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    Tópico Geral

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    Mensagem por Alberico Dom 24 Maio 2015, 12:17 am

    O impacto do plano atual daria quantos % na Gaj?
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    Mensagem por Polvo Paul Dom 24 Maio 2015, 12:25 am

    Primitivo escreveu:Boa noite, comunitários. Primeira postagem. Espero contribuir com ideias, opiniões e alimentar o bom debate acerca dos temas que nos afetam e afligem.

    Sou favorável a outro modelo remuneratório, subsídio e GDI, nessa ordem, mas não neste momento crucial. Agora é hora de lutarmos pela recomposição das perdas inflacionárias, pela aprovação do PLC 28/2015. Nem que para isso iniciemos uma greve sem precedentes históricos.

    O melhor caminho, no meu ver, é aprovar o projeto no Senado e deixar a encrenca com a(o) Chefe do Executivo. Nada de arrefecer, reduzir tabela, parcelar a perder de vista. Caso não vire lei o PLC 28/2015 - veto e manutenção do veto -, certamente teremos o mesmo índice dos demais servidores públicos federais.

    Acompanho o fórum desde 2010. Tenho convicção de que nunca estivemos tão perto de conseguirmos alguma valorização da carreira. Há uma soma de fatores. Fomos abandonados por muto tempo, injustificadamente, é inadiável a necessidade de reversão do cenário, e o Governo encontra-se agora fragilizado, desmoralizado, sem norte. Não sem motivos.

    O principal: um Governo composto, majoritariamente, por dois partidos cujos membros afiguram-se sociopatas, complacentes com a corrupção, no mínimo - corrupção que desembesta sob as barbas e batuta da presidência -, não possui legitimidade alguma para impor um doloroso ajuste fiscal e, com isso, determinar como deve o Poder Judiciário usar os seus próprios recursos.

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    Mensagem por Denovo?? Dom 24 Maio 2015, 1:02 am

    Belfort deu uma de PCS do PJU...
    Prometeu, falou grosso, apontou o dedo, disse que só aceitava a vista, e acabou morrendo nos 16%.
    Lutou como nunca, perdeu como sempre...
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    Mensagem por meutoconoteuoco Dom 24 Maio 2015, 1:05 am

    Denovo?? escreveu:Belfort deu uma de PCS do PJU...
    Prometeu, falou grosso, apontou o dedo, disse que só aceitava a vista, e acabou morrendo nos 16%.
    Lutou como nunca, perdeu como sempre...
    Morreu no zero por cento, pqp, quase consegue o PL sem alterações
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    Mensagem por Aroldo Rique Dom 24 Maio 2015, 1:06 am

    Denovo?? escreveu:Belfort deu uma de PCS do PJU...
    Prometeu, falou grosso, apontou o dedo, disse que só aceitava a vista, e acabou morrendo nos 16%.
    Lutou como nunca, perdeu como sempre...

    Belfort foi quedado muito fácil, parecia um boneco de pano. Vacilo demais, ele tava bem melhor em pé.


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    Mensagem por meutoconoteuoco Dom 24 Maio 2015, 1:07 am

    Aroldo Rique escreveu:
    Denovo?? escreveu:Belfort deu uma de PCS do PJU...
    Prometeu, falou grosso, apontou o dedo, disse que só aceitava a vista, e acabou morrendo nos 16%.
    Lutou como nunca, perdeu como sempre...

    Belfort foi quedado muito fácil, parecia um boneco de pano. Vacilo demais, ele tava bem melhor em pé.
    Se continuasse em pé era caixão e vela preta pro wed
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    Mensagem por Sigma Dom 24 Maio 2015, 1:16 am

    Boa noite.

    Agora, é mais de 1 da manhã de domingo. E eu estou acessando o fórum, ainda que saiba que não novidades em relação ao PCS. Vim dar aquela olhadela básica, coisa e tal. Faço isso porque gosto. Não deveria, mas gosto. Fazer o quê...

    Confesso que não li as últimas 3 páginas, apenas "corri os olhos".

    Minha primeira experiência em fóruns foi com o do Furacão.com (http://forum.furacao.com/), o maior fórum brasileiro sobre o assunto "futebol" (mas destinado especialmente aos torcedores do Clube Atlético Paranaense). Extremamente bem organizado, com diversas áreas, que contém diversos tópicos e regras muito bem definidas sobre o comportamento esperado do usuário.

    Fui convidado pelo Maurício para ser moderador pelo COMEDIMENTO das minhas opiniões sobre os assuntos relativos a carreira. Busquei durante todo o tempo aplicar os conceitos de organização do fórum citado. Criação de uma área específica para conversas sem relação direta ao PCS (como carreira e concursos, além de área livre destinada a QUALQUER assunto), punições a ofensas e "desvirtuamento" do tópico, etc. Com o tempo, minhas opiniões começaram a ser colocadas de forma mais FIRME, mais DIRETA. E isso não foi por ser moderador e me achar "o-todo-poderoso-pica-das-galáxias", mas pela vivência com os assuntos relativos ao PCS, as imensas sacanagens cometidas pelos sindicatos, pelo STF e pelo Executivo.

    Diversos moderadores passaram pelo fórum nestes últimos 5 anos. Eu mesmo "larguei" o fórum por uns 2 anos, aproximadamente. 2 dias atrás, convidei um colega forunista para ser moderador, que declinou. Tal colega é ponderado, inteligente, educado e ciente das responsabilidades de moderar um fórum que, contra todas as espectativas possíveis, mantem-se vivo até o momento. Obviamente, MUITO LONGE de estar organizado como uma área virtual bacana para discussão de TODO E QUALQUER ASSUNTO e com usuários xingando e provocando uns aos outros. Em suma, muito longe daquilo que eu gostaria de transformar o fórum.

    Da minha parte, não há implicância ou perseguição a quem quer se seja. Manter uma postura impessoal é o que me permite atuar como moderador e, na posição de usuário, concordar com opiniões de pessoas que não gosto e suspender usuários que eu respeito.

    Todos os meus argumentos sobre organização do fórum, sobre uma boa convivência e respeito entre os forunistas estão relatados nas minhas últimas mensagens. Estão lá. Argumentos podem ser rebatidos, de maneira lógica e inteligente. Não foram.

    Podem usar me chamar de "linha-dura". Esse é um adjetivo que aceito. Podem também me chamar de ditador, de implicante ou de ser injusto, desde que apresentem argumentos que refutem completamente os que foram apresentados por mim.

    E, no momento em que a) meus argumentos cairem, b) em que minha atitude como moderador deixar de colaborar com esse fórum ou c) mantida a atitude desrespeitosa entre os usuários, abrirei mão da moderação, sem problemas.

    Fica, MAIS UMA VEZ, o apelo para uma mudança de mentalidade voltada ao respeito entre os colegas forunistas, para que o espaço se mantenha saudável e organizado.

    Todavia, se isso não for possível, irei desejar todo o sucesso do mundo a este fórum e a esta categoria, mas sem o meu auxílio. Como eu disse anteriormente, fiquei 2 anos fora e o fórum se manteve. Não há motivos para imaginar que ele irá se desmoronar se eu sair.
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    Mensagem por milhocolin Dom 24 Maio 2015, 1:33 am

    Belfort parecia o Leva em dezembro passado... bateu forte, falou grosso, prometeu muito e...
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    Mensagem por Lula Molusco Dom 24 Maio 2015, 6:51 am

    Aumento de impostos reduz qualidade do ajuste
    O contingenciamento dos gastos é extenso, mas aconselha-se esperar para saber se o prometido de fato será cumprido. Enquanto isso, elevam-se tributos
    por EDITORIAL
    23/05/2015 0:00

    O contingenciamento nas despesas orçadas para este ano, anunciado ontem pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, é extenso. Os R$ 69,3 bilhões bloqueados no Orçamento equivalem a 35% das chamadas despesas discricionárias da União — as que podem ser alteradas pelo administrador público. De fato, medida forte. Os números frios indicam ser possível chegar-se à meta de um superávit primário de 1,2% do PIB. Mas é preciso esperar para saber se promessas serão cumpridas.

