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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 3 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 12:59 pm

    corujito escreveu:
    Desculpa caro boateiro, mas quem trabalha embaixo das mesas, na altura das bolas dos outros, mexendo em cabos e fios, é o analista de TI.
    Abração.

    corujito escreveu:
    Denovo?? escreveu:Analista assessora o magistrado na função fim do Tribunal.. dizer o direito.
    Analista de TI faz o que mesmo? Assessoria o Tribunal na função de informática?
    Analista de TI deveria ser terceirizado...
    Sorry...
    PS: não gosto de banana



    Ou seja, o grande trunfo do AJAJ é ficar mais perto das bolas do togadaço

    Parabéns!

    Riariariariaria

    Tenho que admitir que essa foi uma boa zueira!

    Mas diga aí, como você chama o seu togadão?

    Doutor?
    Doutorzinho?
    Doutorzão?
    Doutorzaço?
    Meu Rei?
    Roludão?

    "Denovo??" - "Doutor, posso ser o ativo hoje?"
    "Doutor Mutumbo" - "Isto é ascensão funcional! Faça concurso e quem sabe vc terá AJAJ tão eficientes como vc"


    Última edição por darkshi em Seg 30 Mar 2015, 1:09 pm, editado 1 vez(es)
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 3 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por corujito Seg 30 Mar 2015, 1:00 pm

    Eu já falei a solução para p PJe deslanchar.

    Dar FC-6 para todos os AJAJ FICAREM EM CASA para não atrapalharem a TI.

    Já gastei foimais de mês para convencer AJAJ de que não faz sentido imprimir guia de deslocamento com assinaturas de remetente destinatário para processo eletrônico.
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    Mensagem por Convidado Seg 30 Mar 2015, 1:03 pm

    corujito escreveu:E AJAJ também pode ser terceirizado.

    O que vale é a decisão do juiz, é o exercício da jurisdição. Se o juiz decide com apoio do AJAJ, do requisitado, do cachorro, não muda nada.

    O único analista que realmente tem uma atribuição é o Oficial de Justiça Avaliador Federal.

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

    Já TI, limpeza, segurança, transporte SÃO ATIVIDADES MEIO, e podem e devem ser terceirzadas. Se quiser eu posso colocar aqui a regulamentação. É so vc pedir.
    Denovo??
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 3 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por Denovo?? Seg 30 Mar 2015, 1:04 pm

    Raivinha?
    Isso é a tua tal "projeção" que tu falou lá atrás?
    Passar teu comportamento para os outros?
    KKKK

    Ah sim, almoce logo que preciso que você ajeite o mouse e o teclado aqui.

    darkshi escreveu:
    corujito escreveu:
    Desculpa caro boateiro, mas quem trabalha embaixo das mesas, na altura das bolas dos outros, mexendo em cabos e fios, é o analista de TI.
    Abração.

    corujito escreveu:

    Ou seja, o grande trunfo do AJAJ é ficar mais perto das bolas do togadaço

    Parabéns!

    Riariariariaria

    Tenho que admitir que essa foi uma boa zueira!

    Mas diga aí, como você chama o seu togadão?

    Doutor?
    Doutorzinho?
    Doutorzão?
    Doutorzaço?
    Meu Rei?
    Roludão?

    "Denovo??" - "Doutor, posso ser o ativo hoje?"
    "Doutro" - "Isto é ascensão funcional! Faça concurso e quem sabe vc terá AJAJ tão eficientes como vc"
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    Mensagem por Denovo?? Seg 30 Mar 2015, 1:06 pm

    Puff... to com uma execução fiscal aqui de mais de 500 milhões do grupo econômico Votorantim...
    Grande mer.......
    To esperando vc ajeitar o mouse ainda.. tá suuuuper difícil usar o pc

    darkshi escreveu:
    Denovo?? escreveu:Desculpa caro boateiro, mas quem trabalha embaixo das mesas, na altura das bolas dos outros, mexendo em cabos e fios, é o analista de TI.
    Abração.

    Este serviço foi terceirizado.
    Caro Analista que acha que o mundo do judiciário se limita ao serviço do AJAJ.

    Quer trocar de lugar? Tenho temos aqui um contrato de telecomunicações com o valor de 50 milhões? Só te telecomunicações. Que tal o de urna? Que sozinho deve valer mais que o orçamento do seu tribunal todo? Tá afim de colocar o teu cu na reta?

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    Mensagem por corujito Seg 30 Mar 2015, 1:09 pm

    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:E AJAJ também pode ser terceirizado.

    O que vale é a decisão do juiz, é o exercício da jurisdição. Se o juiz decide com apoio do AJAJ, do requisitado, do cachorro, não muda nada.

    O único analista que realmente tem uma atribuição é o Oficial de Justiça Avaliador Federal.

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

    Já TI, limpeza, segurança, transporte SÃO ATIVIDADES MEIO, e podem e devem ser terceirzadas. Se quiser eu posso colocar aqui a regulamentação. É so vc pedir.

    A natureza do noob ê noobar.

    A essência da zueira é exatamente no sentido de que AJAJ não exerce atividade fim, nem atividade sequer essencial à atividade fim.

    Se você não ZUEIRA
    Não deszueire os zueiros.
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    Mensagem por euvoltei Seg 30 Mar 2015, 1:10 pm

    Darkshi, complete a listagem abaixo...


    Carrerias sérias com tabelas Transpostas:

    1.
    2.
    3.

    .....
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    Mensagem por Convidado Seg 30 Mar 2015, 1:11 pm

    corujito escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:E AJAJ também pode ser terceirizado.

    O que vale é a decisão do juiz, é o exercício da jurisdição. Se o juiz decide com apoio do AJAJ, do requisitado, do cachorro, não muda nada.

    O único analista que realmente tem uma atribuição é o Oficial de Justiça Avaliador Federal.

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

    Já TI, limpeza, segurança, transporte SÃO ATIVIDADES MEIO, e podem e devem ser terceirzadas. Se quiser eu posso colocar aqui a regulamentação. É so vc pedir.

    A natureza do noob ê noobar.

    A essência da zueira é exatamente no sentido de que AJAJ não exerce atividade fim, nem atividade sequer essencial à atividade fim.

    Se você não ZUEIRA
    Não deszueire os zueiros.

    Depois dessa afirmação eu devo supor que vc é técnico, igual ao Observador de aves. Acertei?
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    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 1:11 pm

    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:E AJAJ também pode ser terceirizado.

    O que vale é a decisão do juiz, é o exercício da jurisdição. Se o juiz decide com apoio do AJAJ, do requisitado, do cachorro, não muda nada.

    O único analista que realmente tem uma atribuição é o Oficial de Justiça Avaliador Federal.

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

    Já TI, limpeza, segurança, transporte SÃO ATIVIDADES MEIO, e podem e devem ser terceirzadas. Se quiser eu posso colocar aqui a regulamentação. É so vc pedir.

    Areá fim de um tribunal é a atividade dos magistrados. O resto é suporte. Área meio.


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    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 1:14 pm

    Sou da equipe super secreta do TSE que fez a totalização das eleições. Mouse é com terceirizado.


    E ser fiscal de contrato é diferente de fazer execução fiscal.
    Primeiro pq a responsabilidade não é sua e sim do juiz que vai assinar. Já ser fiscal de contrato.... Faça mer... e o TCU irá comer teu rabo.



