PCS JÁ

PCS JÁ



    Tópico Geral

    avatar
    Convidado
    Convidado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Seg 18 Ago 2014, 10:45 pm


    Que dó ver uma biblioteca daquelas, com a certeza de que só mexem nos livros ali nos últimos doze anos para tirar a poeira.
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 7727
    Reputação : 576
    Data de inscrição : 13/01/2012

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Galizezin Seg 18 Ago 2014, 10:49 pm

    William Bonner: a senhora não acha que o seu partido tratou como heróis os envolvidos no mensalão?

    Dilmônio: ...eu não comento ou julgo decisão do STF...apenas corto o orçamento do judiciário...


    _________________
    Neoliberalismo não entrega o que promete, diz FMI!
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 7727
    Reputação : 576
    Data de inscrição : 13/01/2012

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Galizezin Seg 18 Ago 2014, 10:55 pm

    josebarbos escreveu:
    PJHUUUUuuuuu escreveu:Entrevista da Dilmagoga!

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Que dó ver uma biblioteca daquelas, com a certeza de que só mexem nos livros ali nos últimos doze anos para tirar a poeira.

    vc está enganado José Barbosa...eu vi o Lula e a Dilma folheando esse livro...ele está com orelhas e bastante sujo...

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes visualizar esta imagem]


    _________________
    Neoliberalismo não entrega o que promete, diz FMI!
    avatar
    Convidado
    Convidado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Seg 18 Ago 2014, 10:56 pm

    Vamos lá aos kkks desta Dilma:

    Polícia Federal tem autonomia para prender.
    kkkk

    Respeito ao ministério público. kkk

    CGU foi criada pelo Lula. Fato, mas quando viram o potencial dele, começou a minguar também...

    "Eu não faço nenhuma observação sobre julgamentos realizados pelo STF.", pela importância da autonomia dos outros órgãos.

    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 7727
    Reputação : 576
    Data de inscrição : 13/01/2012

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Galizezin Seg 18 Ago 2014, 10:58 pm

    josebarbos escreveu:Vamos lá aos kkks desta Dilma:

    Polícia Federal tem autonomia para prender.
    kkkk

    Respeito ao ministério público. kkk

    CGU foi criada pelo Lula. Fato, mas quando viram o potencial dele, começou a minguar também...

    "Eu não faço nenhuma observação sobre julgamentos realizados pelo STF.", pela importância da autonomia dos outros órgãos.


    O intuito da criação da CGU foi proteger a elite da quadrilha e lascar com os ladrões de galinha do executivo, só isso!


    _________________
    Neoliberalismo não entrega o que promete, diz FMI!
    avatar
    Convidado
    Convidado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Seg 18 Ago 2014, 11:00 pm

    Índices antecentes...
    Parabéns, fez o primeiro semestre de economia... Mas já o diploma...
    avatar
    Ilhense
    Usuário Master
    Usuário Master

    Mensagens : 885
    Reputação : 30
    Data de inscrição : 18/12/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Ilhense Seg 18 Ago 2014, 11:14 pm

    Pedro Augusto escreveu:
    Ilhense escreveu:
    Edyrio2010 escreveu:
    Flurj escreveu:Me informaram que ja tem um outro recurso no stf...
    Alguem sabe de algo ?



    Pelo q entendi vai acontecer a mesma coisa no STF, ou seja, a UNIÃO não respeito o momento processual para interpor os recursos (Extra. e Esp.), pois ainda era cabível embargos infringentes, daí o agravo para destrancar o recurso extraordinário, pois este foi denegado no TRF, deve ter uma decisão similar ao agravo para destrancar o recurso especial, isto é, sem provimento.

    A repercussão da decisão será geral?

    Os 13,23% serão calculados sobre o vencimento básico?

    Alguém tem ideia de quando isso pode acontecer?

    A repercussão não será geral. Alcançará apenas os associados da Anajustra.

    Analisando detidamente o voto da relatora do Acordão, entendi que o percentual incidirá sobre a tabela salarial de 2002 (considerado o salário base+ GAJ, que na época era de 12%) e permanecerá fixo até os dias de hoje.

    Exemplo: um servidor que na tabela de 2002 ganhava 2.000,00 (exemplo), receberá a VPI no valor de R$ 264,60.

    Daqui a pouco posto os trechos do Acordão que tratam do tema.

    Se a sua análise estiver correta, o valor a receber será irrisório....
    vieres74
    vieres74
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Cargo : Técnico Judiciário
    Mensagens : 85
    Reputação : 3
    Data de inscrição : 04/06/2013
    Idade : 47

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por vieres74 Seg 18 Ago 2014, 11:17 pm

    Trecho da entrevista da Dilmagoga no JN. Prestem atenção na parte em que ela fala sobre o respeito e consideração a autonomia dos outros "órgãos" (poderes). Até parece que ela respeita a Constituição. Nós, servidores do Judiciário, sentimos na pele e na carteira a falta de consideração desta senhora pela autonomia de outro poder. Cara de pau é pouco; tá mais é para cara de aço.

    "Corrupção e PT
    O jornalista William Bonner perguntou a Dilma se ela não foi "condescendente" com a corrupção já que o PT é um partido com "um grupo de pessoas comprovadamente corruptas, mas que são tratados como guerreiros, como vítimas". Ele se referia ao julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal, que condenou e levou à prisão dirigentes do partido. Questionada quatro vezes sobre o assunto, não respondeu.

    "Eu sou presidente . Eu não faço nenhuma observação sobre julgamentos realizados pelo Supremo Tribunal. A Constituição exige do presidente da República que nós respeitemos e consideremos a autonomia dos outros órgãos. Eu não julgo as ações do  Supremo. Eu tenho opiniões pessoais. Durante o processo inteiro não manifestei nenhuma opinião. Não vou tomar nenhuma posição que me coloque em confronto, em conflito, aceitando ou não. Eu respeito as decisões da Suprema Corte brasileira", declarou.


    Em outro trecho ela trocou IPCA por IPCS. Será um prenúncio do índice de aumento que ela nos concederá?

    "O último dado do IPCS que saiu se não me engano hoje ou ontem chegou a 0,08."

     lol!
    andre3107
    andre3107
    Usuário Especial
    Usuário Especial

    Cargo : Técnico Judiciário
    Mensagens : 1112
    Reputação : 31
    Data de inscrição : 31/08/2012
    Localização : Belém/PA

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por andre3107 Ter 19 Ago 2014, 5:37 am

    Orçamento de 2015 sofrerá cortes como os feitos no deste ano
    18/08/14 03:52

    A proposta orçamentária para 2015, que precisa ser enviada ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto, será enxuta e com redução nas despesas, preservando apenas áreas prioritárias, como o orçamento da saúde e da educação, por determinação da presidente Dilma Rousseff, segundo informaram integrantes da equipe econômica.

    Com arrecadação fraca e a atividade econômica estagnada, o mais provável é que o orçamento do ano que vem seja parecido com o de 2014, onde o governo fez um corte de R$ 44 bilhões.

    "É só pegar o orçamento deste ano e verificar onde foram feitos os cortes", disse uma fonte, para reforçar a semelhança com o orçamento deste ano.

    O projeto de orçamento dos investimentos das estatais para 2015 também está recebendo ajustes. Há ainda uma orientação do governo às estatais para segurarem os gastos com pessoal já neste ano, prevendo a necessidade de apertar o cinto devido à queda generalizada da arrecadação. No caso de empresas que têm campanha salarial no segundo semestre, a ordem é adotar uma política de austeridade, vetando reajustes acima da inflação, disse uma fonte diretamente envolvida no assunto.

    A avaliação de que o quadro fiscal em 2015 será difícil e que o próximo governo não terá condições de fazer um superávit primário muito maior do que a economia dos últimos anos, pois isso ajudaria a derrubar ainda mais a economia, é compartilhada pela oposição. O economista Armínio Fraga, principal assessor econômico do candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, já defende que o ajuste na política fiscal brasileira seja feito num prazo de dois anos e não de uma só vez.

    Até o fim do ano, o governo ainda terá que lidar com as dificuldades no Congresso para aprovar a LDO e o Orçamento de 2015. Nem mesmo o parecer preliminar foi votado na Comissão Mista de Orçamento. Sem a LDO aprovada, o governo terá que usar como base os parâmetros fixados por ele na proposta encaminhada ao Congresso e a avaliação do terceiro bimestre, principalmente a receita obtida neste período para calcular a arrecadação do ano seguinte.

    O Globo

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]
    leo-cap
    leo-cap
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 68
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 03/03/2014

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por leo-cap Ter 19 Ago 2014, 7:49 am

    18-08_Categoria decide não entrar em greve

    Em vista da atual situação do Substitutivo ao PL 6697/2009 e da total falta de respeito à autonomia do Ministério Público da União, garantida pela Constituição Federal de 1988, o SINASEMPU enviou às seccionais, diretorias de base e lideranças nos estados, o Edital n° 07 de 2014 convocando assembleia de base para que a categoria decidisse se seria deflagrada ou não greve a partir do dia 18 de agosto.

    Em resposta ao edital citado, ficou decidido pela maioria que a categoria não entrará em greve neste momento.

    O SINASEMPU informa que continuará realizando reuniões com representantes da categoria e a PGR no intuito de que o Orçamento do MPU seja aprovado sem corte.

    naranjito
    naranjito
    Usuário Master
    Usuário Master

    Cargo : Eleitor do PT
    Mensagens : 754
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 17/08/2011
    Idade : 92
    Localização : Fila do Bolsa-Família

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por naranjito Ter 19 Ago 2014, 7:57 am

    josebarbos escreveu:Vamos lá aos kkks desta Dilma:

    Polícia Federal tem autonomia para prender.
    kkkk

    Respeito ao ministério público. kkk

    CGU foi criada pelo Lula. Fato, mas quando viram o potencial dele, começou a minguar também...

    "Eu não faço nenhuma observação sobre julgamentos realizados pelo STF.", pela importância da autonomia dos outros órgãos.


    A CGU foi criada por FHC em 2001 e inicialmente presidida por Anadyr Mendonça.

    A exemplo do que fez com o Bolsa Família, Lula apenas trocou o termo "Corregedoria" por "Controladoria", certamente para "controlá-la" através de aparelhamento político.


    naranjito
    naranjito
    Usuário Master
    Usuário Master

    Cargo : Eleitor do PT
    Mensagens : 754
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 17/08/2011
    Idade : 92
    Localização : Fila do Bolsa-Família

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por naranjito Ter 19 Ago 2014, 7:59 am

    Galizezin escreveu:William Bonner: a senhora não acha que o seu partido tratou como heróis os envolvidos no mensalão?

    Dilmônio: ...eu não comento ou julgo decisão do STF...apenas corto o orçamento do judiciário...

    Bonner poderia ter exorcizado o demo com uma simples pergunta:

    “Se a senhora alega respeitar as decisões do STF, por que o seu governo financia com verbas estatais páginas da internet que agridem cotidianamente o Supremo, tendo, inclusive, associado a imagem do NEGRO e ex-ministro Joaquim Barbosa a um macaco?”
    naranjito
    naranjito
    Usuário Master
    Usuário Master

    Cargo : Eleitor do PT
    Mensagens : 754
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 17/08/2011
    Idade : 92
    Localização : Fila do Bolsa-Família

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por naranjito Ter 19 Ago 2014, 8:03 am

    Galizezin escreveu:Dilmônio ao JN: A polícia federal teve autonomia para investigar casos de corrupção...mentirosa do capeta!!!


    A PF se sente tão feliz e valorizada que os casos de depressão e suicídio por lá aumentaram uma barbaridade.
    Flurj
    Flurj
    Usuário Sênior
    Usuário Sênior

    Mensagens : 498
    Reputação : 10
    Data de inscrição : 06/07/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Flurj Ter 19 Ago 2014, 10:18 am

    Respossata da Dilmá ...
    Veja bem Bonner, o nosso governo tem principios que norteiam toda a administração. Nos criamos o mais medico, o bolsa familia e outros programas que são exemplos. ..blabla
    naranjito escreveu:
    Galizezin escreveu:William Bonner: a senhora não acha que o seu partido tratou como heróis os envolvidos no mensalão?

    Dilmônio: ...eu não comento ou julgo decisão do STF...apenas corto o orçamento do judiciário...

