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    Tópico Geral

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    Mensagem por sandman_br Dom 14 Dez 2014, 12:20 pm

    wilsoncartorio escreveu:
    Se um técnico judiciário faz o mesmo trabalho de um analista judiciário por que não aproximar o valor do salário do técnico ao do analista?
    ....

    Porque isso é disfunção. Se tem muitos técnicos fazendo o trabalho de analistas então deveriam substituir cargos de técnico por cargos de analista. Disfunção é problema de gestão e não é para ser tratado dando reajuste.

    Quer dizer que todos os técnicos de todos os tribunais fazem o mesmo trabalho de analistas e nenhum recebe nem mesmo uma funçãozinha? não seria mais correto exigir que a administração acabe com os casos de disfunção ao invés de fazer um trem da alegria?

    Quem disse que a diferença de vencimentos entre técnico e analista é grande? Antes de apontar o dedo para o cargo de analista, compare as carreiras de técnico e analista do judiciário com as carreiras de técnico e analista do executivo e do legislativo para você ver se realmente no judiciário a diferença é grande.




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    Mensagem por Convidado Dom 14 Dez 2014, 12:24 pm

    sandman_br escreveu:
    wilsoncartorio escreveu:
    Se um técnico judiciário faz o mesmo trabalho de um analista judiciário por que não aproximar o valor do salário do técnico ao do analista?
    ....

    Porque isso é disfunção. Se tem muitos técnicos fazendo o trabalho de analistas então deveriam substituir cargos de técnico por cargos de analista. Disfunção é problema de gestão e não é para ser tratado dando reajuste.

    Quer dizer que todos os técnicos de todos os tribunais fazem o mesmo trabalho de analistas e nenhum recebe nem mesmo uma funçãozinha? não seria mais correto exigir que a administração acabe com os casos de disfunção ao invés de fazer um trem da alegria?

    Quem disse que a diferença de vencimentos entre técnico e analista é grande? Antes de apontar o dedo para o cargo de analista, compare as carreiras de técnico e analista do judiciário com as carreiras de técnico e analista do executivo e do legislativo para você ver se realmente no judiciário a diferença é grande.





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    Mensagem por alecspe Dom 14 Dez 2014, 12:25 pm

    Agora que voltamos às discussões sobre carreira, acho que uma boa e justa solução para os técnicos que "fazem serviços de analista" seria um gratificação nos seguintes moldes:

    GF - gratificação por função
    O servidor que realizar tarefas notoriamente frade suas funções previstas em regulamento fara jus a gratificação por função, baseada exclusivamente no vencimento e na GAJ.

    Exemplo: técnico judiciário B2, faz serviço de analista então seu contracheque seria: valores nominais normais do cargo e nível médio somado a gratificação de função que seria a diferença existente entre o vencimento/GAJ de técnico B2 com analista de mesmo nível.

    Não sei se ficou clara a explicação, rsss

    Acredito que essa seria uma forma técnica e justa de retribuição do técnico que faz serviço de analista.
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    Mensagem por SPY Dom 14 Dez 2014, 12:25 pm

    Engraçado que, lendo as postagens acerca de economia doméstica, isso só serviu para consolidar um entendimento que vinha captando há muito tempo no serviço público.

    Se formos ver a vida pregressa profissional da maioria do povo que se lança à gastança indiscriminada - e depois reclama, como se a mão que torra a grana não fosse sua....- os mesmos antes de ingressarem em determinado cargo eram de subempregos ou cargos mal remunerados. Aí,só pq passam a ganhar "um pouco mais", ficam com a ilusão de que são da "nata", e querem ter - ou manter - um padrão de vida incompatível com sua realidade financeira.

    Conheço servidor por aí q já viajou pra Europa, tem ou teve carro importado mas vive de aluguel - que as vezes atrasa, por sinal - não tem condições de continuar pagando plano de saúde, etc.

    O tal "estar no vermelho" muitas vezes nada tem a ver com o bla bla bla de que cada um tem suas particularidades. Tirando os casos de situações imprevisíveis, como grave doença em família, acidente, etc, por exemplo, a pessoa se atola em dívidas porque quer, por ser inconsequente financeiramente falando.

    Creio que tudo na vida é resultado de suas escolhas. Se optou em casar com um conjuge que não trabalha, arcará com a responsabilidade de sustentá-lo. Se optou em ter escadinha de filhos,idem. Se optou em querer só comprar carro/roupa/eletro-eletronicos de marca, idem ué.
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    Mensagem por Convidado Dom 14 Dez 2014, 12:26 pm

    No serviço público tudo gira em torno do cargo. Não tente inventar outro critério para lhe beneficiar.

    Se fosse o serviço executado ou outra coisa, os médicos com especialização deviam ganhar bem mais dos 10 ou 12 mil, que você acha injusto para o técnico,quando na realidade tem médico com o teto aí que não chega a 9 mil... só conferir  http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Arquivos/servidor/publicacoes/tabela_de_remuneracao/tab_rem_14/tab_64_2014_4.pdf


    Então,  "wilsoncartorio" deixe de falar bobagens e abobrinhas.... como é o seu costume por aqui....

    TRF1/MG escreveu:Se o trabalho fosse remunerado somente pelo trabalho que a pessoa fizesse, e não como é hoje, exigência de escolaridade, tipo de concurso, etc, o Oficial de Gabinete que faz sentenças para o Juiz deveria receber próximo a um Juiz Federal, e não é o que ocorre.

    wilsoncartorio escreveu:Quando alguém faz concurso, tem a perspectiva de receber uma remuneração digna pelo trabalho que realiza. A cf/88 fala da isonomia, pois se temos trabalhos quase idênticos, não deveríamos ter remunerações tão díspares.

    Se um técnico judiciário faz o mesmo trabalho de um analista judiciário por que não aproximar o valor do salário do técnico ao do analista?

    Eu não lembro da legislação vincular o valor do salário ao nível de escolaridade, do tipo, ensino médio deve ganhar até mil reais e ensino superior até dois mil reais. Mas entendo que a remuneração é pelo trabalho e não pelo nível de escolaridade.

    Justiça, para mim, seria diminuir o fosso salarial entre técnico e analista, como proposto na plenária de manaus para 3k.

    Não é uma má compreensão do texto. É apenas uma opinião diferente para o debate de carreira.

    Picoense escreveu:Considera baixo 12k para um cara que passou em um concurso que lhe exigiu apenas formação de nível médio? Isto pode Arnado?
    Quanto é o piso para advogados da iniciativa privada? 1.5000,00 ? 2.000,00?

    Não, definitivamente essa sua afirmativa não é justa! Perdoe-me eventual má compreensão do texto!
    Abraço!

    wilsoncartorio escreveu:Concordo com a seguinte afirmação "se o 7919 e 7920 forem aprovados do jeito que estão, será um reajuste sensacional", pois 20k para analista é bom, pois não conta os auxílios e AQ. Já para técnico que faz o mesmo trabalho do analista, acho 12k ainda baixo. Mesmo discordando da forma que o movatec fez, tentando passar ,uma emenda na ctasp sem passar pelo crivo da categoria, acho que o salário final tinha que ter uma diferença de no máximo 3k para o analista. Uma solução seria a sobreposição de tabelas, que já existiu antes. A própria fenajufe, no debate de carreira "quase" finalizado na plenária de manaus, em 2009, colocou uma tabela de 19k para analista e 16k para técnico.

    (...)
    várias citações retiradas...
    (...)


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    Mensagem por wilsoncartorio Dom 14 Dez 2014, 12:26 pm

    Então que os oficiais de gabinete coloquem essa questão para o debate de carreira. Foi exatamente isso que eu coloquei para os técnicos em 2006, que reclamaram que o pcs aumentava nominalmente o fosso salarial. Não pode é ser contra o pcs por causa do aumento do fosso salarial. E aí os técnicos "acordaram para a vida" e a plenária de manaus aprovou a diminuição do fosso salarial para 3k.

