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    Tópico Geral - Página 25 Empty Re: Tópico Geral

    Mensagem por Convidado Ter 19 Ago 2014, 7:48 pm

    CRAZYKONG escreveu:
    Thomazin escreveu:
    VN escreveu:
    andre3107 escreveu:Orçamento de 2015 sofrerá cortes como os feitos no deste ano
    18/08/14 03:52

    A proposta orçamentária para 2015, que precisa ser enviada ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto, será enxuta e com redução nas despesas, preservando apenas áreas prioritárias, como o orçamento da saúde e da educação, por determinação da presidente Dilma Rousseff, segundo informaram integrantes da equipe econômica.

    Com arrecadação fraca e a atividade econômica estagnada, o mais provável é que o orçamento do ano que vem seja parecido com o de 2014, onde o governo fez um corte de R$ 44 bilhões.

    "É só pegar o orçamento deste ano e verificar onde foram feitos os cortes", disse uma fonte, para reforçar a semelhança com o orçamento deste ano.

    O projeto de orçamento dos investimentos das estatais para 2015 também está recebendo ajustes. Há ainda uma orientação do governo às estatais para segurarem os gastos com pessoal já neste ano, prevendo a necessidade de apertar o cinto devido à queda generalizada da arrecadação. No caso de empresas que têm campanha salarial no segundo semestre, a ordem é adotar uma política de austeridade, vetando reajustes acima da inflação, disse uma fonte diretamente envolvida no assunto.

    A avaliação de que o quadro fiscal em 2015 será difícil e que o próximo governo não terá condições de fazer um superávit primário muito maior do que a economia dos últimos anos, pois isso ajudaria a derrubar ainda mais a economia, é compartilhada pela oposição. O economista Armínio Fraga, principal assessor econômico do candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, já defende que o ajuste na política fiscal brasileira seja feito num prazo de dois anos e não de uma só vez.

    Até o fim do ano, o governo ainda terá que lidar com as dificuldades no Congresso para aprovar a LDO e o Orçamento de 2015. Nem mesmo o parecer preliminar foi votado na Comissão Mista de Orçamento. Sem a LDO aprovada, o governo terá que usar como base os parâmetros fixados por ele na proposta encaminhada ao Congresso e a avaliação do terceiro bimestre, principalmente a receita obtida neste período para calcular a arrecadação do ano seguinte.

    O Globo

    http://www.anajustra.org.br/noticia/9281/19/Orcamento-de-2015-sofrera-cortes-como-os-feitos-no-deste-ano


    Alguém ainda acha que o PL 6613/2009 será aprovado?

    Essa é minha primeira msg apesar de acompanhar o fórum desde o ano retrasado.
    Não será aprovado com certeza. Deveríamos brigar por jornada de 6 horas como foi feito na unicamp, o que indiretamente aumentaria o salário pelo tempo trabalhado. Essa é a única forma de aumento que poderemos ter.

    http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2014/08/06/consu-aprova-30-horas-na-saude


    Então já posso sair da greve e ficar aqui chorando com vocês?




    Dois pontos:

    1. Acho um momento sui generis para grevar. A entrada da Marina na disputa, e as pesquisas dando vitória a ela no 2º turno, pode motivar o Governo a abrir negociações ou pelo menos 'prometer' algo para caso seja reeleito. Se continuasse uma disputa fácil, com reeleição no 1º turno, não teríamos chance.

    2. Sempre acho que 6 horas pode dar problemas em relação ao recebimento do vale refeição. Ou seja, trabalhando 6 horas poderemos perder o vale refeição. É melhor lutar por jornada de 7 HORAS (6+1 de refeição), com a prerrogativa de poder almoçar em casa após 6 horas corridas.






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    Mensagem por Convidado Ter 19 Ago 2014, 7:50 pm

    corujito escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:

    19/08/2014
    Esta notícia foi lida: 273 vezes

    SINTRAJUD SP CAMPANHA SALARIAL

    Servidores do Judiciário ganham 70% do que recebiam em 2006

    "Reajuste necessário para repor a remuneração no patamar do último PCS seria de 43%Os servidores do Judiciário Federal precisariam hoje de um reajuste salarial médio de 43,09% para repor sua remuneração no patamar de junho de 2006, quando foi aprovado o último Plano de Cargos e Salários  (PCS-3). O cálculo é do economista Washington Moura Lima, assessor do Sintrajud. Em média, os servidores recebem atualmente 70,47% do salário daquela época."



    Em média..

    Se hoje se ganha 70,47% do que ganhava em 2006, então a perda é de 29,53%.

    .................................................!.......perda.............

    Essa perda, para voltar aos 100%, deve ter reajuste de 41,904%. Pois,

    70,47 X 1, 41904 = 99,999

    Ou seja, aumentando os salários em 41,9% voltaríamos a ganhar o mesmo que 2006.


    http://www.sintrajud.org.br/conteudo/detalhe_noticia.php?cod=2619


    ué, Vander.

    só vejo você falar aqui do salário da sua chefe incorporadaça.

    Muito estranho você tratar aqui do salário de todos, de forma universal.

    está se tratando?



    Com cachaça!

    Só acho que as contas do compadre Washington são muito modestas; para mim, a inflação já corroeu MAIS DA METADE dos salários..
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    Mensagem por Pedro Augusto Ter 19 Ago 2014, 7:53 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:
    andre3107 escreveu:Vitória da ANAJUSTRA: União perde no STJ e ação dos 13,23% avança


    A ANAJUSTRA informa que a Ministra Assusete Magalhães, (em decisão publicada hoje, 18/08, no DJe), conheceu e negou provimento ao Agravo interposto pela União contra decisão do TRF da 1ª Região, que negou o seguimento de seu Recurso Especial na ação da associação que pleiteia, para os seus associados, a incorporação do percentual de 13,23% sobre a totalidade da remuneração, retroativo a maio de 2003.

    A Ministra Assusete considerou incensurável a decisão da Corte Regional que inadmitiu o recurso.

    Leia a decisão > [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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    Tem ainda um Agravo de Instrumento de despacho denegatório  de Recurso Extraordinário ao STF!

    Provavelmente o AI do Recurso Extraordinário levará a mesma sorte do AI do Recurso Especial, pelo mesmo fundamento jurídico.
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    Mensagem por CRAZYKONG Ter 19 Ago 2014, 8:08 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:
    CRAZYKONG escreveu:
    Thomazin escreveu:
    VN escreveu:


    Alguém ainda acha que o PL 6613/2009 será aprovado?

    Essa é minha primeira msg apesar de acompanhar o fórum desde o ano retrasado.
    Não será aprovado com certeza. Deveríamos brigar por jornada de 6 horas como foi feito na unicamp, o que indiretamente aumentaria o salário pelo tempo trabalhado. Essa é a única forma de aumento que poderemos ter.

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    Então já posso sair da greve e ficar aqui chorando com vocês?




    Dois pontos:

    1. Acho um momento sui generis para grevar. A entrada da Marina na disputa, e as pesquisas dando vitória a ela no 2º turno, pode motivar o Governo a abrir negociações ou pelo menos 'prometer' algo para caso seja reeleito. Se continuasse uma disputa fácil, com reeleição no 1º turno, não teríamos chance.

    2. Sempre acho que 6 horas pode dar problemas em relação ao recebimento do vale refeição. Ou seja, trabalhando 6 horas poderemos perder o vale refeição. É melhor lutar por jornada de 7 HORAS (6+1 de refeição), com a prerrogativa de poder almoçar em casa após 6 horas corridas.








    É bem isso, Vander! Se agora está difícil, após as eleições será impossível! Se temos alguma chance é agora! Também não acredito, mas não sou covarde de jogar todo peso nas costas dos colegas.
    Também fui sacaneado pelos sindicalistas, estava lá nas assembléias do PCCS definido, na negativa da GAJ 100% (e suspensão da greve ainda assim), e nem por isso sou acomodado.
    Voltei aos estudos, mas enquanto estiver aqui não procurarei culpado sentado e inerte.
    Não sou servidor de tribunal superior, mas estou chegando a conclusão que a solução será a separação.


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    Mensagem por Rogerrfd Ter 19 Ago 2014, 9:40 pm

    Quem é do DF pode confirmar se essa greve do SindjusDF é pra valer(?), já que as notícias sindicais não são muito confiáveis...
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    Tópico Geral - Página 25 Empty OAB-DF PEDE SUSPENSÃO DOS PRAZOS PROCESSUAIS

    Mensagem por NANTUNES80 Ter 19 Ago 2014, 10:08 pm

    A OAB DF pediu suspensão dos prazos processuais devido aos transtornos provocados pela greve.

    "http://www.prerrogativas.org.br/oab-df-pede-suspensao-de-prazos-ate-fim-da-greve-do-judiciario"

    Então acho que tá surtindo efeito sim.