    O governo precisava mesmo acenar com algo desse calibre, diante da dificuldade política para aprovar a redução de despesas num Congresso autista que, ao contrário, aprova mais gastos. Não bastasse essa contingência política, paira sobre o ajuste a tendência atávica no país de, no momento do aperto de contas, privilegiar-se o aumento de impostos e o corte nos investimentos. Faz-se o ajuste em cima do contribuinte, já assoberbado sob pesada carga tributária, e prejudicando projetos de investimento público.

    Sabe-se que grande parte do Orçamento é composto por despesas garantidas por lei (pensões, salários de servidores) e engessadas por contingências políticas (gastos sociais). Mesmo assim sempre há margem para cortes num governo de 39 ministérios e com 22 mil cargos tidos de confiança, geralmente ocupados por apaniguados políticos.

    Nelson Barbosa anunciou, ainda, metas de redução do custeio da máquina. Algo bem-vindo. O Ministério das Cidade é o mais afetado no bloqueio de verbas — R$ 17,2 bilhões. É um caso típico em que quanto mais forem cortadas despesas de custeio, melhor.

    O cacoete de se tesourar investimentos também aparece neste contingenciamento: no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), foram bloqueados R$ 25,7 bilhões, ou 39,5% do que está programado para o ano. É preciso olhar com lupa quais os projetos afetados. Mas o Minha Casa, Minha Vida foi preservado, algo sensato.

    Apesar das altas cifras citadas na entrevista de Nelson Barbosa, o perigo de vingar a tentação do fechamento das contas por meio de mais impostos é real, continua presente.

    Por exemplo, noticia-se o recuo do governo na medida provisória para tornar realista o abono salarial, condizente com a realidade fiscal do país, sendo compensado pelo aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos de 15% para 20%. O Planalto atende, assim, aos pedidos do PT e outros para que os “ricos” paguem pelo ajuste e não os “pobres”. Ingenuidade, pois os aumentos de impostos são transferidos para preços e tarifas. O povo paga de qualquer jeito, sem saber.

    De indiscutível, na entrevista de Barbosa, foi a afirmação de que, sem ajuste fiscal, não haverá crescimento. Nem, por tabela, gastos sociais que se sustentem.
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    Mensagem por Lula Molusco Dom 24 Maio 2015, 7:05 am

    Lula Molusco escreveu:Aumento de impostos reduz qualidade do ajuste
    O contingenciamento dos gastos é extenso, mas aconselha-se esperar para saber se o prometido de fato será cumprido. Enquanto isso, elevam-se tributos
    por EDITORIAL
    23/05/2015 0:00

    ...

    O governo precisava mesmo acenar com algo desse calibre, diante da dificuldade política para aprovar a redução de despesas num Congresso autista que, ao contrário, aprova mais gastos. Não bastasse essa contingência política, paira sobre o ajuste a tendência atávica no país de, no momento do aperto de contas, privilegiar-se o aumento de impostos e o corte nos investimentos. Faz-se o ajuste em cima do contribuinte, já assoberbado sob pesada carga tributária, e prejudicando projetos de investimento público.

    Sabe-se que grande parte do Orçamento é composto por despesas garantidas por lei (pensões, salários de servidores) e engessadas por contingências políticas (gastos sociais). Mesmo assim sempre há margem para cortes num governo de 39 ministérios e com 22 mil cargos tidos de confiança, geralmente ocupados por apaniguados políticos.

    ...

    Apesar das altas cifras citadas na entrevista de Nelson Barbosa, o perigo de vingar a tentação do fechamento das contas por meio de mais impostos é real, continua presente.

    Por exemplo, noticia-se o recuo do governo na medida provisória para tornar realista o abono salarial, condizente com a realidade fiscal do país, sendo compensado pelo aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos de 15% para 20%. O Planalto atende, assim, aos pedidos do PT e outros para que os “ricos” paguem pelo ajuste e não os “pobres”. Ingenuidade, pois os aumentos de impostos são transferidos para preços e tarifas. O povo paga de qualquer jeito, sem saber.

    ...

    Como era de se esperar, a mídia, com seu atavismo peculiar, volta a defender os bancos. Impagável dizer que aumento de impostos é pedido do PT. Quer dizer que o PT está podendo tanto assim? kkkk

    É evidente que, em tempos de crise, o corte do custeio e aumento de impostos sejam inevitáveis. Só que as chances de Congresso e governo jogar parte da conta nos bancos é real, com o aumento da CSLL dos bancos de 15 para 20%.

    E aí. quem perdeu força? O funcionário do Bradesco, o "todo poderoso" ministro da Fazenda Joaquim Levy. De tanto pressionar, sociedade, organização civil, enfim, a conta do ajuste não fica apenas no lombo do trabalhador.

    O ajuste ainda atinge em cheio a classe trabalhadora, e nós, do Judiciário, teríamos, e ainda temos, o mesmo périplo penoso para aprovar o reajuste, mesmo se a economia estivesse em "céu de brigadeiro".

    O que preocupa ao jornalão é que um governo fraco acaba cedendo a vários atores da sociedade e não só à classe dominante. Incrível que eu viveria para dizer que algo no governo Dilma é bom: a sua fraqueza na articulação política com o Congresso.

    Que se regulamente o IGF; já está na constituição, só regulamentar e cobrar. Que se aumente impostos para atingir o superavit primário, fazer os programas sociais e manter o elefante de 39 ministérios com seus apaniguados políticos. E que o governo Dilma continue assim, fraco de articulação política com o Congresso, como barata tonta. kkkkkkk
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    Mensagem por Lula Molusco Dom 24 Maio 2015, 7:17 am

    pangasso escreveu:O impacto do plano atual daria quantos % na Gaj?

    Considerando o plano anterior como parâmetro, que 40 pontos na GAJ significaram 3 bi a mais, acredito que para um impacto de 10,5 bi, a GAJ aumentaria 140 pontos, ou seja, passaria de 90 para 230%. Quanto de reajuste seria considerando apenas o VB e a GAJ? 1,9 para 3,3 corresponde a 74%.

    1) Mas entendo que a GAJ deveria voltar para 50%. Não vejo com bons olhos o vencimento ser menor que uma gratificação. É uma aberração do ponto de vista da carreira.

    2) Outra questão seria a incorporação das VPNI.

    3) Seria também interessante diminuir a GAE e GAS para 10% do VB.

    Mas essas questões têm que ser debatidas dentro da carreira e não agora, quando estamos prestes a ter a nossa recomposição salarial. Precisamos focar na GREVE!
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    Mensagem por Lula Molusco Dom 24 Maio 2015, 7:23 am

    Sigma escreveu:Boa noite.

    Agora, é mais de 1 da manhã de domingo. E eu estou acessando o fórum, ainda que saiba que não novidades em relação ao PCS. Vim dar aquela olhadela básica, coisa e tal. Faço isso porque gosto. Não deveria, mas gosto. Fazer o quê...

    Confesso que não li as últimas 3 páginas, apenas "corri os olhos".

    Minha primeira experiência em fóruns foi com o do Furacão.com (http://forum.furacao.com/), o maior fórum brasileiro sobre o assunto "futebol" (mas destinado especialmente aos torcedores do Clube Atlético Paranaense). Extremamente bem organizado, com diversas áreas, que contém diversos tópicos e regras muito bem definidas sobre o comportamento esperado do usuário.

