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    Mensagem por alecspe Seg 06 Jul 2015, 3:34 pm

    wilhelm escreveu:
    Ínfimo escreveu:“Contensão e prudência neste momento me parece muito importante e, nesse sentido, alguns sacrifícios precisam ser feitos. Inclusive, para dar exemplo aos demais trabalhadores da sociedade. Para dar exemplo àqueles que também servem a sociedade no sentido amplo da palavra. Esse equilíbrio entre reivindicação legítima e a possibilidade econômica e financeira é que o gestor público há de levar em consideração”.

    O exemplo de contensão e prudência era para ter sido  dado ano passado, quando aumentaram o salário dos agentes políticos.  Agora seguiremos o exemplo que  nos foi dado pela  chefia :" farinha pouca meu pirão primeiro"

    Só eu vi a aberração "contensão"???

    Tbm vi, rss...mas como não quero apelidado de Prof. Pasquale, deixei passar ,rssss
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    Mensagem por RVMS Seg 06 Jul 2015, 3:36 pm

    TécnicoJM escreveu:Entrei no site do Senado e o não foi publicada a pauta do dia de amanhã. De onde tiraram que o PLC41 vai ser votado amanhã se nem nas movimentações aparece essa informação?

    01/07/2015 SSCLSF - SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO
    Situação: INCLUÍDA EM ORDEM DO DIA
    Ação: Incluído em Ordem do Dia da sessão deliberativa de 02.07.2015.
    Discussão, em turno único.
    Matéria não apreciada na sessão de 02.07.2015, transferida para a sessão deliberativa de 07.07.2015.

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    Mensagem por JBTécnico Seg 06 Jul 2015, 3:37 pm

    Lula Molusco escreveu:
    denilson.dcc escreveu: Prezados,
    Acabou de passar uma rápida reportagem no Jornal Hoje, dizendo sobre o nosso PLC, nota que veio da Presidência da República. Não tenho certeza, mas acho que falaram de um possível veto parcial.
    Alguém pode confirmar isso?????

    Eu não vi. Alguém viu? Veto parcial apenas do inciso I não seria ruim. Meu receio é ser mais uma daqueles torpedos do PT.

    O veto ao inciso I daria uma receita extra a União, pois provavelmente receberíamos acumuladamente em 01/2016, gerando 6 parcelas + 6/12 de 13º, acumuladamente, que na declaração seria como rendimento exclusivo na fonte, sem restituição, 27,5% sem qualquer possibilidade de planejamento tributário.
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    Mensagem por claudioborges Seg 06 Jul 2015, 3:37 pm

    Assembléia no TRT5 (Bahia) aprova continuidade da greve.
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    Mensagem por joaquimtrt Seg 06 Jul 2015, 3:37 pm

    só a título de curiosidade, o PLC 28/2014 foi transformado em lei com veto parcial. hehe
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    Mensagem por Chuck Coleman Seg 06 Jul 2015, 3:38 pm

    Maisquevencedor escreveu:Esse aí já tá mostrando pra que veio.

    Sacrificar o que é dos outros é molim, molim!!

    Devolva o auxílio moradia e os aumentos concedidos à magistratura, seu verme petista!!!



    2core escreveu:Fonte G1

    06/07/2015 14h11 - Atualizado em 06/07/2015 15h12
    Ministro do STF diz que prisão não é garantia de ressocialização de jovens
    Luiz Fachin comentou maioridade penal e também reajuste ao Judiciário.
    Paranaense tomou posse no STF em junho deste ano.

    Do G1 PR, com informações da RPC Curitiba

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin ponderou nesta segunda-feira (6) sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos aprovada de forma polêmica pela Câmara dos Deputados na semana passada.

    O ministrou considerou legitima a reação do Legislativo em dar uma resposta à sociedade. Contudo, ele também argumentou que o aprisionamento não é uma garantia de ressocialização do jovem infrator. "Há a constatação que determinar o aprisionamento, como se adulto já fosse, não vai, necessariamente, pela realidade que observamos hoje nos estabelecimentos prisionais, contribuir para uma ressocialização ou socialização desse adolescente", afirmou em entrevista ao Paraná TV 1ª edição.

    “Eu diria, como cidadão, que certamente procuraria sempre mais pensar na educação e na preparação dos jovens do que no aprisionamento. Essa seria a regra, mas evidentemente que há exceções e essas exceções também não podem deixar de ser focalizadas até porque cabe, especialmente, ao juiz colocar limite. Em uma sociedade sem limite, não há liberdade”, disse Fachin.
    Cabe, especialmente, ao juiz colocar limite. Em uma sociedade sem limite, não há liberdade"
    Luiz Edson Fachin, ministro do STF

    Apenas 24 horas após o plenário rejeitar a redução da maioridade para crimes graves, a Câmara colocou novamente o tema em votação e aprovou na madrugada de quinta-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz de 18 para 16 anos a idade penal para crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.

    A manobra do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB), é alvo de crítica de alguns parlamentares que afirmaram que vão procurar o Judiciário. De forma hipotética, Fachin comentou o impasse. Ele enfatizou que o juiz não é legislador, ou seja, não deve interferir no processo legislativo.

    “Definições como esta são definições que, prioritariamente, são tomadas no âmbito do Poder Legislativo e cabe ao Poder Judiciário, de um lado, zelar pelo devido processo legislativo (...). Em tese, a obediência do devido processo legislativo é um imperativo constitucional. Se não foi obedecido, o Supremo poderá, legitimamente, intervir. Se for, o mais é uma definição do Poder Legislativo que cabe respeitar”.

    Reajuste do Judiciário
    O ministro Fachin também falou sobre o reajuste aos servidores do Judiciário aprovado em Senado. Ele afirmou que a reivindicação dos servidores é legítima, uma fez que existe defasagem salarial, entretanto, argumentou que é preciso estar atento ao momento em que o país vive.
    Contensão e prudência neste momento me parece muito importante e, nesse sentido, alguns sacrifícios precisam ser feitos."
    Luiz Edson Fachin, ministro STF

    Pelo texto, o aumento, que varia de 53% a 78,56%, será concedido de acordo com a função exercida por cada servidor.  A correção será escalonada, de julho de 2015 até dezembro de 2017, e o pagamento será feito em seis parcelas.

