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    Tópico Geral

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    Mensagem por 16Toneladas Ter 30 Set - 8:28

    Enquanto governo do PT, congresso do PT, sindicatos do PT, STF do PT...
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    Mensagem por Khal Drogo Ter 30 Set - 8:42

    Cheguei para trabalhar hoje e vi uma faixa na entrada do prédio: "Estamos em greve".

    Não deu nem para começar a ficar animado.
    São os funcionários do BB começando o movimento deles.

    #inveja
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    Mensagem por Convidado Ter 30 Set - 9:37

    facao escreveu:Pessoal, no facebook estão fazendo um bolão pra saber qual ministro pedirá vista do processo da reposição inflacionária na quarta feira. Apostas???

    a data-base deveria está ligada diretamente a algum indicador de crescimento/desenvolvimento do estado...

    Ainda que não seja economicamente justo.... falar ao servidor que ele vai receber a reposição da inflação mesmo se melhorar em nada seu serviço , irá acomodar mais ainda....

    Se o governo ligar a data-base ao aumento do PIB ( parte fórmula de reposição do Salário mínimo), ou o aumento do IDH... seria um bom empurrão a muitos servidores...
    (No caso dos municípios ligar ao PIB municipal, por exemplo)

    Afinal o salário dele vai ser reposto a medida que a PIB subir,...



    Pois o que se vê hoje são muitos servidores descompromissados com a sociedade, que só vivem para criar obstáculos e regras... ou em muitos casos, sem trabalhar mesmo, e chefes lenientes com toda a situação...no fim impedindo a vida de quem não tem estabilidade ou salário garantido, ...



    Devemos aprender a pensar fora do nosso mundo, e apresentar soluções para o país como um todo...
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    Mensagem por Policarpo (fora) já! Ter 30 Set - 10:08

    Acompanho o fórum desde 2010. Melhor, acompanhei o fórum até 2010... depois disso, passo eventualmente, pois não tenho muito tempo - ainda estou compensando as horas da greve de junho deste ano. Vou reprisar aqui algumas mensagens que postei durante esse período e, ao depois, tecer alguns comentários sobre elas e as informações que recebi:

    "Discussões sobre o PCS do MPU e Judiciário - Ter 12 Out 2010 - 11:17
    Há dois meses atrás, aproximadamente, postei aqui o resultado de uma conversa que tive com o Arno Augustin, Secretário do Tesouro Nacional. Tudo o que foi dito naquele momento confirmou-se, pelo menos até o presente momento.
    Hoje pela manhã conversei com um assessor do Secretário, o mesmo que, naqueles dias, conseguiu agendar o contato pessoal. Havia solicitado, há alguns dias, que, quando da vinda do Secretário ao RS, fosse-nos oportunizado um novo contato. Isso não foi possível, mas, da conversa que o assessor teve com o pessoal do Planejamento, foi-me passado o seguinte:
    1) o governo, como já havia sido referido na primeira conversa (2 meses atrás) não cogita a aprovação do PL em sua forma original; isso está descartado, mesmo que em suaves prestações.
    2) o governo não insiste mais na proposta de subsídio, em razão das, segundo ele, 'insuperáveis' resistências dentro do Judiciário; referiu, inclusive, que os magistrados são contra tal modelo de remuneração para os servidores, ao que, credita, apenas ser uma 'briga de beleza', tipo assim: se os membros recebem por subsídio, os servidores não podem receber (foi o que ele disse).
    De qualquer forma, a emenda que tramita na Câmara não tem o aval do governo; esse chegaria, no máximo, aos valores da tabela do ciclo de gestão, devendo rediscutirem-se as atribuições dos técnicos (nível médio). Ele quis dizer que, nos valores da tabela do ciclo de gestão, não estariam incluídos os técnicos que, no entender do governo, já são muito bem remunerados para o nível de escolaridade.
    3) o governo trabalha com um impacto orçamentário máximo de 2 bilhões, e irá sugerir ao STF um aumento na GAJ para 100%, que, segundo o governo, é o que melhor atende ao objeto da proposta encaminhada pelo Supremo; pelo que entendi, eles não trabalham com o aumento no VB para não aumentar ainda mais os vencimentos de quem possui parcelas acessórias (anuênios, gratificações de pós-graduação, etc).

    Bom, em resumo, foi isso. Ele afirmou que essa proposta será apresentada após as eleições, independentemente de quem seja eleito, cumprindo um compromisso assumido pelo Lula com o Peluso. Ela será parcelada nos moldes propostos pelo STF (4 parcelas semestrais).

    Um abraço."


    E....

    "Discussões sobre o PCS - Qui 12 Maio 2011 - 10:21
    Pessoal, na noite passada conversei com o Sr. Emerson Costa; ele é assessor (CC) do Secretário do Tesouro Nacional Arno Augustin. O Sr. Emerson é natural da cidade onde trabalho, e 'conseguiu' o referido cargo por ter participado da campanha do Deputado Federal Paulo Pimenta (PT-RS). As informações oficiais são as seguintes:

    1) O Poder Executivo ponderou e o Ministro Peluso concordou com a suspensão das negociações até a melhora na situação econômica/inflacionária do país. Essa suspensão deu-se no início do ano, logo após a definição acerca dos cortes/contingenciamento orçamentário. Chegou-se à conclusão de que o momento não seria oportuno para tratar-se do tema. Inclusive, o próprio aumento dos ministros do STF somente será votado no segundo semestre, e somente no índice fixado na previsão orçamentária - em torno de 5%;

    2) É consenso (segundo ele), tanto no Governo quanto no STF, que os valores recebidos pelos servidores do PJ não estão tão defasados, sendo que a média salarial é superior a dez mil reais, situação essa que possibilita o retardamento na discussão;

    3) É consenso, igualmente, que os servidores em início de carreira devem ser privilegiados e a única fórmula para que isso aconteça é a concessão de reajuste na Gratificação, com base no último padrão de cada cargo.

    4) Que o governo já não é mais tão favorável ao subsídio como quando do início das negociações, tendo em vista que a tendência no STF é 'flexibilizar' a rigidez da referida forma de remuneração, o que levaria o subsídio a tornar-se um 'salário-base' novamente;

    5) Ainda, que após a conclusão dessa negociação, denominada por ele próprio como paliativa, será formada uma comissão para tratar da carreira judiciária, incluindo a previsão de que todos os servidores do PJ (Estados e União), devam receber o mesmo valor de acordo com as correspondentes atribuições. Ele ainda referiu que todas essas questões foram formadas em consenso com os representantes do STF.

    6) Por fim, referiu que, no melhor dos cenários (redução da pressão inflacionária), a concessão do reajuste poderia ser efetivada, de forma escalonada, a patir de julho de 2012.

    Acho que alguns integrantes deste fórum já devem saber disso. O pessoal da CPS, também. A situação também pode mudar, como já se alterou, inclusive.

    Com base nisso, acho que temos BASTANTE tempo para continuar discutindo... pois, creio, é só disso que viveremos."


    Bueno, essas são informações de 2010 e 2011... a mim, parece aquele programa da Globo 'vale a pena ver de novo'. No mais, a informação atual do Sr. Emerson, que está em plena campanha para re-re-re-renovar a vaga de seu candidato, é a seguinte:
    1. Não há a mínima possibilidade de discussão acerca de reposição salarial para este ano;
    2. No segundo semestre de 2015 o Governo iniciará a discussão, com os sindicatos do Executivo, para um eventual reajuste, nos moldes do anterior (parcelado e segundo a inflação projetada);
    3. Não há viabilidade, mesmo para os próximos anos, de reposição diferenciada para o Judiciário (se quiser, terá que seguir a linha adotada para o Executivo);
    4. Algumas categorias do Executivo podem ter tratamento diferenciado (como foi em 2012), segundo critérios a serem analisados;
    5. A concessão do auxílio moradia para os magistrados será questionada no STF - não agora, pois a ordem é concentrar esforços na eleição em primeiro turno da 'chefa';

    Isso, sei, já é do conhecimento de todos. Apenas referi, pois a fonte sempre foi confiável (ele é primo da minha esposa). Enfim, se antes podíamos conseguir algo com greve (o que nunca se efetivou, refira-se), agora nem mais com ela. No entanto, penso que o Poder Judiciário, com a decisão do domingo sobre a greve em SP, prestou-nos um favor, evitando que a greve fracassasse novamente. Já referi isso em 2010, o ÚNICO medo do governo, dito pelo próprio Arno Augustin, era uma greve na Justiça Eleitoral nas vésperas da eleição... Infelizmente, nossa única carta já não está mais na manga.

