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    Mensagem por Correr Atrás Qui 30 Abr 2015, 9:56 am

    Agora é torcer para a Anajustra conseguir a retificação pedida. Assim quase dobra a merreca.
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    Mensagem por meutoconoteuoco Qui 30 Abr 2015, 10:10 am

    torcer mais ainda pro juiz determinar a liberação do valor incontroverso acima em 2015.
    Correr Atrás escreveu:Agora é torcer para a Anajustra conseguir a retificação pedida. Assim quase dobra a merreca.
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    Mensagem por ptralhasnopoder Qui 30 Abr 2015, 10:20 am

    meutoconoteuoco escreveu:torcer mais ainda pro juiz determinar a liberação do valor incontroverso acima em 2015.
    Correr Atrás escreveu:Agora é torcer para a Anajustra conseguir a retificação pedida. Assim quase dobra a merreca.

    E parar de criticar o Iba
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    Mensagem por FALCON.X Qui 30 Abr 2015, 10:29 am



    PESSOAL DO TST, alguma novidade sobre o andamento administrativo da petição do IBANEIS....eventual despacho da presidência ?????? Efetivação do que requerido???
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    Mensagem por cacaum Qui 30 Abr 2015, 11:15 am

    A petição do Ibaneis é CLARA sobre os pontos de divergência nos cálculos.
    Base de cálculo sobre os vencimentos atuais não é um deles.
    Outra coisa: concordo com os colegas. Essa manifestação pode ser juntada aos autos, inclusive pela AGU. Aí, qualquer magistrado sensato pode entender pela existência de preclusão lógica quando apresentada qualquer manifestação nos sentido de incluir os vencimentos atuais na base de cálculo.
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    Mensagem por vintenário Qui 30 Abr 2015, 11:20 am

    adelapa2010 escreveu:Pelo que li, acho que ninguém notou que a petição foi dirigida apenas ao Presidente do TST.
    Até agora não foi protocolada nenhuma petição com o mesmo conteúdo no processo judicial.
    Assim, pode ser que o Dr. Ibaneis esteja apenas preparando terreno, mas que está estranho está.
    Ao mesmo tempo, se ele estiver preparando terreno, digo se, ele não poderá divulgar nenhuma nota.
    No momento, prefiro acreditar no poder do dinheiro, pois ele (Dr. Ibaneis) tem muito mais a perder do que nós, visto que os honorários dele são milionários e se for mantida a argumentação da petição até o final ele perde dezenas de milhões.
    Acho que ele não vai fazer isso!
    No mais, não se esqueçam que quem vai decidir a questão é o Juiz Federal ou o TRF e não o TST.
    No momento ele está de férias.
    Por fim, só vou me preocupar se esse mesmo pedido for feito ao Juiz Federal.

    Concordo com o colega. E digo mais. O pessoal se acadela muito fácil. Sinceramente, vocês acham que o Presidente da OAB/DF iria se expor desse jeito? iria gravar em vídeo uma fala e depois, na prática processual e/ou administrativa, fazer outra?? não se sabe nem se essa petição foi, de fato, protocolizada...
    Tenhamos calma. Não há margem para que não recebamos o que nos é devido pelo título executivo que é pra lá de claro.
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    Mensagem por crown1974 Qui 30 Abr 2015, 11:26 am

    cacaum escreveu:A petição do Ibaneis é CLARA sobre os pontos de divergência nos cálculos.
    Base de cálculo sobre os vencimentos atuais não é um deles.
    Outra coisa: concordo com os colegas. Essa manifestação pode ser juntada aos autos, inclusive pela AGU. Aí, qualquer magistrado sensato pode entender pela existência de preclusão lógica quando apresentada qualquer manifestação nos sentido de incluir os vencimentos atuais na base de cálculo.

    Calma gente, é só um pedido administrativo que o Dr. Ibanês protocolou para recebermos os valores incontroversos, ou seja, o TST utilizou-se da Lei 10.475/2002 para pagar administrativamente, porém não observou as implementações de forma escalonada da referida Lei. Tanto é que a petição foi dirigida ao TST e não ao Juízo de execução, onde, com certeza, será discutido o valor controverso.
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    13,23% Empty Ótima petição.

    Mensagem por dosertão Qui 30 Abr 2015, 11:30 am

    Bom, na minha humilde opinião, Ibaneis jogou certo.
    Tá claro pra mim, pela petição, que ele pede de acordo com o que estamos esperando:

    1)que o retroativo acompanhe o aumento da remuneração, e que, portanto, a incorporação seja sobre a atual;
    2)que seja a incorporação de 13,23 % e não de 12,23%.

