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    Tópico Geral

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    Mensagem por Antonio Batai Qua 27 Maio 2015, 8:35 am

    Sigma escreveu:
    Gerente escreveu:O ajuste fiscal está sendo feito em cima dos trabalhadores, dos aposentados, dos bancos e das grandes fortunas, preparando o terreno para 2018.

    Nisso, nós concordamos.

    Gerente escreveu:O atualíssimo PCS é um plano de cargos e salários normal que só reajusta salários pela inflação, sem mexer na carreira, com impacto orçamentário condizente, pois todos sofreram os ricos e os pobres servidores.

    Nisso, nós discordamos. Em conversas com uns caras inteligentes aqui do fórum, chegou-se a conclusão que PCS é pra dar reajuste acima da inflação. Foi provado com base nas atualizações do VB e GAJ desde 2004, em comparação com a inflação do período. É um reestruturador da carreira (ainda que tão somente financeiro). Foi assim com o PCS 2, o PCS 3 e será assim com o PCS 4 (caso seja aprovado).

    Bancos, lucros e grandes fortunas é o que quer o Lulla, por isso ele está tentando derrubar o Levy. Por enquanto são os trabalhadores e aposentados que estão pagando o preço da incompetência petralha.
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 8:37 am

    androsvilazza escreveu:A MP664 deve dar trabalho pra votação, mas a 668 vai ser tranquila.. Se a 664 for votada amanhã, as chances de pautar o plc28 ainda na quinta são grandes

    Primeiro tem que votar a urgência. Se aprovada, ela vai para o início da pauta, junto com as demais urgências aprovadas. Não acho que paute na quinta. Eu acredito que seja na terça.
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 8:39 am

    VANDER DE PAULA escreveu:
    macfly escreveu:Para a Fenajufe e Sindjus - DF,


    Evidentemente a preferência é o PL MAMUTE (E VAMOS TENTAR ATÉ O FINAL), mas caso se mostre inviável e não tenha mais jeito não podem deixar de serem considerados GAJÃO, SUBSÍDIO E GD.

    Deixem preparadas tabelas com todos os sistemas remuneratórios para essas reuniões com o STF e MPOG.

    Claro que vocês colocarão em votação nas assembléias. Assim esperamos.

    NÃO FAÇAM A SACANAGEM QUE A ANTIGA DIRETORIA DO SINDJUS E UMA PARTE DA FENAJUFE SEMPRE FIZERAM CONOSCO AO BOICOTAREM ESSES OUTROS SISTEMAS REMUNERATÓRIOS.


    AQUELE BANDO DE....!



    like like like like like like
    Concordo com tudo isso!

    Negociar é abrir o leque de propostas, caso alguma não dê certo!


    E dentro do possível, deixem preparado uma ESTIMATIVA de impacto orçamentário.
    Isso é importante para o Governo!

    Temos que nos preocupar com o que o governo ache importante, afinal de contas somos petistas.
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 8:40 am

    anuvenzinha escreveu:Governo não aguenta governo:
    [É necessário estar registrado e conectado para poderes ver esta hiperligação]

    Se pedir licença, menos um voto a favor do PLC 28.
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 8:42 am

    Sigma escreveu:
    Gerente escreveu:O ajuste fiscal está sendo feito em cima dos trabalhadores, dos aposentados, dos bancos e das grandes fortunas, preparando o terreno para 2018.

    Nisso, nós concordamos.

    Gerente escreveu:O atualíssimo PCS é um plano de cargos e salários normal que só reajusta salários pela inflação, sem mexer na carreira, com impacto orçamentário condizente, pois todos sofreram os ricos e os pobres servidores.

    Nisso, nós discordamos. Em conversas com uns caras inteligentes aqui do fórum, chegou-se a conclusão que PCS é pra dar reajuste acima da inflação. Foi provado com base nas atualizações do VB e GAJ desde 2004, em comparação com a inflação do período. É um reestruturador da carreira (ainda que tão somente financeiro). Foi assim com o PCS 2, o PCS 3 e será assim com o PCS 4 (caso seja aprovado).

    PCS 4 foi o merrecão I... Ele aumentou a GAJ de 50 para 90% (bola dentro do Amarildo), diminuiu os níveis dos cargos de 15 para 13 (bola fora do Amarildo) além de outras coisitas burocráticas.


    Última edição por Lula Molusco em Qua 27 Maio 2015, 8:45 am, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 8:44 am

    Alguém sabe se tem ponto turístico no MPOG? Amarildo está fazendo o que lá? Não há negociação, não é mesmo diegowfcp? Dr. Amarildo deve estar tomando um cafezinho.

    zotrix escreveu:Bateu com a informação do Grupo do Facebook:

    "Recebi pelo Whatsap de outro grupo. [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Fizemos nova conversa com Lewandowski hje, junto com noca direcao do Sindjus/DF, na posse do ministro Reinaldo Fonseca no STJ
    [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Ele nos informou que Amarildo tinha nova reunião hje no MPOG
    ,"

    Resta saber o teor da conversa. :nervoso:

    tre-rj escreveu:Os sindicatos ja sabem o resultado?

    pernalonga escreveu:Hoje teve nova reunião do Amarildo com o MPOG.
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    Mensagem por Decano Qua 27 Maio 2015, 8:45 am

    Considero que o subsídio é bom, mas já foi melhor quando fazia parte dos projetos do governo.  Hoje, com muitas categorias recebendo por subsídio e reclamando de perdas salariais, percebeu-se que o subsídio foi um paliativo e suas desvantagens para o governo começam a aparecer.  A rubrica de preferência do governo no momento é gratificação zero, depois GD, mas a planificação dos vencimentos parece ser o mais atrativo.
    Independentemente de poderes independentes, com perdão do trocadilho, o objetivo do governo é deixar os salários iguais, tanto do judiciário, quanto do executivo quanto do legislativo, assim fica mais difícil dar aumento isolado para as categorias. E essas mesmas categorias ficam enfraquecidas. Há interesse em acabar com os supersalários mas o subsídio se tornou ineficiente nesse sentido. Dá um salário de 23 mil para um analista implica em pressões no executivo para aumentar o salário de outras categorias que estão defasados no executivo, como procuradores da AGU e defensores públicos da união que recebem por subsídio. Sabemos que a CF veda que vencimentos de outros poderes não podem ser superiores aos vencimentos do executivo por isso, nesse momento, é melhor a política de gratificações. Subsidio era melhor antes de 2009.
    É esse o motivo pelo qual o PCS do judiciário enfrenta resistência do governo. Há um temor pelo efeito cascata em outras categorias e isso o subsídio não resolverá pois sao justamente as categorias remuneradas com subsídio que estão entre as mais defasadas do executivo.
    Mas tudo pode acontecer essa semana, inclusive o zero, menos o subsídio.