    Como sempre disse o colega Zé, sigamos, pois (enquanto for possível)!

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    Mensagem por peixepf Ter 30 Set - 10:51

    Policarpo (fora) já! escreveu:
    Acompanho o fórum desde 2010. Melhor, acompanhei o fórum até 2010... depois disso, passo eventualmente, pois não tenho muito tempo - ainda estou compensando as horas da greve de junho deste ano. Vou reprisar aqui algumas mensagens que postei durante esse período e, ao depois, tecer alguns comentários sobre elas e as informações que recebi:
    "Discussões sobre o PCS do MPU e Judiciário - Ter 12 Out 2010 - 11:17
    Há dois meses atrás, aproximadamente, postei aqui o resultado de uma conversa que tive com o Arno Augustin, Secretário do Tesouro Nacional. Tudo o que foi dito naquele momento confirmou-se, pelo menos até o presente momento.
    Hoje pela manhã conversei com um assessor do Secretário, o mesmo que, naqueles dias, conseguiu agendar o contato pessoal. Havia solicitado, há alguns dias, que, quando da vinda do Secretário ao RS, fosse-nos oportunizado um novo contato. Isso não foi possível, mas, da conversa que o assessor teve com o pessoal do Planejamento, foi-me passado o seguinte:
    1) o governo, como já havia sido referido na primeira conversa (2 meses atrás) não cogita a aprovação do PL em sua forma original; isso está descartado, mesmo que em suaves prestações.
    2) o governo não insiste mais na proposta de subsídio, em razão das, segundo ele, 'insuperáveis' resistências dentro do Judiciário; referiu, inclusive, que os magistrados são contra tal modelo de remuneração para os servidores, ao que, credita, apenas ser uma 'briga de beleza', tipo assim: se os membros recebem por subsídio, os servidores não podem receber (foi o que ele disse).
    De qualquer forma, a emenda que tramita na Câmara não tem o aval do governo; esse chegaria, no máximo, aos valores da tabela do ciclo de gestão, devendo rediscutirem-se as atribuições dos técnicos (nível médio). Ele quis dizer que, nos valores da tabela do ciclo de gestão, não estariam incluídos os técnicos que, no entender do governo, já são muito bem remunerados para o nível de escolaridade.
    3) o governo trabalha com um impacto orçamentário máximo de 2 bilhões, e irá sugerir ao STF um aumento na GAJ para 100%, que, segundo o governo, é o que melhor atende ao objeto da proposta encaminhada pelo Supremo; pelo que entendi, eles não trabalham com o aumento no VB para não aumentar ainda mais os vencimentos de quem possui parcelas acessórias (anuênios, gratificações de pós-graduação, etc).

    Bom, em resumo, foi isso. Ele afirmou que essa proposta será apresentada após as eleições, independentemente de quem seja eleito, cumprindo um compromisso assumido pelo Lula com o Peluso. Ela será parcelada nos moldes propostos pelo STF (4 parcelas semestrais).

    Um abraço."


    E....

    "Discussões sobre o PCS - Qui 12 Maio 2011 - 10:21
    Pessoal, na noite passada conversei com o Sr. Emerson Costa; ele é assessor (CC) do Secretário do Tesouro Nacional Arno Augustin. O Sr. Emerson é natural da cidade onde trabalho, e 'conseguiu' o referido cargo por ter participado da campanha do Deputado Federal Paulo Pimenta (PT-RS). As informações oficiais são as seguintes:

    1) O Poder Executivo ponderou e o Ministro Peluso concordou com a suspensão das negociações até a melhora na situação econômica/inflacionária do país. Essa suspensão deu-se no início do ano, logo após a definição acerca dos cortes/contingenciamento orçamentário. Chegou-se à conclusão de que o momento não seria oportuno para tratar-se do tema. Inclusive, o próprio aumento dos ministros do STF somente será votado no segundo semestre, e somente no índice fixado na previsão orçamentária - em torno de 5%;

    2) É consenso (segundo ele), tanto no Governo quanto no STF, que os valores recebidos pelos servidores do PJ não estão tão defasados, sendo que a média salarial é superior a dez mil reais, situação essa que possibilita o retardamento na discussão;

    3) É consenso, igualmente, que os servidores em início de carreira devem ser privilegiados e a única fórmula para que isso aconteça é a concessão de reajuste na Gratificação, com base no último padrão de cada cargo.

    4) Que o governo já não é mais tão favorável ao subsídio como quando do início das negociações, tendo em vista que a tendência no STF é 'flexibilizar' a rigidez da referida forma de remuneração, o que levaria o subsídio a tornar-se um 'salário-base' novamente;

    5) Ainda, que após a conclusão dessa negociação, denominada por ele próprio como paliativa, será formada uma comissão para tratar da carreira judiciária, incluindo a previsão de que todos os servidores do PJ (Estados e União), devam receber o mesmo valor de acordo com as correspondentes atribuições. Ele ainda referiu que todas essas questões foram formadas em consenso com os representantes do STF.

    6) Por fim, referiu que, no melhor dos cenários (redução da pressão inflacionária), a concessão do reajuste poderia ser efetivada, de forma escalonada, a patir de julho de 2012.

    Acho que alguns integrantes deste fórum já devem saber disso. O pessoal da CPS, também. A situação também pode mudar, como já se alterou, inclusive.

    Com base nisso, acho que temos BASTANTE tempo para continuar discutindo... pois, creio, é só disso que viveremos."


    Bueno, essas são informações de 2010 e 2011... a mim, parece aquele programa da Globo 'vale a pena ver de novo'. No mais, a informação atual do Sr. Emerson, que está em plena campanha para re-re-re-renovar a vaga de seu candidato, é a seguinte:
    1. Não há a mínima possibilidade de discussão acerca de reposição salarial para este ano;
    2. No segundo semestre de 2015 o Governo iniciará a discussão, com os sindicatos do Executivo, para um eventual reajuste, nos moldes do anterior (parcelado e segundo a inflação projetada);
    3. Não há viabilidade, mesmo para os próximos anos, de reposição diferenciada para o Judiciário (se quiser, terá que seguir a linha adotada para o Executivo);
    4. Algumas categorias do Executivo podem ter tratamento diferenciado (como foi em 2012), segundo critérios a serem analisados; (PODE SER A GENTE, JÁ QUE HOJE SOMOS UM ANEXO DO EXECUTIVO... AINDA HÁ ESPERANÇA)
    5. A concessão do auxílio moradia para os magistrados será questionada no STF - não agora, pois a ordem é concentrar esforços na eleição em primeiro turno da 'chefa';

    Isso, sei, já é do conhecimento de todos. Apenas referi, pois a fonte sempre foi confiável (ele é primo da minha esposa). Enfim, se antes podíamos conseguir algo com greve (o que nunca se efetivou, refira-se), agora nem mais com ela. No entanto, penso que o Poder Judiciário, com a decisão do domingo sobre a greve em SP, prestou-nos um favor, evitando que a greve fracassasse novamente. Já referi isso em 2010, o ÚNICO medo do governo, dito pelo próprio Arno Augustin, era uma greve na Justiça Eleitoral nas vésperas da eleição... Infelizmente, nossa única carta já não está mais na manga.

    Como sempre disse o colega Zé, sigamos, pois (enquanto for possível)!

