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    Mensagem por Convidado Sex 16 Maio 2014, 10:23 am

    QUEM NAO CHORA NÃO MAMA escreveu: Aposentados do serviço público federal reclamam da perda de qualidade de vida

    Agência Senado     -     16/05/2014




    O aumento no valor das mensalidades dos planos de saúde patrocinados e o rebaixamento da renda devido ao corte de 50% das gratificações recebidas no período da ativa são causas do empobrecimento dos aposentados do serviço público federal. As queixas foram feitas em audiência na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (15), sugerida pelo senador Paulo Paim (PT-RS) para debater a qualidade de vida dos aposentados.

    - Depois de dedicarem toda a vida ao bom andamento e fortalecimento do serviço público, quando se aposentam não contam com o reconhecimento em termos salariais nem a mínima proteção para viverem com dignidade – lamentou a sindicalista Cleuza Maria Faustino do Nascimento.

    Diretora da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), Cleuza Faustino do Nascimento defendeu o retorno da paridade salarial entre aposentados e servidores da ativa. Também pediu a extinção da política de valorização das gratificações, em favor da melhoria do salário básico. Quando o servidor se aposenta, só incorpora a seu pagamento 50% das gratificações recebidas.

    Luis Fernando Silva, assessor jurídico da Fenasps, salienta que o modelo remuneratório baseado nas gratificações vem sendo adotado ao extremo em diversos órgãos. No Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), por exemplo, 70% dos salários já seriam vinculados a gratificação de desempenho, sendo apenas de 30% a remuneração básica. Nesse caso, a renda do servidor cai 35% assim que se aposenta.

    Segundo o assessor, a “onda” das gratificações começou durante o primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso e vem se mantendo. Com essa medida, assinalou, o governo busca, em parte, canalizar recursos para os servidores na fase ativa e, por outra, melhorar seu desempenho fiscal.

    - Evidente que buscar o equilíbrio fiscal é importante, mas estão exacerbando na questão das gratificações de desempenho – comentou.

    Geap

    Com relação aos planos de Saúde, Luis Fernando disse que cerca de 500 mil “vidas”, entre servidores contribuintes e dependentes, estão vinculados à Geap - Fundação de Seguridade Social. Ele criticou a decisão da entidade de mudar a forma de custeio de seus planos: no lugar do sistema de contribuição solidária, em que as pessoas que menos usam financiam os que mais utilizam, adotou regime com base na idade e faixa salarial.

    - Ora, isso significa expulsar os mais velhos – disse o assessor, destacando o impacto negativo do sistema para quem ocupa as faixas mais altas de idade.

    A revisão dos valores das mensalidades teve início em 2012, conforme Luiz Fernando. Depois disso, ele disse que os servidores e aposentados passaram a enfrentar grandes dificuldades para pagar seus planos. Chegou a citar o caso de um servidor do Ministério da Saúde, com salário ao redor de R$ 2 mil mensais, que de repente se viu obrigado a destinar R$ 1.200,00 apenas para manter o plano.

    - É por isso que tem muita gente deixando o sistema para engrossar as fileiras do SUS – afirmou.

    Desequilíbrio

    Aubiérgio Barros de Souza Filho, hoje interventor da Geap – Previdência, mas que na época respondia também pela área de saúde da instituição, afirmou que a revisão do modelo foi necessária por causa do desequilíbrio atuarial. À época, frisou, o patrimônio negativo chegava a R$ 57 bilhões.

    Segundo ele, o problema maior estava na área dos planos de saúde e os estudos indicaram a necessidade de um reajuste de 17% naquele momento. Apesar disso, explicou que foi adotado apenas 12%, para minimizar o sacrifício imposto aos associados. Além disso, foram aplicados valores relativamente maiores para os mais jovens.

    O interventor esclareceu ainda que o plano atualmente mais caro, em valor per capita, custa R$ 524,95 e sobre esse valor ainda se deduz a contribuição do governo. Em relação ao servidor que estaria pagando R$ 1.200 por mês ao Geap pela cobertura de saúde, a seu ver nesse valor também constar contribuições de dependentes.

    Auxílio-previdência

    Pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a secretária de Gestão Pública, Ana Lúcia Amorim de Brito, afirmou que os servidores a caminho da aposentadoria de fato exigem atenção e cuidados. Hoje, como assinalou, o Executivo federal conta com cerca de 400 mil aposentados e que nos próximos anos outros 200 mil alcançaram tempo para engrossar esse contingente. Entre os avanços, ela destacou a universalização do auxílio-previdência, que até poucos anos antes era restrito a alguns órgãos.
    Quanto às gratificações de desempenho, a secretária disse que se trata de uma parcela variável para estimular a “melhor entrega de serviços à população”. Mas reconheceu a existência de “discrepâncias” na aplicação do sistema e revelou que já há iniciativa para correção gradativa das distorções.

    Apelo

    Paim, que compartilhou a direção dos trabalhos com o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), disse no final que o debate cumpriu o objetivo de mostrar a realidade enfrentada pelos aposentados. Depois, apelou para que a Geap e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão levem em conta as dificuldades e reivindicações dos servidores.

    - Precisamos garantir a qualidade de vida dos aposentados, porque isso é uma questão de justiça – disse Paim.

    O senador concedeu oportunidade para que alguns aposentados na plateia também se manifestassem. Maria Noeme de Jesus, 64 anos, que veio de São Paulo, disse não há como se falar em qualidade de vida sem o aposentado ter condições sequer de comprar comida e remédio.

    Sobre o plano de saúde do Geap, ela disse que nem sempre se encontra serviços de saúde conveniados e que, mesmo ganhando muito mal, o aposentado ainda precisar arcar com parcela do custo cobrado, em decorrência das regras de co-participação.


    Postado por Siqueira às 06:24
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    Nossa, que dó...

    Nossa regra de aposentadoria é significativamente pior, e um dos motivos da GD ser interessante para o governo é sua redução de despesas com ativos.

    O regime da integralidade tem as mais diversas pérolas, como pessoas que aposentavam aos 45 anos, no auge da capacidade produtiva e vão onerar os cofres da união por mais tempo do que trabalharam. Muitas vezes em condições absurdas: o sujeito passava um dia no cargo e já se aposentava nele, com salário dele, ou mesmo casos de alguns estatutos em que o servidor é aposentado num cargo superior ao que ele teve na ativa.

    Lamentável que a população e os próprios servidores paguem por um modelo que era falido. Já nos deram uma lei draconiana em 2003, e os novos servidores, do Funpresp, não tem QUALQUER perspectiva do com quanto poderão se aposentar. E o único recurso que tem é formar poupança enquanto estiverem na ativa. Como fazer com salários baixos, defasados e congelados num custo de vida crescente? Se vier algo por meio de GD, ótimo!
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    Mensagem por Galizezin Sex 16 Maio 2014, 10:57 am

    O que nos falta é uma frente sindical que 'bata' de todos os lados e formas. Por exemplo, atualmente temos três carreiras satisfeitíssimas. Apenas aguçando a curiosidade, todas estão 'ligadas' ao legislativo, exatamente o órgão que 'aprova' as leis. Então, a pressão deve se concentrar tb no legislativo, pois diretamente privilegiam suas carreiras (senado, câmara e TCU).


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    Mensagem por CRAZYKONG Sex 16 Maio 2014, 11:32 am

    Esse sr. Ponciano está dando uma tremenda força pra separação dos superiores, com esses planos inexequíveis. Isso aí Ponciano, queremos 50% no VB, nada de GD nem de subsídio. Ao menos separando, ficamos livres desse idiota! O RJ que sustente essa ameba.


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    Mensagem por Anaju99 Sex 16 Maio 2014, 12:01 pm

    Aumento:
    a) VB;
    b) Subisídio;
    c) GD;

    VB beneficia as distorções, que existem por um período pretérito, onde foi a via para permitir melhora na remuneração, em razão da dificuldade de aumento na remuneração para todos. Beneficiou a todos? Não, apenas aos antigos que tinham gratificação, não basta ser antigo, tem que ser antigo que tinha gratificação. Era igual para todos? Não, quem não tinha gratificação nada melhorava e, conforme a gratificação, maior era a melhora, ou seja, sempre tratou desigualmente.
    Reclamam das separações, da GRAEL, mas a GAS e GES também trazem separações, beneficiam apenas parte e uma parte menor de toda a categoria.

    Subisídio: remuneração única, acaba com as distorções e, se hoje já tivéssemos, o aumento de 5% ao ano seria um reajuste muito bom. Problema para uns e solução para outros, pois acaba com as distorções. Solução para todos, preserva a paridade para os aposentados e o VB passa a ser um valor mais elevado. Não é compatível com outras rubricas? Mentira, depende do projeto que for elaborado. Outro problema é que tenhamos perdido a oportunidade, talvez já não seja aceito por quem paga.