    Última edição por Decano em Qua 27 Maio 2015, 8:54 am, editado 3 vez(es)
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    Mensagem por CidadãoQuem.TRT18 Qua 27 Maio 2015, 8:48 am

    Prezados, li um texto elaborado por uma servidora do Judiciário (acredito ser), que transcrevo na íntegra para análise dos colegas:

    Muito li hoje sobre o aumento “imoral” que será concedido aos servidores do Poder Judiciário Federal se o PLC 28/2015 for aprovado em plenário e sancionado pela Presidente Dilma Roussef. Os órgãos de imprensa, como urubus carniceiros em volta de um cadáver, apressam-se em noticiar o quão absurdo é esse aumento, tendo em vista que o país está em recessão, com milhares de neo desempregados e o governo sendo obrigado a contingenciar R$ 80 bilhões do orçamento da União porque não há de onde tirar os recursos. Também acho absurdo esse aumento de 78%, pelas razões que exponho a seguir:

    – O salário mínimo em 2006 equivalia a R$ 350,00. O atual salário mínimo é R$ 788,00 – um aumento de 125% em 09 anos.

    – Os servidores do Judiciário estão sem aumento real há 09 anos. A inflação brasileira no período compreendido entre abril de 2006 e abril de 2015 alcançou 56,03%, segundo o IBGE;

    – O aumento de 78% será parcelado em 3 anos, com prestações semestrais. Esse aumento, porém, vem acompanhado de um aumento equivalente em relação aos valores pagos pelos servidores a título de Imposto de Renda e PSS o que fará com que a média de aumento, em dezembro de 2017, esteja entre 28 e 35% do atual salário líquido dos servidores, ou seja, em dezembro de 2017, um servidor receberá, em média, 33% a mais do que recebia em 2006, na época do nosso último aumento. Não precisa ser nenhum gênio em matemática para inferir que isso significa, em 11 anos, um aumento anual de 3% – o que fica longe de superar a inflação do período que, em seu índice mais baixo, verificado em 2007, atingiu 2,998% ao ano (considerando a média de aumento de 3% ao ano, nosso reajuste ficou abaixo da inflação em todos os anos de 2006 até 2015, com exceção de 2007). E por fim, é interessante lembrar que esses planos salariais só existem pela falta de uma data base anual para a correção dos salários da categoria;

    – Os servidores do judiciário recebem mais que os professores da rede pública? Sim, com certeza. Mas comparar as duas categorias é a mesma coisa que comparar um leão a uma foca. Ambos têm funções diferentes e responsabilidades diferentes. Quando se pensa em Justiça no Brasil, a primeira coisa que vem à mente é a morosidade dos processos, a figura do funcionário público sentado sobre uma pilha de processos sem solução, com xícaras e xícaras de café ao seu lado. Mas a realidade é bem diferente. Os servidores são bombardeados por cobranças internas e externas com respeito à produtividade, sofrendo, por muitas vezes, diversos tipos de assédio físico e moral. O trabalho é estressante, rotineiro e as políticas internas de motivação são pífias. A sensação que impera entre os servidores é que somos simplesmente números esperando pela aposentadoria que hoje, com tantas reformas, não temos a mínima idéia de como será – se é que vamos conseguir nos aposentar. E o mais pesado nisso tudo é que nós lidamos com a vida das pessoas: é gente pedindo remédio para tratamentos de alto custo, organização de eleições gigantescas por 2 funcionários lotados sem nenhum apoio nos confins do Brasil, processos trabalhistas que devolvem alguma dignidade a pessoas que são exploradas por seus patrões. Podemos lembrar ainda dos idosos que conseguem, através de processos que correm na Justiça Federal, aposentadorias inicialmente negadas pelo INSS. E o que dizer da Lava Jato, a maior investigação já empreendida contra a corrupção no país? São servidores da Justiça Federal que fazem com que tudo isso seja possível. São pais e mães de família que compõem o quadro de pessoal da Justiça Federal. São pais e mães de família que pagam escolas para seus filhos, que pagam plano de saúde e que não têm acesso a nenhuma política de incentivo governamental. São pais e mães de família que, a despeito dos seus salários considerados “imorais”, têm cerca de 39% dos seus vencimentos anuais abocanhados pelo Imposto de Renda. Se você um dia precisar de um servidor da Justiça Federal, tenha a certeza de que você será super bem atendido e sairá satisfeito com o resultado. Eu sei disso porque até hoje recebo e-mails super carinhosos de brasileiros e brasileiras que eu já ajudei com o meu trabalho em um Juizado Cível Federal aqui em Curitiba. E eu não sou a única – estou cercada de gente que, a despeito das dificuldades, se empenha muito em fazer do Brasil um lugar mais decente.

    A população brasileira, ao invés de lutar contra um aumento que, conforme as razões apresentadas anteriormente, não é nada imoral, deveria se empenhar em transformar de fato o que é realmente injusto nesse país – e a lista é enorme: auxílio moradia para juízes que, em sua maioria, têm casa própria; verbas de representação parlamentares que são usadas para pagar contas pessoais de deputados e senadores; importação de médicos cubanos em regime de quase escravidão; destruição da maior empresa do Brasil por um esquema de corrupção sem precedentes no mundo; estupro de crianças em escolas públicas; homicídios em massa oriundos de uma onda crescente de violência; jovens que, já formados nas escolas secundárias, permanecem analfabetos funcionais. Temos que nos unir contra todas essas coisas que, realmente, fazem do Brasil um país nefasto. Ao invés de invejarmos o salário dessa ou daquela categoria, deveríamos lutar para que todos os trabalhadores brasileiros tivessem condições de ter um salário digno, que permitisse o sustento digno de suas famílias. Os professores merecem salários melhores, os operários merecem salários melhores. Enquanto nos nivelarmos por baixo, não conseguiremos transformar, de fato, a nossa realidade. E para agir é necessário que nos unamos, de forma crítica, para superar os factóides plantados pela imprensa que, dada o ínfimo compromisso com a realidade, só se constituem como palavras vazias para preencher espaço em jornais.

    Obs.: agradeço a valiosa contribuição dos queridos colegas nessa luta diária: Marcia, Lorena, Ana Maria e Roberto que me ajudaram a construir esse texto dando excelentes pitacos.