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    Muito esclarecedor seu post.
    Um banho de realidade.
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    Aguardemos os próximos 15,8% em 2016 a 2018 e quem sabe cheguemos a GAJ/GAMPU 130.
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    Mensagem por Suricate Ter 30 Set - 10:54

    Fvdeu neh!
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    Mensagem por peixepf Ter 30 Set - 11:15

    Curioso é que é tudo um grande teatro, pois se o colega ai com um conhecido conseguiu essas informações, os figurões do STF e MPU já sabem disso também, mas mandam PLs vultosos.
    Maravilha.
    Ah e tem bastante gente entre nós que acha que já ganhamos muito bem mesmo.
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    Mensagem por PJHUUUUuuuuu Ter 30 Set - 11:28

    Policarpo (fora) já! escreveu:
    Acompanho o fórum desde 2010. Melhor, acompanhei o fórum até 2010... depois disso, passo eventualmente, pois não tenho muito tempo - ainda estou compensando as horas da greve de junho deste ano. Vou reprisar aqui algumas mensagens que postei durante esse período e, ao depois, tecer alguns comentários sobre elas e as informações que recebi:
    "Discussões sobre o PCS do MPU e Judiciário - Ter 12 Out 2010 - 11:17
    Há dois meses atrás, aproximadamente, postei aqui o resultado de uma conversa que tive com o Arno Augustin, Secretário do Tesouro Nacional. Tudo o que foi dito naquele momento confirmou-se, pelo menos até o presente momento.
    Hoje pela manhã conversei com um assessor do Secretário, o mesmo que, naqueles dias, conseguiu agendar o contato pessoal. Havia solicitado, há alguns dias, que, quando da vinda do Secretário ao RS, fosse-nos oportunizado um novo contato. Isso não foi possível, mas, da conversa que o assessor teve com o pessoal do Planejamento, foi-me passado o seguinte:
    1) o governo, como já havia sido referido na primeira conversa (2 meses atrás) não cogita a aprovação do PL em sua forma original; isso está descartado, mesmo que em suaves prestações.
    2) o governo não insiste mais na proposta de subsídio, em razão das, segundo ele, 'insuperáveis' resistências dentro do Judiciário; referiu, inclusive, que os magistrados são contra tal modelo de remuneração para os servidores, ao que, credita, apenas ser uma 'briga de beleza', tipo assim: se os membros recebem por subsídio, os servidores não podem receber (foi o que ele disse).
    De qualquer forma, a emenda que tramita na Câmara não tem o aval do governo; esse chegaria, no máximo, aos valores da tabela do ciclo de gestão, devendo rediscutirem-se as atribuições dos técnicos (nível médio). Ele quis dizer que, nos valores da tabela do ciclo de gestão, não estariam incluídos os técnicos que, no entender do governo, já são muito bem remunerados para o nível de escolaridade.
    3) o governo trabalha com um impacto orçamentário máximo de 2 bilhões, e irá sugerir ao STF um aumento na GAJ para 100%, que, segundo o governo, é o que melhor atende ao objeto da proposta encaminhada pelo Supremo; pelo que entendi, eles não trabalham com o aumento no VB para não aumentar ainda mais os vencimentos de quem possui parcelas acessórias (anuênios, gratificações de pós-graduação, etc).

    Bom, em resumo, foi isso. Ele afirmou que essa proposta será apresentada após as eleições, independentemente de quem seja eleito, cumprindo um compromisso assumido pelo Lula com o Peluso. Ela será parcelada nos moldes propostos pelo STF (4 parcelas semestrais).

    Um abraço."


    E....

    "Discussões sobre o PCS - Qui 12 Maio 2011 - 10:21
    Pessoal, na noite passada conversei com o Sr. Emerson Costa; ele é assessor (CC) do Secretário do Tesouro Nacional Arno Augustin. O Sr. Emerson é natural da cidade onde trabalho, e 'conseguiu' o referido cargo por ter participado da campanha do Deputado Federal Paulo Pimenta (PT-RS). As informações oficiais são as seguintes:

    1) O Poder Executivo ponderou e o Ministro Peluso concordou com a suspensão das negociações até a melhora na situação econômica/inflacionária do país. Essa suspensão deu-se no início do ano, logo após a definição acerca dos cortes/contingenciamento orçamentário. Chegou-se à conclusão de que o momento não seria oportuno para tratar-se do tema. Inclusive, o próprio aumento dos ministros do STF somente será votado no segundo semestre, e somente no índice fixado na previsão orçamentária - em torno de 5%;

    2) É consenso (segundo ele), tanto no Governo quanto no STF, que os valores recebidos pelos servidores do PJ não estão tão defasados, sendo que a média salarial é superior a dez mil reais, situação essa que possibilita o retardamento na discussão;

    3) É consenso, igualmente, que os servidores em início de carreira devem ser privilegiados e a única fórmula para que isso aconteça é a concessão de reajuste na Gratificação, com base no último padrão de cada cargo.

    4) Que o governo já não é mais tão favorável ao subsídio como quando do início das negociações, tendo em vista que a tendência no STF é 'flexibilizar' a rigidez da referida forma de remuneração, o que levaria o subsídio a tornar-se um 'salário-base' novamente;

    5) Ainda, que após a conclusão dessa negociação, denominada por ele próprio como paliativa, será formada uma comissão para tratar da carreira judiciária, incluindo a previsão de que todos os servidores do PJ (Estados e União), devam receber o mesmo valor de acordo com as correspondentes atribuições. Ele ainda referiu que todas essas questões foram formadas em consenso com os representantes do STF.

    6) Por fim, referiu que, no melhor dos cenários (redução da pressão inflacionária), a concessão do reajuste poderia ser efetivada, de forma escalonada, a patir de julho de 2012.

    Acho que alguns integrantes deste fórum já devem saber disso. O pessoal da CPS, também. A situação também pode mudar, como já se alterou, inclusive.

    Com base nisso, acho que temos BASTANTE tempo para continuar discutindo... pois, creio, é só disso que viveremos."


    Bueno, essas são informações de 2010 e 2011... a mim, parece aquele programa da Globo 'vale a pena ver de novo'. No mais, a informação atual do Sr. Emerson, que está em plena campanha para re-re-re-renovar a vaga de seu candidato, é a seguinte:
    1. Não há a mínima possibilidade de discussão acerca de reposição salarial para este ano;
    2. No segundo semestre de 2015 o Governo iniciará a discussão, com os sindicatos do Executivo, para um eventual reajuste, nos moldes do anterior (parcelado e segundo a inflação projetada);
    3. Não há viabilidade, mesmo para os próximos anos, de reposição diferenciada para o Judiciário (se quiser, terá que seguir a linha adotada para o Executivo);
    4. Algumas categorias do Executivo podem ter tratamento diferenciado (como foi em 2012), segundo critérios a serem analisados;
    5. A concessão do auxílio moradia para os magistrados será questionada no STF - não agora, pois a ordem é concentrar esforços na eleição em primeiro turno da 'chefa';

    Isso, sei, já é do conhecimento de todos. Apenas referi, pois a fonte sempre foi confiável (ele é primo da minha esposa). Enfim, se antes podíamos conseguir algo com greve (o que nunca se efetivou, refira-se), agora nem mais com ela. No entanto, penso que o Poder Judiciário, com a decisão do domingo sobre a greve em SP, prestou-nos um favor, evitando que a greve fracassasse novamente. Já referi isso em 2010, o ÚNICO medo do governo, dito pelo próprio Arno Augustin, era uma greve na Justiça Eleitoral nas vésperas da eleição... Infelizmente, nossa única carta já não está mais na manga.

    Como sempre disse o colega Zé, sigamos, pois (enquanto for possível)!