    Denovo?? escreveu:Puff... to com uma execução fiscal aqui de mais de 500 milhões do grupo econômico Votorantim...
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    darkshi escreveu:
    Denovo?? escreveu:Desculpa caro boateiro, mas quem trabalha embaixo das mesas, na altura das bolas dos outros, mexendo em cabos e fios, é o analista de TI.
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    Mensagem por Antonio Batai Seg 30 Mar 2015, 1:17 pm

    Vamos lá! Vamos propor outro plano de cargos e salários que nunca sairá do papel!
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    Mensagem por Convidado Seg 30 Mar 2015, 1:22 pm

    Hhahaha.. o nome do tópico começa com "construindo..."

    Briga de foice da poha!

    Tá serto!

    Acho que deviam terceirizar até juiz, já que é a Dilma que manda em tudo mesmo.
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    Mensagem por corujito Seg 30 Mar 2015, 2:22 pm

    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:E AJAJ também pode ser terceirizado.

    O que vale é a decisão do juiz, é o exercício da jurisdição. Se o juiz decide com apoio do AJAJ, do requisitado, do cachorro, não muda nada.

    O único analista que realmente tem uma atribuição é o Oficial de Justiça Avaliador Federal.

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

    Já TI, limpeza, segurança, transporte SÃO ATIVIDADES MEIO, e podem e devem ser terceirzadas. Se quiser eu posso colocar aqui a regulamentação. É so vc pedir.

    A natureza do noob ê noobar.

    A essência da zueira é exatamente no sentido de que AJAJ não exerce atividade fim, nem atividade sequer essencial à atividade fim.

    Se você não ZUEIRA
    Não deszueire os zueiros.

    Depois dessa afirmação eu devo supor que vc é técnico, igual ao Observador de aves. Acertei?

    Errou!
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    Mensagem por Convidado Seg 30 Mar 2015, 2:29 pm

    euvoltei escreveu:Darkshi, complete a listagem abaixo...


    Carrerias sérias com tabelas Transpostas:

    1.
    2.
    3.

    .....

    Relampago macqueen, a transposição é admitida e recomendada
    Na teoria de Gestão de Pessoas.

    So que o atraso mental dos administradores nao permotiu ainda esse entendimento.
    Rotular
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    Mensagem por corujito Seg 30 Mar 2015, 2:37 pm

    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:E AJAJ também pode ser terceirizado.

    O que vale é a decisão do juiz, é o exercício da jurisdição. Se o juiz decide com apoio do AJAJ, do requisitado, do cachorro, não muda nada.

    O único analista que realmente tem uma atribuição é o Oficial de Justiça Avaliador Federal.

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

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    O terror dos noobs voltou

    AJAJ não realiza atividade finalística no Judiciário, que é exatamente o exercício da jurisdição. Entregar Justiça.

    Na verdade, no alto da sua noobice, você definiu com exatidão o que é uma ATIVIDADE MEIO, qual seja, a atividade "VINCULADA à área fim do órgão".

    A TI não é atividade finalística, mas é vinculada à atividade finalística. Pois aqui não produzimos soluções que não se relacionem de alguma maneira à atividade fim do Tribunal.

    Não há qualquer impedimento legal para a terceirização das tarefas realizadas atualmente pelo AJAJ. A única restrição é o entendimento do TCU de que não se deve terceirizar uma atividade que é atribuição de um cargo efetivo. Ou seja, basta não ter no Tribunal o cargo de AJAJ. Aqui na Eleitoral já não temos o cargo de AJEM/OJAF. Esse poderia ser um avanço por essas bandas.

    Resumindo: AJAJ não realiza atividade fim do Judiciário. Analisar e minutar processos não é atividade fim. Até porque, os próprios sistemas já fazem, em algum nível ANÁLISE (análise da ementa e dos dados processuais para sugerir uma distribuição por prevenção, por exemplo), e também MINUTA de feitos judiciais. Sim, o PJe e outros sistemas já trazem modelos de documentos montados com dados de uma decisão, por exemplo.

    O avanço do Judiciário será no sentido aplicado pelo TSE. Criação de mais de 100 cargos de AJTI só para o Tribunal Superior e centenas para os Regionais. E nenhum cargo de AJAJ.
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    Mensagem por corujito Seg 30 Mar 2015, 2:38 pm

    SE O VANDER É A FAVOR DE UMA COISA

    COMO PODE ALGUÉM SER CONTRA?

    REFLITÃO!
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    Mensagem por corujito Seg 30 Mar 2015, 2:45 pm

    Certo dia um AJAJ, sobre a Gratificação de TI (GATI), que está no forno para sair, me parou nos corredores e questionou:

    - Doutorzaço, digo, colega -- é força do hábito! --, por que você, um AJTI, pensa que deve ganhar mais do que eu, que sou AJAJ?

    - Simples, eu preciso saber fazer o MEU trabalho e também o SEU.


    Última edição por corujito em Seg 30 Mar 2015, 2:47 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por corujito Seg 30 Mar 2015, 2:46 pm

    Trabalho aprova criação de cargos no TRT da Bahia

    São 49 cargos de analista judiciário especialista em tecnologia da informação.

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou na quarta-feira (25) o Projeto de Lei 7907/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 49 cargos de analista judiciário – especialista em tecnologia da informação – na Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 5ª Região, sediado em Salvador (BA).

    O relator na comissão, deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), deu parecer favorável. “Dotar o tribunal de servidores efetivos em quantidade ideal para atender as demandas, como pretende a proposta, revela-se uma iniciativa plenamente meritória e digna de acolhida”, disse.

    A medida tem o objetivo de adequar a estrutura funcional do TRT a uma Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que prevê a substituição de profissionais terceirizados por servidores efetivos nas áreas de tecnologia da informação consideradas estratégicas e determina os quantitativos mínimos de profissionais que cada tribunal deve dispor.

    De acordo com essa norma, a lotação mínima necessária para compor o quadro de pessoal do setor responsável pela gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) é de 120 servidores quando a quantidade de usuários de serviços dessa área estiver compreendida entre 3.001 e 5.000 usuários.

    Na justificativa da proposta, é informado que o TRT da 5ª Região conta atualmente com 71 servidores efetivos especializados em tecnologia da informação para atender a 2.672 usuários. Há, portanto, deficit de 49 servidores efetivos.

    Tramitação

    A proposta tramita em regime de prioridade e caráter conclusivo e será agora analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Íntegra da proposta: PL-7907/2014


    Comissão aprova a criação de 14 cargos de tecnologia da informação no TRT de Maceió

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou, na última quarta-feira (25), o Projeto de Lei 7910/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 12 cargos de provimento efetivo de analista judiciário, especializado em tecnologia da informação (TI), e 2 cargos em comissão com a mesma especialidade no Quadro de Pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 19ª Região, com sede na cidade de Maceió (AL).

    O presidente do TST, ministro Antonio José Barros Levenhagen, ressalta que o TRT da 19ª Região tem escassez de servidores capacitados para a área de tecnologia da informação e comunicação (TIC) que possam dar o necessário suporte técnico à implantação do Processo Judicial Eletrônico, em curso em todas as instâncias da Justiça do Trabalho.

    Levenhagen ressaltou que a criação dos cargos atende a determinações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo a Resolução 90/09 do CNJ, um tribunal que ocupa a faixa entre 501 e 1.500 usuários de TIC necessita de um mínimo de 5% de força de trabalho que realize as funções específicas da área de tecnologia da informação e comunicação. Para essa categoria de tribunal, a resolução fixa em 35 a quantidade mínima de profissionais de informática que deverão compor o seu quadro permanente.

    De acordo com o ministro, o TRT da 19ª Região conta com 11 servidores em cargo efetivo para atender 698 usuários internos de recursos de tecnologia da informação e comunicação, entre magistrados, servidores e estagiários. “Com a criação de 12 novos cargos de analista judiciário o TRT passaria a contar com 23 servidores com cargo efetivo na área de TIC, implicando um quantitativo abaixo do mínimo disposto na resolução do CNJ”, diz a justificativa da proposta.

