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    Mensagem por Convidado Qui 21 Ago 2014, 6:43 pm

    pernalonga escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:Tinham que fazer uma edição dessa imagem e por gente até no pombal!
    Tópico Geral - Página 2 210814-AtoTRE-11


    A Inês não queria fazer greve...já prevendo isso.
    Tem mais faixas e bandeiras aí que gente.

    Soda mesmo é pelego criticando quem tá tentando arrancar algum reajuste, inclusive pros pelegos!

    Tô criticando não. Até faço campanha para colegas aderirem à greve. Mas é trágico o resultado..
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    Mensagem por tudoounada Qui 21 Ago 2014, 6:54 pm

    Alguma notícia da reunião de hoje com o Lewandowski?
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    Mensagem por Mestre dos Magos! Qui 21 Ago 2014, 7:37 pm

    Dia 31 chegando..

    (e contando) - O presidente do STF, Lewando, enviou seu DG ao MPOG com a missão de informar ao pau-mandado do Executivo (Sérgio Mendonça) que (sic) NÃO tolerará corte no bendito anexo V da PLOA. Sérgio Mendonça, claro, disse que não tinha autonomia para responder "essa parada aí" e que esse direcionamento deveria ser "acordado" entre cúpulas.

    Hoje, o sindjus conversou com o Lewando. Aparentemente, por ter maior trânsito político, ele irá TENTAR alguma negociação com Dilmônio. Caso nada consiga, é melhor as associações/sindicatos já começarem a redigir a petição inicial do Mandado de Segurança. Mesmo que todos os outros tenham sido extintos por perda de objeto, ACREDITO que, no cenário atual, há possibilidade de Lewando fazer a coisa certa e usar a caneta para defender a autonomia orçamentária do PJU.

    No mais, tudo indica que até 31/08 o STF encaminhará novo substitutivo do PL 6613, agora com a assinatura de Lewando.

    Enquanto isso não acontece, de concreto mesmo, só o cimento.

    Segue o cortejo, pois!


    Última edição por ZE COMEIA em Qui 21 Ago 2014, 8:07 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por CRAZYKONG Qui 21 Ago 2014, 7:40 pm

    Ao Sindjus, Lewandowski diz que hora de negociar com Executivo é agora


    No início da tarde desta quinta-feira (21), os coordenadores Jailton Assis e Cledo Vieira foram recebidos pelo presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, graças à pressão da greve, muito por parte da marcha da PGR até o STF, para tratar do reajuste da categoria. Os coordenadores levaram ao ministro a esperança da categoria no sentido de que ele resolva esse cenário de desvalorização salarial que se arrasta desde 2006 e pediram o empenho dele na viabilização do reajuste junto ao Executivo.
    O presidente confessou que se sentiu incomodado com as buzinas do ato desta quarta-feira (20), cujo som estridente invadiu o Plenário da Corte. Garantiu aos coordenadores que está do lado da categoria, que é parceiro dos servidores, e que vai se empenhar para resolver essa questão. Segundo ele, é necessário que os servidores já recebam parte deste reajuste em 2015. Frisou que não concorda com a posição do governo de só discutir reajuste a partir do próximo ano demonstrando consciência com a urgência da reivindicação da categoria.
    Os coordenadores reivindicaram que o presidente defenda a autonomia do Judiciário e atue em conjunto com o PGR, Rodrigo Janot, para resolução do problema de toda categoria: servidores do Judiciário e do MPU. Também explicaram ao ministro que o impacto orçamentário do reajuste pleiteado sobre a folha é de cerca de 30%, inferior, portanto, à inflação acumulada no período.
    O Sindjus informou que a categoria aprovou as tabelas que estão no Congresso Nacional, enviadas aos respectivos relatores dos PLs 6613/09 e 6697/09 na Comissão de Finanças e Tributação e já apresentadas na forma de substitutivos. Também colocaram ao ministro a importância de se garantir o reajuste em sua totalidade, mesmo que ele não seja pago integralmente em 2015. O diretor-geral do STF, Amarildo Oliveira, ficou, a pedido de Lewandowski, de fazer os estudos necessários para a implementação do plano em parcelas, conforme nas edições anteriores. O DG afirmou ao presidente que esses estudos estão em fase avançada.
    Para a direção do Sindjus, a conversa com o ministro demonstra, além da posição de negociar, que não há nada garantido, que tudo ainda está em construção, e por isso a greve deve ser fortalecida.

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    Mensagem por CRAZYKONG Qui 21 Ago 2014, 7:45 pm

    Ae pelegada:

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    Mensagem por seu Mamute de Estimação Qui 21 Ago 2014, 7:49 pm

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    Diretores da ANAJUSTRA tratam do PL 6613/09 com Amarildo Vieira
    21/08/14 16:12
    O diretor-geral do Supremo, Amarildo Vieira, recebeu ontem, 20/08, em seu gabinete, os diretores da  ANAJUSTRA,  Áureo Félix Pedroso e Alexandre Seixas Saes.  O encontro, que também contou com a presença do assessor parlamentar, Roberto Bucar, foi realizado para discutir o andamento do PL 6613/09.

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    Vieira informou que até o momento não foi realizada uma reunião do STF com o deputado João Dado, relator do projeto na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), mas enfatizou que todos os esforços necessários para a aprovação do projeto que atualiza cargos e salários dos servidores serão realizados pelo Órgão.

    Da esquerda para a direita, o secretário-geral da ANAJUSTRA, Alexandre Saes, o diretor de relações institucionais, Áureo Pedroso, o DG do STF, Amarildo Vieira, e o assessor parlamentar, Roberto Bucar.

    "Estou otimista quanto ao PL 6613/09. Mas será necessário enviar um substitutivo ao projeto para sanar alguns pontos e garantir que ele seja aprovado nas próximas comissões", ressaltou o diretor-geral do STF. Vieira lembrou ainda que o substitutivo precisa ser protocolado até o dia 31 deste mês.

    Conforme ele, o processo de negociação já teve o seu início de forma efetiva através de reuniões entre as áreas técnicas e administrativas do STF e o Ministério do Planejamento. Também de acordo com Vieira, o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do STF e o ministro presidente do TSE, José Antônio Dias Toffoli, encamparão o trabalho de negociação para aprovação dos projetos de recomposição dos subsídios dos magistrados e vencimentos dos servidores diretamente com a Presidência da República. "Esse é um trabalho conjunto em favor dos servidores do Judiciário", destacou.

    No processo de negociação que está em curso serão apresentados dados detalhados, apontando, se necessário, para o parcelamento da implantação pretendida, como forma de amenizar o impacto no orçamento do Judiciário.

    Diretor de relações institucionais da ANAJUSTRA, Áureo Pedroso sugeriu a Vieira que o STF, como forma de auxiliar no debate com o Executivo, apresente um demonstrativo dos valores que o Poder Judiciário Federal desconta e arrecada para a União.

    Recordou que, do impacto bruto do reajuste, devem ser deduzidos o imposto de renda e a previdência social descontados dos servidores, num percentual de 27,5% do imposto e de 11% de previdência.

    Além dessas deduções, segundo ele, deveriam também ser apresentadas as importâncias arrecadadas para a União, principalmente pela Justiça do Trabalho e Justiça Federal, com imposto de renda, contribuições previdenciárias, custas judiciais e outros, decorrentes de suas decisões.