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    Mensagem por RVMS Ter 30 Set - 12:28

    Os relatos do colega são mais alguns dos fortes motivos que temos para expurgar a Dilma da presidência. Servidor público federal que vota em Dilma Roussef ou é masoquista, ou é louco (existe ainda uma terceira opção contrária à probidade).
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    Mensagem por derci Ter 30 Set - 12:59

    no mpu os dias de hoje e amanhã são mortos para qualquer tipo de manifestação. é quando acontece a inscrição/resultado do concurso de remoção. muitos colegas fugindo para lugares mais afastados dos grandes centros para ter um custo de vida menor. aí conseguem morar num lugar bom e barato e começam a passar pelo famoso assédio moral nas unidades do interior do mpu Smile

    o josébarbosa que o diga, né josé?


    Última edição por derci em Ter 30 Set - 13:00, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Jaspion Ter 30 Set - 13:00

    RVMS escreveu:Os relatos do colega são mais alguns dos fortes motivos que temos para expurgar a Dilma da presidência. Servidor público federal que vota em Dilma Roussef ou é masoquista, ou é louco (existe ainda uma terceira opção contrária à probidade).

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    Mensagem por MarcelinoTRE Ter 30 Set - 13:35

    Policarpo (fora) já! escreveu:
    Acompanho o fórum desde 2010. Melhor, acompanhei o fórum até 2010... depois disso, passo eventualmente, pois não tenho muito tempo - ainda estou compensando as horas da greve de junho deste ano. Vou reprisar aqui algumas mensagens que postei durante esse período e, ao depois, tecer alguns comentários sobre elas e as informações que recebi:
    "Discussões sobre o PCS do MPU e Judiciário - Ter 12 Out 2010 - 11:17
    Há dois meses atrás, aproximadamente, postei aqui o resultado de uma conversa que tive com o Arno Augustin, Secretário do Tesouro Nacional. Tudo o que foi dito naquele momento confirmou-se, pelo menos até o presente momento.
    Hoje pela manhã conversei com um assessor do Secretário, o mesmo que, naqueles dias, conseguiu agendar o contato pessoal. Havia solicitado, há alguns dias, que, quando da vinda do Secretário ao RS, fosse-nos oportunizado um novo contato. Isso não foi possível, mas, da conversa que o assessor teve com o pessoal do Planejamento, foi-me passado o seguinte:
    1) o governo, como já havia sido referido na primeira conversa (2 meses atrás) não cogita a aprovação do PL em sua forma original; isso está descartado, mesmo que em suaves prestações.
    2) o governo não insiste mais na proposta de subsídio, em razão das, segundo ele, 'insuperáveis' resistências dentro do Judiciário; referiu, inclusive, que os magistrados são contra tal modelo de remuneração para os servidores, ao que, credita, apenas ser uma 'briga de beleza', tipo assim: se os membros recebem por subsídio, os servidores não podem receber (foi o que ele disse).
    De qualquer forma, a emenda que tramita na Câmara não tem o aval do governo; esse chegaria, no máximo, aos valores da tabela do ciclo de gestão, devendo rediscutirem-se as atribuições dos técnicos (nível médio). Ele quis dizer que, nos valores da tabela do ciclo de gestão, não estariam incluídos os técnicos que, no entender do governo, já são muito bem remunerados para o nível de escolaridade.
    3) o governo trabalha com um impacto orçamentário máximo de 2 bilhões, e irá sugerir ao STF um aumento na GAJ para 100%, que, segundo o governo, é o que melhor atende ao objeto da proposta encaminhada pelo Supremo; pelo que entendi, eles não trabalham com o aumento no VB para não aumentar ainda mais os vencimentos de quem possui parcelas acessórias (anuênios, gratificações de pós-graduação, etc).

    Bom, em resumo, foi isso. Ele afirmou que essa proposta será apresentada após as eleições, independentemente de quem seja eleito, cumprindo um compromisso assumido pelo Lula com o Peluso. Ela será parcelada nos moldes propostos pelo STF (4 parcelas semestrais).

    Um abraço."


    E....

    "Discussões sobre o PCS - Qui 12 Maio 2011 - 10:21
    Pessoal, na noite passada conversei com o Sr. Emerson Costa; ele é assessor (CC) do Secretário do Tesouro Nacional Arno Augustin. O Sr. Emerson é natural da cidade onde trabalho, e 'conseguiu' o referido cargo por ter participado da campanha do Deputado Federal Paulo Pimenta (PT-RS). As informações oficiais são as seguintes:

    1) O Poder Executivo ponderou e o Ministro Peluso concordou com a suspensão das negociações até a melhora na situação econômica/inflacionária do país. Essa suspensão deu-se no início do ano, logo após a definição acerca dos cortes/contingenciamento orçamentário. Chegou-se à conclusão de que o momento não seria oportuno para tratar-se do tema. Inclusive, o próprio aumento dos ministros do STF somente será votado no segundo semestre, e somente no índice fixado na previsão orçamentária - em torno de 5%;

    2) É consenso (segundo ele), tanto no Governo quanto no STF, que os valores recebidos pelos servidores do PJ não estão tão defasados, sendo que a média salarial é superior a dez mil reais, situação essa que possibilita o retardamento na discussão;

    3) É consenso, igualmente, que os servidores em início de carreira devem ser privilegiados e a única fórmula para que isso aconteça é a concessão de reajuste na Gratificação, com base no último padrão de cada cargo.

    4) Que o governo já não é mais tão favorável ao subsídio como quando do início das negociações, tendo em vista que a tendência no STF é 'flexibilizar' a rigidez da referida forma de remuneração, o que levaria o subsídio a tornar-se um 'salário-base' novamente;

    5) Ainda, que após a conclusão dessa negociação, denominada por ele próprio como paliativa, será formada uma comissão para tratar da carreira judiciária, incluindo a previsão de que todos os servidores do PJ (Estados e União), devam receber o mesmo valor de acordo com as correspondentes atribuições. Ele ainda referiu que todas essas questões foram formadas em consenso com os representantes do STF.

    6) Por fim, referiu que, no melhor dos cenários (redução da pressão inflacionária), a concessão do reajuste poderia ser efetivada, de forma escalonada, a patir de julho de 2012.

    Acho que alguns integrantes deste fórum já devem saber disso. O pessoal da CPS, também. A situação também pode mudar, como já se alterou, inclusive.

    Com base nisso, acho que temos BASTANTE tempo para continuar discutindo... pois, creio, é só disso que viveremos."


    Bueno, essas são informações de 2010 e 2011... a mim, parece aquele programa da Globo 'vale a pena ver de novo'. No mais, a informação atual do Sr. Emerson, que está em plena campanha para re-re-re-renovar a vaga de seu candidato, é a seguinte:
    1. Não há a mínima possibilidade de discussão acerca de reposição salarial para este ano;
    2. No segundo semestre de 2015 o Governo iniciará a discussão, com os sindicatos do Executivo, para um eventual reajuste, nos moldes do anterior (parcelado e segundo a inflação projetada);
    3. Não há viabilidade, mesmo para os próximos anos, de reposição diferenciada para o Judiciário (se quiser, terá que seguir a linha adotada para o Executivo);
    4. Algumas categorias do Executivo podem ter tratamento diferenciado (como foi em 2012), segundo critérios a serem analisados;
    5. A concessão do auxílio moradia para os magistrados será questionada no STF - não agora, pois a ordem é concentrar esforços na eleição em primeiro turno da 'chefa';

    Isso, sei, já é do conhecimento de todos. Apenas referi, pois a fonte sempre foi confiável (ele é primo da minha esposa). Enfim, se antes podíamos conseguir algo com greve (o que nunca se efetivou, refira-se), agora nem mais com ela. No entanto, penso que o Poder Judiciário, com a decisão do domingo sobre a greve em SP, prestou-nos um favor, evitando que a greve fracassasse novamente. Já referi isso em 2010, o ÚNICO medo do governo, dito pelo próprio Arno Augustin, era uma greve na Justiça Eleitoral nas vésperas da eleição... Infelizmente, nossa única carta já não está mais na manga.