    O parecer do relator, deputado Laercio Oliveira (SD-SE), foi favorável à matéria. “A proposta respeita o disposto nas normas regulamentadoras editadas pelo Conselho Nacional de Justiça, e está comprovada sua necessidade e os benefícios que trará em favor da sociedade brasileira”, afirmou.

    Os recursos para a implementação da medida correrão à conta das dotações orçamentárias consignadas ao TRT da 19ª Região no Orçamento Geral da União.

    Tramitação

    A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Íntegra da proposta: PL-7910/2014


    Trabalho aprova a criação de 673 cargos na área de tecnologia dos tribunais eleitorais

    Atualmente, 90 sistemas exclusivamente eleitorais são mantidos e desenvolvidos pelo TSE, e outros 150 estão em produção, vários deles de âmbito nacional.

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou, na última quarta-feira (25), o Projeto de Lei 7990/14, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que cria 673 cargos efetivos nos quadros de pessoal dos tribunais regionais eleitorais de todo o País, para as unidades de tecnologia da informação. Pela proposta, serão criados 418 cargos efetivos de analista judiciário e 255 de técnico judiciário.

    O parecer do relator, deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), foi favorável à proposta. Ele destaca que a área de tecnologia da informação dos tribunais tem apresentado uma grande carência de servidores, devido às novas atividades, surgidas em 2005 e que ainda estão em andamento, tais como: o Processo Judicial Eletrônico, a implementação da identificação biométrica do eleitor, sistemas para garantir o voto em trânsito, acessibilidade a portadores de necessidades especiais, plebiscito e consultas populares simultâneos às eleições; e alterações no banco de dados e nos sistemas para possibilitar o cadastramento biométrico.

    Atualmente, 90 sistemas exclusivamente eleitorais são mantidos e desenvolvidos pelo TSE, e outros 150 estão em produção, vários deles de âmbito nacional. O TSE também presta atendimento e suporte a toda rede de telecomunicações da Justiça Eleitoral.

    Pelo texto, as despesas decorrentes da proposta serão arcadas pela dotação orçamentária consignada à Justiça Eleitoral. Conforme a proposta, a medida representa um impacto de 2,5% em relação à dotação de pessoal e encargos da Justiça Eleitoral, cujo montante é de R$ 78,08 milhões.

    Determinações do CNJ

    De acordo com o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, a criação dos cargos atende às necessidades da Justiça Eleitoral e a determinações da Resolução 90/09 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Entre outros pontos, a resolução estabelece que os tribunais deverão manter serviços de tecnologia da informação e comunicação necessários à adequada prestação jurisdicional; constituir quadro de pessoal permanente de profissionais da área; e substituir, gradualmente, a força de trabalho terceirizada que realize funções e atividades estratégicas.

    Tramitação

    O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Íntegra da proposta: PL-7990/2014


    Trabalho aprova criação de 534 cargos e funções no TSE


    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou na quarta-feira (25) o Projeto de Lei 7889/14, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que cria cargos de provimento efetivo, em comissão e funções comissionadas naquela Corte.

    O projeto prevê a criação de 100 vagas para analistas judiciários e 8 para técnicos judiciários; 44 cargos em comissão e 382 funções comissionadas. Segundo o relator na comissão, deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o TSE, dentre os tribunais superiores, é aquele que apresenta a menor relação entre servidores investidos em funções ou cargos comissionados e força de trabalho.

    O relator deu parecer favorável. Segundo ele, o número de processos recebidos pelo TSE tem aumentado – chegando a 7.984 processos autuados e 10.892 decisões proferidas em 2013 –, ao mesmo tempo em que o órgão mantém desde 2006 o mesmo quantitativo de pessoal (779 servidores).

    Tramitação

    A proposta tramita em caráter conclusivo e agora será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Íntegra da proposta: PL-7889/2014
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 3 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por corujito Seg 30 Mar 2015, 2:54 pm

    Tava pensando aqui nesse negócio da relação AJAJ - Togadão

    e agora eu entendo porque Denovo??, euvoltei e o PaladinoRS são veemente contra a cota para negros em concursos da magistratura.


    Última edição por corujito em Seg 30 Mar 2015, 3:09 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 3:00 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:
    euvoltei escreveu:Darkshi, complete a listagem abaixo...


    Carrerias sérias com tabelas Transpostas:

    1.
    2.
    3.

    .....

    Relampago macqueen, a transposição é admitida e recomendada
    Na teoria de Gestão de Pessoas.

    So que o atraso mental dos administradores nao permotiu ainda esse entendimento.
    Rotular

    Como disse antes. Por isto queria um argumento baseado em teoria administrativa e não em leis.

    E quem diria. Os AJAJs fãs de togadões foram humilhados pelo Vander.
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    Mensagem por PAS_Jud.2011 Seg 30 Mar 2015, 3:00 pm

    corujito escreveu:Eu já falei a solução para p PJe deslanchar.

    Dar FC-6 para todos os AJAJ FICAREM EM CASA para não atrapalharem a TI.

    Já gastei foimais de mês para convencer AJAJ de que não faz sentido imprimir guia de deslocamento com assinaturas de remetente destinatário para processo eletrônico.

    Cara. A briga é sinistra mesmo. Participava, logo no começo do processo eletrônico, de reuniões que tratavam de medidas necessárias para melhoria do sistema, na qual tínhamos servidores de TI e de área fim (AJAJ, Técnicos, pessoal da Judiciária que se utilizava do sistema); era comédia quando pessoal da TI e eles não falavam a mesma língua. Qualquer mortal com noções básicas via que algumas medidas era loucura, "nada a ver", tipo eu, secretariando as reuniões, rindo por dentro, de tão obvio que era pra resolver o problema, mas mesmo assim o pessoal da área fim queria porque queria que fosse do jeito deles.

    Foda. krespin
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    Mensagem por euvoltei Seg 30 Mar 2015, 3:05 pm

    darkshi escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:
    euvoltei escreveu:Darkshi, complete a listagem abaixo...


    Carrerias sérias com tabelas Transpostas:

    1.
    2.
    3.

    .....

    Relampago macqueen, a transposição é admitida e recomendada
    Na teoria de Gestão de Pessoas.

    So que o atraso mental dos administradores nao permotiu ainda esse entendimento.
    Rotular

    Como disse antes. Por isto queria um argumento baseado em teoria administrativa e não em leis.

    E quem diria. Os AJAJs fãs de togadões foram humilhados pelo Vander.

    Ahahah
    Tá no PJu e não quer saber de leis....
    Peço casos bem sucedidos dentro da administração pública da sua tese e vc não apresenta...

    Vc quer o que? Só fazer fanfarra memo...
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    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 3:05 pm

    corujito escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:E AJAJ também pode ser terceirizado.

    O que vale é a decisão do juiz, é o exercício da jurisdição. Se o juiz decide com apoio do AJAJ, do requisitado, do cachorro, não muda nada.

    O único analista que realmente tem uma atribuição é o Oficial de Justiça Avaliador Federal.

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

    Já TI, limpeza, segurança, transporte SÃO ATIVIDADES MEIO, e podem e devem ser terceirzadas. Se quiser eu posso colocar aqui a regulamentação. É so vc pedir.


    O terror dos noobs voltou

    AJAJ não realiza atividade finalística no Judiciário, que é exatamente o exercício da jurisdição. Entregar Justiça.

    Na verdade, no alto da sua noobice, você definiu com exatidão o que é uma ATIVIDADE MEIO, qual seja, a atividade "VINCULADA à área fim do órgão".