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    Mensagem por TRF1/MG Qua 27 Maio 2015, 8:54 am

    Se você faz todo tipo de proposta para uma pessoa, mudando diversas vezes e só ouve dela NÃO. Isso é negociação? No meu entendimento não, isso é uma pessoa insistindo e a outra com posição definida, não vai negociar. A presença do Amarildo lá é muito importante... para quem quer manter o cenário de que há negociação. O Amarildo foi diversas vezes ao MPOG no ano passado, e ai, houve negociação? Quem quer se iludir faça, mas tá fácil de entender todo esse cenário. Ou aceitamos o que o governo vai propor ou partimos para GREVE. Não há outro caminho.

    Lula Molusco escreveu:Alguém sabe se tem ponto turístico no MPOG? Amarildo está fazendo o que lá? Não há negociação, não é mesmo diegowfcp? Dr. Amarildo deve estar tomando um cafezinho.

    zotrix escreveu:Bateu com a informação do Grupo do Facebook:

    "Recebi pelo Whatsap de outro grupo. [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Fizemos nova conversa com Lewandowski hje, junto com noca direcao do Sindjus/DF, na posse do ministro Reinaldo Fonseca no STJ
    [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Ele nos informou que Amarildo tinha nova reunião hje no MPOG
    ,"

    Resta saber o teor da conversa. :nervoso:

    tre-rj escreveu:Os sindicatos ja sabem o resultado?

    pernalonga escreveu:Hoje teve nova reunião do Amarildo com o MPOG.
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    Mensagem por embuscadeaumento Qua 27 Maio 2015, 8:54 am

    o teor é ainda de sindicato "antigo"

    Lula Molusco escreveu:Alguém sabe se tem ponto turístico no MPOG? Amarildo está fazendo o que lá? Não há negociação, não é mesmo diegowfcp? Dr. Amarildo deve estar tomando um cafezinho.

    zotrix escreveu:Bateu com a informação do Grupo do Facebook:

    "Recebi pelo Whatsap de outro grupo. [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Fizemos nova conversa com Lewandowski hje, junto com noca direcao do Sindjus/DF, na posse do ministro Reinaldo Fonseca no STJ
    [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Ele nos informou que Amarildo tinha nova reunião hje no MPOG
    ,"

    Resta saber o teor da conversa. :nervoso:

    tre-rj escreveu:Os sindicatos ja sabem o resultado?

    pernalonga escreveu:Hoje teve nova reunião do Amarildo com o MPOG.
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 8:55 am

    Gerente escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:

    Texto massado, mas vamos lá:

    1.Já ganhamos;

    2. Nada de greve;

    3. PCS dos sonhos só para depois.


    Mas acho que:

    i) Não ganhamos nada ainda;

    ii) Greve imediatamente;

    iii) PCS dos sonhos, por subsídio deve ser proposto AGORA, como solução, CASO o Governo volte a recusar o Mamute.

    Olá. Admiro sua luta por subsídio nos dias de hoje como contraproposta (não existe chance de negociação, ao meu ver, é aprova tudo ou o desgaste político vai ser tão grande pela ingerência em outro Poder), mas te confidencio que já passou a febre mesmo.

    Bem, esse fórum tá bem melhor. Basta perceber que tudo é polítco e menos matemático. Como este PCS, que aumentou o VB em contrapartida de um impacto menor e reajuste maior. O ideal para os próximos reajustes é criar uma nova gratificações institucionais nos moldes do Legislativo. Fixas. Esqueça subsídio, que é fixo também, pois a maioria neste fórum não sabe ou não quer mudar modelo remuneratório, só quer ganhar bem.

    Disso sei que você não negaria um bom salário se for técnico 15 mil inicial para 2018 ou 22 a 27 de analista, independente de modelo remuneratório. Pense bem. Se achar que não merece doe, mas sempre lute junto com a maioria!

    Eu diria que a maioria quer ganhar dignamente e que os valores pagos para se executar as mesmas funções não sejam tão discrepantes. E, num segundo momento, que os valores pagos a analistas de carreiras jurídicas semelhantes não fossem tão discrepantes.

    A mudança de modelo remuneratório não tem chance nenhuma neste momento. O local apropriado seria no debate de carreira. Teremos uma plenária da federação para deliberar sobre carreira. Aí é o momento para se discutir modelo remuneratório.

    Entendo que deveríamos ter um VB igual ou parecido com o do Senado, Câmara ou TCU. Alguém sabe os valores do VB deles? Quanto a criar novas gratificações, seria interessante depois de aproximar os vencimentos. Na criação desses novos vencimentos, seria o momento ideal para incorporar as VPNIs.


    Última edição por Lula Molusco em Qua 27 Maio 2015, 9:15 am, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 9:02 am

    "Haver acordo" é um momento posterior a "haver negociação". Há negociação em andamento? Sim. O que não há é acordo. O STF propôs parcelar o PLC 28 em 20 anos? Não. E por que? Não aceita. No início, o STF queria parcela para 2015. Acredito que já tenha recuado. Infelizmente, não há acordo. A greve continua sendo um mecanismo de pressão.

    Dilma não quer fechar nenhum acordo. Se aprovar a bagaça do jeito que tá, ninguém vai assumir. Qual uma possível solução? Trazer o PMDB e alguns do PT para a nossa causa (fica Paim!) e que eles pressionem ela.

    Mas para isso, dada a crise, teríamos que ceder no impacto orçamentário e demonstrar a nossa causa. O que poderíamos ceder? E como construiríamos essa estratégia? Tem que haver diminuição do impacto do PLC 28 com valores menores do impacto nos anos 2015, 2016 e 2017, mantendo apenas o impacto de 2018. Já coloquei abaixo:

    Lula Molusco escreveu:

    ... Tinha que ser uma emenda do Jucá, propondo zero em 2015 (somente teríamos o merrecão I), um impacto pequeno em 2016, menos de 2 bi, quem sabe, 1 bi e pouquinho, um impacto mediano em 2017, integralizando a bagaça em dezembro de 2017, com o impacto de 2018 em 10,5 bi.

    Acho que só assim passa, com pressão dos senadores do PMDB e do PT em cima do governo Dilma que, uma vez tendo tal emenda, já tirariam do PLC 28 tudo que podiam de impacto.

    TRF1/MG escreveu:Se você faz todo tipo de proposta para uma pessoa, mudando diversas vezes e só ouve dela NÃO. Isso é negociação? No meu entendimento não, isso é uma pessoa insistindo e a outra com posição definida, não vai negociar. A presença do Amarildo lá é muito importante... para quem quer manter o cenário de que há negociação. O Amarildo foi diversas vezes ao MPOG no ano passado, e ai, houve negociação? Quem quer se iludir faça, mas tá fácil de entender todo esse cenário. Ou aceitamos o que o governo vai propor ou partimos para GREVE. Não há outro caminho.