    Ao final da reunião, Pedroso avaliou a importância do encontro. "Esta reunião demonstrou o empenho do Supremo Tribunal Federal na defesa do projeto para recomposição salarial dos servidores do Poder Judiciário Federal. A ANAJUSTRA, como maior entidade associativa do país, tem o dever e obrigação de acompanhar a tramitação do PL e disponibilizar os meios necessários para a sua aprovação", disse ele enfatizando que toda a estrutura da associação será colocadas à disposição, em favor dos trabalhos para a aprovação do PL 6613/09.

    Para o secretário-geral da entidade, Alexandre Saes, mais uma vez a associação demonstrou sua forte atuação em favor de seus associados. "A ANAJUSTRA cumpre o seu papel, da forma que lhe compete, na defesa dos seus associados e demais colegas do Poder Judiciário Federal. Esse encontro serviu para estreitar  a relação  existente entre a associação e a administração do STF, bem como para reafirmar o empenho da diretoria na busca e concretização dos objetivos pretendidos em favor dos nossos associados."

    Da Assessoria






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    Mensagem por CRAZYKONG Qui 21 Ago 2014, 8:29 pm

    Tá faltando adrenalina nesse fórum... vou ter buscar outra fonte de ópio!
    Não existem mais boatos, nem tabelas, nem espiões, quem dirá informações privilegiadas!!!
    Muito estranho!
    Força Policarpo????
    Essa semana promete???
    Triste!!!!
    Ao menos o Vander podia jogar um balde de gelo (não precisa ser em barra) aí na cabeça aceitando o desafio do finado Polvo Paul!


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    Mensagem por PJHUUUUuuuuu Qui 21 Ago 2014, 8:41 pm

    ZE COMEIA escreveu:
    Dia 31 chegando..

    (e contando) - O presidente do STF, Lewando, enviou seu DG ao MPOG com a missão de informar ao pau-mandado do Executivo (Sérgio Mendonça) que (sic) NÃO tolerará corte no bendito anexo V da PLOA. Sérgio Mendonça, claro, disse que não tinha autonomia para responder "essa parada aí" e que esse direcionamento deveria ser "acordado" entre cúpulas.

    Hoje, o sindjus conversou com o Lewando. Aparentemente, por ter maior trânsito político, ele irá TENTAR alguma negociação com Dilmônio. Caso nada consiga, é melhor as associações/sindicatos já começarem a redigir a petição inicial do Mandado de Segurança. Mesmo que todos os outros tenham sido extintos por perda de objeto, ACREDITO que, no cenário atual, há possibilidade de Lewando fazer a coisa certa e usar a caneta para defender a autonomia orçamentária do PJU.

    No mais, tudo indica que até 31/08 o STF encaminhará novo substitutivo do PL 6613, agora com a assinatura de Lewando.

    Enquanto isso não acontece, de concreto mesmo, só o cimento.

    Segue o cortejo, pois!

    Essa petição é Mobeleza, está pronta e no script, assim como o despacho do relator. Digo, relatores, o do STF e o da CD.
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    Mensagem por fabiomodel Qui 21 Ago 2014, 9:15 pm

    Em reunião com Fenajufe, Lewandowski diz que reposição dos servidores tem alto custo e sugere "plano B"; hora de aumentar a greve para exigir respeito e o fim das perdas salariais



    Hoje à tarde, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, aceitou reunir-se com os servidores, pressionado pela greve que já atinge vários estados e por um ato público que reuniu, ontem, mais de 500 servidores em Brasília. O ministro recebeu os representantes do Sindjus/DF e o coordenador da Fenajufe Tarcísio Ferreira no Salão Branco, um pouco antes do início da sessão do Supremo, e começou dizendo que o custo do projeto de reposição salarial seria alto e que os servidores precisam pensar em um “plano B”.

    Os dirigentes afirmaram que não poderiam apresentar uma outra proposta que não contemple a reposição das perdas salariais. Sobre o valor do projeto, eles lembraram que o impacto é menor do que a inflação dos últimos oito anos, que gerou perdas de quase 50%. Lewandowski disse que o STF deve fazer mais cálculos e projeções sobre o assunto. Lewandowski disse, no entanto, que tem disposição de procurar o governo, e que o momento para negociar é agora.

    Tarcísio afirma que o ministro, antes de buscar um “plano B”, precisa iniciar as negociações com o governo e defender a autonomia do Judiciário. Segundo o coordenador da Fenajufe, a federação buscará uma nova reunião com o ministro e continuará cobrando que seja estabelecido um processo negocial real. “Nada está garantido, o governo não abriu nenhuma negociação”, ressaltou, como ficou evidenciado na reunião entre o Supremo e o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, quando este disse que depende de “ordens superiores”, ou seja, da presidente Dilma. Para o dirigente, a negociação depende dos presidentes do STF e dos demais tribunais superiores, “que têm de assumir pessoalmente essa responsabilidade”.

    A posição mostrada pelo ministro Lewandowski na reunião mostra que ele está à vontade para defender a pauta dos magistrados, mas, ao mesmo tempo, dizer que o plano dos servidores é caro. Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a greve é a resposta da categoria e precisa crescer ainda mais, para que o presidente do STF, em vez de fazer esse papel constrangedor de propor cortes na reposição salarial dos servidores, atravesse a Praça dos Três Poderes e exija que Dilma negocie.

    Fonte: Sintrajufe/RS
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    Mensagem por fabiomodel Qui 21 Ago 2014, 9:18 pm

    Pode colocar tudo na GAJ, diminuir as tabelas, parcelar e olhe lá..
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    Mensagem por andre3107 Qui 21 Ago 2014, 9:20 pm

    Projeto abre crédito especial de R$ 18,5 milhões ao Judiciário e ao MPU

    Aguarda votação na Comissão Mista de Orçamento (CMO) projeto de lei que abre crédito especial no valor de R$ 18,5 milhões para a Justiça Eleitoral, a Justiça Federal, a do Trabalho e para o Ministério Público da União (MPU). O Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 8/14 já recebeu parecer favorável do relator, deputado Assis Carvalho (PT-PI).

    Os R$ 18.557.902,00 serão repartidos entre os seguintes órgãos:

    -   Justiça Federal de Primeiro Grau,
    -   Tribunal Regional Federal da 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul),
    -   tribunais regionais eleitorais (TRE) da Bahia, do Maranhão, da Paraíba, do Paraná, de Pernambuco e do Piauí,
    -   tribunais regionais do trabalho (TRTs) de Minas Gerais, do Paraná e de Campinas (SP) e
    -   Ministério Público Federal (MPF).
    -   Dentre os projetos que receberão parte desses recursos estão:
    -   construção do edifício-sede da Justiça Federal em Barra do Garças (MT), cuja obra já está 75% completa e receberá R$ 2,4 milhões;
     -  reforma do edifício-sede do TRE em Salvador (BA), R$ 932 mil;
     -  término da construção de cartório eleitoral em Matinha (MA), R$ 660 mil; - finalização da obra de reforma e ampliação de cartório eleitoral em Ponta Grossa (PR), R$ 1 milhão; e
     -  conclusão da construção do edifício-sede da Vara do Trabalho no município de Palmas (PR), que receberá R$ 1,4 milhão; e outros.

    O PLN também destina R$ 6,4 milhões para aquisição de imóvel para o edifício-sede da Procuradoria da República no Rio de Janeiro (RJ).

    A maior parte do crédito especial é de remanejamentos de despesas (R$ 16,4 milhões). O restante é oriundo de superávit financeiro de 2013 e de excesso de arrecadação de receitas primárias.

    Tramitação
    Após ser votado na comissão, o projeto terá de ser analisado pelo plenário do Congresso Nacional.