    A remuneração é pela complexidade do trabalho e não pelo nível de escolaridade na investidura do cargo. É apenas uma opinião.

    TRF1/MG escreveu:Se o trabalho fosse remunerado somente pelo trabalho que a pessoa fizesse, e não como é hoje, exigência de escolaridade, tipo de concurso, etc, o Oficial de Gabinete que faz sentenças para o Juiz deveria receber próximo a um Juiz Federal, e não é o que ocorre.

    wilsoncartorio escreveu:Quando alguém faz concurso, tem a perspectiva de receber uma remuneração digna pelo trabalho que realiza. A cf/88 fala da isonomia, pois se temos trabalhos quase idênticos, não deveríamos ter remunerações tão díspares.

    Se um técnico judiciário faz o mesmo trabalho de um analista judiciário por que não aproximar o valor do salário do técnico ao do analista?

    Eu não lembro da legislação vincular o valor do salário ao nível de escolaridade, do tipo, ensino médio deve ganhar até mil reais e ensino superior até dois mil reais. Mas entendo que a remuneração é pelo trabalho e não pelo nível de escolaridade.

    Justiça, para mim, seria diminuir o fosso salarial entre técnico e analista, como proposto na plenária de manaus para 3k.

    Não é uma má compreensão do texto. É apenas uma opinião diferente para o debate de carreira.

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    Mensagem por sandman_br Dom 14 Dez 2014, 12:32 pm

    alecspe escreveu:Agora que voltamos às discussões sobre carreira, acho que uma boa e justa solução para os técnicos que "fazem serviços de analista" seria um gratificação nos seguintes moldes:

    GF - gratificação por função
    O servidor que realizar tarefas notoriamente frade suas funções previstas em regulamento fara jus a gratificação por função, baseada exclusivamente no vencimento e na GAJ.

    Exemplo: técnico judiciário B2, faz serviço de analista então seu contracheque seria: valores nominais normais do cargo e nível médio somado a gratificação de função que seria a diferença existente entre o vencimento/GAJ de técnico B2 com analista de mesmo nível.

    Não sei se ficou clara a explicação, rsss

    Acredito que essa seria uma forma técnica e justa de retribuição do técnico que faz serviço de analista.    

    Não seria mais fácil mandar um projeto de lei pra mudar cargos de técnico por de analistas a medida que forem vagando?

    Não sei das outras áreas, mas na TI os técnicos na maioria são igualmente qualificados, muitos não são analistas porque a quantidade de vagas pra analista é muito menor.

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    Mensagem por alecspe Dom 14 Dez 2014, 12:34 pm

    sandman_br escreveu:
    alecspe escreveu:Agora que voltamos às discussões sobre carreira, acho que uma boa e justa solução para os técnicos que "fazem serviços de analista" seria um gratificação nos seguintes moldes:

    GF - gratificação por função
    O servidor que realizar tarefas notoriamente frade suas funções previstas em regulamento fara jus a gratificação por função, baseada exclusivamente no vencimento e na GAJ.

    Exemplo: técnico judiciário B2, faz serviço de analista então seu contracheque seria: valores nominais normais do cargo e nível médio somado a gratificação de função que seria a diferença existente entre o vencimento/GAJ de técnico B2 com analista de mesmo nível.

    Não sei se ficou clara a explicação, rsss

    Acredito que essa seria uma forma técnica e justa de retribuição do técnico que faz serviço de analista.    

    Não seria mais fácil mandar um projeto de lei pra mudar cargos de técnico por de analistas a medida que forem vagando?

    Não sei das outras áreas, mas na TI os técnicos na maioria são igualmente qualificados, muitos não são analistas porque a quantidade de vagas pra analista é muito menor.


    Tbm, mas isso não resolveria o problema atual, os que já são do órgão. Talvez minha ideia somada à sua resolvesse de uma vez esse problema.
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    Mensagem por Convidado Dom 14 Dez 2014, 12:36 pm

    sandman_br escreveu:
    alecspe escreveu:Agora que voltamos às discussões sobre carreira, acho que uma boa e justa solução para os técnicos que "fazem serviços de analista" seria um gratificação nos seguintes moldes:

    GF - gratificação por função
    O servidor que realizar tarefas notoriamente frade suas funções previstas em regulamento fara jus a gratificação por função, baseada exclusivamente no vencimento e na GAJ.

    Exemplo: técnico judiciário B2, faz serviço de analista então seu contracheque seria: valores nominais normais do cargo e nível médio somado a gratificação de função que seria a diferença existente entre o vencimento/GAJ de técnico B2 com analista de mesmo nível.

    Não sei se ficou clara a explicação, rsss

    Acredito que essa seria uma forma técnica e justa de retribuição do técnico que faz serviço de analista.    

    Não seria mais fácil mandar um projeto de lei pra mudar cargos de técnico por de analistas a medida que forem vagando?

    Não sei das outras áreas, mas na TI os técnicos na maioria são igualmente qualificados, muitos não são analistas porque a quantidade de vagas pra analista é muito menor.


    TST já tá fazendo isso. Pediu a criação de 300 e poucos cargos de analista e vai extinguir quase 200 de técnico.
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    Mensagem por C.S.A Dom 14 Dez 2014, 12:37 pm

    Bingo. Eis aqui a verdadeira versão do ocorrido em 2009. É triste ver alguns desavisados comentarem algo, e com o tom de crítica, que eles não conhecem. Valeu Aroldo.

    Aroldo Rique escreveu:A GD não foi "rejeitada" pela categoria.

    No dia que a GD foi apresentada, todos os sindicatos trataram de demonizá-la e o motivo principal foi que ela acabava com a GAE e GAS. A contraproposta da Fenajufe foi substituir a GD por uma gratificação fixa, com o mesmo valor, o que descaracterizaria, por completo a proposta, mais a volta da GAE e GAS. Se a Fenajufe fosse um pouco mais inteligente, teria pedido açenas a volta da GAS e GAE, pois aí a proposta não ficaria eescaracterizada.

    Uma meia dúzia de pessoas rejeitou a GD e propôs um mostro de contraproposta.

    Nessa época (início de julho de 2009) não existia, CPS, nem emendas de subsídio e nem NADA. Aliás, foi por essas atitudes que a CPS surgiu.

    A contraproposta da GD não foi aceita pelo STF, perdemos o prazo de 31/08/2009 e o nosso martírio começou, pois não poderíamos ter aumento em 2010 (último ano do governo Lula). Em outubro de 2009, ainda teve a interferência da FRENTAS. Nessa época, as categorias realmente valorizadas (com exceção da Câmara), só receberam aumentos via subsídio ou GD.

    Em 2010 (julho), foi a vez do boletim mais mentiroso da história do sindicalismo: PCCR ESTÁ DEFINIDO (o que esfriou qualquer movimento). Nessa época, também, VÁRIOS sindicalistas apoiaram a campanha da Dilma, muitos foram coordenadores de campanha do Policarpo.

    Em junho de 2010, o governo ofereceu o subsídio, com uma tabela que não era boa para os técnicos, mas poderia ser negociada: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Tentaram esconder a proposta de todo jeito, sem sucesso. Teve até SMS do Melqui confirmando. Foi por causa dessas pilantragens sindicais que as greves não enchem nem uma kombi.

    Se sair algum aumento agora será, exclusivamente, pelo fato do nosso aumento estar atrelado ao dos magistrados e, este último, estar impedindo o aumento dos parlamentares.