    Bonner poderia ter exorcizado o demo com uma simples pergunta:

    “Se a senhora alega respeitar as decisões do STF, por que o seu governo financia com verbas estatais páginas da internet que agridem cotidianamente o Supremo, tendo, inclusive, associado a imagem do NEGRO e ex-ministro Joaquim Barbosa a um macaco?”
    avatar
    Ilhense
    Usuário Master
    Usuário Master

    Mensagens : 885
    Reputação : 30
    Data de inscrição : 18/12/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Ilhense Ter 19 Ago 2014, 10:41 am

    Pedro Augusto escreveu:
    Ilhense escreveu:
    Edyrio2010 escreveu:
    Flurj escreveu:Me informaram que ja tem um outro recurso no stf...
    Alguem sabe de algo ?



    Pelo q entendi vai acontecer a mesma coisa no STF, ou seja, a UNIÃO não respeito o momento processual para interpor os recursos (Extra. e Esp.), pois ainda era cabível embargos infringentes, daí o agravo para destrancar o recurso extraordinário, pois este foi denegado no TRF, deve ter uma decisão similar ao agravo para destrancar o recurso especial, isto é, sem provimento.

    A repercussão da decisão será geral?

    Os 13,23% serão calculados sobre o vencimento básico?

    Alguém tem ideia de quando isso pode acontecer?

    A repercussão não será geral. Alcançará apenas os associados da Anajustra.

    Analisando detidamente o voto da relatora do Acordão, entendi que o percentual incidirá sobre a tabela salarial de 2002 (considerado o salário base+ GAJ, que na época era de 12%) e permanecerá fixo até os dias de hoje.

    Exemplo: um servidor que na tabela de 2002 ganhava 2.000,00 (exemplo), receberá a VPI no valor de R$ 264,60.

    Daqui a pouco posto os trechos do Acordão que tratam do tema.

    Pedro Augusto, você localizou a decisão?
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 7727
    Reputação : 576
    Data de inscrição : 13/01/2012

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Galizezin Ter 19 Ago 2014, 11:34 am

    naranjito escreveu:
    Galizezin escreveu:William Bonner: a senhora não acha que o seu partido tratou como heróis os envolvidos no mensalão?

    Dilmônio: ...eu não comento ou julgo decisão do STF...apenas corto o orçamento do judiciário...

    Bonner poderia ter exorcizado o demo com uma simples pergunta:

    “Se a senhora alega respeitar as decisões do STF, por que o seu governo financia com verbas estatais páginas da internet que agridem cotidianamente o Supremo, tendo, inclusive, associado a imagem do NEGRO e ex-ministro Joaquim Barbosa a um macaco?”

    Essa daí é a princesa das arrogantes. Lembrei do Titanic: afundou achando que era indestrutível.
    Mas o Brasil acordou e vai sacar fora esses quadrilheiros!!!


    _________________
    Neoliberalismo não entrega o que promete, diz FMI!
    avatar
    Megadeth
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 1840
    Reputação : 16
    Data de inscrição : 14/07/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Megadeth Ter 19 Ago 2014, 12:31 pm

    Chance de derrota de Dilma anima mercados, que esperam por mudançasBolsa avança e dólar recua diante da possibilidade de a presidente não se reeleger. Com a economia em ritmo lento, analistas reduzem para 0,79% a previsão de crescimento do PIB neste ano e continuam vendo a inflação perto do teto da meta


    Deco Bancillon

    Rosana Hessel

    Publicação: 19/08/2014 06:01Atualização:




    A reviravolta no quadro eleitoral, que agora tem a ex-senadora Marina Silva (PSB) à frente da presidente Dilma Rousseff (PT) num provável segundo turno, animou o mercado financeiro ontem. A possibilidade de que a petista perca as eleições, que ainda não estava tão clara no radar dos analistas de bancos e de corretoras, deixou os investidores eufóricos. O resultado foi que a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) avançou 1,05% e o dólar recuou 0,27%, para R$ 2,26 — um movimento que se repete sempre que a presidente aparece em desvantagem nas pesquisas.

    “O recado do mercado parece claro: não importa quem vença as eleições, desde que não seja Dilma Rousseff”, analisou o economista-chefe de um grande banco de investimentos. A rejeição à petista reflete a desaprovação do setor privado a políticas implementadas pelo governo, especialmente nos setores de energia e petróleo, que mais sofrem com o intervencionismo do Planalto. Mas expressam também a insatisfação cada vez maior com os fracos resultados da atual administração, marcada por inflação em patamar elevado e baixíssimo crescimento da produção, uma combinação que a maioria dos economistas atribui a erros na condução da política econômica.

    Ontem, por exemplo, os analistas ouvidos pela pesquisa Focus, do Banco Central, reduziram pela 12ª semana consecutiva a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. A estimativa recuou de 0,81%, na semana passada, para apenas 0,79%. Enquanto isso, a expectativa para a inflação mal saiu do lugar: passou de 6,26% para 6,25%.

    “O mercado está convencido de que a economia trilha um caminho sem volta de baixo crescimento. Há uma sucessão de notícias ruins que tem feito os analistas continuarem cortando suas projeções”, disse o economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luis Otávio de Souza Leal.
    avatar
    VN
    Usuário Master
    Usuário Master

    Mensagens : 783
    Reputação : 18
    Data de inscrição : 07/07/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por VN Ter 19 Ago 2014, 12:41 pm

    andre3107 escreveu:Orçamento de 2015 sofrerá cortes como os feitos no deste ano
    18/08/14 03:52

    A proposta orçamentária para 2015, que precisa ser enviada ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto, será enxuta e com redução nas despesas, preservando apenas áreas prioritárias, como o orçamento da saúde e da educação, por determinação da presidente Dilma Rousseff, segundo informaram integrantes da equipe econômica.

    Com arrecadação fraca e a atividade econômica estagnada, o mais provável é que o orçamento do ano que vem seja parecido com o de 2014, onde o governo fez um corte de R$ 44 bilhões.

    "É só pegar o orçamento deste ano e verificar onde foram feitos os cortes", disse uma fonte, para reforçar a semelhança com o orçamento deste ano.

    O projeto de orçamento dos investimentos das estatais para 2015 também está recebendo ajustes. Há ainda uma orientação do governo às estatais para segurarem os gastos com pessoal já neste ano, prevendo a necessidade de apertar o cinto devido à queda generalizada da arrecadação. No caso de empresas que têm campanha salarial no segundo semestre, a ordem é adotar uma política de austeridade, vetando reajustes acima da inflação, disse uma fonte diretamente envolvida no assunto.

    A avaliação de que o quadro fiscal em 2015 será difícil e que o próximo governo não terá condições de fazer um superávit primário muito maior do que a economia dos últimos anos, pois isso ajudaria a derrubar ainda mais a economia, é compartilhada pela oposição. O economista Armínio Fraga, principal assessor econômico do candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, já defende que o ajuste na política fiscal brasileira seja feito num prazo de dois anos e não de uma só vez.

    Até o fim do ano, o governo ainda terá que lidar com as dificuldades no Congresso para aprovar a LDO e o Orçamento de 2015. Nem mesmo o parecer preliminar foi votado na Comissão Mista de Orçamento. Sem a LDO aprovada, o governo terá que usar como base os parâmetros fixados por ele na proposta encaminhada ao Congresso e a avaliação do terceiro bimestre, principalmente a receita obtida neste período para calcular a arrecadação do ano seguinte.

    O Globo

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]


    Alguém ainda acha que o PL 6613/2009 será aprovado?
    Thomazin
    Thomazin
    Novo Usuário

    Mensagens : 5
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 05/03/2014

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Thomazin Ter 19 Ago 2014, 12:54 pm

    VN escreveu:
    andre3107 escreveu:Orçamento de 2015 sofrerá cortes como os feitos no deste ano
    18/08/14 03:52

    A proposta orçamentária para 2015, que precisa ser enviada ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto, será enxuta e com redução nas despesas, preservando apenas áreas prioritárias, como o orçamento da saúde e da educação, por determinação da presidente Dilma Rousseff, segundo informaram integrantes da equipe econômica.

    Com arrecadação fraca e a atividade econômica estagnada, o mais provável é que o orçamento do ano que vem seja parecido com o de 2014, onde o governo fez um corte de R$ 44 bilhões.

    "É só pegar o orçamento deste ano e verificar onde foram feitos os cortes", disse uma fonte, para reforçar a semelhança com o orçamento deste ano.

    O projeto de orçamento dos investimentos das estatais para 2015 também está recebendo ajustes. Há ainda uma orientação do governo às estatais para segurarem os gastos com pessoal já neste ano, prevendo a necessidade de apertar o cinto devido à queda generalizada da arrecadação. No caso de empresas que têm campanha salarial no segundo semestre, a ordem é adotar uma política de austeridade, vetando reajustes acima da inflação, disse uma fonte diretamente envolvida no assunto.

    A avaliação de que o quadro fiscal em 2015 será difícil e que o próximo governo não terá condições de fazer um superávit primário muito maior do que a economia dos últimos anos, pois isso ajudaria a derrubar ainda mais a economia, é compartilhada pela oposição. O economista Armínio Fraga, principal assessor econômico do candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, já defende que o ajuste na política fiscal brasileira seja feito num prazo de dois anos e não de uma só vez.

    Até o fim do ano, o governo ainda terá que lidar com as dificuldades no Congresso para aprovar a LDO e o Orçamento de 2015. Nem mesmo o parecer preliminar foi votado na Comissão Mista de Orçamento. Sem a LDO aprovada, o governo terá que usar como base os parâmetros fixados por ele na proposta encaminhada ao Congresso e a avaliação do terceiro bimestre, principalmente a receita obtida neste período para calcular a arrecadação do ano seguinte.

    O Globo

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]


    Alguém ainda acha que o PL 6613/2009 será aprovado?

    Essa é minha primeira msg apesar de acompanhar o fórum desde o ano retrasado.
    Não será aprovado com certeza. Deveríamos brigar por jornada de 6 horas como foi feito na unicamp, o que indiretamente aumentaria o salário pelo tempo trabalhado. Essa é a única forma de aumento que poderemos ter.

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]
    naranjito
    naranjito
    Usuário Master
    Usuário Master

    Cargo : Eleitor do PT
    Mensagens : 754
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 17/08/2011
    Idade : 92
    Localização : Fila do Bolsa-Família

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por naranjito Ter 19 Ago 2014, 1:40 pm

    camirecas escreveu:
    naranjito escreveu:
    corujito escreveu:camirecas,

    quais são, na prática, as ações de Marina que você receia por ela ser religiosa/cristã protestante?

    Nem perca tempo perguntando, Coruja. Se é inútil esperar de um esquerdista beneficiário uma resposta verdadeira a respeito de suas implicâncias com o Cristianismo, que dizer de um esquerdista funcional, que não passa de um inocente útil (Stalin, sem papas na língua, os chamava de idiotas úteis).

    O esquerdismo é a expressão política do humanismo radical, que restringe ao homem qualquer sentido de compreensão ou ação transformadora do mundo. O humanista, quando muito, pode ser um deísta (acreditar em Deus como causa primeira do Universo, mas que abandonou Sua criação aos desígnios exclusivos das criaturas, das quais o homem seria, até onde se pode perceber, a expressão máxima de inteligência e racionalidade).

    Assim, o esquerdista típico exclui Deus da realidade histórica, principalmente como Juiz e Legislador. Se para o cristão Deus é a fonte primeira e única de valores e deveres - ou seja, Ele é o Ente Categórico de Razão - para o esquerdista, esse Ente tem que ser obrigatoriamente o Estado (no caso do fascismo) ou mais especificamente o Partido (no caso do marxismo). Ele acredita que essa definição é uma consequência inevitável do andamento da História (é um pensamento pra lá de contraditório inaugurado por Marx, mas isso fica pra outra hora). Por esse raciocínio, qualquer indivíduo ou grupo que lutar contra essa predestinação histórica será necessariamente um reacionário. Guardemos esse conceito: no dicionário esquerdista, o reacionário é um alienado e/ou egoísta que luta por obstruir a marcha da humanidade rumo ao socialismo tangida pelas forças impessoais da História.