    Lula Molusco escreveu:Alguém sabe se tem ponto turístico no MPOG? Amarildo está fazendo o que lá? Não há negociação, não é mesmo diegowfcp? Dr. Amarildo deve estar tomando um cafezinho.

    zotrix escreveu:Bateu com a informação do Grupo do Facebook:

    "Recebi pelo Whatsap de outro grupo. [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Fizemos nova conversa com Lewandowski hje, junto com noca direcao do Sindjus/DF, na posse do ministro Reinaldo Fonseca no STJ
    [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Ele nos informou que Amarildo tinha nova reunião hje no MPOG
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    Resta saber o teor da conversa. :nervoso:

    tre-rj escreveu:Os sindicatos ja sabem o resultado?


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    Mensagem por corujito Qua 27 Maio 2015, 9:04 am

    Que mais curto é gente que não consegue somar fração dizendo "isso se trata de matemática simples!"

    Vergonha alheia da p...
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 9:14 am

    Só acho ruim comparar com o salário-mínimo. Quanto mais alto, melhor para os aposentados que sobrevivem dele. Pelo Dieese, o salário-mínimo em abril deveria ser de R$3.251,61 e não R$788,00.

    Acrescentaria aos escândalos citados: a lista da evasão fiscal no banco HSBC da Suíça, o sumiço do processo de sonegação fiscal da Rede Globo, a operação Zelotes, o trensalão tucano, a lista de Furnas, a Privatria tucana, o Mensalão petista, o Mensalão tucano em Minas, o Mensalão demista no DF, os casos do Pallocci (enriquecimento e quebra de sigilo), a máfia das ambulâncias superfaturadas da gestão do Serra, o aeroporto de Claudio do titio de Aécio, os 2 habeas corpus concedidos em menos de 48h pelo ex-AGU do FHC ao banqueiro bandido condenado há 10 anos de cadeia Daniel Dantas, e a mãe de todas as corrupções: a compra da reeleição de FHC. Tem muitos escândalos para citar mas faltaria espaço no computador.

    CidadãoQuem.TRT18 escreveu:Prezados, li um texto elaborado por uma servidora do Judiciário (acredito ser), que transcrevo na íntegra para análise dos colegas:

    Muito li hoje sobre o aumento “imoral” que será concedido aos servidores do Poder Judiciário Federal se o PLC 28/2015 for aprovado em plenário e sancionado pela Presidente Dilma Roussef. Os órgãos de imprensa, como urubus carniceiros em volta de um cadáver, apressam-se em noticiar o quão absurdo é esse aumento, tendo em vista que o país está em recessão, com milhares de neo desempregados e o governo sendo obrigado a contingenciar R$ 80 bilhões do orçamento da União porque não há de onde tirar os recursos. Também acho absurdo esse aumento de 78%, pelas razões que exponho a seguir:

    – O salário mínimo em 2006 equivalia a R$ 350,00. O atual salário mínimo é R$ 788,00 – um aumento de 125% em 09 anos.

    – Os servidores do Judiciário estão sem aumento real há 09 anos. A inflação brasileira no período compreendido entre abril de 2006 e abril de 2015 alcançou 56,03%, segundo o IBGE;

    – O aumento de 78% será parcelado em 3 anos, com prestações semestrais. Esse aumento, porém, vem acompanhado de um aumento equivalente em relação aos valores pagos pelos servidores a título de Imposto de Renda e PSS o que fará com que a média de aumento, em dezembro de 2017, esteja entre 28 e 35% do atual salário líquido dos servidores, ou seja, em dezembro de 2017, um servidor receberá, em média, 33% a mais do que recebia em 2006, na época do nosso último aumento. Não precisa ser nenhum gênio em matemática para inferir que isso significa, em 11 anos, um aumento anual de 3% – o que fica longe de superar a inflação do período que, em seu índice mais baixo, verificado em 2007, atingiu 2,998% ao ano (considerando a média de aumento de 3% ao ano, nosso reajuste ficou abaixo da inflação em todos os anos de 2006 até 2015, com exceção de 2007). E por fim, é interessante lembrar que esses planos salariais só existem pela falta de uma data base anual para a correção dos salários da categoria;

    – Os servidores do judiciário recebem mais que os professores da rede pública? Sim, com certeza. Mas comparar as duas categorias é a mesma coisa que comparar um leão a uma foca. Ambos têm funções diferentes e responsabilidades diferentes. Quando se pensa em Justiça no Brasil, a primeira coisa que vem à mente é a morosidade dos processos, a figura do funcionário público sentado sobre uma pilha de processos sem solução, com xícaras e xícaras de café ao seu lado. Mas a realidade é bem diferente. Os servidores são bombardeados por cobranças internas e externas com respeito à produtividade, sofrendo, por muitas vezes, diversos tipos de assédio físico e moral. O trabalho é estressante, rotineiro e as políticas internas de motivação são pífias. A sensação que impera entre os servidores é que somos simplesmente números esperando pela aposentadoria que hoje, com tantas reformas, não temos a mínima idéia de como será – se é que vamos conseguir nos aposentar. E o mais pesado nisso tudo é que nós lidamos com a vida das pessoas: é gente pedindo remédio para tratamentos de alto custo, organização de eleições gigantescas por 2 funcionários lotados sem nenhum apoio nos confins do Brasil, processos trabalhistas que devolvem alguma dignidade a pessoas que são exploradas por seus patrões. Podemos lembrar ainda dos idosos que conseguem, através de processos que correm na Justiça Federal, aposentadorias inicialmente negadas pelo INSS. E o que dizer da Lava Jato, a maior investigação já empreendida contra a corrupção no país? São servidores da Justiça Federal que fazem com que tudo isso seja possível. São pais e mães de família que compõem o quadro de pessoal da Justiça Federal. São pais e mães de família que pagam escolas para seus filhos, que pagam plano de saúde e que não têm acesso a nenhuma política de incentivo governamental. São pais e mães de família que, a despeito dos seus salários considerados “imorais”, têm cerca de 39% dos seus vencimentos anuais abocanhados pelo Imposto de Renda. Se você um dia precisar de um servidor da Justiça Federal, tenha a certeza de que você será super bem atendido e sairá satisfeito com o resultado. Eu sei disso porque até hoje recebo e-mails super carinhosos de brasileiros e brasileiras que eu já ajudei com o meu trabalho em um Juizado Cível Federal aqui em Curitiba. E eu não sou a única – estou cercada de gente que, a despeito das dificuldades, se empenha muito em fazer do Brasil um lugar mais decente.