    Fui convidado pelo Maurício para ser moderador pelo COMEDIMENTO das minhas opiniões sobre os assuntos relativos a carreira. Busquei durante todo o tempo aplicar os conceitos de organização do fórum citado. Criação de uma área específica para conversas sem relação direta ao PCS (como carreira e concursos, além de área livre destinada a QUALQUER assunto), punições a ofensas e "desvirtuamento" do tópico, etc. Com o tempo, minhas opiniões começaram a ser colocadas de forma mais FIRME, mais DIRETA. E isso não foi por ser moderador e me achar "o-todo-poderoso-pica-das-galáxias", mas pela vivência com os assuntos relativos ao PCS, as imensas sacanagens cometidas pelos sindicatos, pelo STF e pelo Executivo.

    Diversos moderadores passaram pelo fórum nestes últimos 5 anos. Eu mesmo "larguei" o fórum por uns 2 anos, aproximadamente. 2 dias atrás, convidei um colega forunista para ser moderador, que declinou. Tal colega é ponderado, inteligente, educado e ciente das responsabilidades de moderar um fórum que, contra todas as espectativas possíveis, mantem-se vivo até o momento. Obviamente, MUITO LONGE de estar organizado como uma área virtual bacana para discussão de TODO E QUALQUER ASSUNTO e com usuários xingando e provocando uns aos outros. Em suma, muito longe daquilo que eu gostaria de transformar o fórum.

    Da minha parte, não há implicância ou perseguição a quem quer se seja. Manter uma postura impessoal é o que me permite atuar como moderador e, na posição de usuário, concordar com opiniões de pessoas que não gosto e suspender usuários que eu respeito.

    Todos os meus argumentos sobre organização do fórum, sobre uma boa convivência e respeito entre os forunistas estão relatados nas minhas últimas mensagens. Estão lá. Argumentos podem ser rebatidos, de maneira lógica e inteligente. Não foram.

    Podem usar me chamar de "linha-dura". Esse é um adjetivo que aceito. Podem também me chamar de ditador, de implicante ou de ser injusto, desde que apresentem argumentos que refutem completamente os que foram apresentados por mim.

    E, no momento em que a) meus argumentos cairem, b) em que minha atitude como moderador deixar de colaborar com esse fórum ou c) mantida a atitude desrespeitosa entre os usuários, abrirei mão da moderação, sem problemas.

    Fica, MAIS UMA VEZ, o apelo para uma mudança de mentalidade voltada ao respeito entre os colegas forunistas, para que o espaço se mantenha saudável e organizado.

    Todavia, se isso não for possível, irei desejar todo o sucesso do mundo a este fórum e a esta categoria, mas sem o meu auxílio. Como eu disse anteriormente, fiquei 2 anos fora e o fórum se manteve. Não há motivos para imaginar que ele irá se desmoronar se eu sair.

    Acredite, a maior parte das pessoas não concordam com as críticas feitas à moderação. É um ou outro pentelho.
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    Mensagem por MPT SP O RETORNO Dom 24 Maio 2015, 8:00 am

    Prezados, bom dia!

    O bagulho vai passar!

    Seguinte a parcela de jun/2015 vai ser junto com a de jan/2016

    04 anos.....
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    Mensagem por diegowfcp Dom 24 Maio 2015, 8:36 am

    MPT SP O RETORNO escreveu:Prezados, bom dia!

    O bagulho vai passar!

    Seguinte a parcela de jun/2015 vai ser junto com a de jan/2016

    04 anos.....


    cheers troll2 :trollface:
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    Mensagem por Lula Molusco Dom 24 Maio 2015, 8:48 am

    MPT SP O RETORNO escreveu:Prezados, bom dia!

    O bagulho vai passar!

    Seguinte a parcela de jun/2015 vai ser junto com a de jan/2016

    04 anos.....

    Acho estranho.

    Temos parcelas previstas para julho/2015 e dezembro/2015.

    Como pode uma parcela inexistente, junho/2015, se juntar a outra inexistente, janeiro/2016.

    Parece brincadeira com coisa séria...

    E se for 4 anos, piora. Final de 2018 o subsídio dos magistrados terá outro aumento, recuperando as inflações de 2015 a 2018. E só teremos o valo da tabela em janeiro de 2020?

    Realmente...


    Última edição por Lula Molusco em Dom 24 Maio 2015, 8:51 am, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por diegowfcp Dom 24 Maio 2015, 8:50 am

    Lula Molusco escreveu:
    MPT SP O RETORNO escreveu:Prezados, bom dia!

    O bagulho vai passar!

    Seguinte a parcela de jun/2015 vai ser junto com a de jan/2016

    04 anos.....

    Acho estranho.

    Temos parcelas previstas para julho/2015 e dezembro/2015.

    Como pode uma parcela inexistente, junho/2015, se juntar a outra inexistente, janeiro/2016.

    Parece brincadeira com coisa séria...


    Vc nunca ouviu falar no Mpt sp, o troll master? :trollface:
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    Mensagem por MPT SP O RETORNO Dom 24 Maio 2015, 8:55 am

    diegowfcp escreveu:
    Lula Molusco escreveu:
    MPT SP O RETORNO escreveu:Prezados, bom dia!

    O bagulho vai passar!

    Seguinte a parcela de jun/2015 vai ser junto com a de jan/2016

    04 anos.....

    Acho estranho.

    Temos parcelas previstas para julho/2015 e dezembro/2015.

    Como pode uma parcela inexistente, junho/2015, se juntar a outra inexistente, janeiro/2016.

    Parece brincadeira com coisa séria...


    Vc nunca ouviu falar no Mpt sp, o troll master? :trollface:


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    Mensagem por Lula Molusco Dom 24 Maio 2015, 9:00 am

    Projeto do STF pode tornar Judiciário maior e mais caro

    GRACILIANO ROCHA
    DE SÃO PAULO
    24/05/2015 02h00
    1294
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    Em fase de gestação no STF (Supremo Tribunal Federal), a nova Lei Orgânica da Magistratura (Loman) –norma que estabelece todas as regras para juízes, desembargadores e ministros de tribunais superiores– desenha um Poder Judiciário maior, mais caro e menos sujeito a controles de produtividade e eficiência.

    O estatuto lista direitos e deveres dos 16,4 mil magistrados encarregados de julgar mais de 100 milhões de processos no país.

    Muitos aspectos da Loman atual, de 1979, tornaram-se anacrônicos após a Constituição de 1988 e a criação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). A própria Carta Magna determinou que o STF preparasse uma atualização, o que nunca foi cumprido. Nas últimas décadas, todas as propostas naufragaram.

    Durante a presidência de Joaquim Barbosa no STF, o ministro Gilmar Mendes elaborou um projeto para modernizar a Loman. No fim de 2014, o atual presidente, Ricardo Lewandowski, apresentou novo anteprojeto, a base do texto a ser enviado ao Congresso ainda este ano.

    O texto de Lewandowski e as emendas posteriormente sugeridas pelo ministro Luiz Fux tendem a aumentar o gasto com pessoal, 412,5 mil servidores que, em 2013, consumiram 90% do orçamento da máquina judicial brasileira (R$ 62 bilhões).

    REAJUSTES

    Uma das mudanças desejadas por Luiz Fux é transferir do Congresso Nacional para o STF o poder de reajustar os salários dos próprios integrantes da corte.

    Pela fórmula, o STF fixaria um reajuste baseado na inflação dos últimos doze meses, previsão de inflação para o ano seguinte, crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e um fator que ele chamou de "necessidade de valorização institucional da magistratura". O novo salário de magistrados começaria a vigorar a cada 1º de janeiro.

    Com o subjetivo dispositivo da "valorização institucional", os aumentos salariais na corte tenderiam a ficar maiores que os do salário mínimo.

    A fórmula teria forte impacto nas contas públicas, porque o salário de ministro do STF é referência para vencimentos no resto do Judiciário, no Ministério Público, no Congresso e, a partir deste último, nas Assembleias Legislativas de todos os Estados.