    Ora, se o Estado TEM de ser o Ente Categórico de Razão, o Deus cristão deve ser tolerado, no máximo, como uma superstição anacrônica, restrita à esfera psicológica privada até que se torne completamente obsoleto e irrelevante, a exemplo das divindades antigas (Zeus, Hórus, Odin, Baal etc). Não deve, portanto, exercer influência sobre as decisões que dizem respeito à esfera pública, na formulação de políticas públicas. A menos, é claro, que o Cristianismo se submeta a uma interpretação marxista, como foi o caso da esdrúxula Teologia da Libertação (melhor seria dizer Escatologia da Empulhação).

    Antonio Gramsci, ideólogo comunista italiano, cantou a bola e instruiu direitinho as táticas socialistas: “O Moderno Príncipe, desenvolvendo-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que seu desenvolvimento significa, de fato, que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno Príncipe e serve ou para aumentar seu poder ou para opor-se a ele. O Príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume.” ("Moderno Príncipe", no caso, significa o Estado dominado em todas as suas instâncias diretamente pelo Partido e indiretamente através de seus sovietes (conselhos, em idioma russo). Se ninguém até hoje conseguiu provar a existência de Deus, Gramsci foi bem sucedido ao demonstrar a existência do Diabo, cujo pensamento psicografou.

    Logo, toda aproximação do esquerdismo com o Cristianismo será primeiramente dissimulada e ardilosa, depois predatória e, por fim, persecutória (quem duvida, confira a agenda democrata norte-americano, desde Kennedy a Obama). Um exemplo clássico aqui por estas bandas foi o teatrinho eleitoreiro de Dilma em 2010 quanto à questão do infanticídio pré-natal (que o amoralismo de esquerda busca ressignificar como "direitos reprodutivos da mulher"). Uma vez empossada, Dilma nomeou para a Secretaria de Políticas para Mulheres uma abortista e aborteira chamada Eleonora Menecucci.

    Já Marina, por sua formação protestante, não cumpre a agenda gramsciana integral, ou seja, ela não pretende, como o PT vem fazendo com êxito, erodir a família e os valores morais que fizeram o Ocidente optar pelas liberdades individuais e pela sacralidade da vida humana. Seu perigo maior, até agora demonstrado por sua atuação como ministra do Meio Ambiente, é promover um apagão energético (vide Belo Monte), um apagão orçamentário e alimentar (vide sua gana contra o agronegócio) e um apagão republicano (vide seu projeto político pessoal contemplar aparelhos para-representativos, a tal da Rede).

    Marina não chega a ser um Ebola político como Luciana Genro, Rui Costa Pimenta e Zé Maria, entre outras cepas similares. Mas pode causar um estrago irreversível.


    Naranjito,

    é seu o texto? Várias mensagens suas eu fico sem saber se as palavras foram redigidas por você ou se foi feita colagem de um artigo da net.  Seria interessante colocarmos a autoria.

    Você adora escrever chavões, ou melhor, reduzir conceitos a uma palavra. Digo,  passar a impressão de que tem a firmeza do conhecimento das  idiossincrasias  que estão  por trás da palavra escrita. O que você entende por esquerdista? Transformar o Brasil em Cuba, Venezuela? Chavismo? Bolivarianismo? Isso pode ser conceituado?  É só replique, é isso?  Defina  esses seus  termos genéricos, que ressoam como pejorativos,  que aí poderíamos discutir melhor se A, B ou C é isso ou aquilo.

    Perceba,  em nenhum momento eu me referi  a  Marina pela concepção de protestante dela. Mencionei   a questão da religiosidade, tendo em vista a mesma já ter declarado que a sua opção é base para seu modo de vida. Não me importa se a pessoa é católica, protestante, espírita,  umbandista  etc. Agora, se ela se propõe a governar  a todos,  inclusive ateus,  ela precisa destacar qual será o tamanho do peso de seus pré-conceitos religiosos  no desenvolvimento  do governo.

    Religião é questão de foro íntimo, devemos respeitar. Governar é questão de foro coletivo, precisamos respeitar. Gosto muito da Marina. Ela sempre foi fiel aos seus ideais “esquerdistas”, se assim querem definir, inclusive na causa do funcionalismo. Se no segundo turno ficar ela e a Dilma, poderia sim votar nela, me simpatizo mais com ela do que com a própria Dilma, ela tem sua gênese na luta social, no PT.  Agora, como eu disse, algumas questões precisam ficar claras.

    Se eleita, como governar um país acostumado a fisiologismos  sem ter um partido? Sem ter  um deputado eleito? O PSB é só um arranjo temporário. Qual a opinião clara dela sobre o aborto? A quem cabe a decisão de realização do aborto? Ao estado ou ao cidadão? E o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o que ela tem a falar? Não de maneira geral, como eu já a li, o que tem dentro do seu plano de governo para o assunto? E a maioridade penal?  E a atuação dos Ministérios da Saúde e da Educação, vai sucumbir às pressões religiosas da CNBB e das igrejas protestantes?  O que a Marina entende por estado laico, como preconiza a nossa constituição? Certa feita perguntaram a ela, não me recordo o nome do jornalista, ela tergiversou. E no dualismo ciência x religião, há intersecção? Qual o entendimento dela? Precisamos ouvir, ler.

    Olha, não sou ateu, nem tampouco cristão, acredito no homem, no amor e no respeito mútuo.  Acredito num Deus criador, mas infelizmente, para muitos, não é igual ao Deus de muitas religiões. Mas respeito,  e muito,  a todos.
    Sei que aqui não é o post para discussões do futuro governo, devemos nos ater a discutir a carreira. Como não consigo dissociar uma coisa da outra, fica a sugestão de um tópico para os debates sobre a eleição 2014.


    Camirecas e demais,

    O texto anterior é meu; não ha citações, fora as do próprio Gramsci.

    Direita e esquerda têm a ver com o nível de poder concedido ao Estado e seu grau de controle sobre a vida de cada indivíduo. A esquerda busca aumentar ao máximo esse poder e apoderá-lo para si, por isso lutam para tornar irrelevante ou inexistente o processo democrático de alternância de poder (vide governos bolivarianos planejados lá no comecinho dos anos 90 pelo Foro de São Paulo organizado por Lula e Fidel - isso é um juízo de fato, não comporta discordância ou concordância).

    A questão da religião é fulcral para o esquerdismo, já chego lá. Quanto aos candidatos do PSB, mesmo tendo sido Campos um católico praticante e sendo Marina uma protestante assumida, isso não muda a agenda de esquerda na estratégia da guerra de valores. A melancista Marina pode até brecar questões pontuais como o aborto, mas a esquerda - mais pragmática que o Hamas - apenas adiará o tema para um momento oportuno. Foi assim quanto ao "casamento" entre homossexuais, abertamente rechaçado pelo Congresso através da Constituição de 1988, pela Lei Nº 9.278 de 1996 e pelo Código Civil de 2002 - até ser imposto goela abaixo à sociedade por uma decisão inconstitucional do próprio STF (sic). Detalhes aqui: [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Política trata da conciliação de propósitos defendidos por grupos distintos. Esses propósitos estão calcados em interesses, é óbvio, mas também envolvem valores. Valores fundamentam a cosmovisão dos indivíduos e seus grupos.

    Cosmovisão é a maneira pela qual enxergamos e interpretamos a realidade e, a partir daí, estabelecemos nossas ações e relacionamentos. Três elementos se conjugam para se formar uma cosmovisão:

    ciência, (que trata da compreensão da realidade imediata e perceptível);
    filosofia (que visa a conciliar a percepção com a lógica, estruturando-as e definindo métodos para um correto pensar) e
    religião (que envolve temas de natureza metafísica).

    Existe uma falsa dicotomia entre religião e política inventada através da confusão intencional acerca do conflito resultante da união indevida entre Igreja e Estado. Essa união, poucos falam e menos ainda conhecem, já era combatida bem antes do advento do Iluminismo por vários protestantes das colônias britânicas na América, com destaque para os presbiterianos. O lema deles era: "sem rei, sem papa". Seu objetivo era impedir que determinada denominação ou coalizão de denominações utilizasse o aparelho estatal para benefício próprio em detrimento ou mesmo pela perseguição de adversários. No início do século XX, os marxistas culturais se apoderaram desse princípio para estigmatizar e anular a influência pública do Cristianismo, ideologizando o conceito de estado laico.

    O esquerdismo vem conseguindo perverter a filosofia sincretizando-a com a impostura marxista; também busca anular a religião substituindo-a pela ideologia humanista, que por sua vez é calcada na presunção de o homem ser resultado exclusivo de processos restritos ao naturalismo mecanicista. A "Cruzada" contra o Cristianismo é tão importante para os esquerdistas que eles costumam apoiar as facções mais abomináveis e perigosas do Islamismo.

    Por que essa discussão? Porque poucos se dão conta de que muitas das garantias individuais que hoje julgamos naturais resultaram de séculos de consolidação da cosmovisão cristã (Inquisição, Cruzadas etc, quando analisadas e desmitificadas levam esquerdistas ao desespero). Habeas corpus, inviolabilidade do corpo, democracia moderna, criminalização da escravidão, valorização da família e da livre iniciativa - podem conferir: isso veio de princípios cristãos, nada tendo a ver com a esquerda - ao contrário, são obstáculos sérios ao seu projeto totalitário - e os esquerdistas beneficiários, que são sujos mas não são burros, sabem muito bem disso.

    Não peço que acreditem em mim, acreditem neles mesmos. Leiam Lukacs, Marx, Gramsci, Alinsky, Trotsky, Lenin e seus inúmeros epígonos. Conheçam a Historia não fraudada pelos ideólogos de esquerda, examinem os fatos e, principalmente, periciem os mais de 100 milhões de cadáveres produzidos por essa gente. E ao final decidam se vale a pena sacrificar suas posses, seus direitos e até suas vidas (e a dos outros) para dar poder crescente a cafetões e gigolôs psicopatas em troca de ilusões emocionais ridículas (sempre mistificadas com o vago rótulo de "social"). Quem acredita neles, acredita até em menstruação de travesti.

    A propósito, queiramos ou não, o futuro da nossa carreira passa necessariamente por esse tipo de discussão. E isso ficará patente daqui a alguns meses.
    embuscadeaumento
    embuscadeaumento
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2790
    Reputação : 54
    Data de inscrição : 05/07/2011

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por embuscadeaumento Ter 19 Ago 2014, 1:43 pm

    Que dá medo dá!!

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]
    darkshi
    darkshi
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 8804
    Reputação : 248
    Data de inscrição : 14/07/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por darkshi Ter 19 Ago 2014, 1:57 pm

    embuscadeaumento escreveu:Que dá medo dá!!

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Consegue confiar nos colegas de PJU?
    embuscadeaumento
    embuscadeaumento
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2790
    Reputação : 54
    Data de inscrição : 05/07/2011

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por embuscadeaumento Ter 19 Ago 2014, 2:09 pm

    darkshi escreveu:
    embuscadeaumento escreveu:Que dá medo dá!!

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Consegue confiar nos colegas de PJU?

    em relação aos colegas do PJu confio sim...hehe
    avatar
    Convidado
    Convidado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Ter 19 Ago 2014, 2:23 pm

    embuscadeaumento
    embuscadeaumento
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2790
    Reputação : 54
    Data de inscrição : 05/07/2011

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por embuscadeaumento Ter 19 Ago 2014, 2:48 pm

    josebarbos escreveu:



    Aqui está a resposta do porquê:



    Valeu pela postagem.   Excelente esclarecimento! Ou seja, .... rs
    avatar
    Convidado
    Convidado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Ter 19 Ago 2014, 2:50 pm

    PL 2201/2011 - PL DA SUBSTITUIÇÃO POR 33% A MAIS NOS SUBSÍDIOS


    Mande mensagem para a Dilma VETAR o PL 2201 Fura Teto!
    Link:

    https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php?IND_IDIOMA=


    Um debate interessante aqui, com gente velha de casa, foi dito que:
    esse PL Fura Teto pode ser um tiro no pé dos servidores do MPU, pois a Cúpula poderá cortar fc´s e outras verbas dos servidores para pagar os bacanas! Essa é a voz da
    experiência! affraid 
    avatar
    Convidado
    Convidado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Ter 19 Ago 2014, 2:58 pm

    Na propaganda, a Dilma apareceu cozinhando.
    Na panela tinha o povo brasileiro, a inflação, a industria, o PIB.
    O fogo estava brando....
    avatar
    Convidado
    Convidado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Ter 19 Ago 2014, 3:01 pm

    VN escreveu:
    andre3107 escreveu:Orçamento de 2015 sofrerá cortes como os feitos no deste ano
    18/08/14 03:52

    A proposta orçamentária para 2015, que precisa ser enviada ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto, será enxuta e com redução nas despesas, preservando apenas áreas prioritárias, como o orçamento da saúde e da educação, por determinação da presidente Dilma Rousseff, segundo informaram integrantes da equipe econômica.

