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    Gratificação por Desempenho - prós e contras

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    Mensagem por Sigma Qui 04 Jun 2015, 9:56 pm

    Pronto, discussão sobre GD.
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    Mensagem por Psyche Qui 04 Jun 2015, 10:28 pm

    Deveria colocar Subsídio/GD - prós e contras e o tópico PLC como fixo no topo.
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    Mensagem por Sem Frescura Qui 04 Jun 2015, 10:31 pm

    Antes GD ao aumento no VB.

    Tem muito aposentado incorporadaco, mas tbm tem muito aposentado que nao recebe bons proventos do PJU. Acho sacanagem com estes.
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    Mensagem por Sem Frescura Qui 04 Jun 2015, 10:32 pm

    Fernanda escreveu:Deveria colocar Subsídio/GD - prós e contras e o tópico PLC como fixo no topo.

    Boa ideia. Concordo! ok
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    Mensagem por Sigma Qui 04 Jun 2015, 11:00 pm

    Fernanda escreveu:Deveria colocar Subsídio/GD - prós e contras e o tópico PLC como fixo no topo.

    Fer, bom vê-la novamente aqui! Smile

    Acho que os 4 tópicos (com os 13,23%) vão ficar SEMPRE na frente. Mas vou ver se há uma forma de fixá-los. Wink
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    Mensagem por Psyche Qui 04 Jun 2015, 11:11 pm

    ok

    O fórum melhorou com as mudanças. Vocês acertaram! Wink
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    Mensagem por alecspe Qui 04 Jun 2015, 11:23 pm

    Fernanda escreveu:ok

    O fórum melhorou com as mudanças. Vocês acertaram! Wink

    Fernanda pergunta off topic: sou cinéfilo e se vc souber, informe por favor se essa foto de seu perfil é a Natalie Portman e de qual filme se trata? Grato.
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    Mensagem por Mojo Jojo Sex 05 Jun 2015, 5:39 am

    Assim como um colega conseguiu fazer um repórter se retratar, creio que deveríamos encher o saco desse jornalista para mostrar-lhe que dessa ilha da fantasia do STJ e de TODOS os demais ramos do PJU há muito os servidores já não fazem parte.

    AQUI O LINK DA REPORTAGEM: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]
    AQUI A RESPOSTA DE QUEM CAGA E ANDA PARA O SERVIDOR DO JUDICIÁRIO: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link] ; com vcs, sua excelência o senhor ministro Francisco Falcão, Presidente do STJ

    Cara-de-pau esse FF. Sei, 33 ministros julgando mais de 350.000 processos por ano. Como assim justificar os atrasados com aumento do número de julgados???!!! Cadê a minha parte dessa bolada? E a sua?

    :guy:

    É por isso que somos vistos como marajas pela opinião pública. Tá na hora de mudarmos isso. Levamos a fama da Casa Grande mas somos Senazala!!! Então que fique bem claro para esse jornalista que somos senzala.

    SINDJUS-DF, cadê vc, meu filho?

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    Mensagem por darkshi Sex 05 Jun 2015, 2:47 pm

    Sou a favor do modelo VG+gratificações por achar o modelo mais flexível e pq o modelo é um pouco menos transparente (sim, isto mesmo, MENOS transparente) o que facilita ter reajustes futuros.

    Quem acompanhou quando começaram a noticias o PLC 28 percebeu que os jornalistas estavam noticiando tabelas apenas com o VB, ignorando a existência da GAJ, AQ, GAS e GAE, o que diminui o impacto das noticias perante a sociedade. Subsidio iria tornar isto muito transparente, o que pode dificultar nossos reajustes.
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    Mensagem por DefensorDPU Sab 06 Jun 2015, 1:01 pm

    Espero que continue assim: VB . GAJ . GAE . AQs. Muito melhor para a categoria!
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    Mensagem por Dfernandes Sab 06 Jun 2015, 2:44 pm

    Todas as carreiras análogas a nossa que ganham bem, tais como senado, camara e tcu são cheias desses penduricalhos, então certamente a GD seria bem vinda. Quanto ao assédio moral que essa gratificação supostamente traria, na minha opinião ele já existe sem ninguém recebê-lo.
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    Mensagem por Fhighlander Sab 06 Jun 2015, 7:01 pm

    DefensorDPU escreveu:Espero que continue assim: VB . GAJ . GAE . AQs. Muito melhor para a categoria!

    Melhor?

    Acho que você está equivocado.

    Se fosse tão bom assim por que existe essa discussão ferrenha em mudança do modelo remuneratório?

    Pode beneficiar a um ou outro, mas a longo prazo há de acontecer o que ocorre agora: congelamento salarial.


    Última edição por Fhighlander em Sab 06 Jun 2015, 7:06 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Fhighlander Sab 06 Jun 2015, 7:05 pm

    Dfernandes escreveu:Todas as carreiras análogas a nossa que ganham bem, tais como senado, camara e tcu são cheias desses penduricalhos, então certamente a GD seria bem vinda. Quanto ao assédio moral que essa gratificação supostamente traria, na minha opinião ele já existe sem ninguém recebê-lo.

    Interessante que na nova LOMAN, eles querem a volta dos penduricalhos.

    É o exemplo clássico da sociedade PC: os magistrados são P e, nós, C.
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    Mensagem por maligna Seg 08 Jun 2015, 11:51 pm

    É verdade, o assédio moral já existe. Só que a GD iria criar mais um fator (concreto) que tornaria o assédio moral mais constante e perigoso ainda. Sim, sou a favor de penduricalhos sim, mas aqueles que ninguém poderá nos negar, ou nos retirar, como, por exemplo, o adicional por tempo de serviço. Acho que essa é uma parcela pela qual deveríamos brigar com unhas e dentes. O problema do subsídio é justamente o congelamento. Acho que nos traria mais dor de cabeças do que benefícios, pois, além de tudo, traria um grande desestímulo ao longo do tempo. Adicional por tempo de serviço já! Esse ninguém pode tirar, e não depende de qualquer apadrinhamento.
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    Mensagem por FMF Sex 12 Jun 2015, 11:13 am

    darkshi escreveu:Sou a favor do modelo VG+gratificações por achar o modelo mais flexível e pq o modelo é um pouco menos transparente (sim, isto mesmo, MENOS transparente) o que facilita ter reajustes futuros.

    Quem acompanhou quando começaram a noticias o PLC 28 percebeu que os jornalistas estavam noticiando tabelas apenas com o VB, ignorando a existência da GAJ, AQ, GAS e GAE, o que diminui o impacto das noticias perante a sociedade. Subsidio iria tornar isto muito transparente, o que pode dificultar nossos reajustes.

    Concordo,
    É só analisarmos que as carreiras mais tops de servidor não recebem por subsídio (Câmara, Senado e TCU). Vale lembrar que os salários destas carreiras descolaram bastante da nossa justamente quando foram criadas novas gratificações (o vb dos cargos do TCU não é muito maior que o nosso). E como você mesmo disse, quando são reajustadas as gratificações não há tanto alarde, como o aumento da GAJ (a galera só enfatiza hoje os 15,8% e não o que de fato majorou a remuneração). Eu já fui bastante a favor do subsídio, mas na situação atual acho que não é uma boa. Primeiro pelo alarde que os aumentos pagos em uma parcela única ocasiona, segundo porque com as gratificações é possível aumentar mais a remuneração com menos orçamento. Subsídio só é bom para as autoridades que não precisam brigar nada para ter os seus aumentos e que ainda assim "burlam" a regra da parcela única.
    A GD, na minha opinião, é a melhor das opções pois "moraliza" parte da remuneração, haja vista que se vai receber pelo desempenho, garantindo-se, contudo, um percentual mínimo razoável.
    Aliás, poderiam é extinguir boa parte das FC´s. Fiz uns cálculos de acordo com dos dados disponíveis em todos os órgãos e constatei que elas consomem, por baixo, mais de 1,3 bilhões por ano. Eu tenho FC e não me importaria em perdê-la para ver a remuneração melhorar.
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    Mensagem por Aumento_do_Judiciário Sex 12 Jun 2015, 12:59 pm

    PRÓS

    Equipara o PJU às carreiras tops do Legislativo.

    CONTRAS

    Nenhum
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    Mensagem por Fhighlander Sex 12 Jun 2015, 7:50 pm

    Se não tivesse nenhum contra teria sido instituído há muito tempo.

    Mas tá na cara que traz mais benefícios que malefícios.

    Aumento_do_Judiciário escreveu:PRÓS

    Equipara o PJU às carreiras tops do Legislativo.

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    Mensagem por seu Mamute de Estimação Dom 14 Jun 2015, 3:08 pm

    Caso no futuro plano de carreira venha a ser adotada a GD/GDI, acho que uma forma de sanar as perdas dos já aposentados ou dos que estão em vias de aposentar-se, seria a conjugação GD + ATS (Adicional por Tempo de Serviço). Num primeiro momento, conjugando no plano de carreira do judiciário a GD com o ATSCJ (adicional por tempo de serviço na carreira judiciária), os servidores aposentados que seriam mais prejudicados com eventual percentual menor da GD/GDI, seriam então compensados com um percentual maior de ATS, por terem mais tempo de serviço na carreira judiciária, minimizando perdas com a GD/GDI. Já para os novos servidores, a fórmula GD+ATS, ou qualquer outra fórmula remuneratória, não faria diferença, já que para eles a futura aposentadoria se dará pelas médias de contribuições ou Funpresp-Jud.

    A volta do ATS no futuro plano de carreira dos servidores do judiciário viria para fortalecer a carreira judiciária: como estaria previsto o ATS apenas no plano de carreira do Judiciário, isto fortaleceria a carreira pois estimularia a permanência na carreira judiciária, já que, se deixá-la, perde-se também o respectivo ATS da carreira judiciária.

