempenho, a secretária disse que se trata de uma parcela variável para estimular a “melhor entrega de serviços à população”. Mas reconheceu a existência de “discrepâncias” na aplicação do sistema e revelou que já há iniciativa para correção gradativa das distorções.

    Apelo

    Paim, que compartilhou a direção dos trabalhos com o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), disse no final que o debate cumpriu o objetivo de mostrar a realidade enfrentada pelos aposentados. Depois, apelou para que a Geap e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão levem em conta as dificuldades e reivindicações dos servidores.

    - Precisamos garantir a qualidade de vida dos aposentados, porque isso é uma questão de justiça – disse Paim.

    O senador concedeu oportunidade para que alguns aposentados na plateia também se manifestassem. Maria Noeme de Jesus, 64 anos, que veio de São Paulo, disse não há como se falar em qualidade de vida sem o aposentado ter condições sequer de comprar comida e remédio.

    Sobre o plano de saúde do Geap, ela disse que nem sempre se encontra serviços de saúde conveniados e que, mesmo ganhando muito mal, o aposentado ainda precisar arcar com parcela do custo cobrado, em decorrência das regras de co-participação.


    Postado por Siqueira às 06:24
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    Mensagem por QUEM NAO CHORA NÃO MAMA Sex 16 Maio 2014, 9:47 am

    Aposentados do serviço público federal reclamam da perda de qualidade de vida

    Agência Senado - 16/05/2014




    O aumento no valor das mensalidades dos planos de saúde patrocinados e o rebaixamento da renda devido ao corte de 50% das gratificações recebidas no período da ativa são causas do empobrecimento dos aposentados do serviço público federal. As queixas foram feitas em audiência na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (15), sugerida pelo senador Paulo Paim (PT-RS) para debater a qualidade de vida dos aposentados.

    - Depois de dedicarem toda a vida ao bom andamento e fortalecimento do serviço público, quando se aposentam não contam com o reconhecimento em termos salariais nem a mínima proteção para viverem com dignidade – lamentou a sindicalista Cleuza Maria Faustino do Nascimento.

    Diretora da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), Cleuza Faustino do Nascimento defendeu o retorno da paridade salarial entre aposentados e servidores da ativa. Também pediu a extinção da política de valorização das gratificações, em favor da melhoria do salário básico. Quando o servidor se aposenta, só incorpora a seu pagamento 50% das gratificações recebidas.

    Luis Fernando Silva, assessor jurídico da Fenasps, salienta que o modelo remuneratório baseado nas gratificações vem sendo adotado ao extremo em diversos órgãos. No Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), por exemplo, 70% dos salários já seriam vinculados a gratificação de desempenho, sendo apenas de 30% a remuneração básica. Nesse caso, a renda do servidor cai 35% assim que se aposenta.

    Segundo o assessor, a “onda” das gratificações começou durante o primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso e vem se mantendo. Com essa medida, assinalou, o governo busca, em parte, canalizar recursos para os servidores na fase ativa e, por outra, melhorar seu desempenho fiscal.

    - Evidente que buscar o equilíbrio fiscal é importante, mas estão exacerbando na questão das gratificações de desempenho – comentou.

    Geap

    Com relação aos planos de Saúde, Luis Fernando disse que cerca de 500 mil “vidas”, entre servidores contribuintes e dependentes, estão vinculados à Geap - Fundação de Seguridade Social. Ele criticou a decisão da entidade de mudar a forma de custeio de seus planos: no lugar do sistema de contribuição solidária, em que as pessoas que menos usam financiam os que mais utilizam, adotou regime com base na idade e faixa salarial.

    - Ora, isso significa expulsar os mais velhos – disse o assessor, destacando o impacto negativo do sistema para quem ocupa as faixas mais altas de idade.

    A revisão dos valores das mensalidades teve início em 2012, conforme Luiz Fernando. Depois disso, ele disse que os servidores e aposentados passaram a enfrentar grandes dificuldades para pagar seus planos. Chegou a citar o caso de um servidor do Ministério da Saúde, com salário ao redor de R$ 2 mil mensais, que de repente se viu obrigado a destinar R$ 1.200,00 apenas para manter o plano.

    - É por isso que tem muita gente deixando o sistema para engrossar as fileiras do SUS – afirmou.

    Desequilíbrio

    Aubiérgio Barros de Souza Filho, hoje interventor da Geap – Previdência, mas que na época respondia também pela área de saúde da instituição, afirmou que a revisão do modelo foi necessária por causa do desequilíbrio atuarial. À época, frisou, o patrimônio negativo chegava a R$ 57 bilhões.

    Segundo ele, o problema maior estava na área dos planos de saúde e os estudos indicaram a necessidade de um reajuste de 17% naquele momento. Apesar disso, explicou que foi adotado apenas 12%, para minimizar o sacrifício imposto aos associados. Além disso, foram aplicados valores relativamente maiores para os mais jovens.

    O interventor esclareceu ainda que o plano atualmente mais caro, em valor per capita, custa R$ 524,95 e sobre esse valor ainda se deduz a contribuição do governo. Em relação ao servidor que estaria pagando R$ 1.200 por mês ao Geap pela cobertura de saúde, a seu ver nesse valor também constar contribuições de dependentes.

    Auxílio-previdência

    Pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a secretária de Gestão Pública, Ana Lúcia Amorim de Brito, afirmou que os servidores a caminho da aposentadoria de fato exigem atenção e cuidados. Hoje, como assinalou, o Executivo federal conta com cerca de 400 mil aposentados e que nos próximos anos outros 200 mil alcançaram tempo para engrossar esse contingente. Entre os avanços, ela destacou a universalização do auxílio-previdência, que até poucos anos antes era restrito a alguns órgãos.
    Quanto às gratificações de desempenho, a secretária disse que se trata de uma parcela variável para estimular a “melhor entrega de serviços à população”. Mas reconheceu a existência de “discrepâncias” na aplicação do sistema e revelou que já há iniciativa para correção gradativa das distorções.

    Apelo

    Paim, que compartilhou a direção dos trabalhos com o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), disse no final que o debate cumpriu o objetivo de mostrar a realidade enfrentada pelos aposentados. Depois, apelou para que a Geap e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão levem em conta as dificuldades e reivindicações dos servidores.

    - Precisamos garantir a qualidade de vida dos aposentados, porque isso é uma questão de justiça – disse Paim.

    O senador concedeu oportunidade para que alguns aposentados na plateia também se manifestassem. Maria Noeme de Jesus, 64 anos, que veio de São Paulo, disse não há como se falar em qualidade de vida sem o aposentado ter condições sequer de comprar comida e remédio.

    Sobre o plano de saúde do Geap, ela disse que nem sempre se encontra serviços de saúde conveniados e que, mesmo ganhando muito mal, o aposentado ainda precisar arcar com parcela do custo cobrado, em decorrência das regras de co-participação.


    Postado por Siqueira às 06:24
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    Mensagem por fbomber Sex 16 Maio 2014, 10:22 am

    Najla escreveu:Fbomber,

    O que a mesa decidir terá que ser levado para a categoria de toda a forma, todos que estão participando da mesa sabem disso.

    E quem é que vai às assembleias? Os que preferem o reajuste no VB. Enquanto nós reclamamos muito pela internet, os colegas mais antigos vão para as assembleias defender o que lhes parecer ser o melhor. Alguém acha que quem quer outra forma de reajuste vai lotar as assembleias? Sou pessimista quanto a isso.

    A questão é que os coordenadores da FENAJUFE estão filtrando, a priori, o que será levado aos servidores. Com qual legitimidade eles estão fazendo esse filtro?

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