    Eu só acreditarei quando o dinheiro cair na conta.
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    Mensagem por sandman_br Dom 14 Dez 2014, 12:40 pm

    wilsoncartorio escreveu:Então que os oficiais de gabinete coloquem essa questão para o debate de carreira. Foi exatamente isso que eu coloquei para os técnicos em 2006, que reclamaram que o pcs aumentava nominalmente o fosso salarial. Não pode é ser contra o pcs por causa do aumento do fosso salarial. E aí os técnicos "acordaram para a vida" e a plenária de manaus aprovou a diminuição do fosso salarial para 3k.

    A remuneração é pela complexidade do trabalho e não pelo nível de escolaridade na investidura do cargo. É apenas uma opinião.

    TRF1/MG escreveu:Se o trabalho fosse remunerado somente pelo trabalho que a pessoa fizesse, e não como é hoje, exigência de escolaridade, tipo de concurso, etc, o Oficial de Gabinete que faz sentenças para o Juiz deveria receber próximo a um Juiz Federal, e não é o que ocorre.

    wilsoncartorio escreveu:Quando alguém faz concurso, tem a perspectiva de receber uma remuneração digna pelo trabalho que realiza. A cf/88 fala da isonomia, pois se temos trabalhos quase idênticos, não deveríamos ter remunerações tão díspares.

    Se um técnico judiciário faz o mesmo trabalho de um analista judiciário por que não aproximar o valor do salário do técnico ao do analista?

    Eu não lembro da legislação vincular o valor do salário ao nível de escolaridade, do tipo, ensino médio deve ganhar até mil reais e ensino superior até dois mil reais. Mas entendo que a remuneração é pelo trabalho e não pelo nível de escolaridade.

    Justiça, para mim, seria diminuir o fosso salarial entre técnico e analista, como proposto na plenária de manaus para 3k.

    Não é uma má compreensão do texto. É apenas uma opinião diferente para o debate de carreira.



    A complexidade das funções que o servidor deve exercer não são definidas em de acordo com escolaridade exigida pelo seu cargo?

    pode-se, por exemplo, exigir de um cargo cuja escolaridade seja apenas o segundo grau possa elaborar uma sentença?




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    Mensagem por wilsoncartorio Dom 14 Dez 2014, 12:41 pm

    Acho que você entendeu errado o que escrevi. Não falei que acho injusto o técnico judiciário ganhar 12k. Falei que acho injusto o técnico judiciário ter um fosso salarial tão grande em relação ao analista judiciário, quando estes e aqueles desempenham as mesmas tarefas. Percebeu a difereça?

    Eu não sou médico do executivo, mas se eles querem reajuste, que eles lutem dentro de seus sindicatos. Não sou contra o reajuste para eles.
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    Mensagem por SPY Dom 14 Dez 2014, 12:42 pm

    Para quem é técnico, ou seja qual for a carreira,e achar que ganha pouco, ou menos, em comparação com as outras, a Constituição Federal dá o recado:

    - a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    Então, é só ir ao encontro dos livros, estudar bastante e ter capacidade de passar no concurso e ganhar mais. Simples assim.

    Lógico que um trem da alegria, se aprovado ao arrepio da Carta Magna, é muito mais cômodo.
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    Mensagem por sandman_br Dom 14 Dez 2014, 12:43 pm

    alecspe escreveu:
    sandman_br escreveu:
    alecspe escreveu:Agora que voltamos às discussões sobre carreira, acho que uma boa e justa solução para os técnicos que "fazem serviços de analista" seria um gratificação nos seguintes moldes:

    GF - gratificação por função
    O servidor que realizar tarefas notoriamente frade suas funções previstas em regulamento fara jus a gratificação por função, baseada exclusivamente no vencimento e na GAJ.

    Exemplo: técnico judiciário B2, faz serviço de analista então seu contracheque seria: valores nominais normais do cargo e nível médio somado a gratificação de função que seria a diferença existente entre o vencimento/GAJ de técnico B2 com analista de mesmo nível.

    Não sei se ficou clara a explicação, rsss

    Acredito que essa seria uma forma técnica e justa de retribuição do técnico que faz serviço de analista.    

    Não seria mais fácil mandar um projeto de lei pra mudar cargos de técnico por de analistas a medida que forem vagando?

    Não sei das outras áreas, mas na TI os técnicos na maioria são igualmente qualificados, muitos não são analistas porque a quantidade de vagas pra analista é muito menor.


    Tbm, mas isso não resolveria o problema atual, os que já são do órgão. Talvez minha ideia somada à sua resolvesse de uma vez esse problema.

    Diariamente são vagos vários cargos de técnico no PJU. Se esses forem substituídos por analistas em pouco tempo pode-se acabar com a disfunção.
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    Mensagem por alecspe Dom 14 Dez 2014, 12:46 pm

    sandman_br escreveu:
    alecspe escreveu:
    sandman_br escreveu:
    alecspe escreveu:Agora que voltamos às discussões sobre carreira, acho que uma boa e justa solução para os técnicos que "fazem serviços de analista" seria um gratificação nos seguintes moldes:

    GF - gratificação por função
    O servidor que realizar tarefas notoriamente frade suas funções previstas em regulamento fara jus a gratificação por função, baseada exclusivamente no vencimento e na GAJ.

    Exemplo: técnico judiciário B2, faz serviço de analista então seu contracheque seria: valores nominais normais do cargo e nível médio somado a gratificação de função que seria a diferença existente entre o vencimento/GAJ de técnico B2 com analista de mesmo nível.

    Não sei se ficou clara a explicação, rsss

    Acredito que essa seria uma forma técnica e justa de retribuição do técnico que faz serviço de analista.    

    Não seria mais fácil mandar um projeto de lei pra mudar cargos de técnico por de analistas a medida que forem vagando?

    Não sei das outras áreas, mas na TI os técnicos na maioria são igualmente qualificados, muitos não são analistas porque a quantidade de vagas pra analista é muito menor.


    Tbm, mas isso não resolveria o problema atual, os que já são do órgão. Talvez minha ideia somada à sua resolvesse de uma vez esse problema.

    Diariamente são vagos vários cargos de técnico no PJU. Se esses forem substituídos por analistas em pouco tempo pode-se acabar com a disfunção.

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    Mensagem por wilsoncartorio Dom 14 Dez 2014, 12:47 pm

    Dependeria de alguns fatores. Se o oficial de gabinete tiver o ensino médio e receber uma cj2, não vejo problema, pois a cj2 supre e poderia o servidor com ensino médio "elaborar a sentença". Parece que o judiciário tem entendido que não existe desvio de função quando se tem uma fc ou cj.

    O que acontece é que a realidade mostra que os técnicos fazem as mesmas tarefas dos analistas. Pelo menos é o que percebo, o que é dito notoriamente na internet e o que mostrou as reclamações dos técnicos em 2006, e perdura até hoje.

    Mas como expliquei. É apenas uma opinião que precisa ser debatida na carreira.

    sandman_br escreveu:
    wilsoncartorio escreveu:Então que os oficiais de gabinete coloquem essa questão para o debate de carreira. Foi exatamente isso que eu coloquei para os técnicos em 2006, que reclamaram que o pcs aumentava nominalmente o fosso salarial. Não pode é ser contra o pcs por causa do aumento do fosso salarial. E aí os técnicos "acordaram para a vida" e a plenária de manaus aprovou a diminuição do fosso salarial para 3k.

    A remuneração é pela complexidade do trabalho e não pelo nível de escolaridade na investidura do cargo. É apenas uma opinião.

    "TRF1/MG" Se o trabalho fosse remunerado somente pelo trabalho que a pessoa fizesse, e não como é hoje, exigência de escolaridade, tipo de concurso, etc, o Oficial de Gabinete que faz sentenças para o Juiz deveria receber próximo a um Juiz Federal, e não é o que ocorre.

    wilsoncartorio escreveu:Quando alguém faz concurso, tem a perspectiva de receber uma remuneração digna pelo trabalho que realiza. A cf/88 fala da isonomia, pois se temos trabalhos quase idênticos, não deveríamos ter remunerações tão díspares.