    GD: pode criar assédio moral? isso é relativo, se vinculado a metas individuais, pode. Todavia, caso seja vinculado a metas institucionais, não cria assédio. Hoje já temos metas e hoje temos as gratificações, que todos sabem que não se leva para a aposentadoria e nem todos ganham. A GD será geral e, se com metas institucionais (isso sim deve ser defendido), todos terão o mesmo percentual. Ponto negativo é que prejudica a paridade com os aposentados, mas podemos, também, defender uma diferença menor, tipo percentual mínimo de 60% e máximo de 80%, pior é a gratificação que se perde tudo.

    Por qual motivos estamos nessa situação? Simples, porque sempre foi rejeitado o modelo oferecido por quem paga. O grande ponto.


    Última edição por Anaju99 em Qui 22 Maio 2014, 3:42 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Lord Sith Sex 16 Maio 2014, 12:46 pm

    Segundo o post do Coaras a Eugênia parece ter adotado o discurso conlutista. Triste é ver esse debate ideológico sendo que temos experiências claras de boa adoção da GD no Legislativo. Na verdade já há recusa na mesa de negociação, estão decidindo por nós e levarão pronto o "bolinho" para ser repartido em microfatias, considerando que já rejeitaram discutir GD e o subsídio ser mais polêmico ainda. Dessa forma, o modelo remuneratório novamente trará microtabelas. Triste fim da ANATA/CPS.......começou bem e agora já se mostra envenenada pela liturgia sindical.


    fbomber escreveu:
    Najla escreveu:Fbomber,

    O que a mesa decidir terá que ser levado para a categoria de toda a forma, todos que estão participando da mesa sabem disso.

    E quem é que vai às assembleias? Os que preferem o reajuste no VB. Enquanto nós reclamamos muito pela internet, os colegas mais antigos vão para as assembleias defender o que lhes parecer ser o melhor. Alguém acha que quem quer outra forma de reajuste vai lotar as assembleias? Sou pessimista quanto a isso.

    A questão é que os coordenadores da FENAJUFE estão filtrando, a priori, o que será levado aos servidores. Com qual legitimidade eles estão fazendo esse filtro?
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    Mensagem por phmoura Sex 16 Maio 2014, 12:50 pm

    Torço pelo subsídio.
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    Mensagem por Policarpo (fora) já! Sex 16 Maio 2014, 1:14 pm

    Para os 'guerreiros do teclado', que não concordam com o rumo das discussões da comissão, que acreditam não estarem sendo devidamente representados por Poncianus & Cia, eis, abaixo, os dados de contato do DG do STF: (tentar, não custa)

    SECRETARIA DO TRIBUNAL
    Miguel Augusto Fonseca de Campos (miguel@stf.gov.br)
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    Telefone: 2174400 / 2174403
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    Mensagem por phmoura Sex 16 Maio 2014, 1:15 pm

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    Mensagem por The Punisher Sex 16 Maio 2014, 1:37 pm

    A Eugênia disse que GD escraviza... O mesmo discurso dos pilantras, dos vagabundos que tem licença classista e não querem nunca mais trabalhar, esses sindicanalhas filhotes do Apedeuta... Uma pena a moça ter se perdido dessa forma, pois já são muito poucos os aliados.
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    Mensagem por The Punisher Sex 16 Maio 2014, 1:43 pm

    Concordo, Najla, mas você também sabe que é difícil competir com as manobras nefastas do sindijosta, como por exemplo as urnas fujonas e as assembléias em horários medonhos, que atrasam o tempo que for preciso...
    Enquanto não houver uso de tecnologia , esses espetáculos do Satanás que são as assembléias presenciais vão continuar sendo terreno da experiência medonha dos sindicanalhas. E em matéria de cretinice esses caras são PhD, não tem pra ninguém.

    Najla escreveu:Fbomber,

    O que a mesa decidir terá que ser levado para a categoria de toda a forma, todos que estão participando da mesa sabem disso.

    E quem é que vai às assembleias? Os que preferem o reajuste no VB. Enquanto nós reclamamos muito pela internet, os colegas mais antigos vão para as assembleias defender o que lhes parecer ser o melhor. Alguém acha que quem quer outra forma de reajuste vai lotar as assembleias? Sou pessimista quanto a isso.
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    Mensagem por The Punisher Sex 16 Maio 2014, 1:55 pm

    Exatamente... Só haverá o amanhã se garantirmos o HOJE! A maioria ainda não se deu conta da gravidade da situação.Eu mesmo já vi a regra mudar várias vezes desde 96 quando entrei. NÃO CONTEM COM APOSENTADORIA.FAÇAM PÉS-DE-MEIA.O choro será livre pra quem não se precaver.

    josebarbos escreveu:
    QUEM NAO CHORA NÃO MAMA escreveu: Aposentados do serviço público federal reclamam da perda de qualidade de vida

    Agência Senado     -     16/05/2014




    O aumento no valor das mensalidades dos planos de saúde patrocinados e o rebaixamento da renda devido ao corte de 50% das gratificações recebidas no período da ativa são causas do empobrecimento dos aposentados do serviço público federal. As queixas foram feitas em audiência na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (15), sugerida pelo senador Paulo Paim (PT-RS) para debater a qualidade de vida dos aposentados.

    - Depois de dedicarem toda a vida ao bom andamento e fortalecimento do serviço público, quando se aposentam não contam com o reconhecimento em termos salariais nem a mínima proteção para viverem com dignidade – lamentou a sindicalista Cleuza Maria Faustino do Nascimento.

    Diretora da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), Cleuza Faustino do Nascimento defendeu o retorno da paridade salarial entre aposentados e servidores da ativa. Também pediu a extinção da política de valorização das gratificações, em favor da melhoria do salário básico. Quando o servidor se aposenta, só incorpora a seu pagamento 50% das gratificações recebidas.

    Luis Fernando Silva, assessor jurídico da Fenasps, salienta que o modelo remuneratório baseado nas gratificações vem sendo adotado ao extremo em diversos órgãos. No Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), por exemplo, 70% dos salários já seriam vinculados a gratificação de desempenho, sendo apenas de 30% a remuneração básica. Nesse caso, a renda do servidor cai 35% assim que se aposenta.

    Segundo o assessor, a “onda” das gratificações começou durante o primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso e vem se mantendo. Com essa medida, assinalou, o governo busca, em parte, canalizar recursos para os servidores na fase ativa e, por outra, melhorar seu desempenho fiscal.

    - Evidente que buscar o equilíbrio fiscal é importante, mas estão exacerbando na questão das gratificações de desempenho – comentou.

    Geap

    Com relação aos planos de Saúde, Luis Fernando disse que cerca de 500 mil “vidas”, entre servidores contribuintes e dependentes, estão vinculados à Geap - Fundação de Seguridade Social. Ele criticou a decisão da entidade de mudar a forma de custeio de seus planos: no lugar do sistema de contribuição solidária, em que as pessoas que menos usam financiam os que mais utilizam, adotou regime com base na idade e faixa salarial.

    - Ora, isso significa expulsar os mais velhos – disse o assessor, destacando o impacto negativo do sistema para quem ocupa as faixas mais altas de idade.

    A revisão dos valores das mensalidades teve início em 2012, conforme Luiz Fernando. Depois disso, ele disse que os servidores e aposentados passaram a enfrentar grandes dificuldades para pagar seus planos. Chegou a citar o caso de um servidor do Ministério da Saúde, com salário ao redor de R$ 2 mil mensais, que de repente se viu obrigado a destinar R$ 1.200,00 apenas para manter o plano.

    - É por isso que tem muita gente deixando o sistema para engrossar as fileiras do SUS – afirmou.

    Desequilíbrio

    Aubiérgio Barros de Souza Filho, hoje interventor da Geap – Previdência, mas que na época respondia também pela área de saúde da instituição, afirmou que a revisão do modelo foi necessária por causa do desequilíbrio atuarial. À época, frisou, o patrimônio negativo chegava a R$ 57 bilhões.

    Segundo ele, o problema maior estava na área dos planos de saúde e os estudos indicaram a necessidade de um reajuste de 17% naquele momento. Apesar disso, explicou que foi adotado apenas 12%, para minimizar o sacrifício imposto aos associados. Além disso, foram aplicados valores relativamente maiores para os mais jovens.

    O interventor esclareceu ainda que o plano atualmente mais caro, em valor per capita, custa R$ 524,95 e sobre esse valor ainda se deduz a contribuição do governo. Em relação ao servidor que estaria pagando R$ 1.200 por mês ao Geap pela cobertura de saúde, a seu ver nesse valor também constar contribuições de dependentes.