    Rogerrfd escreveu:Quem é do DF pode confirmar se essa greve do SindjusDF é pra valer(?), já que as notícias sindicais não são muito confiáveis...
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    Mensagem por CesarBsb2012 Ter 19 Ago 2014, 10:09 pm

    Apenas um contraponto aos colegas que abandonaram a esquerda caviar e agora ensaiam de cair na rede da esquerda melancia... Ah claro, a matéria é do PIG, então quem preferir que continue degustando a sua Carta Capital

    Assim como não tinha vergonha qdo eu era petista, admito que virei a casaca e tucanei de vez... Qual o país de "esquerda" que deu certo? E viva a economia de mercado. Basta comparar os atuais índices dos nossos vizinhos sul-americanos para ver os que estão prosperando (Chile, Colômbia etc) e os que estão afundando no lodo (Argentina, Venezuela etc),

    PT bom para o servidor? Sem dúvida, são ótimos fazendo oposição no Congresso... Com o PT no governo estamos perdendo nas duas pontas: como servidores e como cidadãos

    PSDB ruim para o servidor? Considero que o maior prejuízo que podemos ter é ficar com o salário congelado em épocas de inflação (lembrando que se dependesse da Dilma e não fosse aquela greve movida por outras categorias estaríamos com um zero até agora).



    18/08/2014
    às 11:09 \ Democracia, Política
    Marina Silva vem aí? Ou: A Rede da demagogia
    Messias salvadora da Pátria? Nem a pau, Juvenal!

    Eis que agora todos aqueles jovens que tomaram as ruas em junho de 2013 não precisam mais anular seu voto. Ou todos aqueles românticos que acreditaram no despertar do gigante e condenam “tudo isso que está aí”, e clamam por uma “nova forma de se fazer política”, sem barganhas ou concessões (ou seja, sem democracia), agora possuem finalmente uma candidata. Marina Silva vem aí!

    Mas qual Marina? Será aquela respaldada pelo bom senso e seriedade, ainda que pouca experiência prática, de Eduardo Giannetti da Fonseca? Será aquela que reconheceu recentemente a importância de se preservar o tripé macroeconômico, destruído pelo governo Dilma? Ou será a velha Marina, “sonhática”, idealista, fundamentalista, romântica, ecologicamente correta, aliada do MST? Teremos Giannetti ou Leonardo Boff dando as cartas?

    Ninguém sabe dizer. E eis o ponto-chave: Marina é uma incógnita, uma enorme incerteza. Os investidores celebram timidamente e com cautela a pesquisa eleitoral do Datafolha – feita um dia após a morte de Campos – que já a coloca como segunda colocada. Compreensível: nada pode ser pior do que Dilma.

    Eu mesmo cheguei a escrever uma carta aberta a Marina pedindo sua candidatura, pois a prioridade é retirar o PT do poder, impedir o golpe bolivariano em curso, cessar com o absurdo aparelhamento da máquina estatal. Daí a crer que Marina representa uma boa alternativa vai uma longa distância! Deixe-me ser mais objetivo: se fosse para votar no Capeta com Lúcifer como vice na chapa para tirar o PT do poder, eu votava!

    Mas confesso ao leitor: tenho calafrios com a imagem de um segundo turno entre Dilma e Marina. É uma visão assustadora. Para explicar melhor meus motivos, segue um artigo publicado no GLOBO em março de 2013:

    A Rede da demagogia

    Há mais um partido na praça. Trata-se da Rede, de Marina Silva, candidata que recebeu 20 milhões de votos nas últimas eleições presidenciais. Tem muita gente cansada da dicotomia entre PT e PSDB, em busca de alguma alternativa. Será que a Rede é a solução?

    Confesso ao leitor que ela não me convence. Para começo de conversa, o partido fez como o fisiológico PSD, de Kassab, e alegou não ser de esquerda nem de direita, pró-governo nem oposição. Contudo, quando vamos verificar quem são as pessoas por trás dele, só encontramos gente de esquerda, inclusive da ala mais radical, aquela que ainda sonha com o fracassado socialismo cubano.

    Um de seus gurus intelectuais é Leonardo Boff, da Teologia da Libertação, uma mistura tosca entre cristianismo e marxismo. Marina veste literalmente o boné dos invasores de terra do MST. Vários membros do PSOL pretendem migrar para a Rede. E por aí vai.

    Alguns ali abraçam a cruzada ecológica, mas tampouco me enganam. São “melancias”: verdes por fora, mas vermelhos por dentro. Seu discurso transforma o meio ambiente em religião antiprogresso, e dá para notar claramente o viés anticapitalista. O planeta será salvo pelo resgate do “bom selvagem”, de uma vida comunitária idealizada, como no filme “Avatar”. Estou fora dessa seita romântica!
    Que tal um candidato que jamais tenha colocado esse boné infame?

    Que tal um candidato que jamais tenha colocado esse boné infame?

    Resta a importante questão ética. Uma vez mais, eu não fico tão convencido. Em primeiro lugar, é preciso lembrar que Marina teve quase três décadas de filiação ao PT. E não é novidade alguma o uso de práticas imorais do partido em sua busca implacável pelo poder. Elas chegaram ao auge do absurdo com o mensalão, mas não foram iniciadas ali. Relações com o jogo do bicho, parceria com ditadores comunistas, até mesmo afinidade e aproximação com os guerrilheiros das FARC representam o histórico do PT desde muito tempo. A bandeira da ética sempre foi hipócrita, e está totalmente esgarçada pelas traças do poder.

    Esse rompimento tardio de Marina, que foi ministra de Lula, remete ao caso do escritor Saramago, que rompeu com Fidel Castro após uma nova perseguição a três intelectuais cubanos, ignorando os milhares de cadáveres acumulados na mais longa ditadura da América Latina.

    Marina Silva resolveu sair do PT apenas quando seu espaço político estava prejudicado. Mas ela fez parte do governo, ainda que não tenha praticado atos ilegais. Quando abandonou o PT, disse que foi preciso coragem para sair de sua “casa política”, à qual ainda nutria profundo respeito. Quem respeita tanto assim o PT perde o meu respeito.

    A Rede fez muito barulho com a bandeira ética, tal como o PT de ontem. Mas começou mal, ao recusar dinheiro de empresas de tabaco e cerveja, mas aceitar o de empreiteiras (eu inverteria). Aceitou ainda gente do PSOL envolvida no escândalo do bicheiro Cachoeira. Será que Marina concorda com José Dirceu, para quem a Lei da Ficha Limpa é absurda? Caiu na Rede é peixe?

    Em suma, por trás daquela fala mansa e da mensagem messiânica (o próprio Alfredo Sirkis afirmou que se trata mais de um “estado de espírito” do que de prática política), jaz o embrião de mais um partido populista e demagógico, uma espécie de PT revigorado e embalado em alface orgânico. Um projeto personalista da “salvadora da pátria”.

    O Brasil, infelizmente, continua com uma hegemonia de esquerda na vida política. Todos os partidos relevantes rezam o mesmo credo socialista envergonhado: intervencionista na economia, coletivista e paternalista no social. Nenhum fala abertamente em privatização, em redução do papel do governo na economia e em nossas vidas. Todos querem assumir o papel de “pai do povo” e controlar 40% do PIB nacional.

    O grande nome “novo” é Eduardo Campos, neto de Miguel Arraes e líder de um partido que ainda se diz socialista. Do lado dos tucanos, temos Aécio Neves, que parece o melhor da turma. Mas algo ali não cheira bem. Falta disposição para assumir uma postura efetiva de oposição.

    Os milhões de brasileiros cansados da completa falta de ética na política, do viés estatizante de todos esses partidos, continuam órfãos políticos, sem representação partidária. Sei que há partidos demais (legendas, na verdade), mas precisamos de uma alternativa verdadeira, sem medo de assumir sua posição de direita liberal, a favor do livre mercado, da família e da propriedade.

    Um partido que não venda ilusões e milagres por meio da pesada mão do Estado, mas sim reformas que devolvam o poder a cada um de nós. Um partido que diga “Basta!” a todos esses privilégios e subsídios estatais. Precisamos de algo realmente NOVO!

    PS: Diogo Mainardi disse ontem no Manhattan Conection que Marina Silva ganha de lavada. Acho – e espero – que errará, como errou feio, infelizmente, quando disse que Dilma não ganharia em 2010. Marina tem um teto, mesmo com toda a comoção do cadáver. Conquista o voto de muita gente desiludida, com razão, com nossa política, como se fosse realmente uma alternativa viável a Sarney e companhia. Mas a turma mais pragmática sabe que o buraco é bem mais embaixo. Resta saber quantos “sonháticos” existem no Brasil, e quantos pragmáticos…

    Rodrigo Constantino

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    Mensagem por CesarBsb2012 Ter 19 Ago 2014, 10:23 pm


    E por falar em "mercado", afora a tentativa de vender um pacote de serviços ao final:

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    Mensagem por Maisquevencedor Ter 19 Ago 2014, 10:37 pm

    Com Dilma, já estamos sendo fudidos.
    Com Aécio, certamente seremos fudidos.
    Com Marina, poderemos ser fudidos.

    Sendo assim, prefiro mergulhar na incerteza.