    Se um técnico judiciário faz o mesmo trabalho de um analista judiciário por que não aproximar o valor do salário do técnico ao do analista?

    Eu não lembro da legislação vincular o valor do salário ao nível de escolaridade, do tipo, ensino médio deve ganhar até mil reais e ensino superior até dois mil reais. Mas entendo que a remuneração é pelo trabalho e não pelo nível de escolaridade.

    Justiça, para mim, seria diminuir o fosso salarial entre técnico e analista, como proposto na plenária de manaus para 3k.

    Não é uma má compreensão do texto. É apenas uma opinião diferente para o debate de carreira.


    A complexidade das funções que o servidor deve exercer não são definidas em de acordo com escolaridade exigida pelo seu cargo?

    pode-se, por exemplo, exigir de um cargo cuja escolaridade seja apenas o segundo grau possa elaborar uma sentença?

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    Mensagem por sandman_br Dom 14 Dez 2014, 12:53 pm

    wilsoncartorio escreveu:Dependeria de alguns fatores. Se o oficial de gabinete tiver o ensino médio e receber uma cj2, não vejo problema, pois a cj2 supre e poderia o servidor com ensino médio "elaborar a sentença". Parece que o judiciário tem entendido que não existe desvio de função quando se tem uma fc ou cj.

    O que acontece é que a realidade mostra que os técnicos fazem as mesmas tarefas dos analistas. Pelo menos é o que percebo, o que é dito notoriamente na internet e o que mostrou as reclamações dos técnicos em 2006, e perdura até hoje.

    Mas como expliquei. É apenas uma opinião que precisa ser debatida na carreira.

    sandman_br escreveu:
    wilsoncartorio escreveu:Então que os oficiais de gabinete coloquem essa questão para o debate de carreira. Foi exatamente isso que eu coloquei para os técnicos em 2006, que reclamaram que o pcs aumentava nominalmente o fosso salarial. Não pode é ser contra o pcs por causa do aumento do fosso salarial. E aí os técnicos "acordaram para a vida" e a plenária de manaus aprovou a diminuição do fosso salarial para 3k.

    A remuneração é pela complexidade do trabalho e não pelo nível de escolaridade na investidura do cargo. É apenas uma opinião.

    "TRF1/MG" Se o trabalho fosse remunerado somente pelo trabalho que a pessoa fizesse, e não como é hoje, exigência de escolaridade, tipo de concurso, etc, o Oficial de Gabinete que faz sentenças para o Juiz deveria receber próximo a um Juiz Federal, e não é o que ocorre.

    wilsoncartorio escreveu:Quando alguém faz concurso, tem a perspectiva de receber uma remuneração digna pelo trabalho que realiza. A cf/88 fala da isonomia, pois se temos trabalhos quase idênticos, não deveríamos ter remunerações tão díspares.

    Se um técnico judiciário faz o mesmo trabalho de um analista judiciário por que não aproximar o valor do salário do técnico ao do analista?

    Eu não lembro da legislação vincular o valor do salário ao nível de escolaridade, do tipo, ensino médio deve ganhar até mil reais e ensino superior até dois mil reais. Mas entendo que a remuneração é pelo trabalho e não pelo nível de escolaridade.

    Justiça, para mim, seria diminuir o fosso salarial entre técnico e analista, como proposto na plenária de manaus para 3k.

    Não é uma má compreensão do texto. É apenas uma opinião diferente para o debate de carreira.


    A complexidade das funções que o servidor deve exercer não são definidas em de acordo com escolaridade exigida pelo seu cargo?

    pode-se, por exemplo, exigir de um cargo cuja escolaridade seja apenas o segundo grau possa elaborar uma sentença?


    Nesse caso não é disfunção, não se enquadra no caso de um técnico fazendo trabalho de analista.

    Pra ocupar uma CJ não precisa nem mesmo ser servidor.
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    Mensagem por wilsoncartorio Dom 14 Dez 2014, 12:54 pm

    A cf/88 não proíbe que técnicos ganhem com diferença de 3k de remuneração. Ela também não proíbe a sobreposição de tabelas, pois já tivemos isso antes. Acho a sobreposição de tabelas bem factível.

    Entendo que no momento da promoção/progressão ao 1º nível da sobreposição na tabela se dê para o técnico judiciário apenas que tenha nível superior.

    Mas é um debate bastante frutífero a ser tratado na carreira.

    SPY escreveu:Para quem é técnico, ou seja qual for a carreira,e achar que ganha pouco, ou menos, em comparação com as outras, a Constituição Federal dá o recado:

    - a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    Então, é só ir ao encontro dos livros, estudar bastante e ter capacidade de passar no concurso e ganhar mais. Simples assim.

    Lógico que um trem da alegria, se aprovado ao arrepio da Carta Magna, é muito mais cômodo.
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    Mensagem por jornalista Dom 14 Dez 2014, 12:57 pm

    Eu sou um dos defensores do desinchaço do judiciário. Não sei se vcs sabem, mas o cjf quer cruar duas varas de conciliação em cada capital. Ora SP tem 10 milhões de habitantes e Manaus 2 milhões. Como criar mais varas e ainda por cuma com essa desproporcionalidade? O PJU precisa de valorização(salário igual às melhores carreiras, principalmente) e gestão. A gestão é tão equivocada que querem inflar o Poder e criar vagas onde não é necessário (tem estudo do cjf em andamento). Se tiver algum colega do cjf por aqui, poderia contribuir tentando levar nossas ideias aos gestores. O modelo de reunir os presidentes dos trfs no conselho tem se mostrado ineficiente e insuficiente. Nós servidores deveríamos ter um forum em que peli menos pudéssemos questionar o que vem sendo imposto goela abaixo. Enquanto isso, a carreira incha.
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    Mensagem por wilsoncartorio Dom 14 Dez 2014, 1:04 pm

    Cara, acredite. A gd foi proposta pelo stf e recusada pelos servidores. O próprio pedrão já esclareceu isso. E ainda achei outras coisas na internet sobre essa questão, inclusive que foi rejeitada pela categoria em 15 e 16/8/2009. É bem pertinente a matéria da revista do sisejufe que conta um pouco da história dessa reunião ampliada deliberativa.

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    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link] (página 10)

    Resoluções da Reunião Ampliada Deliberativa da Fenajufe

    Data: 15 e 16/8/2009
    Horário: 10 horas
    Local: auditório do Hotel Nacional - Brasília
    Entidades Inscritas: Sinjef/AC, Sitra/AM-RR, Sinjeam/AM, Sindjus/AL, Sindjufe/BA, Sintrajufe/CE, Sinje/CE, Sindissétima/CE, Sindjus/DF, Sinpojufes/ES, Sinjufego/GO, Sintrajufe/MA, Sindijufe/MT, Sitraemg/MG, Sindjufe/MS, Sindjuf/PB, Sindjuf/PA-AP, Sintrajuf/PE, Sintrajufe/PI, Sinjuspar/PR, Sinjutra/PR, Sisejufe/RJ, Sintrajurn/RN, Sinsjustra/RO-AC, Sindjero/RO, Sintrajufe/RS, Sindiquinze/SP, Sintrajud/SP, Sintrajusc/SC, Sindjufe/TO.

    1. Plano de Carreira

    Garantir a revisão salarial e a continuidade do debate sobre a carreira.
    Rechaçar a proposta dos Diretores Gerais, em especial a gratificação de desempenho, pois vincula avaliação ao salário e quebra a paridade entre ativos e aposentados.

    surprise2 Aqui está a matéria do pedrão surprise2

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Sindijufe/MT esclarece sobre a recusa da Gratificação de Desempenho

    Ao lado de reconhecer o Movimento Pró-Subsídio como um Movimento legítimo dentro da Categoria, o SINDIJUFE-MT tem uma posição de apoio ao PL original aprovado na CTASP, isto aprovado em Assembleia do SINDIJUFE-MT e agora colocado em nova Assembleia que recusou o plebiscito sobre modelo remuneratório, mantendo, portanto uma defesa contra o modelo remuneratório em parcela única.