    Estou otimista, sim.
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    Mensagem por eurobras Qui 30 Abr 2015, 11:50 am

    vintenário escreveu:
    adelapa2010 escreveu:Pelo que li, acho que ninguém notou que a petição foi dirigida apenas ao Presidente do TST.
    Até agora não foi protocolada nenhuma petição com o mesmo conteúdo no processo judicial.
    Assim, pode ser que o Dr. Ibaneis esteja apenas preparando terreno, mas que está estranho está.
    Ao mesmo tempo, se ele estiver preparando terreno, digo se, ele não poderá divulgar nenhuma nota.
    No momento, prefiro acreditar no poder do dinheiro, pois ele (Dr. Ibaneis) tem muito mais a perder do que nós, visto que os honorários dele são milionários e se for mantida a argumentação da petição até o final ele perde dezenas de milhões.
    Acho que ele não vai fazer isso!
    No mais, não se esqueçam que quem vai decidir a questão é o Juiz Federal ou o TRF e não o TST.
    No momento ele está de férias.
    Por fim, só vou me preocupar se esse mesmo pedido for feito ao Juiz Federal.

    Concordo com o colega. E digo mais. O pessoal se acadela muito fácil. Sinceramente, vocês acham que o Presidente da OAB/DF iria se expor desse jeito? iria gravar em vídeo uma fala e depois, na prática processual e/ou administrativa, fazer outra?? não se sabe nem se essa petição foi, de fato, protocolizada...
    Tenhamos calma. Não há margem para que não recebamos o que nos é devido pelo título executivo que é pra lá de claro.


    Essa petição foi protocolada no TST
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    Mensagem por ptralhasnopoder Qui 30 Abr 2015, 1:47 pm

    TRT da 25ª anunciou que pagará conforme o dispositivo, base de calculo salário atual.

    É tóis

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    Mensagem por guarani Qui 30 Abr 2015, 1:56 pm

    ptralhasnopoder escreveu:TRT da 25ª anunciou que pagará conforme o dispositivo, base de calculo salário atual.

    É tóis

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    Só esse "TRT" que pagará assim, pois os existentes no Brasil vão continuar pagando conforme o TST... kkkkkkk
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    Mensagem por concurseiro_mor Qui 30 Abr 2015, 2:00 pm

    ptralhasnopoder escreveu:TRT da 25ª anunciou que pagará conforme o dispositivo, base de calculo salário atual.

    É tóis

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    ]

    Uashajshajshajsh!
    Um brincante...
    Vou pedir remoção pra essa TRT 25 e ficarei em disponibilidade.
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    Mensagem por RafaMaster Qui 30 Abr 2015, 2:14 pm

    ptralhasnopoder escreveu:TRT da 25ª anunciou que pagará conforme o dispositivo, base de calculo salário atual.

    É tóis

    Tá na intranet

    Ah é mesmo? Então posta aí o comunicado que saiu na intranet. De preferência dá um printscreen da tela.


    Fala sério...
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    Mensagem por Vade Retrum Qui 30 Abr 2015, 2:19 pm

    Onde está disponível essa petição do Ibanes dirigida ao TST?

    Alguém poderia me enviar, por favor.
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    Mensagem por guarani Qui 30 Abr 2015, 2:21 pm

    Vade Retrum escreveu:Onde está disponível essa petição do Ibanes dirigida ao TST?

    Alguém poderia me enviar, por favor.

    Está na página anterior....
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    Mensagem por Sem Frescura Qui 30 Abr 2015, 2:25 pm

    RafaMaster escreveu:
    ptralhasnopoder escreveu:TRT da 25ª anunciou que pagará conforme o dispositivo, base de calculo salário atual.

    É tóis

    Tá na intranet

    Ah é mesmo? Então posta aí o comunicado que saiu na intranet. De preferência dá um printscreen da tela.


    Fala sério...
    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar esta imagem]
    TRT 25 não existe...


    Última edição por Sem Frescura em Qui 30 Abr 2015, 3:11 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por arrocha13 Qui 30 Abr 2015, 2:28 pm

    Filiados se descadastrando da Anajustra em 3,2,1.....

    Eu serei uma! 60 contos a menos de dispêndio!

    Decepcionada!
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    Mensagem por RafaMaster Qui 30 Abr 2015, 2:57 pm

    ptralhasnopoder escreveu:TRT da 25ª anunciou que pagará conforme o dispositivo, base de calculo salário atual.

    É tóis

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    não havia me atentado ao número rs
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    Mensagem por Vade Retrum Qui 30 Abr 2015, 2:59 pm

    guarani escreveu:
    Vade Retrum escreveu:Onde está disponível essa petição do Ibanes dirigida ao TST?

    Alguém poderia me enviar, por favor.

    Está na página anterior....

    Antes de postar procurei nas páginas 24 e 25 e não havia encontrado.

    Acabei de olhar novamente e não achei. Encontrei somente os links para a Nota Técnica da AGU e para a pesquisa do Senado.

    Por isso, se alguém souber indicar o link ou puder enviar o arquivo agradeço.
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    Mensagem por Terry Tate Qui 30 Abr 2015, 3:07 pm

    Vade Retrum escreveu:
    guarani escreveu:
    Vade Retrum escreveu:Onde está disponível essa petição do Ibanes dirigida ao TST?

    Alguém poderia me enviar, por favor.

    Está na página anterior....

    Antes de postar procurei nas páginas 24 e 25 e não havia encontrado.

    Acabei de olhar novamente e não achei. Encontrei somente os links para a Nota Técnica da AGU e para a pesquisa do Senado.

    Por isso, se alguém souber indicar o link ou puder enviar o arquivo agradeço.