    Com a aprovação no Senado, o reajuste agora depende da sanção da presidente Dilma Rousseff. Caso ela opte por vetar, o Congresso deverá analisar o veto.

    “Contensão e prudência neste momento me parece muito importante e, nesse sentido, alguns sacrifícios precisam ser feitos. Inclusive, para dar exemplo aos demais trabalhadores da sociedade. Para dar exemplo àqueles que também servem a sociedade no sentido amplo da palavra. Esse equilíbrio entre reivindicação legítima e a possibilidade econômica e financeira é que o gestor público há de levar em consideração”.

    LUIZ FACHIN
    Jurista é o novo ministro do Supremo

       o que ele pensa
       perfil
       posse
       aprovação no senado
       votação em comissão
       o que faz um ministro?
       tudo sobre: luiz fachin

    Um paranaense no Supremo
    O ministro também falou sobre o processo de definição de um ministro do Supremo. Ele disse que se sente honrado por ter conquistado o apoio de diferentes lideranças estaduais e que considera importante ter um paranaense na Corte.

    “Isso valoriza muito o estado, dá um lugar de destaque não à pessoa porque, como se diz, o músico importa menos do que a música. Dá um destaque muito grande aos interesses do Paraná, para os legítimos interesses de um estado que merece estar em um lugar de destaque na Federação”, disse o ministro.

    Fachin declarou que o caminho até se chegar ao STF é criterioso e comentou que não imaginava, ao escrever textos defendendo uma seleção rigorosa, que também passaria por todo este filtro.

    “Eu, pessoalmente, me senti gratificado, me senti destinatário de uma atenção ímpar dos senadores e uma participação extraordinária, inclusive, pelas redes sociais”. De acordo com o ministrou, houve diferentes manifestações sobre o nome dele na internet.

    “Isso importa pouco. O que importa é que as pessoas se motivaram a participar dessa travessia, que é uma travessia importante da vida dos magistrados que é sair da invisibilidade. Hoje o aplicador da lei presta contas à sociedade, presta contas à realidade e por isso o processo em si foi gratificante”

    O cara é esquerdinha, nada mais normal pra eles do que querer socializar - com o dinheiro dos outros, claro. :trollface:
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    Mensagem por aaabergamo Seg 06 Jul 2015, 3:39 pm

    Dr Causídico escreveu:
    DJANGO escreveu:
    2core escreveu:Fonte G1

    06/07/2015 14h11 - Atualizado em 06/07/2015 15h12
    Ministro do STF diz que prisão não é garantia de ressocialização de jovens
    Luiz Fachin comentou maioridade penal e também reajuste ao Judiciário.
    Paranaense tomou posse no STF em junho deste ano.

    Do G1 PR, com informações da RPC Curitiba

    ....

    Reajuste do Judiciário
    O ministro Fachin também falou sobre o reajuste aos servidores do Judiciário aprovado em Senado. Ele afirmou que a reivindicação dos servidores é legítima, uma fez que existe defasagem salarial, entretanto, argumentou que é preciso estar atento ao momento em que o país vive.
    Contensão e prudência neste momento me parece muito importante e, nesse sentido, alguns sacrifícios precisam ser feitos."
    Luiz Edson Fachin, ministro STF

    Pelo texto, o aumento, que varia de 53% a 78,56%, será concedido de acordo com a função exercida por cada servidor.  A correção será escalonada, de julho de 2015 até dezembro de 2017, e o pagamento será feito em seis parcelas.

    Com a aprovação no Senado, o reajuste agora depende da sanção da presidente Dilma Rousseff. Caso ela opte por vetar, o Congresso deverá analisar o veto.

    “Contensão e prudência neste momento me parece muito importante e, nesse sentido, alguns sacrifícios precisam ser feitos. Inclusive, para dar exemplo aos demais trabalhadores da sociedade. Para dar exemplo àqueles que também servem a sociedade no sentido amplo da palavra. Esse equilíbrio entre reivindicação legítima e a possibilidade econômica e financeira é que o gestor público há de levar em consideração”.

    LUIZ FACHIN
    Jurista é o novo ministro do Supremo

      ...

    What a Face affraid affraid affraid surprise2 surprise2


    "Dar exemplo" com o bolso alheio é facim, fachin, facim, fachin.....


    "alguns sacrifícios precisam ser feitos"... também é muito fácil com o bolso dos outros.
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    Mensagem por alvarojcbarros Seg 06 Jul 2015, 3:40 pm

    joaquimtrt escreveu:só a título de curiosidade, o PLC 28/2014 foi transformado em lei com veto parcial. hehe

    Desculpa, não entendi.
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    Mensagem por Novatio legis Seg 06 Jul 2015, 3:41 pm

    claudioborges escreveu:Assembléia no TRT5 (Bahia) aprova continuidade da greve.

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    Mensagem por RVMS Seg 06 Jul 2015, 3:41 pm

    Novas matérias

    Algumas matérias passam a figurar na pauta do Plenário a partir da próxima semana. É o caso do substitutivo da Câmara ao PLS 70/2007, do ex-senador Inácio Arruda, que institui a Política Nacional de Combate e Prevenção à Desertificação.

    O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 41/2015, que concede aumento salarial para servidores do Ministério Público da União (MPU) e do Conselho Nacional do Ministério Público, também deve ser analisado. Em entrevista na última quarta-feira (1), o presidente Renan Calheiros afirmou que a votação vai depender das negociações entre servidores e governo.

    — Se houver negociação, melhor. Se não houver negociação, o Parlamento não tem outra coisa a fazer senão apreciar o projeto — disse Renan.