    Antigamente o ATS estava previsto na lei geral dos servidores federais, Lei 8112/90 (Regime Jurídico Único), e se levava o percentual de referido adicional para outro cargo federal, até de outro Poder, o que não ocorrerá mais caso previsto o ATS apenas no PCS do Poder Judiciário.

    Como não existe solução remuneratória mágica, a GD/GDI+ATS não foge disto, porém não deixa de ser algo a estudar. Pela atual conjuntura, há tantas outras fórmulas remuneratórias na mesa para o futuro plano de carreira, como a criação de novas gratificações por cargo/especialidade, no estilo GAE/GAS, ou gratificações específicas por ramo do PJU, parecidas com a GRAEL, ou então até  mesmo uma GR, como na Câmara, ou mesmo a criação de mais de uma dessas gratificações simultaneamente. Porém o mais importante é ter consciência e não aceitar o mito de que uma das fórmulas remuneratórias a adotar será a solução que nos conduzirá a uma terra onde jorra o leite e o mel.  Qualquer fórmula remuneratória adotada sempre esbarrará na imposição dos Governos em manter sempre 0% nas reposições futuras, já que somos mais de 120 mil e sempre alegarão o peso orçamentário; GD/GDI não foge muito disto também. A única força que temos e sempre temos de exercê-la é demonstrar a falta que fazemos, na luta através de greves gerais nacionais.
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    Mensagem por FMF Dom 21 Jun 2015, 10:39 pm

    Colegas,
    Supondo que sejam disponibilizados para o nosso aumento algo em torno de 5,9/6,0 bilhões (21% do orçamento de pessoal do PJU que é de 28,1 bilhões para 2015), fiz uns cálculos e cheguei a um resultado de que seria possível a criação de uma nova gratificação de 70% sobre o último padrão de cada carreira (S.m.j., acho que uma das gratificações do TCU é calculada sobre o último padrão da carreira). Tal gratificação poderia ser chamada, por exemplo, de Gratificação de Nível Superior, no caso dos Analistas e OJ´s e de Gratificação de Nível Médio para os Técnicos. No caso os reajustes seriam de 55,3 para os padrões iniciais das carreiras de Técnico e Analista e de 36,8% para os últimos níveis. Nos casos dos OJ´s e TS´s seriam de 46,7% para os padrões iniciais e de 31,1% para os finais. Considerei que existem 120 mil servidores no PJU sendo 37% deles Analistas (44.400) e 63% Técnicos (75.600). Seguem os cálculos:

    Impacto anual Analistas - 4.870,19 (que é 0,7 x 6.957,41) x 44.400 x 13 = R$2.811.071.936,40;
    Impacto anual Técnicos - 2.968,33 (que é 0,7 x 4.240,47) x 75.600 x 13 = R$2.917.274.724,00;
    Impacto total anual -------------------------------------------------- = R$5.728.346.660,40;

    Inicial - Analista - 8.803,97 + 4.870,19 = R$13.674,16 (acréscimo de 55,32%);
    Final - Analista - 13.219,09 + 4.870,19 = R$18.089,28 (acréscimo de 36,84%);

    Inicial - Oficial de Justiça - 8.803,97 + 4.870,19 + 1.621,78 = R$15.295,94 (acréscimo de 46,71%);
    Final - Oficial de Justiça - 13.219,09 + 4.870,19 + 2.435,09 = R$20.524,37 (acréscimo de 31,11%);

    Inicial - Técnico - 5.365,92 + 2.968,33 = R$8.334,35 (acréscimo de 55,32%);
    Final -Técnico - 8.056,89 + 2.968,33 = R$11.025,22 (acréscimo de 36,84%);

    Inicial - Técnico Segurança - 5.365,92 + 2.968,33 + 988,46 = R$9.322,71 (acréscimo de 46,71%);
    Final -Técnico Segurança - 8.056,89 + 2.968,33 +1.484,16 = R$12.509,38 (acréscimo de 31,11%).

    Prós:
    No caso dos primeiros níveis das carreiras (com exceção dos OJ´s e TS´s) os percentuais do PLC 28 ficariam praticamente inalterados;
    O salário inicial das carreiras seria bastante atrativo.
    A média de contribuições para aposentadoria, para o caso de quem está nessa regra, seria maior.

    Contras:
    Reajuste menor para os últimos padrões das carreiras;
    Reajuste ligeiramente menor para os integrantes dos cargos de OJ e TS.

    OBS: com o suposto orçamento, caso o reajuste fosse aplicado todo na GAJ, esta teria de ser no mínimo de 160%, podendo (e devendo) ser ainda maior.
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    Mensagem por Fhighlander Dom 21 Jun 2015, 10:44 pm

    Correndo o risco de ficar repetitivo, mas: onde eu assino?

    FMF escreveu:Colegas,
    Supondo que sejam disponibilizados para o nosso aumento algo em torno de 5,9/6,0 bilhões (21% do orçamento de pessoal do PJU que é de 28,1 bilhões para 2015), fiz uns cálculos e cheguei a um resultado de que seria possível a criação de uma nova gratificação de 70% sobre o último padrão de cada carreira (S.m.j., acho que uma das gratificações do TCU é calculada sobre o último padrão da carreira). Tal gratificação poderia ser chamada, por exemplo, de Gratificação de Nível Superior, no caso dos Analistas e OJ´s e de Gratificação de Nível Médio para os Técnicos. No caso os reajustes seriam de 55,3 para os padrões iniciais das carreiras de Técnico e Analista e de 36,8% para os últimos níveis. Nos casos dos OJ´s e TS´s seriam de 46,7% para os padrões iniciais e de 31,1% para os finais. Considerei que existem 120 mil servidores no PJU sendo 37% deles Analistas (44.400) e 63% Técnicos (75.600). Seguem os cálculos:

    Impacto anual Analistas - 4.870,19 (que é 0,7 x 6.957,41) x 44.400 x 13 = R$2.811.071.936,40;
    Impacto anual Técnicos - 2.968,33 (que é 0,7 x 4.240,47) x 75.600 x 13 = R$2.917.274.724,00;
    Impacto total anual -------------------------------------------------- = R$5.728.346.660,40;

    Inicial - Analista - 8.803,97 + 4.870,19 = R$13.674,16 (acréscimo de 55,32%);
    Final - Analista - 13.219,09 + 4.870,19 = R$18.089,28 (acréscimo de 36,84%);

    Inicial - Oficial de Justiça - 8.803,97 + 4.870,19 + 1.621,78 = R$15.295,94 (acréscimo de 46,71%);
    Final - Oficial de Justiça - 13.219,09 + 4.870,19 + 2.435,09 = R$20.524,37 (acréscimo de 31,11%);

    Inicial - Técnico - 5.365,92 + 2.968,33 = R$8.334,35 (acréscimo de 55,32%);
    Final  -Técnico - 8.056,89 + 2.968,33 = R$11.025,22 (acréscimo de 36,84%);

    Inicial - Técnico Segurança - 5.365,92 + 2.968,33 + 988,46 = R$9.322,71 (acréscimo de 46,71%);
    Final -Técnico Segurança - 8.056,89 + 2.968,33 +1.484,16 = R$12.509,38 (acréscimo de 31,11%).

    Prós:
    No caso dos primeiros níveis das carreiras (com exceção dos OJ´s e TS´s) os percentuais do PLC 28 ficariam praticamente inalterados;
    O salário inicial das carreiras seria bastante atrativo.
    A média de contribuições para aposentadoria, para o caso de quem está nessa regra, seria maior.

    Contras:
    Reajuste menor para os últimos padrões das carreiras;
    Reajuste ligeiramente menor para os integrantes dos cargos de OJ e TS.

    OBS: com o suposto orçamento, caso o reajuste fosse aplicado todo na GAJ, esta teria de ser no mínimo de 160%, podendo (e devendo) ser ainda maior.
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    Mensagem por Aumento_do_Judiciário Dom 21 Jun 2015, 11:10 pm

    FMF escreveu:Colegas,
    Supondo que sejam disponibilizados para o nosso aumento algo em torno de 5,9/6,0 bilhões (21% do orçamento de pessoal do PJU que é de 28,1 bilhões para 2015), fiz uns cálculos e cheguei a um resultado de que seria possível a criação de uma nova gratificação de 70% sobre o último padrão de cada carreira (S.m.j., acho que uma das gratificações do TCU é calculada sobre o último padrão da carreira). Tal gratificação poderia ser chamada, por exemplo, de Gratificação de Nível Superior, no caso dos Analistas e OJ´s e de Gratificação de Nível Médio para os Técnicos. No caso os reajustes seriam de 55,3 para os padrões iniciais das carreiras de Técnico e Analista e de 36,8% para os últimos níveis. Nos casos dos OJ´s e TS´s seriam de 46,7% para os padrões iniciais e de 31,1% para os finais. Considerei que existem 120 mil servidores no PJU sendo 37% deles Analistas (44.400) e 63% Técnicos (75.600). Seguem os cálculos:

    Impacto anual Analistas - 4.870,19 (que é 0,7 x 6.957,41) x 44.400 x 13 = R$2.811.071.936,40;
    Impacto anual Técnicos - 2.968,33 (que é 0,7 x 4.240,47) x 75.600 x 13 = R$2.917.274.724,00;
    Impacto total anual -------------------------------------------------- = R$5.728.346.660,40;

    Inicial - Analista - 8.803,97 + 4.870,19 = R$13.674,16 (acréscimo de 55,32%);
    Final - Analista - 13.219,09 + 4.870,19 = R$18.089,28 (acréscimo de 36,84%);

    Inicial - Oficial de Justiça - 8.803,97 + 4.870,19 + 1.621,78 = R$15.295,94 (acréscimo de 46,71%);
    Final - Oficial de Justiça - 13.219,09 + 4.870,19 + 2.435,09 = R$20.524,37 (acréscimo de 31,11%);

    Inicial - Técnico - 5.365,92 + 2.968,33 = R$8.334,35 (acréscimo de 55,32%);
    Final  -Técnico - 8.056,89 + 2.968,33 = R$11.025,22 (acréscimo de 36,84%);

    Inicial - Técnico Segurança - 5.365,92 + 2.968,33 + 988,46 = R$9.322,71 (acréscimo de 46,71%);
    Final -Técnico Segurança - 8.056,89 + 2.968,33 +1.484,16 = R$12.509,38 (acréscimo de 31,11%).