    "A corte decidir o próprio salário já é uma temeridade", afirma o economista Otto Nogami, professor do Insper. "Mas não tem lógica nenhuma usar o método de reajuste do salário mínimo [variação do PIB], criado a pretexto de reduzir desigualdade, para subir o teto do funcionalismo", completa.

    "Atualmente o Judiciário já não tem recurso para investir em modernização porque o gasto com folha é altíssimo", critica. A situação ficará pior se a folha for ainda mais inflada, conclui.

    Mesmo que gatilho de Fux não prospere, o custo de cada juiz deve crescer, considerando as outros propostas em gestação na nova Loman.

    No anteprojeto de Lewandowski são criados benefícios extras que não existiam nem na Loman de 1979 nem na proposta de Gilmar Mendes, como auxílios para educar filhos de juízes de 0 a 24 anos e para curso de pós-graduação no exterior. (leia ao lado).

    CARGOS

    Fux também quer um aumento substantivo no número de desembargadores no país. Ele propõe que seja fixada a proporção de um desembargador para quatro juízes de primeira instância.

    Hoje não há parâmetro obrigatório. Se a ideia vingar, o país precisará criar 834 novas vagas na segunda instância. E, no momento seguinte, contratar milhares de novos funcionários e assessores para auxiliarem os novos desembargadores.

    Uma das incertezas da nova Loman diz respeito ao futuro papel do CNJ. Criado para realizar controle administrativo e processual do Judiciário, o órgão é combatido por parte da magistratura.

    No esboço de Gilmar Mendes, muitos atos administrativos do conselho seriam incorporados na Loman.

    Na proposta de Lewandowski, o papel do CNJ na fiscalização de magistrados suspeitos de irregularidades passa a ser subsidiário ao das corregedorias dos tribunais. Além disso, o conselho não poderia fiscalizar magistrados da Justiça Eleitoral.

    Lewandowski queria ainda estabelecer como prerrogativa do juiz não ser interrogado em processo disciplinar ou criminal a não ser por magistrado de instância igual ou superior, "ainda que integrante ou designado pelo Conselho Nacional de Justiça". Na prática, isso poderia inviabilizar a atuação do CNJ, já que seis de seus conselheiros não são magistrados.

    A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) reclamou e Lewandowski recuou. Mudou o texto para possibilitar a atuação de integrantes ou designados pelo CNJ.

    A Folha tentou ouvir Fux, Lewandowski e Mendes sobre o tema, mas não teve sucesso.

    *
    Pedro Ladeira - 5.mar.2015/Folhapress
    Sessão plenária do Supremo Tribunal Federal, sob a presidência de Ricardo Lewandowski
    Sessão plenária do Supremo Tribunal Federal, sob a presidência de Ricardo Lewandowski

    RICARDO LEWANDOWSKI

    TAMANHO DO JUDICIÁRIO
    O presidente do STF defende mudanças pontuais, como criação de varas especia-lizadas para julgar conflitos fundiários

    SALÁRIOS
    Que o subsídio não ultrapasse o teto da remuneração. Fala em reajuste para preservar "valor real", mas não estabelece periodicidade nem percentuais

    FÉRIAS
    60 dias, com pagamento de salário-base

    BENEFÍCIOS
    Passaporte diplomático, auxílios para alimentação, moradia, creche, educação (para filhos entre 6 e 24 anos), plano de saúde, extra de até 20% do salário para pós-graduação, até 3 subsídios como auxílio-mudança, pagamento de auxílio-transporte na falta de carro oficial e extras até por participação em banca de concurso

    PUNIÇÕES A JUÍZES
    Perda do cargo em caso de crime de responsabilidade, ação penal ou ação civil transitados em julgado. Proíbe condução do magistrado a delegacia, mesmo em flagrante

    PRODUTIVIDADE
    Que cada tribunal estabeleça o controle

    PAPEL DO CNJ
    Perde prerrogativas financeiras e de poder: punições passam a caber às Corregedorias

    -
    Sérgio Lima - 26.fev.2014/Folhapress
    O ministro do STF Luiz Fux

    LUIZ FUX

    TAMANHO DO JUDICIÁRIO
    Proporção de 1 desembargador para 4 juízes –o impacto imediato é de mil novos desem-bargadores, mais assessores e novos juízes

    SALÁRIOS
    Transferência, do Congresso Nacional para o próprio Supremo Tribunal Federal, da prerrogativa de reajustar salários dos ministros, que servem de base para todo o Judiciário e o Legislativo. Determina reajuste sempre em Janeiro com reposição da inflação, considerando ainda crescimento do PIB e "a necessidade de valorização institucional da magistratura"

    FÉRIAS
    60 dias, com pagamento de um salário-base a cada período de férias

    BENEFÍCIOS
    Defende os mesmos benefícios que o presidente do STF, mais o direito de receber simultaneamente auxílio-moradia e diárias no período em que o juiz for convocado para trabalhar em corte superior; auxílio-mudança no valor de até três salários, mais gratificações

    PUNIÇÕES A JUÍZES
    Mesmo se condenado por improbidade, magistrado não perde o cargo

    PRODUTIVIDADE
    Defende o mesmo que Lewandowski: que cada tribunal estabeleça o controle da produtividade de seus magistrados

    -
    Ueslei Marcelino - 11.mar.15/Reuters
    O ministro Gilmar Mendes em sessão do STF
    O ministro Gilmar Mendes em sessão do STF

    GILMAR MENDES

    TAMANHO DO JUDICIÁRIO
    Como Lewandowski, defende mudanças pontuais, como criação de varas especiali-zadas para julgar conflitos fundiários

    SALÁRIOS
    Remuneração limitada ao teto. Não menciona reajusteFÉRIAS60 dias, com pagamento de um terço do salário-base

    BENEFÍCIOS
    Indenização de transporte nos deslocamentos a serviço, auxílio-alimentação, auxílio-moradia em caso de lotação em cidade de difícil acesso e com base em valor local de locação

    PUNIÇÕES A JUÍZES
    Perda do cargo em caso de crime de responsabilidade, ação penal ou ação civil transitados em julgado. Só é apresentado diretamente ao Tribunal se prisão não tiver sido em flagrante por crime inafiançável

    PRODUTIVIDADE
    Estabelecer um sistema de metas de resultados em áreas como gestão de custos e ampliação do acesso à Justiça

    PAPEL DO CNJ
    Aumentar poder do órgão ao definir valores para benefícios como o auxílio-alimentação e prever punições administrativas a magistrados
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    Mensagem por Lula Molusco Dom 24 Maio 2015, 9:01 am

    Tribunais mantêm o maior gasto por servidor na esfera federal

    GABRIELA GUERREIRO
    GUSTAVO PATU
    DE BRASÍLIA
    24/05/2015 02h00
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    Em campanha por um reajuste salarial médio de 59,5% em análise no Congresso, o Judiciário é o Poder com maior gasto médio por servidor na ativa na esfera federal.

    De acordo com dados do Ministérreajuste salarial médio de 59,5% do Planejamento, a despesa média com pessoal do Judiciário em 2014 foi de R$ 15,1 mil mensais por funcionário, acima dos R$ 14,9 mil do Legislativo.

    Bem atrás vêm os servidores civis do Executivo, com R$ 9.919. A média dos militares é ainda menor, de R$ 3.788.

    Os servidores do Judiciário da União reivindicam reajustes com argumento de que, numa comparação entre carreiras equivalentes, sua remuneração é inferior à de outros Poderes.

    Segundo a categoria, um analista judiciário recebe entre R$ 7.000 e R$ 10 mil. Entre servidores com as mesmas funções no Executivo e Legislativo, os salários variariam entre R$ 12 mil e R$ 18 mil.

    Além disso, o grupo argumenta que o Poder não obteve aumentos desde 2006 –apenas recomposições que não incidiram sobre a totalidade de seus vencimentos.