    VEJA NA PÁGINA 25, ,MENSAGEM Nº 976.
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    Mensagem por Vade Retrum Qui 30 Abr 2015, 3:16 pm

    Terry Tate escreveu:
    Vade Retrum escreveu:
    guarani escreveu:
    Vade Retrum escreveu:Onde está disponível essa petição do Ibanes dirigida ao TST?

    Alguém poderia me enviar, por favor.

    Está na página anterior....

    Antes de postar procurei nas páginas 24 e 25 e não havia encontrado.

    Acabei de olhar novamente e não achei. Encontrei somente os links para a Nota Técnica da AGU e para a pesquisa do Senado.

    Por isso, se alguém souber indicar o link ou puder enviar o arquivo agradeço.


    VEJA NA PÁGINA 25, ,MENSAGEM Nº 976.

    Terry Tate, para mim a citação aparece em vazia.

    Poderia, por gentileza, dar um quote nela aqui.

    Obrigado.
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    Mensagem por RafaMaster Qui 30 Abr 2015, 3:22 pm

    Vade Retrum escreveu:
    Terry Tate escreveu:
    Vade Retrum escreveu:
    guarani escreveu:

    Está na página anterior....

    Antes de postar procurei nas páginas 24 e 25 e não havia encontrado.

    Acabei de olhar novamente e não achei. Encontrei somente os links para a Nota Técnica da AGU e para a pesquisa do Senado.

    Por isso, se alguém souber indicar o link ou puder enviar o arquivo agradeço.


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    Terry Tate, para mim a citação aparece em vazia.

    Poderia, por gentileza, dar um quote nela aqui.

    Obrigado.

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    Mensagem por Vade Retrum Qui 30 Abr 2015, 3:36 pm

    RafaMaster escreveu:
    Vade Retrum escreveu:
    Terry Tate escreveu:
    Vade Retrum escreveu:

    Antes de postar procurei nas páginas 24 e 25 e não havia encontrado.

    Acabei de olhar novamente e não achei. Encontrei somente os links para a Nota Técnica da AGU e para a pesquisa do Senado.

    Por isso, se alguém souber indicar o link ou puder enviar o arquivo agradeço.


    VEJA NA PÁGINA 25, ,MENSAGEM Nº 976.

    Terry Tate, para mim a citação aparece em vazia.

    Poderia, por gentileza, dar um quote nela aqui.

    Obrigado.

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    Valeu Rafa Master, estou no MPF.

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    Mensagem por Nelleus-DF Qui 30 Abr 2015, 3:54 pm

    arrocha13 escreveu:Filiados se descadastrando da Anajustra em 3,2,1.....

    Eu serei uma! 60 contos a menos de dispêndio!

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    RafaMaster, MP para você.
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    Mensagem por Nelleus-DF Qui 30 Abr 2015, 3:55 pm

    [quote="RafaMaster"]

    RafaMaster, MP para você.
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    Mensagem por adelapa2010 Qui 30 Abr 2015, 4:30 pm

    Pessoal, ninguém conseguiu contato com o escritório do Ibanez, ou até mesmo na Anajustra, para ter esclarecimento do real motivo daquela petição?
    Eu sei que ela foi endereçada para o TST, mas o seu conteúdo me deixou MUITO preocupado.
    A Anajustra mudou de idéia? Agora não queR mais a incorporação sobre os valores atuais?
    Se isso for verdade, transformaria o nosso direito em menos da metade daquele que foi divulgado.
    Acho que merecemos uma satisfação.
    A Anajustra sequer existiria senão pelos associados.
    Assim, cadê o mínimo de esclarecimentos sobre a questão.
    Alguém sabe de algo concreto?
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    Mensagem por Santista Roxo Qui 30 Abr 2015, 4:45 pm

    adelapa2010 escreveu:Pessoal, ninguém conseguiu contato com o escritório do Ibanez, ou até mesmo na Anajustra, para ter esclarecimento do real motivo daquela petição?
    Eu sei que ela foi endereçada para o TST, mas o seu conteúdo me deixou MUITO preocupado.
    A Anajustra mudou de idéia? Agora não queR mais a incorporação sobre os valores atuais?
    Se isso for verdade, transformaria o nosso direito em menos da metade daquele que foi divulgado.
    Acho que merecemos uma satisfação.
    A Anajustra sequer existiria senão pelos associados.
    Assim, cadê o mínimo de esclarecimentos sobre a questão.
    Alguém sabe de algo concreto?