    A população brasileira, ao invés de lutar contra um aumento que, conforme as razões apresentadas anteriormente, não é nada imoral, deveria se empenhar em transformar de fato o que é realmente injusto nesse país – e a lista é enorme: auxílio moradia para juízes que, em sua maioria, têm casa própria; verbas de representação parlamentares que são usadas para pagar contas pessoais de deputados e senadores; importação de médicos cubanos em regime de quase escravidão; destruição da maior empresa do Brasil por um esquema de corrupção sem precedentes no mundo; estupro de crianças em escolas públicas; homicídios em massa oriundos de uma onda crescente de violência; jovens que, já formados nas escolas secundárias, permanecem analfabetos funcionais. Temos que nos unir contra todas essas coisas que, realmente, fazem do Brasil um país nefasto. Ao invés de invejarmos o salário dessa ou daquela categoria, deveríamos lutar para que todos os trabalhadores brasileiros tivessem condições de ter um salário digno, que permitisse o sustento digno de suas famílias. Os professores merecem salários melhores, os operários merecem salários melhores. Enquanto nos nivelarmos por baixo, não conseguiremos transformar, de fato, a nossa realidade. E para agir é necessário que nos unamos, de forma crítica, para superar os factóides plantados pela imprensa que, dada o ínfimo compromisso com a realidade, só se constituem como palavras vazias para preencher espaço em jornais.

    Obs.: agradeço a valiosa contribuição dos queridos colegas nessa luta diária: Marcia, Lorena, Ana Maria e Roberto que me ajudaram a construir esse texto dando excelentes pitacos.

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    Mensagem por RafaMaster Qua 27 Maio 2015, 9:14 am

    Fazendo alguns cálculos...

    Baseando-se no IGP-M, e considerando que o salário de um analista C13 em 06/2006 era de R$ 10.495,98 (estou considerando o fim do parcelamento, já que se referia a reposição de anos anteriores), hoje o salário do analista C13 corrigido deveria ser R$ 17.935,94, mas é de R$ 13.278,95.

    A reposição, no mínimo (e sem contar a inflação até dezembro/2015) teria que ser de 35,07%.

    Agora, se considerarmos uma inflação até o final do parcelamento (provavelmente julho/2018), de 8% a.a., a reposição teria que ser de 70,15%.

    Ou seja, nosso plano, como está, repõe de certa forma confortável as perdas inflacionárias do período de Junho/2006 a Abril/2015, e também uma parte considerável das possíveis perdas futuras durante o parcelamento. Mas a projeção futura é somente uma hipótese, podemos ter um cenário melhor ou pior.
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    Mensagem por corujito Qua 27 Maio 2015, 9:15 am

    CidadãoQuem.TRT18 escreveu:Prezados, li um texto elaborado por uma servidora do Judiciário (acredito ser), que transcrevo na íntegra para análise dos colegas:

    Muito li hoje sobre o aumento “imoral” que será concedido aos servidores do Poder Judiciário Federal se o PLC 28/2015 for aprovado em plenário e sancionado pela Presidente Dilma Roussef.   Os órgãos de imprensa, como urubus carniceiros em volta de um cadáver, apressam-se em noticiar o quão absurdo é esse aumento, tendo em vista que o país está em recessão, com milhares de neo desempregados e o governo sendo obrigado a contingenciar R$ 80 bilhões do orçamento da União porque não há de onde tirar os recursos. Também acho absurdo esse aumento de 78%, pelas razões que exponho a seguir:

    – O salário mínimo em 2006 equivalia a R$ 350,00. O atual salário mínimo é R$ 788,00 – um aumento de 125% em 09 anos.

    – Os servidores do Judiciário estão sem aumento real há 09 anos.   A inflação brasileira no período compreendido entre abril de 2006 e abril de 2015 alcançou 56,03%, segundo o IBGE;

    – O aumento de 78% será parcelado em 3 anos, com prestações semestrais. Esse aumento, porém, vem acompanhado de um aumento equivalente em relação aos valores pagos pelos servidores a título de Imposto de Renda e PSS o que fará com que a média de aumento, em dezembro de 2017, esteja entre 28 e 35% do atual salário líquido dos servidores, ou seja, em dezembro de 2017, um servidor receberá, em média, 33% a mais do que recebia em 2006, na época do nosso último aumento. Não precisa ser nenhum gênio em matemática para inferir que isso significa, em 11 anos, um aumento anual de 3% – o que fica longe de superar a inflação do período que, em seu índice mais baixo, verificado em 2007, atingiu 2,998% ao ano (considerando a média de aumento de 3% ao ano, nosso reajuste ficou abaixo da inflação em todos os anos de 2006 até 2015, com exceção de 2007). E por fim, é interessante lembrar que esses planos salariais só existem pela falta de uma data base anual para a correção dos salários da categoria;

    – Os servidores do judiciário recebem mais que os professores da rede pública? Sim, com certeza. Mas comparar as duas categorias é a mesma coisa que comparar um leão a uma foca. Ambos têm funções diferentes e responsabilidades diferentes. Quando se pensa em Justiça no Brasil, a primeira coisa que vem à mente é a morosidade dos processos, a figura do funcionário público sentado sobre uma pilha de processos sem solução, com xícaras e xícaras de café ao seu lado.   Mas a realidade é bem diferente.   Os servidores são bombardeados por cobranças internas e externas com respeito à produtividade, sofrendo, por muitas vezes, diversos tipos de assédio físico e moral. O trabalho é estressante, rotineiro e as políticas internas de motivação são pífias.   A sensação que impera entre os servidores é que somos simplesmente números esperando pela aposentadoria que hoje, com tantas reformas, não temos a mínima idéia de como será – se é que vamos conseguir nos aposentar.   E o mais pesado nisso tudo é que nós lidamos com a vida das pessoas: é gente pedindo remédio para tratamentos de alto custo, organização de eleições gigantescas por 2 funcionários lotados sem nenhum apoio nos confins do Brasil, processos trabalhistas que devolvem alguma dignidade a pessoas que são exploradas por seus patrões. Podemos lembrar ainda dos idosos que conseguem, através de processos que correm na Justiça Federal, aposentadorias inicialmente negadas pelo INSS. E o que dizer da Lava Jato, a maior investigação já empreendida contra a corrupção no país? São servidores da Justiça Federal que fazem com que tudo isso seja possível. São pais e mães de família que compõem o quadro de pessoal da Justiça Federal. São pais e mães de família que pagam escolas para seus filhos, que pagam plano de saúde e que não têm acesso a nenhuma política de incentivo governamental. São pais e mães de família que, a despeito dos seus salários considerados “imorais”, têm cerca de 39% dos seus vencimentos anuais abocanhados pelo Imposto de Renda. Se você um dia precisar de um servidor da Justiça Federal, tenha a certeza de que você será super bem atendido e sairá satisfeito com o resultado. Eu sei disso porque até hoje recebo e-mails super carinhosos de brasileiros e brasileiras que eu já ajudei com o meu trabalho em um Juizado Cível Federal aqui em Curitiba. E eu não sou a única – estou cercada de gente que, a despeito das dificuldades, se empenha muito em fazer do Brasil um lugar mais decente.