    Em 2009 realmente foi apresentado através dos Diretores Gerais (e não do Gilmar Mendes e nem pelo STF) uma tabela com Gratificação de Desempenho.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    A Comissão Interdisciplinar apresentou uma outra, também com gratificações que correspondiam a mais de 2/3 do remuneração, com 110% da GAJ sobre o maior vencimento básico do cargo do Servidor e mais 35% de Gratificação de Representação para todos sobre o vencimento básico do Servidor.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Ou seja, tanto uma como a outra eram ruins, sendo que a GD era a pior das duas.

    Em Mato Grosso, a Assembleia Geral Extraordinária recusou a tabela com Gratificação de Desempenho porque eliminava a paridade entre ativos e aposentados, essencialmente, além de que a Gratificação de Desempenho seria a mola mestra propulsora do assédio moral.

    Também recusamos a proposta da Comissão Interdisciplinar e na época travamos um duro embate contra Roberto Policarpo que representava o SINDJUS-DF na Comissão Interdisciplinar (mas também era coordenador geral da FENAJUFE e portanto...) e contra Ramiro Lopes (que representava a FENAJUFE na Comissão Interdisciplinar e era coordenador geral da FENAJUFE), que votaram sem o consentimento da Categoria na Comissão Interdisciplinar.

    Na época havia uma decisão de Plenária que qualquer proposta a ser votada na Comissão Interdisciplinar teria que trazer para uma Ampliada antes dos representantes da FENAJUFE na Comissão Interdisciplinar votarem.

    Não foi o que ocorreu e os representantes da FENAJUFE não trouxeram as propostas de votação para as Ampliadas. Trouxeram o projeto pronto da Comissão Interdisciplinar. Na época foram taxados de traidores da Categoria durante os debates, por vários companheiros e companheiras.

    Insistíamos que havia um trabalho profundo sobre Plano de Carreira e que deveríamos defender o que a Categoria havia decidido lá atrás: lutar por um Plano de Carreira e não tabelão. A Plenária da FENAJUFE em Manaus havia aprovada esta pauta de Plano de Carreira.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Todos os Sindicatos ligados ao LUTA FENAJUFE, na época recusaram tanto a proposta dos Diretores Gerais (Gratificação de Desempenho) como a proposta da Comissão Interdisciplinar.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    No entanto, na Ampliada da FENAJUFE os Sindicatos ligados ao LUTA FENAJUFE foram derrotados e o Plano de Carreira foi abandonado por Policarpo e o grupo que mandava (e manda) na FENAJUFE e só nos restou o tabelão (80% de aumento), que era uma tabela superior à apresentada pelos Diretores Gerais.

    Na época, é bom avivar as brasas do passado, o grupo majoritário da FENAJUFE jogou na lata do lixo o Plano de Carreira, e a defesa foi que não dava tempo para discutir o Plano de Carreira e tínhamos que discutir só tabela naquele momento.

    Bem isto, foi em 2009 e estamos em 2011 e ficamos sem o Plano de Carreira e até hoje estamos sem tabela.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Entretanto, as prioridades e a tabela aprovadas na Ampliada tinham os seguintes parâmetros (recordando):

    "Na última Reunião Ampliada de FENAJUFE ficou deliberado, com a presença de 30 (trinta) Sindicatos do Judiciário Federal que lutaremos pela tabela que a FENAJUFE projetou e as seguintes reivindicações:

    a) Garantir a revisão salarial e a continuidade do debate sobre a carreira.

    b) Rechaçar a proposta dos Diretores Gerais, em especial a gratificação de desempenho, pois vincula avaliação ao salário e quebra a paridade entre ativos e aposentados.

    c) Defesa da paridade.

    d) Diminuir a diferença salarial atual entre os cargos [auxiliares, técnicos e analistas], tendo como parâmetro a tabela da Fenajufe.

    e) Priorizar o incremento do vencimento básico em relação a gratificações.

    f) Manter o pagamento da GAS e da GAE, inclusive cumulativamente com a GR, se a mesma for criada.

    g) Questionar o aumento dos CJs.

    h) Defender a composição paritária do Conselho Consultivo, explicitar atribuições que garantam o estudo e a elaboração de propostas para qualificar a carreira e garantir na lei prazo para sua implantação.

    i) Reenquadramento dos auxiliares judiciários.

    j) Criação dos cargos de Oficial de Justiça, Agente de Segurança e Inspetor de Segurança.

    l) Rejeitar quaisquer propostas que tragam perda de direitos.

    m) Convocação de nova Reunião Ampliada da Fenajufe, imediatamente após novo posicionamento dos Tribunais sobre o projeto, bem como envio imediato do mesmo ao Congresso Nacional.

    n) Independentemente do encaminhamento de projeto salarial, que os sindicatos divulguem e aprofundem o debate na base sobre a proposta de carreira da Fenajufe, e que no Congresso Nacional de Fortaleza atualizemos o debate e a proposta de Plano de Carreira, e sejam definidos os encaminhamentos necessários.

    Esta será a nova Luta para que se aprove uma nova tabela salarial até julho de 2010, teto de R$ 8.000,00 para os Auxiliares, teto de R$ 16.000,00 para os Técnicos e teto de 19.450,00 (80% do teto do Presidente do STF) para os Analistas".

    Como se vê, o maior valor da tabela era R$ 19.450,00 (ou 80% do teto do Presidente do STF) à época.

    Esta foi a tabela que Ampliada da FENAJUFE aprovou, com delegados eleitos, legitimamente, em 30 Sindicatos de todo o Brasil.

    A partir da decisão da Ampliada da FENAJUFE, o SINDIJUFE-MT passou então a apoiar, através, sempre de Assembleias, o novo tabelão com maior valor de R$ 19.450,00.

    E por que o SINDIJUFE-MT apoiou? Porque é assim que deve ser: apresentamos a proposta e fomos derrotados, imediatamente, passamos a defender o que Categoria Nacional decidiu. Isto se chama respeito às decisões da Categoria. Isto se chama democracia.

    Quanto à proposta apresentada pelos Diretores Gerais de Gratificação de Desempenho foi reprovada em cada Sindicato e na Ampliada, conjuntamente, por 30 Sindicatos, através de delegados e delegadas legitimamente eleitos. Motivações principais: aumento do assédio moral e fim da paridade entre ativos e inativos, pois a GD não iria para os aposentados.

    Analisando as tabelas, o valor final da tabela da FENAJUFE era ainda melhor que a dos Diretores Gerais (e não do Gilmar Mendes - O Gilmar nunca apresentou tabela de GD). Aliás, apresentou sim uma tabela, a tabela da Comissão Interdisciplinar com aumento de 80%, que depois passou para 56%.

    Valor final da tabela da FENAJUFE: R$ 19.450,00

    Valor final da tabela dos Diretores Gerais: R$ 18.437,14

    Nenhuma delas havia garantia de aprovação (como não há até hoje, os míseros 56%), nem por parte do Judiciário, Legislativo ou Executivo. Nem a tabela do subsídio.

    E o resto todo mundo sabe: tivemos vários fatores que vieram para o processo e acabou o CNJ intervindo, a criação da FRENTAS, a criação de um subteto de 75% para os Servidores em relação ao juiz substituto início de carreira e o projeto foi reduzido de 80% de aumento, caiu para 56%.

    O anteprojeto, depois de uma Greve Nacional, foi enviado para o Congresso Nacional e lá teve o número 6613/2009, no final de dezembro daquele ano.