    CesarBsb2012 escreveu:Apenas um contraponto aos colegas que abandonaram a esquerda caviar e agora ensaiam de cair na rede da esquerda melancia... Ah claro, a matéria é do PIG, então quem preferir que continue degustando a sua Carta Capital

    Assim como não tinha vergonha qdo eu era petista, admito que virei a casaca e tucanei de vez... Qual o país de "esquerda" que deu certo? E viva a economia de mercado. Basta comparar os atuais índices dos nossos vizinhos sul-americanos para ver os que estão prosperando (Chile, Colômbia etc) e os que estão afundando no lodo (Argentina, Venezuela etc),

    PT bom para o servidor? Sem dúvida, são ótimos fazendo oposição no Congresso... Com o PT no governo estamos perdendo nas duas pontas: como servidores e como cidadãos

    PSDB ruim para o servidor? Considero que o maior prejuízo que podemos ter é ficar com o salário congelado em épocas de inflação (lembrando que se dependesse da Dilma e não fosse aquela greve movida por outras categorias estaríamos com um zero até agora).



    18/08/2014
    às 11:09 \ Democracia, Política
    Marina Silva vem aí? Ou: A Rede da demagogia
    Messias salvadora da Pátria? Nem a pau, Juvenal!

    Eis que agora todos aqueles jovens que tomaram as ruas em junho de 2013 não precisam mais anular seu voto. Ou todos aqueles românticos que acreditaram no despertar do gigante e condenam “tudo isso que está aí”, e clamam por uma “nova forma de se fazer política”, sem barganhas ou concessões (ou seja, sem democracia), agora possuem finalmente uma candidata. Marina Silva vem aí!

    Mas qual Marina? Será aquela respaldada pelo bom senso e seriedade, ainda que pouca experiência prática, de Eduardo Giannetti da Fonseca? Será aquela que reconheceu recentemente a importância de se preservar o tripé macroeconômico, destruído pelo governo Dilma? Ou será a velha Marina, “sonhática”, idealista, fundamentalista, romântica, ecologicamente correta, aliada do MST? Teremos Giannetti ou Leonardo Boff dando as cartas?

    Ninguém sabe dizer. E eis o ponto-chave: Marina é uma incógnita, uma enorme incerteza. Os investidores celebram timidamente e com cautela a pesquisa eleitoral do Datafolha – feita um dia após a morte de Campos – que já a coloca como segunda colocada. Compreensível: nada pode ser pior do que Dilma.

    Eu mesmo cheguei a escrever uma carta aberta a Marina pedindo sua candidatura, pois a prioridade é retirar o PT do poder, impedir o golpe bolivariano em curso, cessar com o absurdo aparelhamento da máquina estatal. Daí a crer que Marina representa uma boa alternativa vai uma longa distância! Deixe-me ser mais objetivo: se fosse para votar no Capeta com Lúcifer como vice na chapa para tirar o PT do poder, eu votava!

    Mas confesso ao leitor: tenho calafrios com a imagem de um segundo turno entre Dilma e Marina. É uma visão assustadora. Para explicar melhor meus motivos, segue um artigo publicado no GLOBO em março de 2013:

    A Rede da demagogia

    Há mais um partido na praça. Trata-se da Rede, de Marina Silva, candidata que recebeu 20 milhões de votos nas últimas eleições presidenciais. Tem muita gente cansada da dicotomia entre PT e PSDB, em busca de alguma alternativa. Será que a Rede é a solução?

    Confesso ao leitor que ela não me convence. Para começo de conversa, o partido fez como o fisiológico PSD, de Kassab, e alegou não ser de esquerda nem de direita, pró-governo nem oposição. Contudo, quando vamos verificar quem são as pessoas por trás dele, só encontramos gente de esquerda, inclusive da ala mais radical, aquela que ainda sonha com o fracassado socialismo cubano.

    Um de seus gurus intelectuais é Leonardo Boff, da Teologia da Libertação, uma mistura tosca entre cristianismo e marxismo. Marina veste literalmente o boné dos invasores de terra do MST. Vários membros do PSOL pretendem migrar para a Rede. E por aí vai.

    Alguns ali abraçam a cruzada ecológica, mas tampouco me enganam. São “melancias”: verdes por fora, mas vermelhos por dentro. Seu discurso transforma o meio ambiente em religião antiprogresso, e dá para notar claramente o viés anticapitalista. O planeta será salvo pelo resgate do “bom selvagem”, de uma vida comunitária idealizada, como no filme “Avatar”. Estou fora dessa seita romântica!
    Que tal um candidato que jamais tenha colocado esse boné infame?

    Que tal um candidato que jamais tenha colocado esse boné infame?

    Resta a importante questão ética. Uma vez mais, eu não fico tão convencido. Em primeiro lugar, é preciso lembrar que Marina teve quase três décadas de filiação ao PT. E não é novidade alguma o uso de práticas imorais do partido em sua busca implacável pelo poder. Elas chegaram ao auge do absurdo com o mensalão, mas não foram iniciadas ali. Relações com o jogo do bicho, parceria com ditadores comunistas, até mesmo afinidade e aproximação com os guerrilheiros das FARC representam o histórico do PT desde muito tempo. A bandeira da ética sempre foi hipócrita, e está totalmente esgarçada pelas traças do poder.

    Esse rompimento tardio de Marina, que foi ministra de Lula, remete ao caso do escritor Saramago, que rompeu com Fidel Castro após uma nova perseguição a três intelectuais cubanos, ignorando os milhares de cadáveres acumulados na mais longa ditadura da América Latina.

    Marina Silva resolveu sair do PT apenas quando seu espaço político estava prejudicado. Mas ela fez parte do governo, ainda que não tenha praticado atos ilegais. Quando abandonou o PT, disse que foi preciso coragem para sair de sua “casa política”, à qual ainda nutria profundo respeito. Quem respeita tanto assim o PT perde o meu respeito.

    A Rede fez muito barulho com a bandeira ética, tal como o PT de ontem. Mas começou mal, ao recusar dinheiro de empresas de tabaco e cerveja, mas aceitar o de empreiteiras (eu inverteria). Aceitou ainda gente do PSOL envolvida no escândalo do bicheiro Cachoeira. Será que Marina concorda com José Dirceu, para quem a Lei da Ficha Limpa é absurda? Caiu na Rede é peixe?

    Em suma, por trás daquela fala mansa e da mensagem messiânica (o próprio Alfredo Sirkis afirmou que se trata mais de um “estado de espírito” do que de prática política), jaz o embrião de mais um partido populista e demagógico, uma espécie de PT revigorado e embalado em alface orgânico. Um projeto personalista da “salvadora da pátria”.

    O Brasil, infelizmente, continua com uma hegemonia de esquerda na vida política. Todos os partidos relevantes rezam o mesmo credo socialista envergonhado: intervencionista na economia, coletivista e paternalista no social. Nenhum fala abertamente em privatização, em redução do papel do governo na economia e em nossas vidas. Todos querem assumir o papel de “pai do povo” e controlar 40% do PIB nacional.

    O grande nome “novo” é Eduardo Campos, neto de Miguel Arraes e líder de um partido que ainda se diz socialista. Do lado dos tucanos, temos Aécio Neves, que parece o melhor da turma. Mas algo ali não cheira bem. Falta disposição para assumir uma postura efetiva de oposição.

    Os milhões de brasileiros cansados da completa falta de ética na política, do viés estatizante de todos esses partidos, continuam órfãos políticos, sem representação partidária. Sei que há partidos demais (legendas, na verdade), mas precisamos de uma alternativa verdadeira, sem medo de assumir sua posição de direita liberal, a favor do livre mercado, da família e da propriedade.

    Um partido que não venda ilusões e milagres por meio da pesada mão do Estado, mas sim reformas que devolvam o poder a cada um de nós. Um partido que diga “Basta!” a todos esses privilégios e subsídios estatais. Precisamos de algo realmente NOVO!

    PS: Diogo Mainardi disse ontem no Manhattan Conection que Marina Silva ganha de lavada. Acho – e espero – que errará, como errou feio, infelizmente, quando disse que Dilma não ganharia em 2010. Marina tem um teto, mesmo com toda a comoção do cadáver. Conquista o voto de muita gente desiludida, com razão, com nossa política, como se fosse realmente uma alternativa viável a Sarney e companhia. Mas a turma mais pragmática sabe que o buraco é bem mais embaixo. Resta saber quantos “sonháticos” existem no Brasil, e quantos pragmáticos…

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    Mensagem por Convidado Ter 19 Ago 2014, 10:55 pm

    CesarBsb2012 escreveu:
    E por falar em "mercado", afora a tentativa de vender um pacote de serviços ao final:

    http://www.empiricus.com.br/video-ofimdobrasilsite/




    No meio da análise: CATÁSTROFE NA ECONOMIA NOS PRÓXIMOS 12 MESES!

    Bom estudo, excelente interpretação.

    Porém, as variáveis são muito 'voláteis', o que pode contrariar a lógica.

    Lembro que pelo menos umas duas ou três vezes um economista do MIT prognosticou a falência do Brasil.
    E estamos aí...pro que der e vier.


    Mas recomendo ver esta análise honesta!
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    Mensagem por Convidado Qua 20 Ago 2014, 1:17 am

    Entrevista do Pedro Aparecido à TV Record, ontem 19/08/2014. Excelente!