    Prós:
    No caso dos primeiros níveis das carreiras (com exceção dos OJ´s e TS´s) os percentuais do PLC 28 ficariam praticamente inalterados;
    O salário inicial das carreiras seria bastante atrativo.
    A média de contribuições para aposentadoria, para o caso de quem está nessa regra, seria maior.

    Contras:
    Reajuste menor para os últimos padrões das carreiras;
    Reajuste ligeiramente menor para os integrantes dos cargos de OJ e TS.

    OBS: com o suposto orçamento, caso o reajuste fosse aplicado todo na GAJ, esta teria de ser no mínimo de 160%, podendo (e devendo) ser ainda maior.

    E onde entra GD nesta história?
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por FMF Seg 22 Jun 2015, 12:22 am

    Aumento_do_Judiciário escreveu:
    FMF escreveu:Colegas,
    Supondo que sejam disponibilizados para o nosso aumento algo em torno de 5,9/6,0 bilhões (21% do orçamento de pessoal do PJU que é de 28,1 bilhões para 2015), fiz uns cálculos e cheguei a um resultado de que seria possível a criação de uma nova gratificação de 70% sobre o último padrão de cada carreira (S.m.j., acho que uma das gratificações do TCU é calculada sobre o último padrão da carreira). Tal gratificação poderia ser chamada, por exemplo, de Gratificação de Nível Superior, no caso dos Analistas e OJ´s e de Gratificação de Nível Médio para os Técnicos. No caso os reajustes seriam de 55,3 para os padrões iniciais das carreiras de Técnico e Analista e de 36,8% para os últimos níveis. Nos casos dos OJ´s e TS´s seriam de 46,7% para os padrões iniciais e de 31,1% para os finais. Considerei que existem 120 mil servidores no PJU sendo 37% deles Analistas (44.400) e 63% Técnicos (75.600). Seguem os cálculos:

    Impacto anual Analistas - 4.870,19 (que é 0,7 x 6.957,41) x 44.400 x 13 = R$2.811.071.936,40;
    Impacto anual Técnicos - 2.968,33 (que é 0,7 x 4.240,47) x 75.600 x 13 = R$2.917.274.724,00;
    Impacto total anual -------------------------------------------------- = R$5.728.346.660,40;

    Inicial - Analista - 8.803,97 + 4.870,19 = R$13.674,16 (acréscimo de 55,32%);
    Final - Analista - 13.219,09 + 4.870,19 = R$18.089,28 (acréscimo de 36,84%);

    Inicial - Oficial de Justiça - 8.803,97 + 4.870,19 + 1.621,78 = R$15.295,94 (acréscimo de 46,71%);
    Final - Oficial de Justiça - 13.219,09 + 4.870,19 + 2.435,09 = R$20.524,37 (acréscimo de 31,11%);

    Inicial - Técnico - 5.365,92 + 2.968,33 = R$8.334,35 (acréscimo de 55,32%);
    Final  -Técnico - 8.056,89 + 2.968,33 = R$11.025,22 (acréscimo de 36,84%);

    Inicial - Técnico Segurança - 5.365,92 + 2.968,33 + 988,46 = R$9.322,71 (acréscimo de 46,71%);
    Final -Técnico Segurança - 8.056,89 + 2.968,33 +1.484,16 = R$12.509,38 (acréscimo de 31,11%).

    Prós:
    No caso dos primeiros níveis das carreiras (com exceção dos OJ´s e TS´s) os percentuais do PLC 28 ficariam praticamente inalterados;
    O salário inicial das carreiras seria bastante atrativo.
    A média de contribuições para aposentadoria, para o caso de quem está nessa regra, seria maior.

    Contras:
    Reajuste menor para os últimos padrões das carreiras;
    Reajuste ligeiramente menor para os integrantes dos cargos de OJ e TS.

    OBS: com o suposto orçamento, caso o reajuste fosse aplicado todo na GAJ, esta teria de ser no mínimo de 160%, podendo (e devendo) ser ainda maior.

    E onde entra GD nesta história?
    De fato, não abordei a questão GD, mas adaptando os cálculos já feitos, a nova gratificação que eu mencionei poderia ser em forma de GD. O que temos de ficar atentos, é que se disponibilizarem os ditos 21% em qualquer hipótese de GAJ inferior a 160, ou até neste valor, é nos passar para trás. No caso de uma GD 70% nos moldes acima mencionados, a maioria esmagadora dos servidores teria acréscimos superiores a 40%.
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por FMF Seg 22 Jun 2015, 12:29 am

    Olhe, na situação em que estamos (lidando com um Governo maligno que em 2012 impediu que o PJU utilizasse o seu próprio orçamento para nos dar a GAJ de 100% e sem qualquer tipo de postura proativa dos nossos "chefes"), se eu tivesse qualquer tipo de poder de negociação e eventual proposta de 21% fosse definitiva eu com certeza proporia algo assim hehe Very Happy.
    Fhighlander escreveu:Correndo o risco de ficar repetitivo, mas: onde eu assino?

    FMF escreveu:Colegas,
    Supondo que sejam disponibilizados para o nosso aumento algo em torno de 5,9/6,0 bilhões (21% do orçamento de pessoal do PJU que é de 28,1 bilhões para 2015), fiz uns cálculos e cheguei a um resultado de que seria possível a criação de uma nova gratificação de 70% sobre o último padrão de cada carreira (S.m.j., acho que uma das gratificações do TCU é calculada sobre o último padrão da carreira). Tal gratificação poderia ser chamada, por exemplo, de Gratificação de Nível Superior, no caso dos Analistas e OJ´s e de Gratificação de Nível Médio para os Técnicos. No caso os reajustes seriam de 55,3 para os padrões iniciais das carreiras de Técnico e Analista e de 36,8% para os últimos níveis. Nos casos dos OJ´s e TS´s seriam de 46,7% para os padrões iniciais e de 31,1% para os finais. Considerei que existem 120 mil servidores no PJU sendo 37% deles Analistas (44.400) e 63% Técnicos (75.600). Seguem os cálculos:

    Impacto anual Analistas - 4.870,19 (que é 0,7 x 6.957,41) x 44.400 x 13 = R$2.811.071.936,40;
    Impacto anual Técnicos - 2.968,33 (que é 0,7 x 4.240,47) x 75.600 x 13 = R$2.917.274.724,00;
    Impacto total anual -------------------------------------------------- = R$5.728.346.660,40;

    Inicial - Analista - 8.803,97 + 4.870,19 = R$13.674,16 (acréscimo de 55,32%);
    Final - Analista - 13.219,09 + 4.870,19 = R$18.089,28 (acréscimo de 36,84%);

    Inicial - Oficial de Justiça - 8.803,97 + 4.870,19 + 1.621,78 = R$15.295,94 (acréscimo de 46,71%);
    Final - Oficial de Justiça - 13.219,09 + 4.870,19 + 2.435,09 = R$20.524,37 (acréscimo de 31,11%);

    Inicial - Técnico - 5.365,92 + 2.968,33 = R$8.334,35 (acréscimo de 55,32%);
    Final  -Técnico - 8.056,89 + 2.968,33 = R$11.025,22 (acréscimo de 36,84%);

    Inicial - Técnico Segurança - 5.365,92 + 2.968,33 + 988,46 = R$9.322,71 (acréscimo de 46,71%);
    Final -Técnico Segurança - 8.056,89 + 2.968,33 +1.484,16 = R$12.509,38 (acréscimo de 31,11%).

    Prós:
    No caso dos primeiros níveis das carreiras (com exceção dos OJ´s e TS´s) os percentuais do PLC 28 ficariam praticamente inalterados;
    O salário inicial das carreiras seria bastante atrativo.
    A média de contribuições para aposentadoria, para o caso de quem está nessa regra, seria maior.

    Contras:
    Reajuste menor para os últimos padrões das carreiras;
    Reajuste ligeiramente menor para os integrantes dos cargos de OJ e TS.

    OBS: com o suposto orçamento, caso o reajuste fosse aplicado todo na GAJ, esta teria de ser no mínimo de 160%, podendo (e devendo) ser ainda maior.
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por wilsoncartorio Dom 12 Jul 2015, 8:59 am

    Fui contra a gd proposta pelo stf. Sou a favor da gd, desde que seja um único valor institucional, gdi, com avaliação 360 graus e um valor máximo de 50% do vb. Existem quatro problemas na gd.

    1) Não leva integralmente para a aposentadoria
    2) Se não for valor único para todos do órgão com avaliação 360°, aumentará sobremaneira o assédio moral
    3) Se for um valor alto (acima de 50% do vb), pode descaracterizar a carreira
    4) Imagine um presidente de tribunal que faça uma grande cagada e a avaliação institucional não seja cumprida. Ele continuará com o subsídio dele garantido. Nós ficaremos sem parte da gd.

    Esses problemas precisam ser enfrentados.
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por Oziris Dom 12 Jul 2015, 7:14 pm

    Sou a favor da GD por questões de moralização do serviço púbico. Não dá mais para ser taxado de marajá por causa de alguns que deram a sorte de entrar numa época boa e hoje tem regalias muito próxima a dos magistrados.