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    Mensagem por Leugim Qui 21 Ago 2014, 9:44 pm

    fabiomodel escreveu:Em reunião com Fenajufe, Lewandowski diz que reposição dos servidores tem alto custo e sugere "plano B"; hora de aumentar a greve para exigir respeito e o fim das perdas salariais



    Hoje à tarde, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, aceitou reunir-se com os servidores, pressionado pela greve que já atinge vários estados e por um ato público que reuniu, ontem, mais de 500 servidores em Brasília. O ministro recebeu os representantes do Sindjus/DF e o coordenador da Fenajufe Tarcísio Ferreira no Salão Branco, um pouco antes do início da sessão do Supremo, e começou dizendo que o custo do projeto de reposição salarial seria alto e que os servidores precisam pensar em um “plano B”.

    Os dirigentes afirmaram que não poderiam apresentar uma outra proposta que não contemple a reposição das perdas salariais. Sobre o valor do projeto, eles lembraram que o impacto é menor do que a inflação dos últimos oito anos, que gerou perdas de quase 50%. Lewandowski disse que o STF deve fazer mais cálculos e projeções sobre o assunto. Lewandowski disse, no entanto, que tem disposição de procurar o governo, e que o momento para negociar é agora.

    Tarcísio afirma que o ministro, antes de buscar um “plano B”, precisa iniciar as negociações com o governo e defender a autonomia do Judiciário. Segundo o coordenador da Fenajufe, a federação buscará uma nova reunião com o ministro e continuará cobrando que seja estabelecido um processo negocial real. “Nada está garantido, o governo não abriu nenhuma negociação”, ressaltou, como ficou evidenciado na reunião entre o Supremo e o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, quando este disse que depende de “ordens superiores”, ou seja, da presidente Dilma. Para o dirigente, a negociação depende dos presidentes do STF e dos demais tribunais superiores, “que têm de assumir pessoalmente essa responsabilidade”.

    A posição mostrada pelo ministro Lewandowski na reunião mostra que ele está à vontade para defender a pauta dos magistrados, mas, ao mesmo tempo, dizer que o plano dos servidores é caro. Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a greve é a resposta da categoria e precisa crescer ainda mais, para que o presidente do STF, em vez de fazer esse papel constrangedor de propor cortes na reposição salarial dos servidores, atravesse a Praça dos Três Poderes e exija que Dilma negocie.

    Fonte: Sintrajufe/RS

    Cadê o Vander para dizer que o "plano B" é o subsídio????
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    Mensagem por viniloi Qui 21 Ago 2014, 9:55 pm

    NOTÍCIA DA FENAJUFE

    Recebidos por Lewandowski, servidores cobram reposição salarial

    Nesta quinta-feira (21/08), dirigentes do Sindjus/DF e da Fenajufe foram recebidos pelo presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, no salão branco do Supremo, antes da sessão plenária. Estiveram presentes os coordenadores Cledo Vieira, Jailton Assis, e Tarcisio Ferreira. Na rápida conversa, reivindicada durante atividade de greve organizada pelo sindicato no dia anterior, o ministro foi cobrado a buscar negociação com o Poder Executivo e a garantir dotação orçamentária para a implementação do PL 6613/09.

    Lewandowski disse estar do lado dos servidores e colocou-se à disposição para buscar o governo para negociar, mas disse considerar difícil tratar do reajuste previsto no substitutivo ao PL 6613/09, em razão de seu impacto orçamentário. Segundo ele, seria conveniente pensar em alternativas que pudessem ser levadas ao governo e facilitassem a aprovação do reajuste, como estariam pensando os magistrados. No entanto, defendeu a negociação, com este governo, de um percentual já para o próximo ano, de modo a aliviar a defasagem salarial dos servidores. O diretor-geral do STF, Amarildo Vieira de Oliveira, teria ficado incumbido de apresentar estudos para avaliação do presidente.


    NOTÍCIA DO SINTRAJUFE-RS

    Em reunião com Fenajufe, Lewandowski diz que reposição dos servidores tem alto custo e sugere "plano B"; hora de aumentar a greve para exigir respeito e o fim das perdas salariais



    Hoje à tarde, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, aceitou reunir-se com os servidores, pressionado pela greve que já atinge vários estados e por um ato público que reuniu, ontem, mais de 500 servidores em Brasília. O ministro recebeu os representantes do Sindjus/DF e o coordenador da Fenajufe Tarcísio Ferreira no Salão Branco, um pouco antes do início da sessão do Supremo, e começou dizendo que o custo do projeto de reposição salarial seria alto e que os servidores precisam pensar em um “plano B”.


    Os dirigentes afirmaram que não poderiam apresentar uma outra proposta que não contemple a reposição das perdas salariais. Sobre o valor do projeto, eles lembraram que o impacto é menor do que a inflação dos últimos oito anos, que gerou perdas de quase 50%. Lewandowski disse que o STF deve fazer mais cálculos e projeções sobre o assunto. Lewandowski disse, no entanto, que tem disposição de procurar o governo, e que o momento para negociar é agora.

    Tarcísio afirma que o ministro, antes de buscar um “plano B”, precisa iniciar as negociações com o governo e defender a autonomia do Judiciário. Segundo o coordenador da Fenajufe, a federação buscará uma nova reunião com o ministro e continuará cobrando que seja estabelecido um processo negocial real. “Nada está garantido, o governo não abriu nenhuma negociação”, ressaltou, como ficou evidenciado na reunião entre o Supremo e o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, quando este disse que depende de “ordens superiores”, ou seja, da presidente Dilma. Para o dirigente, a negociação depende dos presidentes do STF e dos demais tribunais superiores, “que têm de assumir pessoalmente essa responsabilidade”.

    A posição mostrada pelo ministro Lewandowski na reunião mostra que ele está à vontade para defender a pauta dos magistrados, mas, ao mesmo tempo, dizer que o plano dos servidores é caro. Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a greve é a resposta da categoria e precisa crescer ainda mais, para que o presidente do STF, em vez de fazer esse papel constrangedor de propor cortes na reposição salarial dos servidores, atravesse a Praça dos Três Poderes e exija que Dilma negocie.

    NOTÍCIA DOS SAFADOS DA SINDJUS DF


    No início da tarde desta quinta-feira (21), os coordenadores Jailton Assis e Cledo Vieira foram recebidos pelo presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, graças à pressão da greve, muito por parte da marcha da PGR até o STF, para tratar do reajuste da categoria. Os coordenadores levaram ao ministro a esperança da categoria no sentido de que ele resolva esse cenário de desvalorização salarial que se arrasta desde 2006 e pediram o empenho dele na viabilização do reajuste junto ao Executivo.
    O presidente confessou que se sentiu incomodado com as buzinas do ato desta quarta-feira (20), cujo som estridente invadiu o Plenário da Corte. Garantiu aos coordenadores que está do lado da categoria, que é parceiro dos servidores, e que vai se empenhar para resolver essa questão. Segundo ele, é necessário que os servidores já recebam parte deste reajuste em 2015. Frisou que não concorda com a posição do governo de só discutir reajuste a partir do próximo ano demonstrando consciência com a urgência da reivindicação da categoria.
    Os coordenadores reivindicaram que o presidente defenda a autonomia do Judiciário e atue em conjunto com o PGR, Rodrigo Janot, para resolução do problema de toda categoria: servidores do Judiciário e do MPU. Também explicaram ao ministro que o impacto orçamentário do reajuste pleiteado sobre a folha é de cerca de 30%, inferior, portanto, à inflação acumulada no período.
    O Sindjus informou que a categoria aprovou as tabelas que estão no Congresso Nacional, enviadas aos respectivos relatores dos PLs 6613/09 e 6697/09 na Comissão de Finanças e Tributação e já apresentadas na forma de substitutivos. Também colocaram ao ministro a importância de se garantir o reajuste em sua totalidade, mesmo que ele não seja pago integralmente em 2015. O diretor-geral do STF, Amarildo Oliveira, ficou, a pedido de Lewandowski, de fazer os estudos necessários para a implementação do plano em parcelas, conforme nas edições anteriores. O DG afirmou ao presidente que esses estudos estão em fase avançada.
    Para a direção do Sindjus, a conversa com o ministro demonstra, além da posição de negociar, que não há nada garantido, que tudo ainda está em construção, e por isso a greve deve ser fortalecida.