    O aumento será, em média, de 59%, percentual idêntico ao proposto para servidores do Judiciário da União, aprovado na noite de terça-feira (30) pelo Plenário do Senado. O líder do governo, senador Delcídio do Amaral (PT-MS), chegou a apresentar um requerimento para adiar a votação do projeto, sendo derrotado. O senador disse que “ninguém questiona o direito” e a situação dos servidores do Judiciário, mas observou que a proposta atual será objeto de veto da presidente Dilma Rousseff, com o risco de “começar tudo do zero”.

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    PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015 - Página 25 Empty Re: PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015

    Mensagem por jose.santos Seg 06 Jul 2015, 3:43 pm

    Por ... Carlos Mills – Técnico Judiciário do TRT da 1ª Região

    DILMA DEVE SANCIONAR O REAJUSTE DO JUDICIÁRIO


    A recomposição salarial dos servidores do Poder Judiciário entrou na pauta política do país. Após aprovação unânime no Senado Federal, o projeto aguarda a sanção da Presidência da República.

    Parte da mídia vem noticiando a aprovação com cores alarmistas, divulgando informações apressadas. Mas o que tem a dizer os Servidores do Poder Judiciário? Vamos aos fatos:

    O Projeto de Lei da Câmara, PLC-28/15, que recompõe as perdas salariais havidas nos últimos 9 anos, iniciou sua tramitação em 2009, passando por todas as comissões pertinentes do Congresso Nacional, incluindo a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados e a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal. Ao longo deste tempo, o governo federal teve oportunidade de propor emendas, modificar artigos e alcançar os acordos que lhe parecessem adequados. No dia 10-junho-15, transcorridos 6 anos do início da tramitação, o PLC-28/15 entrava na pauta do Senado em regime de urgência. A esmagadora maioria dos Senadores, de todos os partidos e matizes ideológicas diversas, já o apoiavam então. Mas nesta sessão, a pedido do lider do governo Delcídio do Amaral, que alegava que o governo ‘estava elaborando’ uma proposta, o Presidente do Senado adiou a votação por mais 20 dias. Finalmente no dia 30-junho-15, sem que o governo apresentasse qualquer proposta específica concreta, o Senado Federal aprovou por unanimidade o PLC-28/15. O texto final aprovado foi o mesmo encaminhado pelo Supremo Tribunal Federal, a quem constitucionalmente compete a iniciativa.


    A partir das notícias apressadas, vieram então as análises superficiais, apontando que a recomposição salarial dos Servidores do Judiciário iria contra o ajuste fiscal. Falava-se em impacto da ordem de 25 bilhões. Mas de fato, os orçamentos públicos são executados em bases anuais. Demonstrando espírito público – mesmo diante de 9 anos de achatamento salarial – a reposição proposta pelo Judiciário está escalonada ao longo de 3 (três) anos. O real impacto para este ano fiscal será de apenas 1,5 bilhão, ou seja, menos de 10% do valor propagandeado. E bem menos que o recuperado, por exemplo, pela Justiça Federal do Paraná no processo que cuida dos interesses de uma grande Estatal brasileira. Além disso, mais de 30% do desembolso para o pagamento destes salários voltará diretamente ao caixa do governo, via Imposto de Renda retido na fonte e previdência social.


    Outra informação que merece destaque é que a Justiça Federal é superavitária.Em 2014, arrecadou aos cofres públicos 16 bilhões em execuções fiscais. É o dobro do utilizado em toda a sua estrutura de primeiro e segundo graus (cerca de 7,8 bilhões). A previsão de arrecadação em execuções fiscais para 2015 é da ordem de 23 bilhões de Reais.


    A Justiça do Trabalho adquiriu a competência de julgar e executar de ofício as contribuições previdenciárias decorrentes de suas sentenças. Isto significa combate à sonegação e aumento substancial da arrecadação das contribuições previdenciárias.

    A Justiça Eleitoral garante a lisura dos processos eleitorais país afora.


    Os exemplos acima demonstram que o direcionamento de recursos para o Judiciário não pode ser encarado como despesa, mas sim como investimento. Afinal de contas, a quem interessa um Judiciário sucateado?

    No sistema de freios e contrapesos da República Federativa do Brasil, o Judiciário é a última esperança. A Constituição Federal lhe garante assim autonomia e independência em relação aos demais poderes. Alguns exemplos:

    (i) é vedado ao Poder Executivo editar medidas provisórias relativas à organização do Poder Judiciário e do Ministério Público (Art. 62, Parág. 1º, I, c)

    (ii) há garantia de isonomia de vencimentos entre cargos análogos nos três poderes (art. 37, XII)

    (iii) é vedada a delegação de competência ao Poder Executivo para a elaboração de leis versando sobre a organização do Poder Judiciário e do Ministério Público (Art. 68, Parág. 1º, I)

    Pelo exposto, resta clara a legitimidade do pleito dos Servidores do Poder Judiciário. O PLC-28/15 nada mais faz que cumprir rigorosamente os ditames da nossa Constituição, como seria de se esperar em um projeto advindo da mais alta corte do país. A sociedade brasileira, portanto, espera a sanção da Presidente da República. Afinal, sem isonomia, não há justiça. E sem justiça, não há democracia.

    Carlos Mills – Técnico Judiciário do TRT da 1ª Região
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    Mensagem por Tripa Seca Seg 06 Jul 2015, 3:44 pm

    Pra quem não entendeu ainda, o momento é de intensificar a greve. Tão cedo não teremos mais uma condição tão favorável para derrotar o governo como agora:

    "Sintoma de fraqueza


    Planalto: sem o mesmo prestígio de outros tempos
    A propósito, o convite às pressas desagradou alguns políticos da base aliada e com ministérios em seu governo, que decidiram não viajar para Brasília para atender ao pedido de Dilma.

    Não atender a uma convocação do Palácio do Planalto é mais um sintoma do quão fraco está o governo.

    Nos tempos de Lula ou de FHC, por exemplo, seria inimaginável algum político não atender a um chamado do presidente, na situação que fosse.