    Com arrecadação fraca e a atividade econômica estagnada, o mais provável é que o orçamento do ano que vem seja parecido com o de 2014, onde o governo fez um corte de R$ 44 bilhões.

    "É só pegar o orçamento deste ano e verificar onde foram feitos os cortes", disse uma fonte, para reforçar a semelhança com o orçamento deste ano.

    O projeto de orçamento dos investimentos das estatais para 2015 também está recebendo ajustes. Há ainda uma orientação do governo às estatais para segurarem os gastos com pessoal já neste ano, prevendo a necessidade de apertar o cinto devido à queda generalizada da arrecadação. No caso de empresas que têm campanha salarial no segundo semestre, a ordem é adotar uma política de austeridade, vetando reajustes acima da inflação, disse uma fonte diretamente envolvida no assunto.

    A avaliação de que o quadro fiscal em 2015 será difícil e que o próximo governo não terá condições de fazer um superávit primário muito maior do que a economia dos últimos anos, pois isso ajudaria a derrubar ainda mais a economia, é compartilhada pela oposição. O economista Armínio Fraga, principal assessor econômico do candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, já defende que o ajuste na política fiscal brasileira seja feito num prazo de dois anos e não de uma só vez.

    Até o fim do ano, o governo ainda terá que lidar com as dificuldades no Congresso para aprovar a LDO e o Orçamento de 2015. Nem mesmo o parecer preliminar foi votado na Comissão Mista de Orçamento. Sem a LDO aprovada, o governo terá que usar como base os parâmetros fixados por ele na proposta encaminhada ao Congresso e a avaliação do terceiro bimestre, principalmente a receita obtida neste período para calcular a arrecadação do ano seguinte.

    O Globo

    http://www.anajustra.org.br/noticia/9281/19/Orcamento-de-2015-sofrera-cortes-como-os-feitos-no-deste-ano


    Alguém ainda acha que o PL 6613/2009 será aprovado?

    Tópico Geral - Página 24 10qi7v4
    PAS_Jud.2011
    PAS_Jud.2011
    Usuário Especial
    Usuário Especial

    Mensagens : 1197
    Reputação : 20
    Data de inscrição : 01/08/2011

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por PAS_Jud.2011 Ter 19 Ago 2014, 3:10 pm

    charob escreveu:
    VN escreveu:
    andre3107 escreveu:Orçamento de 2015 sofrerá cortes como os feitos no deste ano
    18/08/14 03:52

    A proposta orçamentária para 2015, que precisa ser enviada ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto, será enxuta e com redução nas despesas, preservando apenas áreas prioritárias, como o orçamento da saúde e da educação, por determinação da presidente Dilma Rousseff, segundo informaram integrantes da equipe econômica.

    Com arrecadação fraca e a atividade econômica estagnada, o mais provável é que o orçamento do ano que vem seja parecido com o de 2014, onde o governo fez um corte de R$ 44 bilhões.

    "É só pegar o orçamento deste ano e verificar onde foram feitos os cortes", disse uma fonte, para reforçar a semelhança com o orçamento deste ano.

    O projeto de orçamento dos investimentos das estatais para 2015 também está recebendo ajustes. Há ainda uma orientação do governo às estatais para segurarem os gastos com pessoal já neste ano, prevendo a necessidade de apertar o cinto devido à queda generalizada da arrecadação. No caso de empresas que têm campanha salarial no segundo semestre, a ordem é adotar uma política de austeridade, vetando reajustes acima da inflação, disse uma fonte diretamente envolvida no assunto.

    A avaliação de que o quadro fiscal em 2015 será difícil e que o próximo governo não terá condições de fazer um superávit primário muito maior do que a economia dos últimos anos, pois isso ajudaria a derrubar ainda mais a economia, é compartilhada pela oposição. O economista Armínio Fraga, principal assessor econômico do candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, já defende que o ajuste na política fiscal brasileira seja feito num prazo de dois anos e não de uma só vez.

    Até o fim do ano, o governo ainda terá que lidar com as dificuldades no Congresso para aprovar a LDO e o Orçamento de 2015. Nem mesmo o parecer preliminar foi votado na Comissão Mista de Orçamento. Sem a LDO aprovada, o governo terá que usar como base os parâmetros fixados por ele na proposta encaminhada ao Congresso e a avaliação do terceiro bimestre, principalmente a receita obtida neste período para calcular a arrecadação do ano seguinte.

    O Globo

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]


    Alguém ainda acha que o PL 6613/2009 será aprovado?

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes visualizar esta imagem]

    Sinceramente, acho muito difícil. Mas, estranhamente, a cúpula do P.J (STF) está se movimentando, fazendo reuniões com os guardas das chaves dos cofres, entre outras medidas. Agora, se isso é só mais um daquele velho migué pra esfriar greve, se vamos tomar outro "PCS está definido!!!" (na versão 2014 Lewandowisckiana), ou se sairá um acordão rapinha de tacho (como o 15% passado), aí já é tudo um mero achismo de geral neh.
    E, sinceramente, os fatos ocorridos só acumulam-nos desânimo e descrença. Não acredito no Lewando, não acredito no Sindicato e muito menos levo fé nesse Amarildo.
     scratch Neutral Sad 
    avatar
    VN
    Usuário Master
    Usuário Master

    Mensagens : 783
    Reputação : 18
    Data de inscrição : 07/07/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por VN Ter 19 Ago 2014, 3:28 pm

    PAS_Jud.2011 escreveu:
    charob escreveu:
    VN escreveu:
    andre3107 escreveu:Orçamento de 2015 sofrerá cortes como os feitos no deste ano
    18/08/14 03:52

    A proposta orçamentária para 2015, que precisa ser enviada ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto, será enxuta e com redução nas despesas, preservando apenas áreas prioritárias, como o orçamento da saúde e da educação, por determinação da presidente Dilma Rousseff, segundo informaram integrantes da equipe econômica.

    Com arrecadação fraca e a atividade econômica estagnada, o mais provável é que o orçamento do ano que vem seja parecido com o de 2014, onde o governo fez um corte de R$ 44 bilhões.

    "É só pegar o orçamento deste ano e verificar onde foram feitos os cortes", disse uma fonte, para reforçar a semelhança com o orçamento deste ano.

    O projeto de orçamento dos investimentos das estatais para 2015 também está recebendo ajustes. Há ainda uma orientação do governo às estatais para segurarem os gastos com pessoal já neste ano, prevendo a necessidade de apertar o cinto devido à queda generalizada da arrecadação. No caso de empresas que têm campanha salarial no segundo semestre, a ordem é adotar uma política de austeridade, vetando reajustes acima da inflação, disse uma fonte diretamente envolvida no assunto.

    A avaliação de que o quadro fiscal em 2015 será difícil e que o próximo governo não terá condições de fazer um superávit primário muito maior do que a economia dos últimos anos, pois isso ajudaria a derrubar ainda mais a economia, é compartilhada pela oposição. O economista Armínio Fraga, principal assessor econômico do candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, já defende que o ajuste na política fiscal brasileira seja feito num prazo de dois anos e não de uma só vez.

    Até o fim do ano, o governo ainda terá que lidar com as dificuldades no Congresso para aprovar a LDO e o Orçamento de 2015. Nem mesmo o parecer preliminar foi votado na Comissão Mista de Orçamento. Sem a LDO aprovada, o governo terá que usar como base os parâmetros fixados por ele na proposta encaminhada ao Congresso e a avaliação do terceiro bimestre, principalmente a receita obtida neste período para calcular a arrecadação do ano seguinte.

    O Globo

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]


    Alguém ainda acha que o PL 6613/2009 será aprovado?

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes visualizar esta imagem]

    Sinceramente, acho muito difícil. Mas, estranhamente, a cúpula do P.J (STF) está se movimentando, fazendo reuniões com os guardas das chaves dos cofres, entre outras medidas. Agora, se isso é só mais um daquele velho migué pra esfriar greve, se vamos tomar outro "PCS está definido!!!" (na versão 2014 Lewandowisckiana), ou se sairá um acordão rapinha de tacho (como o 15% passado), aí já é tudo um mero achismo de geral neh.
    E, sinceramente, os fatos ocorridos só acumulam-nos desânimo e descrença. Não acredito no Lewando, não acredito no Sindicato e muito menos levo fé nesse Amarildo.
     scratch Neutral Sad 

    Amarildo é conhecido no STF como um "EMBROMATION", diz que: está correndo atrás do reajuste, conversando com o CN, com o governo. Mas a verdade é que não está fazendo nada, só enrolando os sindicatos e os servidores.
    avatar
    Convidado
    Convidado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Ter 19 Ago 2014, 3:51 pm

    naranjito escreveu:
    camirecas escreveu:
    naranjito escreveu:
    corujito escreveu:camirecas,

    quais são, na prática, as ações de Marina que você receia por ela ser religiosa/cristã protestante?

    Nem perca tempo perguntando, Coruja. Se é inútil esperar de um esquerdista beneficiário uma resposta verdadeira a respeito de suas implicâncias com o Cristianismo, que dizer de um esquerdista funcional, que não passa de um inocente útil (Stalin, sem papas na língua, os chamava de idiotas úteis).

    O esquerdismo é a expressão política do humanismo radical, que restringe ao homem qualquer sentido de compreensão ou ação transformadora do mundo. O humanista, quando muito, pode ser um deísta (acreditar em Deus como causa primeira do Universo, mas que abandonou Sua criação aos desígnios exclusivos das criaturas, das quais o homem seria, até onde se pode perceber, a expressão máxima de inteligência e racionalidade).

    Assim, o esquerdista típico exclui Deus da realidade histórica, principalmente como Juiz e Legislador. Se para o cristão Deus é a fonte primeira e única de valores e deveres - ou seja, Ele é o Ente Categórico de Razão - para o esquerdista, esse Ente tem que ser obrigatoriamente o Estado (no caso do fascismo) ou mais especificamente o Partido (no caso do marxismo). Ele acredita que essa definição é uma consequência inevitável do andamento da História (é um pensamento pra lá de contraditório inaugurado por Marx, mas isso fica pra outra hora). Por esse raciocínio, qualquer indivíduo ou grupo que lutar contra essa predestinação histórica será necessariamente um reacionário. Guardemos esse conceito: no dicionário esquerdista, o reacionário é um alienado e/ou egoísta que luta por obstruir a marcha da humanidade rumo ao socialismo tangida pelas forças impessoais da História.

    Ora, se o Estado TEM de ser o Ente Categórico de Razão, o Deus cristão deve ser tolerado, no máximo, como uma superstição anacrônica, restrita à esfera psicológica privada até que se torne completamente obsoleto e irrelevante, a exemplo das divindades antigas (Zeus, Hórus, Odin, Baal etc). Não deve, portanto, exercer influência sobre as decisões que dizem respeito à esfera pública, na formulação de políticas públicas. A menos, é claro, que o Cristianismo se submeta a uma interpretação marxista, como foi o caso da esdrúxula Teologia da Libertação (melhor seria dizer Escatologia da Empulhação).

    Antonio Gramsci, ideólogo comunista italiano, cantou a bola e instruiu direitinho as táticas socialistas: “O Moderno Príncipe, desenvolvendo-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que seu desenvolvimento significa, de fato, que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno Príncipe e serve ou para aumentar seu poder ou para opor-se a ele. O Príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume.” ("Moderno Príncipe", no caso, significa o Estado dominado em todas as suas instâncias diretamente pelo Partido e indiretamente através de seus sovietes (conselhos, em idioma russo). Se ninguém até hoje conseguiu provar a existência de Deus, Gramsci foi bem sucedido ao demonstrar a existência do Diabo, cujo pensamento psicografou.

    Logo, toda aproximação do esquerdismo com o Cristianismo será primeiramente dissimulada e ardilosa, depois predatória e, por fim, persecutória (quem duvida, confira a agenda democrata norte-americano, desde Kennedy a Obama). Um exemplo clássico aqui por estas bandas foi o teatrinho eleitoreiro de Dilma em 2010 quanto à questão do infanticídio pré-natal (que o amoralismo de esquerda busca ressignificar como "direitos reprodutivos da mulher"). Uma vez empossada, Dilma nomeou para a Secretaria de Políticas para Mulheres uma abortista e aborteira chamada Eleonora Menecucci.