    Auxílio-previdência

    Pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a secretária de Gestão Pública, Ana Lúcia Amorim de Brito, afirmou que os servidores a caminho da aposentadoria de fato exigem atenção e cuidados. Hoje, como assinalou, o Executivo federal conta com cerca de 400 mil aposentados e que nos próximos anos outros 200 mil alcançaram tempo para engrossar esse contingente. Entre os avanços, ela destacou a universalização do auxílio-previdência, que até poucos anos antes era restrito a alguns órgãos.
    Quanto às gratificações de desempenho, a secretária disse que se trata de uma parcela variável para estimular a “melhor entrega de serviços à população”. Mas reconheceu a existência de “discrepâncias” na aplicação do sistema e revelou que já há iniciativa para correção gradativa das distorções.

    Apelo

    Paim, que compartilhou a direção dos trabalhos com o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), disse no final que o debate cumpriu o objetivo de mostrar a realidade enfrentada pelos aposentados. Depois, apelou para que a Geap e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão levem em conta as dificuldades e reivindicações dos servidores.

    - Precisamos garantir a qualidade de vida dos aposentados, porque isso é uma questão de justiça – disse Paim.

    O senador concedeu oportunidade para que alguns aposentados na plateia também se manifestassem. Maria Noeme de Jesus, 64 anos, que veio de São Paulo, disse não há como se falar em qualidade de vida sem o aposentado ter condições sequer de comprar comida e remédio.

    Sobre o plano de saúde do Geap, ela disse que nem sempre se encontra serviços de saúde conveniados e que, mesmo ganhando muito mal, o aposentado ainda precisar arcar com parcela do custo cobrado, em decorrência das regras de co-participação.


    Postado por Siqueira às 06:24
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    Nossa, que dó...

    Nossa regra de aposentadoria é significativamente pior, e um dos motivos da GD ser interessante para o governo é sua redução de despesas com ativos.

    O regime da integralidade tem as mais diversas pérolas, como pessoas que aposentavam aos 45 anos, no auge da capacidade produtiva e vão onerar os cofres da união por mais tempo do que trabalharam. Muitas vezes em condições absurdas: o sujeito passava um dia no cargo e já se aposentava nele, com salário dele, ou mesmo casos de alguns estatutos em que o servidor é aposentado num cargo superior ao que ele teve na ativa.

    Lamentável que a população e os próprios servidores paguem por um modelo que era falido. Já nos deram uma lei draconiana em 2003, e os novos servidores, do Funpresp, não tem QUALQUER perspectiva do com quanto poderão se aposentar. E o único recurso que tem é formar poupança enquanto estiverem na ativa. Como fazer com salários baixos, defasados e congelados num custo de vida crescente? Se vier algo por meio de GD, ótimo!
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    Mensagem por phmoura Sex 16 Maio 2014, 1:58 pm

    O negócio é fazer pé-de-meia mesmo, mas a remuneração atual também não permite lá grande coisa...

    The Punisher escreveu:Exatamente... Só haverá o amanhã se garantirmos o HOJE! A maioria ainda não se deu conta da gravidade da situação.Eu mesmo já vi a regra mudar várias vezes desde 96 quando entrei. NÃO CONTEM COM APOSENTADORIA.FAÇAM PÉS-DE-MEIA.O choro será livre pra quem não se precaver.

    josebarbos escreveu:
    QUEM NAO CHORA NÃO MAMA escreveu: Aposentados do serviço público federal reclamam da perda de qualidade de vida

    Agência Senado     -     16/05/2014




    O aumento no valor das mensalidades dos planos de saúde patrocinados e o rebaixamento da renda devido ao corte de 50% das gratificações recebidas no período da ativa são causas do empobrecimento dos aposentados do serviço público federal. As queixas foram feitas em audiência na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (15), sugerida pelo senador Paulo Paim (PT-RS) para debater a qualidade de vida dos aposentados.

    - Depois de dedicarem toda a vida ao bom andamento e fortalecimento do serviço público, quando se aposentam não contam com o reconhecimento em termos salariais nem a mínima proteção para viverem com dignidade – lamentou a sindicalista Cleuza Maria Faustino do Nascimento.

    Diretora da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), Cleuza Faustino do Nascimento defendeu o retorno da paridade salarial entre aposentados e servidores da ativa. Também pediu a extinção da política de valorização das gratificações, em favor da melhoria do salário básico. Quando o servidor se aposenta, só incorpora a seu pagamento 50% das gratificações recebidas.

    Luis Fernando Silva, assessor jurídico da Fenasps, salienta que o modelo remuneratório baseado nas gratificações vem sendo adotado ao extremo em diversos órgãos. No Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), por exemplo, 70% dos salários já seriam vinculados a gratificação de desempenho, sendo apenas de 30% a remuneração básica. Nesse caso, a renda do servidor cai 35% assim que se aposenta.

    Segundo o assessor, a “onda” das gratificações começou durante o primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso e vem se mantendo. Com essa medida, assinalou, o governo busca, em parte, canalizar recursos para os servidores na fase ativa e, por outra, melhorar seu desempenho fiscal.

    - Evidente que buscar o equilíbrio fiscal é importante, mas estão exacerbando na questão das gratificações de desempenho – comentou.

    Geap

    Com relação aos planos de Saúde, Luis Fernando disse que cerca de 500 mil “vidas”, entre servidores contribuintes e dependentes, estão vinculados à Geap - Fundação de Seguridade Social. Ele criticou a decisão da entidade de mudar a forma de custeio de seus planos: no lugar do sistema de contribuição solidária, em que as pessoas que menos usam financiam os que mais utilizam, adotou regime com base na idade e faixa salarial.

    - Ora, isso significa expulsar os mais velhos – disse o assessor, destacando o impacto negativo do sistema para quem ocupa as faixas mais altas de idade.

    A revisão dos valores das mensalidades teve início em 2012, conforme Luiz Fernando. Depois disso, ele disse que os servidores e aposentados passaram a enfrentar grandes dificuldades para pagar seus planos. Chegou a citar o caso de um servidor do Ministério da Saúde, com salário ao redor de R$ 2 mil mensais, que de repente se viu obrigado a destinar R$ 1.200,00 apenas para manter o plano.

    - É por isso que tem muita gente deixando o sistema para engrossar as fileiras do SUS – afirmou.

    Desequilíbrio

    Aubiérgio Barros de Souza Filho, hoje interventor da Geap – Previdência, mas que na época respondia também pela área de saúde da instituição, afirmou que a revisão do modelo foi necessária por causa do desequilíbrio atuarial. À época, frisou, o patrimônio negativo chegava a R$ 57 bilhões.

    Segundo ele, o problema maior estava na área dos planos de saúde e os estudos indicaram a necessidade de um reajuste de 17% naquele momento. Apesar disso, explicou que foi adotado apenas 12%, para minimizar o sacrifício imposto aos associados. Além disso, foram aplicados valores relativamente maiores para os mais jovens.

    O interventor esclareceu ainda que o plano atualmente mais caro, em valor per capita, custa R$ 524,95 e sobre esse valor ainda se deduz a contribuição do governo. Em relação ao servidor que estaria pagando R$ 1.200 por mês ao Geap pela cobertura de saúde, a seu ver nesse valor também constar contribuições de dependentes.

    Auxílio-previdência

    Pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a secretária de Gestão Pública, Ana Lúcia Amorim de Brito, afirmou que os servidores a caminho da aposentadoria de fato exigem atenção e cuidados. Hoje, como assinalou, o Executivo federal conta com cerca de 400 mil aposentados e que nos próximos anos outros 200 mil alcançaram tempo para engrossar esse contingente. Entre os avanços, ela destacou a universalização do auxílio-previdência, que até poucos anos antes era restrito a alguns órgãos.
    Quanto às gratificações de desempenho, a secretária disse que se trata de uma parcela variável para estimular a “melhor entrega de serviços à população”. Mas reconheceu a existência de “discrepâncias” na aplicação do sistema e revelou que já há iniciativa para correção gradativa das distorções.

    Apelo

    Paim, que compartilhou a direção dos trabalhos com o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), disse no final que o debate cumpriu o objetivo de mostrar a realidade enfrentada pelos aposentados. Depois, apelou para que a Geap e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão levem em conta as dificuldades e reivindicações dos servidores.

    - Precisamos garantir a qualidade de vida dos aposentados, porque isso é uma questão de justiça – disse Paim.

    O senador concedeu oportunidade para que alguns aposentados na plateia também se manifestassem. Maria Noeme de Jesus, 64 anos, que veio de São Paulo, disse não há como se falar em qualidade de vida sem o aposentado ter condições sequer de comprar comida e remédio.

    Sobre o plano de saúde do Geap, ela disse que nem sempre se encontra serviços de saúde conveniados e que, mesmo ganhando muito mal, o aposentado ainda precisar arcar com parcela do custo cobrado, em decorrência das regras de co-participação.


    Postado por Siqueira às 06:24
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    Nossa, que dó...

    Nossa regra de aposentadoria é significativamente pior, e um dos motivos da GD ser interessante para o governo é sua redução de despesas com ativos.