    Entrevista TV RECORD ao vivo
    Programa: JORNAL DO MEIO-DIA
    Data: 19 de agosto de 2014
    Duração: 6 min
    Tema: Greve em MT na Justiça Federal, Justiça do Trabalho e Justiça Eleitoral
    Ponto Principal: Corte de ponto

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    Mensagem por camirecas Qua 20 Ago 2014, 8:34 am

    naranjito escreveu:camirecas,

    Camirecas e demais,

    O texto anterior é meu; não ha citações, fora as do próprio Gramsci.

    Direita e esquerda têm a ver com o nível de poder concedido ao Estado e seu grau de controle sobre a vida de cada indivíduo. A esquerda busca aumentar ao máximo esse poder e apoderá-lo para si, por isso lutam para tornar irrelevante ou inexistente o processo democrático de alternância de poder (vide governos bolivarianos planejados lá no comecinho dos anos 90 pelo Foro de São Paulo organizado por Lula e Fidel - isso é um juízo de fato, não comporta discordância ou concordância).

    A questão da religião é fulcral para o esquerdismo, já chego lá. Quanto aos candidatos do PSB, mesmo tendo sido Campos um católico praticante e sendo Marina uma protestante assumida, isso não muda a agenda de esquerda na estratégia da guerra de valores. A melancista Marina pode até brecar questões pontuais como o aborto, mas a esquerda - mais pragmática que o Hamas - apenas adiará o tema para um momento oportuno. Foi assim quanto ao "casamento" entre homossexuais, abertamente rechaçado pelo Congresso através da Constituição de 1988, pela Lei Nº 9.278 de 1996 e pelo Código Civil de 2002 - até ser imposto goela abaixo à sociedade por uma decisão inconstitucional do próprio STF (sic). Detalhes aqui: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Política trata da conciliação de propósitos defendidos por grupos distintos. Esses propósitos estão calcados em interesses, é óbvio, mas também envolvem valores. Valores fundamentam a cosmovisão dos indivíduos e seus grupos.

    Cosmovisão é a maneira pela qual enxergamos e interpretamos a realidade e, a partir daí, estabelecemos nossas ações e relacionamentos. Três elementos se conjugam para se formar uma cosmovisão:

    ciência, (que trata da compreensão da realidade imediata e perceptível);
    filosofia (que visa a conciliar a percepção com a lógica, estruturando-as e definindo métodos para um correto pensar) e
    religião (que envolve temas de natureza metafísica).

    Existe uma falsa dicotomia entre religião e política inventada através da confusão intencional acerca do conflito resultante da união indevida entre Igreja e Estado. Essa união, poucos falam e menos ainda conhecem, já era combatida bem antes do advento do Iluminismo por vários protestantes das colônias britânicas na América, com destaque para os presbiterianos. O lema deles era: "sem rei, sem papa". Seu objetivo era impedir que determinada denominação ou coalizão de denominações utilizasse o aparelho estatal para benefício próprio em detrimento ou mesmo pela perseguição de adversários. No início do século XX, os marxistas culturais se apoderaram desse princípio para estigmatizar e anular a influência pública do Cristianismo, ideologizando o conceito de estado laico.

    O esquerdismo vem conseguindo perverter a filosofia sincretizando-a com a impostura marxista; também busca anular a religião substituindo-a pela ideologia humanista, que por sua vez é calcada na presunção de o homem ser resultado exclusivo de processos restritos ao naturalismo mecanicista. A "Cruzada" contra o Cristianismo é tão importante para os esquerdistas que eles costumam apoiar as facções mais abomináveis e perigosas do Islamismo.

    Por que essa discussão? Porque poucos se dão conta de que muitas das garantias individuais que hoje julgamos naturais resultaram de séculos de consolidação da cosmovisão cristã (Inquisição, Cruzadas etc, quando analisadas e desmitificadas levam esquerdistas ao desespero). Habeas corpus, inviolabilidade do corpo, democracia moderna, criminalização da escravidão, valorização da família e da livre iniciativa - podem conferir: isso veio de princípios cristãos, nada tendo a ver com a esquerda - ao contrário, são obstáculos sérios ao seu projeto totalitário - e os esquerdistas beneficiários, que são sujos mas não são burros, sabem muito bem disso.

    Não peço que acreditem em mim, acreditem neles mesmos. Leiam Lukacs, Marx, Gramsci, Alinsky, Trotsky, Lenin e seus inúmeros epígonos. Conheçam a Historia não fraudada pelos ideólogos de esquerda, examinem os fatos e, principalmente, periciem os mais de 100 milhões de cadáveres produzidos por essa gente. E ao final decidam se vale a pena sacrificar suas posses, seus direitos e até suas vidas (e a dos outros) para dar poder crescente a cafetões e gigolôs psicopatas em troca de ilusões emocionais ridículas (sempre mistificadas com o vago rótulo de "social"). Quem acredita neles, acredita até em menstruação de travesti.

    A propósito, queiramos ou não, o futuro da nossa carreira passa necessariamente por esse tipo de discussão. E isso ficará patente daqui a alguns meses.

    Cara,

    não se ofenda, mas lendo seu texto me lembrei do Ponciano (textos). Suas ideias remetem a fanatismo, sectarismo, a verdade está com você, não comporta concordância ou discordância, o que de logo advirto que não é exclusividade dos que você enxerga como esquerdistas.
    Processo democrático de alternância de poder depende do povo. Se ele deseja, beleza, se não quer, paciência. O problema é que só enxergam o defeito aonde e como querem enxergar. Vou considerar Alckmin um "bolivariano" (o que é isso mesmo? Vem de Bolívar? É quem passa muito tempo no poder?) por querer fazer com que o PSDB fique mais de 24 anos no poder em São Paulo? Claro que não! O povo quer, paciência!
    Por que acredito numa presença maior do estado na economia, na regulação das relações existentes na sociedade, automaticamente eu sou adepto da camisa vermelha, sou aluno, ou melhor, epígono, de Marx, Gramsci, Lukacs, Mao etc. Esqueça as pessoas, debata as ideias, a verdade precisa ser relativa, não pertence a ninguém. Leio os caras, mas sou crítico, não replico automaticamente, e não tomo como verdade. E, acima de tudo, respeito as diferenças, amo o próximo, independente de sua cor, religião, sexo... como pregava Cristo. E outra, a maior garantia individual do sujeito é o poder sobre seu corpo. Mais não, nessa questão o estado deve ser "comunista", controlar a vida do indivíduo, e não liberal? Mais baseado em que? Em "verdades bíblicas"?
    A história nos ensina que o pior casamento que já existiu foi o realizado pelo estado e a religião. Um legitimou as atrocidades do outro. Um incutiu no outro a "verdade". Por isso o anseio pela separação nas sociedades modernas. A dita por você "consolidação da cosmovisão cristã (Inquisição, Cruzadas)", o que nos remete a uma imposição de verdade, matou, trucidou, queimou, estuprou, escravizou, roubou, mas como sempre, só os "camisas vermelhas" assassinaram pessoas, e como você escreve, mais de 100 milhões.
    Não quero anular religião, apenas anseio e desejo que cada um cuide do seu terreno. Quem diz que o estado (gestão) deve ser laico é a nossa Carta Magna, vai dizer que ela é comunista?
    Vou me dar por satisfeito aqui, tendo em vista o espaço que os posts tomam no tópico, mas não me refutarei em lê-lo.
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    Mensagem por Galizezin Qua 20 Ago 2014, 9:34 am

    VANDER DE PAULA escreveu:Entrevista do Pedro Aparecido à TV Record, ontem 19/08/2014. Excelente!

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    Uma prova robusta de que não é apenas o governo que não quer o aumento.


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    Mensagem por C.S.A Qua 20 Ago 2014, 9:57 am

    Galizezin escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:Entrevista do Pedro Aparecido à TV Record, ontem 19/08/2014. Excelente!

    Entrevista TV RECORD ao vivo
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    Uma prova robusta de que não é apenas o governo que não quer o aumento.


    É o que venho dizendo faz tempo. O maior inimigo dos servidores, além dos próprios servidores que elegem sindicalistas picaretas, que se vendem ao governo, é o judiciário. O executivo tem culpa?? pode até ter, mas a responsabilidade e a obrigação de encabeçar o processo de reajuste é do próprio judiciário. Os servidores tem que entender isso, não adianta ficar de biquinho com a Dilma-cão, a resposta dela nós daremos nas urnas, mas é necessário que a classe tome medidas drásticas com a finalidade de frustrar as metas dos tribunais. Quem tem q sentir o bambão grosso são os juízes.
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    Mensagem por Convidado Qua 20 Ago 2014, 10:52 am

    O melhor da entrevista foi ele falando que para os outros, o tribunal fala de conciliação e para os servidores da casa, vai logo cortando o ponto...

    Isso realmente pega muito mal, ....... é a desconstrução de toda uma imagem que tenta se vender acerca da JT
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    Mensagem por Convidado Qua 20 Ago 2014, 12:43 pm

    corujito escreveu:
    josebarbos escreveu:

    Aqui está a resposta do porquê:




    você manja dos paranauês. Não deveria ficar espalhando essas coisas por aí

    o Aranha parte da falha descoberta, que possibilitou a reordenação dos votos, para depois sugerir VOTO IMPRESSO.

    aí tem coisa!