    Por Lauro Jardim"

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    PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015 - Página 25 Empty Re: PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015

    Mensagem por Convidado Seg 06 Jul 2015, 3:46 pm

    alvarojcbarros escreveu:
    joaquimtrt escreveu:só a título de curiosidade, o PLC 28/2014 foi transformado em lei com veto parcial. hehe

    Desculpa, não entendi.

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    Mensagem por Lula Molusco Seg 06 Jul 2015, 3:46 pm

    alvarojcbarros escreveu:
    joaquimtrt escreveu:só a título de curiosidade, o PLC 28/2014 foi transformado em lei com veto parcial. hehe

    Desculpa, não entendi.

    É que o nosso é PLC 28/2015. E o que recebeu veto parcial era PLC 28/2014.
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    Mensagem por diegowfcp Seg 06 Jul 2015, 3:48 pm

    GDJ escreveu:Parece que é o Decano do STF que estará no exercício da Presidência na próxima semana, devido à ausência do Presidente e da vice.

    Presidente do STF analisa 57 processos nos primeiros dias do plantão

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, atuou no plantão da Corte nos dias 2 e 3 de julho, decidindo questões urgentes durante as férias coletivas dos ministros. Durante esse período, o ministro analisou um total de 57 processos.

    Entre os processos analisados, estão os Habeas Corpus (HCs) 129213 e 129219, nos quais foram concedidas liminares ao ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores João Vaccari Neto e ao ex-diretor da Petrobras Renato de Souza Duque. Ambos foram convocados a depor entre os dias 8 e 9 de julho na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, conduzida pela Câmara dos Deputados. Ao STF, pediram a preservação de prerrogativas constitucionais.

    O ministro Ricardo Lewandowski assegurou aos depoentes o direito de serem assistidos por advogado e com ele se comunicarem, a não serem obrigados a assinar o termo de compromisso a dizerem a verdade e o direito de não se autoincriminarem. “Seja na condição de investigado ou de testemunha, o paciente tem o direito de permanecer em silêncio, de comunicar-se com seu advogado e de não produzir prova contra si mesmo”, afirmou o ministro.

    Na próxima semana, o decano da Corte, ministro Celso de Mello, estará a frente do plantão. No período, o presidente do Supremo participará de evento acadêmico organizado pela Universidade de Coimbra e pela Associação de Estudos Europeus de Coimbra, em Portugal.



    Mas ele muito provavelmente não irá enfiar a mão nessa caixa de cobras.

    rsrsrs.. só se for doido.

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    Mensagem por Ricardo_TRE_RJ Seg 06 Jul 2015, 3:49 pm


    Salários do Judiciário ameaçam nota de risco do país
    Se em condições normais o projeto demagógico de reajustes salariais já seria desaconselhável, com o país numa fase de difícil e necessário ajuste fiscal ele é suicida
    por EDITORIAL
    03/07/2015 0:00
    --------------------------------------------------------------------------------
    Um Congresso independente, sem ser burocrático carimbador de desejos do Executivo, melhora a qualidade da administração pública. Mas quando a razão da independência passa por interesses menores de grupos, incluindo a oposição, o horizonte do país fica envolto em névoas. Perdem-se a previsibilidade e a segurança necessárias para cidadãos e empresas tocarem a vida sem sobressaltos.

    Liderado pelos peemedebistas Eduardo Cunha (RJ) e Renan Calheiros (AL), presidentes da Câmara e do Senado, os dois sob análise do MP devido à Operação Lava-Jato, o Legislativo tomou o freio nos dentes e, em algumas questões cruciais, como o ajuste fiscal, tem atuado sem qualquer equilíbrio, como se não entendesse o momento por que passa o país.

    Não há outra interpretação do fato de o Senado ter aprovado um reajuste para os servidores do Judiciário entre 53% e 78,6%, criando uma conta adicional de R$ 25,7 bilhões até 2018, com um acréscimo anual nos gastos públicos de R$ 10,5 bilhões, a partir de 2018.

    A presidente Dilma está certa ao considerar “insustentável” o reajuste. O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, antecipou o veto de mais esta vigorosa demonstração de populismo no Congresso, a decisão mais sensata a ser tomada pelo Planalto.

    Ora, um conjunto de corporações não forma um país. A soma delas explode qualquer orçamento, mesmo nas mais poderosas economias. Este projeto de reajuste foi encaminhado ao Congresso ainda pelo ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, e terminou apoiado com dedicação pelo seu sucessor à frente da Corte, Ricardo Lewandowski.

    Os aumentos salariais criarão grandes desníveis de remuneração dentro da máquina pública, e por isso deflagrará um perverso “efeito cascata" entre categorias. E mesmo dentro do próprio Judiciário. Equivale a um terremoto no fundo do oceano, causa de temíveis tsunamis.

    Em condições normais, já seriam desaconselháveis esses reajustes. Em meio a um difícil ajuste fiscal, devido à própria oposição do Congresso, este pacote de bondades com o bolso do contribuinte equivale a um suicídio.

    O déficit nominal (incluindo juros da dívida) acumulado nos primeiros cinco meses do ano, de 7,32% do PIB (em doze meses, 7,22%), índice de países europeus em crise, e uma dívida bruta, em maio, de 62,5% do PIB, e se distanciando dos prudenciais 60%, bastariam para chamar a atenção do Congresso. Já o foco das agências internacionais de avaliação de risco está sobre o Brasil há tempos.

    É realista prever que o demagógico reajuste para servidores da Justiça pode levar o país a perder o “grau de investimento”, fator de atração de investimentos externos. E junto com o rebaixamento vêm mais desvalorização cambial e, portanto, mais inflação, mais elevações de juros, logo, mais recessão.


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    Mensagem por talmeida Seg 06 Jul 2015, 3:56 pm

    Parece que o governo e o STF estão com o discurso bem afinado quanto a começar de novo a negociação, né?! Para mim, tem coisa aí. Fazem esse jogo de cena todo, dizem que começaram do zero, fazem terrorismo e depois vem com uma proposta rebaixada e pagamento a lá Casas Bahia.
    Fiquemos atentos!
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    Mensagem por Ínfimo Seg 06 Jul 2015, 3:56 pm

    Agora se o país perder o grau de investimento a culpa será nossa. Toda e somente nossa...