    O regime da integralidade tem as mais diversas pérolas, como pessoas que aposentavam aos 45 anos, no auge da capacidade produtiva e vão onerar os cofres da união por mais tempo do que trabalharam. Muitas vezes em condições absurdas: o sujeito passava um dia no cargo e já se aposentava nele, com salário dele, ou mesmo casos de alguns estatutos em que o servidor é aposentado num cargo superior ao que ele teve na ativa.

    Lamentável que a população e os próprios servidores paguem por um modelo que era falido. Já nos deram uma lei draconiana em 2003, e os novos servidores, do Funpresp, não tem QUALQUER perspectiva do com quanto poderão se aposentar. E o único recurso que tem é formar poupança enquanto estiverem na ativa. Como fazer com salários baixos, defasados e congelados num custo de vida crescente? Se vier algo por meio de GD, ótimo!
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    Mensagem por fbomber Sex 16 Maio 2014, 2:00 pm

    Acredito que o problema principal seja outro: afastadas as propostas benéficas aos servidores (subsídio e GD) pelos coordenadores da FENAJUFE na mesa de negociação, os sindicatos vão levar aos servidores, para aprovação, o aumento do VB ou outra qualquer como se fosse a única alternativa possível. Os servidores ficam sem escolha.



    The Punisher escreveu:Concordo, Najla, mas você também sabe que é difícil competir com as manobras nefastas do sindijosta, como por exemplo as urnas fujonas e as assembléias em horários medonhos, que atrasam o tempo que for preciso...
    Enquanto não houver uso de tecnologia , esses espetáculos do Satanás que são as assembléias presenciais vão continuar sendo terreno da experiência medonha dos sindicanalhas. E em matéria de cretinice esses caras são PhD, não tem pra ninguém.

    Najla escreveu:Fbomber,

    O que a mesa decidir terá que ser levado para a categoria de toda a forma, todos que estão participando da mesa sabem disso.

    E quem é que vai às assembleias? Os que preferem o reajuste no VB. Enquanto nós reclamamos muito pela internet, os colegas mais antigos vão para as assembleias defender o que lhes parecer ser o melhor. Alguém acha que quem quer outra forma de reajuste vai lotar as assembleias? Sou pessimista quanto a isso.
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    Mensagem por phmoura Sex 16 Maio 2014, 2:35 pm

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    Mensagem por corujito Sex 16 Maio 2014, 2:42 pm

    E mais uma vez nego cai no erro de discutir a porra toda sem sintonia com a Administração
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    Mensagem por Anaju99 Sex 16 Maio 2014, 2:51 pm

    Sindicatos: queremos aumento, não pode ser concedido apenas para STF e STJ
    STF e STJ: se for GD apoiamos e teremos mais change com quem paga (executivo)
    Sindicatos: não, assim não queremos, queremos aumento no VB. Estamos tentando desde 2009 e ninguém nos quer dar, tem que ser assim
    STF e STJ: então esperem mais um pouco e vamos dar assim a nossos servidores, que aceitam receber aumento via GD
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    Mensagem por ffdasilva26 Sex 16 Maio 2014, 3:07 pm

    Só idiota de acreditar que desse teatro todo vai sair algum aumento, tudo foi deixado para última hora propositalmente, reuniões a essa altura do campeonato é somente para que os servidores pensem que a administração está preocupada com os servidores. Aumento, se tiver, somente em 2016, os sindicalistas e quem está mais próximo das reuniões sabem disso, prova disso é o endurecimento com a Polícia Federal, a ministra do planejamento já avisou se eles quiserem são aqueles 15,8% e nada mais, e lá realmente se faz greve, não é como aqui que se tira foto de meia dúzia de supostos grevistas.
    Pra finalizar, acho que todo tipo de discussão que envolva aumento de salário não dará em nada, como acreditar que em 20 dias teremos solução, passaram-se 5 meses e os sindicatos com todo aparato que tem em suas mãos não foram capazes de elaborarem uma minuta de substitutivo até hoje, visualizo apenas duas situações a curto prazo desfiliação em massa de sindicatos e associações, visto que esse ano não teremos nada mesmo, e votar contra o PT nas urnas. Quando o sindicato e associações começarem a mostrar um serviço que traga frutos me filio novamente.
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    Mensagem por VN Sex 16 Maio 2014, 3:15 pm

    ffdasilva26 escreveu:Só idiota de acreditar que desse teatro todo vai sair algum aumento, tudo foi deixado para última hora propositalmente, reuniões a essa altura do campeonato é somente para que os servidores pensem que a administração está preocupada com os servidores. Aumento, se tiver, somente em 2016, os sindicalistas e quem está mais próximo das reuniões sabem disso, prova disso é o endurecimento com a Polícia Federal, a ministra do planejamento já avisou se eles quiserem são aqueles 15,8% e nada mais, e lá realmente se faz greve, não é como aqui que se tira foto de meia dúzia de supostos grevistas.
    Pra finalizar, acho que todo tipo de discussão que envolva aumento de salário não dará em nada, como acreditar que em 20 dias teremos solução, passaram-se 5 meses e os sindicatos com todo aparato que tem em suas mãos não foram capazes de elaborarem uma minuta de substitutivo até hoje, visualizo apenas duas situações a curto prazo desfiliação em massa de sindicatos e associações, visto que esse ano não teremos nada mesmo, e votar contra o PT nas urnas. Quando o sindicato e associações começarem a mostrar um serviço que traga frutos me filio novamente.


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    Mensagem por coaras Sex 16 Maio 2014, 3:38 pm

    Najla escreveu:Desculpem o excesso, o tamanho as cores, mas é só para ficar claro mesmo:

    O governo prefere o zero.


    Depois de tudo o que já passamos, já era para sabermos disso.

    Dark, a proposta que sair da Mesa será a da administração pq a administração está na mesa.
    No mais, o caminho da aprovação do PL será duríssimo.

    Não quero aqui defender o Governo que nem o Vander.....rs

    Mas numa coisa concordo com o Vander, ficar vindo aqui e dizer toda hora "O governo prefere o zero" como se fosse um mantra, também não leva a nada.

    Depois de tudo o que passamos Najla, já era hora também de todo mundo saber que aumento no VB também não sai, não é verdade?

    Ficar insistindo nisso, com a mesa de negociação pedindo para fazer calculos de impacto orçamentario com aumento no vencimento basico, é palhaçada né, isso é enrolação pura, sabemos que isso não vai sair desde 2009, ficar falando que a culpa é apenas do governo que quer dar o zero parece que não quer ver a realidade ou quer enganar as pessoas.

    Oficialmente o que foi pedido e o projeto do stf, o pl 6613 era aumento no VB e não saiu nada, o governo não vai dar aumento no VB e ponto, é tão dificil assim entender isso?

    Pedir algo que não vamos ter, para dai dizer que o governo quer zero é facil né najla?

    Falar que tinha a emenda do subsidio no projeto, não esta certo pq o stf nunca comprou a briga e a fenajufe sempre foi contra, então o governo não ia dar o que a gente não queria, ou vc acha que eles iriam dar um bom plano em forma de subsidio para o judiciario só de raiva por que a gente não queria......rs

    O governo ofereceu o subsidio em 2010 isso é fato, nós enquanto categoria através de nossos representantes sindicais dissemos não, então ficamos com o zero, a culpa é do governo? foi a gente que não aceitou.

    Se a gente tivesse aceitado a proposta e o governo não tivesse dado dai sim poderiamos falar que o governo prefere o zero, entende a sutil diferença Najla?


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    Mensagem por coaras Sex 16 Maio 2014, 3:41 pm

    CesarBsb2012 escreveu:SERÁ QUE VINGA???


    Em greve
    Judiciário Federal de SP entra em greve por tempo indeterminado

    Servidores das Justiças Trabalhista, Federal e Eleitoral da capital e do interior exigem uma política salarial permanente, data-base e outros direitos.

    quinta-feira, 15 de maio de 2014
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    A partir desta quinta-feira, 15, os servidores do Judiciário Federal em São Paulo iniciam a greve por tempo indeterminado para pressionar a presidente Dilma a negociar uma pauta de reivindicações.

    Ao lado da reposição das perdas - que já superam os 40% -, os servidores vão cobrar a fixação da data-base, o fim dos planos de carreira própria nos tribunais superiores e a rejeição da PEC 59/2013, que cria o Estatuto do Judiciário. "O centro da nossa campanha é a definição de uma política salarial permanente, com respeito à data-base e revisão anual dos salários", afirma Adilson Rodrigues, diretor do Sintrajud - Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal do Estado de SP.

    Mobilização

    Nesta quinta-feira, os tribunais de SP realizam atos e assembleias setoriais para deflagrar o início da greve. No Fórum Trabalhista Ruy Barbosa, na Barra Funda, a partir das 15h, os servidores organizam o ato "servidor tarja preta", relacionando as condições de trabalho com o adoecimento dos servidores.