    Em um primeiro momento, essa petição me causou um baque muito grande, fiquei decepcionado com o conteúdo, mas depois, com mais calma e analisando um comentário de um colega aqui deste fórum, pude perceber que a Anajustra só está querendo que a AGU pague o que ela acha que está devendo corretamente, pois já que ela acha que deve pra gente a incorporação incidente do PCS de 2002, a base de cálculo deve ser de novembro de 2005, que foi a última parcela deste PCS, e não do valor da primeira parcela. Ele tenta alinhar isso para depois colocar em prática a execução, com a base de cálculo em cima dos valores atuais, já que nenhum PCS absorveu nossas vantagens, como diz o acórdão. Pelo menos essa é a minha linha de raciocínio. A AGU não consegue pagar direito nem o que ela interpretou da sentença.
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    Mensagem por adelapa2010 Qui 30 Abr 2015, 4:50 pm

    Santista Roxo escreveu:
    adelapa2010 escreveu:Pessoal, ninguém conseguiu contato com o escritório do Ibanez, ou até mesmo na Anajustra, para ter esclarecimento do real motivo daquela petição?
    Eu sei que ela foi endereçada para o TST, mas o seu conteúdo me deixou MUITO preocupado.
    A Anajustra mudou de idéia? Agora não queR mais a incorporação sobre os valores atuais?
    Se isso for verdade, transformaria o nosso direito em menos da metade daquele que foi divulgado.
    Acho que merecemos uma satisfação.
    A Anajustra sequer existiria senão pelos associados.
    Assim, cadê o mínimo de esclarecimentos sobre a questão.
    Alguém sabe de algo concreto?

    Em um primeiro momento, essa petição me causou um baque muito grande, fiquei decepcionado com o conteúdo, mas depois, com mais calma e analisando um comentário de um colega aqui deste fórum, pude perceber que a Anajustra só está querendo que a AGU pague o que ela acha que está devendo corretamente, pois já que ela acha que deve pra gente a incorporação incidente do PCS de 2002, a base de cálculo deve ser de novembro de 2005, que foi a última parcela deste PCS, e não do valor da primeira parcela. Ele tenta alinhar isso para depois colocar em prática a execução, com a base de cálculo em cima dos valores atuais, já que nenhum PCS absorveu nossas vantagens, como diz o acórdão. Pelo menos essa é a minha linha de raciocínio. A AGU não consegue pagar direito nem o que ela interpretou da sentença.

    Acho e espero que você tem razão.
    Eu também tento acreditar nisso, mas estou preocupado.
    Isto porque a petição em nenhum momento fala que o que está ali escrito não é o entendimento da Anajustra. Não está escrito ali, sequer de forma implícita, que aquele entendimento se refere à parte incontroversa.
    Eu, portanto, continuo preocupado e um pouco p. com a falta de qualquer esclarecimento por parte da Associação.
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    Mensagem por Santista Roxo Qui 30 Abr 2015, 5:01 pm

    adelapa2010 escreveu:
    Santista Roxo escreveu:
    adelapa2010 escreveu:Pessoal, ninguém conseguiu contato com o escritório do Ibanez, ou até mesmo na Anajustra, para ter esclarecimento do real motivo daquela petição?
    Eu sei que ela foi endereçada para o TST, mas o seu conteúdo me deixou MUITO preocupado.
    A Anajustra mudou de idéia? Agora não queR mais a incorporação sobre os valores atuais?
    Se isso for verdade, transformaria o nosso direito em menos da metade daquele que foi divulgado.
    Acho que merecemos uma satisfação.
    A Anajustra sequer existiria senão pelos associados.
    Assim, cadê o mínimo de esclarecimentos sobre a questão.
    Alguém sabe de algo concreto?

    Em um primeiro momento, essa petição me causou um baque muito grande, fiquei decepcionado com o conteúdo, mas depois, com mais calma e analisando um comentário de um colega aqui deste fórum, pude perceber que a Anajustra só está querendo que a AGU pague o que ela acha que está devendo corretamente, pois já que ela acha que deve pra gente a incorporação incidente do PCS de 2002, a base de cálculo deve ser de novembro de 2005, que foi a última parcela deste PCS, e não do valor da primeira parcela. Ele tenta alinhar isso para depois colocar em prática a execução, com a base de cálculo em cima dos valores atuais, já que nenhum PCS absorveu nossas vantagens, como diz o acórdão. Pelo menos essa é a minha linha de raciocínio. A AGU não consegue pagar direito nem o que ela interpretou da sentença.

    Acho e espero que você tem razão.
    Eu também tento acreditar nisso, mas estou preocupado.
    Isto porque a petição em nenhum momento fala que o que está ali escrito não é o entendimento da Anajustra. Não está escrito ali, sequer de forma implícita, que aquele entendimento se refere à parte incontroversa.
    Eu, portanto, continuo preocupado e um pouco p. com a falta de qualquer esclarecimento por parte da Associação.

    Infelizmente teremos que esperar no mínimo até 27/05, que é o prazo final para cumprimento da obrigação de fazer da AGU, só aí poderemos ter uma noção mais clara do que pretende a Anajustra, já que eles obrigatoriamente vão ter que se manifestar e denunciar o não cumprimento de tal obrigação.
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    Mensagem por adelapa2010 Qui 30 Abr 2015, 5:15 pm

    Alguém sabe me dizer qual o número de associados da Anajustra?
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    Mensagem por tecnico_judiciarioti Qui 30 Abr 2015, 5:26 pm

    Ação dos 13,23%: comunicado aos associados
    30/04/15 17:17


    Após o trânsito em julgado da Ação Ordinária nº 2007.34.00.041467-0, a ANAJUSTRA requereu a implementação, na folha de pagamento de todos os seus associados, do reajuste de 13,23%.