    A TI não é atividade finalística, mas é vinculada à atividade finalística. Pois aqui não produzimos soluções que não se relacionem de alguma maneira à atividade fim do Tribunal.

    Não há qualquer impedimento legal para a terceirização das tarefas realizadas atualmente pelo AJAJ. A única restrição é o entendimento do TCU de que não se deve terceirizar uma atividade que é atribuição de um cargo efetivo. Ou seja, basta não ter no Tribunal o cargo de AJAJ. Aqui na Eleitoral já não temos o cargo de AJEM/OJAF. Esse poderia ser um avanço por essas bandas.

    Resumindo: AJAJ não realiza atividade fim do Judiciário. Analisar e minutar processos não é atividade fim. Até porque, os próprios sistemas já fazem, em algum nível ANÁLISE (análise da ementa e dos dados processuais para sugerir uma distribuição por prevenção, por exemplo), e também MINUTA de feitos judiciais. Sim, o PJe e outros sistemas já trazem modelos de documentos montados com dados de uma decisão, por exemplo.

    O avanço do Judiciário será no sentido aplicado pelo TSE. Criação de mais de 100 cargos de AJTI só para o Tribunal Superior e centenas para os Regionais. E nenhum cargo de AJAJ.

    Corujito me lembrou de algo.
    Se a criação de cargos indica o futuro de um órgão e quais devem ser valorizados e quais não. Devo concluir que o futuro do PJU é virar um poder de processamento de dados?
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    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 3:07 pm

    euvoltei escreveu:
    darkshi escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:
    euvoltei escreveu:Darkshi, complete a listagem abaixo...


    Carrerias sérias com tabelas Transpostas:

    1.
    2.
    3.

    .....

    Relampago macqueen, a transposição é admitida e recomendada
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    E quem diria. Os AJAJs fãs de togadões foram humilhados pelo Vander.

    Ahahah
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    Eu tenho um problema administrativo. Devo consultar quem? Um administrador ou um jurista?
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    Mensagem por euvoltei Seg 30 Mar 2015, 3:12 pm

    darkshi escreveu:
    euvoltei escreveu:
    darkshi escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:

    Relampago macqueen, a transposição é admitida e recomendada
    Na teoria de Gestão de Pessoas.

    So que o atraso mental dos administradores nao permotiu ainda esse entendimento.
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    Como disse antes. Por isto queria um argumento baseado em teoria administrativa e não em leis.

    E quem diria. Os AJAJs fãs de togadões foram humilhados pelo Vander.

    Ahahah
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    Acho que vc tá precisando estudar mais, ou esta precisando, de um psiquiatra...

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    Mensagem por Decano Seg 30 Mar 2015, 3:21 pm

    euvoltei escreveu:
    darkshi escreveu:
    euvoltei escreveu:
    darkshi escreveu:

    Como disse antes. Por isto queria um argumento baseado em teoria administrativa e não em leis.

    E quem diria. Os AJAJs fãs de togadões foram humilhados pelo Vander.

    Ahahah
    Tá no PJu e não quer saber de leis....
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    Acho que vc tá precisando estudar mais, ou esta precisando, de um psiquiatra...


    Um erro achar que jurista só mexe com leis. As leis não são apenas objeto de estudo do Direito. Elas são resultado da atividade jurídica, que é uma ciência/atividade social aplicada, e não uma "arte de ler e decorar leis".

    Direito Administrativo é uma disciplina do Direito. E o princípio da legalidade é um dos princípios da administração pública.

    Administração (gênero), é uma coisa. Administração Pública é outra.


    Última edição por Decano em Seg 30 Mar 2015, 3:25 pm, editado 2 vez(es)
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    Mensagem por RafaMaster Seg 30 Mar 2015, 3:21 pm

    Qualquer tentativa de construção de um novo PCCS irá criar sempre a velha discussão técnicos x analistas, antigos x novos, AJAJ x AJEM x AJTI, não importa o modelo remuneratório, todos vão se considerar injustiçados e cada um vai querer puxar a sardinha pro seu lado. É compreensível, a natureza humana é sempre proteger-se a si mesmo em detrimento de outrem. O próprio código penal exclui a culpabilidade em caso de estado de necessidade, prevendo aí a proteção própria ou de sua estirpe. Mas se continuarmos colocando essas diferenças em primeiro lugar, certamente não chegaremos a lugar algum. Já é difícil conseguirmos alguma coisa se lutássemos todos no mesmo sentido, que dirá se cada categoria criar seu próprio PCCS e sair em sua defesa.
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    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 3:27 pm

    Decano escreveu:
    euvoltei escreveu:
    darkshi escreveu:
    euvoltei escreveu:

    Ahahah
    Tá no PJu e não quer saber de leis....
    Peço casos bem sucedidos dentro da administração pública da sua tese e vc não apresenta...

    Vc quer o que? Só fazer fanfarra memo...

    Eu tenho um problema administrativo. Devo consultar quem? Um administrador ou um jurista?


    Acho que vc tá precisando estudar mais, ou esta precisando, de um psiquiatra...


    Um erro achar que jurista só mexe com leis. As leis não são apenas objeto de estudo do Direito. Elas são resultado da atividade jurídica, que é uma ciência/atividade social aplicada, e não uma "arte de ler e decorar leis".

    Direito Administrativo é uma disciplina do Direito. E o princípio da legalidade é um dos princípios da administração pública.

    Administração (gênero), é uma coisa. Administração Pública é outra.

    Minha pergunta continua sendo valida.
    Tenho um problema Administrativo. Devo chamar um jurista ou um administrador?

    Meu problema é de gestão de pessoas, eficiência e eficacia de do trabalho. Como aproveitar minha mão de obra melhor.
    Devo chamar um jurista ou um administrador?

    Leis caducam, lei tem prazo de validade. Leis são superadas por novos conhecimentos. E no caso não vejo sentido impor o uso de uma lei (que pode ser facilmente mudada) apenas por fetichismo legalista.


    Última edição por darkshi em Seg 30 Mar 2015, 3:31 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 3:28 pm

    euvoltei escreveu:
    darkshi escreveu:
    euvoltei escreveu:
    darkshi escreveu:

    Como disse antes. Por isto queria um argumento baseado em teoria administrativa e não em leis.

    E quem diria. Os AJAJs fãs de togadões foram humilhados pelo Vander.

    Ahahah
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    Mensagem por Convidado Seg 30 Mar 2015, 3:31 pm

    darkshi escreveu:
    Decano escreveu:
    euvoltei escreveu:
    darkshi escreveu:

    Eu tenho um problema administrativo. Devo consultar quem? Um administrador ou um jurista?


    Acho que vc tá precisando estudar mais, ou esta precisando, de um psiquiatra...


    Um erro achar que jurista só mexe com leis. As leis não são apenas objeto de estudo do Direito. Elas são resultado da atividade jurídica, que é uma ciência/atividade social aplicada, e não uma "arte de ler e decorar leis".

    Direito Administrativo é uma disciplina do Direito. E o princípio da legalidade é um dos princípios da administração pública.

    Administração (gênero), é uma coisa. Administração Pública é outra.

    Minha pergunta continua sendo valida.
    Tenho um problema Administrativo. Devo chamar um jurista ou um administrador?

    Meu problema é de gestão de pessoas, eficiência e eficacia de do trabalho. Como aproveitar minha mão de obra melhor.
    Devo chamar um jurista ou um administrador?

    Há casos de questões administrativas que podem e devem ser resolvidas pelo Pleno...
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    Mensagem por Decano Seg 30 Mar 2015, 3:35 pm

    corujito escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:E AJAJ também pode ser terceirizado.

    O que vale é a decisão do juiz, é o exercício da jurisdição. Se o juiz decide com apoio do AJAJ, do requisitado, do cachorro, não muda nada.