    Nada a ver com as pedaladas, nem com o rombo da petrobrás, nem a inflação a 9%...

    Pessoal que entrou agora na carreira, vão se acostumando porque essa desculpa não é novidade ... a culpa de todos os problemas desse país é uma só : servidores do judiciário.
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    Mensagem por CruzeiroMAIORdeMG Seg 06 Jul 2015, 3:58 pm

    Ricardo_TRE_RJ escreveu:
    Salários do Judiciário ameaçam nota de risco do país
    Se em condições normais o projeto demagógico de reajustes salariais já seria desaconselhável, com o país numa fase de difícil e necessário ajuste fiscal ele é suicida
    por EDITORIAL
    03/07/2015 0:00  
    --------------------------------------------------------------------------------
     Um Congresso independente, sem ser burocrático carimbador de desejos do Executivo, melhora a qualidade da administração pública. Mas quando a razão da independência passa por interesses menores de grupos, incluindo a oposição, o horizonte do país fica envolto em névoas. Perdem-se a previsibilidade e a segurança necessárias para cidadãos e empresas tocarem a vida sem sobressaltos.

    Liderado pelos peemedebistas Eduardo Cunha (RJ) e Renan Calheiros (AL), presidentes da Câmara e do Senado, os dois sob análise do MP devido à Operação Lava-Jato, o Legislativo tomou o freio nos dentes e, em algumas questões cruciais, como o ajuste fiscal, tem atuado sem qualquer equilíbrio, como se não entendesse o momento por que passa o país.

    Não há outra interpretação do fato de o Senado ter aprovado um reajuste para os servidores do Judiciário entre 53% e 78,6%, criando uma conta adicional de R$ 25,7 bilhões até 2018, com um acréscimo anual nos gastos públicos de R$ 10,5 bilhões, a partir de 2018.

    A presidente Dilma está certa ao considerar “insustentável” o reajuste. O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, antecipou o veto de mais esta vigorosa demonstração de populismo no Congresso, a decisão mais sensata a ser tomada pelo Planalto.

    Ora, um conjunto de corporações não forma um país. A soma delas explode qualquer orçamento, mesmo nas mais poderosas economias. Este projeto de reajuste foi encaminhado ao Congresso ainda pelo ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, e terminou apoiado com dedicação pelo seu sucessor à frente da Corte, Ricardo Lewandowski.

    Os aumentos salariais criarão grandes desníveis de remuneração dentro da máquina pública, e por isso deflagrará um perverso “efeito cascata" entre categorias. E mesmo dentro do próprio Judiciário. Equivale a um terremoto no fundo do oceano, causa de temíveis tsunamis.

    Em condições normais, já seriam desaconselháveis esses reajustes. Em meio a um difícil ajuste fiscal, devido à própria oposição do Congresso, este pacote de bondades com o bolso do contribuinte equivale a um suicídio.

    O déficit nominal (incluindo juros da dívida) acumulado nos primeiros cinco meses do ano, de 7,32% do PIB (em doze meses, 7,22%), índice de países europeus em crise, e uma dívida bruta, em maio, de 62,5% do PIB, e se distanciando dos prudenciais 60%, bastariam para chamar a atenção do Congresso. Já o foco das agências internacionais de avaliação de risco está sobre o Brasil há tempos.

    É realista prever que o demagógico reajuste para servidores da Justiça pode levar o país a perder o “grau de investimento”, fator de atração de investimentos externos. E junto com o rebaixamento vêm mais desvalorização cambial e, portanto, mais inflação, mais elevações de juros, logo, mais recessão.


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    Mensagem por Convidado Seg 06 Jul 2015, 4:02 pm

    CruzeiroMAIORdeMG escreveu:
    Ricardo_TRE_RJ escreveu:
    Salários do Judiciário ameaçam nota de risco do país
    Se em condições normais o projeto demagógico de reajustes salariais já seria desaconselhável, com o país numa fase de difícil e necessário ajuste fiscal ele é suicida
    por EDITORIAL
    03/07/2015 0:00  
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     Um Congresso independente, sem ser burocrático carimbador de desejos do Executivo, melhora a qualidade da administração pública. Mas quando a razão da independência passa por interesses menores de grupos, incluindo a oposição, o horizonte do país fica envolto em névoas. Perdem-se a previsibilidade e a segurança necessárias para cidadãos e empresas tocarem a vida sem sobressaltos.

    Liderado pelos peemedebistas Eduardo Cunha (RJ) e Renan Calheiros (AL), presidentes da Câmara e do Senado, os dois sob análise do MP devido à Operação Lava-Jato, o Legislativo tomou o freio nos dentes e, em algumas questões cruciais, como o ajuste fiscal, tem atuado sem qualquer equilíbrio, como se não entendesse o momento por que passa o país.

    Não há outra interpretação do fato de o Senado ter aprovado um reajuste para os servidores do Judiciário entre 53% e 78,6%, criando uma conta adicional de R$ 25,7 bilhões até 2018, com um acréscimo anual nos gastos públicos de R$ 10,5 bilhões, a partir de 2018.

    A presidente Dilma está certa ao considerar “insustentável” o reajuste. O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, antecipou o veto de mais esta vigorosa demonstração de populismo no Congresso, a decisão mais sensata a ser tomada pelo Planalto.

    Ora, um conjunto de corporações não forma um país. A soma delas explode qualquer orçamento, mesmo nas mais poderosas economias. Este projeto de reajuste foi encaminhado ao Congresso ainda pelo ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, e terminou apoiado com dedicação pelo seu sucessor à frente da Corte, Ricardo Lewandowski.

    Os aumentos salariais criarão grandes desníveis de remuneração dentro da máquina pública, e por isso deflagrará um perverso “efeito cascata" entre categorias. E mesmo dentro do próprio Judiciário. Equivale a um terremoto no fundo do oceano, causa de temíveis tsunamis.