    Na CTASP derrubamos o subteto e aprovamos o PL lá. Quando foi para a CFT, aí o caldo engrossou e vieram as emendas hoje de todos conhecidos.

    Foi neste momento que o Movimento Pró-Subsídio começou a aparecer de forma organizada e conseguiu a emenda do Reginaldo (PT) introduzindo o modelo remuneratório do subsídio.

    Também teve as emendas do Policarpo (PT, agora deputado federal), aumentando a GAJ e que depois foi retirada pelo próprio Policarpo porque ele assumiu a relatoria do PL 6613/2009.

    Como é conhecida também a traição que ocorreu na Categoria sobre o suposto acordo que nunca ocorreu e que desmobilizou por completo a Categoria no Brasil inteiro e ficamos até hoje, sem nenhum centavo de aumento, mesmo que em Mato Grosso tenhamos tido até agora 4 meses e 21 de Greve contando com a Paralisação do dia 25 de maio de 2011.

    Também fazendo um comparativo (é bom recordar) sobre a tabela da FENAJUFE e da emenda do subsídio, no maior valor da tabela:

    Tabela da FENAJUFE: R$ 19.450,00

    Tabela do SUBSÍDIO: R$ 18.478,45

    Em relação à "boa vontade" do Gilmar. Gilmar nunca teve boa vontade para nada com relação à nossa Categoria. Só levou um projeto (mesmo que rebaixado) para o Congresso á custa de uma Greve e de muita pressão.

    Que ninguém se iluda: Gilmar, Peluso, José de Alencar, Lula, Dilma, Temer, Paulo Bernardo, Mirian, Sarney, Policarpo, Reginaldo é tudo farinha do mesmo saco e inimigos da Classe Trabalhadora. Os últimos dez, representam (no caso do José, não representa mais) o governo e são o governo em carne, osso e espírito. Já os dois primeiros não são do governo, mas fazem o jogo do governo, permanecendo na imobilidade completa, sendo um nomeado pelo FHC e o outro pelo LULA.

    Só a resistência dos próprios Trabalhadores é que consegue arrancar (e não ganhar) qualquer tipo de aumento salarial ou recomposição, melhoria de qualidade de vida, melhoria nas relações de Trabalho.

    Achar que o Gilmar iria "dar" a tabela dos diretores é quase um delírio, como diria aquele nosso inimigo de Classe, o Paulo Bernardo.

    Sobre consultar a Categoria, abrimos o debate e deliberamos contra o subsídio há alguns anos e agora a Assembleia recusou a fazer um Plebiscito sobre o modelo remuneratório, mantendo, portanto, a decisão anterior de ser contra o modelo remuneratório em parcela única (subsídio).

    Não foi a direção do SINDIJUFE-MT que decidiu: foi a Categoria, em Assembleia.

    Ou vão querer que a Direção Colegiada do SINDIJUFE-MT passe por cima da decisão de duas Assembleias e faça um plebiscito? Isto é democracia? Isto é a lógica?

    Ou democracia vale somente quando a gente ganha. Quando a gente perde é coisa de ditatura?

    Democracia é para os momentos em que ganhamos, mas principalmente para os momentos em que perdemos e, humildemente, nos rendemos à decisão da maioria.

    Se na Assembleia passada fosse aprovado um Plebiscito e no Plebiscito fosse vencedor o subsídio, a Direção Colegiada do SINDIJUFE-MT imediatamente passaria a apoiar e defender o subsídio, mas não foi o que ocorreu.

    Nossa Categoria em Mato Grosso, numa Assembleia que estiveram presentes mais de 80 pessoas, decidiu que não fará Plebiscito e, portanto, mantém a decisão anterior.

    E não nos peçam para retirar direitos da própria Categoria. Deixemos para que o Governo, o Judiciário ou o Legislativo, e os empresários e a mídia, nossos inimigos de Classe a fazerem este Trabalho.

    Vamos lutar para que todos tenham a revisão salarial e lutar para a aprovação do PL 6613/2009 como aprovado na CTASP.

    Finalizando, reconhecemos o trabalho do Movimento Pró-Subsídio, e reconhecemos que o subsídio tem os seus méritos, reconhecemos que estão exigindo mais democracia, que se ouçam mais os companheiros do interior, que melhoremos os mecanismos de votação, mas exigir que retiremos direitos da Categoria, não podemos fazê-lo em nenhuma hipótese.

    surprise2 Aqui termina a matéria do pedrão surprise2

    C.S.A escreveu:Bingo. Eis aqui a verdadeira versão do ocorrido em 2009. É triste ver alguns desavisados comentarem algo, e com o tom de crítica, que eles não conhecem. Valeu Aroldo.

    Aroldo Rique escreveu:A GD não foi "rejeitada" pela categoria.

    (...)

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    Mensagem por SPY Dom 14 Dez 2014, 1:08 pm

    [quote="wilsoncartorio"]A cf/88 não proíbe que técnicos ganhem com diferença de 3k de remuneração. Ela também não proíbe a sobreposição de tabelas, pois já tivemos isso antes. Acho a sobreposição de tabelas bem factível.

    E por que os capacitados técnicos, detentores de diploma de nível superior, em vez de esperar essa sobreposição de tabelas, não comprovam sua capacidade logrando a aprovação num certame público para analista?

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    Mensagem por SPY Dom 14 Dez 2014, 1:10 pm

    [quote="wilsoncartorio"]A cf/88 não proíbe que técnicos ganhem com diferença de 3k de remuneração. Ela também não proíbe a sobreposição de tabelas, pois já tivemos isso antes. Acho a sobreposição de tabelas bem factível.

    E por que os capacitados técnicos, detentores de diploma de nível superior, em vez de esperar essa sobreposição de tabelas, não comprovam sua capacidade logrando a aprovação num certame público para analista?

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    Mensagem por wilsoncartorio Dom 14 Dez 2014, 1:20 pm

    Acho que você não entendeu o que coloquei. O foco é a injustiça, mas vou tentar resumir.

    1) Os técnicos judiciários, quando da votação do pcs em 2006, reclamaram que o fosso salarial para o analista judiciário aumentou muito, nominalmente. E que não era justo pois desempenhavam as mesmas tarefas.
    2) Eu contra-argumentei dizendo que temos que aprovar o pcs, da forma que foi para o congresso nacional, e tratar da redução do fosso salarial no debate de carreira.
    3) Em 2007, a fenajufe, no congresso de gramado/rs, deliberou que as entidades sindicais fizessem o debate de carreira. Vários sindicatos fizeram o seu "dever de casa".
    4) Em 2009, na plenária de manaus, quando do "quase" fechamento do debate de carreira, foi aprovada a diminuição do fosso salarial entre técnico e analista para cerca de 3k, com sobreposição de tabelas, sobreposição esta que já existiu na carreira, não havendo impedimentos.

    Se há sobreposição de tabelas, é claro que tem progressão e promoção. O que se trata aqui é da injustiça.

    E se as pessoas não concordarem, apenas expressei uma opinião de que a progressão e promoção no 1º nível da sobreposição se dê apenas para os técnicos com nível superior.

    Mas continuo achando que é um bom debate para ser tratado na carreira.

    SPY escreveu:
    wilsoncartorio escreveu:A cf/88 não proíbe que técnicos ganhem com diferença de 3k de remuneração. Ela também não proíbe a sobreposição de tabelas, pois já tivemos isso antes. Acho a sobreposição de tabelas bem factível.
    E por que os capacitados técnicos, detentores de diploma de nível superior, em vez de esperar essa sobreposição de tabelas, não comprovam sua capacidade logrando a aprovação num certame público para analista?

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    Mensagem por SPY Dom 14 Dez 2014, 1:27 pm

    Olha, vc falou falou e nao respondeu o que eu disse.

    Se há alguma injustiça em TA desempenhar atividade AJ, não é melhor exonerar/pedir vacância e passar pra AJ?