    PERCEBERAM QUE OS SAFADOS DO SINDJUS SEQUER CITARAM NO TEXTO DELES QUE O LEWANDOWSKI DISSE COM TODAS AS LETRAS QUE O PL MAMUTE É ALTO E QUE TEM QUE SER APRESENTADA UMA ALTERNATIVA, UM SUBSTITUTITVO?????


    DEPOIS ACHAM RUIM QUANDO A GENTE CHAMA OS REPRESENTANTES DO SINDJUS DE SAFADOS, DE MENTIROSOS.


    PREZADOS SERVIDORES QUE ESTÃO EM GREVE, SORRIAM! VCS ESTÃO SENDO ENGANADOS POR JAILTON E CLEDO.


    É REVOLTANTE TER ESSES MENTIROSOS COMO NOSSOS REPRESENTANTES.


    ALGUÉM TEM QUE FAZER ALGUMA COISA SENÃO, PELA ENÉSIMA VEZ, DEIXAREMOS DE TER UM AUMENTO DECENTE PARA MANTER OS PRIVILÉGIOS DESSES POUCOS QUE MANDAM E DESMANDAM NA CATEGORIA E NINGUÉM FAZ ABSOLUTAMENTE NADA.


    VERGONHA!!!!!!

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    Mensagem por CRAZYKONG Qui 21 Ago 2014, 10:05 pm

    O SINDJUS mais uma vez sugeriu aumentar a GAJ. Wink


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    Mensagem por fabiomodel Qui 21 Ago 2014, 10:14 pm

    Sugeriu? É o MÍNIMO que se espera, porque está óbvio que o aumento no VB não passará. E uma GAJ 150% já seria interessante.

    CRAZYKONG escreveu:O SINDJUS mais uma vez sugeriu aumentar a GAJ. Wink
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    Mensagem por Maisquevencedor Qui 21 Ago 2014, 10:21 pm

    Nem sei o que é pior.

    O estilo Barbosão, que parecia ter coragem para peitar o executivo, mas não deu nem um passo a favor dos servidores?

    Ou o estilo Lewando-lero, que é capacho e baba ovo do executivo, mas DIZ estar do lado do servidor?

    O que o Lewandowiski falou foi o mesmo que o relator do projeto já disse aí pra trás e que o executivo (e muitos de nós) vem repetindo: o PL 6613 é muito caro.

    O que diabos seria esse tal PLANO B?

    Sugiro uma drástica diminuição de FCs e CJs e colocar o aumento todo na GAJ.

    Insistir na aprovação do mamute original é MUITA BURRICE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


    viniloi escreveu:NOTÍCIA DA FENAJUFE

    Recebidos por Lewandowski, servidores cobram reposição salarial

    Nesta quinta-feira (21/08), dirigentes do Sindjus/DF e da Fenajufe foram recebidos pelo presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, no salão branco do Supremo, antes da sessão plenária. Estiveram presentes os coordenadores Cledo Vieira, Jailton Assis, e Tarcisio Ferreira. Na rápida conversa, reivindicada durante atividade de greve organizada pelo sindicato no dia anterior, o ministro foi cobrado a buscar negociação com o Poder Executivo e a garantir dotação orçamentária para a implementação do PL 6613/09.

    Lewandowski disse estar do lado dos servidores e colocou-se à disposição para buscar o governo para negociar, mas disse considerar difícil tratar do reajuste previsto no substitutivo ao PL 6613/09, em razão de seu impacto orçamentário. Segundo ele, seria conveniente pensar em alternativas que pudessem ser levadas ao governo e facilitassem a aprovação do reajuste, como estariam pensando os magistrados. No entanto, defendeu a negociação, com este governo, de um percentual já para o próximo ano, de modo a aliviar a defasagem salarial dos servidores. O diretor-geral do STF, Amarildo Vieira de Oliveira, teria ficado incumbido de apresentar estudos para avaliação do presidente.


    NOTÍCIA DO SINTRAJUFE-RS

    Em reunião com Fenajufe, Lewandowski diz que reposição dos servidores tem alto custo e sugere "plano B"; hora de aumentar a greve para exigir respeito e o fim das perdas salariais



    Hoje à tarde, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, aceitou reunir-se com os servidores, pressionado pela greve que já atinge vários estados e por um ato público que reuniu, ontem, mais de 500 servidores em Brasília. O ministro recebeu os representantes do Sindjus/DF e o coordenador da Fenajufe Tarcísio Ferreira no Salão Branco, um pouco antes do início da sessão do Supremo, e começou dizendo que o custo do projeto de reposição salarial seria alto e que os servidores precisam pensar em um “plano B”.


    Os dirigentes afirmaram que não poderiam apresentar uma outra proposta que não contemple a reposição das perdas salariais. Sobre o valor do projeto, eles lembraram que o impacto é menor do que a inflação dos últimos oito anos, que gerou perdas de quase 50%. Lewandowski disse que o STF deve fazer mais cálculos e projeções sobre o assunto. Lewandowski disse, no entanto, que tem disposição de procurar o governo, e que o momento para negociar é agora.

    Tarcísio afirma que o ministro, antes de buscar um “plano B”, precisa iniciar as negociações com o governo e defender a autonomia do Judiciário. Segundo o coordenador da Fenajufe, a federação buscará uma nova reunião com o ministro e continuará cobrando que seja estabelecido um processo negocial real. “Nada está garantido, o governo não abriu nenhuma negociação”, ressaltou, como ficou evidenciado na reunião entre o Supremo e o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, quando este disse que depende de “ordens superiores”, ou seja, da presidente Dilma. Para o dirigente, a negociação depende dos presidentes do STF e dos demais tribunais superiores, “que têm de assumir pessoalmente essa responsabilidade”.

    A posição mostrada pelo ministro Lewandowski na reunião mostra que ele está à vontade para defender a pauta dos magistrados, mas, ao mesmo tempo, dizer que o plano dos servidores é caro. Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a greve é a resposta da categoria e precisa crescer ainda mais, para que o presidente do STF, em vez de fazer esse papel constrangedor de propor cortes na reposição salarial dos servidores, atravesse a Praça dos Três Poderes e exija que Dilma negocie.