    Em condições normais, já seriam desaconselháveis esses reajustes. Em meio a um difícil ajuste fiscal, devido à própria oposição do Congresso, este pacote de bondades com o bolso do contribuinte equivale a um suicídio.

    O déficit nominal (incluindo juros da dívida) acumulado nos primeiros cinco meses do ano, de 7,32% do PIB (em doze meses, 7,22%), índice de países europeus em crise, e uma dívida bruta, em maio, de 62,5% do PIB, e se distanciando dos prudenciais 60%, bastariam para chamar a atenção do Congresso. Já o foco das agências internacionais de avaliação de risco está sobre o Brasil há tempos.

    É realista prever que o demagógico reajuste para servidores da Justiça pode levar o país a perder o “grau de investimento”, fator de atração de investimentos externos. E junto com o rebaixamento vêm mais desvalorização cambial e, portanto, mais inflação, mais elevações de juros, logo, mais recessão.


    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/salarios-do-judiciario-ameacam-nota-de-risco-do-pais-16644913#ixzz3f8fZlowx
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    e os bilhões que as organizações Globo ganham em propaganda oficial do governo, será que não querem devolver um pouquinho para ajudar no ajuste fiscal?! filhos de uma égua

    "Os aumentos salariais criarão grandes desníveis de remuneração dentro da máquina pública, e por isso deflagrará um perverso “efeito cascata" entre categorias. E mesmo dentro do próprio Judiciário. Equivale a um terremoto no fundo do oceano, causa de temíveis tsunamis. "

    Hahaha...depois ainda tem gente que acha que é besteira esse papo de regulamentação e democratização da mídia.. olha o que eles fazem! Fora outras baboseiras que até nós podemos acreditar.

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    Mensagem por Phoenix Seg 06 Jul 2015, 4:08 pm

    E tome função comissionada... o câncer do Judiciário:



    "Senado aprova criação de cargos para 166 zonas da Justiça Eleitoral

    5 de julho de 2015, 13h46

    A Justiça Eleitoral vai ganhar reforço. O Plenário do Senado Federal aprovou, em votação simbólica, a criação de 332 cargos efetivos e 3.207 funções comissionadas para 166 zonas eleitorais no país. As novas vagas são objeto do Projeto de Lei 25/15, de inciativa do Tribunal Superior Eleitoral.

    Os 332 cargos efetivos serão divididos igualmente entre as carreiras de analista e técnico judiciário. Quanto às funções comissionadas, 3.040 serão de nível FC-1 e 167 de nível FC–6. O projeto prevê ainda a transformação de 314 funções comissionadas de nível FC–4 e 2.559 funções de nível FC–1 em 2.873 funções comissionadas de nível FC–6 — gratificação que passará a ser paga aos chefes dos cartórios eleitorais, que atualmente são remunerados por uma função menor (FC-4).

    Na justificativa, o TSE afirmou que as medidas visa a dar continuidade à implementação do quadro de pessoal próprio da Justiça Eleitoral nos cartórios. Levantamento da instituição revelou que 166 zonas eleitorais estão desprovidas de servidores de carreira.

    Para o relator da proposta na CCJ, senador José Maranhão (PMDB/PB), a criação dos cargos previstos na proposição é "indispensável para se assegurar um contingente mínimo de pessoal própria às 166 zonas eleitorais criadas após a lei 10.842/04". Com informações da Agência Senado. "

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    Mensagem por TécnicoJM Seg 06 Jul 2015, 4:09 pm

    RVMS escreveu:
    TécnicoJM escreveu:Entrei no site do Senado e o não foi publicada a pauta do dia de amanhã. De onde tiraram que o PLC41 vai ser votado amanhã se nem nas movimentações aparece essa informação?

    01/07/2015 SSCLSF - SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO
    Situação: INCLUÍDA EM ORDEM DO DIA
    Ação: Incluído em Ordem do Dia da sessão deliberativa de 02.07.2015.
    Discussão, em turno único.
    Matéria não apreciada na sessão de 02.07.2015, transferida para a sessão deliberativa de 07.07.2015.

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    Mensagem por luizol Seg 06 Jul 2015, 4:09 pm

    josebarbos escreveu:
    Luiggi escreveu:
    tre-rj escreveu:Sim... mas o efeito pratico de se vetar os ultimos incisos é de que nunca se chegaria aquele valor final.

    Luiggi escreveu:

    Não , o caput remete para a tabela anexa, e lá tem o valor final do VB.

    Não, se vetar os últimos incisos acontece a implementação total na data do último de implementação do último inciso, leia o caput e você verá que o ele reporta ao total da tabela, para diminuir a tabela só modificando o anexo, e agora já foi.

    A questão é que duvido que o governo concordaria em permitir a integralização do reajuste já em julho de 2016, enquanto dos os outros vão ficar, em tese, para 2019, e em índices menores que os do judiciário e MPU.
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    Mensagem por Gerbera Seg 06 Jul 2015, 4:10 pm

    Pessoal, assim que passar esse momento do PL precisamos começar de forma forte a pressão pela data base. É inaceitavel a gente ter que passar por toda essa humilhação todos os anos. Isso tem que ficar resolvido logo.
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    Mensagem por Lula Molusco Seg 06 Jul 2015, 4:13 pm

    É a velha história de dizer que os males do país são por conta do reajuste de servidor público e dos aposentados do INSS.

    E a sonegação fiscal da globo e de suas afiliadas???? E a operação Zelotes????

    Se não sonegassem o fisco, teria mais dinheiro no caixa do governo e daria para aumentar o superavit primário.

    #globoSonega

    Isso é que dá uma mídia sem regulação. Escreve qualquer coisa e nem há direito de resposta.