    Já Marina, por sua formação protestante, não cumpre a agenda gramsciana integral, ou seja, ela não pretende, como o PT vem fazendo com êxito, erodir a família e os valores morais que fizeram o Ocidente optar pelas liberdades individuais e pela sacralidade da vida humana. Seu perigo maior, até agora demonstrado por sua atuação como ministra do Meio Ambiente, é promover um apagão energético (vide Belo Monte), um apagão orçamentário e alimentar (vide sua gana contra o agronegócio) e um apagão republicano (vide seu projeto político pessoal contemplar aparelhos para-representativos, a tal da Rede).

    Marina não chega a ser um Ebola político como Luciana Genro, Rui Costa Pimenta e Zé Maria, entre outras cepas similares. Mas pode causar um estrago irreversível.


    Naranjito,

    é seu o texto? Várias mensagens suas eu fico sem saber se as palavras foram redigidas por você ou se foi feita colagem de um artigo da net.  Seria interessante colocarmos a autoria.

    Você adora escrever chavões, ou melhor, reduzir conceitos a uma palavra. Digo,  passar a impressão de que tem a firmeza do conhecimento das  idiossincrasias  que estão  por trás da palavra escrita. O que você entende por esquerdista? Transformar o Brasil em Cuba, Venezuela? Chavismo? Bolivarianismo? Isso pode ser conceituado?  É só replique, é isso?  Defina  esses seus  termos genéricos, que ressoam como pejorativos,  que aí poderíamos discutir melhor se A, B ou C é isso ou aquilo.

    Perceba,  em nenhum momento eu me referi  a  Marina pela concepção de protestante dela. Mencionei   a questão da religiosidade, tendo em vista a mesma já ter declarado que a sua opção é base para seu modo de vida. Não me importa se a pessoa é católica, protestante, espírita,  umbandista  etc. Agora, se ela se propõe a governar  a todos,  inclusive ateus,  ela precisa destacar qual será o tamanho do peso de seus pré-conceitos religiosos  no desenvolvimento  do governo.

    Religião é questão de foro íntimo, devemos respeitar. Governar é questão de foro coletivo, precisamos respeitar. Gosto muito da Marina. Ela sempre foi fiel aos seus ideais “esquerdistas”, se assim querem definir, inclusive na causa do funcionalismo. Se no segundo turno ficar ela e a Dilma, poderia sim votar nela, me simpatizo mais com ela do que com a própria Dilma, ela tem sua gênese na luta social, no PT.  Agora, como eu disse, algumas questões precisam ficar claras.

    Se eleita, como governar um país acostumado a fisiologismos  sem ter um partido? Sem ter  um deputado eleito? O PSB é só um arranjo temporário. Qual a opinião clara dela sobre o aborto? A quem cabe a decisão de realização do aborto? Ao estado ou ao cidadão? E o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o que ela tem a falar? Não de maneira geral, como eu já a li, o que tem dentro do seu plano de governo para o assunto? E a maioridade penal?  E a atuação dos Ministérios da Saúde e da Educação, vai sucumbir às pressões religiosas da CNBB e das igrejas protestantes?  O que a Marina entende por estado laico, como preconiza a nossa constituição? Certa feita perguntaram a ela, não me recordo o nome do jornalista, ela tergiversou. E no dualismo ciência x religião, há intersecção? Qual o entendimento dela? Precisamos ouvir, ler.

    Olha, não sou ateu, nem tampouco cristão, acredito no homem, no amor e no respeito mútuo.  Acredito num Deus criador, mas infelizmente, para muitos, não é igual ao Deus de muitas religiões. Mas respeito,  e muito,  a todos.
    Sei que aqui não é o post para discussões do futuro governo, devemos nos ater a discutir a carreira. Como não consigo dissociar uma coisa da outra, fica a sugestão de um tópico para os debates sobre a eleição 2014.


    Camirecas e demais,

    O texto anterior é meu; não ha citações, fora as do próprio Gramsci.

    Direita e esquerda têm a ver com o nível de poder concedido ao Estado e seu grau de controle sobre a vida de cada indivíduo. A esquerda busca aumentar ao máximo esse poder e apoderá-lo para si, por isso lutam para tornar irrelevante ou inexistente o processo democrático de alternância de poder (vide governos bolivarianos planejados lá no comecinho dos anos 90 pelo Foro de São Paulo organizado por Lula e Fidel - isso é um juízo de fato, não comporta discordância ou concordância).

    A questão da religião é fulcral para o esquerdismo, já chego lá. Quanto aos candidatos do PSB, mesmo tendo sido Campos um católico praticante e sendo Marina uma protestante assumida, isso não muda a agenda de esquerda na estratégia da guerra de valores. A melancista Marina pode até brecar questões pontuais como o aborto, mas a esquerda - mais pragmática que o Hamas - apenas adiará o tema para um momento oportuno. Foi assim quanto ao "casamento" entre homossexuais, abertamente rechaçado pelo Congresso através da Constituição de 1988, pela Lei Nº 9.278 de 1996 e pelo Código Civil de 2002 - até ser imposto goela abaixo à sociedade por uma decisão inconstitucional do próprio STF (sic). Detalhes aqui: https://www.midiaamais.com.br/brasil/6161-o-ai-5-do-supremo

    Política trata da conciliação de propósitos defendidos por grupos distintos. Esses propósitos estão calcados em interesses, é óbvio, mas também envolvem valores. Valores fundamentam a cosmovisão dos indivíduos e seus grupos.

    Cosmovisão é a maneira pela qual enxergamos e interpretamos a realidade e, a partir daí, estabelecemos nossas ações e relacionamentos. Três elementos se conjugam para se formar uma cosmovisão:

    ciência, (que trata da compreensão da realidade imediata e perceptível);
    filosofia (que visa a conciliar a percepção com a lógica, estruturando-as e definindo métodos para um correto pensar) e
    religião (que envolve temas de natureza metafísica).

    Existe uma falsa dicotomia entre religião e política inventada através da confusão intencional acerca do conflito resultante da união indevida entre Igreja e Estado. Essa união, poucos falam e menos ainda conhecem, já era combatida bem antes do advento do Iluminismo por vários protestantes das colônias britânicas na América, com destaque para os presbiterianos. O lema deles era: "sem rei, sem papa". Seu objetivo era impedir que determinada denominação ou coalizão de denominações utilizasse o aparelho estatal para benefício próprio em detrimento ou mesmo pela perseguição de adversários. No início do século XX, os marxistas culturais se apoderaram desse princípio para estigmatizar e anular a influência pública do Cristianismo, ideologizando o conceito de estado laico.

    O esquerdismo vem conseguindo perverter a filosofia sincretizando-a com a impostura marxista; também busca anular a religião substituindo-a pela ideologia humanista, que por sua vez é calcada na presunção de o homem ser resultado exclusivo de processos restritos ao naturalismo mecanicista. A "Cruzada" contra o Cristianismo é tão importante para os esquerdistas que eles costumam apoiar as facções mais abomináveis e perigosas do Islamismo.

    Por que essa discussão? Porque poucos se dão conta de que muitas das garantias individuais que hoje julgamos naturais resultaram de séculos de consolidação da cosmovisão cristã (Inquisição, Cruzadas etc, quando analisadas e desmitificadas levam esquerdistas ao desespero). Habeas corpus, inviolabilidade do corpo, democracia moderna, criminalização da escravidão, valorização da família e da livre iniciativa - podem conferir: isso veio de princípios cristãos, nada tendo a ver com a esquerda - ao contrário, são obstáculos sérios ao seu projeto totalitário - e os esquerdistas beneficiários, que são sujos mas não são burros, sabem muito bem disso.

    Não peço que acreditem em mim, acreditem neles mesmos. Leiam Lukacs, Marx, Gramsci, Alinsky, Trotsky, Lenin e seus inúmeros epígonos. Conheçam a Historia não fraudada pelos ideólogos de esquerda, examinem os fatos e, principalmente, periciem os mais de 100 milhões de cadáveres produzidos por essa gente. E ao final decidam se vale a pena sacrificar suas posses, seus direitos e até suas vidas (e a dos outros) para dar poder crescente a cafetões e gigolôs psicopatas em troca de ilusões emocionais ridículas (sempre mistificadas com o vago rótulo de "social"). Quem acredita neles, acredita até em menstruação de travesti.

    A propósito, queiramos ou não, o futuro da nossa carreira passa necessariamente por esse tipo de discussão. E isso ficará patente daqui a alguns meses.

    "Não peço que acreditem em mim, acreditem neles mesmos. Leiam Lukacs, Marx, Gramsci, Alinsky, Trotsky, Lenin e seus inúmeros epígonos. Conheçam a Historia não fraudada pelos ideólogos de esquerda, examinem os fatos e, principalmente, periciem os mais de 100 milhões de cadáveres produzidos por essa gente."

    Forçando a barra em demasia hein mermão, poderias citar também que a bíblia sagrada foi responsável pela morte de milhões de pessoas. Mas não é o caso. Muito fácil pegar trechos de livros e usá-los para para fins tendenciosos (como dizer que o que fulano disse é responsável por morte de milhões de pessoas). Pára de ler Olavo de Baralho e fazer ctrl+c/ctr+v e entenda que esses são autores históricos, que em muito nem se aplicam mais hoje em dia. Analise contextos daquela época e desta, sem se deixar influenciar por essas teorias de bos... neocoxinhas.

    Pedro Augusto
    Pedro Augusto
    Usuário Master
    Usuário Master

    Mensagens : 723
    Reputação : 28
    Data de inscrição : 06/07/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Pedro Augusto Ter 19 Ago 2014, 4:01 pm

    Ilhense escreveu:
    Pedro Augusto escreveu:
    Ilhense escreveu:
    Edyrio2010 escreveu:

    Pelo q entendi vai acontecer a mesma coisa no STF, ou seja, a UNIÃO não respeito o momento processual para interpor os recursos (Extra. e Esp.), pois ainda era cabível embargos infringentes, daí o agravo para destrancar o recurso extraordinário, pois este foi denegado no TRF, deve ter uma decisão similar ao agravo para destrancar o recurso especial, isto é, sem provimento.

    A repercussão da decisão será geral?

    Os 13,23% serão calculados sobre o vencimento básico?

    Alguém tem ideia de quando isso pode acontecer?

    A repercussão não será geral. Alcançará apenas os associados da Anajustra.

    Analisando detidamente o voto da relatora do Acordão, entendi que o percentual incidirá sobre a tabela salarial de 2002 (considerado o salário base+ GAJ, que na época era de 12%) e permanecerá fixo até os dias de hoje.

    Exemplo: um servidor que na tabela de 2002 ganhava 2.000,00 (exemplo), receberá a VPI no valor de R$ 264,60.

    Daqui a pouco posto os trechos do Acordão que tratam do tema.

    Pedro Augusto, você localizou a decisão?