    O Conselho Superior da Justiça do Trabalho cumpriu o acórdão transitado em julgado, de acordo com os seguintes critérios constantes do seu Ofício Circular CSJT.GP.SG nº 9/2014:

    a) o pagamento da parcela ocorrerá como Vantagem Pessoal Identificada – VPI;
    b) o cálculo deverá considerar a situação funcional atual do servidor, aplicada sobre as tabelas remuneratórias de dezembro/2002;
    c) o percentual aplicado será de 12,23%, incidente sobre o vencimento, a GAJ, as Funções e Cargos Comissionados e a VPNI.

    A ANAJUSTRA peticionou ao Juiz Federal da 2ª Vara-DF, esclarecendo que os critérios estabelecidos pelo CSJT divergem dos fixados no acórdão transitado em julgado porque:

    1) o percentual incidente sobre a tabela de 2002 (Lei nº 10.475/2002) foi de 12,23%, quando deveria ser de 13,23%; e
    2) não foram observados os reajustes programados (implementados de maneira escalonada) pela Lei nº 10.475/2002.

    Foi esclarecido ao magistrado que a violação da coisa julgada pela decisão administrativa do CSJT consiste em ter ela deduzido o percentual de 1%, dado pela Lei 10.697/2003, do percentual de 13,23%, fixado pelo título judicial.

    O valor de 13,23%, reconhecido pela sentença transitada em julgado, resulta do percentual que o aumento fixo de R$ 59,87 representava sobre a menor remuneração do serviço público federal na época de sua concessão: 14,23%. Abatido desse percentual o de 1% concedido (também a título de reajuste geral) pela anterior Lei 10.697/2003, chega-se ao que foi postulado na petição inicial e concedido pela sentença: 13,23%.

    Quanto aos aumentos programados na Lei nº 10.475/2002, requereu-se ao Juiz que o percentual de 13,23% da VPI deve incidir sobre a integralidade da nova remuneração fixada por essa norma.

    Primeiro porque o reajuste geral concedido pela Lei 10.698/2003 (reconhecido judicialmente no percentual de 13,23%), obviamente se estende à remuneração vigente na época da sua entrada em vigor. E a Lei 10.475/2002, que havia alterado os padrões de remuneração dos associados substituídos da autora, é anterior à Lei 10.698/2003.

    A decisão administrativa desconsiderou o fato de que a Lei 10.475, de 26 de junho de 2002, concedeu um aumento na data de sua entrada em vigor e apenas diferiu a sua implementação, nos termos do seu artigo 13.

    Ações rescisórias

    Foram negadas as antecipações de tutela requeridas pela União nas duas ações rescisórias ajuizadas contra o acórdão transitado em julgado na Ação Ordinária nº 2007.34.00.041467-0/2ª Vara-DF.

    Na Ação Rescisória nº 0003374-34.2015.4.01.0000, que tramita no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a antecipação da tutela foi indeferida, dentre outras razões, porque estava pendente de apreciação a Arguição de Inconstitucionalidade nº 0004423-13.2007.4.01.4100 pela Corte Especial do TRF/1ª Região.

    A arguição foi julgada procedente para declarar “a inconstitucionalidade parcial, da parte final do art. 1º da Lei 10.698/2003”. O Tribunal reconheceu que essa norma, instituidora de um reajuste diferenciado, violou o art. 37, X, da Constituição porque utilizou expediente ilegítimo para contornar a garantia de “revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices”.

    E a Ação Rescisória nº 5.559, que tramita no Superior Tribunal de Justiça, também ajuizada contra o acórdão transitado em julgado proferido na Ação Ordinária nº 2007.34.00.041467-0/2ª Vara-DF, foi extinta sem resolução do mérito por decisão do relator.

    Nessas duas ações rescisórias houve intenso trabalho dos advogados para fazer valer os argumentos favoráveis à manutenção da coisa julgada e compensar a pressão dos órgãos de defesa judicial da União que não se conformam com a derrota na ação dos 13,23% ajuizada pela ANAJUSTRA.

    Diante das boas razões utilizadas para indeferir as antecipações da tutela, acredita-se na rejeição dos pedidos em ambas as ações rescisórias. Nas duas ações, foram protocoladas as contestações e os advogados estão empenhados em acelerar o julgamento.

    Novo requerimento ao Presidente do TST

    Depois de expostas as divergências no cumprimento da ordem judicial, postulou-se ao Juiz da Execução que fosse determinada a revisão dos critérios anteriormente fixados pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho para que o reajuste de 13,23% (e não de 12,23%) incida sobre os padrões remuneratórios fixados pela Lei 10.475/2002 (não obstante a sua implementação escalonada).

    O Juiz Federal da 2ª Vara-DF determinou que fossem observados os parâmetros fixados no título judicial. Novamente, a ANAJUSTRA formulou requerimento ao Presidente do TST para que fossem adequados os critérios do cumprimento da obrigação de fazer ao constante no título judicial, comunicando-se o resultado da alteração ao Tribunais Regionais do Trabalho. O requerimento foi protocolado em 24/04/2015 e o TST ainda não se manifestou.