    O único analista que realmente tem uma atribuição é o Oficial de Justiça Avaliador Federal.

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

    Já TI, limpeza, segurança, transporte SÃO ATIVIDADES MEIO, e podem e devem ser terceirzadas. Se quiser eu posso colocar aqui a regulamentação. É so vc pedir.


    O terror dos noobs voltou

    AJAJ não realiza atividade finalística no Judiciário, que é exatamente o exercício da jurisdição. Entregar Justiça.

    Na verdade, no alto da sua noobice, você definiu com exatidão o que é uma ATIVIDADE MEIO, qual seja, a atividade "VINCULADA à área fim do órgão".

    A TI não é atividade finalística, mas é vinculada à atividade finalística. Pois aqui não produzimos soluções que não se relacionem de alguma maneira à atividade fim do Tribunal.

    Não há qualquer impedimento legal para a terceirização das tarefas realizadas atualmente pelo AJAJ. A única restrição é o entendimento do TCU de que não se deve terceirizar uma atividade que é atribuição de um cargo efetivo. Ou seja, basta não ter no Tribunal o cargo de AJAJ. Aqui na Eleitoral já não temos o cargo de AJEM/OJAF. Esse poderia ser um avanço por essas bandas.

    Resumindo: AJAJ não realiza atividade fim do Judiciário. Analisar e minutar processos não é atividade fim. Até porque, os próprios sistemas já fazem, em algum nível ANÁLISE (análise da ementa e dos dados processuais para sugerir uma distribuição por prevenção, por exemplo), e também MINUTA de feitos judiciais. Sim, o PJe e outros sistemas já trazem modelos de documentos montados com dados de uma decisão, por exemplo.

    O avanço do Judiciário será no sentido aplicado pelo TSE. Criação de mais de 100 cargos de AJTI só para o Tribunal Superior e centenas para os Regionais. E nenhum cargo de AJAJ.

    Pessoas leigas acham que é tão fácil assim analisar processos...

    Em concursos da área jurídica, por exemplo, é permitido à pessoa levar o Vade Mecum. O cadidato pode levar todas as leis que puder levar. Ele pode ler e consultar. Mesmo assim, é possível que ele não seja aprovado, porque nem sempre existem regras prontas para todo fato jurídico.

    O trabalho de analista não é apenas pegar modelinhos e mudar nomes. Existe trabalho mental na confecção de processos.

    Por fim. Assessoria Jurídica não deixa de ser atividade fim porque não é atividade jurisicional. Fosse assim, apenas os ministros de estado exerceriam a atividade fim do órgão, e não seus assessores. Se fosse assim, apenas a Dilma exerceria a atividade fim do executivo, ou apenas os deputados exerceriam a atividade fim do legislativo.

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    Mensagem por Convidado Seg 30 Mar 2015, 3:39 pm

    corujito escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:E AJAJ também pode ser terceirizado.

    O que vale é a decisão do juiz, é o exercício da jurisdição. Se o juiz decide com apoio do AJAJ, do requisitado, do cachorro, não muda nada.

    O único analista que realmente tem uma atribuição é o Oficial de Justiça Avaliador Federal.

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

    Já TI, limpeza, segurança, transporte SÃO ATIVIDADES MEIO, e podem e devem ser terceirzadas. Se quiser eu posso colocar aqui a regulamentação. É so vc pedir.


    O terror dos noobs voltou

    AJAJ não realiza atividade finalística no Judiciário, que é exatamente o exercício da jurisdição. Entregar Justiça.

    Na verdade, no alto da sua noobice, você definiu com exatidão o que é uma ATIVIDADE MEIO, qual seja, a atividade "VINCULADA à área fim do órgão".

    A TI não é atividade finalística, mas é vinculada à atividade finalística. Pois aqui não produzimos soluções que não se relacionem de alguma maneira à atividade fim do Tribunal.

    Não há qualquer impedimento legal para a terceirização das tarefas realizadas atualmente pelo AJAJ. A única restrição é o entendimento do TCU de que não se deve terceirizar uma atividade que é atribuição de um cargo efetivo. Ou seja, basta não ter no Tribunal o cargo de AJAJ. Aqui na Eleitoral já não temos o cargo de AJEM/OJAF. Esse poderia ser um avanço por essas bandas.

    Resumindo: AJAJ não realiza atividade fim do Judiciário. Analisar e minutar processos não é atividade fim. Até porque, os próprios sistemas já fazem, em algum nível ANÁLISE (análise da ementa e dos dados processuais para sugerir uma distribuição por prevenção, por exemplo), e também MINUTA de feitos judiciais. Sim, o PJe e outros sistemas já trazem modelos de documentos montados com dados de uma decisão, por exemplo.

    O avanço do Judiciário será no sentido aplicado pelo TSE. Criação de mais de 100 cargos de AJTI só para o Tribunal Superior e centenas para os Regionais. E nenhum cargo de AJAJ.




    Técnico judiciário que atua como analista não está em desvio de função
    Fonte: http://www.conjur.com.br/2015-jan-01/tecnico-judiciario-cumprir-tarefas-analista

    Por Jomar Martins

    Pesquisar a jurisprudência e a doutrina, elaborar minutas de documentos judiciais e redigir despachos não são atividades exclusivas do cargo de analista judiciário, ocupado por servidor com curso de Direito. Estas atribuições também estão no escopo do servidor que atua como técnico judiciário, de nível médio. O entendimento levou a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região a manter, integralmente, sentença que indeferiu pedido de pagamento de diferenças salariais por desvio de função a uma servidora da Justiça Federal do interior gaúcho.

    "A questão é semelhante à dos técnicos e analistas do Seguro Social [INSS], em que a jurisprudência atual tem entendido inexistente o desvio de função, na medida em que as atribuições dos cargos, de forma ampla, permitem o desempenho de inúmeras funções por ambos os cargos", comparou o juiz substituto Bruno Brum Ribas, da 4ª Vara Federal de Porto Alegre.

    Ribas afirmou que a Administração do Poder Judiciário tende a reduzir a quantidade de técnicos judiciários e a aumentar a de analistas, em função das exigências do processo eletrônico. "Disso não decorre, necessariamente, que todos os atuais técnicos exerçam atividades incompatíveis com as atribuições do cargo, mas apenas que se quer prestigiar e selecionar, para os próximos concursos, servidores com escolaridade superior, que constitua verdadeira exigência do cargo público, o que atualmente não ocorre", anotou na sentença.

    O desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, que negou a Apelação em caráter monocrático, explicou que as atribuições do técnico judiciário envolvem atividades técnicas e administrativas, necessárias ao desempenho das competências da Justiça Federal. Ou seja, há uma previsão genérica para a sua atuação, que deve, contudo, estar restrita a tarefas de complexidade condizente com o cargo, que não extrapolem da rotina administrativa do órgão.

    "No caso, não se vislumbra que as tarefas desempenhadas pela autora eram, de modo permanente, exclusivas do cargo de analista judiciário. Logo, considerando que a caracterização do desvio de função é situação excepcional, em face do princípio da legalidade, não se pode reconhecer o direito postulado", escreveu em sua decisão, proferida na sessão do dia 2 de dezembro.

    O caso
    Lotada na 3ª Vara Federal de Passo Fundo (RS) desde 2002, no cargo de técnico judiciário, a autora disse que, na prática, vem exercendo atividades de nível superior, pertinentes ao cargo de analista judiciário. Cabe a este último elaborar minutas de despacho, de decisões interlocutórias e de sentenças, bem como pesquisar a legislação e a doutrina – ou seja, tarefas relacionadas à atividade-fim da Justiça Federal. Sustentou que a situação é corriqueira na Justiça Federal, de conhecimento do Conselho Nacional de Justiça e agravada com a criação do processo eletrônico. Em função do desvio de função, pediu o pagamento das diferenças remuneratórias entre os cargos.