    Representante do Sindjus-DF (Sindicato dos Servidores da Justiça do Distrito Federal), André Boratto contesta os dados do Ministério do Planejamento. De acordo com ele, os números levam em conta os salários de todos os membros do Poder, e não apenas dos servidores.

    "O gasto com servidor é apenas de salário. Não há gastos agregados. Mas se você somar dentro desse valor o custo total do Judiciário, sai mais caro porque há um número maior de magistrados e juízes que têm vantagens indiretas", afirma.

    A decisão sobre o reajuste dos servidores será do Senado, onde tramita o projeto com os percentuais que serão concedidos gradativamente até 2018. A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou o aumento salarial na última quarta-feira (20). Após intensa pressão dos servidores, o projeto seguiu diretamente para o plenário.

    A ideia do governo federal, contrário ao aumento, era ganhar tempo com o envio do texto para a Comissão de Assuntos Econômicos.

    CUSTO DO REAJUSTE

    O impacto calculado pelo Ministério do Planejamento com o aumento é de R$ 25,7 bilhões nos próximos quatro anos. Segundo a pasta, os custos serão de R$ 1,5 bilhão neste ano, R$ 5,3 bilhões em 2016, R$ 8,4 bilhões em 2017 e R$ 10,5 bilhões em 2018.

    Os servidores contestam e calculam o impacto em R$ 10,5 bilhões. Em nota enviada aos senadores, o STF (Supremo Tribunal Federal) afirma que o governo não pode usar a "lógica" de somar as parcelas, uma vez que o Orçamento da União é executado em bases anuais.

    Uma hipótese analisada pelo governo federal seria aprovar o projeto, mas com o aumento nos salários vigorando apenas a partir de 2016, quando o governo espera ter superado o atual momento de crise na economia.

    "Indo para o plenário, teremos todo um período para negociar outras conversas", disse o senador Walter Pinheiro (PT-BA).

    *

    CUSTO DO SERVIDOR POR MÊS, EM 2014

    1º) Judiciário

    R$ 15.093

    2º) Legislativo

    R$ 14.865

    3º) Ministério Público

    R$ 13.867

    4º) Executivo (civis)

    R$ 9.919

    5º) Militares

    R$ 3.788
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    Mensagem por diegowfcp Dom 24 Maio 2015, 9:05 am

    Lula Molusco escreveu:Tribunais mantêm o maior gasto por servidor na esfera federal

    GABRIELA GUERREIRO
    GUSTAVO PATU
    DE BRASÍLIA
    24/05/2015 02h00
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    Em campanha por um reajuste salarial médio de 59,5% em análise no Congresso, o Judiciário é o Poder com maior gasto médio por servidor na ativa na esfera federal.

    De acordo com dados do Ministérreajuste salarial médio de 59,5% do Planejamento, a despesa média com pessoal do Judiciário em 2014 foi de R$ 15,1 mil mensais por funcionário, acima dos R$ 14,9 mil do Legislativo.

    Bem atrás vêm os servidores civis do Executivo, com R$ 9.919. A média dos militares é ainda menor, de R$ 3.788.

    Os servidores do Judiciário da União reivindicam reajustes com argumento de que, numa comparação entre carreiras equivalentes, sua remuneração é inferior à de outros Poderes.

    Segundo a categoria, um analista judiciário recebe entre R$ 7.000 e R$ 10 mil. Entre servidores com as mesmas funções no Executivo e Legislativo, os salários variariam entre R$ 12 mil e R$ 18 mil.

    Além disso, o grupo argumenta que o Poder não obteve aumentos desde 2006 –apenas recomposições que não incidiram sobre a totalidade de seus vencimentos.

    Representante do Sindjus-DF (Sindicato dos Servidores da Justiça do Distrito Federal), André Boratto contesta os dados do Ministério do Planejamento. De acordo com ele, os números levam em conta os salários de todos os membros do Poder, e não apenas dos servidores.

    "O gasto com servidor é apenas de salário. Não há gastos agregados. Mas se você somar dentro desse valor o custo total do Judiciário, sai mais caro porque há um número maior de magistrados e juízes que têm vantagens indiretas", afirma.

    A decisão sobre o reajuste dos servidores será do Senado, onde tramita o projeto com os percentuais que serão concedidos gradativamente até 2018. A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou o aumento salarial na última quarta-feira (20). Após intensa pressão dos servidores, o projeto seguiu diretamente para o plenário.

    A ideia do governo federal, contrário ao aumento, era ganhar tempo com o envio do texto para a Comissão de Assuntos Econômicos.

    CUSTO DO REAJUSTE

    O impacto calculado pelo Ministério do Planejamento com o aumento é de R$ 25,7 bilhões nos próximos quatro anos. Segundo a pasta, os custos serão de R$ 1,5 bilhão neste ano, R$ 5,3 bilhões em 2016, R$ 8,4 bilhões em 2017 e R$ 10,5 bilhões em 2018.

    Os servidores contestam e calculam o impacto em R$ 10,5 bilhões. Em nota enviada aos senadores, o STF (Supremo Tribunal Federal) afirma que o governo não pode usar a "lógica" de somar as parcelas, uma vez que o Orçamento da União é executado em bases anuais.

    Uma hipótese analisada pelo governo federal seria aprovar o projeto, mas com o aumento nos salários vigorando apenas a partir de 2016, quando o governo espera ter superado o atual momento de crise na economia.

    "Indo para o plenário, teremos todo um período para negociar outras conversas", disse o senador Walter Pinheiro (PT-BA).

    *

    CUSTO DO SERVIDOR POR MÊS, EM 2014

    1º) Judiciário

    R$ 15.093

    2º) Legislativo

    R$ 14.865

    3º) Ministério Público

    R$ 13.867

    4º) Executivo (civis)

    R$ 9.919

    5º) Militares

    R$ 3.788

    Sem saber, acabaram de expor o problema das incorporações..

    quando digo q o General Vander tem razao...

    Agora resta saber: qual a metodologia desse cálculo? O cara só oga os numeros..

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    Mensagem por tre-rj Dom 24 Maio 2015, 9:09 am

    Creo q vc nao e mal intencionado, apenas da a versão (tentativa) do judiciário mas e preciso combinar com os russos (executivo) e pelo q ouvimos nao estao combinados.


    MPT SP O RETORNO escreveu:
    diegowfcp escreveu:
    Lula Molusco escreveu:
    MPT SP O RETORNO escreveu:Prezados, bom dia!

    O bagulho vai passar!

    Seguinte a parcela de jun/2015 vai ser junto com a de jan/2016

    04 anos.....

    Acho estranho.

    Temos parcelas previstas para julho/2015 e dezembro/2015.

    Como pode uma parcela inexistente, junho/2015, se juntar a outra inexistente, janeiro/2016.

    Parece brincadeira com coisa séria...


    Vc nunca ouviu falar no Mpt sp, o troll master? :trollface:


    è isso ou nada.....
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    Mensagem por Convidado Dom 24 Maio 2015, 9:17 am

    MPT SP O RETORNO escreveu:Prezados, bom dia!

    O bagulho vai passar!

    Seguinte a parcela de jun/2015 vai ser junto com a de jan/2016

    04 anos.....

    Não existe parcela em 6/2015, mas em 7/2015. Também não existe parcela em 1/2016. Vamos supor que vc apenas cometeu um erro datilográfico ao mencionar a 1ª parcela, mas a de janeiro de 2016 não. Então, teríamos novidade, ou seja, seria preciso retornar o PLC 28 para a câmara. Só por causa do início do pgto? Não sabe mais nem como produzir uma boa trollagem.
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    Mensagem por Convidado Dom 24 Maio 2015, 9:19 am

    Caso o PL 28/2015 seja aprovado, já sei de onde virá a provável origem dos recursos para sua implementação...
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    Mensagem por Trt3analistaOJ Dom 24 Maio 2015, 9:23 am

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    Mensagem por Convidado Dom 24 Maio 2015, 9:23 am

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    Mensagem por Trt3analistaOJ Dom 24 Maio 2015, 9:27 am

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    Mensagem por diegowfcp Dom 24 Maio 2015, 9:28 am

    Franzkafka escreveu:Caso o PL 28/2015 seja aprovado, já sei de onde virá a provável origem dos recursos para sua implementação...