    NOTÍCIA DOS SAFADOS DA SINDJUS DF


    No início da tarde desta quinta-feira (21), os coordenadores Jailton Assis e Cledo Vieira foram recebidos pelo presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, graças à pressão da greve, muito por parte da marcha da PGR até o STF, para tratar do reajuste da categoria. Os coordenadores levaram ao ministro a esperança da categoria no sentido de que ele resolva esse cenário de desvalorização salarial que se arrasta desde 2006 e pediram o empenho dele na viabilização do reajuste junto ao Executivo.
    O presidente confessou que se sentiu incomodado com as buzinas do ato desta quarta-feira (20), cujo som estridente invadiu o Plenário da Corte. Garantiu aos coordenadores que está do lado da categoria, que é parceiro dos servidores, e que vai se empenhar para resolver essa questão. Segundo ele, é necessário que os servidores já recebam parte deste reajuste em 2015. Frisou que não concorda com a posição do governo de só discutir reajuste a partir do próximo ano demonstrando consciência com a urgência da reivindicação da categoria.
    Os coordenadores reivindicaram que o presidente defenda a autonomia do Judiciário e atue em conjunto com o PGR, Rodrigo Janot, para resolução do problema de toda categoria: servidores do Judiciário e do MPU. Também explicaram ao ministro que o impacto orçamentário do reajuste pleiteado sobre a folha é de cerca de 30%, inferior, portanto, à inflação acumulada no período.
    O Sindjus informou que a categoria aprovou as tabelas que estão no Congresso Nacional, enviadas aos respectivos relatores dos PLs 6613/09 e 6697/09 na Comissão de Finanças e Tributação e já apresentadas na forma de substitutivos. Também colocaram ao ministro a importância de se garantir o reajuste em sua totalidade, mesmo que ele não seja pago integralmente em 2015. O diretor-geral do STF, Amarildo Oliveira, ficou, a pedido de Lewandowski, de fazer os estudos necessários para a implementação do plano em parcelas, conforme nas edições anteriores. O DG afirmou ao presidente que esses estudos estão em fase avançada.
    Para a direção do Sindjus, a conversa com o ministro demonstra, além da posição de negociar, que não há nada garantido, que tudo ainda está em construção, e por isso a greve deve ser fortalecida.


    PERCEBERAM QUE OS SAFADOS DO SINDJUS SEQUER CITARAM NO TEXTO DELES QUE O LEWANDOWSKI DISSE COM TODAS AS LETRAS QUE O PL MAMUTE É ALTO E QUE TEM QUE SER APRESENTADA UMA ALTERNATIVA, UM SUBSTITUTITVO?????


    DEPOIS ACHAM RUIM QUANDO A GENTE CHAMA OS REPRESENTANTES DO SINDJUS DE SAFADOS, DE MENTIROSOS.


    PREZADOS SERVIDORES QUE ESTÃO EM GREVE, SORRIAM! VCS ESTÃO SENDO ENGANADOS POR JAILTON E CLEDO.


    É REVOLTANTE TER ESSES MENTIROSOS COMO NOSSOS REPRESENTANTES.


    ALGUÉM TEM QUE FAZER ALGUMA COISA SENÃO, PELA ENÉSIMA VEZ, DEIXAREMOS DE TER UM AUMENTO DECENTE PARA MANTER OS PRIVILÉGIOS DESSES POUCOS QUE MANDAM E DESMANDAM NA CATEGORIA E NINGUÉM FAZ ABSOLUTAMENTE NADA.


    VERGONHA!!!!!!



    Última edição por Maisquevencedor em Qui 21 Ago 2014, 10:33 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por viniloi Qui 21 Ago 2014, 10:29 pm

    CRAZYKONG escreveu:O SINDJUS mais uma vez sugeriu aumentar a GAJ. Wink



    O SINDJUS SUGERIU AUMENTAR A GAJ [b]ANTES
    DOS FAMIGERADOS ENCONTROS DA COMISSÃO DO PCS. APENAS MAIS UMA MANOBRA DE TENTAR ENGANAR OS SINDICALIZADOS MAIS NOVOS DE BRASÍLIA, "JOGANDO PRA GALERA".  DEPOIS APOIARAM INCONDICIONALMENTE A "IDÉIA BRILHANTE" DE TURBINAR O MAMUTE.

    AGORA VEM A REUNIÃO COM O LEWANDOWSKI E PARTICIPAM O CLEDO E JAILTON "REPRESENTANDO" 120 MIL SERVIDORES.


    AÍ ESCONDEM QUE O LEWANDOWSKI CONDENOU O MAMUTE E SUGERIU QUE SÓ PASSA UM PL ALTERNATIVO. SÓ QUE SÃO TÃO BURROS QUE CONTARAM A VERDADE PRO PESSOAL DA FENAJUFE E DA SINTRAJUFE - RS.


    MAIS UMA VEZ FORAM DESVENDADOS, MAS ELES NÃO ESTÃO NEM AÍ. PORQUE OS 120 MIL SERVIDORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL NO BRASIL, NA VERDADE, TAMBÉM NÃO ESTÃO NEM AÍ. ELES CONTINUARÃO LÁ, MENTINDO, MAMANDO, MANDANDO E DESMANDANDO.


    ESSES CARAS SÃO SAFADOS MESMO. É DESINFORMAÇÃO, É MENTIRA, É OMISSÃO, É VAGABUNDAGEM. CHEGA!!!!!!






    BANDO DE SAFADOS![/b]
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    Mensagem por Galizezin Qui 21 Ago 2014, 10:34 pm

    Estava escrito que essa porcaria de 6613 turbinado não seria aprovado. Talvez consigam, no máximo, o original, e parcelado.
    Sindicalistas: só pensam no próprio umbigo.


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    Mensagem por VN Qui 21 Ago 2014, 10:39 pm

    Galizezin escreveu:Estava escrito que essa porcaria de 6613 turbinado não seria aprovado. Talvez consigam, no máximo, o  original, e parcelado.
    Sindicalistas: só pensam no próprio umbigo.

    Resumindo, é isso mesmo. Não terá aumento para o ano que vem, pois os sindicatos insistem nesse absurdo.
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    Mensagem por Galizezin Qui 21 Ago 2014, 10:39 pm

    ...como estariam pensando os magistrados...
    sinceramente, os magistrados deveriam parar de pensar e agir, já que quem manda mesmo são eles...doa a quem doer...

    Nesta quinta-feira (21/08), dirigentes do Sindjus/DF e da Fenajufe foram recebidos pelo presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, no salão branco do Supremo, antes da sessão plenária. Estiveram presentes os coordenadores Cledo Vieira, Jailton Assis, e Tarcisio Ferreira. Na rápida conversa, reivindicada durante atividade de greve organizada pelo sindicato no dia anterior, o ministro foi cobrado a buscar negociação com o Poder Executivo e a garantir dotação orçamentária para a implementação do PL 6613/09.

    Lewandowski disse estar do lado dos servidores e colocou-se à disposição para buscar o governo para negociar, mas disse considerar difícil tratar do reajuste previsto no substitutivo ao PL 6613/09, em razão de seu impacto orçamentário. Segundo ele, seria conveniente pensar em alternativas que pudessem ser levadas ao governo e facilitassem a aprovação do reajuste, como estariam pensando os magistrados. No entanto, defendeu a negociação, com este governo, de um percentual já para o próximo ano, de modo a aliviar a defasagem salarial dos servidores. O diretor-geral do STF, Amarildo Vieira de Oliveira, teria ficado incumbido de apresentar estudos para avaliação do presidente.

    Os dirigentes da Fenajufe e do Sindjus/DF defenderam a tabela do substitutivo, dizendo que desde o plano de cargos e salários de 2006 não houve reposição inflacionária, e que o impacto do reajuste na folha é inferior à inflação do período. Foi dito ainda que eventual proposta deve ser resultado de negociação e submetida à categoria. Além disso, os dirigentes defenderam uma atuação conjunta entre o Judiciário e o MPU, para o reajuste de ambos os segmentos.