    Citada, a União apresentou contestação. No mérito, negou a ocorrência de desvio de função, relatando que a autora ocupou, como titular ou substituta, inúmeras funções comissionadas, as quais prevêem o desempenho das atividades mencionadas. Além disso, garantiu que não há prova efetiva do alegado desvio e da sua habitualidade. Mesmo assim, destacou, o presumível exercício esporádico de algumas funções afetas ao cargo de analista judiciário não caracterizaria infração funcional a redundar em pagamento de diferenças remuneratórias.


    Essa é para o corujito e o darkshi. Se não estiver satisfeito, chora no colo do togadão.

    Ai você para pra pensar o seguinte: os técnicos daqui há pouco tempo sofrerão o efeito mico leão dourado (extinção); criam movimentos (MOVATEC) e planos de carreira que mais parecem planos do Pink e Cérebro para dominar o mundo, ou seja, nunca terão êxito; e pior, não sabem distinguir atividade meio de atividade fim. Realmente, depois dessa eu vejo porque tem medo de fazer concurso pra analista.

    Como diria o Capitão Nascimento ao técnico que quer ser analista na marra: NUNCA SERÃO.
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 3 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por euvoltei Seg 30 Mar 2015, 3:42 pm

    darkshi escreveu:
    euvoltei escreveu:
    darkshi escreveu:
    euvoltei escreveu:

    Ahahah
    Tá no PJu e não quer saber de leis....
    Peço casos bem sucedidos dentro da administração pública da sua tese e vc não apresenta...

    Vc quer o que? Só fazer fanfarra memo...

    Eu tenho um problema administrativo. Devo consultar quem? Um administrador ou um jurista?


    Acho que vc tá precisando estudar mais, ou esta precisando, de um psiquiatra...

    Um administrador ou um jurista?

    Chama os dois ué, ....

    Juristas são valorizados pq tudo é baseado em leis... A administração pública só faz o que a lei manda...

    O administrado público pode ter um boa ideia, mas nunca vai executar direto, vai antes pedir um parecer, para ver a legalidade, a forma correta etc...

    Não existe esse mundo q um ser domina tudo, sabe de tudo e faz tudo.... Ainda mais no setor público...
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    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 3:43 pm

    noexcuses escreveu:
    Há casos de questões administrativas que podem e devem ser resolvidas pelo Pleno...

    Não confunda as áreas por conta de semelhança de nomenclatura. Direito administrativo não tem muito a ver com Administração.

    Estou falando sobre problemas de administração. Estrutura organizacional, metodologias de gestão de pessoas, gestão de recursos, orçamento, financeiro.

    Direito administrativo pode definir e normatizar o uso da ciência social "Administração" no poder público. Mas este precede aquele. E não o oposto. Tentar impor o uso de leis que não estão mais alinhadas com a Ciência Administrativa é um erro gravíssimo.

    Por isto, se eu estou com um problema de administração chamo um administrador e não um jurista.
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 3 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 3:51 pm

    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:E AJAJ também pode ser terceirizado.

    O que vale é a decisão do juiz, é o exercício da jurisdição. Se o juiz decide com apoio do AJAJ, do requisitado, do cachorro, não muda nada.

    O único analista que realmente tem uma atribuição é o Oficial de Justiça Avaliador Federal.

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

    Já TI, limpeza, segurança, transporte SÃO ATIVIDADES MEIO, e podem e devem ser terceirzadas. Se quiser eu posso colocar aqui a regulamentação. É so vc pedir.


    O terror dos noobs voltou

    AJAJ não realiza atividade finalística no Judiciário, que é exatamente o exercício da jurisdição. Entregar Justiça.

    Na verdade, no alto da sua noobice, você definiu com exatidão o que é uma ATIVIDADE MEIO, qual seja, a atividade "VINCULADA à área fim do órgão".

    A TI não é atividade finalística, mas é vinculada à atividade finalística. Pois aqui não produzimos soluções que não se relacionem de alguma maneira à atividade fim do Tribunal.

    Não há qualquer impedimento legal para a terceirização das tarefas realizadas atualmente pelo AJAJ. A única restrição é o entendimento do TCU de que não se deve terceirizar uma atividade que é atribuição de um cargo efetivo. Ou seja, basta não ter no Tribunal o cargo de AJAJ. Aqui na Eleitoral já não temos o cargo de AJEM/OJAF. Esse poderia ser um avanço por essas bandas.

    Resumindo: AJAJ não realiza atividade fim do Judiciário. Analisar e minutar processos não é atividade fim. Até porque, os próprios sistemas já fazem, em algum nível ANÁLISE (análise da ementa e dos dados processuais para sugerir uma distribuição por prevenção, por exemplo), e também MINUTA de feitos judiciais. Sim, o PJe e outros sistemas já trazem modelos de documentos montados com dados de uma decisão, por exemplo.

    O avanço do Judiciário será no sentido aplicado pelo TSE. Criação de mais de 100 cargos de AJTI só para o Tribunal Superior e centenas para os Regionais. E nenhum cargo de AJAJ.




    Técnico judiciário que atua como analista não está em desvio de função
    Fonte: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Por Jomar Martins

    Pesquisar a jurisprudência e a doutrina, elaborar minutas de documentos judiciais e redigir despachos não são atividades exclusivas do cargo de analista judiciário, ocupado por servidor com curso de Direito. Estas atribuições também estão no escopo do servidor que atua como técnico judiciário, de nível médio. O entendimento levou a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região a manter, integralmente, sentença que indeferiu pedido de pagamento de diferenças salariais por desvio de função a uma servidora da Justiça Federal do interior gaúcho.

    "A questão é semelhante à dos técnicos e analistas do Seguro Social [INSS], em que a jurisprudência atual tem entendido inexistente o desvio de função, na medida em que as atribuições dos cargos, de forma ampla, permitem o desempenho de inúmeras funções por ambos os cargos", comparou o juiz substituto Bruno Brum Ribas, da 4ª Vara Federal de Porto Alegre.

    Ribas afirmou que a Administração do Poder Judiciário tende a reduzir a quantidade de técnicos judiciários e a aumentar a de analistas, em função das exigências do processo eletrônico. "Disso não decorre, necessariamente, que todos os atuais técnicos exerçam atividades incompatíveis com as atribuições do cargo, mas apenas que se quer prestigiar e selecionar, para os próximos concursos, servidores com escolaridade superior, que constitua verdadeira exigência do cargo público, o que atualmente não ocorre", anotou na sentença.

    O desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, que negou a Apelação em caráter monocrático, explicou que as atribuições do técnico judiciário envolvem atividades técnicas e administrativas, necessárias ao desempenho das competências da Justiça Federal. Ou seja, há uma previsão genérica para a sua atuação, que deve, contudo, estar restrita a tarefas de complexidade condizente com o cargo, que não extrapolem da rotina administrativa do órgão.

    "No caso, não se vislumbra que as tarefas desempenhadas pela autora eram, de modo permanente, exclusivas do cargo de analista judiciário. Logo, considerando que a caracterização do desvio de função é situação excepcional, em face do princípio da legalidade, não se pode reconhecer o direito postulado", escreveu em sua decisão, proferida na sessão do dia 2 de dezembro.