    A diretoria da ANAJUSTRA e os advogados estão acompanhando todas as ações judiciais, de modo a garantir a melhor, mais ágil e correta incorporação do reajuste na remuneração dos associados e posterior execução das parcelas retroativas. O setor de contabilidade está tomando as providências para a rápida elaboração desses cálculos, tão logo haja o cumprimento da obrigação de fazer.

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    Mensagem por tecnico_judiciarioti Qui 30 Abr 2015, 5:36 pm

    tecnico_judiciarioti escreveu:
    2) não foram observados os reajustes programados (implementados de maneira escalonada) pela Lei nº 10.475/2002.

    ao que isso se refere?
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    Mensagem por adelapa2010 Qui 30 Abr 2015, 5:38 pm

    tecnico_judiciarioti escreveu:Ação dos 13,23%: comunicado aos associados
    30/04/15 17:17


    Após o trânsito em julgado da Ação Ordinária nº 2007.34.00.041467-0, a ANAJUSTRA requereu a implementação, na folha de pagamento de todos os seus associados, do reajuste de 13,23%.

    O Conselho Superior da Justiça do Trabalho cumpriu o acórdão transitado em julgado, de acordo com os seguintes critérios constantes do seu Ofício Circular CSJT.GP.SG nº 9/2014:

    a) o pagamento da parcela ocorrerá como Vantagem Pessoal Identificada – VPI;
    b) o cálculo deverá considerar a situação funcional atual do servidor, aplicada sobre as tabelas remuneratórias de dezembro/2002;
    c) o percentual aplicado será de 12,23%, incidente sobre o vencimento, a GAJ, as Funções e Cargos Comissionados e a VPNI.

    A ANAJUSTRA peticionou ao Juiz Federal da 2ª Vara-DF, esclarecendo que os critérios estabelecidos pelo CSJT divergem dos fixados no acórdão transitado em julgado porque:

    1) o percentual incidente sobre a tabela de 2002 (Lei nº 10.475/2002) foi de 12,23%, quando deveria ser de 13,23%; e
    2) não foram observados os reajustes programados (implementados de maneira escalonada) pela Lei nº 10.475/2002.

    Foi esclarecido ao magistrado que a violação da coisa julgada pela decisão administrativa do CSJT consiste em ter ela deduzido o percentual de 1%, dado pela Lei 10.697/2003, do percentual de 13,23%, fixado pelo título judicial.

    O valor de 13,23%, reconhecido pela sentença transitada em julgado, resulta do percentual que o aumento fixo de R$ 59,87 representava sobre a menor remuneração do serviço público federal na época de sua concessão: 14,23%. Abatido desse percentual o de 1% concedido (também a título de reajuste geral) pela anterior Lei 10.697/2003, chega-se ao que foi postulado na petição inicial e concedido pela sentença: 13,23%.

    Quanto aos aumentos programados na Lei nº 10.475/2002, requereu-se ao Juiz que o percentual de 13,23% da VPI deve incidir sobre a integralidade da nova remuneração fixada por essa norma.

    Primeiro porque o reajuste geral concedido pela Lei 10.698/2003 (reconhecido judicialmente no percentual de 13,23%), obviamente se estende à remuneração vigente na época da sua entrada em vigor. E a Lei 10.475/2002, que havia alterado os padrões de remuneração dos associados substituídos da autora, é anterior à Lei 10.698/2003.

    A decisão administrativa desconsiderou o fato de que a Lei 10.475, de 26 de junho de 2002, concedeu um aumento na data de sua entrada em vigor e apenas diferiu a sua implementação, nos termos do seu artigo 13.

    Ações rescisórias

    Foram negadas as antecipações de tutela requeridas pela União nas duas ações rescisórias ajuizadas contra o acórdão transitado em julgado na Ação Ordinária nº 2007.34.00.041467-0/2ª Vara-DF.

    Na Ação Rescisória nº 0003374-34.2015.4.01.0000, que tramita no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a antecipação da tutela foi indeferida, dentre outras razões, porque estava pendente de apreciação a Arguição de Inconstitucionalidade nº 0004423-13.2007.4.01.4100 pela Corte Especial do TRF/1ª Região.

    A arguição foi julgada procedente para declarar “a inconstitucionalidade parcial, da parte final do art. 1º da Lei 10.698/2003”. O Tribunal reconheceu que essa norma, instituidora de um reajuste diferenciado, violou o art. 37, X, da Constituição porque utilizou expediente ilegítimo para contornar a garantia de “revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices”.

    E a Ação Rescisória nº 5.559, que tramita no Superior Tribunal de Justiça, também ajuizada contra o acórdão transitado em julgado proferido na Ação Ordinária nº 2007.34.00.041467-0/2ª Vara-DF, foi extinta sem resolução do mérito por decisão do relator.

    Nessas duas ações rescisórias houve intenso trabalho dos advogados para fazer valer os argumentos favoráveis à manutenção da coisa julgada e compensar a pressão dos órgãos de defesa judicial da União que não se conformam com a derrota na ação dos 13,23% ajuizada pela ANAJUSTRA.