    Na semana anterior, por determinação de Lewandowski e acompanhado do secretário-geral do MPU, Lauro Cardoso, o diretor-geral do STF procurou o secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, para apresentar as demandas salariais de Judiciário e MPU. Mendonça foi receptivo, mas alegou não que teria autonomia para negociar, e dependeria de determinação superior. Ainda assim, teria adiantado possível dificuldade na inclusão do reajuste no orçamento. Ele teria dito que, com relação ao Executivo, a determinação é de que não haja negociação salarial neste período.

    Os servidores vêm cobrando a reposição das perdas salariais que já passam dos 40%, e estão em greve que se espalha pelo país. A categoria cobra a garantia de recursos no orçamento, e negociação efetiva entre Executivo, Judiciário e MPU pela aprovação dos reajustes no Congresso.

    A sinalização de Lewandowski é positiva com relação à possibilidade de negociar com o governo. Porém, de acordo com Cledo Vieira, “nada está garantido e a categoria precisa fortalecer a mobilização”.

    Na avaliação de Tarcísio Ferreira, “não cabe falar em alternativas antes de negociar, pois sequer o menos está garantido. É preciso fortalecer a mobilização para que o Judiciário enfrente a intransigência do governo e garanta a recomposição dos nossos salários”.

    No ato nacional programado para o dia 27 de agosto, às 15h, no STF, a categoria vai cobrar uma posição mais firme do ministro Lewandowski e exigir a negociação do reajuste com o governo, tendo em vista a autonomia constitucional do Poder Judiciário e o processo de elaboração do orçamento da União para o próximo ano.


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    Mensagem por viniloi Qui 21 Ago 2014, 10:44 pm

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    PARA QUEM NÃO CONHECE. ESSES AÍ SÃO O CLEDO E O JAILTON.


    "LEGÍTIMOS REPRESENTANTES" DA CATEGORIA. ESPECIALISTAS EM DESINFORMAÇÃO, OMISSÃO E MENTIRAS.



    ATÉ QUANDO, BRASÍLIA? ATÉ QUANDO????



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    Mensagem por Galizezin Qui 21 Ago 2014, 10:48 pm

    Será que o pessoal ainda vai insistir na lorota 'pelo menos tem uma coisa lá'!?


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    Mensagem por Galizezin Qui 21 Ago 2014, 10:49 pm

    Está na cara que jogaram pra cima para não levarmos nada. E o MPU prefere seguir o PJU nas baboseiras, porque tb sabia que tal projeto era utopia.


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    Mensagem por Galizezin Qui 21 Ago 2014, 10:52 pm

    Sem saída para os desesperados: Lewando pede plano B. Sindicalistas preferem o '0' à rejeição de seu frankeinstein.


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    Mensagem por me respeite Qui 21 Ago 2014, 10:58 pm

    Leugim escreveu:
    fabiomodel escreveu:Em reunião com Fenajufe, Lewandowski diz que reposição dos servidores tem alto custo e sugere "plano B"; hora de aumentar a greve para exigir respeito e o fim das perdas salariais



    Hoje à tarde, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, aceitou reunir-se com os servidores, pressionado pela greve que já atinge vários estados e por um ato público que reuniu, ontem, mais de 500 servidores em Brasília. O ministro recebeu os representantes do Sindjus/DF e o coordenador da Fenajufe Tarcísio Ferreira no Salão Branco, um pouco antes do início da sessão do Supremo, e começou dizendo que o custo do projeto de reposição salarial seria alto e que os servidores precisam pensar em um “plano B”.

    Os dirigentes afirmaram que não poderiam apresentar uma outra proposta que não contemple a reposição das perdas salariais. Sobre o valor do projeto, eles lembraram que o impacto é menor do que a inflação dos últimos oito anos, que gerou perdas de quase 50%. Lewandowski disse que o STF deve fazer mais cálculos e projeções sobre o assunto. Lewandowski disse, no entanto, que tem disposição de procurar o governo, e que o momento para negociar é agora.

    Tarcísio afirma que o ministro, antes de buscar um “plano B”, precisa iniciar as negociações com o governo e defender a autonomia do Judiciário. Segundo o coordenador da Fenajufe, a federação buscará uma nova reunião com o ministro e continuará cobrando que seja estabelecido um processo negocial real. “Nada está garantido, o governo não abriu nenhuma negociação”, ressaltou, como ficou evidenciado na reunião entre o Supremo e o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, quando este disse que depende de “ordens superiores”, ou seja, da presidente Dilma. Para o dirigente, a negociação depende dos presidentes do STF e dos demais tribunais superiores, “que têm de assumir pessoalmente essa responsabilidade”.

    A posição mostrada pelo ministro Lewandowski na reunião mostra que ele está à vontade para defender a pauta dos magistrados, mas, ao mesmo tempo, dizer que o plano dos servidores é caro. Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a greve é a resposta da categoria e precisa crescer ainda mais, para que o presidente do STF, em vez de fazer esse papel constrangedor de propor cortes na reposição salarial dos servidores, atravesse a Praça dos Três Poderes e exija que Dilma negocie.

    Fonte: Sintrajufe/RS

    Cadê o Vander para dizer que o "plano B" é o subsídio????




    Não, o "plano B" é a diminuição da carga horária para 6 horas com a permissão para o exercicio da advocacia privada pelo servidor
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    Mensagem por me respeite Qui 21 Ago 2014, 11:03 pm

    pior é o chefe do poder Judiciário ser recebido por um subordinadinho do executivo sem poder pra negocia e ainda ficar por isso mesmo.

    não se pode cobrar isonomia se o chefe do poder não cobra sequer respeito à sua condição.
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    Mensagem por Galizezin Qui 21 Ago 2014, 11:16 pm

    me respeite escreveu:
    Leugim escreveu:
    fabiomodel escreveu:Em reunião com Fenajufe, Lewandowski diz que reposição dos servidores tem alto custo e sugere "plano B"; hora de aumentar a greve para exigir respeito e o fim das perdas salariais



    Hoje à tarde, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, aceitou reunir-se com os servidores, pressionado pela greve que já atinge vários estados e por um ato público que reuniu, ontem, mais de 500 servidores em Brasília. O ministro recebeu os representantes do Sindjus/DF e o coordenador da Fenajufe Tarcísio Ferreira no Salão Branco, um pouco antes do início da sessão do Supremo, e começou dizendo que o custo do projeto de reposição salarial seria alto e que os servidores precisam pensar em um “plano B”.

    Os dirigentes afirmaram que não poderiam apresentar uma outra proposta que não contemple a reposição das perdas salariais. Sobre o valor do projeto, eles lembraram que o impacto é menor do que a inflação dos últimos oito anos, que gerou perdas de quase 50%. Lewandowski disse que o STF deve fazer mais cálculos e projeções sobre o assunto. Lewandowski disse, no entanto, que tem disposição de procurar o governo, e que o momento para negociar é agora.

    Tarcísio afirma que o ministro, antes de buscar um “plano B”, precisa iniciar as negociações com o governo e defender a autonomia do Judiciário. Segundo o coordenador da Fenajufe, a federação buscará uma nova reunião com o ministro e continuará cobrando que seja estabelecido um processo negocial real. “Nada está garantido, o governo não abriu nenhuma negociação”, ressaltou, como ficou evidenciado na reunião entre o Supremo e o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, quando este disse que depende de “ordens superiores”, ou seja, da presidente Dilma. Para o dirigente, a negociação depende dos presidentes do STF e dos demais tribunais superiores, “que têm de assumir pessoalmente essa responsabilidade”.