    A população brasileira, ao invés de lutar contra um aumento que, conforme as razões apresentadas anteriormente, não é nada imoral, deveria se empenhar em transformar de fato o que é realmente injusto nesse país – e a lista é enorme: auxílio moradia para juízes que, em sua maioria, têm casa própria; verbas de representação parlamentares que são usadas para pagar contas pessoais de deputados e senadores; importação de médicos cubanos em regime de quase escravidão; destruição da maior empresa do Brasil por um esquema de corrupção sem precedentes no mundo; estupro de crianças em escolas públicas; homicídios em massa oriundos de uma onda crescente de violência; jovens que, já formados nas escolas secundárias, permanecem analfabetos funcionais. Temos que nos unir contra todas essas coisas que, realmente, fazem do Brasil um país nefasto. Ao invés de invejarmos o salário dessa ou daquela categoria, deveríamos lutar para que todos os trabalhadores brasileiros tivessem condições de ter um salário digno, que permitisse o sustento digno de suas famílias. Os professores merecem salários melhores, os operários merecem salários melhores.   Enquanto nos nivelarmos por baixo, não conseguiremos transformar, de fato, a nossa realidade. E para agir é necessário que nos unamos, de forma crítica, para superar os factóides plantados pela imprensa que, dada o ínfimo compromisso com a realidade, só se constituem como palavras vazias para preencher espaço em jornais.

    Obs.: agradeço a valiosa contribuição dos queridos colegas nessa luta diária: Marcia, Lorena, Ana Maria e Roberto que me ajudaram a construir esse texto dando excelentes pitacos.

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    Esses aí tão justificando é a sua REDUÇÃO SALARIAL, não aumento.

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    Mensagem por diegowfcp Qua 27 Maio 2015, 9:17 am

    TRF1/MG escreveu:Se você faz todo tipo de proposta para uma pessoa, mudando diversas vezes e só ouve dela NÃO. Isso é negociação? No meu entendimento não, isso é uma pessoa insistindo e a outra com posição definida, não vai negociar. A presença do Amarildo lá é muito importante... para quem quer manter o cenário de que há negociação. O Amarildo foi diversas vezes ao MPOG no ano passado, e ai, houve negociação? Quem quer se iludir faça, mas tá fácil de entender todo esse cenário. Ou aceitamos o que o governo vai propor ou partimos para GREVE. Não há outro caminho.

    Lula Molusco escreveu:Alguém sabe se tem ponto turístico no MPOG? Amarildo está fazendo o que lá? Não há negociação, não é mesmo diegowfcp? Dr. Amarildo deve estar tomando um cafezinho.

    zotrix escreveu:Bateu com a informação do Grupo do Facebook:

    "Recebi pelo Whatsap de outro grupo. [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Fizemos nova conversa com Lewandowski hje, junto com noca direcao do Sindjus/DF, na posse do ministro Reinaldo Fonseca no STJ
    [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Ele nos informou que Amarildo tinha nova reunião hje no MPOG
    ,"

    Resta saber o teor da conversa. :nervoso:

    tre-rj escreveu:Os sindicatos ja sabem o resultado?



    Esse embuste do Lula Molusco não entende isso, não adianta (ou não quer entender). Tá bom Lula Molusco, tem negociação. Eles estão negociando diariamente para satisfazer nossas demandas salariais.

    De certo modo, viver na ilusão tem suas vantagens.

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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 9:17 am

    RafaMaster escreveu:Fazendo alguns cálculos...

    Baseando-se no IGP-M, e considerando que o salário de um analista C13 em 06/2006 era de R$ 10.495,98 (estou considerando o fim do parcelamento, já que se referia a reposição de anos anteriores), hoje o salário do analista C13 corrigido deveria ser R$ 17.935,94, mas é de R$ 13.278,95.

    A reposição, no mínimo (e sem contar a inflação até dezembro/2015) teria que ser de 35,07%.

    Agora, se considerarmos uma inflação até o final do parcelamento (provavelmente julho/2018), de 8% a.a., a reposição teria que ser de 70,15%.

    Ou seja, nosso plano, como está, repõe de certa forma confortável as perdas inflacionárias do período de Junho/2006 a Abril/2015, e também uma parte considerável das possíveis perdas futuras durante o parcelamento. Mas a projeção futura é somente uma hipótese, podemos ter um cenário melhor ou pior.

    Escrevi isso ontem, com outras palavras.

    De julho de 2006 a dezembro de 2014 temos 64,3% de IGP-M. Tirando o merrecão, faltaria cerca de 48,5%, o que o PLC 28 cobre com alguma sobra.

    Só que não teremos a recomposição da inflação de 2015 a 2020, possível época do parcelamento. Como ficaremos, já que os outros poderes terão o merrecão II?
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    Mensagem por diegowfcp Qua 27 Maio 2015, 9:19 am

    Aliás, tô pra conhecer um sujeito mais chato. O cara passa o dia inteiro aqui no fórum refutando mensagem por mensagem, criando teses em cima de teses. Puta cara chato.

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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 9:22 am

    diegowfcp escreveu:
    TRF1/MG escreveu:Se você faz todo tipo de proposta para uma pessoa, mudando diversas vezes e só ouve dela NÃO. Isso é negociação? No meu entendimento não, isso é uma pessoa insistindo e a outra com posição definida, não vai negociar. A presença do Amarildo lá é muito importante... para quem quer manter o cenário de que há negociação. O Amarildo foi diversas vezes ao MPOG no ano passado, e ai, houve negociação? Quem quer se iludir faça, mas tá fácil de entender todo esse cenário. Ou aceitamos o que o governo vai propor ou partimos para GREVE. Não há outro caminho.

    Lula Molusco escreveu:Alguém sabe se tem ponto turístico no MPOG? Amarildo está fazendo o que lá? Não há negociação, não é mesmo diegowfcp? Dr. Amarildo deve estar tomando um cafezinho.

    zotrix escreveu:Bateu com a informação do Grupo do Facebook:

    "Recebi pelo Whatsap de outro grupo. [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Fizemos nova conversa com Lewandowski hje, junto com noca direcao do Sindjus/DF, na posse do ministro Reinaldo Fonseca no STJ
    [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Ele nos informou que Amarildo tinha nova reunião hje no MPOG,"

    Resta saber o teor da conversa. :nervoso:



    Esse embuste do Lula Molusco não entende isso, não adianta (ou não quer entender). Tá bom Lula Molusco, tem negociação. Eles estão negociando diariamente para satisfazer nossas demandas salariais.