    CruzeiroMAIORdeMG escreveu:
    Ricardo_TRE_RJ escreveu:
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    Se em condições normais o projeto demagógico de reajustes salariais já seria desaconselhável, com o país numa fase de difícil e necessário ajuste fiscal ele é suicida
    por EDITORIAL
    03/07/2015 0:00  
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     Um Congresso independente, sem ser burocrático carimbador de desejos do Executivo, melhora a qualidade da administração pública. Mas quando a razão da independência passa por interesses menores de grupos, incluindo a oposição, o horizonte do país fica envolto em névoas. Perdem-se a previsibilidade e a segurança necessárias para cidadãos e empresas tocarem a vida sem sobressaltos.

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    Não há outra interpretação do fato de o Senado ter aprovado um reajuste para os servidores do Judiciário entre 53% e 78,6%, criando uma conta adicional de R$ 25,7 bilhões até 2018, com um acréscimo anual nos gastos públicos de R$ 10,5 bilhões, a partir de 2018.

    A presidente Dilma está certa ao considerar “insustentável” o reajuste. O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, antecipou o veto de mais esta vigorosa demonstração de populismo no Congresso, a decisão mais sensata a ser tomada pelo Planalto.

    Ora, um conjunto de corporações não forma um país. A soma delas explode qualquer orçamento, mesmo nas mais poderosas economias. Este projeto de reajuste foi encaminhado ao Congresso ainda pelo ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, e terminou apoiado com dedicação pelo seu sucessor à frente da Corte, Ricardo Lewandowski.

    Os aumentos salariais criarão grandes desníveis de remuneração dentro da máquina pública, e por isso deflagrará um perverso “efeito cascata" entre categorias. E mesmo dentro do próprio Judiciário. Equivale a um terremoto no fundo do oceano, causa de temíveis tsunamis.

    Em condições normais, já seriam desaconselháveis esses reajustes. Em meio a um difícil ajuste fiscal, devido à própria oposição do Congresso, este pacote de bondades com o bolso do contribuinte equivale a um suicídio.

    O déficit nominal (incluindo juros da dívida) acumulado nos primeiros cinco meses do ano, de 7,32% do PIB (em doze meses, 7,22%), índice de países europeus em crise, e uma dívida bruta, em maio, de 62,5% do PIB, e se distanciando dos prudenciais 60%, bastariam para chamar a atenção do Congresso. Já o foco das agências internacionais de avaliação de risco está sobre o Brasil há tempos.

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    Última edição por Lula Molusco em Seg 06 Jul 2015, 4:20 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por GOZO Seg 06 Jul 2015, 4:14 pm

    No TRE-RJ estamos mandando o seguinte email aos Congressistas:

    SENADORES:

    Prezado Senador,

    Os servidores do Poder Judiciário contam com o seu apoio para derrubar o iminente e tão divulgado veto da Presidenta Dilma ao plano de cargos e salários dos Servidores do Poder Judiciário da União.

    A Presidenta ao vetar um Projeto de Lei de iniciativa do STF e que foi democraticamente aprovado nas duas casas do Poder Legislativo, quer tão somente mostrar que quem MANDA e quem tem a PALAVRA FINAL é unica e exclusivamente o Poder Executivo.

    Contamos com o seu bom senso, Senador, para não deixar esse perigoso precedente acontecer e consequentemente fazer com que a Presidenta Dilma respeite o princípio constitucional da INDEPENDÊNCIA DOS PODERES, prescrito em nossa Constituição Federal.

    Respeitosamente,
    Nome:
    Cargo:

    DEPUTADOS:

    Prezado Deputado,

    Os servidores do Poder Judiciário contam com o seu apoio para derrubar o iminente e tão divulgado veto da Presidenta Dilma ao plano de cargos e salários dos Servidores do Poder Judiciário da União.

    A Presidenta ao vetar um Projeto de Lei de iniciativa do STF e que foi democraticamente aprovado nas duas casas do Poder Legislativo, quer tão somente mostrar que quem MANDA e quem tem a PALAVRA FINAL é unica e exclusivamente o Poder Executivo.

    Contamos com o seu bom senso, Deputado, para não deixar esse perigoso precedente acontecer e consequentemente fazer com que a Presidenta Dilma respeite o princípio constitucional da INDEPENDÊNCIA DOS PODERES, prescrito em nossa Constituição Federal.

    Respeitosamente,
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    Mensagem por Convidado Seg 06 Jul 2015, 4:18 pm

    Meta do "novo PMDB" é conquistar Presidência em 2018

    Com ou sem Dilma Rousseff, o PMDB decidiu que vai trabalhar para manter-se no poder a partir de 2018, mas trocando o Palácio do Jaburu, sede da Vice-Presidência, pelo do Planalto. A despeito da crise que engole a atual gestão da presidente e dos rumores de encurtamento do mandato dela, os líderes peemedebista traçaram um projeto para ter um candidato forte na disputa pela Presidência daqui a três anos e meio.

    Se Dilma permanecer até o fim de seu mandato, o caminho do PMDB rumo ao Planalto passará pelas gestões de Renan Calheiros (AL) e de Eduardo Cunha (RJ) nos comandos das duas Casas do Congresso e pela administração do prefeito Eduardo Paes no Rio de Janeiro, sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

    Antes de falar em nomes, a cúpula peemedebista acha que precisa utilizar essas três frentes para imprimir uma imagem de partido "pragmático", capaz de criar um terceira via entre a polarização tucano-petista das últimas décadas.

    A intensa agenda imposta por Cunha e Renan no Legislativo, aliada ao sonhado sucesso dos Jogos, daria ao partido a oportunidade de construir um discurso "realizador" em 2018. Se isso der certo, o mais provável é que Paes e Cunha disputem a indicação para ser o candidato.

    Até lá, Cunha e Renan devem trabalhar para manter Dilma fragilizada, pois uma presidente fraca significa um Executivo fraco, o que abre espaço para um Legislativo forte, avaliam. A estratégia dos dois é desgastar Dilma mediante sucessivas derrotas no Congresso.

    A pauta de Cunha e de Renan busca o apelo popular, setorial e "federativo". Enquanto isso, Cunha cresce e se consolida como o "anti-PT". Segundo apurou o Estado, ele encomendou uma pesquisa de intenção de voto para presidente na qual aparece com 5%. Esse porcentual aumenta quando o nome do PSDB é Geraldo Alckmin (SP), e não Aécio Neves (MG).