    Em novembro de 2013, foi constatado um aumento no número de licenças médicas para servidores e magistrados do TRT da 2ª região, incluindo afastamentos prolongados por transtornos mentais e comportamentais. Havia um déficit de 125 servidores, que aumentou desde então.

    Já no dia 21, os servidores de todos os tribunais da capital e do interior se concentram às 15h, em frente ao TRF da 3º região, a fim de decidir os rumos da greve e realizar um ato público com o tema "Apagão Nacional no Judiciário e MPU". Eles vão unir forças com outras categorias, como os docentes das universidades Federais.

    Programação de mobilizações no Estado de SP
    Dia 15

    Justiça do Trabalho

    Abertura oficial da greve, com realização do ato “servidor tarja preta” relacionando as más condições de trabalho com o adoecimento dos servidores.

    Local: Fórum Trabalhista Ruy Barbosa (Av. Marques de São Vicente, 235)

    Hora: 15h.

    Justiça Eleitoral

    Assembleia setorial no saguão do prédio.

    Local: Sede do Tribunal Regional Eleitoral (Rua Francisca Miquelina, 123)

    Hora: 14h.

    Justiça Federal

    Café da manhã com os servidores

    Local: Fórum Pedro Lessa. (Avenida Paulista, 1682)

    Hora: 10h.

    Dia 16

    Baixada Santista

    Ato conjunto dos servidores públicos federais, estaduais e municipais da Baixada.

    Local: Em frente ao prédio da Justiça Federal de Santos (Praça Barão do Rio Branco, 30)

    Hora: 12h.

    Dia 21

    "Apagão Nacional no Judiciário e MPU"

    Ato conjunto do funcionalismo público federal em São Paulo (Judiciário, Receita Federal, professores universitários, auditores fiscais, etc)

    Local: Concentração em frente ao Fórum Pedro Lessa (Avenida paulista, 1842)

    Hora: 15h


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    Não, não vinga...

    Ontem na greve da Justiça Federal em SP, tinha no seu melhor momento, 29 pessoas, que eu contei, isso contando os 2 funcionários do sindicato, diretores, aposentados..........rs

    Depois eu posto as fotos que eu tirei para provar.
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    Mensagem por J. J. Abrams Sex 16 Maio 2014, 3:53 pm

    Povo daqui não acompanhou bem, a maioria é pelegão (eu incluso mas ainda consegui acompanhar).

    Peluso lutou pelo 6613. Peluso foi à tv dar entrevista a um programa de TV de terceira classe, e ameaçando a audiência da globo[(*marcador de ironia*)], foi taxativo: o executivo não pode cortar o orçamento do judiciário. O governo cortou mesmo assim. os setores financeiros dos tribunais choraram aos quatro ventos: o Planejamento bloqueou a inserção do orçamento para aumento dos servidores no sistema. Simplesmente. Naquele tempo, o Judiciário foi amordaçado, humilhado. Peluso uivou ferido, confidenciou com seu motorista, chorou com seu terapeuta, ferveu com o copeiro e aguou depois com o jardineiro.

    Peluso chamou lideres do congresso ao STF, ligou pra tantos outros. Peluso viajou à Bahia e pulou onda de terno, mandou cesta de café da manha no oceano pra iemanja. Peluso ameaçou raspar o bigode e enviar numa caixa pra dilma. Peluso foi a meia-noite em encruzilhada, requebrou em terreiro e no momento derradeiro, entornou engradados de aiuasca.

    Finalmente, Peluso decidiu arrepiar de vez. Chamou barbosão e narrou suas aventuras. Mas Barbosa pouco ligou, pois estava encumbido em agarrar mensaleiros. E hoje Barbosa ve tudo sob essa pespectiva. "Querem que eu, algoz, vá pedir dinheiro ao PT?!"

    Já houve rojão estourando a poucos metros do reboco, Vidraça estourando. STF teve que encerrar sessões mais cedo por conta desta manifestação de servidores. No cafezinho, eles tiravam um saquinho de padaria da mala. "Não vou mais incomodar a peãozada, proverei de meu proprio alimento a partir de hoje". E assim, eles ficaram, por um curto periodo, simpaticos com o chão de fabrica. passaram a dar bom dia, elogiavam pareceres. e assim foi, e assim Farão, de um tudo, para não precisarem fazer mais nada. Essa luta não é deles. O aumento não é importante pras autoridades do Judiciário. Só pra gente.

    Essa mesa é informal. O rebuliço, a ansia dos foristas online é a mesma de baratas presas numa caixa de sapato. Vander com essa imaginação fértil, achando que tem algo fervilhando. Não tem absolutamente nada sendo costurado, a mesa montada é informal. Essa conversinha mole do STF é um papo de bar regada a cappucino.

    E sim, apresentarão qualquer coisa, mamute, jubarte, TUDO, só para poder enxotar o favelal da sala, e tacar "BOM AR" depois.

    Aguardemos que este gigante acorde! como e por quem, só nos cabe conjecturar a aparição de um messias. um novo representante, porque os que ai estão? Dão sono. O ronco do gigante estremece a caixa de sapatos, e as baratas desorientadas põem-se a saltitar apreensivas.
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    Mensagem por coaras Sex 16 Maio 2014, 3:55 pm

    Falcon escreveu:A carreira do Supremo implantava a GD. Agora fica claro o motivo do combate desesperado dos sindicalistas contra essa carreira. Que argumento eles teriam para rechaçar a GD (perante os tribunais, o Executivo e o Legislativo), sendo que o tribunal mais importante do país a estava criando para seus servidores?

    O Supremo desde 2009 quer implantar a GD no judiciário, vide o plano do Gilmar Mendes em 2009 que foi rechaçado pelo lutafenajufe.

    Parece que o CNJ também disse que o ideal para o judiciário também seria a GD, se alguem souber melhor disso pode contribuir com o debate acrescentando a informação.

    Prefiro o Subsidio, mas entre a GD e o nada, prefiro a GD.

    E se os sindicatos são tão contra a GD deveriam lutar pelo subsidio, que acho que seria mais dificil de conseguirmos do que a GD, mas seria melhor para a categoria, mas os sinidcatos insistem no VB, dai é querer nada mesmo.

    Como podemos ver desde 2009 o que esta sendo oferecido para nós é a GD, a carreira exclusiva do STF é baseada em GD, o STJ na mesa quarta falou da GD, ninguém fala em VB, só os sindicalistas que não querem nada.

    Se não queremos a GD deveriamos dizer que aceitamos o subsidio e tentar negociar isso é a unica chance de não vir a GD.

    Se continuar assim recusando a GD, como já disseram aqui, o que vai acontecer é a divisão da categoria, vai sair as carreiras exclusivas com GD e o resto vai ficar sem aumento ou ter um aumento cala boca tipo os 15% na GAJ mais uma vez em 2016, com parcelas em janeiro de 2017/2018/2019

    E depois vão implantar a GD nos querendo ou não e não vai ser nos mesmo patamares das carreiras exclusivas pois essas já vão ter adotado a GD faz tempo e já vão estar sendo consideradas carreiras diferenciadas dentro do judiciário.

    Essa é a minha opinião do que estamos vivendo nesse momento
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    Mensagem por coaras Sex 16 Maio 2014, 3:57 pm

    Falcon escreveu:A carreira do Supremo implantava a GD. Agora fica claro o motivo do combate desesperado dos sindicalistas contra essa carreira. Que argumento eles teriam para rechaçar a GD (perante os tribunais, o Executivo e o Legislativo), sendo que o tribunal mais importante do país a estava criando para seus servidores?


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    Mensagem por coaras Sex 16 Maio 2014, 4:04 pm

    Galizezin escreveu:
    coaras escreveu:Para quem acha que a Eugenia vai falar alguma coisa a favor da GD na mesa de negociação pode ir tirando o cavalinho da chuva......rs

    Veja o que ela escreveu no grupo Fenajufe Independente:

    Eugênia Lacerda: Gente, GD é igual função: escraviza. A cgu trocou gd por subsídio pq qdo faltava orçamento pra algo lá, a administração mandava os chefes avaliarem os servidores de trabalho insatisfatório para usar o dinheiro em outras coisas. Entre subsídio e gd, prefiro o subsídio.
    11 de maio às 17:35

    Link para provar que não estou inventando nada: [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Nesse ponto, concordo com a Eugênia. Subsídio é parcela única. Então, rechaçada qualquer manobra do governo de redução salarial.

    Galizezin, também prefiro o subsidio, mas entre o VB/NADA e a GD prefiro a GD, mas entre a GD e o subsidio prefiro o subsidio.