    O caso
    Lotada na 3ª Vara Federal de Passo Fundo (RS) desde 2002, no cargo de técnico judiciário, a autora disse que, na prática, vem exercendo atividades de nível superior, pertinentes ao cargo de analista judiciário. Cabe a este último elaborar minutas de despacho, de decisões interlocutórias e de sentenças, bem como pesquisar a legislação e a doutrina – ou seja, tarefas relacionadas à atividade-fim da Justiça Federal. Sustentou que a situação é corriqueira na Justiça Federal, de conhecimento do Conselho Nacional de Justiça e agravada com a criação do processo eletrônico. Em função do desvio de função, pediu o pagamento das diferenças remuneratórias entre os cargos.

    Citada, a União apresentou contestação. No mérito, negou a ocorrência de desvio de função, relatando que a autora ocupou, como titular ou substituta, inúmeras funções comissionadas, as quais prevêem o desempenho das atividades mencionadas. Além disso, garantiu que não há prova efetiva do alegado desvio e da sua habitualidade. Mesmo assim, destacou, o presumível exercício esporádico de algumas funções afetas ao cargo de analista judiciário não caracterizaria infração funcional a redundar em pagamento de diferenças remuneratórias.


    Essa é para o corujito e o darkshi. Se não estiver satisfeito, chora no colo do togadão.

    Ai você para pra pensar o seguinte: os técnicos daqui há pouco tempo sofrerão o efeito mico leão dourado (extinção); criam movimentos (MOVATEC) e planos de carreira que mais parecem planos do Pink e Cérebro para dominar o mundo, ou seja, nunca terão êxito; e pior, não sabem distinguir atividade meio de atividade fim. Realmente, depois dessa eu vejo porque tem medo de fazer concurso pra analista.

    Como diria o Capitão Nascimento ao técnico que quer ser analista na marra: NUNCA SERÃO.

    Adoro quando vc se contradiz.


    Pesquisar a jurisprudência e a doutrina, elaborar minutas de documentos judiciais e redigir despachos não são atividades exclusivas do cargo de analista judiciário, ocupado por servidor com curso de Direito. Estas atribuições também estão no escopo do servidor que atua como técnico judiciário, de nível médio. O entendimento levou a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região a manter, integralmente, sentença que indeferiu pedido de pagamento de diferenças salariais por desvio de função a uma servidora da Justiça Federal do interior gaúcho.


    Não era vc que dizia que o motivo pelo o qual a transposição era errada pq o técnico poderia recusar a realizar tais serviços e se recebesse o mesmo que o analista isto configuraria injustiça. Mas agora posta um texto dizendo que o serviço que deveria ser exclusivo do AJAJ não é exclusivo do AJAJ podendo ser feito pelo TJAJ?

    To confuso agora. Então a unica coisa que realmente justifica a diferença salarial entre os dois cargos é o grau do concurso e não o trabalho realizado? Pq o texto que vc postou diz exatamente isto. Então pq ficam falando sobre trabalho realizado, desvio de função e afins?

    Dou uma dica. Pare de fazer o trabalho do "patrão". É feio.


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    Mensagem por Sigma Seg 30 Mar 2015, 3:53 pm

    corujito escreveu:Eu já falei a solução para p PJe deslanchar.

    Dar FC-6 para todos os AJAJ FICAREM EM CASA para não atrapalharem a TI.

    Já gastei foimais de mês para convencer AJAJ de que não faz sentido imprimir guia de deslocamento com assinaturas de remetente destinatário para processo eletrônico.

    auheuahueaheuaheuhauheuaheuahe
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    Mensagem por Sigma Seg 30 Mar 2015, 3:57 pm

    corujito escreveu:Certo dia um AJAJ, sobre a Gratificação de TI (GATI), que está no forno para sair, me parou nos corredores e questionou:

    - Doutorzaço, digo, colega -- é força do hábito! --, por que você, um AJTI, pensa que deve ganhar mais do que eu, que sou AJAJ?

    - Simples, eu preciso saber fazer o MEU trabalho e também o SEU.

    FATO! #tamojunto, Corujito, terror dos noobs. Smile
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    Mensagem por Convidado Seg 30 Mar 2015, 3:57 pm

    darkshi escreveu:
    noexcuses escreveu:
    Há casos de questões administrativas que podem e devem ser resolvidas pelo Pleno...

    Não confunda as áreas por conta de semelhança de nomenclatura. Direito administrativo não tem muito a ver com Administração.

    Estou falando sobre problemas de administração. Estrutura organizacional, metodologias de gestão de pessoas, gestão de recursos, orçamento, financeiro.

    Direito administrativo pode definir e normatizar o uso da ciência social "Administração" no poder público. Mas este precede aquele. E não o oposto. Tentar impor o uso de leis que não estão mais alinhadas com a Ciência Administrativa  é um erro gravíssimo.

    Por isto, se eu estou com um problema de administração chamo um administrador e não um jurista.

    Sim, te entendo. Tomando o exemplo da reestruturação, há todo um estudo feito por Administradores, para que depois seja enviado à decisão do Pleno. Este, como bem entender, pode mudar o que quiser ali - geralmente agraciando as áreas fins (Assessorias dos juízes, Secretaria Judiciária, etc).

    Que ocorre erro gravíssimo diante do dedão dos juristas, isso com certeza acontece.

    Há questões que a área jurídica mete o bedelho da área administrativa e pronto, pq somos "Tribunais".
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    Mensagem por Convidado Seg 30 Mar 2015, 4:01 pm

    darkshi escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    corujito escreveu:
    PaladinoRS escreveu:

    Só pra efeito de informação, não se terceiriza a PESSOA mas sim o SERVIÇO, se e somente se, não estiver vinculado à área fim do órgão. O AJAJ está atuando na área fim do órgão, logo É IMPOSSÍVEL que suas atividades sejam objeto de terceirização. Estude um pouco sobre licitações que vc vai achar isso.

    Já TI, limpeza, segurança, transporte SÃO ATIVIDADES MEIO, e podem e devem ser terceirzadas. Se quiser eu posso colocar aqui a regulamentação. É so vc pedir.


    O terror dos noobs voltou

    AJAJ não realiza atividade finalística no Judiciário, que é exatamente o exercício da jurisdição. Entregar Justiça.

    Na verdade, no alto da sua noobice, você definiu com exatidão o que é uma ATIVIDADE MEIO, qual seja, a atividade "VINCULADA à área fim do órgão".

    A TI não é atividade finalística, mas é vinculada à atividade finalística. Pois aqui não produzimos soluções que não se relacionem de alguma maneira à atividade fim do Tribunal.

    Não há qualquer impedimento legal para a terceirização das tarefas realizadas atualmente pelo AJAJ. A única restrição é o entendimento do TCU de que não se deve terceirizar uma atividade que é atribuição de um cargo efetivo. Ou seja, basta não ter no Tribunal o cargo de AJAJ. Aqui na Eleitoral já não temos o cargo de AJEM/OJAF. Esse poderia ser um avanço por essas bandas.

    Resumindo: AJAJ não realiza atividade fim do Judiciário. Analisar e minutar processos não é atividade fim. Até porque, os próprios sistemas já fazem, em algum nível ANÁLISE (análise da ementa e dos dados processuais para sugerir uma distribuição por prevenção, por exemplo), e também MINUTA de feitos judiciais. Sim, o PJe e outros sistemas já trazem modelos de documentos montados com dados de uma decisão, por exemplo.

    O avanço do Judiciário será no sentido aplicado pelo TSE. Criação de mais de 100 cargos de AJTI só para o Tribunal Superior e centenas para os Regionais. E nenhum cargo de AJAJ.