    A posição mostrada pelo ministro Lewandowski na reunião mostra que ele está à vontade para defender a pauta dos magistrados, mas, ao mesmo tempo, dizer que o plano dos servidores é caro. Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a greve é a resposta da categoria e precisa crescer ainda mais, para que o presidente do STF, em vez de fazer esse papel constrangedor de propor cortes na reposição salarial dos servidores, atravesse a Praça dos Três Poderes e exija que Dilma negocie.

    Fonte: Sintrajufe/RS

    Cadê o Vander para dizer que o "plano B" é o subsídio????




    Não, o "plano B" é a diminuição da carga horária para 6 horas com a permissão para o exercicio da advocacia privada pelo servidor

    Concordo com as 6 horas, mas...

    Resolve só o problema dos graduados em direito?


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    Mensagem por Galizezin Qui 21 Ago 2014, 11:18 pm

    me respeite escreveu:pior é o chefe do poder Judiciário ser recebido por um subordinadinho do executivo sem poder pra negocia e ainda ficar por isso mesmo.

    não se pode cobrar isonomia se o chefe do poder não cobra sequer respeito à sua condição.

    Lewandowiski faz o que o PT quer. Se ele está dando o norte que é preciso rebaixar a tabela, ou adotar outro formato remuneratório, é porque tem que...


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    Mensagem por Convidado Qui 21 Ago 2014, 11:19 pm

    Leugim escreveu:
    fabiomodel escreveu:Em reunião com Fenajufe, Lewandowski diz que reposição dos servidores tem alto custo e sugere "plano B"; hora de aumentar a greve para exigir respeito e o fim das perdas salariais



    Hoje à tarde, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, aceitou reunir-se com os servidores, pressionado pela greve que já atinge vários estados e por um ato público que reuniu, ontem, mais de 500 servidores em Brasília. O ministro recebeu os representantes do Sindjus/DF e o coordenador da Fenajufe Tarcísio Ferreira no Salão Branco, um pouco antes do início da sessão do Supremo, e começou dizendo que o custo do projeto de reposição salarial seria alto e que os servidores precisam pensar em um “plano B”.

    Os dirigentes afirmaram que não poderiam apresentar uma outra proposta que não contemple a reposição das perdas salariais. Sobre o valor do projeto, eles lembraram que o impacto é menor do que a inflação dos últimos oito anos, que gerou perdas de quase 50%. Lewandowski disse que o STF deve fazer mais cálculos e projeções sobre o assunto. Lewandowski disse, no entanto, que tem disposição de procurar o governo, e que o momento para negociar é agora.

    Tarcísio afirma que o ministro, antes de buscar um “plano B”, precisa iniciar as negociações com o governo e defender a autonomia do Judiciário. Segundo o coordenador da Fenajufe, a federação buscará uma nova reunião com o ministro e continuará cobrando que seja estabelecido um processo negocial real. “Nada está garantido, o governo não abriu nenhuma negociação”, ressaltou, como ficou evidenciado na reunião entre o Supremo e o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, quando este disse que depende de “ordens superiores”, ou seja, da presidente Dilma. Para o dirigente, a negociação depende dos presidentes do STF e dos demais tribunais superiores, “que têm de assumir pessoalmente essa responsabilidade”.

    A posição mostrada pelo ministro Lewandowski na reunião mostra que ele está à vontade para defender a pauta dos magistrados, mas, ao mesmo tempo, dizer que o plano dos servidores é caro. Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a greve é a resposta da categoria e precisa crescer ainda mais, para que o presidente do STF, em vez de fazer esse papel constrangedor de propor cortes na reposição salarial dos servidores, atravesse a Praça dos Três Poderes e exija que Dilma negocie.

    Fonte: Sintrajufe/RS

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    O louco meu! Isso é óbvio!

    Vou traduzir para os sindipelegos o que o Lewando disse:

    1. Tem que ter um plano B, o plano A PL 6613 Mamute não serve. E plano B NÃO é Plano A maqueado não! Plano B nada tem haver com plano A, é algo totalmente distinto.

    2. Plano A PL 6613 Mamute tem alto custo e isso não será aprovado nunca pelo Governo. Nem adianta insistir nesse trombolho. Esqueçam! Custo é tudo numa negociação com o Governo, e esse Mamute hediondo não tem chance alguma. Nem vou perder meu tempo procurando o Governo para falar nessa torpeza de proposta.

    3. Sugiro um Plano B, e com isso eu quero dizer que se os sindipelegos não apresentarem um plano B eu mesmo o apresentarei, e não adianta chorarem depois: posso apresentar uma bela GD, que vai fazer esse Judiciário ficar eficiente, ou posso apresentar um belo subsídio com teto de 75% dos magistrados. É melhor vocês não marcarem não; se eu tiver que apresentar, vocês podem chorar depois que não vou nem ligar!
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    Mensagem por me respeite Qui 21 Ago 2014, 11:21 pm

    Galizezin escreveu:
    me respeite escreveu:
    Leugim escreveu:
    fabiomodel escreveu:Em reunião com Fenajufe, Lewandowski diz que reposição dos servidores tem alto custo e sugere "plano B"; hora de aumentar a greve para exigir respeito e o fim das perdas salariais



    Hoje à tarde, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, aceitou reunir-se com os servidores, pressionado pela greve que já atinge vários estados e por um ato público que reuniu, ontem, mais de 500 servidores em Brasília. O ministro recebeu os representantes do Sindjus/DF e o coordenador da Fenajufe Tarcísio Ferreira no Salão Branco, um pouco antes do início da sessão do Supremo, e começou dizendo que o custo do projeto de reposição salarial seria alto e que os servidores precisam pensar em um “plano B”.

    Os dirigentes afirmaram que não poderiam apresentar uma outra proposta que não contemple a reposição das perdas salariais. Sobre o valor do projeto, eles lembraram que o impacto é menor do que a inflação dos últimos oito anos, que gerou perdas de quase 50%. Lewandowski disse que o STF deve fazer mais cálculos e projeções sobre o assunto. Lewandowski disse, no entanto, que tem disposição de procurar o governo, e que o momento para negociar é agora.

    Tarcísio afirma que o ministro, antes de buscar um “plano B”, precisa iniciar as negociações com o governo e defender a autonomia do Judiciário. Segundo o coordenador da Fenajufe, a federação buscará uma nova reunião com o ministro e continuará cobrando que seja estabelecido um processo negocial real. “Nada está garantido, o governo não abriu nenhuma negociação”, ressaltou, como ficou evidenciado na reunião entre o Supremo e o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, quando este disse que depende de “ordens superiores”, ou seja, da presidente Dilma. Para o dirigente, a negociação depende dos presidentes do STF e dos demais tribunais superiores, “que têm de assumir pessoalmente essa responsabilidade”.

    A posição mostrada pelo ministro Lewandowski na reunião mostra que ele está à vontade para defender a pauta dos magistrados, mas, ao mesmo tempo, dizer que o plano dos servidores é caro. Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a greve é a resposta da categoria e precisa crescer ainda mais, para que o presidente do STF, em vez de fazer esse papel constrangedor de propor cortes na reposição salarial dos servidores, atravesse a Praça dos Três Poderes e exija que Dilma negocie.

    Fonte: Sintrajufe/RS

    Cadê o Vander para dizer que o "plano B" é o subsídio????




    Não, o "plano B" é a diminuição da carga horária para 6 horas com a permissão para o exercicio da advocacia privada pelo servidor

    Concordo com as 6 horas, mas...