    Segue o trecho do acórdão:

    "Pois bem, esclarecido que os servidores que perceberam a VPI com valores correspondentes a percentuais inferiores ao que veio a ser o maior aplicado sobre a remuneração dos destinatários desta parcela, importa agora deliberar acerca da forma da extensão que há de ser levada a efeito, devendo ser de logo adiantado que esta tarefa não se mostrou ser das mais simples.
    Explico:
    Sob o véu da Vantagem Pecuniária Individual escondeu-se uma revisão geral de remuneração levada a efeito de forma completamente anômala, já que implementada mediante a concessão de uma recomposição salarial que, malgrado gerasse uma recomposição remuneratória imediata para uma grande parte de seus beneficiários, possuiu um alcance limitado quanto a essa natureza, já que não repercutiu sobre todas as parcelas remuneratórias dos servidores, como ordinariamente costuma ocorrer com a revisão ampla de remuneração.
    A VPI se traduziu em uma parcela de natureza geral porque, repita-se, ela alcançou todos os servidores ativos, inativos e pensionistas – evidenciando assim não ter nada de individual. Só que ela foi ainda provisória quanto a essa natureza de revisão geral, por não ter sido reajustada com o passar dos anos, permanecendo com seu valor original até a presente data em relação aos servidores que ainda a percebem, isto porque a previsão legal contida em sua norma instituidora foi a de que sobre ela (VPI) incidiriam apenas os índices das posteriores revisões gerais (estas, inocorrentes, desde então).
    Por isso, a VPI tem de ser tratada, para todos, com a sua verdadeira, ainda que esdrúxula, essência, qual seja, a de uma revisão geral que não obstante tenha sido concedida com valor fixo e imutável, deveria, em razão do seu primeiro significado, ter sido deferida em consonância com o art. 37, X, da CF/88.
    Pois bem, congelado o valor da VPI desde sua instituição, fica claramente demonstrado que a recomposição à época por ela proporcionada foi perdendo paulatinamente essa característica, em razão da corrosão inflacionária que sobre ela especificamente incidiu.
    Nesse viés, a VPI tem em sua origem a natureza de revisão geral de remuneração, característica que todavia veio a desbotar com o tempo, uma vez que essa parcela nunca foi reajustada e assim adequada aos novos parâmetros instituídos pela inflação apurada desde a sua criação. Em suma, para todos os servidores, inclusive os maiores beneficiários, a VPI sempre foi paga com seu valor inicial, histórico!
    A ausência de novas revisões gerais de remuneração para os servidores públicos federais a partir de 2003 foi em certa monta compensada pelo fato de que desde então diversos planos de cargos e salários foram instituídos e revisados, beneficiando assim as mais diversas carreiras dos Três Poderes da União.
    Ocorre que mesmo após a implantação de muitos desses planos a VPI permaneceu sendo paga, e assim o foi, reitere-se, com seus valores históricos, reforçando, por um lado, o fato de que ela não foi imediatamente absorvida pelo aumento específico de muitas das carreiras dos servidores civis federais e, por outro, que a falta de reajuste sobre ela, após a sua concessão, foi afastando o caráter revisional que ela inicialmente possuía.
    Veja-se, a título exemplificativo, que no âmbito das carreiras do Banco Central do Brasil, a VPI concedida em 2003 permaneceu sendo paga mesmo após as reestruturações vencimentais levadas a efeito, primeiro, pela MP nº 210/2004, convertida na Lei nº 11.094/2005, e, em seguida, pela MP nº 295/2.006, convertida na Lei nº 11.344/2006.
    Somente a partir de julho de 2008, em razão da edição da Medida Provisória nº 440/2008 (convertida na Lei nº 11.980/2008), que instituiu o regime de subsídios para os servidores do BACEN, foi que a VPI deixou de ser paga, já que sua percepção era incompatível com o novo regime instaurado, sendo ela, por essa razão, por ele absorvido.
    Essa sistemática também teve lugar em relação a outras carreiras dos servidores civis, como por exemplo nas referentes aos cargos de “Especialistas das Agências Reguladoras” que tiveram seus vencimentos aumentados pela MP nº 269/2005, convertida na Lei nº 11.292/2006, e que mesmo sob a égide dessa nova disciplina permaneceram auferindo a VPI, com seu valor histórico, isto até o advento da Medida Provisória nº 441/2008 (posterior Lei 11.907/2009), que reestruturou diversas carreiras do Poder Executivo, e somente então, em relação a elas, determinou a suspensão do pagamento do VPI (cf. art. 1º, VI; art. 21; art. 25, II; art. 52, dentre outros).
    Em suma, para muitas carreiras de servidores a VPI em testilha permaneceu sendo paga mesmo após a concessão de aumentos salariais futuros e reestruturações remuneratórias, somente vindo a ser absorvida, para uma parte significativa dos servidores, na segunda ou terceira etapas de reestruturações salariais contadas a partir da criação da aludida parcela .
    De qualquer forma, o fato é um só; a VPI concedida em 2003 equivalia a um determinado percentual da remuneração de seus destinatários, vindo a ser comparativamente reduzida com o decorrer dos novos aumentos concedidos aos servidores.
    Diante desse quadro, vemos que nem mesmo os servidores contemplados com um percentual máximo de aumento em razão da concessão da VPI tiveram esse percentual mantido hígido ao longo dos anos, visto que também para eles a vantagem permaneceu com seu valor original.
    Por essa razão, a concessão da VPI não pode significar o deferimento puro e simples de um aumento percentual perene para todos os servidores que não a obtiveram com a repercussão máxima por ela proporcionada sobre a remuneração dos paradigmas, porque assim agindo estar-se-ia corrigindo uma distorção, com a criação de outra, em sentido oposto.
    Melhor dizendo: se os servidores que obtiveram um ganho percentual maior com a concessão da VPI continuaram percebendo a parcela com seu valor monetário inicial, não há justificativa para que os autores, e todos os demais servidores em posição idêntica à sua, obtenham uma vantagem maior que essa, ou seja, que possam perceber um aumento percentual perene a título de correção de sua VPI, de forma que ela possa ser aumentada, por reflexo, em razão de aumentos posteriores de remuneração.
    Em síntese, se a VPI sempre correspondeu a R$59,87 para os servidores que em junho de 2003 ganhavam menos, deve corresponder ao valor histórico original que equivalha ao percentual obtido pelos indicados paradigmas, sem nenhum aumento futuro (a não ser eventuais revisões gerais de remuneração, que não foram praticadas, reitere-se, desde o ano de 2003).
    Por exemplo, partindo da premissa que a diferença de ganhos corresponde a 13,23%, o servidor com remuneração correspondente a R$1.000,00 deve receber a VPI com o valor de R$132,30, não sendo ela contemplada com nenhum aumento futuro, devendo ser ainda absorvida pela norma reestruturadora posterior que assim o tiver expressamente determinado.
    A propósito, o destaque constante no final do parágrafo anterior tem razão de ser no fato já trazido à baila de que algumas normas reestruturadoras de inúmeras carreiras dos servidores federais determinaram o afastamento da VPI do rol das parcelas remuneratórias de seus beneficiados, sendo a parcela absorvida pelos ganhos por elas proporcionados.
    Há outras carreiras, contudo, cujos servidores ainda permanecem auferindo a VPI, razão pela qual em relação a estas a parcela há de permanecer sendo paga, mas com seu valor correto, isto até que eventual disposição legal futura imponha a sua retirada do núcleo remuneratório destes servidores.
    Em face do exposto, dou parcial provimento à apelação para reformar a sentença proferida, e assim julgar parcialmente procedentes os pedidos iniciais, condenando a União a conceder a VPI devida ao autor, desde sua instituição, com o mesmo percentual a que ela correspondeu para os servidores do Poder Executivo com menor remuneração, sendo o pagamento mantido até a entrada em vigor da norma que vier a determinar a sua extinção.
    "
    Pedro Augusto
    Pedro Augusto
    Usuário Master
    Usuário Master

    Mensagens : 723
    Reputação : 28
    Data de inscrição : 06/07/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Pedro Augusto Ter 19 Ago 2014, 4:05 pm

    Pedro Augusto escreveu:
    Ilhense escreveu:
    Pedro Augusto escreveu:
    Ilhense escreveu:

    A repercussão da decisão será geral?

    Os 13,23% serão calculados sobre o vencimento básico?

    Alguém tem ideia de quando isso pode acontecer?

    A repercussão não será geral. Alcançará apenas os associados da Anajustra.

    Analisando detidamente o voto da relatora do Acordão, entendi que o percentual incidirá sobre a tabela salarial de 2002 (considerado o salário base+ GAJ, que na época era de 12%) e permanecerá fixo até os dias de hoje.

    Exemplo: um servidor que na tabela de 2002 ganhava 2.000,00 (exemplo), receberá a VPI no valor de R$ 264,60.

    Daqui a pouco posto os trechos do Acordão que tratam do tema.

    Pedro Augusto, você localizou a decisão?

    Segue o trecho do acórdão:

    "Pois bem, esclarecido que os servidores que perceberam a VPI com valores correspondentes a percentuais inferiores ao que veio a ser o maior aplicado sobre a remuneração dos destinatários desta parcela, importa agora deliberar acerca da forma da extensão que há de ser levada a efeito, devendo ser de logo adiantado que esta tarefa não se mostrou ser das mais simples.
    Explico:
    Sob o véu da Vantagem Pecuniária Individual escondeu-se uma revisão geral de remuneração levada a efeito de forma completamente anômala, já que implementada mediante a concessão de uma recomposição salarial que, malgrado gerasse uma recomposição remuneratória imediata para uma grande parte de seus beneficiários, possuiu um alcance limitado quanto a essa natureza, já que não repercutiu sobre todas as parcelas remuneratórias dos servidores, como ordinariamente costuma ocorrer com a revisão ampla de remuneração.
    A VPI se traduziu em uma parcela de natureza geral porque, repita-se, ela alcançou todos os servidores ativos, inativos e pensionistas – evidenciando assim não ter nada de individual. Só que ela foi ainda provisória quanto a essa natureza de revisão geral, por não ter sido reajustada com o passar dos anos, permanecendo com seu valor original até a presente data em relação aos servidores que ainda a percebem, isto porque a previsão legal contida em sua norma instituidora foi a de que sobre ela (VPI) incidiriam apenas os índices das posteriores revisões gerais (estas, inocorrentes, desde então).
    Por isso, a VPI tem de ser tratada, para todos, com a sua verdadeira, ainda que esdrúxula, essência, qual seja, a de uma revisão geral que não obstante tenha sido concedida com valor fixo e imutável, deveria, em razão do seu primeiro significado, ter sido deferida em consonância com o art. 37, X, da CF/88.
    Pois bem, congelado o valor da VPI desde sua instituição, fica claramente demonstrado que a recomposição à época por ela proporcionada foi perdendo paulatinamente essa característica, em razão da corrosão inflacionária que sobre ela especificamente incidiu.
    Nesse viés, a VPI tem em sua origem a natureza de revisão geral de remuneração, característica que todavia veio a desbotar com o tempo, uma vez que essa parcela nunca foi reajustada e assim adequada aos novos parâmetros instituídos pela inflação apurada desde a sua criação. Em suma, para todos os servidores, inclusive os maiores beneficiários, a VPI sempre foi paga com seu valor inicial, histórico!
    A ausência de novas revisões gerais de remuneração para os servidores públicos federais a partir de 2003 foi em certa monta compensada pelo fato de que desde então diversos planos de cargos e salários foram instituídos e revisados, beneficiando assim as mais diversas carreiras dos Três Poderes da União.
    Ocorre que mesmo após a implantação de muitos desses planos a VPI permaneceu sendo paga, e assim o foi, reitere-se, com seus valores históricos, reforçando, por um lado, o fato de que ela não foi imediatamente absorvida pelo aumento específico de muitas das carreiras dos servidores civis federais e, por outro, que a falta de reajuste sobre ela, após a sua concessão, foi afastando o caráter revisional que ela inicialmente possuía.
    Veja-se, a título exemplificativo, que no âmbito das carreiras do Banco Central do Brasil, a VPI concedida em 2003 permaneceu sendo paga mesmo após as reestruturações vencimentais levadas a efeito, primeiro, pela MP nº 210/2004, convertida na Lei nº 11.094/2005, e, em seguida, pela MP nº 295/2.006, convertida na Lei nº 11.344/2006.
    Somente a partir de julho de 2008, em razão da edição da Medida Provisória nº 440/2008 (convertida na Lei nº 11.980/2008), que instituiu o regime de subsídios para os servidores do BACEN, foi que a VPI deixou de ser paga, já que sua percepção era incompatível com o novo regime instaurado, sendo ela, por essa razão, por ele absorvido.
    Essa sistemática também teve lugar em relação a outras carreiras dos servidores civis, como por exemplo nas referentes aos cargos de “Especialistas das Agências Reguladoras” que tiveram seus vencimentos aumentados pela MP nº 269/2005, convertida na Lei nº 11.292/2006, e que mesmo sob a égide dessa nova disciplina permaneceram auferindo a VPI, com seu valor histórico, isto até o advento da Medida Provisória nº 441/2008 (posterior Lei 11.907/2009), que reestruturou diversas carreiras do Poder Executivo, e somente então, em relação a elas, determinou a suspensão do pagamento do VPI (cf. art. 1º, VI; art. 21; art. 25, II; art. 52, dentre outros).
    Em suma, para muitas carreiras de servidores a VPI em testilha permaneceu sendo paga mesmo após a concessão de aumentos salariais futuros e reestruturações remuneratórias, somente vindo a ser absorvida, para uma parte significativa dos servidores, na segunda ou terceira etapas de reestruturações salariais contadas a partir da criação da aludida parcela .
    De qualquer forma, o fato é um só; a VPI concedida em 2003 equivalia a um determinado percentual da remuneração de seus destinatários, vindo a ser comparativamente reduzida com o decorrer dos novos aumentos concedidos aos servidores.
    Diante desse quadro, vemos que nem mesmo os servidores contemplados com um percentual máximo de aumento em razão da concessão da VPI tiveram esse percentual mantido hígido ao longo dos anos, visto que também para eles a vantagem permaneceu com seu valor original.
    Por essa razão, a concessão da VPI não pode significar o deferimento puro e simples de um aumento percentual perene para todos os servidores que não a obtiveram com a repercussão máxima por ela proporcionada sobre a remuneração dos paradigmas, porque assim agindo estar-se-ia corrigindo uma distorção, com a criação de outra, em sentido oposto.
    Melhor dizendo: se os servidores que obtiveram um ganho percentual maior com a concessão da VPI continuaram percebendo a parcela com seu valor monetário inicial, não há justificativa para que os autores, e todos os demais servidores em posição idêntica à sua, obtenham uma vantagem maior que essa, ou seja, que possam perceber um aumento percentual perene a título de correção de sua VPI, de forma que ela possa ser aumentada, por reflexo, em razão de aumentos posteriores de remuneração.
    Em síntese, se a VPI sempre correspondeu a R$59,87 para os servidores que em junho de 2003 ganhavam menos, deve corresponder ao valor histórico original que equivalha ao percentual obtido pelos indicados paradigmas, sem nenhum aumento futuro (a não ser eventuais revisões gerais de remuneração, que não foram praticadas, reitere-se, desde o ano de 2003).
    Por exemplo, partindo da premissa que a diferença de ganhos corresponde a 13,23%, o servidor com remuneração correspondente a R$1.000,00 deve receber a VPI com o valor de R$132,30, não sendo ela contemplada com nenhum aumento futuro, devendo ser ainda absorvida pela norma reestruturadora posterior que assim o tiver expressamente determinado.
    A propósito, o destaque constante no final do parágrafo anterior tem razão de ser no fato já trazido à baila de que algumas normas reestruturadoras de inúmeras carreiras dos servidores federais determinaram o afastamento da VPI do rol das parcelas remuneratórias de seus beneficiados, sendo a parcela absorvida pelos ganhos por elas proporcionados.
    Há outras carreiras, contudo, cujos servidores ainda permanecem auferindo a VPI, razão pela qual em relação a estas a parcela há de permanecer sendo paga, mas com seu valor correto, isto até que eventual disposição legal futura imponha a sua retirada do núcleo remuneratório destes servidores.
    Em face do exposto, dou parcial provimento à apelação para reformar a sentença proferida, e assim julgar parcialmente procedentes os pedidos iniciais, condenando a União a conceder a VPI devida ao autor, desde sua instituição, com o mesmo percentual a que ela correspondeu para os servidores do Poder Executivo com menor remuneração, sendo o pagamento mantido até a entrada em vigor da norma que vier a determinar a sua extinção.
    "