    Por isso eu penso que se não queremos a GD, que é o que a cupula do judiciario quer implantar para nós, não adianta ficar aqui chorando, essa é a verdade que já vem desde 2009, temos que fazer a contra proposta do subsidio, se unir em torno do subsidio, essa seria a nossa unica saida para não vermos a GD e mesmo assim seria dificil.
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    Mensagem por coaras Sex 16 Maio 2014, 4:09 pm

    Antigão Incorporado STF escreveu:O Governo não quer o ZERO. Ele quer o melhor pra nós.
    Tanto é que o MPU propôs um plano de carreira com subsídio e já estão recebendo subsídio desde o ano passado.
    Naum... pera...
     scratch clown 

    O MPU, não esta recebendo por subsidio pq:

    1- já tinha passado o periodo que o governo deu aumento para todo mundo que fois 2009 e 2010, e o plano de subsidio do MPU é depois disso.

    2- infelizmente o MPU estava e esta atrelado aos planos do judiciário, pode ser que isso mude no futuro, mas na época, não adiantou o MPU apresentar novo plano sendo que eles iriam ter a mesma coisa que fosse dado pelo judiciario.

    3- o Judiciario prefere implantar a GD no judiciario e não o subsidio, por isso acho que também o MPU não conseguiu o subsidio pois seriam um pressão maior para implantação do subsidio no judiciario que prefere a GD.
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    Mensagem por guerreira gaucha Sex 16 Maio 2014, 4:12 pm

    Estamos com uma mesa de negociação informal que insiste num pl que em 2010 já era IMPOSSÍVEL tendo a gaj 50% e agora reaparece "travestido" e corrigido para um pl com 90% na GAJ! Socorro! se com gaj a 50% não passou vai passar com 90%?????

    Pessoal da FENAJUFE em que assembléia regional foi proposto defendermos o MAMUTE com 90% na gaj????

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    Mensagem por zak Sex 16 Maio 2014, 4:31 pm

    Também discordo que o governo seja a favor do zero.
    O que o governo quer realmente não é também a GD.
    O que o governo quer é que trabalhemos de graça como os voluntários para a copa do mundo.
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    Mensagem por CesarBsb2012 Sex 16 Maio 2014, 4:40 pm

    coaras escreveu:
    CesarBsb2012 escreveu:SERÁ QUE VINGA???


    Em greve
    Judiciário Federal de SP entra em greve por tempo indeterminado

    Servidores das Justiças Trabalhista, Federal e Eleitoral da capital e do interior exigem uma política salarial permanente, data-base e outros direitos.

    quinta-feira, 15 de maio de 2014
    Tweetar


    A partir desta quinta-feira, 15, os servidores do Judiciário Federal em São Paulo iniciam a greve por tempo indeterminado para pressionar a presidente Dilma a negociar uma pauta de reivindicações.

    Ao lado da reposição das perdas - que já superam os 40% -, os servidores vão cobrar a fixação da data-base, o fim dos planos de carreira própria nos tribunais superiores e a rejeição da PEC 59/2013, que cria o Estatuto do Judiciário. "O centro da nossa campanha é a definição de uma política salarial permanente, com respeito à data-base e revisão anual dos salários", afirma Adilson Rodrigues, diretor do Sintrajud - Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal do Estado de SP.

    Mobilização

    Nesta quinta-feira, os tribunais de SP realizam atos e assembleias setoriais para deflagrar o início da greve. No Fórum Trabalhista Ruy Barbosa, na Barra Funda, a partir das 15h, os servidores organizam o ato "servidor tarja preta", relacionando as condições de trabalho com o adoecimento dos servidores.

    Em novembro de 2013, foi constatado um aumento no número de licenças médicas para servidores e magistrados do TRT da 2ª região, incluindo afastamentos prolongados por transtornos mentais e comportamentais. Havia um déficit de 125 servidores, que aumentou desde então.

    Já no dia 21, os servidores de todos os tribunais da capital e do interior se concentram às 15h, em frente ao TRF da 3º região, a fim de decidir os rumos da greve e realizar um ato público com o tema "Apagão Nacional no Judiciário e MPU". Eles vão unir forças com outras categorias, como os docentes das universidades Federais.

    Programação de mobilizações no Estado de SP
    Dia 15

    Justiça do Trabalho

    Abertura oficial da greve, com realização do ato “servidor tarja preta” relacionando as más condições de trabalho com o adoecimento dos servidores.

    Local: Fórum Trabalhista Ruy Barbosa (Av. Marques de São Vicente, 235)

    Hora: 15h.

    Justiça Eleitoral

    Assembleia setorial no saguão do prédio.

    Local: Sede do Tribunal Regional Eleitoral (Rua Francisca Miquelina, 123)

    Hora: 14h.

    Justiça Federal

    Café da manhã com os servidores

    Local: Fórum Pedro Lessa. (Avenida Paulista, 1682)

    Hora: 10h.

    Dia 16

    Baixada Santista

    Ato conjunto dos servidores públicos federais, estaduais e municipais da Baixada.

    Local: Em frente ao prédio da Justiça Federal de Santos (Praça Barão do Rio Branco, 30)

    Hora: 12h.

    Dia 21

    "Apagão Nacional no Judiciário e MPU"

    Ato conjunto do funcionalismo público federal em São Paulo (Judiciário, Receita Federal, professores universitários, auditores fiscais, etc)

    Local: Concentração em frente ao Fórum Pedro Lessa (Avenida paulista, 1842)

    Hora: 15h


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    Não, não vinga...

    Ontem na greve da Justiça Federal em SP, tinha no seu melhor momento, 29 pessoas, que eu contei, isso contando os 2 funcionários do sindicato, diretores, aposentados..........rs

    Depois eu posto as fotos que eu tirei para provar.


    Pois é, eu sou um tanto avesso a todas essas discussões, pois acredito mesmo que sem mobilização/engajamento/greve não conseguiremos muita coisa. Se carreiras como a PF, que vem sendo um exemplo nesse sentido que mencionei não tem conseguido, imagine a gente, enrolados nos eternos embates subsídio x VB x GD x membros x servidores x técnicos x analistas x antigos x novatos etc

    Sou filiado ao Sinasempu e a ANATA, porquanto me identifico com a linha de atuação destes.

    No mais, eu teria bala na agulha para cruzar os braços e arcar inclusive com corte no salário por um bom tempo, daí queria ver se saia o aumento ou não, mas ao mesmo tempo compreendo que a maioria não pode se dar a esse luxo. Pelo jeito esperaremos o verdadeiro fundo do poço para só então quiça um dia fazermos o real enfrentamento. Eqto isso, é continuar estudando.

    A propósito, outra notícia na linha da reportada acima.

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    Mensagem por 16Toneladas Sex 16 Maio 2014, 4:48 pm

    Ainda bem que pelo menos alguns aqui já sabem que essa "mesa de negociação" e nada é a mesma coisa.

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    Mensagem por Técnico pju rio Sex 16 Maio 2014, 4:59 pm

    Até que enfim uma opnião sensata. Quem não se cansou da palhaçada do último processo de negociação que acredite nas fantasias propagadas pelo sindicatos do governo para controlar os movimentos de greve até a eleição de outubro próximo.
    Porque esperaram tanto tempo para só agora começarem a discutir supostos planos emergenciais de reajuste? O governo tirou todo mundo de otário nas últimas eleições, e nem se dará ao trabalho de mudar de discurso. Nós é que temos memória curta.
    Podem mandar o PJ que for, que ele será devolvido besuntado de KY para a catiguria.
    Bem fizeram os garis aqui do Rio e agora a ala dissidente dos rodoviários. Mandaram os sindicatos às favas, e produziram o caos. Sem incomodar muito, não vem nada.
    Quando a gerentona for reeleita, nós teremos a confirmação do que o governo nos oferece: uma imensa banana!
    Mas não se preocupe, porque se a seleção brazuca for campeã, teremos carnaval até dezembro, e ninguém vai se incomodar com inflação, recessão, perda de poder aquisitivos dos funcionários públicos, etc, etc, etc.
    zak escreveu:Também discordo que o governo seja a favor do zero.
    O que o governo quer realmente não é também a GD.
    O que o governo quer é que trabalhemos de graça como os voluntários para a copa do mundo.
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    Mensagem por Galizezin Sex 16 Maio 2014, 5:18 pm

    Secretário Geral do MPU garante que se a categoria decidir pela desvinculação ao judiciário a PGR vai apoiar.


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    Mensagem por coaras Sex 16 Maio 2014, 5:19 pm

    fbomber escreveu:E se a alternativa for entre GD e nada?

    E se for subsídio ou GD, mas a tabela de subsídio for menor, principalmente para os técnicos?

    A questão é justamente essa: sem saber as condições, não dá para optar previamente e, em qualquer caso, os coordenadores da FENAJUFE deveriam levar a decisão aos servidores.

    Sobre esses argumentos ridículos sobre a GD, posso dizer sobre meus amigos do TCU e do senado que recebem por GD e estão muito satisfeitos. Aliás, boa parte dos servidores da PGR, do STF e dos Tribunais Superiores estão estudando para o TCU e para o legislativo, para receber por GD. Se passarem, não vão ter nenhuma saudade da remuneração atual. Alguém aqui viu alguém do TCU ou do Legislativo estudando para o PJU ou para o MPU?