    Resolve só o problema dos graduados em direito?


    permita-se discordar colega,

    com 6 horas para todos, todos podem ter uma segunda fonte de renda.....com as 8 atuais ninguém pode. Seja porque falta tempo (para os não graduados em direito), seja porque falta tempo e permissão (para os graduados em direito)
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    Mensagem por Lord Sith Qui 21 Ago 2014, 11:25 pm

    Ainda bem que os sindicanalhas da FENAJUFE registraram as palavras "Plano B". No SINDJUS-DF nunca iriam escrever isso. Se presidente do STF sugere um plano B a poucos dias do envio da PLOA é porque o negócio tá tenso e chance de sair com zero é maior que 200%. O Plano do B do SINDJUS é forçar a greve até 31/08, registrado o O no orçamento já atenderam o ordenada pela Dilma. Triste, não adianta falar de subsídio, GD, nem nada! Os anencefálos do Sindicato não tem condições de pensar nesses modelos.Os magistrados estão reavaliando sua estratégia, e os cabeças de vento vão com a mesma: PL 6613 em sua forma original......
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    Mensagem por Galizezin Qui 21 Ago 2014, 11:30 pm

    me respeite escreveu:
    Galizezin escreveu:
    me respeite escreveu:
    Leugim escreveu:

    Cadê o Vander para dizer que o "plano B" é o subsídio????




    Não, o "plano B" é a diminuição da carga horária para 6 horas com a permissão para o exercicio da advocacia privada pelo servidor

    Concordo com as 6 horas, mas...

    Resolve só o problema dos graduados em direito?


    permita-se discordar colega,

    com 6 horas para todos, todos podem ter uma segunda fonte de renda.....com as 8 atuais ninguém pode. Seja porque falta tempo (para os não graduados em direito), seja porque falta tempo e permissão (para os graduados em direito)

    O que eu quis dizer foi:

    você apoia um plano B que só contempla a redução da jornada aliada à possibilidade de bons ganhos financeiros com a advocacia?

    não! precisamos de reposição, ainda que em percentual menor. redução da jornada, para 6 horas, conjugada com a aprovação do PL em sua forma original. Descontar-se-ia os 15,8% e restaria uma ninharia para o executa pagar.


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    Mensagem por Mestre dos Magos! Qui 21 Ago 2014, 11:31 pm

    Plano B.

    (anotaê) - É na GAJ.

    Segue o cortejo, pois!
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    Mensagem por Galizezin Qui 21 Ago 2014, 11:32 pm

    Lord Sith escreveu:Ainda bem que os sindicanalhas da FENAJUFE registraram as palavras "Plano B". No SINDJUS-DF nunca iriam escrever isso. Se presidente do STF sugere um plano B a poucos dias do envio da PLOA é porque o negócio tá tenso e chance de sair com zero é maior que 200%.  O Plano do B do SINDJUS é forçar a greve até 31/08, registrado o O no orçamento já atenderam o ordenada pela Dilma. Triste, não adianta falar de subsídio, GD, nem nada! Os anencefálos do Sindicato não tem condições de pensar nesses modelos.Os magistrados estão reavaliando sua estratégia, e os cabeças de vento vão com a mesma: PL 6613 em sua forma original......

    Só avisa o Lewando que, se depender dos servidores, ano que vem ele vai trabalhar para a Marina Silva...


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    Mensagem por Galizezin Qui 21 Ago 2014, 11:32 pm

    ZE COMEIA escreveu:Plano B.

    (anotaê) - É na GAJ.

    Segue o cortejo, pois!

    ou seja: 5% em janeiro de 2015... pig 


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    Mensagem por Convidado Qui 21 Ago 2014, 11:45 pm

    Análise

    Ao ouvir sindicalistas (foto), parece dizer secretamente: 'ouço tudo, mas não faço nada o que dizes'.

    É interessante a passagem: Lewando parece que procurou ver o consenso dos colegas juízes.
    Tópico Geral - Página 2 5985


    Última edição por VANDER DE PAULA em Sex 22 Ago 2014, 1:36 am, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Convidado Qui 21 Ago 2014, 11:54 pm

    ZE COMEIA escreveu:Plano B.

    (anotaê) - É na GAJ.

    Segue o cortejo, pois!



    Não creio. É muito medíocre essa ideia, para a solução que o Lewando parece querer dar.
    A impressão que dá é que o Lewando está a par  do assunto e não gosta de meia-solução.
    Pode ser só uma impressão minha, mas acho que mediocridade não terá vez. Dia 31 está aí, não
    vai demorar para tirarmos essa dúvida.
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    Mensagem por The Punisher Sex 22 Ago 2014, 1:10 am

    VANDER DE PAULA escreveu:
    ZE COMEIA escreveu:Plano B.

    (anotaê) - É na GAJ.

    Segue o cortejo, pois!



    Não creio. É muito medíocre essa ideia, para a solução que o Lewando parece querer dar.
    A impressão que dá é que o Lewando está a par  do assunto e não gosta de meia-solução.
    Pode ser só uma impressão minha, mas acho que mediocridade não terá vez. Dia 31 está aí, não
    vai demorar para tirarmos essa dúvida.

    Você falou a mesma coisa do Joaquim Barbosa, do Ayres Britto, do Peluzo... Suas análises são TODAS carregadas de wishfull thinking! Saia do país das maravilhas, Alice!
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    Mensagem por Convidado Sex 22 Ago 2014, 1:20 am

    O PLANO B DO LEWANDOWSKI É A SOLUÇÃO
    (SE FOR PLANO B DE VERDADE, TOTALMENTE DISTINTO DO PLANO A: PL 6613 MAMUTE)


    1." Começou dizendo que o custo do projeto de reposição salarial seria alto e que os servidores precisam pensar em um 'plano B'".

    2. "Lewandowski disse, no entanto, que tem disposição de procurar o governo, e que o momento para negociar é agora."

    Fonte:
    http://site39603.hospedagemdesites.ws/site/noticias.php?id=10584


    Vou interpretar o que Ministro disse:

    => Tem que ter um plano B, o plano A PL 6613 Mamute não serve. E plano B NÃO é Plano A maquiado não!
    Plano B nada tem haver com plano A, é algo totalmente diferente.

    =>> Plano A PL 6613 Mamute tem alto custo e por isso não será aprovado nunca pelo Governo.
    Nem adianta insistir nesse trombolho. Esqueçam! Custo é tudo numa negociação com o Governo, e esse PL Mamute hediondo não tem chance alguma.
    O Lewandowsju não vai perder tempo procurando o Governo para falar dessa torpeza de proposta.

    =>>> Sugere o Presidente do STF um Plano B, e com isso eu quer dizer que se os sindipelegos não apresentarem um plano distinto do que está aí (PL 6613), o STF pode apresenta-lo, e não adianta chorarem depois: poderá ser uma bela GD, que vai fazer esse Judiciário ficar rápido e eficiente, ou pode ser um belo subsídio moralizador. É melhor os sindipelegos não bobearem não!

    Resumindo: o Mamute vai pro espaço em poucos dias! Dia 31/08/2014.
    (É bom ser otimista!)

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    Mensagem por Convidado Sex 22 Ago 2014, 1:25 am

    Qual a sua interpretação?

    Estava falando pelo face agora com o Jailtão.
    Com visão distinta da fala do Ministro, que parece também wish,
    ainda ele a expõe. Tem gente que nem isso!


    Última edição por VANDER DE PAULA em Sex 22 Ago 2014, 1:50 am, editado 1 vez(es)

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