    De certo modo, viver na ilusão tem suas vantagens.


    "Satisfazer as nossas demandas salariais" já é uma conclusão sua. Acho que Amarildo não foi ao MPOG para fazer turismo ou perguntar o que fazer quando viajar para Nova Iorque. Acho que está lá para verificar as tabelas de impacto do PLC 28, junto com os técnicos do MPOG.

    [modo irônico]Mas eu soube que os banheiros do STF estão sem água. Amarildo deve ter ido ao MPOG fazer número 1 ou número 2 na cabeça dos servidores do PJU...[/modo irônico]

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    Mensagem por alecspe Qua 27 Maio 2015, 9:24 am

    Acho muito interessante nesse fórum. Há colegas não chegam ao nível do Perivaldo, mas se acham o Pelé, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


    Última edição por alecspe em Qua 27 Maio 2015, 9:27 am, editado 2 vez(es)
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    Mensagem por RafaMaster Qua 27 Maio 2015, 9:25 am

    Lula Molusco escreveu:
    RafaMaster escreveu:Fazendo alguns cálculos...

    Baseando-se no IGP-M, e considerando que o salário de um analista C13 em 06/2006 era de R$ 10.495,98 (estou considerando o fim do parcelamento, já que se referia a reposição de anos anteriores), hoje o salário do analista C13 corrigido deveria ser R$ 17.935,94, mas é de R$ 13.278,95.

    A reposição, no mínimo (e sem contar a inflação até dezembro/2015) teria que ser de 35,07%.

    Agora, se considerarmos uma inflação até o final do parcelamento (provavelmente julho/2018), de 8% a.a., a reposição teria que ser de 70,15%.

    Ou seja, nosso plano, como está, repõe de certa forma confortável as perdas inflacionárias do período de Junho/2006 a Abril/2015, e também uma parte considerável das possíveis perdas futuras durante o parcelamento. Mas a projeção futura é somente uma hipótese, podemos ter um cenário melhor ou pior.

    Escrevi isso ontem, com outras palavras.

    De julho de 2006 a dezembro de 2014 temos 64,3% de IGP-M. Tirando o merrecão, faltaria cerca de 48,5%, o que o PLC 28 cobre com alguma sobra.

    Só que não teremos a recomposição da inflação de 2015 a 2020, possível época do parcelamento. Como ficaremos, já que os outros poderes terão o merrecão II?

    De fato falta 35% após o "merrecão", uma vez que o aumento de 15,8% na folha deu um percentual um pouco maior nos vencimentos.

    Por isso que o PL não pode ter sua tabela rebaixada e o parcelamento não poderá se estender muito, sob pena de ficarmos reféns da inflação incerta durante muito tempo.

    Tem que aprovar da forma como está, no máximo jogando tudo na GAJ, o que equivale a GAJ 195. Não podemos ceder, esta é uma oportunidade única de termos uma recomposição justa e ainda termos uma certa "folga" para a inflação futura.
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 9:25 am

    diegowfcp escreveu:Aliás, tô pra conhecer um sujeito mais chato. O cara passa o dia inteiro aqui no fórum refutando mensagem por mensagem, criando teses em cima de teses. Puta cara chato.


    Entendi.

    Propor teses ou possíveis estratégias para a aprovação do PLC 28 é ruim. Faz pensar...

    Bom é falar de carros ou o que fazer em Nova Iorque. Que também faz pensar...

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    Mensagem por lanlan Qua 27 Maio 2015, 9:27 am

    Prezados,
    se o PLC28, entrar em pauta na quinta após a votacao da MP668, o que será aprovado será tao somente o requerimento de urgencia ou eles podem ja adentrar ao merito do PLC?????

    Outra coisa, se a votacao ficar para semana que vem, acredito o quorum do senado vai ser bem baixo por causa do feriado na quinta e a ausencia de pautas importantes. O que pode favorecer haja vista que o governo dilma somente consegue trabalhar/aprovar com quorum alto seus projetos... Alem do que ja vai ter passado a semana do ajuste fiscal, dando menos impacto negativo para aprovacao.
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    Mensagem por Antonio Batai Qua 27 Maio 2015, 9:28 am

    Falou mais uma vez o mestre TRF1! Realmente não há negociação e sim enrolação do governo petista que quer dar 0% de reajuste, com apoio do Lewandovski e do Janot. Só uma greve geral com panelaço na Praça dos Três Poderes é o único caminho.
    TRF1/MG escreveu:Se você faz todo tipo de proposta para uma pessoa, mudando diversas vezes e só ouve dela NÃO. Isso é negociação? No meu entendimento não, isso é uma pessoa insistindo e a outra com posição definida, não vai negociar. A presença do Amarildo lá é muito importante... para quem quer manter o cenário de que há negociação. O Amarildo foi diversas vezes ao MPOG no ano passado, e ai, houve negociação? Quem quer se iludir faça, mas tá fácil de entender todo esse cenário. Ou aceitamos o que o governo vai propor ou partimos para GREVE. Não há outro caminho.

    Lula Molusco escreveu:Alguém sabe se tem ponto turístico no MPOG? Amarildo está fazendo o que lá? Não há negociação, não é mesmo diegowfcp? Dr. Amarildo deve estar tomando um cafezinho.

    zotrix escreveu:Bateu com a informação do Grupo do Facebook:

    "Recebi pelo Whatsap de outro grupo. [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Fizemos nova conversa com Lewandowski hje, junto com noca direcao do Sindjus/DF, na posse do ministro Reinaldo Fonseca no STJ
    [26/5 8:28 PM] Adílson SP: Ele nos informou que Amarildo tinha nova reunião hje no MPOG
    ,"

    Resta saber o teor da conversa. :nervoso:

    tre-rj escreveu:Os sindicatos ja sabem o resultado?


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    Mensagem por me respeite Qua 27 Maio 2015, 9:29 am

    quem tinha que ir la no plenário do Senado era o proprio Lewandowsky, pessoalmente...os demais ministros do supremo, os ministros de Tribunais superiores....

    acho que a Fenajufe deveria fazer esse esforço pra levar todos lá no dia. mostraria união (se é que ela existe)

    isso daria um peso importante.
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 9:32 am

    RafaMaster escreveu:
    Lula Molusco escreveu:
    RafaMaster escreveu:Fazendo alguns cálculos...