    Caso essa mesa de negociação não feche algo possível de ser aprovado, estará sacramentada, na minha opinião, a separação das carreiras dos Tribunais Superiores, onde as coisas não podem mais esperar. Afinal, o PL do STF prevê uma gratificação de desempenho e o PL do STJ prevê uma GD e uma outra gratificação baseada em produtividade. Os Tribunais enviarão os projetos e dirão à FENAJUFE: "Vocês não quiseram".


    Galizezin escreveu:
    coaras escreveu:Para quem acha que a Eugenia vai falar alguma coisa a favor da GD na mesa de negociação pode ir tirando o cavalinho da chuva......rs

    Veja o que ela escreveu no grupo Fenajufe Independente:

    Eugênia Lacerda: Gente, GD é igual função: escraviza. A cgu trocou gd por subsídio pq qdo faltava orçamento pra algo lá, a administração mandava os chefes avaliarem os servidores de trabalho insatisfatório para usar o dinheiro em outras coisas. Entre subsídio e gd, prefiro o subsídio.
    11 de maio às 17:35

    Link para provar que não estou inventando nada: [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Nesse ponto, concordo com a Eugênia. Subsídio é parcela única. Então, rechaçada qualquer manobra do governo de redução salarial.

    Exatamente isso fbomber, concordo interamente com vc.

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    Mensagem por celsoant Sex 16 Maio 2014, 5:44 pm

    Galizezin escreveu:Secretário Geral do MPU garante que se a categoria decidir pela desvinculação ao judiciário a PGR vai apoiar.

    Efetuei meu login após quase dois anos para apenas dar risada....kkkk

    Leia minha assinatura e refresque sua memória...



    "No encontro também foi esclarecido aos servidores que no caso de adoção do Subsídio haveria possibilidades de se implantar a reestruturação das carreiras já em 2011, em uma única parcela, mediante realocação orçamentária, e que inclusive já haveria recursos assegurados"

    Lauro Cardoso, SG do MPU em 22/06/2011


    Última edição por celsoant em Sex 16 Maio 2014, 5:50 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Rodssss Sex 16 Maio 2014, 5:49 pm

    celsoant escreveu:
    Galizezin escreveu:Secretário Geral do MPU garante que se a categoria decidir pela desvinculação ao judiciário a PGR vai apoiar.

    Efetuei meu login após quase dois anos para apenas dar risada....kkkk

    Leia minha assinatura e refresque sua memória...

    Nossa que triste, ver essa assinatura de 2010 estar tão atual tirando pela parte do Corintians.
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    Mensagem por coaras Sex 16 Maio 2014, 5:54 pm

    Najla escreveu:Fbomber,

    O que a mesa decidir terá que ser levado para a categoria de toda a forma, todos que estão participando da mesa sabem disso.

    E quem é que vai às assembleias? Os que preferem o reajuste no VB. Enquanto nós reclamamos muito pela internet, os colegas mais antigos vão para as assembleias defender o que lhes parecer ser o melhor. Alguém acha que quem quer outra forma de reajuste vai lotar as assembleias? Sou pessimista quanto a isso.

    mas como já disseram aqui Najla, os nossos representantes não podem ser contra alguma proposta ainda na mesa de negociação em nome da categoria sendo que a categoria nem sabe o que foi proposto.

    Não era esse um dos motivos do MPS e da CPS e que catalisaram na formação da Anata.

    Por que o movimento do MPS cresceu tanto em 2010/2011?

    Justamente pelo MPS cobrar os sindicalistas que não podiam recusar propostas sem consulta a categoria, para mim é a mesma coisa que estao fazendo agora ou estou errado?

    E sobre a participação das pessoas nas assembléias sindicais para votarem o que elas acham melhor e que se as pessoas querem mudanças devem participar mais eu concordo em partes.

    Concordo que as pessoas tem que participar mais se querem mudanças e se não querem que meia dúzia de sindicalistas decidam o futuro da maioria.

    Mas temos que lembrar também Najla, e isso o MPS também denunciou e era uma bandeira do MPS e Anata na sua fundação, eu estava presente no Rio acho que vc deve lembra não é mesmo? que essas assembleias, congressos, ampliadas, seja lá o que for, são em locais e horários que as pessoas muitas vezes não conseguem participar, outras não são abertas a todos, tipo congressos e ampliadas que as pessoas precisam ser eleitas delegados, para participar o que já direciona para as pessoas que sempre estão nos sindicatos, não tem uma rotatividade e regras de reeleição na fenajufe e na maioria dos sindicatos pelo que eu sei, os sindicalistas se profissionalizam e desde que eu entrei no judiciário faz 18 anos, são sempre os mesmos, mudam alguns, tipo a entrada da Eugenia, mas uma pessoa não muda nada, os principais diretores são os mesmos desde a fundação da fenajufe e não temos nenhum mecanismo para se evitar isso e para que ocorram mudanças, outras pessoas entrando, oxigenando a direção, se fosse imposta apenas uma reeleição ou outros mecanismos de as pessoas não se tortarem vitalicias no cargo acho que as coisas iam ser melhores, minha modesta opinião.

    outra coisa levantada pelo MPS e Anata é a questão que essas assembléias não são representativas do total de servidores e essa desculpa que você deu, que aliás é a mesma dos sindicalistas "profissionais" que se as pessoas querem mudanças tem que participar mais e que as assembleias são abertas a todos e se a pessoa não participa ela se abstém de opinar e tem que aceitar a decisão de quem foi participar para mim isso não esta correto.

    As pessoas no interior, em locais de distantes, que estão doentes, de licença, de férias, quer dizer que essas pessoas não podem dar sua opinião e não podem votar no que elas acreditam ser melhor para a categoria e tem que engolir a seco as decisões de uma minoria que se diz vanguardista e que tem saco ou interesses pessoais na particpação desses eventos sindicais sitados?

    Você mesmo disse que ai no Sindjus-DF, eles não deixam os não sindicalizados votarem, não é mesmo?

    Mas na hora de representar a categoria eles não representam apenas os sindicalizados eles representam todos e quem não quer ser representado pelo sinidcato não tem opção, somos obrigados a ser representados por eles queiramos ou não, é uma representação compulsória.

    E ao invês dos sindicatos promoverem maneiras de as pessoas participarem mais, ficar mais próximo dos servidores, eles fazem extamente o contrário e você ainda vem aqui dizer que a culpa é das pessoas que não participam.

    Para mim é a mesma coisa de acusar a vitima de estupro de ser culpada de ter sido estuprada porque estava com roupas curtas.

    Quer dizer que o servidor que reside em Jales, aqui em são paulo, distante mais de 600km de distância, 7/8 horas de viagem, não participou de uma assembleia estadual na capital que decidiu se ele queria ou não a GD, o subsidio, ou seja lá o que for, porque ele é alienado, fica só reclamando na internet, afinal é muito fácil né, viajar 8 horas de ônibus, para participar numa assembléia no sindicato num sábado, e se ele não teve a "coragem" de fazer uma viagenzinha dessas ele não merece ser ouvido e a culpa é dele mesmo, não do sindicato nem dos sindicalistas.

    Acho que não é bem por ai, prefiro fazer campanha para novos tipos de participação, do tipo on-line por exemplo, que permitam que mais pessoas possam dar suas opiniões e votarem independente dos locais que estiverem perto ou longe dos grande centros, como o MPS fazia, do que vir com esse discurso barato e preconceituoso dos sindicalistas de que as pessoas não participam porque não querem e colocando a culpa nas pessoas e não na estrutura.
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    Mensagem por Convidado Sex 16 Maio 2014, 5:58 pm


    Ontem teve um debate online com o pessoal da Anata!

    O vídeo está no Youtube:


    https://www.youtube.com/watch?v=zPycM80U254#t=18

    Ouvi parte e gostei muito! A Anata está elaborando um Projeto de PCS de altíssimo nível!

    Quando publicarem o teor, poderemos confirmar!

    Nesse vídeo há vário apartes interessantes de fatos recentes das campanhas salariais.

    Muito bom!

    Uma coisa importante é que o que o PCS Anata devia ser levado à Mesa de Negociações

    do STF AGORA, para que já prepare caminho para sua implantação!





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    Mensagem por Lord Sith Sex 16 Maio 2014, 5:58 pm

    De um tempos para cá, o SG do MPU tem tanta credibilidade quanto uma nota de três reais........e o CNMP vai seguir carreira solo ainda ou continuará no carreirão?

    celsoant escreveu:
    Galizezin escreveu:Secretário Geral do MPU garante que se a categoria decidir pela desvinculação ao judiciário a PGR vai apoiar.

    Efetuei meu login após quase dois anos para apenas dar risada....kkkk

    Leia minha assinatura e refresque sua memória...