    Como sempre disse o colega Zé, sigamos, pois (enquanto for possível)!

    Ab.

    Que motivação a mais para os estudos!
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    Mensagem por camirecas Ter 30 Set - 13:51

    Crise de autonomia no Poder Judiciário
    terça-feira, 30 de setembro de 2014

    Judiciário se curva à Advocacia-Geral da União, Órgão do Poder Executivo Federal, e determina controle nominal de servidores do TRE-SP que "não se fizerem presentes a partir de 30/09/2014" ao expediente de trabalho.

    Comunicado da Presidência do TRE-SP, emitido em 29/09/2014, foi encaminhado a todos os chefes de setores da Secretaria do Tribunal, incluindo as Zonas Eleitorais em todo o Estado.

    Causa espanto a medida adotada pela Presidência do TRE paulista, uma vez que tal determinação não consta dos termos da decisão liminar exarada pelo Desembargador Cotrim Guimarães, do TRF-3.

    Além de ferir o consagrado direito de greve de todo trabalhador brasileiro, revela uma evidente e preocupante ruptura da cláusula constitucional da harmonia entre os Poderes da República, com clara e inaceitável submissão do Poder Judiciário às vontades do Executivo Federal.

    Fonte: Ag Fenajus
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    Mensagem por Convidado Ter 30 Set - 13:54

    derci escreveu:no mpu os dias de hoje e amanhã são mortos para qualquer tipo de manifestação. é quando acontece a inscrição/resultado do concurso de remoção. muitos colegas fugindo para lugares mais afastados dos grandes centros para ter um custo de vida menor. aí conseguem morar num lugar bom e barato e começam a passar pelo famoso assédio moral nas unidades do interior do mpu Smile

    o josébarbosa que o diga, né josé?

    A grande dica de quem se interessa em remoção no interior é perguntar como é a unidade para os servidores que já saíram. Trabalhar em PRM pode ao mesmo tempo ser muito bom ou horrível, a uma porque depende muito do seu perfil, e a duas, porque depende DEMAIS do perfil do procurador que chefia.

    Um dos fatos, inclusive com a criação de tantos cargos de Procurador da República, é que haverá, pelo menos nos próximos anos, imensa rotatividade dos membros, até porque agora recebem ajuda de custo para isto, e esta instabilidade é sempre uma loteria: tanto há membros extremamente capazes, dedicados e sensíveis, como outros que acham que administração é aplicar a reengenharia, qualquer que seja o caso, e normalmente esquecendo-se dos princípios estipulados no Regimento Interno.

    Só uma dica, é que nunca vá para o "meio termo". PRM grande tem pouca função e todo o mundo se estapeando por elas, e você não vai ter "tranquilidade" se ficar sem função. Nas pequenas, você tem que fazer de tudo, mas a maioria ainda dá para sobrar um tempo para estudar, especialmente se você for produtivo, organizado e "quieto", assim como dá sempre para achar um cantinho onde você trabalha mas sobra um tempo para estudar numa PR. A diferença é que numa boa cidade, pequena, além do custo de vida, TUDO na sua vida é sem filas, você vai dar um upgrade no padrão de vida, se topar alguns sacrifícios, e vai ter muito mais tempo e disposição para estudar.

    Atualmente, posso me dar ao luxo de saber que estou numa ótima situação, mas na luta por concursos. Até porque na situação que nossa PRM se encontra, devidamente organizada e seguindo o regimento interno, é a exceção, e não a regra. Se há algo que posso contribuir, é isto. Claro, cada servidor tem um perfil e o que pensar da vida. Eu acho que a mudança foi muito benéfica.
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    Mensagem por Convidado Ter 30 Set - 14:02

    Tesouro Nacional tem 4º deficit consecutivo e afunda contas do ano

    A despeito das receitas extraordinárias obtidas em agosto, o governo Dilma Rousseff gastou acima da arrecadação pelo quarto mês consecutivo e afundou as contas deste ano eleitoral.

    No mês passado, as despesas com pessoal, programas sociais, custeio administrativo e programas sociais superaram as receitas em R$ 10,4 bilhões, no pior resultado para o período desde o Plano Real.

    Houve o que os economistas chamam de deficit primário: o Tesouro Nacional teve de se endividar para bancar suas despesas cotidianas e as obras públicas.

    No início do ano, o governo havia se comprometido a obter um saldo em suas contas, ou superavit primário, de R$ 39 bilhões de janeiro a agosto. Com a derrocada do mês passado, a poupança acumulada caiu para R$ 4,7 bilhões, o que, em termos orçamentários, é praticamente nada.

    Nem o recurso a fontes pouco usuais de receitas evitou o rombo de agosto. A principal delas foi a reabertura do programa que oferece descontos de multas e juros para o pagamento de tributos em atraso, que rendeu R$ 7,1 bilhões.

    Além disso, o Tesouro extraiu R$ 5,4 bilhões em dividendos -ou seja, parcelas dos lucros- das empresas estatais.

    Até dezembro, a meta é uma poupança de R$ 80,8 bilhões, virtualmente impossível -a menos que o Tesouro adote em proporções inéditas manobras de contabilidade e adiamento de despesas para o próximo governo.

    Expedientes do gênero se tornaram recorrentes nos últimos anos, para viabilizar a expansão generalizada das despesas públicas com a qual a administração petista procurou estimular a economia.

    A política fiscal deste ano é a mais frouxa desde 1998, quando o governo FHC ainda não havia iniciado a política de metas de superavit primário. A escalada dos gastos, especialmente na área social, não acelerou o crescimento econômico, mas contribuiu para preservar o emprego e o consumo das famílias -o que também ajuda a explicar a inflação elevada.

    Aumento? Só se for de trabalho... Vou estudar, pois o PJ já era!!!
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    Mensagem por JULIUS JR Ter 30 Set - 14:09

    30/9/2014 - CJF: Não incide contribuição previdenciária sobre AQ por ações de treinamento*
           
    Na sessão realizada na última segunda-feira (29), em Brasília, o Colegiado do Conselho da Justiça Federal (CJF) excluiu o Adicional de Qualificação – AQ decorrente de ações de treinamento da base de cálculo do Plano de Seguridade Social (PSS) dos servidores do próprio Conselho e da Justiça Federal de 1º e 2º graus. Para tanto, foi aprovada uma proposta de alteração do artigo 28 da Resolução 126, de 22 de novembro de 2010, que dispõe sobre a concessão do adicional.
           Segundo o conselheiro relator da proposta, desembargador Cândido Ribeiro, não há dúvida de que o Adicional de Qualificação por ações de treinamento é provisório e, por essa razão, não se incorpora à aposentadoria dos servidores e nem deve integrar o cálculo do desconto do PSS. “O regime previdenciário dos servidores públicos, ora vigente no Brasil, tem caráter nitidamente contributivo. Consequentemente, somente as parcelas da remuneração que compõem os proventos da inatividade podem ser objeto da incidência da contribuição previdenciária”, sustentou o magistrado.
           A natureza remuneratória, que antes era atribuída ao AQ por ações de treinamento, foi prevista na Portaria Conjunta nº 1/2007, dos Tribunais Superiores e respectivos Conselhos. O ato regulamentou a concessão do adicional com base no parágrafo 1º, da Lei 10.887/04. “Esse posicionamento inicial se justificava. Havia, então, fundadas dúvidas a respeito da natureza jurídica do referido adicional, se remuneratória ou se indenizatória”, explicou o conselheiro em seu voto.
           De acordo com o desembargador Cândido Ribeiro, o entendimento sobre o tema evoluiu desde então, depois de reiteradas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). O posicionamento pacificado atualmente é no sentido de que somente as parcelas incorporáveis ao salário do servidor para efeito de aposentadoria sofrem incidência da contribuição previdenciária.
           “Na mesma direção, caminhou o Superior Tribunal de Justiça (STJ)”, pontuou o relator, esclarecendo que a ministra Eliana Calmon – relatora da matéria no STJ – entendeu por oferecer ao AQ por ações de treinamento o mesmo tratamento da gratificação natalina, do adicional de férias, do serviço extraordinário, e de outras parcelas que não integram os proventos de aposentadoria, por possuírem caráter transitório. Dessa forma, a nova redação ao artigo 28 da Resolução 126/2010 estende aos servidores do CJF e da Justiça Federal de 1º e 2º graus o mesmo entendimento firmado administrativamente no STJ.
           O relator salientou ainda que, por consequência, ao afastar o AQ decorrente de ações de treinamento do campo de incidência da contribuição previdenciária dos servidores, a nova redação do artigo 28 revoga o artigo 24 da mesma resolução. O dispositivo, ao tratar da incidência do PSS sobre o AQ, previa que, enquanto recebido, o adicional integraria a remuneração contributiva para efeito de cálculo da aposentadoria – entendimento superado no quadro atual.
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    Mensagem por alberto.tosco Ter 30 Set - 14:26