    Não tem como levar uma urna da Diebold a sério, quando esta empresa foi banida do Estado da California e está envolvida em fraudes.

    O modelo da urna brasileira não permite recontagem. Simplesmente dizem que a soma está correta e temos que acreditar. Mas como? O MÍNIMO seria permitir que o código fonte fosse estudado, e que houvesse uma redundância de verificação. Pode ser o voto impresso, que eu particularmente acho tosco, pode ser através de chips, como é feito na Argentina.
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    Mensagem por Convidado Qua 20 Ago 2014, 12:48 pm

    euvoltei escreveu:O melhor da entrevista foi ele falando que para os outros, o tribunal fala de conciliação e para os servidores da casa, vai logo cortando o ponto...

    Isso realmente pega muito mal, ....... é a desconstrução de toda uma imagem que tenta se vender acerca da JT

    Como ele mesmo disse, casa de ferreiro, espeto de pau.
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    Mensagem por corujito Qua 20 Ago 2014, 1:13 pm

    Tava analisando aqui os candidatos do PT para Dep. Federal e o histórico de votos.

    ESCREVÃO:

    POLICARPO DEPUTADO FEDERAL EM 3º LUGAR NA LISTA DO PT
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    Mensagem por corujito Qua 20 Ago 2014, 1:18 pm

    josebarbos escreveu:
    corujito escreveu:
    josebarbos escreveu:
    embuscadeaumento escreveu:Que dá medo dá!!

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Aqui está a resposta do porquê:




    você manja dos paranauês. Não deveria ficar espalhando essas coisas por aí

    o Aranha parte da falha descoberta, que possibilitou a reordenação dos votos, para depois sugerir VOTO IMPRESSO.

    aí tem coisa!

    Não tem como levar uma urna da Diebold a sério, quando esta empresa foi banida do Estado da California e está envolvida em fraudes.

    O modelo da urna brasileira não permite recontagem. Simplesmente dizem que a soma está correta e temos que acreditar. Mas como? O MÍNIMO seria permitir que o código fonte fosse estudado, e que houvesse uma redundância de verificação. Pode ser o voto impresso, que eu particularmente acho tosco, pode ser através de chips, como é feito na Argentina.

    não concordo 100% com a postura do TSE em relação a isso.

    mas sabemos que esse negócio envolve muito, muito dinheiro.

    tem uma galera na UnB que descobriu que a vida acadêmica pode enriquecer.

    e a Diebold é famosa por fraudes empresariais, não por fraude em urnas.

    em relação ao voto impresso eu sou radical. Qualquer um que defenda a impressão do voto de forma complementar, a manutenção do voto eletrônico como ele é acrescido de sua impressão, só pode estar mal intencionado.

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    Mensagem por corujito Qua 20 Ago 2014, 1:24 pm

    mas a diferença com EUA é realmente gritante nesse sentido.

    nos EUA vemos a urna da Diebold ser testada em programas de TV. Aqui, depois de 20 anos pensa-se em colocá-la à prova em ALGUMAS universidades.
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    Mensagem por Convidado Qua 20 Ago 2014, 3:14 pm

    corujito escreveu:
    josebarbos escreveu:
    corujito escreveu:
    josebarbos escreveu:

    Aqui está a resposta do porquê:




    você manja dos paranauês. Não deveria ficar espalhando essas coisas por aí

    o Aranha parte da falha descoberta, que possibilitou a reordenação dos votos, para depois sugerir VOTO IMPRESSO.

    aí tem coisa!

    Não tem como levar uma urna da Diebold a sério, quando esta empresa foi banida do Estado da California e está envolvida em fraudes.

    O modelo da urna brasileira não permite recontagem. Simplesmente dizem que a soma está correta e temos que acreditar. Mas como? O MÍNIMO seria permitir que o código fonte fosse estudado, e que houvesse uma redundância de verificação. Pode ser o voto impresso, que eu particularmente acho tosco, pode ser através de chips, como é feito na Argentina.

    não concordo 100% com a postura do TSE em relação a isso.

    mas sabemos que esse negócio envolve muito, muito dinheiro.

    tem uma galera na UnB que descobriu que a vida acadêmica pode enriquecer.

    e a Diebold é famosa por fraudes empresariais, não por fraude em urnas.

    em relação ao voto impresso eu sou radical. Qualquer um que defenda a impressão do voto de forma complementar, a manutenção do voto eletrônico como ele é acrescido de sua impressão, só pode estar mal intencionado.


    Na verdade a Diebold esteve envolvida num vazamento de código fonte em que foram constatadas VÁRIAS falhas primárias de segurança. Dentre eles, uma única chave estática para criptografia dos votos, geradores pseudo-randômicos e alguns verificadores não criptografados. O caso é a introdução do livro "Como quebrar códigos".

    Fato é que num teste que não deveria encontrar falhas, de tão precárias eram as condições (muitos pesquisadores nem quiseram tentar, nas condições impostas pelo TSE), rapidamente foi encontrada uma falha. Curiosamente, falha esta que é pouquíssimo divulgada.

    Ainda que fosse um sistema perfeito e à prova de erros, não tem auditoria prática. Não basta ser honesto, tem que parecer honesto. Como posso garantir que aquilo que a urna diz que registrou é efetivamente o que registrou? Parece besteira, mas o voto impresso é sim uma forma simples. E nem é tão complicado: pegue uma amostra suficiente, e passe pela contagem manual. Se ela estiver batendo com os registros de urna, o caso está resolvido. Inclusive, já existem equipamentos assim. Existem tecnologias que não a de papel, enfim, várias redundâncias que dão uma garantia mínima.

    Só de alguém falar que o sistema da urna é 100% seguro já me dá arrepios. É quase como alguém dizer "nunca mentiu na vida". Na verdade, acaba de contar sua mais recente mentira.
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    Mensagem por Guri de Zona Qua 20 Ago 2014, 3:34 pm

    josebarbos escreveu:
    corujito escreveu:
    josebarbos escreveu:
    corujito escreveu:




    você manja dos paranauês. Não deveria ficar espalhando essas coisas por aí

    o Aranha parte da falha descoberta, que possibilitou a reordenação dos votos, para depois sugerir VOTO IMPRESSO.

    aí tem coisa!

    Não tem como levar uma urna da Diebold a sério, quando esta empresa foi banida do Estado da California e está envolvida em fraudes.

    O modelo da urna brasileira não permite recontagem. Simplesmente dizem que a soma está correta e temos que acreditar. Mas como? O MÍNIMO seria permitir que o código fonte fosse estudado, e que houvesse uma redundância de verificação. Pode ser o voto impresso, que eu particularmente acho tosco, pode ser através de chips, como é feito na Argentina.

    não concordo 100% com a postura do TSE em relação a isso.

    mas sabemos que esse negócio envolve muito, muito dinheiro.

    tem uma galera na UnB que descobriu que a vida acadêmica pode enriquecer.

    e a Diebold é famosa por fraudes empresariais, não por fraude em urnas.

    em relação ao voto impresso eu sou radical. Qualquer um que defenda a impressão do voto de forma complementar, a manutenção do voto eletrônico como ele é acrescido de sua impressão, só pode estar mal intencionado.


    Na verdade a Diebold esteve envolvida num vazamento de código fonte em que foram constatadas VÁRIAS falhas primárias de segurança. Dentre eles, uma única chave estática para criptografia dos votos, geradores pseudo-randômicos e alguns verificadores não criptografados. O caso é a introdução do livro "Como quebrar códigos".

    Fato é que num teste que não deveria encontrar falhas, de tão precárias eram as condições (muitos pesquisadores nem quiseram tentar, nas condições impostas pelo TSE), rapidamente foi encontrada uma falha. Curiosamente, falha esta que é pouquíssimo divulgada.

    Ainda que fosse um sistema perfeito e à prova de erros, não tem auditoria prática. Não basta ser honesto, tem que parecer honesto. Como posso garantir que aquilo que a urna diz que registrou é efetivamente o que registrou? Parece besteira, mas o voto impresso é sim uma forma simples. E nem é tão complicado: pegue uma amostra suficiente, e passe pela contagem manual. Se ela estiver batendo com os registros de urna, o caso está resolvido. Inclusive, já existem equipamentos assim. Existem tecnologias que não a de papel, enfim, várias redundâncias que dão uma garantia mínima.

    Só de alguém falar que o sistema da urna é 100% seguro já me dá arrepios. É quase como alguém dizer "nunca mentiu na vida". Na verdade, acaba de contar sua mais recente mentira.

    como explicar, então, a votação paralela?
    também é fraudada?
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    Mensagem por darkshi Qua 20 Ago 2014, 3:47 pm

    josebarbos escreveu:
    corujito escreveu:
    josebarbos escreveu:
    corujito escreveu:




    você manja dos paranauês. Não deveria ficar espalhando essas coisas por aí

    o Aranha parte da falha descoberta, que possibilitou a reordenação dos votos, para depois sugerir VOTO IMPRESSO.

    aí tem coisa!

    Não tem como levar uma urna da Diebold a sério, quando esta empresa foi banida do Estado da California e está envolvida em fraudes.