    Sinceramente, não tenho nada contra mas é de indignar qualquer um num país como o nosso você ver motoristas de juiz que quando entraram no tribunal não sabiam nem ler direito e hoje ganham na casa dos 20k (tenho um parente distante que se enquadra nesse caso). Fora outros inúmeros casos de carimbadores e organizadores de arquivo que ganham nessa casa e não contribuem em nada para o serviço público mais (no tribunal aqui existem vários exemplos).

    Felizmente para uns e infelizmente para outros o mundo evoluiu e está em constante evolução. Se essas pessoas resolveram permanecer como estavam desde quando entraram no tribunal se apegando na muleta da estabilidade não é problema nosso e não é problema do governo.

    A grande questão não é aposentadoria, pois veja o caso dos novatos que foram rifados pelos sindicatos e ninguém falou nada e sabem por que?? Porque simplesmente não afetava aos que estavam lá rifando os novatos naquele momento e não afetava a categoria naquele momento, ou seja, eles não pensaram nas futuras gerações de servidores. Então preocupar com aposentadoria seria novamente um grande EGOÍSMO da nossa parte.

    Nós servidores temos que aprender que o governo não é a nossa mãe e não deve sustentar a gente até morrer. Veja exemplos no mundo inteiro e só aqui e em alguns países piores que o nosso ainda persiste essa política paternalista. Países desenvolvidos pagam em média 30% a 50% do valor do salário integral na aposentadoria mesmo no serviço público e nem por isso os aposentados estão morrendo de fome. Ao contrário, em países paternalistas como o nosso, a previdência está levando o país para o buraco (Grécia é o exemplo mais recente). Ou seja, temos que fazer nosso pé de meia enquanto estamos na ativa para não dependermos de aposentadoria no futuro. Prefiro mil vezes ganhar um ótimo salário na ativa e fazer investimentos do que levar média de 80% de mixaria pra aposentadoria.

    Concordo que uma GD deveria ser igual nos moldes do TCU por exemplo ou até mesmo nos moldes das Agências para evitar assédio moral, isso não há dúvidas! E com relação ao valor, realmente está sendo uma tendência se reduzir o valor da GD e colocar em outras rubricas. Teve um caso recente que aconteceu com a FIOCRUZ, onde a GD sofreu uma redução e foi dada a contrapartida em outra rubrica.

    Entendo que o que temos é o PLC28 e temos que lutar por ele, mas após passar esse momento sendo positivo ou negativo, é IMPERIOSO que o Sindjus volte a discutir a carreira pois se continuar dessa forma, nosso futuro não será dos mais promissores.

    Outra alternativa para a GD é a criação de uma gratificação de representação com valor fixo igual para todos da mesma forma como existe no LEG.

    wilsoncartorio escreveu:Fui contra a gd proposta pelo stf. Sou a favor da gd, desde que seja um único valor institucional, gdi, com avaliação 360 graus e um valor máximo de 50% do vb. Existem quatro problemas na gd.

    1) Não leva integralmente para a aposentadoria
    2) Se não for valor único para todos do órgão com avaliação 360°, aumentará sobremaneira o assédio moral
    3) Se for um valor alto (acima de 50% do vb), pode descaracterizar a carreira
    4) Imagine um presidente de tribunal que faça uma grande cagada e a avaliação institucional não seja cumprida. Ele continuará com o subsídio dele garantido. Nós ficaremos sem parte da gd.

    Esses problemas precisam ser enfrentados.
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por Lula Molusco Seg 13 Jul 2015, 6:51 pm

    Apenas discordo de duas coisas:

    1) Sou a favor da GD por questões de moralização do serviço púbico.

    Não acho subsídio ou vencimento básico imoral. Acho que qualquer tipo de remuneração é moral. O que é imoral são os auxílios diferenciados. Isso sim é imoral.

    2) Países desenvolvidos pagam em média 30% a 50%

    É possível pagar a integralidade e a paridade, desde que o sistema se sustente. Entendo que a União deveria entrar com 17% e nós 12%. Mas não existe a cota-parte paga pela União. Sem contar que há servidores que não descontam ou descontam 6% e até menos. Aí é de doer.
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por Oziris Seg 13 Jul 2015, 7:17 pm

    Por isso mesmo! Os penduricalhos que inclusive os magistrados já voltam com eles pouco a pouco mesmo ganhando subsidio é imoral mesmo e a GD tende a acabar um pouco com isso, vide a questão dos incorporados.

    Nenhum sistema de aposentadoria se sustenta pagando remuneração integral para funcionários, infelizmente! Hoje o cara paga 11% e a União paga 22%, ou seja, a conta não fecha ainda mais com o número de aposentados crescendo cada vez mais...

    Veja uma reportagem sobre o assunto da aposentadoria abaixo:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]




    Lula Molusco escreveu:Apenas discordo de duas coisas:

    1) Sou a favor da GD por questões de moralização do serviço púbico.

    Não acho subsídio ou vencimento básico imoral. Acho que qualquer tipo de remuneração é moral. O que é imoral são os auxílios diferenciados. Isso sim é imoral.

    2) Países desenvolvidos pagam em média 30% a 50%

    É possível pagar a integralidade e a paridade, desde que o sistema se sustente. Entendo que a União deveria entrar com 17% e nós 12%. Mas não existe a cota-parte paga pela União. Sem contar que há servidores que não descontam ou descontam 6% e até menos. Aí é de doer.
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por Lula Molusco Seg 13 Jul 2015, 8:26 pm

    O modelo da integralidade se sustenta. Basta cumprir a Constituição e melhor gerir.

    1) Existem recursos que não são somente a cota patronal e a cota do trabalhador.
    2) Não existe deficit em previdência de servidor público, do ponto de vista contábil. Bastaria a União entrar com a cota parte.

    A grande questão é o percentual de pessoas que ficam mais velha, deslocando a pirâmide etária. Para minimizar isso, foi instituída a cobrança de PSSS para aposentado.

    A Previdência tem inúmeros imóveis "cedidos" a várias repartições públicas que não pagam aluguel. Aqui no RJ, o TRE ocupa a 20 anos dois prédios da previdência com 8 e 13 andares. Quanto é um aluguel mensal desses dois prédios no CENTRO DO RIO DE JANEIRO??? São bilhões que não entram no caixa da previdência, dada essa má gerência.

    É questão de cumprir a constituição e melhorar a gestão. Mas enquanto o principal objetivo de governos tucanos e petistas for o pagamento de juros a rentistas, aí é o ralo que vai o dinheiro público.
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty A história da recusa da GD e outras gês na Amplida de 2009

    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 9:33 am

    Criei esse tópico para desmitificar essa questão da GD.

    1) A GD foi demonizada logo que foi apresentada.

    2) A GD e outras gês foram propostas pelos DG dos tribunais superiores.

    3) Não foi proposto GDI, que não se confunde com GD.

    4) Não encontrei nenhum relato de que alguma assembleia tenha sido favorável à GD.

    5) A ampliada da Fenajufe, composta por cerca de 140 delegados recusou a GD e outras gês. Se realmente a categoria quisesse a GD, não teria recusado a proposta ofertada pelos DG dos tribunais superiores.

    6) Para eleger 1 delegado é preciso que a assembleia tenha, pelo menos, 3 associados para cada delegado eleito.

    Se alguém tiver algo na internet, só postar aqui.


    Última edição por Lula Molusco em Ter 28 Jul 2015, 10:02 am, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : acrescentei a confusão GD com GDI)
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 9:35 am

    A história começa em final de 2008, com a criação da comissão interdisciplinar. Isso no meio do debate de carreira. Mas vou relatar um histórico resumido pelo Coordenador da Fenajufe, Pedro Aparecido. Se alguém tiver dúvidas, conversa com ele que tem site, facebook e outras mídias.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    Sindijufe/MT esclarece sobre a recusa da Gratificação de Desempenho

    Ao lado de reconhecer o Movimento Pró-Subsídio como um Movimento legítimo dentro da Categoria, o SINDIJUFE-MT tem uma posição de apoio ao PL original aprovado na CTASP, isto aprovado em Assembleia do SINDIJUFE-MT e agora colocado em nova Assembleia que recusou o plebiscito sobre modelo remuneratório, mantendo, portanto uma defesa contra o modelo remuneratório em parcela única.

    Em 2009 realmente foi apresentado através dos Diretores Gerais (e não do Gilmar Mendes e nem pelo STF) uma tabela com Gratificação de Desempenho.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    A Comissão Interdisciplinar apresentou uma outra, também com gratificações que correspondiam a mais de 2/3 do remuneração, com 110% da GAJ sobre o maior vencimento básico do cargo do Servidor e mais 35% de Gratificação de Representação para todos sobre o vencimento básico do Servidor.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Ou seja, tanto uma como a outra eram ruins, sendo que a GD era a pior das duas.

    Em Mato Grosso, a Assembleia Geral Extraordinária recusou a tabela com Gratificação de Desempenho porque eliminava a paridade entre ativos e aposentados, essencialmente, além de que a Gratificação de Desempenho seria a mola mestra propulsora do assédio moral.

    Também recusamos a proposta da Comissão Interdisciplinar e na época travamos um duro embate contra Roberto Policarpo que representava o SINDJUS-DF na Comissão Interdisciplinar (mas também era coordenador geral da FENAJUFE e portanto...) e contra Ramiro Lopes (que representava a FENAJUFE na Comissão Interdisciplinar e era coordenador geral da FENAJUFE), que votaram sem o consentimento da Categoria na Comissão Interdisciplinar.

    Na época havia uma decisão de Plenária que qualquer proposta a ser votada na Comissão Interdisciplinar teria que trazer para uma Ampliada antes dos representantes da FENAJUFE na Comissão Interdisciplinar votarem.