    De onde?
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    Mensagem por Trt3analistaOJ Dom 24 Maio 2015, 9:32 am

    Criar um breve texto e colar, não nos
    tomará nem trinta minutos.
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    Mensagem por Aumento_do_Judiciário Dom 24 Maio 2015, 9:47 am

    Lula Molusco escreveu:Tribunais mantêm o maior gasto por servidor na esfera federal

    GABRIELA GUERREIRO
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    24/05/2015 02h00
    00
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    Em campanha por um reajuste salarial médio de 59,5% em análise no Congresso, o Judiciário é o Poder com maior gasto médio por servidor na ativa na esfera federal.

    De acordo com dados do Ministérreajuste salarial médio de 59,5% do Planejamento, a despesa média com pessoal do Judiciário em 2014 foi de R$ 15,1 mil mensais por funcionário, acima dos R$ 14,9 mil do Legislativo.

    Bem atrás vêm os servidores civis do Executivo, com R$ 9.919. A média dos militares é ainda menor, de R$ 3.788.

    Os servidores do Judiciário da União reivindicam reajustes com argumento de que, numa comparação entre carreiras equivalentes, sua remuneração é inferior à de outros Poderes.

    Segundo a categoria, um analista judiciário recebe entre R$ 7.000 e R$ 10 mil. Entre servidores com as mesmas funções no Executivo e Legislativo, os salários variariam entre R$ 12 mil e R$ 18 mil.

    Além disso, o grupo argumenta que o Poder não obteve aumentos desde 2006 –apenas recomposições que não incidiram sobre a totalidade de seus vencimentos.

    Representante do Sindjus-DF (Sindicato dos Servidores da Justiça do Distrito Federal), André Boratto contesta os dados do Ministério do Planejamento. De acordo com ele, os números levam em conta os salários de todos os membros do Poder, e não apenas dos servidores.

    "O gasto com servidor é apenas de salário. Não há gastos agregados. Mas se você somar dentro desse valor o custo total do Judiciário, sai mais caro porque há um número maior de magistrados e juízes que têm vantagens indiretas", afirma.

    A decisão sobre o reajuste dos servidores será do Senado, onde tramita o projeto com os percentuais que serão concedidos gradativamente até 2018. A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou o aumento salarial na última quarta-feira (20). Após intensa pressão dos servidores, o projeto seguiu diretamente para o plenário.

    A ideia do governo federal, contrário ao aumento, era ganhar tempo com o envio do texto para a Comissão de Assuntos Econômicos.

    CUSTO DO REAJUSTE

    O impacto calculado pelo Ministério do Planejamento com o aumento é de R$ 25,7 bilhões nos próximos quatro anos. Segundo a pasta, os custos serão de R$ 1,5 bilhão neste ano, R$ 5,3 bilhões em 2016, R$ 8,4 bilhões em 2017 e R$ 10,5 bilhões em 2018.

    Os servidores contestam e calculam o impacto em R$ 10,5 bilhões. Em nota enviada aos senadores, o STF (Supremo Tribunal Federal) afirma que o governo não pode usar a "lógica" de somar as parcelas, uma vez que o Orçamento da União é executado em bases anuais.

    Uma hipótese analisada pelo governo federal seria aprovar o projeto, mas com o aumento nos salários vigorando apenas a partir de 2016, quando o governo espera ter superado o atual momento de crise na economia.

    "Indo para o plenário, teremos todo um período para negociar outras conversas", disse o senador Walter Pinheiro (PT-BA).

    *

    CUSTO DO SERVIDOR POR MÊS, EM 2014

    1º) Judiciário

    R$ 15.093

    2º) Legislativo

    R$ 14.865

    3º) Ministério Público

    R$ 13.867

    4º) Executivo (civis)

    R$ 9.919

    5º) Militares

    R$ 3.788

    Eis aí as distorções a que eu me referia nas minhas mensagens anteriores.

    As incorporações criam distorções remuneratórias no PJU, elevando a média de gastos. É algo tenebroso que somente serve para o Executivo usar como argumento para não conceder o reajuste. A longo prazo, tornar-se-á mais difícil pleitear melhorias salariais.

    Não há como ter reajuste sem antes discutir, internamente, a estrutura da carreira. A categoria tem que levar isso em consideração.
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    Mensagem por Aumento_do_Judiciário Dom 24 Maio 2015, 9:50 am

    MPT SP O RETORNO escreveu:Prezados, bom dia!

    O bagulho vai passar!

    Seguinte a parcela de jun/2015 vai ser junto com a de jan/2016

    04 anos.....

    Não existe certeza de o PLC passar.

    O Executivo quer conceder o mesmo índice dos SPF's.

    Aguardemos agosto/2015.
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    Mensagem por Lula Molusco Dom 24 Maio 2015, 9:51 am

    diegowfcp escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Tribunais mantêm o maior gasto por servidor na esfera federal

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    4º) Executivo (civis)

    R$ 9.919

    5º) Militares

    R$ 3.788

    Sem saber, acabaram de expor o problema das incorporações..

    quando digo q o General Vander tem razao...

    Agora resta saber: qual a metodologia desse cálculo? O cara só oga os numeros..


    A questão não é só ter razão. Precisa de momento adequado para expor. Por exemplo:

    1) Entendo que a GAJ deveria voltar para 50%. Não vejo com bons olhos o vencimento ser menor que uma gratificação. É uma aberração do ponto de vista da carreira.

    2) Outra questão seria a incorporação das VPNI.

    3) Seria também interessante diminuir a GAE e GAS para 10% do VB.

    Mas essas questões têm que ser debatidas dentro da carreira e não agora, quando estamos prestes a ter a nossa recomposição salarial. Precisamos focar na GREVE!
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    Mensagem por Lula Molusco Dom 24 Maio 2015, 9:58 am

    Aumento_do_Judiciário escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Tribunais mantêm o maior gasto por servidor na esfera federal

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    R$ 9.919

    5º) Militares

    R$ 3.788

    Eis aí as distorções a que eu me referia nas minhas mensagens anteriores.

    As incorporações criam distorções remuneratórias no PJU, elevando a média de gastos. É algo tenebroso que somente serve para o Executivo usar como argumento para não conceder o reajuste. A longo prazo, tornar-se-á mais difícil pleitear melhorias salariais.

    Não há como ter reajuste sem antes discutir, internamente, a estrutura da carreira. A categoria tem que levar isso em consideração.

    A notícia junta magistrados e servidores do PJU no mesmo balaio. Que tal o MPOG separar isto e separar os servidores do Legislativo dos legisladores? E servidores do MPU de promotores? Veremos que a ordem da média será juízes, promotores, legisladores, servidores do legislativo, servidores do PJU e servidores do MPU.

    Nada tem haver com as "incorporações".

    Oh ectoplasmático TRF1! Sua performance como Vandelírio está impagável.

    Assim que a bagaça for aprovada, deveríamos discutir percentual de GAJ, GAE, GAS, incorporação das VPNI. Mas essas questões têm que ser debatidas dentro da carreira e não agora, quando estamos prestes a ter a nossa recomposição salarial. Precisamos focar na GREVE!

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    Mensagem por Edyrio2010 Dom 24 Maio 2015, 10:00 am

    diegowfcp escreveu:
    Franzkafka escreveu:Caso o PL 28/2015 seja aprovado, já sei de onde virá a provável origem dos recursos para sua implementação...

    De onde?

    Vai um disco LP do Tom Ze? Parece que foi especialmente lançado em homenagem a nós do judiciário!