    O modelo da urna brasileira não permite recontagem. Simplesmente dizem que a soma está correta e temos que acreditar. Mas como? O MÍNIMO seria permitir que o código fonte fosse estudado, e que houvesse uma redundância de verificação. Pode ser o voto impresso, que eu particularmente acho tosco, pode ser através de chips, como é feito na Argentina.

    não concordo 100% com a postura do TSE em relação a isso.

    mas sabemos que esse negócio envolve muito, muito dinheiro.

    tem uma galera na UnB que descobriu que a vida acadêmica pode enriquecer.

    e a Diebold é famosa por fraudes empresariais, não por fraude em urnas.

    em relação ao voto impresso eu sou radical. Qualquer um que defenda a impressão do voto de forma complementar, a manutenção do voto eletrônico como ele é acrescido de sua impressão, só pode estar mal intencionado.


    Na verdade a Diebold esteve envolvida num vazamento de código fonte em que foram constatadas VÁRIAS falhas primárias de segurança. Dentre eles, uma única chave estática para criptografia dos votos, geradores pseudo-randômicos e alguns verificadores não criptografados. O caso é a introdução do livro "Como quebrar códigos".

    Fato é que num teste que não deveria encontrar falhas, de tão precárias eram as condições (muitos pesquisadores nem quiseram tentar, nas condições impostas pelo TSE), rapidamente foi encontrada uma falha. Curiosamente, falha esta que é pouquíssimo divulgada.

    Ainda que fosse um sistema perfeito e à prova de erros, não tem auditoria prática. Não basta ser honesto, tem que parecer honesto. Como posso garantir que aquilo que a urna diz que registrou é efetivamente o que registrou? Parece besteira, mas o voto impresso é sim uma forma simples. E nem é tão complicado: pegue uma amostra suficiente, e passe pela contagem manual. Se ela estiver batendo com os registros de urna, o caso está resolvido. Inclusive, já existem equipamentos assim. Existem tecnologias que não a de papel, enfim, várias redundâncias que dão uma garantia mínima.

    Só de alguém falar que o sistema da urna é 100% seguro já me dá arrepios. É quase como alguém dizer "nunca mentiu na vida". Na verdade, acaba de contar sua mais recente mentira.

    Cara. Pq o povo insiste que a Diebold tem algo a ver com o software que roda na urna eletrônica brasileira?
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    Mensagem por PJHUUUUuuuuu Qua 20 Ago 2014, 3:56 pm

    corujito escreveu:Tava analisando aqui os candidatos do PT para Dep. Federal e o histórico de votos.

    ESCREVÃO:

    POLICARPO DEPUTADO FEDERAL EM 3º LUGAR NA LISTA DO PT

    Não, nem fala isso, colega. Nem a suplência de síndico aquele traíra merece. Que vá ser Secretário Municipal em Valparaíso.
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    Mensagem por Judiciário Qua 20 Ago 2014, 4:09 pm

    Greve, já aprovada em 9 estados, é decisiva para projeto salarial


    Pressão leva DG do STF e MPU ao Planejamento, que condiciona negociação a "ordem superior"; categoria cobra defesa da proposta acordada em meio à greve passada

    Por Helcio Duarte Filho

    O futuro do projeto salarial da categoria pode ser definido na greve por tempo indeterminado, já iniciada ou aprovada em oito estados e no Distrito Federal e apontada como decisiva para pautar o caminho que o substitutivo ao Projeto de Lei 6613/2009 tomará: se continuará parado na Comissão de Finanças da Câmara ou se será objeto de um acordo que envolva o governo e o Supremo Tribunal Federal, tendo a previsão de recursos no orçamento da União para 2015 e a sua aprovação asseguradas.

    A pressão dos servidores levou o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, a incumbir o diretor-geral do STF, Amarildo Vieira de Oliveira, de se reunir com o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, para tratar de projetos relativos a servidores e magistrados que envolvam recursos orçamentários. Nesta primeira reunião, o representante do governo Dilma Rousseff (PT) disse que só poderia negociar questões salariais com o Poder Judiciário caso haja uma determinação superior.

    Após o encontro, o STF sinalizou que os presidentes dos tribunais superiores podem finalmente entrar em cena e cobrar do Executivo o respeito à autonomia entre os poderes. Os servidores sabem que tal possibilidade, por si só, não significa muito – para quebrar o bloqueio do governo será necessário jogar duro. Mas a notícia reforça a convicção de que a greve é necessária e poderá ditar até onde vai a pressão institucional e política do Poder Judiciário sobre o governo federal.

    Greve de maio e junho abriu negociações

    A mobilização que está sendo retomada dá continuidade à luta travada no segundo trimestre deste ano, quando servidores de cinco estados do país aderiram à greve nacional, definida de forma conjunta na reunião ampliada da federação nacional (Fenajufe). Apesar da participação de um número de sindicatos e estados aquém do necessário, a paralisação por tempo indeterminado no Rio Grande do Sul, na Bahia, em São Paulo, no Mato Grosso e em Alagoas puxou a mobilização nacional e pautou as reivindicações salariais da categoria em Brasília.

    A principal conquista foi arrancar do Conselho Nacional de Justiça uma nova nota técnica sobre a PEC 59/2013, com posicionamento contrário ao Estatuto do Judiciário. A proposta de emenda constitucional já foi aprovada na Câmara e coloca em risco todos os direitos contidos no Regime Jurídico Único, além de ameaçar os planos de carreiras dos servidores.

    Também foi a partir da aprovação da greve que a comissão de negociação, que reuniu representantes da Fenajufe e dos tribunais superiores, foi instalada no Supremo. Dali saiu a proposta de texto substitutivo para o PL 6613, encaminhada pela direção-geral do STF ao relator do projeto, deputado João Dado (SDD-SP), mas ainda não incorporada ao relatório por ele apresentado porque não traz a assinatura do presidente do STF.

    De todo modo, a mobilização no primeiro semestre mudou o foco das discussões, antes voltadas para supostas soluções segmentadas e que fragmentavam a carreira, pondo em pauta a luta conjunta da categoria em defesa da recomposição geral dos salários na carreira única. Isto com base em um texto substitutivo que, se não resolve o problema das distorções, devolve aos salários o poder de compra que tinham em junho de 2006 e reduz discrepâncias da tabela salarial. Em oito anos, a inflação acumulada superou os 56%, de acordo com o IVC do Dieese, e comeu quase um terço do valor real dos salários – perdas apenas atenuadas com o reajuste de 15,8% parcelados em três vezes conquistado na greve unificada do funcionalismo de 2012.

    Proposta orçamentária

    A retomada da greve nacional tem um enorme desafio pela frente e acontece em momento decisivo. O desafio é fazer a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, recuar de sua posição e negociar a proposta salarial do Judiciário. O momento é decisivo porque é agora que se definirá o teor da proposta orçamentária que o governo enviará ao Congresso – o Planejamento tem que apresentar o projeto até o final de agosto.

    A movimentação dos servidores assegurou que os tribunais superiores enviassem ao ministério previsões orçamentárias que incluem o PL 6613. De acordo com a Direção-Geral do STF, os valores têm como base o impacto estimado para a nova versão da proposta salarial que consta no substitutivo do PL 6613, o texto construído em meio à greve passada.
    É importante que tenha sido assim. O contrário seria um golpe contra a proposta salarial acordada na mesa de negociação. Mas, como já demonstrado em outros anos, é apenas mais um passo numa luta que, avalia-se, exigirá da categoria muita participação, mobilização e greve.

    Reunião no Planejamento

    Este nada fácil cenário foi confirmado na conversa que Amarildo teve com Sérgio Mendonça. De acordo com o relato do encontro repassado pelo diretor-geral ao coordenador-geral da Fenajufe Adilson Rodrigues, ele e o secretário-geral do MPU, Lauro Cardoso, foram recebidos de forma receptiva pelo representante do Planejamento.

    A receptividade, porém, não foi além disso. Membro do governo destacado por Dilma para negociar com os servidores, Sérgio Mendonça voltou a dizer algo que vem falando desde março: o governo só admite discutir com servidores da esfera executiva questões salariais após 2015. Disse ainda que a atuação dele se limitava aos trabalhadores do Executivo, no que também repete a retórica de que o governo federal não interfere nas questões do Judiciário e do Legislativo – algo fantasioso quando se sabe que Dilma alterou os últimos orçamentos dos tribunais e da Procuradoria-Geral da República.
    O secretário de Trabalho ressaltou que só pode negociar com o STF a partir de ordens superiores. No entanto, adiantou que considera o custo do PL 6613/2009 alto e que não acredita que caiba no orçamento de 2015. Segundo Amarildo, o resultado da conversa foi levado aos presidentes dos tribunais superiores, que se disseram dispostos a participar de nova reunião no ministério ou na Presidência da República para defender um espaço efetivo de negociação.