    Não foi o que ocorreu e os representantes da FENAJUFE não trouxeram as propostas de votação para as Ampliadas. Trouxeram o projeto pronto da Comissão Interdisciplinar. Na época foram taxados de traidores da Categoria durante os debates, por vários companheiros e companheiras.

    Insistíamos que havia um trabalho profundo sobre Plano de Carreira e que deveríamos defender o que a Categoria havia decidido lá atrás: lutar por um Plano de Carreira e não tabelão. A Plenária da FENAJUFE em Manaus havia aprovada esta pauta de Plano de Carreira.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Todos os Sindicatos ligados ao LUTA FENAJUFE, na época recusaram tanto a proposta dos Diretores Gerais (Gratificação de Desempenho) como a proposta da Comissão Interdisciplinar.

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    No entanto, na Ampliada da FENAJUFE os Sindicatos ligados ao LUTA FENAJUFE foram derrotados e o Plano de Carreira foi abandonado por Policarpo e o grupo que mandava (e manda) na FENAJUFE e só nos restou o tabelão (80% de aumento), que era uma tabela superior à apresentada pelos Diretores Gerais.

    Na época, é bom avivar as brasas do passado, o grupo majoritário da FENAJUFE jogou na lata do lixo o Plano de Carreira, e a defesa foi que não dava tempo para discutir o Plano de Carreira e tínhamos que discutir só tabela naquele momento.

    Bem isto, foi em 2009 e estamos em 2011 e ficamos sem o Plano de Carreira e até hoje estamos sem tabela.

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    Entretanto, as prioridades e a tabela aprovadas na Ampliada tinham os seguintes parâmetros (recordando):

    "Na última Reunião Ampliada de FENAJUFE ficou deliberado, com a presença de 30 (trinta) Sindicatos do Judiciário Federal que lutaremos pela tabela que a FENAJUFE projetou e as seguintes reivindicações:

    a) Garantir a revisão salarial e a continuidade do debate sobre a carreira.

    b) Rechaçar a proposta dos Diretores Gerais, em especial a gratificação de desempenho, pois vincula avaliação ao salário e quebra a paridade entre ativos e aposentados.

    c) Defesa da paridade.

    d) Diminuir a diferença salarial atual entre os cargos [auxiliares, técnicos e analistas], tendo como parâmetro a tabela da Fenajufe.

    e) Priorizar o incremento do vencimento básico em relação a gratificações.

    f) Manter o pagamento da GAS e da GAE, inclusive cumulativamente com a GR, se a mesma for criada.

    g) Questionar o aumento dos CJs.

    h) Defender a composição paritária do Conselho Consultivo, explicitar atribuições que garantam o estudo e a elaboração de propostas para qualificar a carreira e garantir na lei prazo para sua implantação.

    i) Reenquadramento dos auxiliares judiciários.

    j) Criação dos cargos de Oficial de Justiça, Agente de Segurança e Inspetor de Segurança.

    l) Rejeitar quaisquer propostas que tragam perda de direitos.

    m) Convocação de nova Reunião Ampliada da Fenajufe, imediatamente após novo posicionamento dos Tribunais sobre o projeto, bem como envio imediato do mesmo ao Congresso Nacional.

    n) Independentemente do encaminhamento de projeto salarial, que os sindicatos divulguem e aprofundem o debate na base sobre a proposta de carreira da Fenajufe, e que no Congresso Nacional de Fortaleza atualizemos o debate e a proposta de Plano de Carreira, e sejam definidos os encaminhamentos necessários.

    Esta será a nova Luta para que se aprove uma nova tabela salarial até julho de 2010, teto de R$ 8.000,00 para os Auxiliares, teto de R$ 16.000,00 para os Técnicos e teto de 19.450,00 (80% do teto do Presidente do STF) para os Analistas".

    Como se vê, o maior valor da tabela era R$ 19.450,00 (ou 80% do teto do Presidente do STF) à época.

    Esta foi a tabela que Ampliada da FENAJUFE aprovou, com delegados eleitos, legitimamente, em 30 Sindicatos de todo o Brasil.

    A partir da decisão da Ampliada da FENAJUFE, o SINDIJUFE-MT passou então a apoiar, através, sempre de Assembleias, o novo tabelão com maior valor de R$ 19.450,00.

    E por que o SINDIJUFE-MT apoiou? Porque é assim que deve ser: apresentamos a proposta e fomos derrotados, imediatamente, passamos a defender o que Categoria Nacional decidiu. Isto se chama respeito às decisões da Categoria. Isto se chama democracia.

    Quanto à proposta apresentada pelos Diretores Gerais de Gratificação de Desempenho foi reprovada em cada Sindicato e na Ampliada, conjuntamente, por 30 Sindicatos, através de delegados e delegadas legitimamente eleitos. Motivações principais: aumento do assédio moral e fim da paridade entre ativos e inativos, pois a GD não iria para os aposentados.

    Analisando as tabelas, o valor final da tabela da FENAJUFE era ainda melhor que a dos Diretores Gerais (e não do Gilmar Mendes - O Gilmar nunca apresentou tabela de GD). Aliás, apresentou sim uma tabela, a tabela da Comissão Interdisciplinar com aumento de 80%, que depois passou para 56%.

    Valor final da tabela da FENAJUFE: R$ 19.450,00

    Valor final da tabela dos Diretores Gerais: R$ 18.437,14

    Nenhuma delas havia garantia de aprovação (como não há até hoje, os míseros 56%), nem por parte do Judiciário, Legislativo ou Executivo. Nem a tabela do subsídio.

    E o resto todo mundo sabe: tivemos vários fatores que vieram para o processo e acabou o CNJ intervindo, a criação da FRENTAS, a criação de um subteto de 75% para os Servidores em relação ao juiz substituto início de carreira e o projeto foi reduzido de 80% de aumento, caiu para 56%.

    O anteprojeto, depois de uma Greve Nacional, foi enviado para o Congresso Nacional e lá teve o número 6613/2009, no final de dezembro daquele ano.

    Na CTASP derrubamos o subteto e aprovamos o PL lá. Quando foi para a CFT, aí o caldo engrossou e vieram as emendas hoje de todos conhecidos.

    Foi neste momento que o Movimento Pró-Subsídio começou a aparecer de forma organizada e conseguiu a emenda do Reginaldo (PT) introduzindo o modelo remuneratório do subsídio.

    Também teve as emendas do Policarpo (PT, agora deputado federal), aumentando a GAJ e que depois foi retirada pelo próprio Policarpo porque ele assumiu a relatoria do PL 6613/2009.

    Como é conhecida também a traição que ocorreu na Categoria sobre o suposto acordo que nunca ocorreu e que desmobilizou por completo a Categoria no Brasil inteiro e ficamos até hoje, sem nenhum centavo de aumento, mesmo que em Mato Grosso tenhamos tido até agora 4 meses e 21 de Greve contando com a Paralisação do dia 25 de maio de 2011.

    Também fazendo um comparativo (é bom recordar) sobre a tabela da FENAJUFE e da emenda do subsídio, no maior valor da tabela:

    Tabela da FENAJUFE: R$ 19.450,00

    Tabela do SUBSÍDIO: R$ 18.478,45

    Em relação à "boa vontade" do Gilmar. Gilmar nunca teve boa vontade para nada com relação à nossa Categoria. Só levou um projeto (mesmo que rebaixado) para o Congresso á custa de uma Greve e de muita pressão.

    Que ninguém se iluda: Gilmar, Peluso, José de Alencar, Lula, Dilma, Temer, Paulo Bernardo, Mirian, Sarney, Policarpo, Reginaldo é tudo farinha do mesmo saco e inimigos da Classe Trabalhadora. Os últimos dez, representam (no caso do José, não representa mais) o governo e são o governo em carne, osso e espírito. Já os dois primeiros não são do governo, mas fazem o jogo do governo, permanecendo na imobilidade completa, sendo um nomeado pelo FHC e o outro pelo LULA.

    Só a resistência dos próprios Trabalhadores é que consegue arrancar (e não ganhar) qualquer tipo de aumento salarial ou recomposição, melhoria de qualidade de vida, melhoria nas relações de Trabalho.

    Achar que o Gilmar iria "dar" a tabela dos diretores é quase um delírio, como diria aquele nosso inimigo de Classe, o Paulo Bernardo.

    Sobre consultar a Categoria, abrimos o debate e deliberamos contra o subsídio há alguns anos e agora a Assembleia recusou a fazer um Plebiscito sobre o modelo remuneratório, mantendo, portanto, a decisão anterior de ser contra o modelo remuneratório em parcela única (subsídio).

    Não foi a direção do SINDIJUFE-MT que decidiu: foi a Categoria, em Assembleia.

    Ou vão querer que a Direção Colegiada do SINDIJUFE-MT passe por cima da decisão de duas Assembleias e faça um plebiscito? Isto é democracia? Isto é a lógica?

    Ou democracia vale somente quando a gente ganha. Quando a gente perde é coisa de ditatura?

    Democracia é para os momentos em que ganhamos, mas principalmente para os momentos em que perdemos e, humildemente, nos rendemos à decisão da maioria.

    Se na Assembleia passada fosse aprovado um Plebiscito e no Plebiscito fosse vencedor o subsídio, a Direção Colegiada do SINDIJUFE-MT imediatamente passaria a apoiar e defender o subsídio, mas não foi o que ocorreu.

    Nossa Categoria em Mato Grosso, numa Assembleia que estiveram presentes mais de 80 pessoas, decidiu que não fará Plebiscito e, portanto, mantém a decisão anterior.

    E não nos peçam para retirar direitos da própria Categoria. Deixemos para que o Governo, o Judiciário ou o Legislativo, e os empresários e a mídia, nossos inimigos de Classe a fazerem este Trabalho.

    Vamos lutar para que todos tenham a revisão salarial e lutar para a aprovação do PL 6613/2009 como aprovado na CTASP.