    E, se por razões alhures, não puder exonerar, basta se recusar a desempenhar atividades estranhas às atribuições inerentes de seu cargo.

    E a Administração que se vire em prover mais cargos de analistas, na conformidade em que os cargos de TA forem vagando.

    Simples, assim.


    Daqui a pouco vai ter analista argumentando então que deve ser reduzido o grand kanyon entre seus vencimentos e o contracheque dos magistrados. Tipo, inicial de analista 25 mil.

    Ae os TA vão querer o inicial pra 20 mil. Isso?

    Pelamor...
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    Mensagem por Convidado Dom 14 Dez 2014, 1:39 pm

    wilsoncartorio escreveu:Acho que você não entendeu o que coloquei. O foco é a injustiça, mas vou tentar resumir.

    1) Os técnicos judiciários, quando da votação do pcs em 2006, reclamaram que o fosso salarial para o analista judiciário aumentou muito, nominalmente. E que não era justo pois desempenhavam as mesmas tarefas.
    2) Eu contra-argumentei dizendo que temos que aprovar o pcs, da forma que foi para o congresso nacional, e tratar da redução do fosso salarial no debate de carreira.
    3) Em 2007, a fenajufe, no congresso de gramado/rs, deliberou que as entidades sindicais fizessem o debate de carreira. Vários sindicatos fizeram o seu "dever de casa".
    4) Em 2009, na plenária de manaus, quando do "quase" fechamento do debate de carreira, foi aprovada a diminuição do fosso salarial entre técnico e analista para cerca de 3k, com sobreposição de tabelas, sobreposição esta que já existiu na carreira, não havendo impedimentos.

    Se há sobreposição de tabelas, é claro que tem progressão e promoção. O que se trata aqui é da injustiça.

    E se as pessoas não concordarem, apenas expressei uma opinião de que a progressão e promoção no 1º nível da sobreposição se dê apenas para os técnicos com nível superior.

    Mas continuo achando que é um bom debate para ser tratado na carreira.

    SPY escreveu:
    wilsoncartorio escreveu:A cf/88 não proíbe que técnicos ganhem com diferença de 3k de remuneração. Ela também não proíbe a sobreposição de tabelas, pois já tivemos isso antes. Acho a sobreposição de tabelas bem factível.
    E por que os capacitados técnicos, detentores de diploma de nível superior, em vez de esperar essa sobreposição de tabelas, não comprovam sua capacidade logrando a aprovação num certame público para analista?

    Todo o ano sai concurso pra analista pra JE, JM, JF, JT, TST, STM,STF, STJ, CNJ....

    Não é mais desafiador encarar os livros? Ou será mais difícil?

    Esse aqui é o tópico pra vc ser feliz: http://www.pcsja.org/t830p200-tecnico-com-nivel-superior

    Abraço.
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    Mensagem por wilsoncartorio Dom 14 Dez 2014, 1:41 pm

    Se os analistas trouxerem esses argumentos, esse debate também pode existir na carreira. Nenhum mal nisso. Debater é sempre salutar.

    Foi como falei. Não é uma questão de facilidade e sim de injustiça, que foi trazida pelos técnicos. Eu não sou contra a sobreposição de tabelas, pois ela já existiu. É só voltar com ela. Que mal há nisso?

    Reitero que acho pertinente este debate para ser tratado na carreira.

    SPY escreveu:Olha, vc falou falou e nao respondeu o que eu disse.

    Se há alguma injustiça em TA desempenhar atividade AJ, não é melhor exonerar/pedir vacância e passar pra AJ?

    E, se por razões alhures, não puder exonerar, basta se recusar a desempenhar atividades estranhas às atribuições inerentes de seu cargo.

    E a Administração que se vire em prover mais cargos de analistas, na conformidade em que os cargos de TA forem vagando.

    Simples, assim.

    Daqui a pouco vai ter analista argumentando então que deve ser reduzido o grand kanyon entre seus vencimentos e o contracheque dos magistrados. Tipo, inicial de analista 25 mil.

    Ae os TA vão querer o inicial pra 20 mil. Isso?

    Pelamor...
    wilsoncartorio escreveu:
    Acho que você não entendeu o que coloquei. O foco é a injustiça, mas vou tentar resumir.

    1) Os técnicos judiciários, quando da votação do pcs em 2006, reclamaram que o fosso salarial para o analista judiciário aumentou muito, nominalmente. E que não era justo pois desempenhavam as mesmas tarefas.
    2) Eu contra-argumentei dizendo que temos que aprovar o pcs, da forma que foi para o congresso nacional, e tratar da redução do fosso salarial no debate de carreira.
    3) Em 2007, a fenajufe, no congresso de gramado/rs, deliberou que as entidades sindicais fizessem o debate de carreira. Vários sindicatos fizeram o seu "dever de casa".
    4) Em 2009, na plenária de manaus, quando do "quase" fechamento do debate de carreira, foi aprovada a diminuição do fosso salarial entre técnico e analista para cerca de 3k, com sobreposição de tabelas, sobreposição esta que já existiu na carreira, não havendo impedimentos.

    Se há sobreposição de tabelas, é claro que tem progressão e promoção. O que se trata aqui é da injustiça.

    E se as pessoas não concordarem, apenas expressei uma opinião de que a progressão e promoção no 1º nível da sobreposição se dê apenas para os técnicos com nível superior.

    Mas continuo achando que é um bom debate para ser tratado na carreira.

    wilsoncartorio escreveu:A cf/88 não proíbe que técnicos ganhem com diferença de 3k de remuneração. Ela também não proíbe a sobreposição de tabelas, pois já tivemos isso antes. Acho a sobreposição de tabelas bem factível.

    "SPY"=E por que os capacitados técnicos, detentores de diploma de nível superior, em vez de esperar essa sobreposição de tabelas, não comprovam sua capacidade logrando a aprovação num certame público para analista?

    Todo o ano sai concurso pra analista pra JE, JM, JF, JT, TST, STM,STF, STJ, CNJ....

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    Mensagem por francamente Dom 14 Dez 2014, 1:46 pm

    wilsoncartorio escreveu:Acho que você não entendeu o que coloquei. O foco é a injustiça, mas vou tentar resumir.

    1) Os técnicos judiciários, quando da votação do pcs em 2006, reclamaram que o fosso salarial para o analista judiciário aumentou muito, nominalmente. E que não era justo pois desempenhavam as mesmas tarefas.
    2) Eu contra-argumentei dizendo que temos que aprovar o pcs, da forma que foi para o congresso nacional, e tratar da redução do fosso salarial no debate de carreira.
    3) Em 2007, a fenajufe, no congresso de gramado/rs, deliberou que as entidades sindicais fizessem o debate de carreira. Vários sindicatos fizeram o seu "dever de casa".
    4) Em 2009, na plenária de manaus, quando do "quase" fechamento do debate de carreira, foi aprovada a diminuição do fosso salarial entre técnico e analista para cerca de 3k, com sobreposição de tabelas, sobreposição esta que já existiu na carreira, não havendo impedimentos.

    Se há sobreposição de tabelas, é claro que tem progressão e promoção. O que se trata aqui é da injustiça.

    E se as pessoas não concordarem, apenas expressei uma opinião de que a progressão e promoção no 1º nível da sobreposição se dê apenas para os técnicos com nível superior.

    Mas continuo achando que é um bom debate para ser tratado na carreira.

    SPY escreveu:
    wilsoncartorio escreveu:A cf/88 não proíbe que técnicos ganhem com diferença de 3k de remuneração. Ela também não proíbe a sobreposição de tabelas, pois já tivemos isso antes. Acho a sobreposição de tabelas bem factível.
    E por que os capacitados técnicos, detentores de diploma de nível superior, em vez de esperar essa sobreposição de tabelas, não comprovam sua capacidade logrando a aprovação num certame público para analista?