    Técnico judiciário que atua como analista não está em desvio de função
    Fonte: http://www.conjur.com.br/2015-jan-01/tecnico-judiciario-cumprir-tarefas-analista

    Por Jomar Martins

    Pesquisar a jurisprudência e a doutrina, elaborar minutas de documentos judiciais e redigir despachos não são atividades exclusivas do cargo de analista judiciário, ocupado por servidor com curso de Direito. Estas atribuições também estão no escopo do servidor que atua como técnico judiciário, de nível médio. O entendimento levou a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região a manter, integralmente, sentença que indeferiu pedido de pagamento de diferenças salariais por desvio de função a uma servidora da Justiça Federal do interior gaúcho.

    "A questão é semelhante à dos técnicos e analistas do Seguro Social [INSS], em que a jurisprudência atual tem entendido inexistente o desvio de função, na medida em que as atribuições dos cargos, de forma ampla, permitem o desempenho de inúmeras funções por ambos os cargos", comparou o juiz substituto Bruno Brum Ribas, da 4ª Vara Federal de Porto Alegre.

    Ribas afirmou que a Administração do Poder Judiciário tende a reduzir a quantidade de técnicos judiciários e a aumentar a de analistas, em função das exigências do processo eletrônico. "Disso não decorre, necessariamente, que todos os atuais técnicos exerçam atividades incompatíveis com as atribuições do cargo, mas apenas que se quer prestigiar e selecionar, para os próximos concursos, servidores com escolaridade superior, que constitua verdadeira exigência do cargo público, o que atualmente não ocorre", anotou na sentença.

    O desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, que negou a Apelação em caráter monocrático, explicou que as atribuições do técnico judiciário envolvem atividades técnicas e administrativas, necessárias ao desempenho das competências da Justiça Federal. Ou seja, há uma previsão genérica para a sua atuação, que deve, contudo, estar restrita a tarefas de complexidade condizente com o cargo, que não extrapolem da rotina administrativa do órgão.

    "No caso, não se vislumbra que as tarefas desempenhadas pela autora eram, de modo permanente, exclusivas do cargo de analista judiciário. Logo, considerando que a caracterização do desvio de função é situação excepcional, em face do princípio da legalidade, não se pode reconhecer o direito postulado", escreveu em sua decisão, proferida na sessão do dia 2 de dezembro.

    O caso
    Lotada na 3ª Vara Federal de Passo Fundo (RS) desde 2002, no cargo de técnico judiciário, a autora disse que, na prática, vem exercendo atividades de nível superior, pertinentes ao cargo de analista judiciário. Cabe a este último elaborar minutas de despacho, de decisões interlocutórias e de sentenças, bem como pesquisar a legislação e a doutrina – ou seja, tarefas relacionadas à atividade-fim da Justiça Federal. Sustentou que a situação é corriqueira na Justiça Federal, de conhecimento do Conselho Nacional de Justiça e agravada com a criação do processo eletrônico. Em função do desvio de função, pediu o pagamento das diferenças remuneratórias entre os cargos.

    Citada, a União apresentou contestação. No mérito, negou a ocorrência de desvio de função, relatando que a autora ocupou, como titular ou substituta, inúmeras funções comissionadas, as quais prevêem o desempenho das atividades mencionadas. Além disso, garantiu que não há prova efetiva do alegado desvio e da sua habitualidade. Mesmo assim, destacou, o presumível exercício esporádico de algumas funções afetas ao cargo de analista judiciário não caracterizaria infração funcional a redundar em pagamento de diferenças remuneratórias.


    Essa é para o corujito e o darkshi. Se não estiver satisfeito, chora no colo do togadão.

    Ai você para pra pensar o seguinte: os técnicos daqui há pouco tempo sofrerão o efeito mico leão dourado (extinção); criam movimentos (MOVATEC) e planos de carreira que mais parecem planos do Pink e Cérebro para dominar o mundo, ou seja, nunca terão êxito; e pior, não sabem distinguir atividade meio de atividade fim. Realmente, depois dessa eu vejo porque tem medo de fazer concurso pra analista.

    Como diria o Capitão Nascimento ao técnico que quer ser analista na marra: NUNCA SERÃO.

    Adoro quando vc se contradiz.


    Pesquisar a jurisprudência e a doutrina, elaborar minutas de documentos judiciais e redigir despachos não são atividades exclusivas do cargo de analista judiciário, ocupado por servidor com curso de Direito. Estas atribuições também estão no escopo do servidor que atua como técnico judiciário, de nível médio. O entendimento levou a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região a manter, integralmente, sentença que indeferiu pedido de pagamento de diferenças salariais por desvio de função a uma servidora da Justiça Federal do interior gaúcho.


    Não era vc que dizia que o motivo pelo o qual a transposição era errada pq o técnico poderia recusar a realizar tais serviços e se recebesse o mesmo que o analista isto configuraria injustiça. Mas agora posta um texto dizendo que o serviço que deveria ser exclusivo do AJAJ não é exclusivo do AJAJ podendo ser feito pelo TJAJ?

    To confuso agora. Então a unica coisa que realmente justifica a diferença salarial entre os dois cargos  é o grau do concurso e não o trabalho realizado? Pq o texto que vc postou diz exatamente isto.  Então pq ficam falando sobre trabalho realizado, desvio de função e afins?

    Dou uma dica. Pare de fazer o trabalho do "patrão". É feio.



    Essa decisão é recente e, embora não represente minha opinião pessoal que aliás é mais favorável aos técnicos, sepulta de vez qualquer pleito, inclusive de recebimento de fc pelo exercício da função. Veja bem, cheguei até a advogar em prol dos técnicos. Ademais, não vejo razão para vc estar confuso. Vai querer embargar?

    Eu penso diferente do juiz e pronto. O que fiz foi postar uma decisão, que é contrária a minha opinião, uma vez que não tenho medo da verdade. Simples assim.

    Diferente de vc que até hoje não respondeu minha pergunta sobre a situação dos agentes de segurança caso fosse aceito o argumento da sobreposição de tabelas. Está sem resposta? Gostaria de saber da sua opnião. No aguardo
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 3 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por darkshi Seg 30 Mar 2015, 4:03 pm

    noexcuses escreveu:
    darkshi escreveu:
    noexcuses escreveu:
    Há casos de questões administrativas que podem e devem ser resolvidas pelo Pleno...

    Não confunda as áreas por conta de semelhança de nomenclatura. Direito administrativo não tem muito a ver com Administração.

    Estou falando sobre problemas de administração. Estrutura organizacional, metodologias de gestão de pessoas, gestão de recursos, orçamento, financeiro.

    Direito administrativo pode definir e normatizar o uso da ciência social "Administração" no poder público. Mas este precede aquele. E não o oposto. Tentar impor o uso de leis que não estão mais alinhadas com a Ciência Administrativa  é um erro gravíssimo.

    Por isto, se eu estou com um problema de administração chamo um administrador e não um jurista.

    Sim, te entendo. Tomando o exemplo da reestruturação, há todo um estudo feito por Administradores, para que depois seja enviado à decisão do Pleno. Este, como bem entender, pode mudar o que quiser ali - geralmente agraciando as áreas fins (Assessorias dos juízes, Secretaria Judiciária, etc).

    Que ocorre erro gravíssimo diante do dedão dos juristas, isso com certeza acontece.

    Há questões que a área jurídica mete o bedelho da área administrativa e pronto, pq somos "Tribunais".

    Sim concordo.

    Algo sendo feito de modo sério envolveria todas as áreas. Haveria um grupo de trabalho envolvendo administradores e juristas e estes iriam propor mudanças a fim de resolver o problema.

    O que eu estou alertando aqui é que simplesmente impor o uso de leis, doutrinas e acórdãos que são frutos de uma teoria administrativa ultrapassada como se fosse leis divinas escritas na pedra e que em parte são estas leis que são criadoras dos problemas, é errado.

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