    O trecho acima é uma parte da fundamentação do Acórdão. A seguir está o dispositivo:

    Assim, sendo esta interpretação a única adequada e realmente válida à justa solução da presente lide, deve ser mantida a condenação da parte ré em conceder aos associados da autora a incorporação do percentual da VPI com o mesmo índice a que ela correspondeu para os servidores com menor remuneração, desde sua instituição, respeitada a prescrição quinquenal das parcelas, compensada com o percentual que a cada substituído representou o valor concedido pela Lei n. 10.698/2003, podendo ser absorvida por norma reestruturadora posterior que assim o expressamente determinar.
    Às prestações devidas deverá ser aplicada correção monetária desde a data em que cada parcela se tornou devida (Súmula 19 do TRF 1ª Região) e incidir juros de mora a partir da citação, com relação às parcelas a ela anteriores, e, para as posteriores, a partir da data em que se tornaram devidas, ocasião em que se verificou a mora.
    Explicito que a correção monetária e os juros devem incidir nos termos do Manual de Cálculos da Justiça Federal, aprovado pela Resolução/CJF 134, de 21.12.2010.
    A União Federal é isenta do pagamento das custas processuais perante a Justiça Federal, exceto as em reembolso.
    Quanto ao recurso da associação autora, entendo que o mesmo merece prosperar, em parte.
    Tendo em vista o valor econômico da causa e a complexidade que envolve a matéria, não devidamente pacificada pelos Tribunais Federais /ou Superiores, entendo que o valor arbitrado a título de honorários não remunera condignamente o trabalho realizado, eis que a referida verba deve atender aos princípios da razoabilidade e da equidade, razão por que deve ser majorado, observando-se os parâmetros estabelecidos nas alíneas a, b e c do art. 20, §3º, do Código de Processo Civil.
    Portanto, diante de tais circunstâncias, em apreciação equitativa, a teor do art. 20, §4º, do CPC, considero razoável, no caso, a fixação dos honorários em 5% (cinco por cento) do valor da condenação.
    Isso posto, nego provimento à apelação da União Federal, dou provimento, em parte, à remessa oficial para esclarecer os critérios de correção e juros de mora e para limitar a incidência do reajuste até eventual norma reestruturadora da carreira que expressamente determinar a absorção, e dou parcial provimento à apelação da autora para fixar a verba honorária em 5% (cinco por cento) do valor da condenação.

    Edyrio2010
    Edyrio2010
    Usuário Master
    Usuário Master

    Mensagens : 738
    Reputação : 14
    Data de inscrição : 01/09/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Edyrio2010 Ter 19 Ago 2014, 4:24 pm

    Pedro Augusto escreveu:
    Pedro Augusto escreveu:
    Ilhense escreveu:
    Pedro Augusto escreveu:

    A repercussão não será geral. Alcançará apenas os associados da Anajustra.

    Analisando detidamente o voto da relatora do Acordão, entendi que o percentual incidirá sobre a tabela salarial de 2002 (considerado o salário base+ GAJ, que na época era de 12%) e permanecerá fixo até os dias de hoje.

    Exemplo: um servidor que na tabela de 2002 ganhava 2.000,00 (exemplo), receberá a VPI no valor de R$ 264,60.

    Daqui a pouco posto os trechos do Acordão que tratam do tema.

    Pedro Augusto, você localizou a decisão?

    Segue o trecho do acórdão:

    "Pois bem, esclarecido que os servidores que perceberam a VPI com valores correspondentes a percentuais inferiores ao que veio a ser o maior aplicado sobre a remuneração dos destinatários desta parcela, importa agora deliberar acerca da forma da extensão que há de ser levada a efeito, devendo ser de logo adiantado que esta tarefa não se mostrou ser das mais simples.
    Explico:
    Sob o véu da Vantagem Pecuniária Individual escondeu-se uma revisão geral de remuneração levada a efeito de forma completamente anômala, já que implementada mediante a concessão de uma recomposição salarial que, malgrado gerasse uma recomposição remuneratória imediata para uma grande parte de seus beneficiários, possuiu um alcance limitado quanto a essa natureza, já que não repercutiu sobre todas as parcelas remuneratórias dos servidores, como ordinariamente costuma ocorrer com a revisão ampla de remuneração.
    A VPI se traduziu em uma parcela de natureza geral porque, repita-se, ela alcançou todos os servidores ativos, inativos e pensionistas – evidenciando assim não ter nada de individual. Só que ela foi ainda provisória quanto a essa natureza de revisão geral, por não ter sido reajustada com o passar dos anos, permanecendo com seu valor original até a presente data em relação aos servidores que ainda a percebem, isto porque a previsão legal contida em sua norma instituidora foi a de que sobre ela (VPI) incidiriam apenas os índices das posteriores revisões gerais (estas, inocorrentes, desde então).
    Por isso, a VPI tem de ser tratada, para todos, com a sua verdadeira, ainda que esdrúxula, essência, qual seja, a de uma revisão geral que não obstante tenha sido concedida com valor fixo e imutável, deveria, em razão do seu primeiro significado, ter sido deferida em consonância com o art. 37, X, da CF/88.
    Pois bem, congelado o valor da VPI desde sua instituição, fica claramente demonstrado que a recomposição à época por ela proporcionada foi perdendo paulatinamente essa característica, em razão da corrosão inflacionária que sobre ela especificamente incidiu.
    Nesse viés, a VPI tem em sua origem a natureza de revisão geral de remuneração, característica que todavia veio a desbotar com o tempo, uma vez que essa parcela nunca foi reajustada e assim adequada aos novos parâmetros instituídos pela inflação apurada desde a sua criação. Em suma, para todos os servidores, inclusive os maiores beneficiários, a VPI sempre foi paga com seu valor inicial, histórico!
    A ausência de novas revisões gerais de remuneração para os servidores públicos federais a partir de 2003 foi em certa monta compensada pelo fato de que desde então diversos planos de cargos e salários foram instituídos e revisados, beneficiando assim as mais diversas carreiras dos Três Poderes da União.
    Ocorre que mesmo após a implantação de muitos desses planos a VPI permaneceu sendo paga, e assim o foi, reitere-se, com seus valores históricos, reforçando, por um lado, o fato de que ela não foi imediatamente absorvida pelo aumento específico de muitas das carreiras dos servidores civis federais e, por outro, que a falta de reajuste sobre ela, após a sua concessão, foi afastando o caráter revisional que ela inicialmente possuía.
    Veja-se, a título exemplificativo, que no âmbito das carreiras do Banco Central do Brasil, a VPI concedida em 2003 permaneceu sendo paga mesmo após as reestruturações vencimentais levadas a efeito, primeiro, pela MP nº 210/2004, convertida na Lei nº 11.094/2005, e, em seguida, pela MP nº 295/2.006, convertida na Lei nº 11.344/2006.
    Somente a partir de julho de 2008, em razão da edição da Medida Provisória nº 440/2008 (convertida na Lei nº 11.980/2008), que instituiu o regime de subsídios para os servidores do BACEN, foi que a VPI deixou de ser paga, já que sua percepção era incompatível com o novo regime instaurado, sendo ela, por essa razão, por ele absorvido.
    Essa sistemática também teve lugar em relação a outras carreiras dos servidores civis, como por exemplo nas referentes aos cargos de “Especialistas das Agências Reguladoras” que tiveram seus vencimentos aumentados pela MP nº 269/2005, convertida na Lei nº 11.292/2006, e que mesmo sob a égide dessa nova disciplina permaneceram auferindo a VPI, com seu valor histórico, isto até o advento da Medida Provisória nº 441/2008 (posterior Lei 11.907/2009), que reestruturou diversas carreiras do Poder Executivo, e somente então, em relação a elas, determinou a suspensão do pagamento do VPI (cf. art. 1º, VI; art. 21; art. 25, II; art. 52, dentre outros).
    Em suma, para muitas carreiras de servidores a VPI em testilha permaneceu sendo paga mesmo após a concessão de aumentos salariais futuros e reestruturações remuneratórias, somente vindo a ser absorvida, para uma parte significativa dos servidores, na segunda ou terceira etapas de reestruturações salariais contadas a partir da criação da aludida parcela .
    De qualquer forma, o fato é um só; a VPI concedida em 2003 equivalia a um determinado percentual da remuneração de seus destinatários, vindo a ser comparativamente reduzida com o decorrer dos novos aumentos concedidos aos servidores.
    Diante desse quadro, vemos que nem mesmo os servidores contemplados com um percentual máximo de aumento em razão da concessão da VPI tiveram esse percentual mantido hígido ao longo dos anos, visto que também para eles a vantagem permaneceu com seu valor original.
    Por essa razão, a concessão da VPI não pode significar o deferimento puro e simples de um aumento percentual perene para todos os servidores que não a obtiveram com a repercussão máxima por ela proporcionada sobre a remuneração dos paradigmas, porque assim agindo estar-se-ia corrigindo uma distorção, com a criação de outra, em sentido oposto.
    Melhor dizendo: se os servidores que obtiveram um ganho percentual maior com a concessão da VPI continuaram percebendo a parcela com seu valor monetário inicial, não há justificativa para que os autores, e todos os demais servidores em posição idêntica à sua, obtenham uma vantagem maior que essa, ou seja, que possam perceber um aumento percentual perene a título de correção de sua VPI, de forma que ela possa ser aumentada, por reflexo, em razão de aumentos posteriores de remuneração.
    Em síntese, se a VPI sempre correspondeu a R$59,87 para os servidores que em junho de 2003 ganhavam menos, deve corresponder ao valor histórico original que equivalha ao percentual obtido pelos indicados paradigmas, sem nenhum aumento futuro (a não ser eventuais revisões gerais de remuneração, que não foram praticadas, reitere-se, desde o ano de 2003).
    Por exemplo, partindo da premissa que a diferença de ganhos corresponde a 13,23%, o servidor com remuneração correspondente a R$1.000,00 deve receber a VPI com o valor de R$132,30, não sendo ela contemplada com nenhum aumento futuro, devendo ser ainda absorvida pela norma reestruturadora posterior que assim o tiver expressamente determinado.
    A propósito, o destaque constante no final do parágrafo anterior tem razão de ser no fato já trazido à baila de que algumas normas reestruturadoras de inúmeras carreiras dos servidores federais determinaram o afastamento da VPI do rol das parcelas remuneratórias de seus beneficiados, sendo a parcela absorvida pelos ganhos por elas proporcionados.
    Há outras carreiras, contudo, cujos servidores ainda permanecem auferindo a VPI, razão pela qual em relação a estas a parcela há de permanecer sendo paga, mas com seu valor correto, isto até que eventual disposição legal futura imponha a sua retirada do núcleo remuneratório destes servidores.
    Em face do exposto, dou parcial provimento à apelação para reformar a sentença proferida, e assim julgar parcialmente procedentes os pedidos iniciais, condenando a União a conceder a VPI devida ao autor, desde sua instituição, com o mesmo percentual a que ela correspondeu para os servidores do Poder Executivo com menor remuneração, sendo o pagamento mantido até a entrada em vigor da norma que vier a determinar a sua extinção.
    "