    Finalizando, reconhecemos o trabalho do Movimento Pró-Subsídio, e reconhecemos que o subsídio tem os seus méritos, reconhecemos que estão exigindo mais democracia, que se ouçam mais os companheiros do interior, que melhoremos os mecanismos de votação, mas exigir que retiremos direitos da Categoria, não podemos fazê-lo em nenhuma hipótese.

    Fonte: Sindijufe/MT
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 9:53 am

    Aqui está o plano de lutas aprovado pela Fenajufe.

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    Resoluções da Reunião Ampliada Deliberativa da Fenajufe

    Data: 15 e 16/8/2009
    Horário: 10 horas
    Local: auditório do Hotel Nacional - Brasília
    Entidades Inscritas: Sinjef/AC, Sitra/AM-RR, Sinjeam/AM, Sindjus/AL, Sindjufe/BA, Sintrajufe/CE, Sinje/CE, Sindissétima/CE, Sindjus/DF, Sinpojufes/ES, Sinjufego/GO, Sintrajufe/MA, Sindijufe/MT, Sitraemg/MG, Sindjufe/MS, Sindjuf/PB, Sindjuf/PA-AP, Sintrajuf/PE, Sintrajufe/PI, Sinjuspar/PR, Sinjutra/PR, Sisejufe/RJ, Sintrajurn/RN, Sinsjustra/RO-AC, Sindjero/RO, Sintrajufe/RS, Sindiquinze/SP, Sintrajud/SP, Sintrajusc/SC, Sindjufe/TO.

    1. Plano de Carreira

    Garantir a revisão salarial e a continuidade do debate sobre a carreira.
    Rechaçar a proposta dos Diretores Gerais, em especial a gratificação de desempenho, pois vincula avaliação ao salário e quebra a paridade entre ativos e aposentados.
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 9:57 am

    Aqui está o post feito pelo Sitraemg. O principal é:

    – Rechaçar a proposta dos Diretores Gerais, em especial a gratificação de desempenho, pois vincula avaliação ao salário e quebra a paridade entre ativos e aposentados.
    – Defesa da paridade.
    – Diminuir a diferença salarial atual entre os cargos [auxiliares, técnicos e analistas], tendo como parâmetro a tabela da Fenajufe.
    – Priorizar o incremento do vencimento básico em relação a gratificações.
    – Rejeitar quaisquer propostas que tragam perda de direitos.

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    Servidores cobram respeito às decisões da categoria na reunião nacional da federação

    Postado em: 17/08/2009

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    Reunião ampliada da Fenajufe (veja foto de Renato Araújo) muda decisão da plenária estatutária de lutar pelo plano de carreira e aprova prioridade para revisão salarial; Servidores e sindicatos que defenderam o plano de carreira afirmam que vão construir as mobilizações para que a tabela de referência seja a dos servidores e itens como o combate ao assédio moral e valorização do vencimento básico, contemplados

    Por Hélcio Duarte Filho
    Jornalista do Luta Fenajufe

    Servidores que participaram da reunião ampliada da federação nacional, realizada em Brasília, aprovaram por maioria a proposta do setor majoriário na direção da Fenajufe de dar prioridade à luta pela revisão salarial e deixar o plano de carreira para outro momento.

    O tema polarizou o encontro que reuniu quase 140 delegados representando sindicatos de todo país no final de semana, dias 15 e 16 de agosto. O Sitraemg participou com nove delegados e dois observadores. Os trabalhadores aprovaram organizar, em 10 de setembro, um Dia Nacional de Luta da categoria.
    A proposta que defendia a manutenção da campanha pela carreira, que inclui a revisão salarial, defendida pelos servidores e sindicatos que participam do movimento Luta Fenajufe, obteve 49 votos, contra 82 dados à resolução aprovada, além de duas abstenções.

    Os debates foram marcados por duras críticas aos representantes dos trabalhadores na Comissão Interdisciplinar criada pelo STF (Supremo Tribunal Superior) para tratar do plano de carreira, Ramiro Lopez (Fenajufe) e Roberto Policarpo (Sindsjus-DF).

    O servidor do TRF de São Paulo Claudio Klein, diretor da federação, defendeu mudar a comissão de negociação, ampliando-a, e propôs o que chamou de “programa mínimo” para atuação da diretoria da Fenajufe: “respeitar as decisões das instâncias” da categoria.

    A crítica deve-se ao fato de os representantes dos servidores, Ramiro e Policarpo, do setor majoritário que dirige a Fenajufe, terem tido consenso na apresentação da proposta formulada pelos assessores dos tribunais na Comissão Interdisciplinar. Contrariaram, assim, o que fora decidido na plenária estatutária, realizada em junho em Manaus, quando se aprovou a proposta de plano de carreira a ser defendida nacionalmente pela categoria.

    Ao tentar explicar aos servidores, na reunião ampliada, o que acontecera na Comissão Interdisciplinar, Ramiro e Policarpo caíram em contradição. O primeiro, disse que em momento algum eles teriam apoiado a proposta da Comissão em contrapartida ao projeto apresentado pelos diretores-gerais dos tribunais superiores. Mas o segundo alegou que se isso não fosse feito, isto é, apoiar a proposta da Comissão, o projeto dos diretores-gerais, que inclui a gratificação por desempenho, ficaria sendo o único na pauta de discussão.
    ‘Carreira é uma resolução da categoria’

    Nos debates travados no primeiro dia da reunião ampliada, no sábado, foram muitos os servidores que se pronunciaram a favor do plano de carreira. Mais de 15 intervenções foram feitas nesse sentido.
    Quem defendia a proposta do setor majoritário, de deixar a carreira para depois, alegava que não havia tempo hábil para aprová-la no Congresso Nacional e que é preciso amadurecer algo consensual na categoria sobre o tema.

    A proposta de carreira, no entanto, fora finalizada em junho por consenso na plenária nacional de Manaus. Sobre a questão do tempo, os defensores da resolução da plenária rebatiam dizendo que o mais complicado de se aprovar em qualquer projeto de lei é a parte que envolve recursos orçamentários, e não as demais. “Não estamos defendendo aqui uma proposta de um grupo, estamos defendendo aqui uma resolução da última plenária estatutária, defendendo aqui uma resolução de nosso congresso [em Gramado]”, disse Ana Luiza Gomes, diretora do Sintrajud e servidora do TRF de São Paulo.
    ‘Vamos construir as mobilizações’

    Os participantes que defenderam o respeito à proposta de plano de carreira da categoria, como propôs o movimento Luta Fenajufe, lamentaram a decisão, mas reafirmaram, ao término da plenária final do evento, que convocarão a categoria para construir as mobilizações – não só pela revisão salarial, mas também por propostas que resgatem aspectos relevantes que estavam no plano de carreira, como o combate ao assédio moral e a defesa da valorização do vencimento base e não de gratificações e funções comissionadas.
    “Fomos coerentes, aprovamos o plano de carreira em Manaus e o defendemos aqui com toda garra”, disse, à reportagem, o servidor Paulo Rios, do TRT do Maranhão e também dirigente da federação. “Vamos defender que a revisão [salarial] seja pela tabela que está no nosso plano de carreira e questões como assédio moral, terceirização, nepotismo etc.”, garantiu.

    O servidor Alexandre Brandi, da delegação de Minas Gerais e dirigente do Sitraemg, criticou o resultado que “passa por cima de uma decisão da plenária da categoria”, mas ressaltou que o Sindicato convocará a categoria para as próximas mobilizações, sem abandonar aspectos defendidos pelos servidores no plano de carreira, como valorizar o vencimento-base e combater o assédio moral.

    Opinião reforçada por Paulo Falcão, do Judiciário de Alagoas e diretor da Fenajufe: “Foi uma decisão totalmente contrária à deliberação de um fórum maior, que foi a plenária estatutária de junho”, disse. A proposta de plano de carreira da categoria, ponderou, “incorporava as lutas efetivas sentidas no dia-a-dia no local de trabalho e já contemplava a questão econômica”. E reafirmou a intenção de construir a mobilização. “Somos democráticos, a gente perde e encaminha, vamos convocar a categoria para luta. Isso não se esgota nessa votação que foi perdida, ela reforça a necessidade de unidade da categoria na mobilização para reverter esse quadro”, afirmou.

    O próximo passo nesta direção é preparar as manifestações do Dia Nacional de Luta, marcado para 10 de setembro. Dois dias depois, acontece a próxima reunião ampliada da federação.

    A íntegra da resolução sobre a luta pela revisão salarial aprovada é a seguinte:
    – Garantir a revisão salarial e a continuidade do debate sobre a carreira.
    – Rechaçar a proposta dos Diretores Gerais, em especial a gratificação de desempenho, pois vincula avaliação ao salário e quebra a paridade entre ativos e aposentados.
    – Defesa da paridade.
    – Diminuir a diferença salarial atual entre os cargos [auxiliares, técnicos e analistas], tendo como parâmetro a tabela da Fenajufe.
    – Priorizar o incremento do vencimento básico em relação a gratificações.
    – Manter o pagamento da GAS e da GAE, inclusive cumulativamente com a GR, se a mesma for criada.
    – Questionar o aumento dos CJs.
    – Defender a composição paritária do Conselho Consultivo, explicitar atribuições que garantam o estudo e a elaboração de propostas para qualificar a carreira e garantir na lei prazo para sua implantação.
    – Reenquadramento dos auxiliares judiciários.
    – Criação dos cargos de Oficial de Justiça, Agente de Segurança e Inspetor de Segurança.
    – Rejeitar quaisquer propostas que tragam perda de direitos.
    – Convocação de nova Reunião Ampliada da Fenajufe, imediatamente após novo posicionamento dos Tribunais sobre o projeto, bem como envio imediato do mesmo ao Congresso Nacional.
    – Independentemente do encaminhamento de projeto salarial, que os sindicatos divulguem e aprofundem o debate na base sobre a proposta de carreira da Fenajufe, e que no Congresso Nacional de Fortaleza atualizemos o debate e a proposta de Plano de Carreira, e sejam definidos os encaminhamentos necessários”.
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    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 10:00 am

    Aqui temos a replicação do post da Fenajufe, feita pelo Sindijufe-MT. Não achei na Fenajufe o post original.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Servidores vão lutar por revisão salarial e manter debate sobre Plano de Carreira

    por Imprensa

    BRASÍLIA – 16/08/09 – Os delegados que participam da reunião ampliada da Fenajufe, neste final de semana, em Brasília, aprovaram nesse domingo [16] uma resolução que tem como objetivo a luta de toda a categoria para garantir a imediata revisão salarial e a continuidade do debate relacionado ao Plano de Carreira dos servidores do Judiciário Federal. O texto, apresentado pelo coordenador da Fenajufe Ramiro López e defendido pelos coordenadores Roberto Policarpo, Zé Oliveira e Marcos Santos, foi provado por 82 votos.