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    Mensagem por Primitivo Dom 24 Maio 2015, 10:32 am

    Lula Molusco escreveu:
    Aumento_do_Judiciário escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Tribunais mantêm o maior gasto por servidor na esfera federal

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    R$ 3.788

    Eis aí as distorções a que eu me referia nas minhas mensagens anteriores.

    As incorporações criam distorções remuneratórias no PJU, elevando a média de gastos. É algo tenebroso que somente serve para o Executivo usar como argumento para não conceder o reajuste. A longo prazo, tornar-se-á mais difícil pleitear melhorias salariais.

    Não há como ter reajuste sem antes discutir, internamente, a estrutura da carreira. A categoria tem que levar isso em consideração.

    A notícia junta magistrados e servidores do PJU no mesmo balaio. Que tal o MPOG separar isto e separar os servidores do Legislativo dos legisladores? E servidores do MPU de promotores? Veremos que a ordem da média será juízes, promotores, legisladores, servidores do legislativo, servidores do PJU e servidores do MPU.

    Nada tem haver com as "incorporações".

    Oh ectoplasmático TRF1! Sua performance como Vandelírio está impagável.

    Assim que a bagaça for aprovada, deveríamos discutir percentual de GAJ, GAE, GAS, incorporação das VPNI. Mas essas questões têm que ser debatidas dentro da carreira e não agora, quando estamos prestes a ter a nossa recomposição salarial. Precisamos focar na GREVE!


    Percebo que o colega insiste bastante nesse quesito "percentual menor para GAS e GAE". Por certo, não seria afetado com eventual mudança sugerida. Se esse for o caminho, que é um ponto de vista a se considerar, penso eu que devemos também discutir uma drástica redução de valor e quantidade para as funções comissionadas e cargos em comissão. Quem sabe cortando na carne de todos, sem olhar para a ou b, não conseguiremos melhorar a remuneração de modo geral ? Quem sabe fatiando racionalmente o bolo, o mesmo bolo, não chegaremos a um melhor resultado - mas, para esse bolo, deve ir tudo: GAS, GAE, incorporação, FC e CC... Some-se a isso o mesmo percentual que vier a ser ofertado aos SPF's. Seria uma eficiente realocação de recursos com menor impacto orçamentário.

    Mas concordo que o momento não clama por essa discussão contraproducente. Só quis explicitar uma opinião associada à sua.
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    Mensagem por euvoltei Dom 24 Maio 2015, 10:34 am

    Lula Molusco escreveu:
    Aumento_do_Judiciário escreveu:
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    A notícia junta magistrados e servidores do PJU no mesmo balaio. Que tal o MPOG separar isto e separar os servidores do Legislativo dos legisladores? E servidores do MPU de promotores? Veremos que a ordem da média será juízes, promotores, legisladores, servidores do legislativo, servidores do PJU e servidores do MPU.

    Nada tem haver com as "incorporações".

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    Assim que a bagaça for aprovada, deveríamos discutir percentual de GAJ, GAE, GAS, incorporação das VPNI. Mas essas questões têm que ser debatidas dentro da carreira e não agora, quando estamos prestes a ter a nossa recomposição salarial. Precisamos focar na GREVE!


    “No Brasil muitas vezes as estatísticas escondem as verdades, pois nela se você passa fome e não come nenhum frango e eu como dois, em média cada um come um.”
    ―Rafael Silveira


    Certeza que no balaio do legislativo colocaram os cargos de livre nomeação dos deputado/senadores,... cargos de 1 mil, 2 mil, 3 mil/mês... que os mesmos podem distribuir, aos montes, aos cabos eleitorais espalhados por todo o Brasil, o que joga a média deles para baixo...

    Ou seja, manipulação, manipulação, manipulação...

    Cada dia dou menos importância à "mídia"...
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    Mensagem por Aumento_do_Judiciário Dom 24 Maio 2015, 10:41 am

    Primitivo escreveu:
    Lula Molusco escreveu:
    Aumento_do_Judiciário escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Tribunais mantêm o maior gasto por servidor na esfera federal

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    R$ 9.919

    5º) Militares

    R$ 3.788

    Eis aí as distorções a que eu me referia nas minhas mensagens anteriores.

    As incorporações criam distorções remuneratórias no PJU, elevando a média de gastos. É algo tenebroso que somente serve para o Executivo usar como argumento para não conceder o reajuste. A longo prazo, tornar-se-á mais difícil pleitear melhorias salariais.

    Não há como ter reajuste sem antes discutir, internamente, a estrutura da carreira. A categoria tem que levar isso em consideração.

    A notícia junta magistrados e servidores do PJU no mesmo balaio. Que tal o MPOG separar isto e separar os servidores do Legislativo dos legisladores? E servidores do MPU de promotores? Veremos que a ordem da média será juízes, promotores, legisladores, servidores do legislativo, servidores do PJU e servidores do MPU.

    Nada tem haver com as "incorporações".

    Oh ectoplasmático TRF1! Sua performance como Vandelírio está impagável.

    Assim que a bagaça for aprovada, deveríamos discutir percentual de GAJ, GAE, GAS, incorporação das VPNI. Mas essas questões têm que ser debatidas dentro da carreira e não agora, quando estamos prestes a ter a nossa recomposição salarial. Precisamos focar na GREVE!


    Percebo que o colega insiste bastante nesse quesito "percentual menor para GAS e GAE". Por certo, não seria afetado com eventual mudança sugerida. Se esse for o caminho, que é um ponto de vista a se considerar, penso eu que devemos também discutir uma drástica redução de valor e quantidade para as funções comissionadas e cargos em comissão. Quem sabe cortando na carne de todos, sem olhar para a ou b, não conseguiremos melhorar a remuneração de modo geral ? Quem sabe fatiando racionalmente o bolo, o mesmo bolo, não chegaremos a um melhor resultado - mas, para esse bolo, deve ir tudo: GAS, GAE, incorporação, FC e CC... Some-se a isso o mesmo percentual que vier a ser ofertado aos SPF's. Seria uma eficiente realocação de recursos com menor impacto orçamentário.

    Mas concordo que o momento não clama por essa discussão contraproducente. Só quis explicitar uma opinião associada à sua.

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    Mensagem por camirecas Dom 24 Maio 2015, 10:47 am

    euvoltei escreveu:
    Lula Molusco escreveu:
    Aumento_do_Judiciário escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Tribunais mantêm o maior gasto por servidor na esfera federal

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    R$ 9.919

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    Eis aí as distorções a que eu me referia nas minhas mensagens anteriores.

    As incorporações criam distorções remuneratórias no PJU, elevando a média de gastos. É algo tenebroso que somente serve para o Executivo usar como argumento para não conceder o reajuste. A longo prazo, tornar-se-á mais difícil pleitear melhorias salariais.

    Não há como ter reajuste sem antes discutir, internamente, a estrutura da carreira. A categoria tem que levar isso em consideração.

    A notícia junta magistrados e servidores do PJU no mesmo balaio. Que tal o MPOG separar isto e separar os servidores do Legislativo dos legisladores? E servidores do MPU de promotores? Veremos que a ordem da média será juízes, promotores, legisladores, servidores do legislativo, servidores do PJU e servidores do MPU.

    Nada tem haver com as "incorporações".

    Oh ectoplasmático TRF1! Sua performance como Vandelírio está impagável.

    Assim que a bagaça for aprovada, deveríamos discutir percentual de GAJ, GAE, GAS, incorporação das VPNI. Mas essas questões têm que ser debatidas dentro da carreira e não agora, quando estamos prestes a ter a nossa recomposição salarial. Precisamos focar na GREVE!


    “No Brasil muitas vezes as estatísticas escondem as verdades, pois nela se você passa fome e não come nenhum frango e eu como dois, em média cada um come um.”
    ―Rafael Silveira


    Certeza que no balaio do legislativo colocaram os cargos de livre nomeação dos deputado/senadores,... cargos de 1 mil, 2 mil, 3 mil/mês... que os mesmos podem distribuir, aos montes, aos cabos eleitorais espalhados por todo o Brasil, o que joga a média deles para baixo...