    Possível nova reunião

    O diretor-geral do STF negou que o governo tenha sinalizado a concessão de parte do projeto salarial para 2015, como ventilado por alguns. Neste ponto, Amarildo voltou a frisar que a posição do secretário foi de submeter qualquer negociação a uma autorização acima dele, o que, obviamente, passa pela Presidência da República. Disse ainda acreditar que uma nova reunião com o governo, com a participação dos presidentes dos tribunais, possa ocorrer nos próximos dias.
    "Reiteramos ao Amarildo nosso pedido de audiência com Lewandowski e avisamos da mobilização em todo pais, inclusive o desafio de paralisar o TRE", disse Adilson. Para ele, qualquer acordo com o governo Dilma só sairá sob forte pressão. Algo que a cúpula do Judiciário só levará adiante se, por sua vez, for muito cobrada pela greve e mobilização dos servidores. O movimento, observou, tem que ser nacional e de todos os ramos do Judiciário, mesmo que focado na Justiça Eleitoral, segmento que naturalmente ganha mais peso a dois meses da eleição.

    É justamente a percepção dos trabalhadores de que sem mobilização não haverá reajuste e as perdas acumuladas em oito anos vão aumentar que fez a greve recomeçar com mais estados e perspectivas de crescer. É o que avalia Fagner Azeredo, dirigente do Sintrajufe-RS, um dos cinco sindicatos que tocaram a greve no primeiro semestre. "Os servidores perceberam a importância e dificuldade da tarefa de arrancar a negociação entre o Judiciário e o governo Dilma. Aprendemos com a greve de maio e junho que unidos podemos vencer, como fizemos ao derrotar a PEC 59", disse. A própria sobrevivência da carreira, alertou, depende de certo modo desta luta: sem avanço do projeto salarial, o risco de a ameaça das carreiras fragmentadas voltar a ganhar força aumenta. "Não podemos aceitar que o empenho do STF seja direcionado apenas à pauta da magistratura e que as demandas dos servidores continuem sendo ignoradas", afirmou.
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    Mensagem por peixepf Qua 20 Ago 2014, 4:28 pm

    "Mal posso esperar dia 31/08 para ver o PLOA com o orçamento do PJU/MPU do jeitinho que a DILMA MANDOU sem um centavo de PL algum."
    Fico curioso mais quantos anos a ADM do PJU e MPU e os sindicatos vão conseguir enrolar a categoria com essas fantasias de aumento com o mamutão...
    Espero ver de fora, já em outra carreira.

    Ai a Dilmadrasta que sabe que não dá pra segurar tudo, abre um pouco a torneira, dando o fantástico adicional por tempo de serviço (ou seja lá como se chama essa aberração) lá que o PJU quer e os servidores que se danem...
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    Mensagem por corujito Qua 20 Ago 2014, 4:38 pm

    PJHUUUUuuuuu escreveu:
    corujito escreveu:Tava analisando aqui os candidatos do PT para Dep. Federal e o histórico de votos.

    ESCREVÃO:

    POLICARPO DEPUTADO FEDERAL EM 3º LUGAR NA LISTA DO PT

    Não, nem fala isso, colega. Nem a suplência de síndico aquele traíra merece. Que vá ser Secretário Municipal em Valparaíso.

    rapaz

    só tem dois candidatos do PT que têm mais voto no DF que o Policarpo: Erika Kokay e Cabo Patrício.

    Policarpo tem o voto da militância e sindicatos.

    escrevam aí: o PT vai conseguir suas tradicionais 3 vagas. Kokay, Patrício e Policarpo.
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    Mensagem por Maisquevencedor Qua 20 Ago 2014, 5:11 pm

    Resumindo: não teremos aumento. É a mesma embromation dos últimos 05 anos.



    Judiciário escreveu:Greve, já aprovada em 9 estados, é decisiva para projeto salarial


    Pressão leva DG do STF e MPU ao Planejamento, que condiciona negociação a "ordem superior"; categoria cobra defesa da proposta acordada em meio à greve passada

    Por Helcio Duarte Filho

    O futuro do projeto salarial da categoria pode ser definido na greve por tempo indeterminado, já iniciada ou aprovada em oito estados e no Distrito Federal e apontada como decisiva para pautar o caminho que o substitutivo ao Projeto de Lei 6613/2009 tomará: se continuará parado na Comissão de Finanças da Câmara ou se será objeto de um acordo que envolva o governo e o Supremo Tribunal Federal, tendo a previsão de recursos no orçamento da União para 2015 e a sua aprovação asseguradas.

    A pressão dos servidores levou o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, a incumbir o diretor-geral do STF, Amarildo Vieira de Oliveira, de se reunir com o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, para tratar de projetos relativos a servidores e magistrados que envolvam recursos orçamentários. Nesta primeira reunião, o representante do governo Dilma Rousseff (PT) disse que só poderia negociar questões salariais com o Poder Judiciário caso haja uma determinação superior.

    Após o encontro, o STF sinalizou que os presidentes dos tribunais superiores podem finalmente entrar em cena e cobrar do Executivo o respeito à autonomia entre os poderes. Os servidores sabem que tal possibilidade, por si só, não significa muito – para quebrar o bloqueio do governo será necessário jogar duro. Mas a notícia reforça a convicção de que a greve é necessária e poderá ditar até onde vai a pressão institucional e política do Poder Judiciário sobre o governo federal.

    Greve de maio e junho abriu negociações

    A mobilização que está sendo retomada dá continuidade à luta travada no segundo trimestre deste ano, quando servidores de cinco estados do país aderiram à greve nacional, definida de forma conjunta na reunião ampliada da federação nacional (Fenajufe). Apesar da participação de um número de sindicatos e estados aquém do necessário, a paralisação por tempo indeterminado no Rio Grande do Sul, na Bahia, em São Paulo, no Mato Grosso e em Alagoas puxou a mobilização nacional e pautou as reivindicações salariais da categoria em Brasília.

    A principal conquista foi arrancar do Conselho Nacional de Justiça uma nova nota técnica sobre a PEC 59/2013, com posicionamento contrário ao Estatuto do Judiciário. A proposta de emenda constitucional já foi aprovada na Câmara e coloca em risco todos os direitos contidos no Regime Jurídico Único, além de ameaçar os planos de carreiras dos servidores.

    Também foi a partir da aprovação da greve que a comissão de negociação, que reuniu representantes da Fenajufe e dos tribunais superiores, foi instalada no Supremo. Dali saiu a proposta de texto substitutivo para o PL 6613, encaminhada pela direção-geral do STF ao relator do projeto, deputado João Dado (SDD-SP), mas ainda não incorporada ao relatório por ele apresentado porque não traz a assinatura do presidente do STF.

    De todo modo, a mobilização no primeiro semestre mudou o foco das discussões, antes voltadas para supostas soluções segmentadas e que fragmentavam a carreira, pondo em pauta a luta conjunta da categoria em defesa da recomposição geral dos salários na carreira única. Isto com base em um texto substitutivo que, se não resolve o problema das distorções, devolve aos salários o poder de compra que tinham em junho de 2006 e reduz discrepâncias da tabela salarial. Em oito anos, a inflação acumulada superou os 56%, de acordo com o IVC do Dieese, e comeu quase um terço do valor real dos salários – perdas apenas atenuadas com o reajuste de 15,8% parcelados em três vezes conquistado na greve unificada do funcionalismo de 2012.

    Proposta orçamentária

    A retomada da greve nacional tem um enorme desafio pela frente e acontece em momento decisivo. O desafio é fazer a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, recuar de sua posição e negociar a proposta salarial do Judiciário. O momento é decisivo porque é agora que se definirá o teor da proposta orçamentária que o governo enviará ao Congresso – o Planejamento tem que apresentar o projeto até o final de agosto.

    A movimentação dos servidores assegurou que os tribunais superiores enviassem ao ministério previsões orçamentárias que incluem o PL 6613. De acordo com a Direção-Geral do STF, os valores têm como base o impacto estimado para a nova versão da proposta salarial que consta no substitutivo do PL 6613, o texto construído em meio à greve passada.
    É importante que tenha sido assim. O contrário seria um golpe contra a proposta salarial acordada na mesa de negociação. Mas, como já demonstrado em outros anos, é apenas mais um passo numa luta que, avalia-se, exigirá da categoria muita participação, mobilização e greve.

    Reunião no Planejamento

    Este nada fácil cenário foi confirmado na conversa que Amarildo teve com Sérgio Mendonça. De acordo com o relato do encontro repassado pelo diretor-geral ao coordenador-geral da Fenajufe Adilson Rodrigues, ele e o secretário-geral do MPU, Lauro Cardoso, foram recebidos de forma receptiva pelo representante do Planejamento.

    A receptividade, porém, não foi além disso. Membro do governo destacado por Dilma para negociar com os servidores, Sérgio Mendonça voltou a dizer algo que vem falando desde março: o governo só admite discutir com servidores da esfera executiva questões salariais após 2015. Disse ainda que a atuação dele se limitava aos trabalhadores do Executivo, no que também repete a retórica de que o governo federal não interfere nas questões do Judiciário e do Legislativo – algo fantasioso quando se sabe que Dilma alterou os últimos orçamentos dos tribunais e da Procuradoria-Geral da República.
    O secretário de Trabalho ressaltou que só pode negociar com o STF a partir de ordens superiores. No entanto, adiantou que considera o custo do PL 6613/2009 alto e que não acredita que caiba no orçamento de 2015. Segundo Amarildo, o resultado da conversa foi levado aos presidentes dos tribunais superiores, que se disseram dispostos a participar de nova reunião no ministério ou na Presidência da República para defender um espaço efetivo de negociação.