    "No encontro também foi esclarecido aos servidores que no caso de adoção do Subsídio haveria possibilidades de se implantar a reestruturação das carreiras já em 2011, em uma única parcela, mediante realocação orçamentária, e que inclusive já haveria recursos assegurados"

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    Última edição por Lord Sith em Sex 16 Maio 2014, 6:08 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Digoturbinado Sex 16 Maio 2014, 6:01 pm


    16-05 - SINASEMPU CONVOCA ASSEMBLÉIA

    Tendo em vista o congelamento dos salários dos servidores do MPU e CNMP a quase 08 (oito) anos e a ausência de ações efetivas por parte do Procurador-Geral da Republica para a valorização das carreiras dos servidores do MPU e do CNMP, ao não definir o encaminhamento de um Projeto de Lei ao Congresso Nacional para a recomposição salarial dos servidores do MPU e CNMP, bem como não sinalizar, até o momento, a inclusão dos valores necessários ao reajuste na Proposta Orçamentária do MPU para 2015, o SINASEMPU CONVOCA todos os servidores do Ministério Público da União e do Conselho Nacional do Ministério Público, para realizarem assembleias de base no período de 19 e 20 de maio do corrente ano, sob a organização da seção sindical, onde houver, Delegados de Bases e demais lideranças a fim de discutir e deliberar sobre aprovação de paralisação com indicativo de Greve por tempo indeterminado no MPU e CNMP a partir do dia 23 de maio do corrente ano.
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    Mensagem por coaras Sex 16 Maio 2014, 6:04 pm

    fbomber escreveu:
    Najla escreveu:Fbomber,

    O que a mesa decidir terá que ser levado para a categoria de toda a forma, todos que estão participando da mesa sabem disso.

    E quem é que vai às assembleias? Os que preferem o reajuste no VB. Enquanto nós reclamamos muito pela internet, os colegas mais antigos vão para as assembleias defender o que lhes parecer ser o melhor. Alguém acha que quem quer outra forma de reajuste vai lotar as assembleias? Sou pessimista quanto a isso.

    A questão é que os coordenadores da FENAJUFE estão filtrando, a priori, o que será levado aos servidores. Com qual legitimidade eles estão fazendo esse filtro?

    Com qual legitimidade eles estão fazendo isso?

    Para mim eles não podem fazer isso com a desculpa que a categoria já votou contra a GD, as votações da categoria devem ser sobre algo concreto, não se pode votar numa assembleia que "nunca" vamos querer a GD, teve uma proposta de GD, nós votamos, tem nova proposta de GD, aquela votação já não vale, porque a proposta é outra, tem que votar de novo, essa desculpa dos sindicalistas dizendo que a categoria já votou contra é para enganar e manipular, votamos contra o que? se nem sabemos qual a proposta.

    E os caras usam essa desculpa para recusarem proposta que não ficamos sabendo nem quais foram.

    isso para mim é crime, se quarta feira o diretor do STJ falou sobre GD, nossos sindicalistas teriam que ouvir qual seria a proposta, vir para a base discutir se aceita ou não e só então poder dizer o que a categoria quer. Mas negar uma proposta em nome da categoria que nem esta sabendo que proposta foi essa isso é roubo representativo.
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    Mensagem por Convidado Sex 16 Maio 2014, 6:10 pm

    coaras escreveu:
    Najla escreveu:Fbomber,

    O que a mesa decidir terá que ser levado para a categoria de toda a forma, todos que estão participando da mesa sabem disso.

    E quem é que vai às assembleias? Os que preferem o reajuste no VB. Enquanto nós reclamamos muito pela internet, os colegas mais antigos vão para as assembleias defender o que lhes parecer ser o melhor. Alguém acha que quem quer outra forma de reajuste vai lotar as assembleias? Sou pessimista quanto a isso.

    mas como já disseram aqui Najla, os nossos representantes não podem ser contra alguma proposta ainda na mesa de negociação em nome da categoria sendo que a categoria nem sabe o que foi proposto.

    Não era esse um dos motivos do MPS e da CPS e que catalisaram na formação da Anata.

    Por que o movimento do MPS cresceu tanto em 2010/2011?

    Justamente pelo MPS cobrar os sindicalistas que não podiam recusar propostas sem consulta a categoria, para mim é a mesma coisa que estao fazendo agora ou estou errado?

    E sobre a participação das pessoas nas assembléias sindicais para votarem o que elas acham melhor e que se as pessoas querem mudanças devem participar mais eu concordo em partes.

    Concordo que as pessoas tem que participar mais se querem mudanças e se não querem que meia dúzia de sindicalistas decidam o futuro da maioria.

    Mas temos que lembrar também Najla, e isso o MPS também denunciou e era uma bandeira do MPS e Anata na sua fundação, eu estava presente no Rio acho que vc deve lembra não é mesmo? que essas assembleias, congressos, ampliadas, seja lá o que for, são em locais e horários que as pessoas muitas vezes não conseguem participar, outras não são abertas a todos, tipo congressos e ampliadas que as pessoas precisam ser eleitas delegados, para participar o que já direciona para as pessoas que sempre estão nos sindicatos, não tem uma rotatividade e regras de reeleição na fenajufe e na maioria dos sindicatos pelo que eu sei, os sindicalistas se profissionalizam e desde que eu entrei no judiciário faz 18 anos, são sempre os mesmos, mudam alguns, tipo a entrada da Eugenia, mas uma pessoa não muda nada, os principais diretores são os mesmos desde a fundação da fenajufe e não temos nenhum mecanismo para se evitar isso e para que ocorram mudanças, outras pessoas entrando, oxigenando a direção, se fosse imposta apenas uma reeleição ou outros mecanismos de as pessoas não se tortarem vitalicias no cargo acho que as coisas iam ser melhores, minha modesta opinião.

    outra coisa levantada pelo MPS e Anata é a questão que essas assembléias não são representativas do total de servidores e essa desculpa que você deu, que aliás é a mesma dos sindicalistas "profissionais" que se as pessoas querem mudanças tem que participar mais e que as assembleias são abertas a todos e se a pessoa não participa ela se abstém de opinar e tem que aceitar a decisão de quem foi participar  para mim isso não esta correto.

    As pessoas no interior, em locais de distantes, que estão doentes, de licença, de férias, quer dizer que essas pessoas não podem dar sua opinião e não podem votar no que elas acreditam ser melhor para a categoria e tem que engolir a seco as decisões de uma minoria que se diz vanguardista e que tem saco ou interesses pessoais na particpação desses eventos sindicais sitados?

    Você mesmo disse que ai no Sindjus-DF, eles não deixam os não sindicalizados votarem, não é mesmo?

    Mas na hora de representar a categoria eles não representam apenas os sindicalizados eles representam todos e quem não quer ser representado pelo sinidcato não tem opção, somos obrigados a ser representados por eles queiramos ou não, é uma representação compulsória.

    E ao invês dos sindicatos promoverem maneiras de as pessoas participarem mais, ficar mais próximo dos servidores, eles fazem extamente o contrário e você ainda vem aqui dizer que a culpa é das pessoas que não participam.

    Para mim é a mesma coisa de acusar a vitima de estupro de ser culpada de ter sido estuprada porque estava com roupas curtas.

    Quer dizer que o servidor que reside em Jales, aqui em são paulo, distante mais de 600km de distância, 7/8 horas de viagem, não participou de uma assembleia estadual na capital que decidiu se ele queria ou não a GD, o subsidio, ou seja lá o que for, porque ele é alienado, fica só reclamando na internet, afinal é muito fácil né, viajar 8 horas de ônibus, para participar numa assembléia no sindicato num sábado, e se ele não teve a "coragem" de fazer uma viagenzinha dessas ele não merece ser ouvido e a culpa é dele mesmo, não do sindicato nem dos sindicalistas.

    Acho que não é bem por ai, prefiro fazer campanha para novos tipos de participação, do tipo on-line por exemplo, que permitam que mais pessoas possam dar suas opiniões e votarem independente dos locais que estiverem perto ou longe dos grande centros, como o MPS fazia, do que vir com esse discurso barato e preconceituoso dos sindicalistas de que as pessoas não participam porque não querem e colocando a culpa nas pessoas e não na estrutura.

    Houve um ano, não me lembro qual, que a assembleia em Brasília foi marcada numa sexta-feira à noite, véspera de carnaval.

    Nem que o cara quisesse, poderia ir, já que a maioria certamente tinha vôos marcados, e mesmo que quisesse alterar, provavelmente já nem encontraria mais vaga, além do preço absurdo que isto teria.

    Na verdade, acho lamentável quando se volta a este tipo de discurso... Propostas que são vetadas ainda em mesa, sem serem levadas a público, só quem vai à assembleia é que tem direito de ser ouvido (mas quando é para puxar greves procuram cada servidor, um por um), manutenção do status quo.


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