    Diante das boas razões utilizadas para indeferir as antecipações da tutela, acredita-se na rejeição dos pedidos em ambas as ações rescisórias. Nas duas ações, foram protocoladas as contestações e os advogados estão empenhados em acelerar o julgamento.

    Novo requerimento ao Presidente do TST

    Depois de expostas as divergências no cumprimento da ordem judicial, postulou-se ao Juiz da Execução que fosse determinada a revisão dos critérios anteriormente fixados pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho para que o reajuste de 13,23% (e não de 12,23%) incida sobre os padrões remuneratórios fixados pela Lei 10.475/2002 (não obstante a sua implementação escalonada).

    O Juiz Federal da 2ª Vara-DF determinou que fossem observados os parâmetros fixados no título judicial. Novamente, a ANAJUSTRA formulou requerimento ao Presidente do TST para que fossem adequados os critérios do cumprimento da obrigação de fazer ao constante no título judicial, comunicando-se o resultado da alteração ao Tribunais Regionais do Trabalho. O requerimento foi protocolado em 24/04/2015 e o TST ainda não se manifestou.

    A diretoria da ANAJUSTRA e os advogados estão acompanhando todas as ações judiciais, de modo a garantir a melhor, mais ágil e correta incorporação do reajuste na remuneração dos associados e posterior execução das parcelas retroativas. O setor de contabilidade está tomando as providências para a rápida elaboração desses cálculos, tão logo haja o cumprimento da obrigação de fazer.

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    É acho que nos fu.
    A Anajustra deixou de tratar a questão como aumento linear.
    Passou a tratar a questão como VPI.
    Assim, na prática, o valor vai ser fixo.
    Não gostei não
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    Mensagem por arrocha13 Qui 30 Abr 2015, 5:40 pm

    Alguém se arrisca a traduzir a nota da ANAJUSTRA?

    Pelo que entendi eles querem que a implementação seja de acordo com a última remuneração do PCS de 2002, esta por sua vez atingida em 2005?

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    Mensagem por adelapa2010 Qui 30 Abr 2015, 5:42 pm

    arrocha13 escreveu:Alguém se arrisca a traduzir a nota da ANAJUSTRA?

    Pelo que entendi eles querem que a implementação seja de acordo com a última remuneração do PCS de 2002, esta por sua vez atingida em 2005?

    Exato e fica fixo daí em diante.
    Logo, não é calculado com base nos salários de hoje, tampouco sobre a gaj de 90%.
    Desculpe-me a Anajustra, mas não foi isso que transitou em julgado!
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    Mensagem por RafaMaster Qui 30 Abr 2015, 5:42 pm

    A Anajustra deu um tiro no pé. Não deveria ter abandonada a tese do reajuste sobre o vencimento atual. Absurdo isso.
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    Mensagem por adelapa2010 Qui 30 Abr 2015, 5:49 pm

    RafaMaster escreveu:A Anajustra deu um tiro no pé. Não deveria ter abandonada a tese do reajuste sobre o vencimento atual. Absurdo isso.

    Não entendi o porquê disso.
    A teste do vencimento atual era muito promissora.
    E dava um plus de cerca de 50% a mais que a nova tese da anajustra.
    O fato é que também reduz e 50% os valores devidos e, por consequência, em 50% os honorários do ibanez.
    Não entendi nada.
    Aí fora tá todo mundo louco, só tem tantam!
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    Mensagem por Sem Frescura Qui 30 Abr 2015, 5:52 pm

    tecnico_judiciarioti escreveu:Ação dos 13,23%: comunicado aos associados
    30/04/15 17:17


    Após o trânsito em julgado da Ação Ordinária nº 2007.34.00.041467-0, a ANAJUSTRA requereu a implementação, na folha de pagamento de todos os seus associados, do reajuste de 13,23%.

    O Conselho Superior da Justiça do Trabalho cumpriu o acórdão transitado em julgado, de acordo com os seguintes critérios constantes do seu Ofício Circular CSJT.GP.SG nº 9/2014:

    a) o pagamento da parcela ocorrerá como Vantagem Pessoal Identificada – VPI;
    b) o cálculo deverá considerar a situação funcional atual do servidor, aplicada sobre as tabelas remuneratórias de dezembro/2002;
    c) o percentual aplicado será de 12,23%, incidente sobre o vencimento, a GAJ, as Funções e Cargos Comissionados e a VPNI.

    A ANAJUSTRA peticionou ao Juiz Federal da 2ª Vara-DF, esclarecendo que os critérios estabelecidos pelo CSJT divergem dos fixados no acórdão transitado em julgado porque:

    1) o percentual incidente sobre a tabela de 2002 (Lei nº 10.475/2002) foi de 12,23%, quando deveria ser de 13,23%; e
    2) não foram observados os reajustes programados (implementados de maneira escalonada) pela Lei nº 10.475/2002.

    Foi esclarecido ao magistrado que a violação da coisa julgada pela decisão administrativa do CSJT consiste em ter ela deduzido o percentual de 1%, dado pela Lei 10.697/2003, do percentual de 13,23%, fixado pelo título judicial.