    Sempre faço leitura, todos os Santos Dias neste fórum.
    Leitura da mais idiotas que imaginar, tipo de ignorantes.
    O Pl não vai ter êxito, enquanto não acabar o Fc ou CC.
    Os novatos, infelizmente, pensa que é lugar de ficar milionário.
    Vejo uns bandos com diploma de qualquer bacharel se achando o Rei da cocada Preta.
    Toma posse e já deseja Fc ou CC........pronto, estou milionário.
    Eu simplesmente, não sou bacharel em NADA e sim orelha do MPU.
    Faço de tudo para não ser prejudicado pelo metido novato, que me envergonha.
    O cara faz concurso para nível médio, apresenta vários títulos de mer... e já quer Fc ou CC.
    Quer saber a verdade.
    Faça outro concurso como analista e esqueça o Pl da vida que não virá NUNCA.
    Estou muito contente com o que eu tenho.
    Não tenho incorporação e sim muito trabalho.
    Fico envergonhado que faz concurso e já quer ficar milionário.
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    Mensagem por derci Ter 30 Set - 15:01

    alberto.tosco escreveu: Sempre faço leitura, todos os Santos Dias neste fórum.
    Leitura da mais idiotas que imaginar, tipo de ignorantes.
    O Pl não vai ter êxito, enquanto não acabar o Fc ou CC.
    Os novatos, infelizmente, pensa que é lugar de ficar milionário.
    Vejo uns bandos com diploma de qualquer bacharel se achando o Rei da cocada Preta.
    Toma posse e já deseja Fc ou CC........pronto, estou milionário.
    Eu simplesmente, não sou bacharel em NADA e sim orelha do MPU.
    Faço de tudo para não ser prejudicado pelo metido novato, que me envergonha.
    O cara faz concurso para nível médio, apresenta vários títulos de mer... e já quer Fc ou CC.
    Quer saber a verdade.
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    fc e cc nunca vão deixar de existir. mas não é por isso que não tem aumento. no estágio probatório o cara quer mostrar serviço. acho normal. geralmente o cara estava em um emprego pior (como caixa, privado, até desempregado). danado que a situação está tão feia que mesmo esses estão se revoltando.

    agora, se tu não quer "ser prejudicado" por esses (vou entender que tu não quer sofrer assédio moral. poderia imaginar que tu tais querendo é a fc do cara, mas acho que não foi tua intenção) se resguarde de tudo. tenha o cuidado de ter testemunhas de tudo, guarde emails, portarias, memorandos e o escambau. represente contra o seu colega assediador. só assim esse mal será extirpado do PJU/MPU.
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    Mensagem por NANTUNES80 Ter 30 Set - 15:07

    derci escreveu:
    alberto.tosco escreveu: Sempre faço leitura, todos os Santos Dias neste fórum.
    Leitura da mais idiotas que imaginar, tipo de ignorantes.
    O Pl não vai ter êxito, enquanto não acabar o Fc ou CC.
    Os novatos, infelizmente, pensa que é lugar de ficar milionário.
    Vejo uns bandos com diploma de qualquer bacharel se achando o Rei da cocada Preta.
    Toma posse e já deseja Fc ou CC........pronto, estou milionário.
    Eu simplesmente, não sou bacharel em NADA e sim orelha do MPU.
    Faço de tudo para não ser prejudicado pelo metido novato, que me envergonha.
    O cara faz concurso para nível médio, apresenta vários títulos de mer... e já quer Fc ou CC.
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    Estou muito contente com o que eu tenho.
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    fc e cc nunca vão deixar de existir. mas não é por isso que não tem aumento. no estágio probatório o cara quer mostrar serviço. acho normal. geralmente o cara estava em um emprego pior (como caixa, privado, até desempregado). danado que a situação está tão feia que mesmo esses estão se revoltando.

    agora, se tu não quer "ser prejudicado" por esses (vou entender que tu não quer sofrer assédio moral. poderia imaginar que tu tais querendo é a fc do cara, mas acho que não foi tua intenção) se resguarde de tudo. tenha o cuidado de ter testemunhas de tudo, guarde emails, portarias, memorandos e o escambau. represente contra o seu colega assediador. só assim esse mal será extirpado do PJU/MPU.




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    Mensagem por francamente Ter 30 Set - 15:22

    Sintrajud
    há 17 minutos
    Em assembleia geral, os servidores decidiram suspender a greve, manter o estado de greve e realizar Apagão na sexta-feira (3). Mais informações em instantes.
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    Mensagem por Convidado Ter 30 Set - 15:29

    Policarpo (fora) já! escreveu:
    Acompanho o fórum desde 2010. Melhor, acompanhei o fórum até 2010... depois disso, passo eventualmente, pois não tenho muito tempo - ainda estou compensando as horas da greve de junho deste ano. Vou reprisar aqui algumas mensagens que postei durante esse período e, ao depois, tecer alguns comentários sobre elas e as informações que recebi:
    "Discussões sobre o PCS do MPU e Judiciário - Ter 12 Out 2010 - 11:17
    Há dois meses atrás, aproximadamente, postei aqui o resultado de uma conversa que tive com o Arno Augustin, Secretário do Tesouro Nacional. Tudo o que foi dito naquele momento confirmou-se, pelo menos até o presente momento.
    Hoje pela manhã conversei com um assessor do Secretário, o mesmo que, naqueles dias, conseguiu agendar o contato pessoal. Havia solicitado, há alguns dias, que, quando da vinda do Secretário ao RS, fosse-nos oportunizado um novo contato. Isso não foi possível, mas, da conversa que o assessor teve com o pessoal do Planejamento, foi-me passado o seguinte:
    1) o governo, como já havia sido referido na primeira conversa (2 meses atrás) não cogita a aprovação do PL em sua forma original; isso está descartado, mesmo que em suaves prestações.
    2) o governo não insiste mais na proposta de subsídio, em razão das, segundo ele, 'insuperáveis' resistências dentro do Judiciário; referiu, inclusive, que os magistrados são contra tal modelo de remuneração para os servidores, ao que, credita, apenas ser uma 'briga de beleza', tipo assim: se os membros recebem por subsídio, os servidores não podem receber (foi o que ele disse).
    De qualquer forma, a emenda que tramita na Câmara não tem o aval do governo; esse chegaria, no máximo, aos valores da tabela do ciclo de gestão, devendo rediscutirem-se as atribuições dos técnicos (nível médio). Ele quis dizer que, nos valores da tabela do ciclo de gestão, não estariam incluídos os técnicos que, no entender do governo, já são muito bem remunerados para o nível de escolaridade.
    3) o governo trabalha com um impacto orçamentário máximo de 2 bilhões, e irá sugerir ao STF um aumento na GAJ para 100%, que, segundo o governo, é o que melhor atende ao objeto da proposta encaminhada pelo Supremo; pelo que entendi, eles não trabalham com o aumento no VB para não aumentar ainda mais os vencimentos de quem possui parcelas acessórias (anuênios, gratificações de pós-graduação, etc).