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    não concordo. acredito que os técnicos não devem debater essa questão com os analistas. devem brigar por isso na justiça e nos sindicatos, que aliás deveriam ser separados o quanto antes. a carreira única deve acabar. os técnicos são maioria e tem força pra buscar seus legítimos interesses sozinhos. essa união só beneficia os analistas para terem maioria e força pra negociar. esse papo de concuso é balela. se um medico faz concuso de técnico em saúde, ele perde seus privilégios de médico, mas se o hospital resolver botar o cara pra trabalhar como médico, deve pagar salário de médico. não é assim no direito trabalhista? o pcs já foi aprovado. não precisamos mais ser amiguinhos de mentirinha. ou isso, ou cargo único!
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    Mensagem por wilsoncartorio Dom 14 Dez 2014, 1:49 pm

    Ser feliz? Me lembrou a propaganda na televisão "pra ser feliz". rs

    Eu ainda não acessei este tópico pois não percebo a necessidade de se mudar o nível de escolaridade na investidura do cargo técnico judiciário. Este é mais um debate a ser tratado na carreira. Não sou contra a mudança.

    E, mesmo que mudássemos o nível de escolaridade na investidura do cargo, não mudaria o fosso salarial e os técnicos continuariam desempenhando as mesmas tarefas dos analistas.

    Prefiro a solução de uma carreira com a sobreposição de tabelas, como era antes. Muito mais simples e não faz mal a ninguém.

    Del Piero escreveu:
    wilsoncartorio escreveu:Acho que você não entendeu o que coloquei. O foco é a injustiça, mas vou tentar resumir.

    1) Os técnicos judiciários, quando da votação do pcs em 2006, reclamaram que o fosso salarial para o analista judiciário aumentou muito, nominalmente. E que não era justo pois desempenhavam as mesmas tarefas.
    2) Eu contra-argumentei dizendo que temos que aprovar o pcs, da forma que foi para o congresso nacional, e tratar da redução do fosso salarial no debate de carreira.
    3) Em 2007, a fenajufe, no congresso de gramado/rs, deliberou que as entidades sindicais fizessem o debate de carreira. Vários sindicatos fizeram o seu "dever de casa".
    4) Em 2009, na plenária de manaus, quando do "quase" fechamento do debate de carreira, foi aprovada a diminuição do fosso salarial entre técnico e analista para cerca de 3k, com sobreposição de tabelas, sobreposição esta que já existiu na carreira, não havendo impedimentos.

    Se há sobreposição de tabelas, é claro que tem progressão e promoção. O que se trata aqui é da injustiça.

    E se as pessoas não concordarem, apenas expressei uma opinião de que a progressão e promoção no 1º nível da sobreposição se dê apenas para os técnicos com nível superior.

    Mas continuo achando que é um bom debate para ser tratado na carreira.

    wilsoncartorio escreveu:A cf/88 não proíbe que técnicos ganhem com diferença de 3k de remuneração. Ela também não proíbe a sobreposição de tabelas, pois já tivemos isso antes. Acho a sobreposição de tabelas bem factível.
    "SPY=E por que os capacitados técnicos, detentores de diploma de nível superior, em vez de esperar essa sobreposição de tabelas, não comprovam sua capacidade logrando a aprovação num certame público para analista?

    Todo o ano sai concurso pra analista pra JE, JM, JF, JT, TST, STM,STF, STJ, CNJ....

    Não é mais desafiador encarar os livros? Ou será mais difícil?

    Esse aqui é o tópico pra vc ser feliz: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Abraço.
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    Mensagem por Convidado Dom 14 Dez 2014, 1:49 pm

    Conversa fiada de que todo mundo faz as mesma tarefas... deixa de ser safado...

    Vai dizer que tem técnico assinando balanço contábil, atendendo como médico, atendendo como dentista?

    Esse Wilsoncartório é só contando aqui uma mentira atrás da outra..
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    Mensagem por sonhador Dom 14 Dez 2014, 1:51 pm

    Até se prove o contrário não temos reajuste nenhum ainda. Nenhum. Vocês falam como se já fosse favas contadas. Outra coisa: plano de cargos e salários (situação coletiva) não tem nada a ver com fulano ou beltrano passar em concurso público (situação individual). Não tem nada a ver o c... com as calças. Mas o que me espanta é essa certeza toda que vocês parecem ter sobre a reposição salarial. Um pouquinho de cautela, senhores. Se realmente houver essa reposição, aí podemos ver outras questões, mas antes é confiança demais em pessoas físicas e jurídicas que já nos deixaram na mão muitas vezes.


    Última edição por sonhador em Dom 14 Dez 2014, 1:54 pm, editado 2 vez(es)
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    Tópico Geral - Página 25 Empty Cargo único

    Mensagem por wilsoncartorio Dom 14 Dez 2014, 1:52 pm

    O cargo único é interessante. Mas temos que entender aspectos da carreira como macrocargo e microcargo, para saber se há necessidade do cargo único. Pelos debates que vi, não percebo a necessidade.

    Mais um debate a ser tratado na carreira. rs

    francamente escreveu:
    wilsoncartorio escreveu:Acho que você não entendeu o que coloquei. O foco é a injustiça, mas vou tentar resumir.

    1) Os técnicos judiciários, quando da votação do pcs em 2006, reclamaram que o fosso salarial para o analista judiciário aumentou muito, nominalmente. E que não era justo pois desempenhavam as mesmas tarefas.
    2) Eu contra-argumentei dizendo que temos que aprovar o pcs, da forma que foi para o congresso nacional, e tratar da redução do fosso salarial no debate de carreira.
    3) Em 2007, a fenajufe, no congresso de gramado/rs, deliberou que as entidades sindicais fizessem o debate de carreira. Vários sindicatos fizeram o seu "dever de casa".
    4) Em 2009, na plenária de manaus, quando do "quase" fechamento do debate de carreira, foi aprovada a diminuição do fosso salarial entre técnico e analista para cerca de 3k, com sobreposição de tabelas, sobreposição esta que já existiu na carreira, não havendo impedimentos.

    Se há sobreposição de tabelas, é claro que tem progressão e promoção. O que se trata aqui é da injustiça.

    E se as pessoas não concordarem, apenas expressei uma opinião de que a progressão e promoção no 1º nível da sobreposição se dê apenas para os técnicos com nível superior.

    Mas continuo achando que é um bom debate para ser tratado na carreira.

    SPY escreveu:
    wilsoncartorio escreveu:A cf/88 não proíbe que técnicos ganhem com diferença de 3k de remuneração. Ela também não proíbe a sobreposição de tabelas, pois já tivemos isso antes. Acho a sobreposição de tabelas bem factível.
    E por que os capacitados técnicos, detentores de diploma de nível superior, em vez de esperar essa sobreposição de tabelas, não comprovam sua capacidade logrando a aprovação num certame público para analista?

    Todo o ano sai concurso pra analista pra JE, JM, JF, JT, TST, STM,STF, STJ, CNJ....

    Não é mais desafiador encarar os livros? Ou será mais difícil?


    não concordo. acredito que os técnicos não devem debater essa questão com os analistas. devem brigar por isso na justiça e nos sindicatos, que aliás deveriam ser separados o quanto antes. a carreira única deve acabar. os técnicos são maioria e tem força pra buscar seus legítimos interesses sozinhos. essa união só beneficia os analistas para terem maioria e força pra negociar. esse papo de concuso é balela. se um medico faz concuso de técnico em saúde, ele perde seus privilégios de médico, mas se o hospital resolver botar o cara pra trabalhar como médico, deve pagar salário de médico. não é assim no direito trabalhista? o pcs já foi aprovado. não precisamos mais ser amiguinhos de mentirinha. ou isso, ou cargo único!

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