    O valor de 13,23%, reconhecido pela sentença transitada em julgado, resulta do percentual que o aumento fixo de R$ 59,87 representava sobre a menor remuneração do serviço público federal na época de sua concessão: 14,23%. Abatido desse percentual o de 1% concedido (também a título de reajuste geral) pela anterior Lei 10.697/2003, chega-se ao que foi postulado na petição inicial e concedido pela sentença: 13,23%.

    Quanto aos aumentos programados na Lei nº 10.475/2002, requereu-se ao Juiz que o percentual de 13,23% da VPI deve incidir sobre a integralidade da nova remuneração fixada por essa norma.

    Primeiro porque o reajuste geral concedido pela Lei 10.698/2003 (reconhecido judicialmente no percentual de 13,23%), obviamente se estende à remuneração vigente na época da sua entrada em vigor. E a Lei 10.475/2002, que havia alterado os padrões de remuneração dos associados substituídos da autora, é anterior à Lei 10.698/2003.

    A decisão administrativa desconsiderou o fato de que a Lei 10.475, de 26 de junho de 2002, concedeu um aumento na data de sua entrada em vigor e apenas diferiu a sua implementação, nos termos do seu artigo 13.

    Ações rescisórias

    Foram negadas as antecipações de tutela requeridas pela União nas duas ações rescisórias ajuizadas contra o acórdão transitado em julgado na Ação Ordinária nº 2007.34.00.041467-0/2ª Vara-DF.

    Na Ação Rescisória nº 0003374-34.2015.4.01.0000, que tramita no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a antecipação da tutela foi indeferida, dentre outras razões, porque estava pendente de apreciação a Arguição de Inconstitucionalidade nº 0004423-13.2007.4.01.4100 pela Corte Especial do TRF/1ª Região.

    A arguição foi julgada procedente para declarar “a inconstitucionalidade parcial, da parte final do art. 1º da Lei 10.698/2003”. O Tribunal reconheceu que essa norma, instituidora de um reajuste diferenciado, violou o art. 37, X, da Constituição porque utilizou expediente ilegítimo para contornar a garantia de “revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices”.

    E a Ação Rescisória nº 5.559, que tramita no Superior Tribunal de Justiça, também ajuizada contra o acórdão transitado em julgado proferido na Ação Ordinária nº 2007.34.00.041467-0/2ª Vara-DF, foi extinta sem resolução do mérito por decisão do relator.

    Nessas duas ações rescisórias houve intenso trabalho dos advogados para fazer valer os argumentos favoráveis à manutenção da coisa julgada e compensar a pressão dos órgãos de defesa judicial da União que não se conformam com a derrota na ação dos 13,23% ajuizada pela ANAJUSTRA.

    Diante das boas razões utilizadas para indeferir as antecipações da tutela, acredita-se na rejeição dos pedidos em ambas as ações rescisórias. Nas duas ações, foram protocoladas as contestações e os advogados estão empenhados em acelerar o julgamento.

    Novo requerimento ao Presidente do TST

    Depois de expostas as divergências no cumprimento da ordem judicial, postulou-se ao Juiz da Execução que fosse determinada a revisão dos critérios anteriormente fixados pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho para que o reajuste de 13,23% (e não de 12,23%) incida sobre os padrões remuneratórios fixados pela Lei 10.475/2002 (não obstante a sua implementação escalonada).

    O Juiz Federal da 2ª Vara-DF determinou que fossem observados os parâmetros fixados no título judicial. Novamente, a ANAJUSTRA formulou requerimento ao Presidente do TST para que fossem adequados os critérios do cumprimento da obrigação de fazer ao constante no título judicial, comunicando-se o resultado da alteração ao Tribunais Regionais do Trabalho. O requerimento foi protocolado em 24/04/2015 e o TST ainda não se manifestou.

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    Mensagem por concurseiro tricolor Qui 30 Abr 2015, 5:57 pm

    Vergonha! Fomos enganados! Vou ajuizar ação de danos morais contra a anajustra!
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    Mensagem por negu13 Qui 30 Abr 2015, 5:58 pm

    Vou dizer uma coisa: entrei nesse fórum achando que teria informações e assertivas, no minimo, calcadas num razoável entendimento. O que vejo aqui é, em sua imensa maioria, pessoas ansiosas que, creio eu, em virtude de todo esse anseio, não consegue interpretar o mínimo de um texto, não consegue perceber a quem os expedientes são endereçados, ou seja, são um monte de pessoas, loucas por um aumento, assim como eu, mas que a ansiedade, simplesmente, os leva à desinformação e incapacidade de interpretação. Sem contar aqueles que nem entendem ou se fazem de desentendidos além de serem propagadores de um pessimismo absurdo. Às vezes chego até enxergar nas suas frases uma ponta de felicidade em alardear notícia ruim (viés de alta, viés de baixa)..... Pobres de nós servidores do PJU. Torçamos para que o PCS passe a passos largos porque, a depender dos componentes desta categoria, totalmente afetos a união e a boa interpretação das coisas e textos(sqn), não serão mais oito anos ou nove anos sem aumento, será o resto de nossas vidas funcionais.... 

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