    A resolução aprovada rejeita a proposta dos diretores gerais dos tribunais superiores, especialmente a gratificação de desempenho, defende a paridade entre os servidores ativos e aposentados e reivindica a diminuição da diferença salarial entre os cargos de auxiliares, técnicos e analistas judiciários com base na tabela de vencimentos contida na proposta do GT de Carreira da Fenajufe, aprovada na XV Plenária Nacional, em Manaus. Ao aprovarem essa resolução, a Fenajufe e os sindicatos de base terão que lutar, ainda, pela manutenção da GAS [Gratificação de Atividade de Segurança] e da GAE [Gratificação de Atividade Externa], mesmo se a GR [Gratificação de Representatividade] for aprovada.

    “Precisamos unificar toda a categoria para a luta em defesa da revisão salarial e continuar, na sequência, os trabalhos para garantirmos um Plano de Carreira que atenda aos reais interesses da categoria. Lutar pela imediata revisão salarial não nos impede de continuar construindo o nosso plano, a partir de um debate aprofundado entre a Fenajufe, os sindicatos e os servidores”, ressaltou o coordenador geral da Fenajufe Roberto Policarpo, durante a defesa da resolução aprovada.

    Segundo ele, a categoria deverá continuar lutando contra o assédio moral, pela redução da jornada de trabalho e contra a terceirização de forma unificada e cotidianamente nos locais de trabalho.

    A segunda proposta de resolução, apresentada pelo diretor do Sintrajufe-MA e coordenador suplente da Fenajufe, Paulo Rios, obteve 49 votos, defendia que os servidores lutassem em defesa da proposta do GT de Carreira, aprovada pela categoria, em Manaus. Defenderam esse texto o coordenador da Fenajufe Saulo Arcangeli, a diretora do Sintrajud-SP Ana Luiza Figueiredo; e o delegado pelo Sinjutra-PR José Padilha.

    Confira abaixo o texto da resolução aprovada na reunião ampliada nesse domingo:

    “- Garantir a revisão salarial e a continuidade do debate sobre a carreira.
    - Rechaçar a proposta dos Diretores Gerais, em especial a gratificação de desempenho, pois vincula avaliação ao salário e quebra a paridade entre ativos e aposentados.
    - Defesa da paridade.
    - Diminuir a diferença salarial atual entre os cargos [auxiliares, técnicos e analistas], tendo como parâmetro a tabela da Fenajufe.
    - Priorizar o incremento do vencimento básico em relação a gratificações.
    - Manter o pagamento da GAS e da GAE, inclusive cumulativamente com a GR, se a mesma for criada.
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    Leonor Costa, direto do Hotel Nacional

    Transcrito da internet: [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Transcrito da internet: Por Joseanne F. Nonato

    Auxiliar Administrativo

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    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 10:18 am

    Em 2014, os delegados de São Paulo se manifestaram contrários à criação da GD.

    7º Congresso do Sintrajud-SP
    Embu das Artes
    27 a 30 de março de 2014

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]
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    RELATÓRIO DAS PROPOSTAS APROVADAS NO 7º CONGRESSO DO SINTRAJUD

    TEMA: PLANO DE CARREIRA

    - OS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL NO ESTADO DE SÃO PAULO, reunidos no VII Congresso do Sintrajud, em Embu das Artes/SP, após debater a atual situação salarial e a ameaça da quebra de unidade da categoria pelo STF e STJ, com formulação de proposta de plano de carreira própria apenas para os seus servidores, em detrimento de toda a categoria nacional, fazem os seguintes considerandos e ao final deliberam que:

    7) Considerando que os fóruns nacionais da categoria já deliberaram pela busca da reposição das perdas salariais com valorização do cargo efetivo e externou contrariedade a instituição de qualquer gratificação de desempenho;

    Vimos ao final concluir e deliberar que:

    - Reafirmamos a nossa contrariedade, já aprovados em fóruns estaduais e nacionais da categoria, com qualquer tentativa de impor remuneração com instituição de gratificação produtivista, por desempenho e variáveis, por conta das implicações e riscos que encerram para o conjunto da categoria;

    ENCAMINHAR PARA DEBATE

    Propostas sobre Plano de Carreira não deliberadas, mas registradas para debate posterior.

    Que propõe gratificações produtivistas (desempenho, etc.) gerando uma remuneração variada diferença salarial entre servidores ativos e aposentados.
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    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 10:24 am

    Este é um boletim do Sindjufe-BA, de 08/09/2009. em que mostra a minuta de PL com a criação da GPT e a retirada da GD, feita pelos DG dos tribunais superiores. Informa também a decisão da ampliada de rejeitar a GD.

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    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 10:31 am

    Na página do Sintrajufe-RS fala da nova proposta, agora sem GD, e com GPT.

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    1/9/2009

    Fenajufe divulga última versão do anteprojeto de revisão salarial

    A Fenajufe publicou hoje a última versão do anteprojeto de lei sobre a revisão salarial dos servidores do Judiciário Federal apresentada pelos diretores e secretários gerais dos tribunais superiores. A proposta será submetida aos presidentes dos tribunais superiores e conselhos de justiça.

    As principais alterações em relação ao anteprojeto divulgado em 8/7 pelo Sintrajufe nos setores são, entre outras, GAJ 100% sobre o vencimento básico do servidor e criação de Gratificação de Gestão de Processos de Trabalho (GPT) na ordem de 35% sobre o vencimento básico do servidor. Pela proposta, a GPT é incompatível com o recebimento da GAS. Há ainda a previsão de reajuste de 15% sobre a remuneração de todos os servidores. Foi retirada do projeto a Gratificação de Desempenho (GD).

    A proposta, em seu artigo 6º, prevê também a possibilidade de instituição de prêmio de produtividade relacionado ao cumprimento de metas institucionais no valor máximo de uma remuneração. Na minuta não está prevista a criação do Conselho Consultivo da Carreira Judiciária (art.3º do anteprojeto anterior dos DGs).


    Debate

    A assembleia geral do dia 3/9, às 19h30min, na sede, discutirá os pontos da proposta, definirá a atividade a ser realizada em 10/9 - Dia Nacional de Mobilização - e elegerá os delegados que participarão da reunião ampliada da Fenajufe dia 12/9, em Brasilia. A participação dos colegas é importante, pois o avanço em diversos pontos dependerá do debate que será realizado durante a assembleia e da mobilização dos servidores.

    Leia, abaixo, os pontos da resolução aprovada na última ampliada da Fenajufe, realizada nos dias 15 e 16/8.


    Resolução aprovada na ampliada da Fenajufe
    • Garantir a revisão salarial e a continuidade do debate sobre a carreira.
    • Rechaçar a proposta dos diretores-gerais, em especial a gratificação de desempenho, pois vincula avaliação a salário e quebra a paridade entre ativos e aposentados.
    • Defender a paridade.
    • Diminuir a diferença salarial atual entre os cargos (auxiliares, técnicos e analistas), tendo como parâmetro a tabela da Fenajufe.
    • Priorizar o incremento do vencimento básico em relação a gratificações.
    • Manter o pagamento da GAS e da GAE, inclusive cumulativamente com a GR, se esta for criada.
    • Questionar o aumento dos CJs.
    • Defender a composição paritária do Conselho Consultivo, explicitar atribuições que garantam o estudo e a elaboração de propostas para qualificar a carreira e garantir na lei prazo para sua implantação.
    • Reenquadrar os auxiliares judiciários.
    • Criar os cargos de oficial de justiça, agente de segurança e inspetor de segurança.
    • Rejeitar quaisquer propostas que tragam perda de direitos.
    • Convocação de nova reunião ampliada da Fenajufe, imediatamente após novo posicionamento dos tribunais sobre o projeto, bem como envio imediato deste ao Congresso Nacional.
    • Independentemente do encaminhamento de projeto salarial, que os sindicatos divulguem e aprofundem o debate na base sobre a proposta de carreira da Fenajufe e que, no Congresso Nacional de 2010, atualizemos o debate e a proposta de Plano de Carreira e sejam definidos os encaminhamentos necessários.
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    Gratificação por Desempenho - prós e contras Empty Re: Gratificação por Desempenho - prós e contras

    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 10:33 am

    Neste post, os servidores do RS, em assembleias locais, se manifestam contrários à nova proposta.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    11/9/2009

    Assembleias debatem mobilização e proposta de conselhos e tribunais

    A Fenajufe e os sindicatos filiados realizaram ontem o Dia Nacional de Mobilização dos servidores do Judiciário Federal. No Rio Grande do Sul, o Sintrajufe realizou assembleias de base na Justiça do Trabalho (às 12h30min, no prédio das varas trabalhistas), na Justiça Federal (13h30min, no prédio da 1ª Instância) e no Anexo da Eleitoral (às 17h). Excepcionalmente, no TRE da Duque, a assembleia foi realizada hoje, às 14h.