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    Nesse balaio aí não jogaram os magistrados não??
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    Mensagem por Convidado Dom 24 Maio 2015, 10:47 am

    diegowfcp escreveu:
    Franzkafka escreveu:Caso o PL 28/2015 seja aprovado, já sei de onde virá a provável origem dos recursos para sua implementação...

    De onde?

    Vai associando as últimas declarações do MPOG:

    "custo de 25 bi"; "se fizerem remanejamento interno"
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    Mensagem por Rodssss Dom 24 Maio 2015, 10:48 am

    Lula Molusco escreveu:Tribunais mantêm o maior gasto por servidor na esfera federal

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    De acordo com dados do Ministérreajuste salarial médio de 59,5% do Planejamento, a despesa média com pessoal do Judiciário em 2014 foi de R$ 15,1 mil mensais por funcionário, acima dos R$ 14,9 mil do Legislativo.

    Bem atrás vêm os servidores civis do Executivo, com R$ 9.919. A média dos militares é ainda menor, de R$ 3.788.

    Os servidores do Judiciário da União reivindicam reajustes com argumento de que, numa comparação entre carreiras equivalentes, sua remuneração é inferior à de outros Poderes.

    Segundo a categoria, um analista judiciário recebe entre R$ 7.000 e R$ 10 mil. Entre servidores com as mesmas funções no Executivo e Legislativo, os salários variariam entre R$ 12 mil e R$ 18 mil.

    Além disso, o grupo argumenta que o Poder não obteve aumentos desde 2006 –apenas recomposições que não incidiram sobre a totalidade de seus vencimentos.

    Representante do Sindjus-DF (Sindicato dos Servidores da Justiça do Distrito Federal), André Boratto contesta os dados do Ministério do Planejamento. De acordo com ele, os números levam em conta os salários de todos os membros do Poder, e não apenas dos servidores.

    "O gasto com servidor é apenas de salário. Não há gastos agregados. Mas se você somar dentro desse valor o custo total do Judiciário, sai mais caro porque há um número maior de magistrados e juízes que têm vantagens indiretas", afirma.

    A decisão sobre o reajuste dos servidores será do Senado, onde tramita o projeto com os percentuais que serão concedidos gradativamente até 2018. A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou o aumento salarial na última quarta-feira (20). Após intensa pressão dos servidores, o projeto seguiu diretamente para o plenário.

    A ideia do governo federal, contrário ao aumento, era ganhar tempo com o envio do texto para a Comissão de Assuntos Econômicos.

    CUSTO DO REAJUSTE

    O impacto calculado pelo Ministério do Planejamento com o aumento é de R$ 25,7 bilhões nos próximos quatro anos. Segundo a pasta, os custos serão de R$ 1,5 bilhão neste ano, R$ 5,3 bilhões em 2016, R$ 8,4 bilhões em 2017 e R$ 10,5 bilhões em 2018.

    Os servidores contestam e calculam o impacto em R$ 10,5 bilhões. Em nota enviada aos senadores, o STF (Supremo Tribunal Federal) afirma que o governo não pode usar a "lógica" de somar as parcelas, uma vez que o Orçamento da União é executado em bases anuais.

    Uma hipótese analisada pelo governo federal seria aprovar o projeto, mas com o aumento nos salários vigorando apenas a partir de 2016, quando o governo espera ter superado o atual momento de crise na economia.

    "Indo para o plenário, teremos todo um período para negociar outras conversas", disse o senador Walter Pinheiro (PT-BA).

    *

    CUSTO DO SERVIDOR POR MÊS, EM 2014

    1º) Judiciário

    R$ 15.093

    2º) Legislativo

    R$ 14.865

    3º) Ministério Público

    R$ 13.867

    4º) Executivo (civis)

    R$ 9.919

    5º) Militares

    R$ 3.788
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    pag 42
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    e como bem observado pelo colega o mpog junta os gastos dos semi deuses com os profanos.
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    Mensagem por diegowfcp Dom 24 Maio 2015, 10:52 am

    Rodssss escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Tribunais mantêm o maior gasto por servidor na esfera federal

    GABRIELA GUERREIRO
    GUSTAVO PATU
    DE BRASÍLIA
    24/05/2015 02h00
    00
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    Em campanha por um reajuste salarial médio de 59,5% em análise no Congresso, o Judiciário é o Poder com maior gasto médio por servidor na ativa na esfera federal.

    De acordo com dados do Ministérreajuste salarial médio de 59,5% do Planejamento, a despesa média com pessoal do Judiciário em 2014 foi de R$ 15,1 mil mensais por funcionário, acima dos R$ 14,9 mil do Legislativo.

    Bem atrás vêm os servidores civis do Executivo, com R$ 9.919. A média dos militares é ainda menor, de R$ 3.788.

    Os servidores do Judiciário da União reivindicam reajustes com argumento de que, numa comparação entre carreiras equivalentes, sua remuneração é inferior à de outros Poderes.

    Segundo a categoria, um analista judiciário recebe entre R$ 7.000 e R$ 10 mil. Entre servidores com as mesmas funções no Executivo e Legislativo, os salários variariam entre R$ 12 mil e R$ 18 mil.

    Além disso, o grupo argumenta que o Poder não obteve aumentos desde 2006 –apenas recomposições que não incidiram sobre a totalidade de seus vencimentos.

    Representante do Sindjus-DF (Sindicato dos Servidores da Justiça do Distrito Federal), André Boratto contesta os dados do Ministério do Planejamento. De acordo com ele, os números levam em conta os salários de todos os membros do Poder, e não apenas dos servidores.

    "O gasto com servidor é apenas de salário. Não há gastos agregados. Mas se você somar dentro desse valor o custo total do Judiciário, sai mais caro porque há um número maior de magistrados e juízes que têm vantagens indiretas", afirma.

    A decisão sobre o reajuste dos servidores será do Senado, onde tramita o projeto com os percentuais que serão concedidos gradativamente até 2018. A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou o aumento salarial na última quarta-feira (20). Após intensa pressão dos servidores, o projeto seguiu diretamente para o plenário.

    A ideia do governo federal, contrário ao aumento, era ganhar tempo com o envio do texto para a Comissão de Assuntos Econômicos.

    CUSTO DO REAJUSTE

    O impacto calculado pelo Ministério do Planejamento com o aumento é de R$ 25,7 bilhões nos próximos quatro anos. Segundo a pasta, os custos serão de R$ 1,5 bilhão neste ano, R$ 5,3 bilhões em 2016, R$ 8,4 bilhões em 2017 e R$ 10,5 bilhões em 2018.

    Os servidores contestam e calculam o impacto em R$ 10,5 bilhões. Em nota enviada aos senadores, o STF (Supremo Tribunal Federal) afirma que o governo não pode usar a "lógica" de somar as parcelas, uma vez que o Orçamento da União é executado em bases anuais.

    Uma hipótese analisada pelo governo federal seria aprovar o projeto, mas com o aumento nos salários vigorando apenas a partir de 2016, quando o governo espera ter superado o atual momento de crise na economia.

    "Indo para o plenário, teremos todo um período para negociar outras conversas", disse o senador Walter Pinheiro (PT-BA).

    *

    CUSTO DO SERVIDOR POR MÊS, EM 2014

    1º) Judiciário

    R$ 15.093

    2º) Legislativo

    R$ 14.865

    3º) Ministério Público

    R$ 13.867

    4º) Executivo (civis)

    R$ 9.919

    5º) Militares

    R$ 3.788
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    e como bem observado pelo colega o mpog junta os gastos dos semi deuses com os profanos.


    Suspeitei q isso tinha sido feito nos cálculos, até porque a turma do executivo tbm tem incorporações

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