    No caso de Cunha, porém, antes de qualquer pretensão eleitoral, ele tem de ser inocentado na investigação dos desvios e da corrupção na Petrobras, em que é acusado de ter recebido dinheiro do esquema. Quanto a Renan, também implicado nesse caso, o próprio partido avalia que ele tem uma imagem desgastada.
    (g.m.)
    [...]

    http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/07/06/meta-do-novo-pmdb-e-conquistar-presidencia.htm


    Última edição por Sigma em Seg 06 Jul 2015, 4:26 pm, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : -25 pontos na barra de Respeito às Regras - Flood - Mensagem sem contexto com o tópico)
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    Mensagem por meianoite Seg 06 Jul 2015, 4:21 pm

    lanlan escreveu:
    tre-rj escreveu:Sim... mas o efeito pratico de se vetar os ultimos incisos é de que nunca se chegaria aquele valor final.

    Luiggi escreveu:
    tre-rj escreveu:os colegas ja pensaram na hipótese de o governo vetar, ao inves dos primeiros incisos, os 3 ultimos? neste caso o aumento implementado seria de cerca de 30%.

    Não , o caput remete para a tabela anexa, e lá tem o valor final do VB.


    Creio que se vetar os dois primeiros incisos, nego vai achar muito ruim, mas o governo não vai levar uma surra no Congresso Nacional. Ou seja, neste veto parcial, daria uma satisfação a sociedade e seguraria os servidores/congresso.

    Qualquer outra coisa, como Pl rebaixado, veto total, veto dos três últimos incisos...., pode fazer a boiada estourar de vez e fazer o governo arriscar a tomar uma derrota no congresso.

    Logo, se vetarem, penso que vetariam os incisos referentes as parcelas de 2015.

    Digo mais, acho que isso de veto parcial deveria inclusive ser costurado junto ao executivo pelos nossos "representantes"...

    Eu não vou achar ruim coisa nenhuma, cara pálida.
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    Mensagem por Convidado Seg 06 Jul 2015, 4:22 pm

    Phoenix escreveu:E tome função comissionada... o câncer do Judiciário:



    "Senado aprova criação de cargos para 166 zonas da Justiça Eleitoral

    5 de julho de 2015, 13h46

    A Justiça Eleitoral vai ganhar reforço. O Plenário do Senado Federal aprovou, em votação simbólica, a criação de 332 cargos efetivos e 3.207 funções comissionadas para 166 zonas eleitorais no país. As novas vagas são objeto do Projeto de Lei 25/15, de inciativa do Tribunal Superior Eleitoral.

    Os 332 cargos efetivos serão divididos igualmente entre as carreiras de analista e técnico judiciário. Quanto às funções comissionadas, 3.040 serão de nível FC-1 e 167 de nível FC–6. O projeto prevê ainda a transformação de 314 funções comissionadas de nível FC–4 e 2.559 funções de nível FC–1 em 2.873 funções comissionadas de nível FC–6 — gratificação que passará a ser paga aos chefes dos cartórios eleitorais, que atualmente são remunerados por uma função menor (FC-4).

    Na justificativa, o TSE afirmou que as medidas visa a dar continuidade à implementação do quadro de pessoal próprio da Justiça Eleitoral nos cartórios. Levantamento da instituição revelou que 166 zonas eleitorais estão desprovidas de servidores de carreira.

    Para o relator da proposta na CCJ, senador José Maranhão (PMDB/PB), a criação dos cargos previstos na proposição é "indispensável para se assegurar um contingente mínimo de pessoal própria às 166 zonas eleitorais criadas após a lei 10.842/04". Com informações da Agência Senado. "

    http://www.conjur.com.br/2015-jul-05/senado-aprova-criacao-cargos-166-zonas-justica-eleitoral

    Acho que não deves saber a realidade da grande maioria dos cartórios eleitorais do País: 2 servidores. 1 analista e 1 técnico.

    Daí imagina quando algum pega licença médica, acompanha cônjuge, etc. etc...
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    Mensagem por Trt3analistaOJ Seg 06 Jul 2015, 4:27 pm

    Ínfimo escreveu:Agora se o país perder o grau de investimento a culpa será nossa. Toda e somente nossa...

    Nada a ver com as pedaladas, nem  com o rombo da petrobrás, nem a inflação a 9%...

    Pessoal que entrou agora na carreira, vão se acostumando porque essa desculpa não é novidade ...  a culpa de todos os problemas desse país é uma só : servidores do judiciário.

    Emprestamos para o Governo, compulsoriamente, nove anos de nossa força de trabalho, sem qualquer reajuste, afora os 15%. Agora, quando o Governo já reajustou razoavelmente todas as demais carreiras do Serviço Público e deveria nos dar a atenção merecida, cria mentiras propagadas pela mídia preguiçosa ou vendida e escancara o desprezo pelo Poder que Julga. Cego e obsecado nesse intento de nove anos, e agora desesperado, O Governo do Partido dos Trabalhadores incita  a sociedade contra um pleito represado e justo, buscando nos crucificar pela segunda vez.
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    Mensagem por brunomartins Seg 06 Jul 2015, 4:28 pm

    Colegas, penso que se a imprensa continua repercutindo nosso reajuste é porque o governo continua estimulando para persistir no assunto.
    Se o governo continua plantando notícias e alimentando editoriais é porque está sentindo alguma disposição dos congressistas em votar pela derrubada do veto.
    Digo mais! Esse editorial do O GLOBO dizendo que o nosso reajuste ameaça o rating do país cheira desespero.
    Por isso acho que estamos no caminho certo e devemos continuar nosso trabalho de formiguinha pressionando os congressistas e os ministros dos Tribunais Superiores.
    Pode ser ingenuidade minha, mas estou começando a achar que a coisa não está tão ruim para o nosso lado como o governo anda ventilando...

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