    Bom, em resumo, foi isso. Ele afirmou que essa proposta será apresentada após as eleições, independentemente de quem seja eleito, cumprindo um compromisso assumido pelo Lula com o Peluso. Ela será parcelada nos moldes propostos pelo STF (4 parcelas semestrais).

    Um abraço."


    E....

    "Discussões sobre o PCS - Qui 12 Maio 2011 - 10:21
    Pessoal, na noite passada conversei com o Sr. Emerson Costa; ele é assessor (CC) do Secretário do Tesouro Nacional Arno Augustin. O Sr. Emerson é natural da cidade onde trabalho, e 'conseguiu' o referido cargo por ter participado da campanha do Deputado Federal Paulo Pimenta (PT-RS). As informações oficiais são as seguintes:

    1) O Poder Executivo ponderou e o Ministro Peluso concordou com a suspensão das negociações até a melhora na situação econômica/inflacionária do país. Essa suspensão deu-se no início do ano, logo após a definição acerca dos cortes/contingenciamento orçamentário. Chegou-se à conclusão de que o momento não seria oportuno para tratar-se do tema. Inclusive, o próprio aumento dos ministros do STF somente será votado no segundo semestre, e somente no índice fixado na previsão orçamentária - em torno de 5%;

    2) É consenso (segundo ele), tanto no Governo quanto no STF, que os valores recebidos pelos servidores do PJ não estão tão defasados, sendo que a média salarial é superior a dez mil reais, situação essa que possibilita o retardamento na discussão;

    3) É consenso, igualmente, que os servidores em início de carreira devem ser privilegiados e a única fórmula para que isso aconteça é a concessão de reajuste na Gratificação, com base no último padrão de cada cargo.

    4) Que o governo já não é mais tão favorável ao subsídio como quando do início das negociações, tendo em vista que a tendência no STF é 'flexibilizar' a rigidez da referida forma de remuneração, o que levaria o subsídio a tornar-se um 'salário-base' novamente;

    5) Ainda, que após a conclusão dessa negociação, denominada por ele próprio como paliativa, será formada uma comissão para tratar da carreira judiciária, incluindo a previsão de que todos os servidores do PJ (Estados e União), devam receber o mesmo valor de acordo com as correspondentes atribuições. Ele ainda referiu que todas essas questões foram formadas em consenso com os representantes do STF.

    6) Por fim, referiu que, no melhor dos cenários (redução da pressão inflacionária), a concessão do reajuste poderia ser efetivada, de forma escalonada, a patir de julho de 2012.

    Acho que alguns integrantes deste fórum já devem saber disso. O pessoal da CPS, também. A situação também pode mudar, como já se alterou, inclusive.

    Com base nisso, acho que temos BASTANTE tempo para continuar discutindo... pois, creio, é só disso que viveremos."


    Bueno, essas são informações de 2010 e 2011... a mim, parece aquele programa da Globo 'vale a pena ver de novo'. No mais, a informação atual do Sr. Emerson, que está em plena campanha para re-re-re-renovar a vaga de seu candidato, é a seguinte:
    1. Não há a mínima possibilidade de discussão acerca de reposição salarial para este ano;
    2. No segundo semestre de 2015 o Governo iniciará a discussão, com os sindicatos do Executivo, para um eventual reajuste, nos moldes do anterior (parcelado e segundo a inflação projetada);
    3. Não há viabilidade, mesmo para os próximos anos, de reposição diferenciada para o Judiciário (se quiser, terá que seguir a linha adotada para o Executivo);
    4. Algumas categorias do Executivo podem ter tratamento diferenciado (como foi em 2012), segundo critérios a serem analisados;
    5. A concessão do auxílio moradia para os magistrados será questionada no STF - não agora, pois a ordem é concentrar esforços na eleição em primeiro turno da 'chefa';

    Isso, sei, já é do conhecimento de todos. Apenas referi, pois a fonte sempre foi confiável (ele é primo da minha esposa). Enfim, se antes podíamos conseguir algo com greve (o que nunca se efetivou, refira-se), agora nem mais com ela. No entanto, penso que o Poder Judiciário, com a decisão do domingo sobre a greve em SP, prestou-nos um favor, evitando que a greve fracassasse novamente. Já referi isso em 2010, o ÚNICO medo do governo, dito pelo próprio Arno Augustin, era uma greve na Justiça Eleitoral nas vésperas da eleição... Infelizmente, nossa única carta já não está mais na manga.

    Como sempre disse o colega Zé, sigamos, pois (enquanto for possível)!

    Ab.

    Resumindo: É literalmente o fim da carreira! A ideia mesmo é transformar-mos num carreirão sem pestanejar. Inacreditável como nos enfiam uma situação dessa goela abaixo e fica por isso mesmo. Ontem, no meu próprio setor, servidores e estagiários concordando na crítica à greve do TRE, achando isso um absurdo nessa altura do campeonato. O que percebo é que muitos não tão nem aí pra nada de aumento, nem comentam nada disso aqui. Já estão resignados, viajando para o exterior todos os anos. Passei muito tempo no executivo (ministério), mas isso aqui é o cúmulo do conformismo.
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    Mensagem por Lord Sith Ter 30 Set - 15:56

    Contagem regressiva: 4 dias para a corujita ser banida.

    corujito escreveu:peço apenas 5 dias de carência.

    se daqui 5 dias não vier uma bomba surpreendente aqui do fórum podem me banir por 30 dias


    não tem nada a ver com PCS, não diretamente,.
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    Mensagem por Convidado Ter 30 Set - 16:05

    Esse relato sobre o Arno Augustin, o Secretário do Tesouro repetindo 2010 é demais.
    Só uma coisa mudou. Até 2010 não sabíamos.
    Mas foi descoberto ser esse tal Arno Augustin o mago da contabilidade criativa do governo Dilma.
    Uma das mágicas é invadir o limite legal dos recursos orçamentários do Judiciário.
    E a Defensoria e outros órgãos que eu não me recordo agora ainda ficaram felizes e satisfeitos por terem conseguido a tal da independência Orçamentária.
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    Mensagem por Pedro Aparecido de Souza Ter 30 Set - 16:08

    GT de carreira do SINDIJUFE-MT discute nível superior para Técnicos

    O Grupo de Trabalho de Carreira do SINDIJUFE-MT vem se reunindo regularmente desde o dia 10 de janeiro deste ano, só interrompendo os debates sobre a carreira durante as Greves.

    Participam do GT de Carreira do SINDIJUFE-MT a diretoria executiva e os Servidores Orlando Vieira Dias, Juscileide Rondon Kliemaschewsk e Rodrigo de Carvalho.

    Em todas as reuniões do Grupo de Trabalho Nacional - GTN da FENAJUFE, o SINDIJUFE-MT foi representado por um membro do GT do SINDIJUFE-MT escolhido em rodízio para que todos os componentes possam estar atualizados com os debates sobre a carreira.

    Na última reunião do GT de Carreira do SINDIJUFE-MT que ocorreu no dia 29 de setembro de 2014 o debate foi sobre o GT Nacional e o deliberado foi que o GTN deve se reunir para voltar a realizar os debates sobre a carreira. Estiveram presentes Rodrigo de Carvalho, Juscileide Rondon Kliemaschewsk, Marcelo Lincoln Evangelista, Djamil Gonçalves e Pedro Aparecido de Souza.

    Além disso, o GT de Carreira do SINDIJUFE-MT discutiu mais uma vez sobre a questão do nível superior para os Técnicos.

    O GT já fez vários debates sobre este ponto e já levou para três Assembleias informando sobre a reivindicação dos Técnicos. Diante disto, o GT de Carreira do SINDIJUFE-MT aprovou, por unanimidade, encaminhar os debates sobre o nível superior para Técnicos a ser realizado na JF, JE e JT de MT.