    Baseando-se no IGP-M, e considerando que o salário de um analista C13 em 06/2006 era de R$ 10.495,98 (estou considerando o fim do parcelamento, já que se referia a reposição de anos anteriores), hoje o salário do analista C13 corrigido deveria ser R$ 17.935,94, mas é de R$ 13.278,95.

    A reposição, no mínimo (e sem contar a inflação até dezembro/2015) teria que ser de 35,07%.

    Agora, se considerarmos uma inflação até o final do parcelamento (provavelmente julho/2018), de 8% a.a., a reposição teria que ser de 70,15%.

    Ou seja, nosso plano, como está, repõe de certa forma confortável as perdas inflacionárias do período de Junho/2006 a Abril/2015, e também uma parte considerável das possíveis perdas futuras durante o parcelamento. Mas a projeção futura é somente uma hipótese, podemos ter um cenário melhor ou pior.

    Escrevi isso ontem, com outras palavras.

    De julho de 2006 a dezembro de 2014 temos 64,3% de IGP-M. Tirando o merrecão, faltaria cerca de 48,5%, o que o PLC 28 cobre com alguma sobra.

    Só que não teremos a recomposição da inflação de 2015 a 2020, possível época do parcelamento. Como ficaremos, já que os outros poderes terão o merrecão II?

    De fato falta 35% após o "merrecão", uma vez que o aumento de 15,8% na folha deu um percentual um pouco maior nos vencimentos.

    Por isso que o PL não pode ter sua tabela rebaixada e o parcelamento não poderá se estender muito, sob pena de ficarmos reféns da inflação incerta durante muito tempo.

    Tem que aprovar da forma como está, no máximo jogando tudo na GAJ, o que equivale a GAJ 195. Não podemos ceder, esta é uma oportunidade única de termos uma recomposição justa e ainda termos uma certa "folga" para a inflação futura.

    Se jogar 10,5 bi tudo na GAJ, daria uma GAJ final de 225%.

    Crescimento da GAJ = 40% * 10,5 bi / 3,1 bi = 135%

    GAJ final = 135 + 90 = 225%

    De onde saiu o cálculo 195%?
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    Mensagem por lanlan Qua 27 Maio 2015, 9:33 am

    me respeite escreveu:quem tinha que ir la no plenário do Senado era o proprio Lewandowsky, pessoalmente...os demais ministros do supremo, os ministros de Tribunais superiores....

    acho que a Fenajufe deveria fazer esse esforço pra levar todos lá no dia. mostraria união (se é que ela existe)

    isso daria um peso importante.


    Se nem os servidores aqui de Brasília vão ao senado, camara, para lutar por aumento próprio voce acha que os ministros iriam fazer piquete no congresso?
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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Maio 2015, 9:34 am

    alecspe escreveu:Acho muito interessante nesse fórum. Há colegas não chegam ao nível do Perivaldo, mas se acham o Pelé, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Você me deu uma boa ideia. Vou para Nova Iorque e serei o Pelé!!!!

    Cosmos, aí vou eu!!!!
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    Mensagem por subsidioja_ Qua 27 Maio 2015, 9:34 am

    Lula Molusco escreveu:
    RafaMaster escreveu:
    Lula Molusco escreveu:
    RafaMaster escreveu:Fazendo alguns cálculos...

    Baseando-se no IGP-M, e considerando que o salário de um analista C13 em 06/2006 era de R$ 10.495,98 (estou considerando o fim do parcelamento, já que se referia a reposição de anos anteriores), hoje o salário do analista C13 corrigido deveria ser R$ 17.935,94, mas é de R$ 13.278,95.

    A reposição, no mínimo (e sem contar a inflação até dezembro/2015) teria que ser de 35,07%.

    Agora, se considerarmos uma inflação até o final do parcelamento (provavelmente julho/2018), de 8% a.a., a reposição teria que ser de 70,15%.

    Ou seja, nosso plano, como está, repõe de certa forma confortável as perdas inflacionárias do período de Junho/2006 a Abril/2015, e também uma parte considerável das possíveis perdas futuras durante o parcelamento. Mas a projeção futura é somente uma hipótese, podemos ter um cenário melhor ou pior.

    Escrevi isso ontem, com outras palavras.

    De julho de 2006 a dezembro de 2014 temos 64,3% de IGP-M. Tirando o merrecão, faltaria cerca de 48,5%, o que o PLC 28 cobre com alguma sobra.

    Só que não teremos a recomposição da inflação de 2015 a 2020, possível época do parcelamento. Como ficaremos, já que os outros poderes terão o merrecão II?

    De fato falta 35% após o "merrecão", uma vez que o aumento de 15,8% na folha deu um percentual um pouco maior nos vencimentos.

    Por isso que o PL não pode ter sua tabela rebaixada e o parcelamento não poderá se estender muito, sob pena de ficarmos reféns da inflação incerta durante muito tempo.

    Tem que aprovar da forma como está, no máximo jogando tudo na GAJ, o que equivale a GAJ 195. Não podemos ceder, esta é uma oportunidade única de termos uma recomposição justa e ainda termos uma certa "folga" para a inflação futura.

    Se jogar 10,5 bi tudo na GAJ, daria uma GAJ final de 225%.

    Crescimento da GAJ = 40% * 10,5 bi / 3,1 bi = 135%

    GAJ final = 135 + 90 = 225%

    De onde saiu o cálculo 195%?

    gaj 195% é pra ficar com os mesmos valores mas com impacto menor.
    entendeu?
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    Mensagem por RafaMaster Qua 27 Maio 2015, 9:35 am

    lanlan escreveu:Prezados,
    se o PLC28, entrar em pauta na quinta após a votacao da MP668, o que será aprovado será tao somente o requerimento de urgencia ou eles podem ja adentrar ao merito do PLC?????

    Outra coisa, se a votacao ficar para semana que vem, acredito o quorum do senado vai ser bem baixo por causa do feriado na quinta e a ausencia de pautas importantes. O que pode favorecer haja vista que o governo dilma somente consegue trabalhar/aprovar com quorum alto seus projetos... Alem do que ja vai ter passado a semana do ajuste fiscal, dando menos impacto negativo para aprovacao.

    Pelo RISF, aprovado o requerimento de urgência, o projeto entra na pauta da segunda sessão subsequente à aprovação do requerimento. Mas nada impede de ser discutido e votado de imediato (como item extra pauta, por exemplo). Isso depende exclusivamente do RC.

    Sobre a votação ficar para semana que vem, é bem provável que isso aconteça. Mas é provável também que não tenha quórum nem para se iniciar a votação.

    -------

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