    Para o interior, a orientação do sindicato era, além da realização dos debates em torno do anteprojeto e da carreira, a afixação de faixas nos prédios (cujo modelo estava disponível no saite) e o uso de adesivos para marcar a mobilização.

    Na pauta de todos os colegas, mobilização e a nova proposta dos secretários e dos diretores-gerais dos conselhos e dos tribunais superiores, além de relatos da última assembleia geral (3/9) em que o plenário destacou pontos em que há discordância: prêmio de produtividade, excessiva diferenciação salarial entre os cargos, alteração do artigo 28 do atual PCS (lei 11.416/06) em relação a aposentados e pensionistas, não previsão de pagamento cumulativo da GAS com a Gratificação de Gestão de Processos de Trabalho (GPT) e exclusão, no novo texto, da criação de um conselho consultivo da carreira (que estava previsto na proposta anterior da comissão interdisciplinar do STF).

    O que ficou patente nos encontros na Capital foi a defesa da mobilização em torno da revisão salarial e que cada colega em seu local de trabalho lembre aos demais da importância da unidade neste momento, assim com as conquistas dos PCSs anteriores.

    Na Trabalhista também foi aprovada a confecção - e distribuição junto à população - de material gráfico com os motivos da mobilização da categoria, destacando que a qualificação do serviço público é uma das bandeiras do Sintrajufe juntamente com a participação da sociedade na gestão dos órgãos e que a qualidade deve ser buscada com bom ambiente de trabalho, jornada compatível, qualidade de vida e democratização, entre outros.

    No Anexo da JE, os colegas deliberaram pela colocação no saite de um demonstrativo que permita entender e acompanhar o trâmite do projeto, da sua origem - no Judiciário - até sua finalização no Congresso Nacional. No TRE da Duque, os colegas manifestaram discordância em relação ao prêmio de produtividade e aos demais pontos destacados na última assembleia geral.
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    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 10:50 am

    Aqui uma matéria do Sisejufe-RJ, na página 10, de agosto/setembro de 2009.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Fenajufe
    Sindicatos terão de lutar pela manutenção da GAS e GAE

    Ampliada decide por reajuste com carreira

    Por 82 votos contra 49, categoria do Judiciário Federal rejeitou a intransigência nas negociações, decidiu manter a luta pelo reajuste de salário e a continuidade do debate sobre o Plano de Carreira. A decisão se deu na Reunião Ampliada da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe), em 15 e 16 de agosto, no Hotel Nacional, em Brasília

    Durante dois dias, 170 delegados de todo Brasil debateram o Plano de Carreira e o Plano de Lutas que a Fenajufe deve levar à frente nos próximos meses. Dada a urgência da matéria, a categoria decidiu estabelecer uma estratégia para conseguir o Plano de Carreira (que é um debate demorado) com a garantia imediata da luta pelo reajuste salarial. Dada a urgência do envio do orçamento para o Congresso Nacional (31 de agosto), a proximidade do ano eleitoral e com o impasse nas negociações, a categoria decidiu elaborar a seguinte estratégia: garantir o aumento salarial com prioridade para o reajuste do vencimento básico e com pontos prioritários que devem ser elencados – sem aceitar retrocesso na carreira, ou seja, rejeitando a Gratificação de Desempenho (GD) proposta pelos diretores-gerais dos tribunais superiores.

    De outro lado, havia a proposta do Coletivo Luta Fenajufe que defendia não ser possível negociar outra estratégia que não fosse rejeitar a proposta de aumento e garantir a carreira de qualquer forma – mesmo ao custo do não envio da proposta este ano. Num debate acalorado e, em alguns momentos, exacerbado, a estratégia alternativa foi vencedora por indiscutível maioria: 82 a 49 delegados sindicais de todo Brasil. Desta maneira, a Fenajufe vai enviar o projeto ao Congresso com garantias mínimas e, por meio do Conselho Gestor do Plano de Carreira, dar continuidade a esta importante discussão. Os delegados e delegadas do Sisejufe ressaltam que as propostas tiradas nas assembleias do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e por parcelada categoria da Bahia foram aprovadas na íntegra e são basicamente a estratégia que será levada para a negociação. Portanto, ainda que a delegação do Rio tenha sido pequena – com seis delegados e dois observadores –, a sua participação foi qualificada e fundamental nas negociações do projeto.

    ** Paridade – A resolução aprovada rejeita a proposta dos diretores gerais dos tribunais superiores, especialmente a Gratificação de Desempenho, defende a paridade entre os servidores ativos e aposentados e reivindica a diminuição da diferença salarial entre os cargos de auxiliares, técnicos e analistas judiciários com base na tabela de vencimentos contida na proposta do GT de Carreira da Fenajufe, aprovada na XV Plenária Nacional, em Manaus. Ao aprovarem essa resolução, a Fenajufe e os sindicatos de base terão que lutar, ainda, pela manutenção da Gratificação de Atividade de Segurança (GAS) e da Gratificação de Atividade Externa (GAE), mesmo se a Gratificação de Representatividade (GR) for aprovada.

    Resoluções da Reunião Ampliada da Fenajufe de 15 e 16 de agosto de 2009

    – Garantir a revisão salarial e a continuidade do debate sobre a carreira.

    – Rechaçar a proposta dos diretores gerais, em especial a Gratificação de Desempenho (GD), pois vincula avaliação ao salário e quebra a paridade entre ativos e aposentados.

    – Defesa da paridade.

    – Diminuir a diferença salarial atual entre os cargos (auxiliares, técnicos e analistas), tendo como parâmetro a tabela da Fenajufe.

    – Priorizar o incremento do vencimento básico em relação às gratificações.

    – Manter o pagamento da GAS e da GAE, inclusive cumulativamente com a Gratificação de Representação (GR), se esta for criada.

    – Questionar o aumento dos CJs.

    – Defender a composição paritária do Conselho Consultivo, explicitar atribuições que garantam o estudo e a elaboração de propostas para qualificar a carreira e garantir na lei prazo para sua implantação.

    – Reenquadramento dos auxiliares judiciários.

    – Criação dos cargos de Oficial de Justiça, Agente de Segurança e Inspetor de Segurança.

    – Rejeitar qualquer proposta que tragam perda de direitos.

    – Convocação de nova Reunião Ampliada da Fenajufe, imediatamente após novo posicionamento dos tribunais sobre o projeto, bem como envio imediato do mesmo ao Congresso Nacional.

    – Independentemente do encaminhamento de projeto salarial, que os sindicatos divulguem e aprofundem o debate na base sobre a proposta de carreira da Fenajufe e que, no Congresso Nacional da Fenajufe, em Fortaleza (2010), atualizemos o debate e a proposta de Plano de Carreira, e que sejam definidos os encaminhamentos necessários.
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    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 10:57 am

    Aroldo Rique escreveu:
    Lula Molusco escreveu:... Gilmar não propôs a GD e sim os DG. E quem votou contra a GD foram as assembleias e a plenária.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Sindijufe/MT esclarece sobre a recusa da Gratificação de Desempenho

    Quanta desinformação não saber a origem do nosso plano. cry2  cry2  cry2  cry2

    A reunião ampliada teve cerca de 150 servidores de todo o Brasil, e não meia dúzia.

    A GD (dos DG e não do Gilmar) foi rejeitada pela categoria em 15 e 16/08/2009. Lê a página 10 da revista do Sisejufe-RJ.

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link] (página 10)
    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]
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    E não era GDI e sim GD. Caráio, esse povo, além de desinformado, confunde tudo.


    Meia dúzia numa AMPIADA não quer dizer absolutamente nada.

    A GD foi rechaçada no dua que foi apresentada ç. Demonizaram a GD e usaeam a AMPIADA para ratificar.

    Ainda hoje tem muito servidor que não sabe que poderíamos estar ganhando igual ao TCU.

    Não foi meia dúzia. Foram 140 delegados de vários sindicatos, numa reunião ampliada deliberativa. Para se eleger, era necessário pelo menos 3 associados para cada delegado eleito.

    A GD foi rechaçada na origem. E depois essa decisão foi ratificada em várias assembleias e reuniões. Ano passado, foi rechaçada no 7º Congresso do Sintrajud-SP.

    Gostaria de ganhar igual ao TCU. Falta só o MPOG concordar com o impacto orçamentário ou o STF deixar de ser autarquia do Executivo.
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    Mensagem por Lula Molusco Ter 28 Jul 2015, 11:31 am

    Aroldo Rique escreveu:E citar o Sisejufe beira a má-fé.

    Olhem o naipe da notícia do Sisejufe publicada logo após o primeiro turno das eleições do ano passado:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Fazem de tudo para salvar a Mônica do capeta.

    Citei vários sindicatos. Não sei onde estaria a má fé?

    Olhei a matéria de 09/10/2014 e há um erro grave cometido pelo Sisejufe. O título do post não deveria ser "Executivo apresentará contraproposta para reajuste dos servidores do Judiciário Federal" e sim "STF informa que Executivo apresentará contraproposta para reajuste dos servidores do Judiciário Federal".

    A matéria em si não tem nada demais. Outros coordenadores da Fenajufe participaram da reunião.

    Mas concordo contigo:

    1) Sisejufe colocar o título correto de post não correspondente com a matéria é o fim da picada, lembrando o que faz a folha, estadão, globo, veja, época.

    2) Adilson omitir informação de conversa com DG é muito ruim. E a informação, se fosse repassada, nem afetaria meu discernimento sobre a votação do PLC 28, no dia 30/06.

    3) Dois diretores do Sindjus-DF não questionarem "na lata" o DG do STF, na questão da reunião em Portugal, mostra total falta de preparo das lideranças sindicais.

    São dessas agruras que o PLC 28 tem como história.

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