    Com esta deliberação haverá vários debates em cada ramo do judiciário federal sobre a questão e os Servidores do interior terão o debate aberto através de grupos de discussão e pelo correio-e.
    Além disso já foram disponibilizados vídeos dos debates sobre a questão de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Outro vídeos serão também disponibilizados quando houver debates em outros estados.

    Os debates em MT serão também convertidos em vídeos e depois também disponibilizados para toda a Categoria.

    Ao final dos debates em todos os ramos a Categoria será chamada em Assembleia para deliberar sobre tão importante questão, sendo que os Servidores do interior poderão participar ao vivo das deliberações.

    30 de setembro de 2014

    Fonte: SINDIJUFE-MT
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    Mensagem por Convidado Ter 30 Set - 16:11

    derci escreveu:
    alberto.tosco escreveu: Sempre faço leitura, todos os Santos Dias neste fórum.
    Leitura da mais idiotas que imaginar, tipo de ignorantes.
    O Pl não vai ter êxito, enquanto não acabar o Fc ou CC.
    Os novatos, infelizmente, pensa que é lugar de ficar milionário.
    Vejo uns bandos com diploma de qualquer bacharel se achando o Rei da cocada Preta.
    Toma posse e já deseja Fc ou CC........pronto, estou milionário.
    Eu simplesmente, não sou bacharel em NADA e sim orelha do MPU.
    Faço de tudo para não ser prejudicado pelo metido novato, que me envergonha.
    O cara faz concurso para nível médio, apresenta vários títulos de mer... e já quer Fc ou CC.
    Quer saber a verdade.
    Faça outro concurso como analista e esqueça o Pl da vida que não virá NUNCA.
    Estou muito contente com o que eu tenho.
    Não tenho incorporação e sim muito trabalho.
    Fico envergonhado que faz concurso e já quer ficar milionário.
    Esqueça o Plano de Carreira da vida.
    FUIIIIIIIIIIIIIIIIIII

    fc e cc nunca vão deixar de existir. mas não é por isso que não tem aumento. no estágio probatório o cara quer mostrar serviço. acho normal. geralmente o cara estava em um emprego pior (como caixa, privado, até desempregado). danado que a situação está tão feia que mesmo esses estão se revoltando.

    agora, se tu não quer "ser prejudicado" por esses (vou entender que tu não quer sofrer assédio moral. poderia imaginar que tu tais querendo é a fc do cara, mas acho que não foi tua intenção) se resguarde de tudo. tenha o cuidado de ter testemunhas de tudo, guarde emails, portarias, memorandos e o escambau. represente contra o seu colega assediador. só assim esse mal será extirpado do PJU/MPU.

    Cada um sabe da sua realidade e onde o sapato lhe aperta.

    No caso do MPU, nem CC temos, mas as FCs são fundamentais. É a única alternativa que temos, diferentemente da iniciativa privada, em que o cara sempre tem uma participação nos lucros, pode fazer hora extra e tirar algum por fora além do religioso valor nominalmente fixo de todo o mês.

    Concordo que há uma empolgação, até natural, de quem chega e acha tudo uma maravilha. Poxa, quando eu passar num concurso de auditor, f..., na minha situação particular, pelo menos naqueles seis meses até acostumar, seria uma grande melhoria. Muitos, de fato, infelizmente ainda não tem a maturidade e não sabem o tanto de contas que a vida de chefe de família nos obriga a pagar. Principalmente, como ainda não sabem ainda o escopo de tudo o que vão ter que fazer, não sabe o nível de exigência e produtividade que se deve ter para manter o serviço em dia.

    Concordo que FC deveria ser dada por processo seletivo, ainda que fosse 3 nomes, para escolher 1, contando critérios como experiência, formação e avaliações de desempenho anteriores, bem como alinhando a capacidade do servidor às exigências da função. Infelizmente, não é assim. Infelizmente, muitas vezes até esquecem de dar à FC o ônus. Por exemplo, numa unidade que tem plantão, acho que nem deveria se discutir quem deveria participar, quando não houvesse interessados por livre e espontânea vontade.

    Infelizmente, não é assim. Nem nunca será. Se puder, tente alguma outra coisa da vida. Se não pode, conforme-se, é assim que a banda toca. E ouça os conselhos acima, são sábios.
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    Mensagem por Lord Sith Ter 30 Set - 16:12

    Último andamento do MS do PGR:

    30/09/2014 Conclusos ao(à) Relator(a)
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    Mensagem por senhorfeudal Ter 30 Set - 16:20

    talvez na conjuntura atual a alternativa mais viável fosse todo o funcionalismo se unir e fazer greve pela database e reposição inflacionária anual. nem mesmo a mídia poderia ir contra, já que ninguém pode negar que a inflação está aí, cada vez maior.
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    Mensagem por Analistaeleitoral Ter 30 Set - 16:26

    Reaper escreveu:Galizezin, não se preocupe, o Analistaeleitoral garantiu que os Ministros estão lutando pela gente!

    Eu já tô dando esse aumento como certo!!! clown

    Abraços,

    Reaper

    Ô, Leônidas, não bota o meu nome no meio dessa confusão não, por favor! Eu não garanti aumento, apenas garanti a boa-vontade dos nossos Magistrados e a gana dos nossos Ministros em pelejar pelo nosso aumento e pelo deles! Isso não está faltando, pois são como 300 Magistrados contra 50 mil soldadinhos rasos do Executivo! Só venceremos essa batalha se lutarmos ao lado desses heróicos 300 Magistrados, pelo reajuste de todos, pela GRAEL (Toffoli é o número 2 desses 300 abnegados) e pela isonomia dos chefes de cartório. Aqui do alto do TSE posso ver: a vitória se avizinha!
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    Mensagem por EwokRevoltado Ter 30 Set - 16:36

    Analistaeleitoral escreveu:
    Reaper escreveu:Galizezin, não se preocupe, o Analistaeleitoral garantiu que os Ministros estão lutando pela gente!

    Eu já tô dando esse aumento como certo!!! clown

    Abraços,

    Reaper

    Ô, Leônidas, não bota o meu nome no meio dessa confusão não, por favor! Eu não garanti aumento, apenas garanti a boa-vontade dos nossos Magistrados e a gana dos nossos Ministros em pelejar pelo nosso aumento e pelo deles! Isso não está faltando, pois são como 300 Magistrados contra 50 mil soldadinhos rasos do Executivo! Só venceremos essa batalha se lutarmos ao lado desses heróicos 300 Magistrados, pelo reajuste de todos, pela GRAEL (Toffoli é o número 2 desses 300 abnegados) e pela isonomia dos chefes de cartório. Aqui do alto do TSE posso ver: a vitória se avizinha!

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    Mensagem por EwokRevoltado Ter 30 Set - 16:41

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    Mensagem por Analistaeleitoral Ter 30 Set - 16:43

    EwokRevoltado escreveu:
    Analistaeleitoral escreveu:
    Reaper escreveu:Galizezin, não se preocupe, o Analistaeleitoral garantiu que os Ministros estão lutando pela gente!

    Eu já tô dando esse aumento como certo!!! clown

    Abraços,

    Reaper

    Ô, Leônidas, não bota o meu nome no meio dessa confusão não, por favor! Eu não garanti aumento, apenas garanti a boa-vontade dos nossos Magistrados e a gana dos nossos Ministros em pelejar pelo nosso aumento e pelo deles! Isso não está faltando, pois são como 300 Magistrados contra 50 mil soldadinhos rasos do Executivo! Só venceremos essa batalha se lutarmos ao lado desses heróicos 300 Magistrados, pelo reajuste de todos, pela GRAEL (Toffoli é o número 2 desses 300 abnegados) e pela isonomia dos chefes de cartório. Aqui do alto do TSE posso ver: a vitória se avizinha!

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    Podemos fazer um concurso de frases de ordem em favor da GRAEL!!! Vou começar:

    "GRAEL ou morteeeeeee!!!!". Que tal? Vamos pessoal, vamos animar essa mobilização!

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