    Possível nova reunião

    O diretor-geral do STF negou que o governo tenha sinalizado a concessão de parte do projeto salarial para 2015, como ventilado por alguns. Neste ponto, Amarildo voltou a frisar que a posição do secretário foi de submeter qualquer negociação a uma autorização acima dele, o que, obviamente, passa pela Presidência da República. Disse ainda acreditar que uma nova reunião com o governo, com a participação dos presidentes dos tribunais, possa ocorrer nos próximos dias.
    "Reiteramos ao Amarildo nosso pedido de audiência com Lewandowski e avisamos da mobilização em todo pais, inclusive o desafio de paralisar o TRE", disse Adilson. Para ele, qualquer acordo com o governo Dilma só sairá sob forte pressão. Algo que a cúpula do Judiciário só levará adiante se, por sua vez, for muito cobrada pela greve e mobilização dos servidores. O movimento, observou, tem que ser nacional e de todos os ramos do Judiciário, mesmo que focado na Justiça Eleitoral, segmento que naturalmente ganha mais peso a dois meses da eleição.

    É justamente a percepção dos trabalhadores de que sem mobilização não haverá reajuste e as perdas acumuladas em oito anos vão aumentar que fez a greve recomeçar com mais estados e perspectivas de crescer. É o que avalia Fagner Azeredo, dirigente do Sintrajufe-RS, um dos cinco sindicatos que tocaram a greve no primeiro semestre. "Os servidores perceberam a importância e dificuldade da tarefa de arrancar a negociação entre o Judiciário e o governo Dilma. Aprendemos com a greve de maio e junho que unidos podemos vencer, como fizemos ao derrotar a PEC 59", disse. A própria sobrevivência da carreira, alertou, depende de certo modo desta luta: sem avanço do projeto salarial, o risco de a ameaça das carreiras fragmentadas voltar a ganhar força aumenta. "Não podemos aceitar que o  empenho do STF seja direcionado apenas à pauta da magistratura e que as demandas dos servidores continuem sendo ignoradas", afirmou.
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    Mensagem por Brother Qua 20 Ago 2014, 5:33 pm

    andre3107 escreveu:Orçamento de 2015 sofrerá cortes como os feitos no deste ano
    18/08/14 03:52

    A proposta orçamentária para 2015, que precisa ser enviada ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto, será enxuta e com redução nas despesas, preservando apenas áreas prioritárias, como o orçamento da saúde e da educação, por determinação da presidente Dilma Rousseff, segundo informaram integrantes da equipe econômica.

    Com arrecadação fraca e a atividade econômica estagnada, o mais provável é que o orçamento do ano que vem seja parecido com o de 2014, onde o governo fez um corte de R$ 44 bilhões.

    "É só pegar o orçamento deste ano e verificar onde foram feitos os cortes", disse uma fonte, para reforçar a semelhança com o orçamento deste ano.

    O projeto de orçamento dos investimentos das estatais para 2015 também está recebendo ajustes. Há ainda uma orientação do governo às estatais para segurarem os gastos com pessoal já neste ano, prevendo a necessidade de apertar o cinto devido à queda generalizada da arrecadação. No caso de empresas que têm campanha salarial no segundo semestre, a ordem é adotar uma política de austeridade, vetando reajustes acima da inflação, disse uma fonte diretamente envolvida no assunto.

    A avaliação de que o quadro fiscal em 2015 será difícil e que o próximo governo não terá condições de fazer um superávit primário muito maior do que a economia dos últimos anos, pois isso ajudaria a derrubar ainda mais a economia, é compartilhada pela oposição. O economista Armínio Fraga, principal assessor econômico do candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, já defende que o ajuste na política fiscal brasileira seja feito num prazo de dois anos e não de uma só vez.

    Até o fim do ano, o governo ainda terá que lidar com as dificuldades no Congresso para aprovar a LDO e o Orçamento de 2015. Nem mesmo o parecer preliminar foi votado na Comissão Mista de Orçamento. Sem a LDO aprovada, o governo terá que usar como base os parâmetros fixados por ele na proposta encaminhada ao Congresso e a avaliação do terceiro bimestre, principalmente a receita obtida neste período para calcular a arrecadação do ano seguinte.

    O Globo

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    Mensagem por Convidado Qua 20 Ago 2014, 6:14 pm

    Marcha é um sucesso, pressão aumenta e Sindjus será recebido por Lewandowski nesta quinta

    Mais de mil servidores do Judiciário e do MPU, demonstrando a força da nossa greve, fizeram, na tarde desta quarta-feira (20), muito barulho em frente à Procuradoria-Geral da República, cobrando o empenho do PGR, Rodrigo Janot, na negociação do reajuste junto à presidenta Dilma Rousseff. Diversos servidores da PGR atenderam ao chamado dos colegas e desceram para se juntar ao movimento que interditou a via que leva até o Supremo Tribunal Federal em uma marcha com muitas bandeiras, buzinas, apitos e faixas.
    Chegando à Praça dos Três Poderes, os servidores se concentraram em frente ao STF, também fazendo muito barulho. Enquanto isso, os coordenadores do Sindjus Jailton Assis e Cledo Vieira eram recebidos pelo diretor-geral do Supremo Amarildo Oliveira. Com muita garra e deixando bem claro que a categoria tem fôlego de sobra para brigar por esse reajuste, os servidores fizeram uma passeata pela extensão da fachada do STF chamando ainda mais atenção.
    Reunião com Lewandowski
    A pressão da greve, que aumenta dia a dia nos locais de trabalho, concentrada no ato desta quarta-feira, reforçou os pedidos de audiência com o presidente do STF encaminhados pelo Sindjus resultando no fato de que o ministro Lewandowski receberá o Sindjus desta quinta-feira (21). É a oportunidade de o sindicato levar até o presidente do Supremo a reinvindicação de uma categoria que tem abraçado a greve: é preciso que o STF e a PGR negociem com a presidenta Dilma e exijam respeito à autonomia do Judiciário e do MPU.
    Ato no Ministério do Planejamento
    O Sindjus reforça a importância do comparecimento em massa dos grevistas ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Bloco K) nesta quinta-feira (21), para participar do ato que começa às 15h, no intuito de cobrar da ministra Miriam Belchior que o orçamento do Judiciário e do MPU siga sem cortes até o Congresso Nacional. As propostas orçamentárias estão justamente no Ministério do Planejamento e por isso o ato é tão importante. Neste ato, os servidores receberão os informes da reunião com Lewandowski. Desde cedo, é necessário reforçar os piquetes de convencimento e arrastar o máximo de servidores possível ao Ministério do Planejamento.

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    Mensagem por Lord Sith Qua 20 Ago 2014, 6:30 pm

    Ter reunião com o Lewandowski não resolve nada. O negócio é o Lewa e o PGR sentarem com a Dilma. Falar com a Belchior também não resolve nada....

    charob escreveu:Marcha é um sucesso, pressão aumenta e Sindjus será recebido por Lewandowski nesta quinta

    Mais de mil servidores do Judiciário e do MPU, demonstrando a força da nossa greve, fizeram, na tarde desta quarta-feira (20), muito barulho em frente à Procuradoria-Geral da República, cobrando o empenho do PGR, Rodrigo Janot, na negociação do reajuste junto à presidenta Dilma Rousseff. Diversos servidores da PGR atenderam ao chamado dos colegas e desceram para se juntar ao movimento que interditou a via que leva até o Supremo Tribunal Federal em uma marcha com muitas bandeiras, buzinas, apitos e faixas.
    Chegando à Praça dos Três Poderes, os servidores se concentraram em frente ao STF, também fazendo muito barulho. Enquanto isso, os coordenadores do Sindjus Jailton Assis e Cledo Vieira eram recebidos pelo diretor-geral do Supremo Amarildo Oliveira. Com muita garra e deixando bem claro que a categoria tem fôlego de sobra para brigar por esse reajuste, os servidores fizeram uma passeata pela extensão da fachada do STF chamando ainda mais atenção.
    Reunião com Lewandowski
    A pressão da greve, que aumenta dia a dia nos locais de trabalho, concentrada no ato desta quarta-feira, reforçou os pedidos de audiência com o presidente do STF encaminhados pelo Sindjus resultando no fato de que o ministro Lewandowski receberá o Sindjus desta quinta-feira (21). É a oportunidade de o sindicato levar até o presidente do Supremo a reinvindicação de uma categoria que tem abraçado a greve: é preciso que o STF e a PGR negociem com a presidenta Dilma e exijam respeito à autonomia do Judiciário e do MPU.
    Ato no Ministério do Planejamento
    O Sindjus reforça a importância do comparecimento em massa dos grevistas ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Bloco K) nesta quinta-feira (21), para participar do ato que começa às 15h, no intuito de cobrar da ministra Miriam Belchior que o orçamento do Judiciário e do MPU siga sem cortes até o Congresso Nacional. As propostas orçamentárias estão justamente no Ministério do Planejamento e por isso o ato é tão importante. Neste ato, os servidores receberão os informes da reunião com Lewandowski. Desde cedo, é necessário reforçar os piquetes de convencimento e arrastar o máximo de servidores possível ao Ministério do Planejamento.

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