    O trecho acima é uma parte da fundamentação do Acórdão. A seguir está o dispositivo:

    Assim, sendo esta interpretação a única adequada e realmente válida à justa solução da presente lide, deve ser mantida a condenação da parte ré em conceder aos associados da autora a incorporação do percentual da VPI com o mesmo índice a que ela correspondeu para os servidores com menor remuneração, desde sua instituição, respeitada a prescrição quinquenal das parcelas, compensada com o percentual que a cada substituído representou o valor concedido pela Lei n. 10.698/2003, podendo ser absorvida por norma reestruturadora posterior que assim o expressamente determinar.
    Às prestações devidas deverá ser aplicada correção monetária desde a data em que cada parcela se tornou devida (Súmula 19 do TRF 1ª Região) e incidir juros de mora a partir da citação, com relação às parcelas a ela anteriores, e, para as posteriores, a partir da data em que se tornaram devidas, ocasião em que se verificou a mora.
    Explicito que a correção monetária e os juros devem incidir nos termos do Manual de Cálculos da Justiça Federal, aprovado pela Resolução/CJF 134, de 21.12.2010.
    A União Federal é isenta do pagamento das custas processuais perante a Justiça Federal, exceto as em reembolso.
    Quanto ao recurso da associação autora, entendo que o mesmo merece prosperar, em parte.
    Tendo em vista o valor econômico da causa e a complexidade que envolve a matéria, não devidamente pacificada pelos Tribunais Federais /ou Superiores, entendo que o valor arbitrado a título de honorários não remunera condignamente o trabalho realizado, eis que a referida verba deve atender aos princípios da razoabilidade e da equidade, razão por que deve ser majorado, observando-se os parâmetros estabelecidos nas alíneas a, b e c do art. 20, §3º, do Código de Processo Civil.
    Portanto, diante de tais circunstâncias, em apreciação equitativa, a teor do art. 20, §4º, do CPC, considero razoável, no caso, a fixação dos honorários em 5% (cinco por cento) do valor da condenação.
    Isso posto, nego provimento à apelação da União Federal, dou provimento, em parte, à remessa oficial para esclarecer os critérios de correção e juros de mora e para limitar a incidência do reajuste até eventual norma reestruturadora da carreira que expressamente determinar a absorção, e dou parcial provimento à apelação da autora para fixar a verba honorária em 5% (cinco por cento) do valor da condenação.


    Po, valeu colega!
    andre3107
    andre3107
    Usuário Especial
    Usuário Especial

    Cargo : Técnico Judiciário
    Mensagens : 1112
    Reputação : 31
    Data de inscrição : 31/08/2012
    Localização : Belém/PA

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por andre3107 Ter 19 Ago 2014, 6:59 pm

    Vitória da ANAJUSTRA: União perde no STJ e ação dos 13,23% avança


    A ANAJUSTRA informa que a Ministra Assusete Magalhães, (em decisão publicada hoje, 18/08, no DJe), conheceu e negou provimento ao Agravo interposto pela União contra decisão do TRF da 1ª Região, que negou o seguimento de seu Recurso Especial na ação da associação que pleiteia, para os seus associados, a incorporação do percentual de 13,23% sobre a totalidade da remuneração, retroativo a maio de 2003.

    A Ministra Assusete considerou incensurável a decisão da Corte Regional que inadmitiu o recurso.

    Leia a decisão > [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]
    avatar
    Convidado
    Convidado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Ter 19 Ago 2014, 7:11 pm

    andre3107 escreveu:Vitória da ANAJUSTRA: União perde no STJ e ação dos 13,23% avança


    A ANAJUSTRA informa que a Ministra Assusete Magalhães, (em decisão publicada hoje, 18/08, no DJe), conheceu e negou provimento ao Agravo interposto pela União contra decisão do TRF da 1ª Região, que negou o seguimento de seu Recurso Especial na ação da associação que pleiteia, para os seus associados, a incorporação do percentual de 13,23% sobre a totalidade da remuneração, retroativo a maio de 2003.

    A Ministra Assusete considerou incensurável a decisão da Corte Regional que inadmitiu o recurso.

    Leia a decisão > http://www.anajustra.org.br/arquivos/DECISAO%201323.pdf

    http://www.anajustra.org.br/noticia/9282/5/Vitoria-da-ANAJUSTRA-Uniao-perde-no-STJ-e-acao-dos-1323-porcento-avanca


    Tem ainda um Agravo de Instrumento de despacho denegatório de Recurso Extraordinário ao STF!
    avatar
    Convidado
    Convidado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Ter 19 Ago 2014, 7:21 pm



    19/08/2014
    Esta notícia foi lida: 273 vezes

    SINTRAJUD SP CAMPANHA SALARIAL

    Servidores do Judiciário ganham 70% do que recebiam em 2006

    "Reajuste necessário para repor a remuneração no patamar do último PCS seria de 43%Os servidores do Judiciário Federal precisariam hoje de um reajuste salarial médio de 43,09% para repor sua remuneração no patamar de junho de 2006, quando foi aprovado o último Plano de Cargos e Salários (PCS-3). O cálculo é do economista Washington Moura Lima, assessor do Sintrajud. Em média, os servidores recebem atualmente 70,47% do salário daquela época."



    Em média..

    Se hoje se ganha 70,47% do que ganhava em 2006, então a perda é de 29,53%.

    .................................................!.......perda.............

    Essa perda, para voltar aos 100%, deve ter reajuste de 41,904%. Pois,

    70,47 X 1, 41904 = 99,999

    Ou seja, aumentando os salários em 41,9% voltaríamos a ganhar o mesmo que 2006.


    http://www.sintrajud.org.br/conteudo/detalhe_noticia.php?cod=2619

    CRAZYKONG
    CRAZYKONG
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 1000
    Reputação : 30
    Data de inscrição : 20/06/2012

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por CRAZYKONG Ter 19 Ago 2014, 7:39 pm

    Thomazin escreveu:
    VN escreveu:
    andre3107 escreveu:Orçamento de 2015 sofrerá cortes como os feitos no deste ano
    18/08/14 03:52

    A proposta orçamentária para 2015, que precisa ser enviada ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto, será enxuta e com redução nas despesas, preservando apenas áreas prioritárias, como o orçamento da saúde e da educação, por determinação da presidente Dilma Rousseff, segundo informaram integrantes da equipe econômica.

    Com arrecadação fraca e a atividade econômica estagnada, o mais provável é que o orçamento do ano que vem seja parecido com o de 2014, onde o governo fez um corte de R$ 44 bilhões.

    "É só pegar o orçamento deste ano e verificar onde foram feitos os cortes", disse uma fonte, para reforçar a semelhança com o orçamento deste ano.

    O projeto de orçamento dos investimentos das estatais para 2015 também está recebendo ajustes. Há ainda uma orientação do governo às estatais para segurarem os gastos com pessoal já neste ano, prevendo a necessidade de apertar o cinto devido à queda generalizada da arrecadação. No caso de empresas que têm campanha salarial no segundo semestre, a ordem é adotar uma política de austeridade, vetando reajustes acima da inflação, disse uma fonte diretamente envolvida no assunto.

    A avaliação de que o quadro fiscal em 2015 será difícil e que o próximo governo não terá condições de fazer um superávit primário muito maior do que a economia dos últimos anos, pois isso ajudaria a derrubar ainda mais a economia, é compartilhada pela oposição. O economista Armínio Fraga, principal assessor econômico do candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, já defende que o ajuste na política fiscal brasileira seja feito num prazo de dois anos e não de uma só vez.

    Até o fim do ano, o governo ainda terá que lidar com as dificuldades no Congresso para aprovar a LDO e o Orçamento de 2015. Nem mesmo o parecer preliminar foi votado na Comissão Mista de Orçamento. Sem a LDO aprovada, o governo terá que usar como base os parâmetros fixados por ele na proposta encaminhada ao Congresso e a avaliação do terceiro bimestre, principalmente a receita obtida neste período para calcular a arrecadação do ano seguinte.

    O Globo

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]


    Alguém ainda acha que o PL 6613/2009 será aprovado?

    Essa é minha primeira msg apesar de acompanhar o fórum desde o ano retrasado.
    Não será aprovado com certeza. Deveríamos brigar por jornada de 6 horas como foi feito na unicamp, o que indiretamente aumentaria o salário pelo tempo trabalhado. Essa é a única forma de aumento que poderemos ter.

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]


    Então já posso sair da greve e ficar aqui chorando com vocês?


    _________________
    "O que guarda a sua boca preserva a sua vida; mas o que muito abre os seus lábios traz sobre si a ruína." Provérbios 13:3
    corujito
    corujito
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 3137
    Reputação : 209
    Data de inscrição : 06/07/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por corujito Ter 19 Ago 2014, 7:45 pm

    josebarbos escreveu:
    embuscadeaumento escreveu:Que dá medo dá!!

    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Aqui está a resposta do porquê:




    você manja dos paranauês. Não deveria ficar espalhando essas coisas por aí

    o Aranha parte da falha descoberta, que possibilitou a reordenação dos votos, para depois sugerir VOTO IMPRESSO.

    aí tem coisa!
    corujito
    corujito
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 3137
    Reputação : 209
    Data de inscrição : 06/07/2010

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por corujito Ter 19 Ago 2014, 7:47 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:

    19/08/2014
    Esta notícia foi lida: 273 vezes

    SINTRAJUD SP CAMPANHA SALARIAL

    Servidores do Judiciário ganham 70% do que recebiam em 2006

    "Reajuste necessário para repor a remuneração no patamar do último PCS seria de 43%Os servidores do Judiciário Federal precisariam hoje de um reajuste salarial médio de 43,09% para repor sua remuneração no patamar de junho de 2006, quando foi aprovado o último Plano de Cargos e Salários (PCS-3). O cálculo é do economista Washington Moura Lima, assessor do Sintrajud. Em média, os servidores recebem atualmente 70,47% do salário daquela época."



    Em média..

    Se hoje se ganha 70,47% do que ganhava em 2006, então a perda é de 29,53%.

    .................................................!.......perda.............

    Essa perda, para voltar aos 100%, deve ter reajuste de 41,904%. Pois,

    70,47 X 1, 41904 = 99,999

    Ou seja, aumentando os salários em 41,9% voltaríamos a ganhar o mesmo que 2006.


    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]


    ué, Vander.

    só vejo você falar aqui do salário da sua chefe incorporadaça.

    Muito estranho você tratar aqui do salário de todos, de forma universal.

    está se tratando?

    Conteúdo patrocinado

    Tópico Geral - Página 24 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Ter 26 Out 2021, 2:25 am